Subiu para 165 o número de mortos pelo rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho (MG). Há ainda 160 desaparecidos, segundo informou neste domingo, 10, a Defesa Civil de Minas Gerais.
Na manhã deste domingo, 17º dia de buscas por vítimas, os trabalhos foram retomados pelos bombeiros com o auxílio de 35 máquinas pesadas e 11 aeronaves.
Os focos de buscas por vítimas estão na usina de instalação de tratamento de minério (ITM) na parte administrativa – refeitório, casa e estacionamento -, na área da ferrovia e em locais de acúmulo de rejeitos.
O efetivo total envolvido é de 352 pessoas, com 35 equipes em campos, das quais 150 militares do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, 129 bombeiros militares de outros Estados, 64 integrantes da Força Nacional de Segurança e 9 voluntários. Também reforçam as buscas 19 cães farejadores.
A barragem 1 da mina Córrego do Feijão em Brumadinho se rompeu no dia 25 de janeiro. Os rejeitos atingiram a área administrativa da empresa, uma pousada e comunidades que moravam perto da mina.
As causas da tragédia ainda não foram esclarecidas. A principal linha de investigação sobre as causas do colapso é o acúmulo anormal de água e a falha no sistema de drenagem da barragem.
Estadão Conteúdo
O Flamengo divulgou nota no meio da tarde deste domingo para informar que todos os dez mortos no incêndio ocorrido no CT do clube, na madrugada de sexta-feira, foram identificados. O Instituto Médico Legal (IML) estava com dificuldades para identificar duas das vítimas.
Os dois últimos jogadores identificados foram Jorge Eduardo dos Santos Pereira Dias e Samuel Thomas de Souza Rosa, ambos de 15 anos. Pela manhã, uma tia de Jorge Eduardo havia reclamado publicamente da demora na liberação do corpo do sobrinho.
Devido à dificuldade na identificação dos corpos, havia o temor de que a identificação só pudesse ocorrer a partir de exames de DNA, o que inevitavelmente levaria dias para se obter um resultado. Agora, todos os dez jogadores mortos estão liberados para sepultamento. Alguns deles já foram enterrados, em cerimônias ocorridas no sábado e neste domingo.
Os demais jogadores mortos no incêndio são Arthur Vinicius de Barros Silva, Pablo Henrique da Silva Matos, Vitor Isaías Coelho da Silva, Bernardo Augusto Manzke Pisetta, Gedson Corgosinho Beltrão dos Santos, Áthila de Souza Paixão, Christian Esmerio Candido e Rykelmo de Souza Viana.
O Flamengo divulgou neste domingo um novo boletim médico sobre o estado de saúde dos três sobreviventes do incêndio no alojamento das categorias de base do clube na última sexta-feira Segundo o comunicado, Cauan Emanuel e Francisco Dyogo estão em evolução e apresentam quadro positivo das condições respiratórias, enquanto Jhonata Ventura tem quadro estável, mas considerado grave.
Jhonata teve 30% do corpo queimado e está internado no Hospital Pedro II. O garoto está sedado em ventilação mecânica e teve febre nas últimas 24 horas. Os funcionários do hospital deram um banho nele para trocar os curativos nas queimaduras mais profundas. Os médicos do Flamengo Luiz Claudio Baldi e Gustavo Dutra acompanham o caso.
Por outro lado, outros dois garotos sobreviventes estão em condição bem melhor. Cauan Emanuel e Francisco Dyogo estão no Hospital Vitória, onde se recuperam bem, conversam com os parentes e apresentam boa evolução. O Flamengo mantém no acompanhamento à dupla dois médicos do clube, Márcio Tannure e Mauro Fonseca, além de contar com um cardiologista do próprio hospital.
Cauan ganhou alta da UTI neste domingo e nas próximas horas será levado ao quarto. O jogador está bem e respira sem a ajuda de aparelho. O outro paciente, Francisco Dyogo, se recupera mais lentamente e tem feito exercícios de fisioterapia respiratória. Segundo o pai dele, Francisco Pereira, o garoto inalou muita fumaça e, por isso, ainda sente algumas dores ao tentar respirar.
Estadão Conteúdo
A Paris Saint-Germain Escola de Futebol Natal realizou neste sábado (9) a Seletiva de avaliação com a presença de 600 crianças e adolescentes, com idade entre 4 a 19 anos. O evento aconteceu na Arena das Dunas e atraiu um grande público, formado por pais e familiares. Um grupo de observadores e coordenadores técnicos da PSG Academy conduziu as atividades no gramado, avaliando o desempenho de cada atleta. Cinco sessões de treinamentos foram realizadas, divididas em grupos por faixas etárias.
Além de muita disposição e suor em campo, os garotos e as meninas encheram os olhos dos expectadores com boas jogadas. O atleta Rafael Basílio, de 12 anos, fez de tudo para participar da Seletiva e realizar o sonho de jogar na Escola de Futebol do PSG. Com pouco recursos e de família carente, juntou dinheiro com os amigos e familiares e fez uma rifa para participar da atividade. “Eu consegui um dinheiro com algumas pessoas, porque meus pais não tem tanto dinheiro. Então, fiz uma rifa de uma cesta básica, pegue minha bicicleta e saí vendendo por algumas em Parnamirim. Consegui juntar o dinheiro e realizei uma parte do meu sonho. Agora, vou correr atrás para realizar a última parte, que é jogar na Escola de Futebol do PSG”, contou emocionado o garoto, acolhido pela direção da franquia da escola potiguar.
Diretor técnico da PSG Academy Natal, Ewerton Cortez ressalta que a proposta da Seletiva é colocar os participantes em um teste de nivelamento, para que os potenciais esportivos sejam avaliados.
“A Seletiva da Escola de Futebol do Paris Saint-Germain foi um sucesso em todos os sentidos. Tivemos a presença de 600 participantes, com idades desde os menores com 4 anos até o jovens de 19 anos, e observamos que temos muitos talentos na nossa região. Todos tiveram a oportunidade de mostrar o seu futebol, conforme a sua faixa etária, fazendo que cada turma pudesse absorver melhor a metodologia da PSG”, contou.
As meninas também tiveram um grande destaque na Seletiva. A jovem Carolina Santos, de 13 anos, contou que a experiência de participar de uma Seletiva da Escola de Futebol do PSG foi importante para fortalecer a escolha pelo esporte e lembrou que o PSG também é feito por jogadoras da Seleção.
