Acidente

Acidente com vítima fatal é registrado na Avenida Capitão Mor-Gouveia no fim da manhã desta quarta

O Via Certa Natal confirmou um acidente com vítima fatal na Avenida Capitão Mor-Gouveia, no fim da manhã desta quarta-feira(06).

Segundo informações preliminares, o acidente envolveu um veículo Buggy de cor branca e um pedestre.

Sem outros detalhes da ocorrência.

Opinião dos leitores

  1. Todos os dias passo no local, e, por incrível que pareça, o que causou o acidente continua lá. Um buraco "sinalizado" com um pedaço de compensado.
    Quanta omissão! A quem responsabilizar?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

STF decidirá se Justiça Eleitoral pode julgar crimes da Lava Jato

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir, no dia 13 de março, sobre a competência da Justiça Eleitoral para conduzir inquéritos contra investigados na Operação Lava Jato. Na ocasião, a Corte vai definir se a competência para julgar crimes comuns conexos a crimes eleitorais é da Justiça Eleitoral ou Federal.

De acordo com procuradores da força-tarefa do Ministério Púbico Federal (MPF), o julgamento poderá ter efeito nas investigações e nos processos que estão em andamento nos desdobramentos da operação, que ocorrem em São Paulo e no Rio de Janeiro, além do Paraná. A punição prevista para crimes eleitorais é mais branda em relação aos crimes comuns.

Para a Lava Jato, um eventual resultado negativo para o MPF poderá “acabar com as investigações”. Segundo o procurador Deltan Dallagnol, o julgamento afetará o futuro dos processos da operação.

O plenário da Corte vai se manifestar sobre a questão diante do impasse que o assunto tem provocado nas duas turmas do tribunal.

No início das investigações da Lava Jato, na primeira instância da Justiça no Paraná, a maioria dos investigados foi processada pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, ao ser acusada de receber recursos em forma de propina e usar o dinheiro para custear suas campanhas políticas, sem declarar os valores à Justiça Eleitoral.

Na medida em que os recursos dos acusados foram chegando ao STF, a Segunda Turma da Corte passou a ter o entendimento de que as acusações deveriam ser remetidas à Justiça Eleitoral, porque as imputações de corrupção e lavagem de dinheiro devem ser tratadas como crime de “caixa dois”, cuja competência é daquela justiça especializada.

Com base no entendimento, investigações contra o senador José Serra (PSDB-SP) e outros políticos já foram remetidas para a primeira instância da Justiça Eleitoral. O colegiado é composto pelos ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Cármen Lúcia e Edson Fachin.

Na Primeira Turma, o entendimento é de que as acusações devem ser julgadas pela Justiça Federal, cujas sentenças por crimes comuns resultam em penas mais altas. A turma é formada pelos ministros Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Rosa Weber, Marco Aurélio e Alexandre de Moraes.

A questão será decidida com base no inquérito que investiga o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes e o deputado federal Pedro Paulo Carvalho Teixeira (DEM-RJ) pelo suposto recebimento de R$ 18 milhões da empreiteira Odebrecht para as campanhas eleitorais.

Segundo as investigações, Paes teria recebido R$ 15 milhões em doações ilegais no pleito de 2012. Em 2010, Pedro Paulo teria recebido R$ 3 milhões para campanha e mais R$ 300 mil na campanha à reeleição, em 2014.

Os ministros vão julgar um recurso protocolado pela defesa dos acusados contra decisão individual do ministro Marco Aurélio, que enviou as investigações para a Justiça do Rio. Os advogados sustentam que o caso deve permanecer na Corte, mesmo após a decisão que limitou o foro privilegiado para as infrações penais que ocorreram em razão da função e cometidas durante o mandato.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Carnaval dá 12 dias “de recesso” para deputados e senadores

Foto: EBC

Após a maratona do carnaval, se para a maioria dos brasileiros hoje é dia de voltar ao trabalho, para deputados e senadores, retorno às atividades, só na semana que vem. Na manhã desta quarta-feira de cinzas (6) movimento no prédio do Congresso, só do pessoal que cuida da troca do carpete do Salão Verde da Câmara e da lavagem do capete azul do Senado. Até a próxima terça-feira (12), quando estão marcadas as próximas sessões deliberativas nas duas Casas, serão 12 dias ¨de recesso”, sem votações. A última foi na quarta-feira passada, dia 27 de fevereiro.

Nem a pressa para início da tramitação da Reforma da Previdência, eleita prioridade no Executivo e Legislativo, fez com que sessões deliberativas fossem marcadas esta semana. Amanhã (7) e sexta-feira (8) sessões nas duas Casas só de discurso, sem deliberações, isso quer dizer que os parlamentares que esticarem a folia, não terão qualquer prejuízo no salário. O presidente do Senado, Davi Alcolubre (DEM-AP), cumpre essa semana agenda no Amapá e só volta à Brasília na semana que vem. Já Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara , também passa a quarta-feira fora de Brasília, mas a assessoria não informou se será assim o restante da semana.

Servidores

Para os servidores da Câmara o expediente hoje é normal, a partir do meio-dia, já no Senado, em conformidade com a Portaria 13/18, da primeira-secretaria da Casa, é ponto facultativo, os servidores só voltam ao trabalho amanhã.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polêmica

Vídeo obsceno publicado por Bolsonaro sobre carnaval causa polêmica nas redes

A publicação de um vídeo de conteúdo escatológico e pornográfico pelo presidente Jair Bolsonaro em sua conta no Twitter, na noite desta terça-feira, 5, divide a rede social nesta quarta-feira, 6, com a hashtag #ImpeachmentBolsonaro liderando os tópicos mais replicados, seguida pela #BolsonaroTemRazão.

Logo após o tuíte, muitos internautas pediram que o conteúdo fosse denunciado à rede social como impróprio. Nem o Twitter, nem o presidente excluíram a postagem, mas foi colocado um aviso de que a mídia “pode conter material sensível”. Na postagem, o presidente afirma que “é isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro”. Na postagem feita por Bolsonaro não está identificado onde se deu o ocorrido.

Entre os tuítes com a hashtag #ImpeachmentBolsonaro, são feitos pedidos de exame psiquiátrico para o presidente, além de acusações de quebra de decoro. “Bolsonaro é um sujeito vulgar e sem ética que não vê problema em expor um vídeo de pornografia no seu perfil oficial do Twitter. É um vigarista charlatão e, acima de tudo, um despreparado para o cargo que ocupa”, escreveu um usuário da rede.

