Polícia

Empresário Henrique de Barra é assassinado em Jucurutu

Foto: Focoelho

O empresário Henrique de Barra Lopes, bastante conhecido em Caicó e na região Seridó, foi assassinado na manhã deste sábado (12) na Comunidade Barra de Santana, município de Jucurutu.

Informações ainda preliminares apontam que o empresário foi vítima de emboscada. Ele passava por sobre um “mata burros” quando foi alvejado a tiros, supostamente por desconhecidos.

A Polícia Militar de Jucurutu, disse que no momento está se deslocamento para o local de crime, assim como o Itep de Caicó e Polícia Civil.

Henrique de Barra, como era bastante conhecido na cidade de Caicó, era agropecuarista e proprietário de posto de combustíveis na região. A motivação do crime é desconhecida no meio policial.

Focoelho

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Tecnologia

Apple alfineta a concorrência com publicidade sobre segurança de dados dos usuários

Para afastar o baixo astral da semana passada, o pessoal do marketing da Apple resolveu chamar a atenção para aquilo que a empresa possui de melhor: segurança de dados, mesmo que isso cause certo desconforto à concorrência!

Como de costume, a Apple não participa diretamente das grandes feiras de tecnologia, pois a empresa possui o próprio evento para anúncios importantes. No entanto, isso não quer dizer que a gigante norte-americana de tecnologia se contenta em ficar nos bastidores. No final de semana que marcou o início da CES 2019, a feira de tecnologia de Las Vegas, a Apple criou um enorme painel na fachada do Hotel Marriott com os dizeres: “O que acontece no seu iPhone, fica no seu iPhone”.

Sim, a Apple se apropriou de um ditado popular da cidade – “o que acontece em Vegas, fica em Vegas” – para promover seu exclusivo serviço de privacidade, bem como alfinetar a concorrência. Neste caso, o Google e o Facebook.

Próximo ao local, o Google possui várias propagandas referentes ao seu Assistente, nas quais é possível ver o comando de voz “Hey, Google” pintado nos carros do sistema de transporte local.

No outdoor, vemos também o endereço eletrônico para a página de privacidade da empresa. O CEO da Apple, Tim Cook, é um grande defensor de leis que protejam a privacidade dos usuários. Em 2016, quando questionado pelo FBI sobre a criação de uma backdoor no iPhone, o empresário disse que isso jamais aconteceria por que abriria um precedente muito perigoso. Porém, apesar de todos os esforços da Apple, o departamento de investigação dos EUA conseguiu burlar a segurança da empresa e desbloquear o iPhone.

Com essa “brincadeira”, a Apple alivia a tensão da semana passada, quando a empresa, em carta aberta, admitiu que a procura por novos iPhones ficou abaixo do esperado em 2018. E, claro, tira dos holofotes a questão do processo judicial envolvendo as patentes da Qualcomm na Alemanha.

Olhar Digital

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Política

Despetização na Casa Civil lembra a moenda de Collor na caça aos marajás

POR JULIANNA SOFIA

Passados quase 30 anos, o Estado brasileiro ainda desconhece a verdadeira dimensão das demissões de funcionários públicos promovidas em massa pelo governo Collor (1990-1992).

A caçada aos marajás e o enxugamento da máquina administrativa levaram à defenestração de mais de 100 mil servidores sem estabilidade e celetistas contratados pela União. A revolução liberal extinguiu 24 empresas estatais, e os ministérios foram reduzidos de 23 para 12.

Em 1994, Itamar Franco assinou uma lei para anistiar parte dos desligados, mesmo sob a ameaça demissionária de seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso. Foram readmitidos 48 mil pela nova norma, que protegia os despedidos ilegalmente —quem sofrera perseguição política ou tinha mandato sindical, por exemplo.

Ao chegar ao Palácio do Planalto, FHC revogou os processos de anistia e revisou todos os casos. Moral da história: apenas 10% dos demitidos voltaram à folha de pagamento do governo, e centenas ainda brigam judicialmente pelo posto perdido.

​​“Despetizar” cargos comissionados no governo Bolsonaro soa tão arbitrário —só que mais ideologizado e menos disseminado— quanto a moenda instalada por Collor. A caça às bruxas de vermelho na Casa Civil de Onyx Lorenzoni exonerou, por ora, 320 pessoas e emitiu sinal verde para outras instâncias reproduzirem o procedimento. Em órgãos como Apex e ABDI, técnicos dispensados prometem buscar a Justiça.

“Você tem no serviço público funcionários que são realmente funcionários de Estado. O cara passou o governo A, B, C, D e fez ali o trabalhinho dele bonitinho. Não pode pegar esse cara porque estava no governo anterior. O cara é bandido por causa disso?”, disse o vice-presidente Hamilton Mourão, sugerindo que o processo pudesse ter sido feito “com mais carinho”.