“Eu sempre gostei de futebol e participar de uma escola de futebol do Paris Saint-Germain é maravilhoso. Além de Neymar, a PSG tem grandes jogadoras brasileiras, como Formiga e Daiane, que também jogam na seleção brasileira. Fazer parte de uma escola com esses jogadores vai me ajudar a gostar de futebol ainda mais”, disse Carolina.
O resultado da Seletiva PSG Academy Natal estará disponível na próxima terça-feira (12), na sede da escola, que fica na BR-101, em Cidade Satélite, na Zona Sul de Natal, das 8h às 12h e das 14h às 18h. As aulas começarão no dia 16 de janeiro, em uma estrutura com a mesma metodologia aplicada às categorias de base do clube na França. Ouytras informações pelo site www.psgacademynatal.com.br ou pelo telefone (84) 98181-9000.
O centro de treinamento conta da PSG Academy Natal com três campos society com medidas oficiais, utilizando a melhor grama sintética do Norte/Nordeste com tecnologia para diminuir o impacto nas articulações dos alunos. Além disso, o projeto contempla áreas de convivência com acessibilidade, amplos vestiários e espaços para a recepção de pais e visitantes. Além de Natal, a PSG Academy está presente em 10 cidades brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador, Vitória, Brasília, Porto Alegre, Sumaré, Guarulhos e Vale dos Sinos).
Os turistas que frequentam Natal, normalmente, ficam hospedados em hoteis, pousadas e albergues de Ponta Negra ou da Via Costeira. Esse mesmo público, durante a noite, costuma a utilizar os comércios de bens e serviços ao longo da Roberto Freire, mas, a partir de março, essa rotina deve ser alterada.
Os comerciantes, empresários, artesãos e empreendedores que ocupam a lateral da avenida Engenheiro Roberto Freire, em Ponta Negra, foram notificados pela Prefeitura do Natal para deixarem o local até o dia 11 de março sob pena de serem expulsos com uso da força policial no dia 12. Pelo Plano Diretor de Natal, a área é considerada como non aedificandi, ou seja, onde não é permitido erguer edificações. A notificação vale para todos os terrenos: tanto os que possuem construções, quanto os que não possuem..
Desde 2018, que alguns comerciantes tentavam explicar que alguns dos comércios não utilizaram qualquer tipo de construção de edificações, apenas ambientações naturais, e que o uso dos terrenos cumpria com o papel social da localidade: garantir o uso do espaço evitando o abandono; trazer mais vida para a cidade com iluminação e fluxo de pessoas; gerar emprego e renda para as famílias de forma direta e indireta; garantir recursos para o Município e para o Estado através do recolhimento de impostos; e ser uma opção de lazer tanto para natalenses, como turistas.
Contudo, em uma audiência do processo judicial do caso, com um parecer do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), ficou entendido que as áreas, independente de possuírem construção ou não, configuravam edificações e que os ocupantes deveriam ser expulsos a partir da notificação de desocupação, pois estariam descumprindo o que determina o Plano Diretor. Assim, a Prefeitura realizou a notificação.
Estima-se que mais de 200 famílias que são empregadas diretamente na região fiquem desempregadas e que o fechamento gere a perda de arrecadação de milhares de reais em Imposto Sob Serviço (ISS) para o próprio Município e em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o Estado. Alguns moradores da região também temem que a desocupação volte a tornar o local escuto e com pouco fluxo de pessoas, aumentando a sensação de insegurança.
Esse Prefeito ja disse no que veio , ele ja aumentou o IPTU em mais 200% e agora quer tirar uma renda de mais 200 pessoas que sustenta sua família. Daqui a 2 anos vamos colocar ele de voltar pra Caicó
Isso é uma grande injustiça, cobram IPTU dos proprietários e a mesmo tempo tira o direito de utilização sem nenhuma indenização. Essa é a tal da insegurança jurídica do nosso país . A mesma Justiça que manda demolir deveria obrigar a Prefeitura a indenizar.
Senhores, são soluções como essa e a de poder estacionar na faixa esquerda da Afonso Pena que revelam que os prefeitos estão a serviço de seus "amigos". Em toda cidade que preste, a prefeitura amplia faixas de rodagem para carros e melhora trânsito. Aqui em Natal, os prefeitos Carlos Eduardo e Álvaro Dias trabalham para piorar a e economia e o trânsito. Parabéns aos dois! Um já ficou desempregado. O segundo está a caminho…
A meu ver , o mais grave. São os proprietários terem os seus bens imóveis compelidos sem o pagamento de indenização . Pois, os bens imóveis foram legalmente adquiridos!
Este é o País que não valoriza o empreendedor, afinal aqueles comércios além de gerarem emprego e renda deixam a região mais bonita e movimentada, diminuído até a violência.
Ate que enfim o poder público acordou. Aquilo é uma vergonha e não, Não trará desemprego nenhum. E eles na geram nenhum imposto como disse a matéria!!! Aquilo é uma vergonha para Natal!!!
O fato da área ser "não edificante" não tira o direito de uso dos proprietários, a área é de direito de uso deles, se querem tirar a propriedade o caminho é o da desapropriação, a Prefeitura teria que indenizar, as autoridades deveriam exigir que o Poder Público indenizasse os proprietários ao invés de exigir a retirada dos trailers. Tornaram as áreas non aedificantis e não indenizaram os proprietários, agora que os mesmos conseguiram uma utilidade para elas a turma "do contra" se revolta.
Os food parks não atrapalham a vista da praia, do morro do careca e coisas assim. Quantos empregos geram ali e quanto de dinheiro gira com a presença dos turistas? A prefeitura prefere ver aqueles terrenos cheios de mato, ratos e animais peçonhentos que habitado e gerando emprego e renda. É muito mais interessante para a cidade buscar um acordo de ocupação e uso daquelas áreas do que torná-las terrenos baldios, mas parece que para a prefeitura não acha!! É muito melhor conseguir impostos botando para lascar no aumento do IPTU como fez esse ano que permitindo a iniciativa e o empreendedorismo de alguns e recolher impostos. Alvaro Dias tá botando para lascar. Depois Natal não sabe como gente como Fátima se elege. Ta ai parte da explicação! Assim ninguém sobrevive aos Alvoroços dos Dias!