Do outro lado, as postagens com #BolsonaroTemRazão apontam que o presidente estava apenas fazendo uma denúncia. “Fazer pornografia em área pública na frente de família e criança não tem problema. O problema é o Bolsonaro postar. A que nível chegou esse pessoal…”, tuitou outra usuária.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Para quem disse que usava o dinheiro do auxílio moradia para comer gente,
    Para quem disse que só não violentava uma deputada porque ela era feia,
    Esse presidente está muito puritano!
    Vou escrever para os desprovidos de que nteligencia e para os muito radicais.
    Quem está criticando o presidente não está a favor dos atores dessa cena grotesca, está criticando o presidente por publicá-la em sua rede social. eu, por exemplo, só tive conhecimento de tamanha barbaridade, graças ao excelentíssimo presidente. Estive presente em vários blocos em Natal, com muitas famílias, inclusive com muitos eleitores de Bolsonaro, onde foi brincado um carnaval muito saudável. Em ponta negra tivemos um carnaval com muitas crianças presentes e sem exageros.

  2. Isso não é considerado arte e liberdade de expressão pelos opositores da Direita??? Eu votei nulo por que não acredito em esquerda e direita extremista radical….

  3. O cara está denunciando uma putaria que acontece mesmo em festas desse porte, como é o caso do carnaval, aí vem uma ruma de lacrador querer criticar o presidente.

  4. O deplorável é saber que tem gente que defende isso.
    Triste realidade do nosso país…

    #bolsonarotemrazao

  5. Lamentável….Lamentável….Simboliza a degradação total do ser humano. O fato mais escandaloso são os gritos e aplausos, ou seja, existe uma massa que se identifica e anseia por mais gestos como esse. O q pensar…o q agrega a quem quer seja tal ato?

  6. Uma putaria dessa e ainda vai aparecer DOENTE pra dizer que o presidente está errado, festas de rua, a tempos, que viraram esse absurdo, onde está o MP? Pq esses dois seres não foram presos por ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR? Isso é o resultado do favorecimento e blindagem desses animais(como os do vídeo), o homossexual para mostrar sua condição ao mundo não precisa usar dessas baixarias. IMORAL!!! E tenho dito…

  7. Não entendo por que a Polícia não prende umas prejuras dessas, atentado violento ao pudor, no mínimo, isso é carnaval para a família?

  8. #BolsonaroTemRazão !
    Sacanagem a céu aberto é permitido?
    Esses transtornados são o orgulho da família!!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Religião

CNBB lança campanha da fraternidade com tema sobre políticas públicas

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança nesta quarta-feira, 6, em Brasília, a Campanha da Fraternidade 2019, com tema “Fraternidade e Políticas Públicas”. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, participa do evento realizado na sede provisória da CNBB no período da manhã. Na abertura do evento, o bispo auxiliar e secretário-geral, Dom Leonardo Steiner, leu a mensagem enviada pelo Papa Francisco para a campanha no Brasil.

“Todas as pessoas e instituições devem se sentir protagonistas das iniciativas e ações que promovam o conjunto das condições de vida social que permitem aos indivíduos, famílias e associações alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição”, diz a mensagem vinda do Vaticano.

Steiner reforçou que o tema da campanha foi escolhido há mais de dois anos, entre 80 sugestões. “Para que nós todos nos preocupássemos com o Brasil, com as pessoas que vivem quase à margem da nossa sociedade”, afirmou o bispo auxiliar. “Sabemos que as políticas são responsabilidade de Estado e governos”, ressaltou. “Queremos dar nossa contribuição com a nossa reflexão A sociedade brasileira está necessitada de diálogo e de paz”, disse.

A representante do Conselho Nacional de Saúde Vânia Lúcia Ferreira Leite fez uma crítica ao sucateamento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ela citou a Emenda Constitucional 95 que pode comprometer o financiamento do sistema. A mesma emenda também foi criticada por Gilberto Vieira dos Santos, secretário-adjunto do Conselho Indigenista Missionário, que citou a necessidade de políticas públicas para os povos indígenas.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Guedes e Moro são aguardados no Senado na semana que vem

Com a expectativa de ter um resto de semana esvaziado por causa do carnaval, somente na semana que vem o Senado deve retomar o revezamento de ministros nas comissões permanentes. As duas presenças mais esperadas são as dos ministros Paulo Guedes (Economia) e Sergio Moro (Justiça), mas além deles deverão comparecer mais sete ministros. Guedes já tem data marcada para ir ao Senado: no dia 12 de março ele estará na Comissão de Assuntos Econômicos para debater o endividamento dos estados.

Na mesma semana, ainda sem dia definido, Guedes também é aguardado em uma sessão temática no Plenário da Casa para debater a reforma da Previdência e o Pacto Federativo. Moro, convidado por duas comissões – a de Direitos Humanos (CDH) e a de Constituição e Justiça (CCJ) – deve ser ouvido em uma sessão conjunta desses colegiados, mas a data ainda está sendo negociada.

Outros ministros

Na lista de ministros com convites aprovados em comissões, mas também sem data definida, estão ainda Osmar Terra ( Cidadania) , Ernesto Araújo (Relações Exteriores) , general Fernando Azevedo e Silva (Defesa), Marcos Pontes ( Ciência e Tecnologia), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Marcelo Álvaro Antônio ( Turismo), além de Luiz Henrique Mandetta ( Saúde), que deve falar sobre a nota técnica do Ministério da Saúde (Nota 11/2019), publicada no dia 8 de fevereiro. O documento prevê a compra de aparelhos de eletrochoque para o Sistema Único de Saúde (SUS), não restringe a internação de crianças em hospitais psiquiátricos e favorece a abstinência como tratamento de dependentes de drogas.

Ouvidos

Até agora, cinco ministros já apresentaram ao Senado as principais metas e programas de suas pastas, entre eles Ricardo Vélez (Educação), Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristiana (Agricultura).

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Número de brasileiros em lista de bilionários da Forbes sobe de 42 para 58; confira a lista dos 20 mais ricos

O número de brasileiros com mais de US$ 1 bilhão aumentou de 42 em 2018 para 58 em 2019, de acordo com o ranking mundial da revista “Forbes”. Na contramão, o número de ricaços no planeta diminuiu: em 2018, eram 2.208 bilionários no mundo, contra 2.153 neste ano.