O vice vocalizaria a razão nesse tema, não fosse o bla-bla-blá para justificar a promoção questionável do próprio rebento no Banco do Brasil.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. MOSTRA QUE ESSE GOVERNO TEM NO CARMA DA IGNORANCIA E INVEJA O PT……QUANTOS ACREDITAM NESSA FORMA DE PENSAR RUDE E DESTEMIDA DE UM DESQUALIFICADO NO PODER???? LULA FOI UM GRANDE PRESIDENTE ..HUMANO E LEAL AO POVO BRASILEIRO..NUNCA OLHOU ATRAVESADO PARA O ADVERSARIO QUE IMPUNHOU ARMAS E DEDOS EM SUA DIRECAO….UM GRANDE MARTIR DA HISTORIA DO BRASIL..QUE CERTOS OTARIOS TENTAM TIRAR DO CORACAO DO POVO BRASILEIRO…FICAM COM ESSA IDEIA LOUCA …OS DESGRAÇADOS MAL AMADOS….FORA BOLSOBOSTA E SUA TRUPE DE LOUCOS….QUEREMOS LULA LIVRE E QUEM FOR CONTRA VA SE TRATAR OU SE INTERNAR…O HOSPICIO OS ESPERA….

  2. A Folha está de sacanagem. O que a falta de dinheiro não faz…Lá, na era Collor, era caça aos marajás; aqui é caça a corruptos e adeptos do jeitinho para tudo.

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Judiciário

Associação de procuradores apoia projeto de acordo penal proposto por Moro

Embora o projeto de lei do “plea bargain”, acordo penal proposto pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, ainda não tenha sido apresentado e deva ser avaliado pela entidade, a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) emite nota de apoio ao modelo adotado nos Estados Unidos e aprimorado em outros países.

“No Brasil, a implementação do sistema pode contribuir para uma Justiça mais célere, em que o sistema jurídico penal possa dar andamento a casos que hoje ele não consegue julgar, não consegue terminar”, afirma o procurador regional da República José Robalinho Cavalcanti, presidente da ANPR.

Eis a íntegra da nota pública:

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) vem a público manifestar apoio à proposta sugerida pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, a respeito da implementação do modelo conhecido como “plea bargain” no país.

Embora o projeto de lei ainda não tenha sido apresentado, – e, consequentemente, ainda será objeto de avaliação desta Associação – a ideia, em si, é extremamente positiva para um sistema jurídico-penal mais eficiente.

A defesa pelo modelo “plea bargain” é luta histórica do Ministério Público Federal e da ANPR, que, em diversas oportunidades, esteve no Congresso Nacional defendendo propostas que traziam a ideia como uma das soluções para melhorar o sistema penal brasileiro.

Um modelo em que as partes, Ministério Público – titular da ação penal – e investigados – assistidos por seus advogados –, podem negociar penas é uma forma moderna de funcionamento da Justiça Criminal, o que garante ampla defesa e permite que o foco do sistema fique concentrado em casos de maior envergadura.

O modelo, consagrado há décadas nos Estados Unidos, onde mais de 80% dos casos são solucionados via justiça negocial, vem crescendo e sendo aprimorado em diversos países de tradição democrática, entre eles, Alemanha, França, Itália, Inglaterra, Portugal, Japão, Suécia, Noruega.

No Brasil, a implementação do sistema pode contribuir para uma Justiça mais célere, em que o sistema jurídico penal possa dar andamento a casos que hoje ele não consegue julgar, não consegue terminar.

A ANPR elogia a iniciativa e se coloca à disposição do ministro da Justiça e Segurança Pública para contribuir com a construção de uma proposta que eleve a persecução criminal brasileira a um patamar mais moderno e eficiente.

José Robalinho Cavalcanti
Presidente da ANPR
Procurador Regional da República

Opinião dos leitores

  1. Se todo país do mundo tivesse um ser humano, com as qualificações e as oportunidades de desenvolver seu trabalho como o magnífico Sérgio Moro, com certeza, teríamos um mundo melhor! Parabéns Brasil! Parabéns Sérgio Moro!

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Política

Gleisi Hoffmann é alvo de representação criminal com base na Lei de Segurança Nacional

O Movimento Brasil Livre (MBL) representou criminalmente na Procuradoria-Geral da República contra a presidente do PT, Gleisi Hoffmann com base na Lei de Segurança Nacional após apoio a Nicolás Maduro, na Venezuela.

A alegação é que ela teria infringido o Artigo 8 da Lei de Segurança Nacional, que afirma que é crime “entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil”.

“A postura da Gleisi como presidente do PT e seu alinhamento com o Nicolás Maduro, bem como as críticas ao Grupo de Lima, ao qual o Brasil é signatário, acentuaram a hostilidade do ditador venezuelano ao governo brasileiro”, diz Rubinho Nunes, advogado e coordenador do MBL.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Nossa! É tanto ódio, só podem ser cachorrinhos e cachorrinhas do Bolsonaro. Meu Deus pra que tanta raiva! Falar nisso: CADÊ O QUEIROZ?

  2. MBL, onde está vc quando os direitos dos trabalhadores são rasgados e o seu único instrumento de defesa é sistematicamente atacado e destruído com a regorma trabalhista favoravel apenas aos empresarios, o fim do Ministério do Trabalho e o inicio de <ma campanha pra acavar com a justica do trabalho.

    1. Pense numa turminha de oportunistas essa do MBL. Não gosto dessa politicalha brasileira, mais qual a pessoa que tenha só um porquinho de bom senso faz declaração apoiando essa coisa da Venezuela ?