Os restaurantes grandes certamente estão incomodados… notadamente Camarões, Pinga Fogo e Páprika pois os food truck são uma alternativa mais barata…
Isso mesmo prefeitura, desocupa e deixa o terreno baldio cheio de MATO que é melhor para os assaltantes se esconderem e roubarem as pessoas nas paradas de ônibus do calaçadão da roberto freire…
Com tantos problemas na nossa cidade fico me perguntando: até quando a prefeitura vai ficar com essa espécie de perseguição aos pequenos comerciantes na região de Ponta Negra? Prefeito vá arrumar o que fazer e deixem esse povo trabalhar.
Compreendo a situação que o país passa, porém muitos desses comerciantes usam food trucks móveis(Trailers) em cima de canteiros ou até mesmo na via de tráfego de carros, muitos em frente as casas de moradores ou comércios, gerando muitas vezes transtornos a essa população local.
Que não é o caso Diogo, pois estão em um local privado que nem é da prefeitura, tem dono aquele terreno. E todos pagam um aluguel ali, e sim, a maioria é regular, com empresa aberta e recolhendo os impostos.
Letícia, acredito que todos tenham empresas abertas e estejam regulares, porém o terreno ali onde os mesmo estão instalados não e de propriedade privada não, e tanto que os mesmo em 2016 pediram permissão a prefeitura para utilizar o terreno por 3 dias, segundo informação passada pela prefeitura.
Fora a ilegalidade que existe nesses “comércios”. Existem diversas outras formas e locais para empreender, gerar emprego e tudo de forma legal. Precisa ser justo com todos.
Acho isso um absurdo. Uma área bonita e que tem trazido renda p famílias. Já virou um ponto de referência p turistas. Bem cuidada e mais uma opção de gastronômia da cidade.
isso é de um absurdo sem precedentes. aquela área cumpre uma função turistica, social e economica importantissima para natal. absoluta falta de bom senso. qual foi o posicionamento da prefeitura sobre o tema, e porque esta não comprou o barulho e foi para as radios e jornais denunciar tal atentado do mp contra natal? cade os vereadores? a lei tem que ser alterada para permitir o uso da forma como se dá atualmente, sou contra a construção de predios ou casas, mas o uso atual está de excelente formato.
Isso tá com cara dos comerciantes locais fazendo lobby pra expulsar o pessoal. Por isso que nossa cidade está em decadência, pois ao invés de incentivar só faz complicar.
Bonito é como era antes, terrenos baldios, com erosão, servindo para lançamento de toda a sorte de procarias.
Parabéns pelo deserviço, não digo isso com o magistrado que apenas cumpre a lei, mas, aos vereadores de Natal. Triste sina do povo que quer produzir.
Oswaldo, frequento PN e não vejo nenhuma construção nos Foods Parks, diferente dos espaços públicos. Além dos que citei nos meus comentários tem canteiros nas principais avenidas de Natal ocupados por comerciantes…. Outro exemplo é a Av Antonio Basílio em frente a Rio Center….
Oswaldo, porque não limpam o resto da cidade? Porque não inyer SSA aos "amigos" deles… Só isso!
E as avenidas das Alagoas e Airton Sena?? São dois pesos e duas medidas??? Aliás, em Ponta Negra são terrenos privados e dessas citadas vias são áreas públicas.
Falta de competência dos gestores , deixam invadir áreas proibidas(avenidas Airton Sena e Alagoas e tantos outros)depois são obrigados a indenizar com o dinheiro nosso .
Terrenos privados onde na maioria nao foi edificado nada e gera mais de 200 empregos pra natal. Estou sem entender o porquê dessa decisão.
Luciana, não posso dizer mais nada depois que você disse tudo!!!
Ponta negra tem altos empresários pressionando pra retirar o camelódromo alimentação, já Neópolis, Jiqui e Pirangi, só o povo que reclama, portanto que se lixem!
Na última sexta-feira (8), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou para o corregedor da Casa, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), o requerimento de investigação da suposta fraude ocorrida durante a eleição para a Presidência do Senado no dia 2 de fevereiro. Durante o pleito, foram contadas 82 cédulas de votação sendo que a Casa é composta por 81 parlamentares.
— Que ele [corregedor] possa fazer a apuração necessária para esse episódio que aconteceu e que a gente possa dar uma resposta para a sociedade brasileira em relação a uma votação tão importante do Senado Federal — afirmou Davi.
O presidente detalhou que, no próprio dia da eleição, o senador Major Olímpio (PSL-SP) entregou um pedido para averiguação dos fatos. No dia 4, os senadores Fernando Bezerra (MDB-PE) e José Maranhão (MDB-PB) fizeram a mesma solicitação. A partir daí, Davi determinou que a polícia legislativa recolhesse as imagens feitas no Senado durante o escrutínio. O HD com a gravação foi encaminhado para o corregedor junto com o pedido de apuração.
Davi explicou que só não formalizou o requerimento antes porque estava inteiramente envolvido com as articulações para eleição dos demais integrantes da Mesa, realizada nesta semana. Não há prazo para o corregedor concluir a investigação, mas o presidente enfatizou que o Brasil espera celeridade e lembrou que o mandato de Roberto Rocha se encerra em junho deste ano.
Tem que começar pela marionete do pt aqui do estado. Porque o interesse dele em destruir provas? ou tentava acobertar comparsa ou se acobertar nessa nova trapaça
Na primeira semana de votações de 2019, o Plenário da Câmara dos Deputados poderá votar o projeto (PL 10431/18) que determina o cumprimento imediato, pelo Brasil, de sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas relacionadas ao crime de terrorismo, principalmente o bloqueio de ativos.
O objetivo do projeto, do Poder Executivo, é agilizar o procedimento de bloqueio de bens e a identificação de empresas e pessoas associadas ao crime de terrorismo e também à proliferação de armas de destruição em massa.
A legislação brasileira já possui norma para atender a essas sanções (Lei 13.170/15), mas prevê a necessidade de ação judicial para fazer esse bloqueio, o que foi criticado pelo Conselho de Segurança da ONU devido à demora.
O Ministério das Relações Exteriores argumenta que o Brasil pode sofrer sanções ou restrições internacionais nos campos político, diplomático e financeiro se não fizer as mudanças, pois participa tanto do conselho, como membro rotativo, quanto do Grupo de Ação Financeira Internacional (Gafi), cujo foco é o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro, inclusive se associados a atos de terrorismo.