Ao todo, os 58 bilionários brasileiros acumulam uma fortuna de US$ 179,7 bilhões (cerca de R$ 679,3 bilhões), aumento de 1,9% em relação ao ano passado, quando os ricaços brasileiros somavam US$ 176,4 bilhões (R$ 666,9 bilhões).

Um dos destaques na lista da “Forbes” deste ano é a mudança no posto de pessoa mais rica do Brasil. O empresário Jorge Paulo Lemann, sócio da 3G Capital e de empresas como Ambev e Heinz, perdeu a liderança para o banqueiro Joseph Safra.

Em 2019, o patrimônio de Lemann somou US$ 22,8 bilhões (R$ 86,2 bilhões), menos que os US$ 25,2 bilhões (R$ 95,3 bilhões) de Safra.

Lemann ocupava o posto de homem mais rico do Brasil desde 2013. Em 2012, ele havia ficado tecnicamente empatado com Eike Batista, envolvido na Lava Jato e hoje fora da lista de bilionários.

Os 20 brasileiros mais ricos, segundo a “Forbes”:

Joseph Safra (banco Safra): US$ 25,2 bilhões (R$ 95,3 bilhões)
Jorge Paulo Lemann (3G Capital): US$ 22,8 bilhões (R$ 86,2 bilhões)
Marcel Hermann Telles (3G Capital): US$ 9,9 bilhões (R$ 37,4 bilhões)
Eduardo Saverin (Facebook): US$ 9,7 bilhões (R$ 36,7 bilhões)
Carlos Alberto Sicupira (3G Capital): US$ 8,9 bilhões (R$ 33,7 bilhões)
José João Abdalla Filho (investimentos diversos): US$ 3,4 bilhões (R$ 12,9 bilhões)
Abilio Diniz (comércio): US$ 3,1 bilhões (R$ 11,7 bilhões)
Fernando Roberto Moreira Salles (banco e mineração): US$ 3,1 bilhões (R$ 11,7 bilhões)
João Moreira Salles (banco e mineração): US$ 3,1 bilhões (R$ 11,7 bilhões)
Pedro Moreira Salles (banco e mineração): US$ 3,1 bilhões (R$ 11,7 bilhões)
Walther Moreira Salles Junior (banco e mineração): US$ 3,1 bilhões (R$ 11,7 bilhões)
André Esteves (BTG Pactual): US$ 3 bilhões (R$ 11,3 bilhões)
Alfredo Egydio de Arruda Villela Filho (Itaú): US$ 2,6 bilhões (R$ 9,8 bilhões)
Jayme Garfinkel (Porto Seguro): US$ 2,5 bilhões (R$ 9,5 bilhões)
João Roberto Marinho (Globo): US$ 2,5 bilhões (R$ 9,5 bilhões)
José Roberto Marinho (Globo): US$ 2,5 bilhões (R$ 9,5 bilhões)
Roberto Irineu Marinho (Globo): US$ 2,5 bilhões (R$ 9,5 bilhões)
Ana Lucia de Mattos Barretto Villela (Itaú): US$ 2,4 bilhões (R$ 9,1 bilhões)
Walter Faria (cervejaria Petrópolis): US$ 2,3 bilhões (R$ 8,7 bilhões)
Cândido Pinheiro Koren de Lima (plano de saúde Hapvida): US$ 2,3 bilhões (R$ 8,7 bilhões)

UOL

Opinião dos leitores

  1. Fiz uma compra no supermercado de R$ 143,00 da qual R$ 42,00 foi de tributos. Enquanto isso a familia do banco Itaú recebeu R$ 9.000.000.000,00 (bilhões) de lucros e dividendos e não foi tributado nada (dados da revista Exame). No mundo só o Brasil e a Estônia não tributam lucros e dividendos. O Brasil cobra muitos tributos de quem é pobre. Proporcionalmente o bilionários brasileiros pagam muito menos tributos que a maior parte da população.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Confira horários do que abre e fecha nesta quarta-feira de Cinzas

Comércio de rua, bancos e shoppings abrem em horários diferenciados nesta quarta-feira (6) de Cinzas, após feriado de Carnaval. Agências bancárias abrem ao meio-dia e fecham em horário normal.

Confira os horários de atendimento ao público:

Comércio de Rua – Centro da Cidade e Alecrim

Quarta-feira (6)
Funcionamento normal a partir das 12h, com abertura de algumas lojas já pela manhã.

Midway Mall

Quarta-feira (6)
Extra abre às 7h, alimentação e lazer de 11h às 22h
Lojas e quiosques abrem às 12h e fecham às 22h
O cinema funcionará conforme programação durante todo o Carnaval

Praia Shopping

Quarta-feira (6)
Lojas e quiosques abertos das 12h às 22h
Praça de Alimentação aberta a partir das 11h

Shopping Cidade Jardim

Quarta (6)
12h às 21h
Facultativo para alimentação

Partage Norte Shopping Natal

Quarta-Feira (6)
Lojas / Quiosques / Alimentação: 12h às 22h
Carrefour: 07h às 22h
Smart Fit: 5h30 às 23h
Cinema: Conforme Sessões

Via Direta

Quarta-feira
Funcionamento normal das 9h às 22h

Natal Shopping

Quarta-feira (6)
Alimentação e lazer: 11h às 22h
Quiosques de Alimentação: 11h às 22h
Âncoras e Mega Lojas: 11h às 22h
Academia Bodytech: 12h às 22h
Demais Lojas/Quiosques: 11h às 22h
Cinema: conforme programação

Shopping 10
Na quarta-feira de cinzas (6), o shopping funcionará normalmente a partir das 12h

Supermercados
Quarta-feira (6) – Funcionamento normal

Bancos
Quarta-feira (6) – Funcionamento normal a partir das 12h

Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Bolsonaro repassou dinheiro da ‘vaquinha de campanha’ para filhos e amigos