  3. Bora falar besteira, defensores do PT, de Lula, de Gleyse!!!!Nessas matérias de apóio do PT a Venezuela de Maduro, os petistas passam direto.

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Política

Bolsonaro inaugura mandato de mudanças e esperança, diz Raquel Dodge

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse hoje (11) que o presidente da República, Jair Bolsonaro, inaugura um mandato de mudanças e renova a esperança dos brasileiros. As declarações da procuradora foram feitas durante a posse de novos procuradores da República, na noite de hoje (11), em Brasília.

“Agradeço, por isso, sensibilizada e muito especialmente a Vossa Excelência, presidente Jair Bolsonaro, que recém-eleito, inaugura um mandato de mudanças sob a égide da Constituição e renova a esperança dos brasileiros de que a vida cotidiana seja melhor para todos, calcada em valores constitucionais caros aos brasileiros”, disse a procuradora.

No discurso, Raquel Dodge também defendeu a atuação do Ministério Público e o combate à corrupção. “Temos a incumbência constitucional de zelar pela qualidade das políticas públicas e dos serviços de relevância pública. Zelamos pelo bem comum, o bem de todos, que não admite corrupção, nem dissimulação do ganho obtido ilicitamente, mas também não se compatibiliza com a omissão, a inércia e a ineficiência”, disse.

O presidente Bolsonaro não discursou na cerimônia. Também participaram do evento o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Compartilho com essa visão lúcida da procuradora, estamos tendo a oportunidade de traçar novos caminhos que há uns 2 anos atrás pensavamos que estariamos mais distante, mas o poder de DEUS é maior que tudo!

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Saúde

Dos postos do Mais Médicos sem inscritos, 85% ficam no Norte e Nordeste

Das 842 vagas do programa Mais Médicos antes ocupadas por cubanos e que não tiveram inscritos nos dois editais voltados para brasileiros, 85% estão em cidades do Norte e do Nordeste e 51% se concentram em dois Estados: Amazonas e Pará.

Os números, tabulados pelo jornal O Estado de S. Paulo com base em dados do Ministério da Saúde, mostram ainda que um em cada quatro postos sem inscritos está em distrito sanitário indígena. Elas estão espalhadas nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Nenhuma vaga no Sudeste ficou sem interessado. Já na região Sul, somente 62 vagas no Rio Grande do Sul não tiveram inscritos.

Morador de Paragominas, no sudeste do Pará, Estado com o maior número de vagas sem inscritos (240), o agricultor Josemar Alves, de 36 anos, tem sofrido ao buscar atendimento para a filha Juliana, de 5. Portadora de asma, ela apresenta constantes crises e precisa de atendimento médico para fazer inalação, uma vez que não tem aparelho em casa. Distante 300 quilômetros da capital, Paragominas é um dos municípios que ainda aguardam profissionais aderirem ao programa.

“Nos postos de saúde até encontramos médicos, mas quando um falta no plantão, não tem ninguém para ocupar a vaga. É quando sentimos a maior necessidade deles”, conta Alves.

Segundo o coordenador da Atenção Primária de Saúde do município, Roberto Gomes, a saída dos cubanos do Brasil representa uma perda a ser corrigida apenas quando os novos profissionais ocuparem as vagas. “Contamos que os médicos venham e fiquem no município. Eles fazem parte do nosso planejamento da atenção básica e a população conta com isso”, reforça. Das 11 vagas do programa abertas na cidade, três ainda não foram preenchidas pelos novos editais.

Em Breves, na região do Marajó (PA), ainda faltam sete profissionais para ocuparem as vagas. A cidade fica distante 226 quilômetros de Belém, com acesso apenas de barco ou avião de pequeno porte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente a maioria dos formandos em medicina pelo Brasil, são filhos de rico, normalmente sem vocação para a área, fazem isso por dinheiro ou por familiares.
    Diante disso, vocês acham que esses filhinhos irão para os municípios mais longínquos do Brasil. EU NAO ACREDITO!

    1. O problema é muito maior que a falta médicos. Falta insumos (medicamentos, exames simples, gazes, luvas), redes de contra referência e referência eficazes. Colocar a culpa na figura do médico, enfermeiro, técnico de enfermagem é mais fácil, porém não resolverá problema de anos da saúde pública. Para exemplificar: Uma pessoa chega no pronto atendimento numa cidade há 150 km da capital ou cidade de maior porte mais próxima com dor no peito. O médico examina, faz a hipótese de infarto no coração, mas nessa unidade de saúde, o eletrocardiograma está quebrado e não possui coleta de exames de sangue (em regime de urgência), além de não ter medicações que auxiliem no tratamento. Então, o medico terá que encaminhar esse paciente par a uma unidade mais próxima que tenha um suporte. Neste momento, o paciente tem uma piora clínica e o mesmo falece antes da chegada no outro hospital. Nessa narrativa, onde está o problema? No médico? No atendimento?
      Agora vamos, para outro cenário: No posto de saúde básico, o médico que tem que orientar e prevenir doenças básicas como Diabetes e Hipertensão. Orienta seus pacientes e prescreve medicações para uso continuo. Na semana, seguinte o paciente retorna para o mesmo posto. Ao ser questionado pelo médico o motivo da retorno precoce: não há os medicamentos básicos prescritos no posto, nem o mesmo possui mínima condição de adquiri-los, inclusive com o programa de farmácia popular (não tem dinheiro nem para comprar alimentos). E aí, o que fazer? Apenas receber o dinheiro no final do mês, quando não atrasa pagamentos, é o mais correto?
      Claro, que como em qualquer profissão, existe bons e maus profissionais, talvez seja esse o motivo de sua crítica. Mas a generalização não reflete o real problema da saúde em nosso país.