De acordo com o texto, que tramita em regime de urgência e será relatado em Plenário, o Ministério da Justiça deverá comunicar os órgãos devidos para as providências após receber oficialmente do Conselho de Segurança da ONU o pedido de bloqueio de bens ou de imposição de restrições à circulação de pessoas ou ao ingresso de bens.
Agência Câmara
A Justiça decidiu impedir a Fenep (federação das escolas particulares) de representar nacionalmente a categoria.
A determinação foi dada a pedido da Confenen (confederação dos estabelecimentos de ensino), que disputa com a federação o papel de representante patronal do setor.
As duas instituições deverão participar de uma audiência no dia 18 de fevereiro para tentar resolver o imbróglio, segundo o despacho do juiz Ricardo Lourenço Filho.
“A federação, que se chamava Fiep, pediu, em 2010, para ampliar sua base de atuação, circunscrita a Amazonas e Distrito Federal. Recorremos porque isso viola a unicidade sindical”, diz Ricardo Albuquerque, advogado da Confenen.
“O pedido foi arquivado pela Secretaria das Relações de Trabalho em 2015 sem ter o mérito analisado, mas em 2016 o mesmo órgão concedeu a mudança no registro da Fenep, o que é irregular”, afirma.
O Ministério do Trabalho suspendeu a decisão em novembro de 2018 em meio à Operação Registro Espúrio, que investiga fraudes na pasta.
“Recorreremos da decisão. A Confenen não representa o setor”, afirma Ademar Baptista, presidente da Fenep.
“Moveremos ainda uma ação contra o Estado. Não há motivo para cassar o ato ministerial”, diz ele.
Sem resposta
Procurado para comentar a revogação das alterações feitas no cadastro sindical da Fenep, o Ministério da Justiça, responsável pela área no governo Bolsonaro, não se manifestou.
Folhapress
Advogados que representam controladores da JBS pretendem abrir um processo contra a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) no STF (Supremo Tribunal Federal).
A empresa entende que não pode ser punida em decorrência de informações que vieram à tona por meio dos acordos de leniência com o Ministério Público.
A comissão instaurou, no dia 28 de dezembro, três inquéritos administrativos para apurar possíveis irregularidades dos controladores da JBS.
Os três citam possível “inobservância dos deveres do acionista controlador” que foram tornadas públicas pela colaboração acertada com o Ministério Público.
Entre os processos abertos em dezembro, um pretende checar se os sócios violaram a lei das S.A.; outro, se houve desvios na Eldorado, a empresa de papel e celulose do grupo; e o terceiro vai investigar o não cumprimento de deveres fiduciários.
O grupo J&F, que controla a JBS, firmou acordo em junho de 2017, pelo qual se comprometeu a pagar R$ 10,3 bilhões.
Além disso, há quatro entendimentos de colaboração de delatores que são questionados judicialmente: os dos irmãos Joesley e Wesley Batista e de dois executivos.
A Procuradoria Geral da República quer anular o ato por entender que foi omitida a participação do ex-procurador Marcelo Miller na negociação.
Na última apresentação de resultado, no terceiro trimestre de 2018, a JBS tinha dívida de US$ 12,4 bilhões (R$ 46,2 bilhões, pela cotação atual).
Mercado Aberto/Folha de S.Paulo
O governo brasileiro negocia atualmente pelo menos quatro importantes acordos de livre comércio, entre eles entre o Mercosul e a União Europeia, considerado o mais aguardado. Levantamento inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que mais produtos brasileiros poderiam ser beneficiados se o país tivesse acordos com economias onde ainda não há nenhuma negociação em andamento. É o caso, por exemplo, dos Estados Unidos (EUA). Segundo a entidade, há oportunidades em grupos de produtos de setores como alimentos, químicos, veículos automotores, madeira, couro e calçados. Há vantagens em potencial também com a África do Sul e com países da América Central que fazem parte bloco regional Sistema de Integração Centro-Americana (Sica), formado por Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá e República Dominicana. Ao todo, 134 grupos de produtos poderiam ser beneficiados.
Nas economias com as quais o Brasil negocia diretamente, como Canadá, Coreia do Sul e a Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA) – formada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein -, há oportunidades, mas elas são bem menores. Para chegar a esse resultado, a CNI cruzou os dados de sete estudos que tratam das oportunidades para as exportações brasileiras, com as tarifas cobradas dos produtos nacionais que poderiam ser reduzidas ou zeradas em um acordo comercial.
“Não é que deve haver uma reorientação das atuações negociações, mas é preciso abrir novas negociações de acordos comerciais, porque o estudo mostra que temos mais oportunidades com países com os quais ainda não estamos negociando”, explica Diego Bonomo, gerente executivo de Assuntos Internacionais da CNI. Para se ter uma ideia, dos 134 grupos de produtos brasileiros exportados para os EUA, 70 enfrentam altas tarifas de importação, como o imposto cobrado sobre fumo (77,8%), veículos (25%), carne bovina (10,9%), partes de calçados (9,%) e polietileno (6,5%). No caso EFTA, bloco com o qual o Brasil já negocia um acordo, o número de produtos que enfrentam tarifas de importação é menor, cerca de 39.
“Mais negociações em andamento fazem com que os países queiram competir entre si pelo acesso preferencial ao mercado brasileiro. Você não cria nenhum estímulo para o europeu fechar uma negociação, por exemplo, se ele não se sente ameaçado por outro país, como os EUA e o Japão, que também poderiam estar negociando com o Brasil. É o que as grandes potências fazem, elas estabelecem essa dinâmica de negociar vários acordos ao mesmo tempo”, argumenta Bonomo, da CNI.
Prioridade
A principal região do mundo a ser explorada pelo país, defende Diego Bonomo, são as Américas, onde o Brasil mantém acordos apenas com os vizinhos mais próximos. “Praticamente existe uma área de livre comércio na América do Sul, onde o Brasil tem acordos com praticamente todos os países, mas não há nenhum acordo com a América Central nem com os três da América do Norte (México, EUA e Canadá). É a região onde a indústria brasileira tem mais oportunidades no momento”, afirma.
No caso da América Central, um acordo do Brasil com o Sica poderia reduzir ou eliminar barreiras tarifárias para 80 produtos brasileiros, que enfrentam altos impostos, como móveis de madeira (15%), açúcar de cana (144%), couros (15%), ladrilhos de cerâmica (10%) e papel (7,3%). Trata-se de uma região com oportunidades maiores do que a Coreia do Sul, país que atualmente negocia um acordo com o Brasil, mas onde um número menor de 26 grupos de produtos enfrentam tarifas de importação.