Uma das maiores novidades da campanha de 2018 foi o financiamento coletivo de campanhas eleitorais, a chamada “Vaquinha Virtual”. Foi justamente essa vaquinha que fez com que vários candidatos tivessem uma fonte a mais de recursos para o primeiro pleito nacional sem dinheiro de empresas. Por meio de pequenas doações, o eleitor pode participar da vida política e ajudou a eleger seus candidatos prediletos. O que certamente não estava previsto no espírito desse tipo de arrecadação é que ela se transformasse em uma espécie de corrente, na qual o dinheiro doado fosse repassado para outras candidaturas estranhas à intenção do doador. Maior aquinhoado com o sistema de doações, arrecadando R$ 3,7 milhões, Jair Bolsonaro repassou R$ 345 mil do dinheiro de seus eleitores para financiar outras campanhas: as do deputado Hélio Lopes (PSL-RJ), conhecido como Hélio Negão, e de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Ou seja, 1,4 mil eleitores que acreditavam estar doando dinheiro para a campanha do presidente, na realidade, entregaram seus recursos para as campanhas de outros candidatos que eles nem sabiam que estariam favorecendo. Os dados foram rastreados por ISTOÉ a partir das informações declaradas pelas campanhas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dos R$ 345 mil repassados da campanha do presidente para outros candidatos, Flávio recebeu R$ 200 mil, Eduardo outros R$ 100 mil e Hélio Negão R$ 45 mil. Se não tivesse havido tal repasse, nem Hélio nem Flávio teriam recebido dinheiro das vaquinhas. Apenas Eduardo conseguiu individualmente captar recursos por meio de financiamento coletivo. Mesmo assim em um valor bem mais baixo. Seus eleitores repassaram R$ 25,3 mil para ele a título de vaquinha virtual.

Ao observar as contas dos candidatos agraciados com a “vaquinha do Jair”, o valor doado pela campanha presidencial a Hélio Negão representou 57% dos recursos obtidos pelo então candidato. A arrecadação total do parlamentar chegou a R$ 78,7 mil. Além dos R$ 45 mil repassados pela campanha de Jair, Hélio também recebeu R$ 16,7 mil da direção estadual do PSL e R$ 4,5 mil da campanha de Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro, entre outras doações. Já Eduardo Bolsonaro teve 45,8% de sua campanha financiada com recursos doados pelos eleitores de seu pai. Ele levantou R$ 218 mil para a sua campanha.Tirando os R$ 100 mil do pai, o deputado ainda teve como fonte de renda o próprio partido (R$ 65,1 mil), entre outros apoiadores. E 28% das fontes de renda de Flávio Bolsonaro foram obtidos por meio da vaquinha do pai.

A resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.553/2017, que trata justamente do tema, é omissa quanto da destinação para outros candidatos dos recursos das fontes de financiamento coletivo. Ex-integrantes do TSE admitem que, exatamente por isso, não chega a ser um ilícito eleitoral a troca dos recursos das vaquinhas entre candidatos. O problema, admitem, é que isso pode se configurar uma questão ética por parte do candidato.

“A princípio, eu vejo essa situação como moralmente reprovável”, disse Francisco Emerenciano, advogado.

Especialistas em Direito Eleitoral avaliam que os casos poderiam mesmo ensejar ações cíveis de eleitores que se sentirem lesados pela utilização dada aos recursos. “A princípio, eu vejo essa situação como moralmente reprovável”, analisa o advogado Francisco Emerenciano, especialista em Direito eleitoral. Já especialistas em Direito Cível acreditam que esse é um caso de quebra do princípio da boa fé, expresso no artigo 422 do Código Civil. O caso da vaquinha parece demonstrar que houve um problema recorrente de mistura de interesses na vida política dos Bolsonaros. São suspeitas de laranjas, caixinhas e rachadinhas. E, agora, de vaquinhas.

IstoÉ

Opinião dos leitores

  1. Como são canalhas uns jornalistas desses… A manchete faz parecer que o dinheiro foi desviado. Foi usado SIM em outras campanhas. E quem doou não deve se importar. Bolsonaro fez a campanha presidencial mais barata de um eleito desde a redemocratização.

    1. Os jornalistas são os inimigos do Brasil. Sempre com reportagens sem pé nem cabeça!

    2. Não há canalhice alguma na divulgação de uma verdade sobre algo que está em desacordo com a legislação. Isso é fraude eleitoral. O dinheiro da doação era claro, cristalino para onde deveria ser direcionado: a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, não para candidaturas outras. Deve ser punido. Repito, É FRAUDE!!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Procurado por homicídio vai para o carnaval de Salvador vestido de mulher e é preso após ser flagrado por câmera

Foto: Divulgação/SSP-BA

Um jovem de 19 anos, procurado por homicídio, foi preso nesta terça-feira (5) enquanto curtir o carnaval de Salvador vestido de mulher, no circuito Dodô (Barra-Ondina). As informações são da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

De acordo com a SSP-BA, Marcos Vinicius de Jesus Neri, estava com a fantasia do bloco As Muquiranas, quando foi flagrado por uma das câmeras de reconhecimento facial instaladas no circuito da Barra. O bloco de travestidos leva uma multidão de homens vestidos de mulher para avenida e nesta terça, o trio foi comandado por Léo Santana.

A secretaria detalhou que a imagem do jovem foi registrada quando ele passava por um dos portais de segurança instalados na Barra e, em seguida, ele foi abordado por policiais militares.

A SSP-BA não detalhou quando e como Marcos Vinicius cometeu o crime, disse apenas, que ele estava com mandado de prisão em aberto desde julho de 2018.

Ainda conforme a secretaria, Marcos é da cidade de Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador, e foi o primeiro a ser capturado com o auxílio da tecnologia de reconhecimento facial implantada pela SSP.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cultura

Escolas de samba do Rio decidem título entre emoção e técnica; apuração começa as 16h30

A disputa pelo título do desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro deve ser decidida, na tarde desta quarta-feira, 6, entre a emoção e a frieza dos quesitos – que são nove e não incluem o sentimento. Quatro escolas apresentaram desfiles plasticamente semelhantes – carros alegóricos e fantasias bem feitas, luxuosas e bem acabadas.

Portela e, principalmente, Mangueira, que desfilaram na segunda noite, fizeram exibições contagiantes. Envolveram o público a ponto de muita gente chorar nas arquibancadas e frisas. Tijuca e Viradouro, que se exibiram na primeira noite, apresentaram desfiles tecnicamente muito corretos e mais teatrais do que a outra dupla. Ficaram, porém, longe de cativar o público da mesma forma.

Logo abaixo dessas quatro escolas, mas também com chances de título, estão a Vila Isabel e o Salgueiro. Ambas tiveram problemas com o cronômetro e podem perder pontos em harmonia e evolução. A escola do bairro de Noel Rosa fez excelente desfile no segundo dia, mas ultrapassou em um minuto o tempo máximo de exibição e automaticamente vai perder 0,1 ponto. O Salgueiro também fez um belo desfile, mas igualmente correu no final.