  2. A solução pra isso seria que todos os estudantes de universidades publicas ou que tem seus estudos custeados pelo governo através de programas, dediquem os 2 primeiros anos de carreira ao programa mais médicos. Só depois desse trabalho( devidamente remunerados é claro) receberia a liberacao do CRM para atuar em outros locais. Com isso teria médicos sempre. Pode mandar a ideia pra câmara.

    1. Boa.

      Não só para medicina, mas para todos os cursos.

      Quer estudar de graças as custas da população? Terá que retornar os custos em forma de prestação de serviços remunerados quando for em horário integral ou de graça quando for em horário parcial.

  3. Se o cara tiver o mínimo de noção, não ficará numa região que fez opção pelo PT, só se for um igual a eles. Por isso que é a região mais miserável do país.

    1. Lamentável como tem pessoas que pensam como você Rubens.

    2. Vai estudar, bicho do mato, imbecil. Tú deve ser um "tanga rubra".

    3. Rubens, você ainda está aqui? Largue tudo é vá para o Rio ou Brasília, creio você não fará falta ao Nordeste.

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Polícia

Criminosos destroem torre de transmissão e atacam concessionária no 11º dia de onda de violência

Criminosos derrubaram uma torre de transmissão de energia e explodiram uma bomba em uma concessionária de veículos no 11º dia seguido da onda de violência no Ceará. A ação contra a torre ocorreu na madrugada deste sábado (12), em Maracanaú, na Grande Fortaleza, e deixou bairros da região sem energia. Já o ataque à concessionária foi registrado nesta manhã, na capital.

A onda de violência no estado chegou ao 11º dia seguido com 194 ataques confirmados em 43 municípios. O Ministério da Justiça confirmou que, desde o início da sequência de crimes, 35 membros de facções criminosas foram transferidos para presídios federais.

De acordo com a Polícia Militar, nesta madrugada, parte da base de uma torre de transmissão no município de Maracanaú foi explodida e o equipamento caiu. Fios de energia ficaram espalhados na via próxima ao local, que está isolado por equipes policiais.

Por conta do ataque, foram registradas queda e oscilação de energia em bairros de Fortaleza e cidades da Região Metropolitana como Cascavel, Eusébio, Maranguape, Itaitinga e Maracanaú. Policiais contam com apoio de um helicóptero na busca dos suspeitos e para prevenir novos ataques.

Em Fortaleza, criminosos provocaram uma explosão em uma concessionária na manhã deste sábado. Segundo informações da polícia, o ataque aconteceu por volta das 5h e atingiu parte da estrutura do estabelecimento, além de veículos que estavam no local. Não há registro de feridos. Os suspeitos fugiram e estão sendo procurados.

G1

Opinião dos leitores

  1. Bruno deixe de falar besteira, esses crimes organizados foram exportados do RJ e SP, depois que construíram esse presídio federal no RN, e mandaram o que não presta de bandidos para esse presídio começaram esses ataques em todo o nordeste.

  2. Isso vale pra esse nordeste, de babacas, vão votar em petralhas, eles são mentirosos e caras de pau, melhor exemplo é o Ceará e o RN. Pior, que foram avisados.

    1. Bom dia! Babaca são voces Bruno, colocam toda culpa no Nordeste. Muitos descendente da nossa terra . Se trata doente!!!

    2. O seu infeliz comentário é desprezível, radical e cheio de ódio. Nada justifica rotular o povo nordestino de "babaca", independente de suas escolhas políticas. Lembre-se dos mais humildes, daqueles que carecem de instrução política. Seguramente, o comunismo não é o melhor para o nosso país. Opiniões como a sua só alarga o conceito de "babaca" ao qual o povo nordestino não pertence, certamente. Observe a imundície do comunismo e, talvez, você encontrará a resposta para muitas incógnitas porque, penso eu, você não é nenhum "babaca".

    3. Tudo de ruim é culpa do pt,deve ser assim que certas pessoas pensam

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Economia

Banco do Brasil fará proposta para utilização dos royalties antecipados para o RN

O Banco do Brasil deverá apresentar na próxima semana uma proposta para a utilização dos recursos provenientes da antecipação de royalties do petróleto, referentes a 2019, pelo Governo do Estado. Segundo informações do Governo, a governadora Fátima Bezerra se reuniu na tarde desta sexta-feira (11) com a diretoria do Banco do Brasil para tratar da operação de antecipação dos royalties do petróleo, referentes a 2019, buscando a regularização das finanças do Estado.