Alternativas
Fora das Américas, um país com grande potencial para a indústria brasileira seria a África do Sul, maior economia do Continente Africano. “Nosso acordo com eles é muito pequeno. Sabemos que eles têm receio de negociar com o Brasil por causa da competitividade na nossa agricultura e da indústria, mas um acordo seria a primeira âncora mais forte no continente, onde o Brasil só tem acordo com o Egito”. Para contornar a resistência de países emergentes, como a África do Sul e o México, Diego Bonomo sugere a possibilidade de acordos que englobem uma gama maior de produtos. “Não precisa ser necessariamente um acordo de livre comércio, podendo deixar setores mais sensíveis de fora, mas é possível ampliar bastante as oportunidades”, ressalta.
No caso do Japão, de 50 grupos de produtos brasileiros, em 21 deles o exportador enfrenta tarifas de importação. Exemplos de produtos e o percentual do imposto de importação cobrado são: carne suína (48,3%), couros (14%), álcool etílico (8%), ácido glutâmico e seus sais (5,2%) e ferroligas (2,5%). Bonomo acredita que o país asiático, um das economias mais desenvolvidas do mundo, estaria mais aberta a negociar com o novo governo brasileiro. “O Japão é muito defensivo na questão agrícola, nem tanto com o Brasil, mas com outros países sul-americanos, principalmente por causa da exportação do arroz, produto que tem valor cultural forte para eles e por isso sofre barreiras de importação. Mas o governo brasileiro já sinalizou que quer e o Japão está interessado em se aproximar do governo”, avalia.
Canadá e União Europeia
O acordo com a União Europeia já está concluído em 95%, mas ainda depende de um movimento do bloco europeu em torno de uma oferta agrícola mais favorável para os países do Mercosul, afirma Diego Bonomo. “Se o acordo com a União Europeia avançar, com o EFTA também avança”.
Em curto prazo, no entanto, o acordo que tem mais chance de sair seria com o Canadá. Ao menos 17 grupos poderiam ser beneficiados com esse acordo, como trigo, produtos de carne, calçados, lápis e automóveis. “Eu acho que o Canadá seria um bom acordo para fechar este ano, porque seria o primeiro acordo com uma economia desenvolvida e uma sinalização para a União Europeia, para deslanchar de vez”, conclui.
Agência Brasil
Oito corpos dos jovens jogadores do Flamengo já foram liberados pelo Instituto Médico-Legal (IML) do Rio e poderão ser sepultados. Segundo a instituição, dois corpos ainda não foram identificados.
O IML também informou que os corpos identificados já foram retirados pelas famílias. O enterro do goleiro Christian Esmerio está previsto para as 12h deste domingo (10), no Cemitério de Irajá, na zona norte do Rio.
Na página oficial do Flamengo na internet, o clube listou os nomes dos jogadores já identificados pelo IML: Arthur Vinicius de Barros Silva, Pablo Henrique da Silva Matos, Vitor Isaias Coelho da Silva, Bernardo Augusto Manzke Pisetta, Gedson Corgosinho Beltrão dos Santos, Athila de Souza Paixão, Christian Esmerio Candido e Rykelmo de Souza Viana.
Agência Brasil
“A conhecida dieta de comer em pequenos intervalos de tempo é uma ideia atrasada e não ajuda a perder peso”, afirma o médico e bioquímico Moacir Rosa, especialista em emagrecimento e ganho de massa muscular. De acordo com ele, alimentar-se de três em três horas faz o corpo desaprender a queimar gordura, porque o organismo para de produzir corpos cetônicos – substâncias formadas pela destruição de gordura para a geração de energia.
Conhecido no YouTube por inúmeras dicas de vida saudável, Moacir Rosa analisa que a melhor forma de emagrecer é pelo jejum intermitente, em que a pessoa passa até 20 horas sem ingerir comida. “Quanto mais tempo em jejum, mais fico energizado. Estudo melhor e a minha capacidade intelectual se torna mais poderosa”, relata.
De acordo com o médico, isso acontece porque há a produção de energia extra e alterações hormonais, como o aumento do GH – relacionado à juventude – e da testosterona. “O organismo fica com menos calorias para queimar, fazendo com que o corpo priorize as funções fisiológicas normais”, diz.
Ele alerta ainda que muitas pessoas confundem fome com sede, porque as duas regiões do hipotálamo que identificam essas percepções ficam próximas umas das outras.
Leia a entrevista na íntegra
1. Qual é o jeito errado de fazer jejum intermitente?
O primeiro passo é pensá-lo como um complemento da reeducação alimentar. A maioria das pessoas quer resultados rápidos e fáceis, mas isso não é possível. Hoje, estamos invadidos por industrializados, de alto índice glicêmico e com elevada concentração de carboidratos e conservantes: pizza, refrigerante, hambúrguer, biscoito recheado e outras besteiras. Então, o primeiro passo é trocar essas substâncias comestíveis, que nem alimento é, por comida de verdade.
Se você faz um jejum sem essa mudança de hábito, você sente fraqueza e mal-estar, porque seu organismo não vai estar no processo de cetoadaptação. Ou seja, quando você fica em jejum, o corpo começa a queimar gordura, e essa gordura se transforma em corpos cetônicos (energia gerada pela escassez de carboidratos). Se você comeu carboidratos por muitos anos, como a maioria das pessoas, o corpo desaprende a queimar gordura e, consequentemente, não consegue produzir essas substâncias energéticas. Assim, os corpos cetônicos demoram mais para serem produzidos no começo e as pessoas sentem fraqueza por ficar muito tempo sem se alimentar.
Por isso, o organismo precisa se cetoadaptar com alimentação saudável antes de tudo, para o corpo reaprender a queimar gordura e voltar a produzir corpos cetônicos.
2. Alguns leigos dizem que o jejum intermitente pode ser prejudicial à saúde a longo prazo. Isso é verdade?
O ser humano de hoje não é nada diferente do nosso ancestral de 20 mil anos atrás, que era nômade e precisava caçar. Então, nossa realidade fisiológica é suportar o jejum, porque a natureza entende que precisamos de energia para ir atrás do nosso alimento. Grandes felinos na África ficam muitos dias sem comer, e quanto mais tempo eles passam assim, mais alertas ficam e mais energia sentem para poder ir atrás da presa. Com a gente não é diferente, somos preparados [por natureza] para o jejum intermitente. Basta ficar cetoadaptado e fazer o corpo desaprender a comer porcaria.
3. Existe algum exemplo prático disso?
Eu sou. Faço jejum intermitente com frequência e quanto mais horas eu fico nele, mais eu me sinto energizado. Estudo melhor, a minha capacidade intelectual e cognitiva se torna mais poderosa e eu até faço exercício nesse período do dia. Então, depois que você está adaptado e passa pelos primeiros passos, você fica mais alerta, mais forte e o seu raciocínio melhora. Exatamente porque a natureza entende que você precisa buscar alimentos.
4. Como começar um jejum intermitente?
Procurando um bom nutricionista, o que infelizmente está difícil no Brasil. Nossa medicina (na área nutricional) está muito atrasada em relação à Europa e aos Estados Unidos. Então, hoje, encontrar um nutrólogo ou nutricionista que use essa ferramenta de jejum intermitente é mais complicado. Muitos ainda estão atrasados e aconselham o paciente a comer de três em três horas, sendo que essa é a pior coisa que um ser humano pode fazer. Os nossos ancestrais não tinham alimento de três em três horas. Então a melhor forma de começar é procurar um profissional que esteja versado nesse assunto e que já tenha feito um curso sobre o tema no exterior.
5. Qual tipo de pessoa não pode fazer jejum intermitente?
Não recomendo para crianças, porque elas têm uma necessidade calórica muito alta por estarem em fase de crescimento. Um bebê, por exemplo, dobra de tamanho em um ano.
Também não é interessante para atletas de alta performance, porque eles têm uma necessidade calórica muito grande, precisam de uma construção muscular muito forte e isso cria a necessidade de ingerir mais calorias, proteínas e gorduras. O que eu indico a esses esportistas é um jejum de 15 horas a 16 horas, pelo menos uma vez por semana, para o corpo não desacostumar a queimar gordura.
Os diabéticos são outro público que demanda cuidado. Não pelo quadro de diabete, mas porque essas pessoas tomam remédios que reduzem o índice de glicose. Então, se você está em jejum intermitente e toma um medicamento hipoglicêmico, você tem grandes chances de ter tontura e desmaiar. O jejum pode até ser feito, mas por recomendação médica.
6. Mesmo com as dicas médicas, muita gente insiste em dizer que não consegue lidar com a fome.
O período de cetoadaptação do início é desagradável. A pessoa sente fome no começo e pode confundi-la com sede, porque os centros dessas percepções estão muito próximos dentro do hipotálamo. Você pode estar desidratado, precisando tomar água, mas está ingerindo alimento por confusão.
Depois de duas a três semanas, você passa a não sentir mais fome e descobre que a vontade de comer, na verdade, é psicológica. As pessoas têm o vício de se alimentar por uma questão social ao ir numa festa, num encontro ou num aniversário. Então nós perdemos a nossa capacidade de comer por uma necessidade nutricional e ingerimos muito além do que precisamos.
7. Então o jejum intermitente pode oferecer bem-estar com o passar do tempo?
O jejum intermitente faz você descobrir uma energia nova, porque a produção de corpos cetônicos gera uma energia extra para o cérebro. Além disso, todos os meus pacientes que fazem o jejum intermitente relatam melhores noites de sono, pois se você dorme em jejum, você produz mais GH (hormônio do crescimento e da juventude) e testosterona. Por consequência, vem o sentimento de mais disposição por uma questão hormonal. Isso porque o organismo fica com menos caloria para queimar, fazendo com que o corpo priorize as funções fisiológicas normais.
8. O médico Yoshinori Ohsumi, vencedor do prêmio Nobel de medicina de 2016, associa o jejum intermitente ao rejuvenescimento. Como isso funciona?
Ele mostra que o jejum favorece o suicídio celular e o aumento dos telômeros no corpo, que ficam na ponta dos cromossomos e são demonstrativos de juventude celular e exposição às doenças. Ou seja, as células velhas vão dando lugar às células novas. Quanto maior o seu telômero, mais jovem você é fisicamente falando. Quem tem telômero curto pode até ter pouca idade, mas já está fisiologicamente velho.
9. Muitas pessoas iniciam o jejum intermitente para perder gordura. Há o risco desse método causar a perda de massa magra e muscular, gerando um falso emagrecimento?
Primeiro, vale dizer que resultados rápidos não são saudáveis. Adotar hábitos sadios é, antes de tudo, diminuir as chances de ter câncer, artrose, artrite, doenças degenerativas, enfarte, diabete. Evitar essas doenças ajuda a emagrecer, porque o corpo saudável melhora a questão metabólica, há novos disparos de hormônios adormecidos e, portanto, ajuda na perda de peso.
Além disso, o corpo acumula energia por meio de gordura e do glicogênio (junção de várias moléculas de glicose). Esse último é armazenado no fígado e nas fibras musculares, levando água com ele. Dito isso, o corpo consome primeiro o glicogênio e, nesse processo, a água também vai saindo, dando uma sensação de que o músculo murcha.
Portanto, não houve perda de massa muscular, mas de glicogênio e água.
10. Há casos de pessoas que chegaram a perder seis quilos em um mês por meio do jejum intermitente e da reeducação alimentar. É normal esse resultado tão rápido?
Todo início de dieta, seja ela qual for, se dá pela perda de água, devido ao esgotamento dos estoques de glicogênio e porque a pessoa passa por um processo detox, para de comer porcaria, e o sódio vai embora com o líquido. Então o jejum faz com que haja uma perda de peso muito acelerada nas primeiras semanas.
O desafio depois dessa perda é manter essa rotina, porque a tendência é entrar num estado platô, que é quando todo o glicogênio foi embora e, a partir daí, entra a etapa mais importante: a queima de gordura. Esse é um processo mais lento, mas é o que vai deixar a pessoa mais saudável.
Estadão Conteúdo
Os investimentos públicos em infraestrutura (rodovias, portos, aeroportos, energia, telecomunicações, entre outros) somaram R$ 27,875 bilhões em 2018, ou 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com números corrigidos pela inflação da Secretaria do Tesouro Nacional. É o menor patamar em dez anos.