Em outro patamar, inferior, estão União da Ilha e Mocidade Independente de Padre Miguel, que fizeram bons desfiles, porém plasticamente menos impactantes. Praticamente no mesmo padrão, mas com enredos mais confusos e menos luxuosos figuram a Beija-Flor, atual campeã, e a Grande Rio, que ficou em penúltimo em 2018 e só não foi rebaixada porque as regras foram alteradas após a apuração.

Se não houver nova virada de mesa, como ocorreu nos dois anos anteriores (a mais recente por pressão da Grande Rio sobre a direção da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), desta vez duas escolas serão rebaixadas para a Série A, a segunda divisão do samba do Rio. Quatro agremiações correm esse risco em 2020: São Clemente, Império Serrano, Imperatriz Leopoldinense e Paraíso do Tuiuti.

A São Clemente fez um desfile divertido, mas com fantasias e alegorias simples, mais típicas da Série A. Já o Império Serrano, que ficou em último em 2018 e só não caiu por ter sido beneficiada pela mudança de regulamento posterior ao desfile, repetiu basicamente os mesmos erros do ano passado. Descuidada em fantasias e alegorias, não conseguiu nem sequer manter totalmente aceso o luminoso com o nome da escola, em tripé logo no início do desfile: as três últimas letras estavam apagadas. Outros erros foram cometidos em harmonia e evolução.

A Imperatriz Leopoldinense teve problemas com carro alegórico. Assim como a Paraíso do Tuiuti – que desfilou cercada de expectativa, por ser a atual vice-campeã, mas teve dois carros com defeitos. Um deles teve que ser parcialmente desmontado a poucos metros da pista do sambódromo para que voltasse a andar.

Ao todo, seis jurados avaliaram as escolas em cada um dos nove quesitos seguintes: Alegorias e Adereços, Bateria, Comissão de Frente, Enredo, Evolução, Fantasias, Harmonia, Mestre-Sala e Porta-Bandeira e Samba-enredo.

Pouco antes do início da apuração, serão realizados dois sorteios. O primeiro vai definir os dois jurados cujo trabalho será descartado – eles terão exercido a função de reservas, trabalhando apenas para substituir alguém em caso de falta.

Durante a apuração serão lidas e consideradas apenas as notas dos quatro jurados titulares de cada quesito, e a menor será descartada. A pontuação máxima para cada escola será 270 pontos. No ano passado, a Beija-Flor foi campeã após perder apenas 0,4 ponto. Ela somou 269,6 pontos, apenas 0,1 ponto a mais que a vice Paraíso do Tuiuti. O Império Serrano, último colocado, recebeu 265,6 pontos.

O segundo sorteio realizado antes do desfile servirá para definir a ordem dos quesitos a serem apurados. Isso definirá também o primeiro critério de desempate, que será a maior nota no último quesito lido. Assim, se a última nota a ser lida for de bateria e duas escolas empatarem, aquela que tiver recebido maior nota (somando-se apenas as três válidas) no quesito bateria será campeã. Se a pontuação nesse quesito for igual, passa-se ao oitavo quesito lido, e ao sétimo e assim por diante. Se o empate persistir, o segundo critério de desempate será o maior número de notas dez, no total, também consideradas apenas as três notas válidas.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

    1. Todo bode é ladrão, tá sempre roubando comida do outro lado. Será por isso que é chamado de luladrão?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Corrente articula saída de Gleisi Hoffmann da presidência do PT

Preocupada com o futuro do PT , a corrente majoritária Construindo Um Novo Brasil (CNB) começou um movimento para convencer o ex-presidente Lula a desistir de seu plano de ajudar a eleger a atual presidente, Gleisi Hoffmann , para um novo mandato à frente da legenda.

Para quem o visita na Superintendência da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, Lula tem sido firme na defesa de Gleisi, uma das principais entusiastas da bandeira “Lula livre”. A eleição para a presidência do PT ainda não tem data, mas a expectativa é que ocorra no segundo semestre.

Líderes da CNB acusam Gleisi de tomar decisões sem consultar os demais membros da direção. Dizem que isso aconteceu, em janeiro, quando ela foi à posse de Nicolás Maduro na Venezuela.

O episódio gerou até uma discussão com o candidato derrotado do partido à Presidência, Fernando Haddad, na última reunião da executiva, no mês passado. Haddad foi questionado sobre as críticas que fez a Gleisi numa entrevista e respondeu que via problema no fato de ela não ter ouvido a legenda. Gleisi rebateu dizendo que o PT já tinha uma posição sobre a Venezuela.

Em 2018, quando tentava se cacifar para substituir Lula como candidato do PT a presidente, Haddad, que sempre teve uma atuação independente, se aproximou da CNB. Parte das lideranças da corrente defende que ele assuma o comando da sigla. Ele resiste à ideia.

Em entrevista à “Época” na semana passada , Haddad mais uma vez afirmou não ter interesse em presidir o PT porque pretende seguir com sua vida de professor. Disse que Gleisi tem condições de dirigir a legenda, mas, antes de uma definição sobre isso, o PT deveria discutir os rumos que seguirá diante da nova conjuntura. Para o ex-prefeito, o novo presidente deve ter o perfil para seguir as novas diretrizes.

Parlamentares ligados à CNB se queixaram da atuação de Gleisi, que é deputada federal pelo Paraná, na condução das negociações para apoiar Marcelo Freixo (PSOL-RJ) para presidência da Câmara. Parte do grupo queria Alessandro Molon (PSB-RJ).

Para lideranças da CNB, os dois casos ilustram um modelo de direção que impede o partido de reconquistar setores da sociedade mais próximos do centro. A atuação de Gleisi seria voltada apenas para a esquerda. Diante do governo de Jair Bolsonaro, a avaliação é que a legenda precisa de novos canais de diálogo e, sem isso, terá o seu futuro eleitoral comprometido.

O GLOBO ouviu críticas a Gleisi de cinco parlamentares ou integrantes da direção do PT que integram a CNB. Nenhum deles, porém, aceitou falar publicamente sobre o tema, numa demonstração do receio de contrariar Lula.