A governadora apresentou o pedido do governo ao gerente executivo, Emmanoel Rondon, e ao superintendente executivo, Euler Mathias. O Banco do Brasil vai analisar e apresentar uma proposta na semana que vem. Segundo o chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado, Raimundo Alves, em entrevista à TRIBUNA DO NORTE, o obstáculo para a operação é a dívida do Estado com o banco, de cerca de R$ 110 milhões, referentes a empréstimos consignados.

Os recursos relativos aos royalties somam R$ 162 milhões e devem ser utilizados para pagar as aposentadorias e pensões atrasadas do Estado, de acordo com informações do secretário Aldemir Freire. Atualmente, há quatro folhas atrasadas para esses servidores: o 13º salário de 2017 e de 2018, novembro de 2018 e dezembro de 2018.

A governadora Fátima Bezerra declarou que está otimista de receber uma resposta positiva do Banco. “Estamos confiantes que teremos uma resposta positiva da diretoria do Banco do Brasil. Vamos analisar a proposta que eles vão oferecer e, se atender aos interesses do Rio Grande do Norte, em breve estaremos com esse crédito disponibilizado”, destacou a governadora.

Segundo o Governo, a chefe do Executivo estadual também abordou com a diretoria do Banco do Brasil a disposição do Governo do Estado em discutir a retomada das operações de créditos consignados, mediante negociação da dívida do Estado. O governo se comprometeu a manter a regularidade dos repasses ao BB e em contrapartida pediu que sejam liberadas novas operações de crédito para os servidores.

Acompanharam a governadora os secretários Aldemir Freire (Planejamento e Finanças), Carlos Eduardo Xavier (Tributação) e o procurador do Estado, Fred Martins.

Discordâncias
O Governo do Estado pretende colocar o dinheiro da antecipação dos royalties no Fundo Previdenciário para utilizar imediatamente, sem capitalizar. Existe uma discussão jurídica sobre créditos provenientes de antecipação de royalties. Pela regulação do Senado Federal, eles podem ser utilizados somente para pagar dívidas com a União ou para a capitalização de fundos de previdência. Segundo o Procurador-Geral do Estado Luís Marinho, a legislação atual do Estado permite o uso que Fátima tem intenção de fazer.

Luís Marinho cita a lei 10.371/18, aprovada em junho do ano passado e que autorizou a atual operação de antecipação de royalties. “Como essa lei está em vigor, uma vez que o dinheiro chega ao fundo previdenciário, a destinação pode ser para pagar a previdência atrasada do Ipern (Instituto de Previdência dos Servidores do Rio Grande do Norte)”, argumentou.

O atual presidente do Ipern, Nereu Linhares, reforçou que os recursos que chegam ao fundo não podem ser capitalizados pelo déficit previdenciário existente no Rio Grande do Norte. Esse déficit chega a R$ 130 milhões por mês hoje. “O Fundo capitalizar hoje é impossível”, enfatizou. “O Estado tem que repassar R$ 130 milhões do Tesouro todo mês para o Ipern para cobrir aposentadoria, não há margem para capitalização”, disse.

O Procurador-Geral do Ministério Público de Contas Thiago Guterres tem entendimento diferente. Segundo ele, o uso da antecipação dos royalties para pagar a previdência do Estado, mesmo que atrasado, é ilegal. “Nesse sentido foram as decisões do TCE e do Judiciário”, afirmou o procurador.

O Governo do Estado ainda pretende antecipar os recursos dos royalties dos próximos três anos, resultando nos quatro anos do governo Fátima com recursos antecipados. A destinação pretendida também vai ser para a previdência estadual.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Olho vivo BB. O Estado é caloteiro não paga a ninguém, desconta o dinheiro do servidor e simplesmente não repassa ao banco e o servidor fica com o nome sujo. Que Estado miserável. Eu não emprestaria nem mesmo 10 reais.

  2. E o bacana que recolhia a grana dos servidores e não repassava para o Banco do Brasil,tudo LEVE, LIVRE E SOLTO. VIVA O BRASIL O PAÍS DA IMPUNIDADE.

    1. O filho de Mourão está bem, já Lula continua preso, BABACA! KKKKKKKKK

    2. Pelo menos ele é funcionário de carreira. Na governo do PT, nomeavam analfabetos funcionais cumoanheirada de sindicatos falidos.

  3. Com a receita atual o estado não consegue pagar os funcionários, e diminuindo a receita pra pagar esse empréstimo? Só louco não entende, agora, petralhas come bola em toda negociação, portanto, olho aberto nessa negociação. O caos está instalado nesse estado com essa equipe sem noção e irresponsável.

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Economia

Dívida reduz transferência para 35 municípios do RN; 27 zeraram

O começo do ano não foi positivo para 35 prefeituras do Rio Grande do Norte, que sofreram retenção de recursos da primeira cota do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que foi repassado na quinta-feira (10), sendo que desses 27 tiveram FPM “zerado”. O primeiro decêndio de 2019 apresentou 305 municípios, em todo o país, com o Fundo de Participação dos Municípios (FPM zerado em decorrência razão de dívidas previdenciárias.

Segundo levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), esse número corresponde a 5,47% das cidades brasileiras começam o ano sem o FPM, índice que vai a 20,95% dos 167 municípios potiguares.

De acordo com a CNM outros 546 prefeituras (quase 10%) tiveram o Fundo parcialmente retido (entre 70 e 99%) pela mesma razão, somando mais de R$ 573 milhões entre zerados e parcialmente retidos.

Em relação ao 167 municípios potiguares, o Tesouro Nacional repassou bruto R$ 97,382 milhões brutos de primeira conta do FPM, mas com o desconto de 20% do Fundeb, 15% para saúde e 1% do Pasep, o repasse líquido ficou em R$ 62,324 milhões.

A maioria dos municípios (96) que têm coeficiente 0.6, receberam cada um R$ 291,46 mil, enquanto 27 municípios de coeficiente 0.8 tiveram repasse de R$ 388,6 milhões. Já os 14 municípios de coeficiente 1.0 receberam cada um R$ 485,76 milhões. Os maiores repasses foram para Natal – R$ 10,51 milhões e Mossoró e Parnamirim – R$ 3 milhões.

O FPM é uma das principais fontes de receita para a maioria dos Municípios Brasileiros, e o primeiro decêndio sofre influência da arrecadação do mês anterior, uma vez que a base de cálculo para o repasse é dos dias 20 a 30 do mês anterior. Esse 1º decêndio, geralmente, é o maior do mês e representa quase a metade do valor esperado para o mês inteiro.

Os Municípios de pequeno porte são os mais atingidos pela retenção, o que é preocupante, uma vez que têm o FPM como principal fonte de receita. Já nesse início de ano, 255 cidades de pequeno porte tiveram o FPM zerado, seguidos de 26 Municípios de médio e de 24 de grande porte na mesma situação.

Já que o primeiro decêndio geralmente representa o maior repasse, as retenções dificultam sobremaneira o cumprimento das competências municipais. A retenção do FPM em razão das dívidas previdenciárias é, ao mesmo tempo, resultado e agravante da crise financeira que assola as administrações locais do país.

Nesse primeiro decêndio de 2019 houve um repasse de mais de R$ 3,1 bilhões líquidos aos Municípios, ou seja, descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Tribuna do Norte

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Política

Filiado ao PT, governador do Ceará elogia governo Bolsonaro e critica governos Lula e Dilma

O governador do Ceará, Camilo Santana, elogiou o governo Jair Bolsonaro e criticou os presidentes anteriores por não agirem para enfrentar efetivamente o problema da insegurança no País. Para Camilo, os governos anteriores, inclusive pertencentes ao seu próprio partido, foram omissos.

Durante a tarde desta sexta-feira (11), o governador ligou para Bolsonaro e agradeceu o apoio dado ao Estado no combate às ações criminosas que já duram 10 dias. Bolsonaro, em contrapartida, disse que o petista iria continuar tendo total apoio do governo federal.

Camilo tem mantido contatos diários com o Ministro da Justiça, Sérgio Moro, para traçar as próximas etapas da operação no Ceará, assim também como tem conversado com o Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva sobre a situação vivida no Estado.

Mais cedo, na manhã desta sexta-feira (11), o governador se manifestou sobre o apoio do presidente em uma rádio em Fortaleza.

“Eu não estou criticando o governo atual não. Muito pelo contrário. Governo tem dado todo o apoio. Eu estou criticando todos os governos que passaram, inclusive do meu partido, que foram omissos nesta área da segurança pública”, reclamou.

Camilo destacou também a atenção que recebe principalmente do atual ministro da Justiça, Sérgio Moro.

“Em primeiro lugar quero aqui registrar todo apoio que tenho tido do Governo Federal. Tenho mantido contato com o ministro Sérgio Moro da Justiça que prontamente me atendeu com a presença da Força Nacional aqui no Ceará e que nos atendeu com a abertura de vagas no Sistema Prisional Federal, para que eu pudesse garantir a transferência. Repito: estou tendo todo apoio e parceria do Governo Federal neste momento no Ceará”, reforçou Camilo.

Diário do Nordeste

Opinião dos leitores

  1. Temos que dar parabéns a Camilo, que siga de exemplo pra Fátima Bezerra, no tocante a humildade!!

  2. Depois que induziu os eleitores ao erro de votar na petralhada, vem pedir arrego. Esquerdopata destruíram Cuba, Venezuela e Nicarágua. Onde eles tocam, viram m****

  3. Nada como uma autocrítica que sirva como lição aprendida. O que falta muito a esse partido em não reconhecer toda a irresponsabilidade de gestões anteriores.

  4. Salvo melhor juízo, mais um tiro do comunismo saiu pela culatra. A real intenção era forçar uma intervenção federal no CE e, com isso, impedir o congresso de votar projetos do governo atual (se há alguma intervenção federal, o congresso não pode deliberar a respeito de matéria constitucional). O comunismo é baixo e sujo demais, ao ponto de fazer uso de sua massa de manobra para prejudicar o país, o nosso povo.

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Economia

Com aposentadoria de capitalização, teto da Previdência pode mudar

Com a divulgação do INPC nesta sexta, o valor do teto das aposentadorias em 2019 deve subir dos atuais R$ 5.645,80 para R$ 5.839,45 —o valor exato será divulgado em portaria na semana que vem.

O teto é o valor máximo que um benefício previdenciário pode atingir e também a parcela máxima sobre a qual é cobrada a alíquota previdenciária do trabalhador (a alíquota do empregador é calculada sobre todo o salário).

Hoje, ele vale só para o setor privado e para servidores de unidades federativas que já criaram a Previdência complementar.

Ainda não há detalhes sobre a reforma da Previdência que será proposta pelo governo Bolsonaro, mas, com base nas sugestões em estudo, é possível que o teto seja mantido como está para quem já está no mercado de trabalho e usado também para os servidores, mas reduzido para futuros trabalhadores.

Essa redução deve acontecer porque o governo pretende criar uma nova Previdência para quem ainda não entrou no mercado de trabalho, com uma parte da aposentadoria no sistema de capitalização.

Nesse sistema, quem ganha acima de determinado valor precisa ter uma conta individual, no qual formará uma poupança compulsória para quando de aposentar.

Além dessa parte de capitalização, a nova Previdência (para futuros trabalhadores) deverá ter também uma renda mínima para todos os que atingirem a idade mínima e uma parte da aposentadoria no sistema atual, de repartição (no qual o valor do benefício é fixo até o final).

A equipe do Ministério da Economia ainda não divulgou detalhes sobre essa nova Previdência, mas projetos enviados ao governo sugerem que essa parte de distribuição tenha teto mais baixo que o atual (de R$ 2.200, num caso, e de R$ 3.952 no outro).

No caso de um futuro trabalhador com salário de R$ 10.000, por exemplo, ao se aposentar ele receberia a renda mínima universal (de R$ 550, numa das propostas, e R$ 668 na outra), uma aposentadoria fixa cujo valor seria a diferença entre a renda mínima e o teto (R$ 1.650 num caso e R$ 3.284 no outro) e complementaria sua renda com a poupança de sua conta individual;

O valor dessa parte complementar vai depender de quanto ele conseguir poupar, de quanto render essa conta e de quanto ele resolver sacar todos os meses.

Folhapress

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Economia

Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo Bolsonaro

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O economista Carlos Geraldo Langoni, que presidiu o Banco Central entre os anos 1980 e 1983, defendeu hoje (11) o “choque liberal” liderado pelo atual ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, só um ajuste fiscal permanente permitirá que a inflação reduzida e os juros baixos não sejam transitórios e sim permanentes.

A avaliação foi apresentada durante a cerimônia de lançamento da coleção História Contada do Banco Central do Brasil, realizada no Rio de Janeiro. A coleção reúne depoimentos de ex-dirigentes da instituição.

De acordo com Langoni, o Banco Central já está na sua fase de maturidade e sua trajetória revela um legado excepcional. “Se essa história contada tivesse hoje seu happy end, seria quase happy, porque nós temos uma inflação abaixo da meta, temos juros historicamente baixos, temos bolsas externas com uma solidez impressionante e capazes de enfrentar as incertezas provocadas pelo Trump e as viagens comerciais e mesmo a normalização monetária dos bancos centrais que é inevitável”, avaliou.

Independência do BC

Segundo o economista, um dos desafios que deve ser enfrentado é consolidar a independência do Banco Central. Há um projeto de lei com esse intuito tramitando no Congresso, que busca fixar mandatos de quatro anos para os diretores de instituição, não coincidentes com o mandato do presidente da República.

“Falta na verdade, na minha opinião, primeiro a independência formal do Banco Central e uma agenda de reformas que vai fazer parte desse choque liberal liderado por esse brilhante economista Paulo Guedes. E falta também um grande esforço de reconstituição fiscal, um ajuste fiscal permanente, sustentável, porque só isso aumenta o poder de manobra do Banco Central, só isso permite que esse momento de inflação baixa e juros baixos não seja apenas transitório e seja permanente”, acrescentou Langoni.

Na abertura do lançamento da coleção, o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn disse que vê com “bons olhos” o novo governo. Ele também avaliou como bem-sucedida a política de combate à inflação adotada pelo Banco Central.

No mesmo evento, o ex-presidente do BC e ex-ministro da Fazenda Pedro Malan disse que os problemas fundamentais que o governo atual terá de enfrentar são de natureza fiscal. “Os grandes desafios residem aqui”, assegurou Malan

A cerimônia também contou com a presença de outros ex-presidentes como Alexandre Tombini, Armínio Fraga, Chico Lopes, Henrique Meirelles, Elmo Camões e Fernando Milliet.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Economia

Bolsa encerra semana em leve queda; dólar é cotado a R$ 3,71

O Ibovespa, principal indicador de desempenho da B3 (Bolsa de Valores), fechou o dia (11) em queda de 0,16%, a 93.658 pontos. Ontem, o indicador havia batido mais um recorde no ano, encerrando o dia em 93.805 pontos, com alta de 0,20%.

As ações mais negociadas no dia foram as da Petrobras e da Vale (com baixa acima de 1%) e da Ambev (com alta de 2,43%).

Já o dólar fechou o dia em leve alta de 0,15%, cotado a R$ 3,7144.

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Esporte

Estreia do Campeonato Potiguar 2019 teve crescimento de 103% do público pagante em relação ao ano anterior

O Campeonato Potiguar de Futebol 2019 teve sua primeira rodada finalizada nesta quinta-feira (10). Nos quatro jogos realizados nos dias 9 e 10 de janeiro, nas cidades de Natal, Assú e Mossoró, a média de público pagante foi de 2.168 torcedores, apontando um crescimento de 103% em comparação com a média do ano anterior, que foi de 1.068 pessoas. O total arrecadado nestes jogos foi de R$ 139.625,00.
A primeira rodada começou na quarta-feira (9). No Frasqueirão, o ABC venceu o Globo FC, por 1 a 0, com público de 3.903 torcedores, gerando uma renda de R$ 54.915,00. No mesmo dia, em Mossoró, o Potiguar derrotou o Palmeira, por 2 a 0, com um público de 841 torcedores, para uma renda R$ 15.740,00. Na quinta (10), o América venceu o Santa Cruz, por 1 a 0, na Arena das Dunas. A partida teve a presença de 3.222 pagantes, convertida em uma renda de R$ 60.900,00. Já em Assú, o Camaleão empatou com o Força e Luz, por 1 a 1, e 707 torcedores estiveram no Estádio Edgarzão, com renda de R$ 8.070,00. A rodada fechou com total de 7.863 espectadores pagantes e renda de R$ 139.625,00.
“Começar o Campeonato Potiguar 2019 com o dobro de torcedores nos estádios, prestigiando seus clubes, é algo muito bom para esse novo momento. A experiência da torcida perto de seu ídolo, de seu clube, com seus amigos, com a família, vai gerar cada vez mais receita para clubes e serviços que podem e são oferecidos nesse contato mais próximo. Espero que esses dados possam consolidar cada vez mais e proporcionar mais arrecadação aos filiados”, afirma o presidente da FNF, José Vanildo.

Opinião dos leitores

  1. Cadê Edmo Sinedino, você não diz que o Campeonato Potiguar é fraquíssimo? Que tudo que a FNF faz está errado? Responda galego.

    1. Kkkķkk. Por isso que dizer que o campeonato é forte?
      FUTEBOL DO RN É UMA PIADA. Não acrescenta nada, pelo contrário engana achando que o time estar preparado para os campeonatos brasileiros.
      Um nortearão seria a solução para os clubes dos Estados pobres como o nosso.

  2. Fica comprovado que, sem a TV mostrando os jogos ao vivo, para os locais de competição, o público tende a prestigiar os jogos pessoalmente.

  3. O sucesso do campeonato vai depender dos clube, da Federação e da torcida, pois precisam ser eliminados os gargalos apresentados nos campeonatos anteriores, tais como: fila para venda de ingresso, policiamento, violência das torcidas, ônibus etc.
    A ausência da transmissão dos jogos fará com que o número de torcedores nos estádios sejam bem maiores.

  4. A matéria tá errada , no frasqueirao o público total foi 3.910 torcedores já incluindo pagantes e não pagantes . No arena das dunas o público total tá correto porque já inclui pagantes e não pagantes.

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Educação

Servidor do MEC fala em ‘erro operacional’ e assume mudança em edital

Um servidor do Ministério da Educação (MEC) assinou nesta quinta-feira, 10, documento em que afirma que as alterações no edital dos livros didáticos de 2020 ocorreram por “erro operacional” da área que coordenada dentro da pasta. Estêvão Perpétuo Martins é coordenador de Habilitação e Registro do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Martins e outros funcionários foram chamados para esclarecer o problema à cúpula do MEC na quinta-feira, 10, um dia após a imprensa noticiar que uma nova versão do edital não exigia obras com referências bibliográficas e deixava de impedir publicidade e erros de revisão e impressão.

O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso ao documento assinado por Martins, em que ele explica que, no dia 26 de dezembro, a Secretaria de Educação Básica do MEC solicitou ao FNDE que fizesse ajustes técnicos ao material digital audiovisual. As mudanças não alterariam itens relativos a diversidade, gênero, publicidade ou temas afeitos, o que ocorreu Segundo o documento, “erro operacional de versionamento” da versão modificada do edital.

Martins alega que as mudanças solicitadas foram feitas em cima de uma versão antiga do edital, datada de agosto e modificada em outubro. O texto anterior era menos exigente em relação às questões de qualidade do material didático e com menos referências aos quilombolas e à defesa da mulher.

As alterações em editais do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) são de responsabilidade da Coordenação de Habilitação e Registros (Coher) do FNDE, à qual compete elaborar editais de convocação para avaliação e seleção de obras, bem como termos de referência para aquisição de livros. Apesar de afirmar ter identificado o erro, o documento argumenta que “não haveria a possibilidade de aprovação de obras que contemplassem violência contra a mulher ou discriminação étnico-racial”.

No documento, o coordenador também declara que o erro não teria impacto, uma vez que o prazo para inscrição das obras teria sido encerrado em 30 de novembro. No entanto, os livros ainda estavam em período de avaliação – o que significa que as mudanças no edital poderiam beneficiar editoras que não cumprissem todos os itens, como obras que estivessem sem referência bibliográfica, por exemplo.

Estadão Conteúdo

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