Nos últimos dois anos, os investimentos do governo estão sendo afetados pela regra do teto de gastos públicos, pelo qual as despesas totais (com algumas exceções, como capitalização de estatais) não podem crescer acima da variação da inflação em 12 meses até junho do ano anterior.
A medida visa conter os sucessivos déficits nas contas públicas desde 2014. Nos últimos quatros anos, o valor do rombo nas contas superou R$ 100 bilhões, e, em 2018, o déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar os juros da dívida pública) somou R$ 120 bilhões.
Como os gastos obrigatórios com Previdência e com a folha de pagamentos do governo estão crescendo acima da inflação, pela regra do teto sobra menos espaço para as despesas consideradas “discricionárias” (aquelas que podem ser alteradas pelo governo). Nessa categoria, estão os investimentos do governo federal.
O governo tem defendido uma reforma da Previdência para diminuir o patamar de gastos obrigatórios e, assim, abrir espaço para outras despesas orçamentárias.
A reforma da Previdência é prioridade da equipe econômica do governo Jair Bolsonaro, que pretende encaminhar uma proposta ao Legislativo nas próximas semanas.
Para o Tesouro Nacional, os números referentes aos investimentos “ilustram a importância de uma ampla revisão das despesas obrigatórias e da rigidez orçamentária, que comprimem o investimento”.
“É importante também o fortalecimento das instituições de gestão do investimento público e um esforço de priorização de projetos para adequação ao cenário fiscal”, acrescentou a instituição.
G1
Um total de 964 serviços em 104 instituições ligadas ao Ministério da Educação poderão ser mais facilmente acessados a partir de amanhã (11). Antes dispersos em diversas páginas da internet, eles estarão concentrados no Portal de Serviços do Governo Federal, no endereço www.servicos.gov.br.
Com a inclusão desses serviços, o portal passará a concentrar mais de 2,8 mil ferramentas à disposição do cidadão. A inclusão das funcionalidades só foi possível por causa da terceira fase do Censo de Serviços do Governo Federal, cujos resultados serão apresentados amanhã (12) em Brasília.
Conduzida pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), sob orientação do Ministério da Economia, a pesquisa teve o apoio do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) e da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Nessa fase do censo, os técnicos rastrearam serviços na área de educação ainda não incluídos no portal único.
Além de incluir os serviços educacionais ao portal, a Enap apresentará os principais resultados da pesquisa, com foco no nível de digitalização dos serviços públicos federais e sua forma de entrega à população. Segundo o Ministério da Economia, a ampliação do governo digital busca melhorar e facilitar a vida dos usuários de serviços públicos, por meio da simplificação e do uso de soluções tecnológicas.
Agência Brasil
Pouco mais de um mês antes da tragédia provocada pelo rompimento de uma barragem em Brumadinho (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, a Vale obteve autorização do governo de Minas Gerais para um projeto de expansão das minas do Córrego do Feijão, onde ocorreu o desastre, e de Jangada. Ambas fazem parte do Complexo Paraopeba.
No entanto, as obras previstas contrariavam algumas recomendações de segurança do relatório da consultora Tüv Süd, segundo engenheiros ouvidos pelo G1. Elaborado em julho de 2018 a pedido da própria Vale, o laudo da companhia alemã atestou a estabilidade da estrutura, mas detectou problemas no sistema de drenagem e fez ressalvas – a estabilidade do alteamento estava no limite de segurança das normas brasileiras.
O estudo recomendou à mineradora ações que aumentassem a segurança e evitassem a liquefação, fenômeno verificado quando um material rígido passa a se comportar como fluido e uma das possíveis causas do rompimento da barragem em Brumadinho, que deixou 157 mortos e 182 desaparecidos.
O documento da consultoria recomendou:
– Proibir explosões nas redondezas da mina;
– Evitar o tráfego de veículos e equipamentos pesados;
– Impedir a elevação do nível da água na estrutura.
Já o licenciamento para expansão das minas aprovado em 11 de dezembro pela Secretaria do Meio Ambiente (Semad) de Minas Gerais previa:
– Uso de explosivos;
– Retroescavadeiras para remoção mecânica de rejeitos;
– Caminhões de grande porte para transportar materiais.
Procurada pelo G1, a Vale não informou se já havia iniciado as obras, mas confirmou que realizou detonações nas minas de Jangada e Feijão, sem dizer até quando elas foram feitas.
As intervenções aumentariam a capacidade produtiva em quase 70%, passando dos atuais 10,6 milhões de toneladas de minério de ferro por ano para 17 milhões. Com isso, “a vida útil do empreendimento seria prolongada até 2032”, diz o parecer da Semad sobre o processo de licenciamento.
A secretaria informou que a Vale apenas entregou a declaração de estabilidade da estrutura, sem mencionar qualquer fator de risco.
Professor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, o engenheiro Carlos Martinez afirmou que as obras previstas na expansão das minas afetariam a segurança da barragem. “É uma aprovação que colocava a barragem em risco, e a Semad deu. Os técnicos não deveriam ter dado, e a Vale não deveria ter pedido”, disse em entrevista ao G1.
Fazia parte do programa de aumento da produção o reaproveitamento de rejeitos de duas barragens da mina do Córrego do Feijão: a Barragem I, que se rompeu em 25 de janeiro, e a VI. O objetivo era recuperar os finos de minério de ferro para produzir o pellet feed fines (PFF), usado na fabricação das pelotas (pequenas bolinhas de minério de ferro aplicadas na fabricação do aço).
Para isso, estava prevista a remoção mecânica por retroescavadeira na Barragem I, seguida por empilhamento e transporte. O projeto também cita explosões no Complexo Paraopeba. “Estão previstos desmontes por explosivos na mina de Jangada e o carregamento e transporte do minério e estéril por máquinas e equipamentos que podem gerar impactos de acústica e vibração”, diz o parecer da Semad.
Professor de engenharia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio e ex-presidente da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS), Alberto Sayão concorda que detonações em áreas vizinhas das minas, assim como movimentações de caminhões, poderiam funcionar como gatilho para a liquefação.
“Num ambiente de mina de ferro, os caminhões são muito grandes, muito pesados. E, quando estão carregados com as pedras que são tiradas da mina, ele [o terreno] vibra, por isso que eles [autores do relatório] pediram para evitar”, explica Sayão. “São caminhões enormes, que fazem uma trepidação similar a um sismo de baixa magnitude.”
Uma troca de e-mails entre profissionais da Vale, da Tüv Süd e da Tec Wise, outra empresa contratada, revelou que a mineradora soube de problemas em sensores de Brumadinho dois dias antes do rompimento da barragem.
As mensagens foram identificadas pela Polícia Federal (PF), que colheu depoimentos de dois engenheiros da consultora alemã que eram responsáveis pelos laudos. Presos em 29 de janeiro, André Yassuda e Makoto Mamba deixaram o presídio nesta quinta-feira (7).
Peritos e especialistas que se juntaram à força-tarefa de investigação do caso vão fazer estudos para saber se as explosões em minas vizinhas teriam ou não contribuído para a liquefação da barragem B1.
O discurso independente e a desenvoltura do vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) desgastaram a relação do Palácio do Planalto com o setor evangélico, considerado fundamental na eleição do presidente Jair Bolsonaro. Nos últimos dias, líderes de igrejas que durante a campanha apoiaram explicitamente o candidato do PSL e representantes do segmento no Congresso expuseram a insatisfação com o vice, principalmente após ele se manifestar contra a transferência da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém.
As lideranças religiosas e parlamentares da bancada evangélica pretendem pressionar o presidente para que ele desautorize publicamente o vice – Bolsonaro permanece internado em São Paulo se recuperando da cirurgia para a reconstrução do trânsito intestinal.
Na condição de presidente em exercício, Mourão recebeu no último dia 28 o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, e defendeu a posição que contraria manifestações anteriores do próprio Bolsonaro.
Com 108 deputados e 10 senadores na atual Legislatura, a Frente Parlamentar Evangélica, que tem uma atuação historicamente coesa em defesa de suas bandeiras, terá um peso decisivo para a agenda do governo no Congresso Nacional.
“Vamos cobrar (do Bolsonaro) o cumprimento daquilo que foi tratado. Se o Mourão está a serviço de algum grupo de interesse contrário a que isso aconteça, tenho convicção que ele perdeu essa queda de braço. Mourão é um poeta calado. Sempre que abre a boca cria um problema para o governo”, disse ao Estado o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), principal porta-voz da Frente.
O deputado deve assumir a presidência do grupo nos próximos dias O atual presidente, deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR), não se reelegeu.
Os evangélicos ficaram também incomodados com o vice por causa de uma entrevista na qual ele defendeu que o aborto é uma escolha da mulher. O ponto central das queixas, contudo, é a questão da mudança da embaixada brasileira de Tel-Aviv para Jerusalém. “Esse foi um compromisso de campanha do presidente da República com nosso seguimento. Nós não pedimos muitas coisas a ele, mas essa foi uma delas”, disse Sóstenes.
“Por que o Mourão, sabendo das bandeiras do Bolsonaro, não se manifestou antes da eleição? É uma coisa feia esconder suas convicções. Faltou protocolo e ética no exercício da função dele Mourão está fazendo campanha para 2022, mas a ala conservadora não vota nele nunca”, disse ao Estado o pastor Silas Malafaia, líder da igreja evangélica Vitória em Cristo e presidente do Conselho dos Pastores do Brasil.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu Jerusalém capital de Israel em dezembro de 2017. Cinco meses depois, a embaixada norte-americana foi transferida para lá.
Para o bispo e presidente do Ministério Sara Nossa Terra, Robson Rodovalho, a mudança da embaixada “facilitaria muito” a viagem de brasileiros a Israel e estimularia a ampliação da oferta de voos.
Os contrários à mudança alertam para os potenciais prejuízos para as exportações brasileiras para países árabes, que estão entre os principais importadores de carne bovina e de frango do País. O Brasil pode também receber pressão da comunidade internacional. Para a ONU, o status de Jerusalém deve ser decidido em negociações de paz.
“Quando o Bolsonaro se recuperar, nós vamos marcar uma audiência com ele. A ideia é levar uma carta deixando claro nossa insatisfação. Hoje, o Mourão é uma instituição e deveria guardar as opiniões para ela”, disse o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR). Na semana passada, outros parlamentares usaram a tribuna da Casa para criticar publicamente o vice.
Segundo fontes do primeiro escalão das Forças Armadas ouvidas pelo Estado, Mourão age de forma “coerente” com o pensamento dos militares, especialmente quando faz críticas à política externa e sinaliza que a prioridade do governo deve ser a agenda econômica, e não a de costumes.
Ao desautorizar o chanceler Ernesto Araújo sobre a oferta de uma base no Brasil para os EUA, Mourão reproduziu a linha de pensamento dominante nas Forças Armadas, que contam com sete quadros no primeiro escalão e representam um dos pilares da administração. Procurada, a assessoria do vice disse que ele não iria se manifestar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
Agora torou dentro mesmo, tem um monte de boi tabaco defenssor de bandidos, ladrões, corruptos, presos condenados, mensaleiros e aloprados, comentando aqui, emitindo opiniões e o General Morão não pode emitir a dele?? O que é que tem se ele é contra a mudança da Embaixada?? Que dizer que defender bandidos criminosos pode? E o General emitir a opinião dele não pode?? Vira motivos de polêmica?? homi vão procurar o que fazer, vão contar os poster da Cosern, bairro por bairro pra vê quantos tem, magote de desoculpados. Quando acabar a contagem dos postes, vão contar as lâmpadas informe a prefeitura e a mulher preparado, enrrolada mais que bobina de ford, pra sair apagando as que pertence ao estado do RN. Apagadas economiza mais dinheiro pra pagar primeiro os salários de quem ganha mais como vem ocorrendo.
Outra coisa, Lula tá preso babaca.
Eu estaria muito preocupada se o vice em exercício fosse Manuela D’Avila dessa eu teria medo. Com Mourão está tranquilo. Ele é lúcido e não tem excrementos humanos misturados à massa encefálica.
Claro, é muito fácil exonerar um vice-presidente, ainda mais general. Se o "capitão" não ficar pianinho o exonerado será ele e a cambada de filhos aloprados dele.
Chegou general da banda ê ê
Chegou general da banda ê a
Chegou general da banda ê ê
Chegou general da banda ê a
Mourão, mourão
Vara madura que não cai
Mourão, mourão, mourão
Catuca por baixo que ele vai
Mourão, mourão
Vara madura que não cai
Mourão, mourão, mourão
Catuca por baixo que ele vai…
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