Eleita após impeachment

Questionada sobre as críticas, a assessoria de Gleisi informou que ela não iria debater “com supostos personagens que se movem nas sombras e se escondem no anonimato”. Em nota, disse que a decisão de ir à posse de Maduro correspondeu a decisões coletivas com apoio de Lula. Afirmou que a aliança com Freixo foi decidida pela coordenação e lideranças da bancada.

Gleisi foi eleita para comandar o PT em 2017. Por causa da conjuntura incerta depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o partido decidiu, na época, que mandato deveria ser de dois anos e não de quatro, como vinha ocorrendo até então.

Na ocasião, a legenda também desistiu da eleição direta, em que todos os filiados têm direto a voto, e optou por uma votação realizada por delegados. Agora, está previsto, para antes da escolha da nova direção, um plebiscito para definir sobre a volta ou não do processo de eleição direta. O novo mandato seria, a princípio, de quatro anos.

A escolha de Gleisi em 2017 foi costurado por Lula num momento em que o PT vivia riscos de fragmentação e um movimento intitulado “Muda PT”, que tinha objetivo de desbancar a CNB, ganhava força internamente. A CNB apoiou a paranaense, mas o desgaste com a corrente teve início logo em seus primeiros meses no cargo.

Uma dificuldade apontada pelos integrantes da corrente é que um novo nome para presidir o PT teria que ser construído sem a a participaçãao direta de Lula, ao contrário do que sempre ocorreu na história do partido.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A petralhada corrupta acabou com o PT, para infelicidade dos membros bem intencionados e que genuinamente queriam o bem do país. Resta ao PT, agora desmoralizado e sem respaldo popular( perdeu para o bozo mesmo sem ele dar um pio), ficar nas franjas da política nacional.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Líderes do PSL estão entre os deputados que mais faltaram em fevereiro

No primeiro mês de sessões da nova legislatura na Câmara, a maioria dos deputados tem ido a todas ou à maior parte das sessões. Mas há um grupo que vem se destacando pelas faltas. Três deputados não compareceram a mais da metade das 11 sessões deliberativas já ocorridas este ano. O mais ausente foi Josias Gomes (PT-BA), com oito faltas, seguido por Vinicius Gurgel (PR-AP), com sete. Depois, vem José Airton Cirilo (PT-CE), com seis. O GLOBO excluiu da conta deputados que justificaram as faltas exclusivamente por problemas de saúde.

Sete parlamentares aparecem na quarta posição ranking, dois deles lideranças relevantes do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (GO), e o presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), faltaram em cinco sessões deliberativas cada um. A maioria dos 54 deputados do PSL não faltou a uma única sessão deliberativa.

O deputado Major Vitor Hugo afirmou que, por ser líder do governo, muitas vezes compensa mais ficar fora do plenário fazendo articulação política. E que, pelo posto que ocupa, suas faltas são automaticamente justificadas. Na agenda de Bolsonaro, há de fato reuniões com o deputado nos horários das sessões dos dias 14 e 25 de fevereiro.

— O líder do governo tem que fazer muitas articulações no Planalto, nos ministérios, nas lideranças, o que faz com que a gente fique fora do plenário. Como as faltas são justificadas, é mais estratégico para mim ficar articulando do que propriamente votando ou participando da sessão deliberativa — disse o líder do governo na Câmara.

O GLOBO também telefonou e mandou mensagem para Luciano Bivar para que ele pudesse se manifestar, mas não houve resposta. Todas as ausências de Vitor Hugo e Bivar foram justificadas, segundo informações no site da Câmara, o que o poupará de um desconto no salário. No caso de Bivar, a justificativa que aparece é “missão autorizada”.

Ausência de justificativa

Nem todos os deputados faltosos justificaram suas ausências. Eles precisam fazer isso em até 30 dias para não ter desconto no salário, prazo que ainda não terminou. No caso de motivos de saúde, sequer há um limite de tempo para apresentar a justificativa.

No levantamento, não foi levado em conta o dia 1º de fevereiro, quando houve uma sessão para a posse dos deputados eleitos em 2018 e outra para a escolha da nova mesa diretora da Câmara. Somente entraram no cálculo as 11 sessões deliberativas subsequentes. Josias Gomes, que foi o mais faltoso, deixou de aparecer nas oito primeiras. Ele somente voltou a frequentar o plenário na semana passada, quando houve três sessões. Ao GLOBO, alegou que foi escolhido para ocupar a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) no governo da Bahia e que ainda não se licenciou porque estava na transição entre os dois cargos.

Vinicius Gurgel atribui as faltas a três motivos: uma virose, uma doença da mãe e a renovação da carteira de motorista. Gurgel ressalta que em algumas situações opta por faltar porque considera o que será discutido improdutivo.

— Às vezes prefiro buscar recursos nos ministérios do que ficar igual macaco no plenário só discutindo ideologias , parecendo um campo de guerra — diz.

Em suas ausências, nos dias 25 e 26, o deputado José Airton Cirilo participou de compromissos políticos no Ceará, de acordo com publicações em sua conta no Facebook. O GLOBO tentou contato com o deputado, mas não obteve retorno.


O Globo

Opinião dos leitores

  1. A matéria e tendenciosa e se desmente quando a MANCHETE DIZ UMA COISA E A NARRATIVA DIZ OUTRA.
    A maioria dos 54 deputados do PSL não faltou a uma única sessão deliberativa. Diz o texto
    Em outra parte diz
     Na agenda de Bolsonaro, há de fato reuniões com o deputado nos horários das sessões dos dias 14 e 25 de fevereiro
    E mais vejam ". O mais ausente foi Josias Gomes (PT-BA), com oito faltas, seguido por Vinicius Gurgel (PR-AP), com sete. Depois, vem José Airton Cirilo (PT-CE), com seis." A manchete não foi falando dos faltosos pq citar o PSL quando a própria matéria dez que os faltosos são do PT
    É LAMENTÁVEL A MÁ VONTADE DA IMPRENSA PARA COM O NOVO GOVERNO

  2. Interessante como estão fazendo estatística, sempre com resultados pra os aliados de Bolsonaro, apesar que as estatísticas favoráveis são infinitamente superior, no entanto não são divulgadas. Diferentemente da era petralha, q a corrupção era absurdamente maior, no entanto a imprensa era caladinha, só depois da lava jato é que não conseguiram abafar. Isso era resultados da verba publicitária do governo petralha, que ficava em torno de 1000 % superior a do governo Bolsonaro. Aí a imprensa vivia em céu de brigadeiro, era farra com dinheiro público.

    1. Nao basta ser cego tem q demonstrar isso.
      Já virou doença dessa turma.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

‘Fui exonerado do cargo por criticar Olavo de Carvalho’, afirma diplomata

O diplomata Paulo Roberto de Almeida, de 68 anos, diz que o principal motivo de sua exoneração do cargo de presidente do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (Ipri) não foram os posts publicados em seu blog com críticas à atual gestão do Itamaraty, como divulgado inicialmente. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele atribui sua demissão às críticas que fez ao filósofo Olavo de Carvalho, considerado responsável pela indicação do embaixador Ernesto Araújo para o ministério das Relações Exteriores. Confira a seguir trechos da entrevista.

Como o senhor recebeu sua demissão?

Já estava esperando por isso. É normal num processo de mudança de governo e que se aproxima também de uma mudança de regime. No meu caso, foi um pouco humilhante, na medida em que fui simplesmente comunicado de que estava sendo exonerado por “mau comportamento”, por ter republicado no meu blog, a palestra do embaixador Rubens Ricupero no Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), em 25 de fevereiro, no Rio, e o artigo do ex-presidente Fernando Henrique, no Estado, no domingo, sobre a política externa do País.

Não era previsível que isso fosse acontecer, com a publicação dessas críticas à atual gestão do Itamaraty?

Isso foi levantado pelo chefe de gabinete que telefonou para me demitir. Eu disse que eram artigos publicados pela imprensa e que figuravam no próprio clipping do Itamaraty. Tudo o que publico no blog é público. Neste caso, convidei os leitores a iniciar um debate sobre a política externa com base nos três artigos. Mas esse não foi o motivo real da minha exoneração. O que foi um crime de lesa majestade foram as críticas anteriores que fiz ao Olavo de Carvalho, que é supostamente o patrono do Ernesto Araújo para o comando Itamaraty. Eu o chamei de “sofista da Virgínia” (em referência ao Estado da Virgínia nos EUA, onde ele mora). O Olavo é uma personalidade bizarra que faz um mal enorme à política externa, com esse antiglobalismo irracional e conspiratório assumido pelo Ernesto e com o antimultilaterealismo, anticlimatismo e antimarxismo cultural que fazem parte de sua pregação.

O Olavo fez um post nas redes falando que não teve influência na sua exoneração.

Isso é correto. Ele não sabia de nada. Mas teve influência indireta. Foram minhas críticas a ele que fizeram o ministro me demitir, porque o Olavo é o legitimador do Ernesto Araújo. Não descartaria também uma influência do Eduardo Bolsonaro, que contribuiu para a nomeação do Ernesto. Outro responsável foi o Filipe Martins, assessor internacional da Presidência, que é um desses olavistas fanáticos e muito próximo do Ernesto Araújo.

Como está clima no Itamaraty?

O que sinto é uma grande paralisia, uma grande expectativa, um grande temor, porque houve uma subversão da hierarquia, uma reforma imposta de cima para baixo que deixou muita gente perplexa, muitos embaixadores sem função. Pelo que posso notar, o Itamaraty está esperando instruções de cima que não vêm. As decisões são tomadas num círculo extremamente fechado vinculado ao próprio gabinete.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Ministro de Minas e Energia confirma que governo avalia autorizar mineração em terra indígena

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou nesta segunda-feira (4) que o governo estuda autorizar a exploração mineral em terras indígenas e alterar a legislação para flexibilizar pesquisa e lavra de minérios nucleares no país.

​Para o ministro, as restrições atuais atrapalham o desenvolvimento.

“Pretendemos avaliar a possibilidade de ampliar o acesso aos recursos minerais existentes em áreas restritivas a mineração, como as terras indígenas e a faixa de fronteira”, disse Albuquerque em evento sobre mineração no Canadá.

A Constituição de 1988 prevê mineração em terras indígenas, mas só após regulamentação específica pelo Congresso, ainda inexistente após três décadas, e consulta às etnias afetadas.

“As restrições aplicadas a essas áreas não têm favorecido seu desenvolvimento. Ao contrário, elas se tornaram focos de conflitos e de atividades ilegais que em nada contribuem para seu desenvolvimento sustentável e para a própria soberania e segurança nacional”, disse o ministro.

Segundo ele, o governo pretende, em breve, convocar consulta com populações indígenas, sociedade organizada, agências ambientais e o Congresso para tratar do assunto.

Desde a campanha eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende rever a demarcação de terras indígenas e que a terra indígena Raposa Serra do Sol é a “área mais rica do mundo”, podendo ser explorada “de forma racional, dando royalty e integrando o índio à sociedade”.

Albuquerque disse ainda que o governo quer avaliar a legislação do setor nuclear.

“Pretendemos ainda estudar e avaliar a alteração do arcabouço legal do setor nuclear, com vistas à flexibilização da pesquisa e da lavra de minérios nucleares, bem como a criação de condições para que o investimento privado possa desenvolver o setor”.

Folhapress

Opinião dos leitores

    1. Asneira e você
      Você concorda e as terras indígenas seja roubada pelas ONGs internacionais
      Vá estudar antes de falar petista burro

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

União dará aval para empréstimos de estados com bancos estrangeiros

O socorro aos estados em grave crise financeira será financiado por bancos privados estrangeiros.
Instituições públicas, como BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Banco do Brasil e Caixa, que no passado socorreram governadores, ficarão de fora desta vez.

Citibank, JPMorgan, BofA, BNP Paribas e Santander sinalizaram interesse em emprestar aos estados, desde que tenham a União como fiadora.

Segundo o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, a União pretende garantir até R$ 10 bilhões em empréstimos aos estados neste ano, exigindo medidas de ajuste fiscal como compensação.

Os governadores, porém, consideram a cifra oferecida inferior à sua necessidade.

Por isso, a ajuda passará por um combo de alternativas financeiras, com um cardápio de opções que variam de acordo com a necessidade e a situação de cada estado.

Os bancos privados estão sendo sondados para, além de fazer empréstimos, também comprar títulos atrelados a recebíveis da dívida ativa e de direitos sobre royalties do petróleo.

Tanto para empréstimos quanto para a venda de recebíveis, os governadores precisam do sinal verde do Tesouro, que está formatando um programa voluntário de recuperação em que as operações de crédito terão como contrapartida medidas de ajuste.

Os governadores deverão entregar um plano de contenção de despesas em quatro anos —mandato do atual governador. A União então autorizaria o estado a tomar emprestado o equivalente a cerca de 40% desse total.

Os bancos públicos não deverão participar porque, além da restrição orçamentária do governo federal, que tenta entregar o seu próprio ajuste fiscal, eles são vedados por lei de fazer empréstimos para pagar despesas do dia a dia, como salários e fornecedores.

A União já identificou o interesse ao programa voluntário de ajuste dos estados de Rio Grande do Norte, Roraima, Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Sul —este último, caso não consiga aprovar na Assembleia local a autorização para fazer privatizações.

Sem isso, o estado não pode recorrer ao regime de recuperação fiscal, que já atende Rio e que deverá incluir Minas Gerais, que está em fase final de adequação.

Para Felipe Salto, diretor-executivo da IFI (Instituição Fiscal Independente), do Senado, a solução estrutural seria adotar medidas do lado das despesas, contendo gastos com pessoal e Previdência.

Empréstimos, diz, deveriam ser analisados caso a caso, de acordo com a capacidade de pagamento de cada governo.

Justamente por estar protegido pelo regime de recuperação fiscal, o Rio de Janeiro conseguiu rolar as amortizações com a União e garantir empréstimos novos com base nas ações da Cedae (companhia de água e esgoto) e em royalties, lembra o economista Raul Velloso.

“Imagine se você adicionar casos dramáticos como os de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte? Emprestar mais dinheiro é mais do mesmo”, diz o especialista em contas públicas.

Aos olhos da União, o socorro a Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os mais custosos ao governo federal, e por isso o regime de recuperação fiscal é a saída preferencial para esses estados.

Nesse programa, os estados deixam de pagar suas dívidas por três anos e o governo assume os compromissos. Em troca, os governadores têm de privatizar ativos para abater o passivo acumulado.

Goiás tem um rombo orçamentário avaliado em cerca de R$ 6 bilhões, salários do funcionalismo atrasados, e não pagou o 13º em 2018.

No caso de Goiás, o estado deverá tentar empréstimos com aval da União, mas também buscará vender títulos atrelados à dívida ativa.

O Rio Grande do Norte deve cerca de R$ 2,3 bilhões a fornecedores e prevê fechar 2019 com déficit de R$ 1,8 bilhão.

O negócio interessa a muitos governadores, mas depende de um projeto de lei que já passou no Senado e tramita na Câmara dos Deputados.

De parte dos bancos, só uma parte da dívida ativa dos estados é considerada atrativa.

Os débitos reconhecidos, que já estejam sendo parcelados e cobrados de bons devedores, têm potencial de serem empacotados e vendidos no mercado financeiro.

Por isso, todos os estados que tiveram programas recentes de Refis (refinanciamento de dívida) são potenciais interessados nesta operação, cujo nome é securitização.

Para o Rio Grande do Norte e Sergipe, o socorro pode ser composto também pela venda de direitos futuros sobre royalties de petróleo extraído em seus litorais.

A Bahia, embora não esteja em crise aguda, poderia aderir a esse tipo de operação, que não se configura como empréstimo tradicional, mas como venda de um ativo.

Bancos estrangeiros têm especial interesse nesse tipo de operação e poderiam injetar cerca de R$ 500 milhões na Bahia e em Sergipe. Já o Rio Grande do Norte conseguiria levantar cerca de R$ 120 milhões com royalties.

O principal ponto de discussão neste momento é a taxa de desconto, cobrada pelos bancos, avaliada como muito alta pelos governadores.

Todas as opções estão sendo estudadas pelos governadores, que deverão colocar estatais para vender e conceder rodovias, para fazer caixa.

Mansueto indicou, porém, que o programa voluntário de recuperação não ficará pronto em março, como queriam os governadores com as contas mais estranguladas.

A avaliação de algumas lideranças é que as medidas saiam no primeiro semestre.

Embora seja compreensível a postura do Tesouro, diz o economista Velloso, em algum momento o governo terá de agir em um sentido mais amplo, sob pena de um calote generalizado nas despesas em atraso e nas que vierem a se acumular a partir de agora.

A saída, diz ele, é complexa e passa pelo equacionamento do passivo atuarial da Previdência pública estadual.

“Ampliar possibilidade de fazer dívida é apenas paliativo. É tomar paracetamol para baixar a febre. O antibiótico é pela via das despesas, não tem muito como escapar disso”, diz Salto, da IFI.

Cardápio de operações financeiras para salvamento dos estados
Bancos estatais ficarão de fora de auxílio, que será viabilizado por bancos estrangeiros

1 – RRF (Regime de Recuperação Fiscal)
Para quem
Atende ao Rio e deverá incluir Minas Gerais. Rio Grande do Sul também tenta se enquadrar

O que é
Estados deixam de pagar suas dívidas por três anos (prorrogável por mais três ano) e o governo federal assume os compromissos. Em troca, os governadores têm que privatizar ativos para abater o passivo que ficou acumulado, além de controlar gastos

2 – Programa Voluntário de Recuperação Fiscal
Para quem
Em fase de formatação no Tesouro Nacional, interessa Rio Grande do Norte, Roraima, Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Sul

O que é
Os governadores deverão entregar um plano de contenção de despesas em quatro anos (mandato do atual governador). A União então autorizaria o estado a tomar emprestado o equivalente a cerca de 40% desse total, em operações com aval do governo federal

3 – Securitização da dívida ativa
Para quem
Interessa a muitos governadores, mas depende de aprovação de um projeto de lei que já passou no Senado e tramita na Câmara dos Deputados

O que é
Só uma parte da dívida ativa dos estados é considerada atrativa para os bancos. Os débitos reconhecidos, que já estejam sendo parcelados e cobrados de bons devedores têm potencial de serem empacotados e vendidos no mercado financeiro

4 – Venda de Royalties
Para quem
Em análise por estados que têm produção de petróleo, como Sergipe, Bahia e Rio Grande do Norte

O que é
É venda de direitos futuros sobre royalties de petróleo, não se configura como um empréstimo tradicional mas como a venda de um ativo. Bancos estrangeiros têm especial interesse neste tipo de operação e poderiam injetar cerca de R$ 500 milhões na Bahia e em Sergipe. Já o Rio Grande do Norte conseguiria levantar cerca de R$ 120 milhões com royalties.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Para os Estados menores e mais pobres, caso do RN, é chegada a hora de "chamar o c* pra p****", como diria o sábio Vulgo da Silva.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *