Política

Getúlio Marques será anunciado secretário de Educação do RN

O ex-dirigente do IFRN Getúlio Marques Ferreira deverá ainda nesta quinta-feira (29) ser anunciado como o secretário de Educação da governo Fátima Bezerra.

Nome muito próximo da governadora eleita, Getúlio tem sido um dos seus auxiliares no Senado Federal.

Getúlio tem formação na antiga ETFERN (eletromecânica) e é engenheiro e mestre em Administração pela UFRN.

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Saúde

RN é referência nacional em projeto de acolhimento no SUS

O projeto AcolheSUS – Qualificação das práticas de cuidado no sistema Único de Saúde (SUS) – no Rio Grande do Norte , foi escolhido pela curadoria do Seminário Nacional como uma das três experiências em destaque do projeto em todo o Brasil. O RN está em destaque junto com as experiências de Minas Gerais e Piauí.

O Seminário Nacional do projeto AcolheSUS acontecerá nos dias 3 e 4 de dezembro, em Brasília. “Apresentaremos banner, vídeo e teremos tempo para apresentar o projeto em plenária”, explica a apoiadora da Política Nacional de Humanização (PNH) e membro da coordenação estadual do projeto, Rejane Guedes Pedroza.

Ela explica que o destaque para o RN se deu pelo caráter participativo e perseverante que permeou todos os passos do projeto no estado. “As ações aconteceram no Hospital Dr. José Pedro Bezerra, conhecido como Hospital Santa Catarina. Aconteceram 6 videoconferências e 6 Oficinas, nas quais os passos do projeto foram se delineando , até a elaboração de uma cartografia de processos (plano de ação) para a qualificação do acolhimento na porta de entrada e na UTI neonatal do referido hospital, que norteará a condução participativa das ações em 2019”. A coordenação local foi conduzida por Virgínia Peixoto, assistente social do Santa Catarina.

Outro efeito do projeto foi a criação do Núcleo de Segurança do Paciente no HJPB e a elaboração participativa de um Guia de Comunicação para facilitar as relações comunicacionais internas e externas, além de várias iniciativas de melhorias contínuas.

“Somos gratos a todos pela participação , apoio e incentivo nos processos de construção e implementação do projeto no Rio Grande do Norte. Nenhum de nós é tão bom, quanto todos nós juntos”, conclui Rejane.

O Projeto AcolheSUS: Qualificação das práticas de cuidado no SUS é coordenado nacionalmente pela Política Nacional de Humanização (PNH).

Opinião dos leitores

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Diversos

Viúva se casa com homem que recebeu coração do ex em MT

Após ficar viúva, a comerciante mato-grossense Leila Griff, 44 anos, concordou em doar os seus órgãos e acabou se casando com o homem que recebeu o coração de seu ex-marido. Antes condenado a seis meses de vida, Celeidino, 59, se recuperou e conquistou o amor de Leila e de seus filhos

(Foto: Acervo pessoal)

“Quando conheci o Ademilson, meu falecido marido, eu ainda estava na escola e tinha só 13 anos. Ele, 15 e, na época, era pratrulheiro mirim (um projeto da prefeitura da nossa cidade para menor aprendiz) e morava com uma tia. Eu só ia à escola e cuidava dos meus irmãos menores, ainda não trabalhava. Me lembro que estudava à tarde e ele era do turno da noite, na mesma escola. Toda dia, ele jogava bola na quadra e na hora do recreio eu corria só para vê-lo. Um belo dia, uma amiga que estudava comigo nos apresentou.

Passamos a nos paquerar. No fim da aula, ele levava os cadernos para mim até perto da minha casa. Não podia me deixar na porta porque o meu pai era bravo! Me recordo com saudade que um simples beijo no rosto já era o suficiente para oficializar o namoro. Isso aconteceu no começo do ano de 1987. No final do mesmo ano, fugi da casa do meu pai, que logo descobriu tudo. Ele me prendia e não queria que eu namorasse, achava que eu era nova demais. Apanhei feito uma condenada e logo fugi de novo. Fui trabalhar como babá e morar na casa dos patrões e, assim, eu e Ademilson continuávamos a nos ver. No ano seguinte, já com 14 anos, tivemos a nossa primeira relação sexual e, cinco meses depois, já estava grávida. Ele foi meu primeiro namorado e eu a dele. Logo nos casamos e tivemos dois filhos — Luana, hoje com 28 anos e Luan, com 27.

Um belo dia, ele saiu do trabalho e foi beber com uns amigos. Lá, se envolveu numa briga boba de bar e pegou um táxi para ir para casa. Atiraram no carro e os tiros o atingiram na cabeça. Na época, tinha apenas 26 anos e eu, 24. Levado para o hospital, foi operado de emergência e achei que tudo ia ficar bem. Mas, depois de três dias na UTI, teve morte encefálica. Na hora que eu recebi a notícia, eu estava só no hospital e mal senti minhas pernas. Foi um tremendo choque! De uma hora para outra, estava viúva, sozinha e com dois filhos para criar, entre 6 e 8 anos.

Nove dias antes da sua morte, Ademilson havia chegado em casa dizendo que havia se cadastrado como doador de órgãos. Lembro como se fosse hoje de dizer: ‘Está louco? Jamais deixaria que tirassem nada de você, nem um pedacinho’. Mas, naquele momento, diante do médico, mudei de ideia. Ele me disse que seus órgãos estavam intactos e que eu poderia mantê-lo vivo dentro de outras pessoas, levando saúde e felicidade para pessoas que precisavam. Só aí decidi assinar o termo de doações dos órgãos do meu marido, a pessoa mais importante da minha vida.

Um ano depois, estava em casa na minha rotina de sempre quando um homem apareceu no portão. Era Celeidino, o cara que havia recebido o coração do meu marido. Pegou nosso endereço no hospital e fez questão de nos agradecer pessoalmente. Contou que já estava sem esperança quando recebeu o transplante. Sofria de cardiomiopatia delatada, ou seja, seu coração cresceu demais e tinha, segundo o médico, àquela altura tinha apenas seis meses de vida e já estava há tempos na fila de espera do transplante.

Celeidino chegou dizendo: ‘Muito prazer! Sou o rapaz que recebeu o coração do seu marido’. Quase caí para trás! Quando me recuperei um pouco do baque, estendi a mão para cumprimenta-lo. Ele me puxou, me abraçou fortemente e disse: ‘Sinta aqui o coração do seu marido bater’. Fiquei tão comovida que as minhas pernas amoleceram e comecei a chorar. Ele entrou, conheceu os meus filhos e, em pouco tempo, estava frequentando nossa casa.

A princípio, fiquei incomodada. Não gostava muito dessa aproximação repentina. Apesar de ter aprovado a doação, não queria ter contato com os receptores. Eles me lembravam da morte do meu marido. Com o tempo, no entanto, fomos nos aproximando e ficamos muito amigos. Ele foi me contando sobre a sua vida.

Soube que ele havia sido casado, mas que não teve filhos. E, com a convivência, acabou adotando os meus. Desde que nos conhecemos, todas as vezes que ele ia ao médico na cidade onde eu morava, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul (ele era de outra cidade, a 300 km de distância), Celê passava lá em casa para ver as crianças, que logo pegaram muito afeição e carinho por ele. Nessa época, para dar conta das despesas da casa e de dois filhos pequenos, eu tinha dois empregos. Durante o dia, era cozinheira e, à noite, trabalhava como garçonete. Para se ter uma ideia, às vezes era o Celedino que passava para levar ou buscar as crianças na escola. E assim, foi se aproximando. Devagar, como quem não quer nada, passou a ir cada vez mais lá em casa, fazer as refeições conosco e foi conquistado toda a família.

Dois anos depois de nos conhecermos, ele abriu uma oficina de pintura de carros e motos na minha cidade. Um dia, fui levá-lo até o portão de casa e, sem que eu esperasse, ele me beijou. Levei um susto! Juro que nunca o havia enxergado com outros olhos que não fosse de um grande amigo. Eu até tinha outros paqueras, nessa época. Mas, como sempre sincero, Celedino confessou que há tempos já estava gostando de mim. No início, resisti. Me sentia um tanto culpada e envergonhada por me envolver com o homem que carregava o coração do meu falecido marido. Parecia até história de novela. Mas, meus filhos fizeram a maior campanha, lideraram a torcida e me pediram que eu ficasse com o ‘novo pai’ deles! Aí, fui me envolvendo e me entreguei.

No dia 19 setembro de 2001, começamos, de fato, a namorar. Três anos após a morte do Ademilson. Um mês depois, já estávamos morando juntos na minha casa, junto com os meus filhos, que também passaram a ser dele. O Celê tem um amor incondicional pelas crianças, e elas por ele!

Com o passar dos anos e com o tempo de convivência, fui notando algumas semelhanças entre os ‘dois maridos’. Ambos eram homens muito generosos, extremamente honestos e o Celê me chama pelo mesmo apelido que o ex me chamava: gata! E tanto um como o outro nunca me chamavam pelo nome, a não ser quando estivessem bravos. Passei a notar coincidências assustadoras entre um e o outro. Eles eram de fazer amigos com muita facilidade e os dois amavam o cantor Raul Seixas. Tanto que a coleção de vinis que o Celedino tinha do Raul era idêntica à do Ademilson. Os dois também eram muito brincalhões com as crianças e tinham a mania de colecionar aquelas figurinhas de álbuns (o pai costumava colar nos álbuns junto com os filhos e o Celeidino fazia o mesmo). Ah, e tem mais. O melhor amigo do Ademilson passou também a ser o melhor amigo do Celeidino, com o mesmo grau de afinidade. Ele se chama Eliezer e se tornaram amigos porque a esposa dele é muito minha amiga e sempre frequentou a minha casa. Os dois também possuem o mesmo trabalho, ambos são pintores automotivos. Então, imagina… Haja assunto sobre carros e afins.

Sei que quando eu decidi assumir publicamente a minha relação com o Celê muita gente fazia alguns comentários maldosos. Muitos achavam estranho, até mesmo pela nossa diferença de idade — ele tem 15 anos a mais que eu. Com tantos rapazes mais jovens, se perguntavam por que eu resolvi me apaixonar justo por ele. Mas, com o passar do tempo, todos passaram a respeitar a nossa decisão.

Sempre fui muito romântica! Sonhava com o marido perfeito, com um príncipe encantado chegando num belo cavalo branco… Aqueles sonhos bem juvenis e até inocentes mesmo. Pois bem, ele chegou perfeito, só que em uma ‘Sahara’ branca, que era a moto ‘envenenada’ que o Celê tinha, na época. O meu coração me fazia acreditar que eu havia superado a morte do meu ex, mas a pessoa do Celeidino é que me fez acreditar na vida novamente. Costumo dizer que o Ademilson foi o primeiro grande amor da minha vida. O Celê é o meu segundo e último grande amor!

Sempre sonhei com alguém que fosse como o Celeidino é. Um bom pai, avô, marido perfeito… O melhor homem do mundo! Acho que eu o amo por causa do seu coração, literalmente. E por causa da pessoa linda que ele é.

Não tivemos filhos porque fiz laqueadura aos 17, quando tive meu segundo bebê. Hoje, já tenho dois netos, que chamam meu marido de avô e também são loucos por ele. Até hoje, quase 20 anos após o falecimento do ex, ainda sonho com ele. Às vezes, me pego pensando nas ironias do destino. O coração do Ademilson se encaixou perfeitamente no peito do Celedino. Muitos dizem que o prazo limite para um transplante é de dez anos. E o coração do Celê continua batendo fortemente e sem nenhum problema já há mais de 18. Dez pessoas tiveram os corações transplantados na mesma época, e ele é o único que está vivo até hoje. Por isso, levantamos a bandeira da doação de órgãos por onde passamos. Queremos que as pessoas estejam cientes da importância desse gestoo de amor e compaixão com o próximo.

Antes, por pura ignorância e falta de informação, eu era totalmente contra a doação de órgãos — atitude que salvou a vida de cinco pessoas, sem contar com a minha e dos meus filhos! Foram doadas duas córneas, dois rins e um coração. Assim, o Ademilson ‘ficou vivendo’ em cinco pessoas. A dor que senti ao enterrar meu marido foi a maior que já senti. Hoje penso que, se a gente optar por ser um doador, além de salvar vidas, ainda conseguimos não deixar que a morte tire tudo de nós.”

Globo, via Marie Claire

 

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Polícia

VÍDEO: Polícia Civil busca informações para identificar suspeitos por roubo em Nova Parnamirim; vítima foi surpreendida durante chegada em casa

A Polícia Civil por meio da Delegacia Especializada em Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (DEPROV) busca informações para identificar três suspeitos por um roubo no bairro de Nova Parnamirim, nesta segunda-feira (26). As investigações apontam que os suspeitos estavam em um veículo tipo Chevrolet Ônix vermelho, quando aproveitaram o momento em que a vítima entrava em sua residência para realizarem a abordagem. Na ação, os criminosos levaram o veículo da vítima, um Ford Ecosport e objetos pessoais.

A Polícia Civil divulga imagens da ação criminosa no intuito de identificar os autores do crime. As informações podem ser repassadas de forma anônima por meio do disque-denúncia 181, ou pelo número da Deprov (84) 98114-9716.

Confira edição de vídeo com as imagens:

https://www.youtube.com/watch?v=nAuUtuSWHxs&feature=youtu.be

Opinião dos leitores

  1. Uma coisa é certa. Sr a vítima tivesse uma arma e soubesse usar, os vagabundos teriam se dado muito mal nessa aí. Mas logo vão ter o que merecem, desgraçados.

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Diversos

Câmara Municipal aprova emenda que garante linhas de ônibus noturnas em Natal

Durante análise do projeto de lei para licitação dos transportes públicos de Natal, a Câmara Municipal de Natal aprovou nessa quarta-feira (28) uma emenda que garante linhas de ônibus noturnas nas quatro regiões administrativas da cidade. O projeto de lei foi apresentado pela Prefeitura de Natal no final de 2017 para realizar a licitação – uma para alterar a Lei Complementar 149/2015, que regulamentou a licitação que foi deserta, porque ninguém concorreu.

O objetivo da Prefeitura com esse projeto é alterar a lei de 2015 e tornar a licitação mais atrativa economicamente e atrair empresas.

 

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Diversos

“A audiência de custódia é o mais atual retrato da bandidolatria”, diz juíza carioca

Reprodução: Twiitter

A Carioca, juíza de direito, Ludmila Lins Grilo, através do microblog Twitter, classificou a finalidade da audiência de custódia, nessa quarta-feira(28), como o mais atual retrato da “bandidolatria”.

“A audiência de custódia é um caríssimo SAC de atendimento ao cliente, onde o preso pode descarregar toda a sua insatisfação com o serviço prestado por quem o prendeu: o policial, que nada poderá dizer na audiência. A audiência de custódia é o mais atual retrato da bandidolatria”, disse.

Em outro post, a juíza também destaca um artigo intitulado “Audiência de Custódia, o símbolo da impunidade, publicada na Gazeta do Povo. Leia aqui

Opinião dos leitores

  1. Uma voz isolada no meio do Judiciário brasileiro, que hoje, em sua imensa maioria, vive totalmente apartado dos anseios e da realidade social. Certamente será admoestada por seus pares, isso se não responder a algum procedimento disciplinar para explicar essa postagem. O Judiciário e o MP, hoje, são quase que inimigos da sociedade trabalhadora, visando somente conseguir mais recursos financeiros e vantagens, muitas delas, imorais, em detrimento dos contribuintes, que literalmente, "se lascam" para bancar esse fausto banquete.

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Educação

CEI Mirassol e Zona Sul estão com inscrições abertas no processo de adaptação para o ano letivo de 2019

Estão abertas as inscrições no processo de Adaptação para os alunos novatos que desejam estudar nas unidades do CEI Mirassol e Zona Sul durante o ano letivo de 2019. Ele é destinado aos novos estudantes da Educação Infantil e Ensino Fundamental I (2º ao 5º ano). No CEI Mirassol, as inscrições devem ser realizadas pelos responsáveis, na secretária da unidade, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. Nessa unidade, o processo de Adaptação acontecerá das 14h às 17h, de 04 a 06 de dezembro e as reuniões com os pais dos alunos inscritos acontecerão no dia 3 de dezembro (15h para a Educação Infantil e 16h para o Ensino Fundamental I).

Já quem deseja matricular a criança na unidade do CEI Zona Sul, também deve se dirigir à secretaria da escola em Nova Parnamirim, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. Aqui a Adaptação será realizada de 11 a 13/12, das 14h às 17h, com as reuniões da equipe pedagógica e os responsáveis acontecendo no dia 10/12 (15h para a educação infantil e 16h para o Ensino Fundamental I).

Esse processo tem por objetivo proporcionar aos futuros alunos do CEI Mirassol e Zona Sul e seus familiares a oportunidade de conhecerem o espaço físico da escola, os recursos à disposição do estudante, os princípios pedagógicos, a metodologia e as normas organizacionais da instituição. Cada criança inscrita no processo de Adaptação tem direito a levar mais um amigo ou parente (que se encaixe nos requisitos da proposta) para participar dos três dias de atividades. No ato da inscrição, deverá ser entregue 01 (uma) foto 3×4 do aluno e a cópia do boletim escolar referente às últimas avaliações de 2018 (este último item somente para o Ensino Fundamental).

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Saúde

Fazer sauna reduz risco de enfarto, diz estudo

Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo

Fazer sauna regularmente pode ser uma forma de reduzir o riscos de infarto, de acordo com um novo estudo internacional que acompanhou por 15 anos pessoas que faziam sessões, com diferentes frequências. Os resultados mostraram que, entre aqueles que faziam de quatro a sete sessões por semana, há 61% menos chances de sofrer um infarto do que aqueles que faziam apenas uma sessão por semana. O estudo, publicado no periódico “Neurology” e realizado por cientistas nas universidades de Bristol, Leicester, Emory, Cambridge, Innsbruck e do Leste da Finlândia, foi o primeiro a tratar do tema com análises realizadas a longo prazo.

De acordo com os resultados, os menores riscos de infarto relacionados a fazer sauna foram descobertos a partir de 1628 homens e mulheres entre 53 e 74 anos que vivem no Leste da Finlândia e se dispuseram a fazer parte do estudo. Com a sauna como uma prática tradicional finlandesa, os participantes foram divididos em três grupos com diferentes níveis de frequência por semana: aqueles que faziam sauna uma única vez, os que faziam de duas a três vezes e aqueles que faziam de quatro a sete vezes.

A diminuição no caso de infartos relacionada ao costume de fazer saunas se liga à redução da pressão arterial, estímulo do sistema imunológico, melhora do sistema nervoso autônomo, além de mais eficácia nas funções cardiovasculares.

Comparado com os participantes que faziam apenas uma única sessão de sauna (do primeiro grupo), aqueles que faziam de duas a três (segundo grupo), tinham 14% menos chances de ter um infarto. Os dados foram verificados com semelhança em ambos os sexos, mesmo com todos os fatores de risco normalmente associados ao enfarto, como massa corporal, diabetes, idade, consumo de álcool, entre outros.

De acordo com Setor Kunutsor, um dos pesquisadores à frente do estudo na Bristol Medical School, “os resultados são significativos e destacam os benefícios de se fazer sauna”. O mesmo grupo de cientistas responsável pela pesquisa também descobriu recentemente que sessões de sauna têm efeitos na rigidez da parede arterial, influenciando a pressão arterial e os parâmetros da função cardíaca.

O Globo

Opinião dos leitores

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Diversos

CCR faz acordo e cita doação via caixa dois para Alckmin e Serra

A CCR, que atua no mercado de concessões de estradas, metrôs e aeroportos, e o Ministério Público de São Paulo vão anunciar o fechamento de um acordo nesta quinta (29) , no qual a empresa relata ter doado R$ 44 milhões para o caixa dois de políticos de São Paulo, em valores corrigidos.

Praça de pedágio da concessionária CCR Nova Dutra, entre as cidade de São José dos Campos e São Paulo – Lucas Lacaz Ruiz/Folhapress

Os nomes dos políticos estão sendo mantidos sob sigilo, mas a Folha apurou que fazem parte do grupo o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), o senador José Serra (PSDB-SP) e o ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD) –futuro chefe da Casa Civil do governador João Doria (PSDB).

Por ser concessionária de serviço público, a CCR é proibida por lei de fazer doações a partidos.

Para se livrar de processos que teria de responder, a empresa pagará uma multa de R$ 81,5 milhões para o governo paulista e destinará R$ 17 milhões para a construção da biblioteca da Faculdade de Direito da USP.

A Folha revelou em maio que a CCR negociava um acordo no qual citaria Alckmin como um dos beneficiários de recursos de caixa dois da concessionária. O montante, de R$ 5 milhões, foi entregue, segundo a empresa, a um cunhado de Alckmin, Adhemar Ribeiro. A Odebrecht também citou o cunhado como operador de recursos ilícitos para campanhas do tucano.

O valor destinado a Serra teria sido intermediado pelo empresário Marcio Fortes, também citado pela Odebrecht como operador do tucano.

Alckmin, Kassab e Marta já negaram que tenha recebido recursos ilícitos na sua campanha.

A doação via caixa dois visava conquistar a simpatia dos políticos para os pleitos da CCR junto ao governo, segundo declarações de executivos da CCR feita ao promotor José Carlos Blat, que negociou o acordo.

Nenhum dos executivos falou em contrapartida do governo para as doações, o que poderia caracterizar corrupção, um crime muito mais grave do que o caixa dois.

Se a Promotoria encontrar provas de que houve corrupção, o acordo será desfeito.

A CCR começou a negociar o acordo em maio deste ano, depois de operador financeiro Adir Assad ter contado em acordo de delação que havia gerado R$ 46 milhões para o caixa dois da empresa.

Preso pela Operação Lava Jato em 2016, Assad disse que fornecia recursos para o caixa dois da CCR simulando a prestação de serviços ou por meio de contrato de patrocínio de uma equipe de corrida que ele mantinha, na categoria stock car. Em alguns casos, havia de fato prestação de serviços. Assad disse ter intermediado um contrato de merchandising da concessionária com a Rede Globo.

No acordo que assinou com procuradores da Lava Jato, Assad afirmou que tinha uma relação de amizade com o ex-presidente da CCR, Renato do Valle, e com um ex-executivo do grupo, José Roberto Meirelles. A prática de caixa dois ocorreu quando Valle ocupava a presidência da companhia.

Segundo Assad, foi o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, que o apresentou a Renato do Valle.

Tanto Valle como Meirelles foram demitidos por conta da revelação do caixa dois e da relação que mantinham com Paulo Preto.

A CCR fez o acordo para evitar ter mais problemas no futuro, com repercussões no valor das ações negociadas na B3, a Bolsa paulista. Em fevereiro deste ano, quando o acordo de delação de Adir Assad se tornou público, as ações despencaram 10,1% e o valor da empresa caiu R$ 4,62 bilhões.

Foi para evitar que a sangria continuasse que a CCR criou um comitê independente para investigar o destino do dinheiro do caixa dois, formado, entre outros, pelo ex-ministro do Supremo Carlos Veloso. Um escritório de advocacia brasileiro e outro americano foram contratados para acompanhar a apuração. Inicialmente, a CCR estimava que o valor do caixa dois destinado aos políticos era de R$ 17 milhões. Posteriormente, chegou ao valor de R$ 30 milhões que, corrigidos, chegam aos R$ 44 milhões que constam do trato.

Os advogados que negociaram o acordo, Sebastião Tojal, Celso Vilardi e Roberto Telhada, não quiseram se pronunciar.

A Folha ainda não conseguiu contato ainda com Alckmin, Serra e Kassab.

A CCR ainda não se pronunciou sobre o acordo que será assinado na tarde desta quinta (29).

Folha de São Paulo

 

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Diversos

Vencedora de leilão para comprar campos de petróleo no RN tem registro de Microempresa e autoridades demonstram desconfiança

A 3R Petroleum venceu o leilão de US$ 453,1 milhões (equivalente a R$ 1,7 bilhão) para operar 100% de 32 campos de petróleo e 50% de outros dois no Rio Grande do Norte.

Até aí nada de ilegal no processo, mas existem alguns pontos que provocam estranheza. Como pode uma empresa com faturamento anual de R$ 360 mil desembolsar R$ 1,7 bilhão para comprar estes ativos?

O assunto foi levantado pelo futuro senador Jean Paul Prates, especialista na área energética, e pelo secretário-geral do Sindicato dos Petroleiros (SINDPETR) Pedro Lúcio.

O blogueiro Bruno Barreto explica em post em destaque nesta quinta-feira(29). Clique aqui

Opinião dos leitores

  1. O Estado do Rio Grande do Norte não vai ganhar nada sobre essa operação de venda dentro do seu território?

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Diversos

Empresas chinesas pagaram 772 milhões de reais em subornos para obter contratos na Venezuela

O ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez com seu então homólogo chinês, no Grande Palácio do Povo em Pequim, em abril de 2009. EFE

O chamado Grande Volume, um megacontrato de 20 bilhões de dólares (77,2 bilhões de reais) selado em 2010 entre a Venezuela e a China, se tornou um ninho de corrupção. A construção de infraestrutura de energia no país sul-americano ocultou um negócio fabuloso de comissões ilegais. Uma investigação da Justiça de Andorra revelou que o empresário venezuelano do ramo de seguros Diego Salazar e seus colaboradores receberam 200 milhões de dólares (772 milhões de reais) de cinco empresas chinesas. A rede de Salazar escondeu seu saque na Banca Privada d’Andorra (BPA), um banco que foi fechado em 2015 pelas autoridades do pequeno principado dos Pirineus por lavagem de dinheiro. A China concedeu um empréstimo à Venezuela por intermédio do Banco de Desenvolvimento da China (BDC) e contribuiu com dois terços dos recursos. O Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (Bandes) estava encarregado de administrar os fundos. Um grande plano para modernizar a Venezuela. E uma oportunidade suculenta para sujeitos como Salazar.

Mas Salazar não era um empreendedor a mais. O executivo da área de seguros é primo de Rafael Ramírez, que foi ministro de Energia e Petróleo do país de 2004 a 2012 e presidiu a PDVSA, a maior empresa pública venezuelana. E a juíza Canòlic Mingorance, de Andorra, acaba de revelar que Salazar contatou as empresas chinesas para facilitar as concessões em troca de comissões ilegais. Para isso ele recorreu ao primeiro secretário da embaixada venezuelana em Pequim, Luis Enrique Tenorio. E para esconder seus ganhos, Tenorio criou uma empresa panamenha, a Phomphien Corporation, e abriu uma conta na BPA de Andorra. Salazar foi detido há um ano e está preso em Caracas.

O circuito Venezuela-China-Andorra funcionou perfeitamente. A Highland Assets, a empresa por trás da qual Salazar se ocultava e também um colaborado dele, assinou um acordo com a empresa chinesa CAMC Engenharia pelo qual a assessorava na obtenção de contratos milionários licitados pelo Ministério do Petróleo e Energia, especialmente da PDVSA e da CORPOELEC, no âmbito do conjunto de obras oferecidas no Grande Volume.

O contrato era confidencial até cair nas mãos da juíza Mingorance. A magistrada usou o texto para sustentar parte de sua acusação e processar Salazar por lavagem de dinheiro. O documento afirmava que, se os chineses recebessem obras no valor de 200 milhões de dólares, a Highland Assets receberia 10% líquido do volume de negócios da Camc Engineering. “Este é um contrato de resultados totalmente anormal no setor de consultoria, já que o evento que gera a contraprestação não é a preparação de relatórios ou a assessoria, mas a concessão”, diz uma decisão recente da juíza de Andorra.

Depois de assinar o acordo, a empresa chinesa começou a receber contratos. O primeiro foi o da construção da usina de geração de energia elétrica de El Vigía, licitada pela empresa pública venezuelana de eletricidade Corpoelec. E a conta andorrana de Salazar com a sociedade panamenha Highland Assets recebeu o primeiro pagamento de 36 milhões de dólares como “assessoria integralpara a execução do projeto de construção da usina termoelétrica de El Vigia”.

Para cada obra concedida, um novo pagamento entrava na conta andorrana. Um milhão de dólares para o projeto do delta do Orinoco; 400.000 dólares para o de rio Guarico; 600.000 e um milhão de dólares pelo do rio Orinoco; três milhões para os projetos de Fábrica, Tiznado, Piritu Becerrra, Delta Orinoco e Guarico. Entre 2011 e 2012, o fluxo de milhões não parou. E somou 106 milhões de dólares.

Ao mesmo tempo em que as 11 contas de Salazar em Andorra engordavam com cifras milionárias, a partir delas começaram a jorrar os subornos para altas autoridades venezuelanas. Tudo ante os olhos dos diretores da BPA. Os executivos do banco andorrano não fizeram perguntas sobre a atividade suculenta do empresário venezuelano, a quem ajudaram a construir a rede de empresas panamenhas.

O negócio do Grande Volume foi dividido entre várias empresas chinesas com as quais Salazar e seu colaborador Luis Mariano Rodríguez assinaram contratos similares. A China Machinery Engineering Corporation (CMEC) ficou com a construção da estação elétrica de emergência no Estado de Zulia e recompensou Salazar com um pagamento de 55 milhões de dólares. Rodríguez recebeu 9,5 milhões de dólares. O dinheiro foi para a conta andorrana da empresa holandesa Investments and Consulting.

A empresa Sinohydro Corp. Ltd selou com a PDVSA, por 315 milhões, a construção da central de La Cabrera. Cinco dias antes, a empresa panamenha de Salazar havia assinado um contrato com Francisco Jiménez Villaroel, gerente do escritório da PDVSA na China, para ajudar as empresas asiáticas a entrarem no mercado venezuelano. A juíza enfatiza que Jiménez não possuía na época nenhuma estrutura para fornecer esses supostos serviços. A empresa chinesa não demorou para transferir 50 milhões de dólares para a conta de Salazar. Eudomario Carruyo, então diretor financeiro da PDVSA, recebeu em sua conta do BPA o valor de 7 milhões de dólares.

O volume de pagamentos milionários do Grande Volume não parou. Novas comissões para La Cabrera, para o Projeto Agrícola Integral Pajuey e Santo Domingo Llano Alto. E novas empresas chinesas que encheram com milhões as contas andorranas de Salazar e seus colaboradores. Como a empresa de fabricação de ônibus Yutong Hongkong Ltd., que transferiu 11 milhões de dólares, e a petroleira Shandong Kerui Petroleum, que lhe enviou 17 milhões de dólares.

Salazar prestou declarações em 2015 em Andorra perante a juíza que descobriu agora os seus segredos mais ocultos. Afirmou que eram as autoridades chinesas que tinham “o poder de decidir quais empresas fariam os projetos”. Seus argumentos não o impediram de ser processado em setembro com mais 27 pessoas acusadas de saquear 2,3 bilhões de dólares da PDVSA, a joia da coroa da Venezuela. Entre os réus estão Nervis Villalobos e Javier Alvarado, ex-ministros de energia de Hugo Chávez.

PAGAMENTOS MILIONÁRIOS A EXECUTIVOS DA PETROLEIRA ESTATAL VENEZUELANA
J. M. I. / J. G.

A investigação da juíza andorrana Canòlic Mingorance revelou pagamentos suspeitos recebidos por alguns dos principais responsáveis pela empresa pública Petróleos de Venezuela SA (PDVSA) e suas filiais. Este é o caso de Ramon Arias Lanz, ex-presidente da PDVSA Engenharia e Construção, que tinha uma conta na Banca Privada d’Andorra (BPA) em nome da empresa de fachada White Snake Properties.

Entre 2011 e 2012, a conta Arias se nutriu com três transferências. Uma de 300.000 dólares e duas de cinco milhões de dólares cada. Todas procederam da conta da empresa High Advisory and Consulting Ltd,, de Luis Mariano Rodríguez, diretor financeiro de Diego Salazar e para os investigadores seu provável testa de ferro.

El País

 

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Denúncia

FOTOS: Leitor denuncia pneus acumulados em praça na Zona Sul de Natal e risco de dengue

Fotos: cedidas

Um leitor do Blog, de identidade preservada, alerta para um amontoado de pneus na praça Joaquim Eufrásio, no conjunto Pirangi, em frente ao Serrambi I, na Zona Sul de Natal. Denunciante pede providências temendo a chegada dos verão e chuvas em um período que normalmente aumentam os índices de dengue.

Opinião dos leitores

  1. A área referida pelo leitor João fica exatamente a 600 metros de um pelotão de policia ambiental.
    Rua Pio Cavalcanti com Rua da Torre. Imenso lixão a céu aberto. Até animais mortos são descartados lá. Cadê a Urbana, Idema e etc que não vê isso?
    A área é de recarga do aquífero e todos os poluente se infiltram no solo.

  2. Isso nao é nada.. no proprio parque das dunas tem um campo de entulho com pneu em area limite de protecao, proximo ao IDEMA. O carroceiro joga o lixo e pneus (deve ser 10 reais o serviço) e a prefeitura uma vez por semana pega pra levar pra outro lugar (uns 5000,00 reais ou mais cada vez, talvez..). quem paga o carroceiro se acha inteligente, espalha dengue e doenças respiratorias pelas queimadas e poeira.. e os bestas que pagam impostos é quem bancam esse tipo inteligência da prefeitura…. Como carroceiro ja nao tem dinheiro pra levar uma multa… a prefeitura da uma ajudazinha "social".. parece piada. Dinheiro publico bancando programas sociais de distribuicao de doencas e danos ambientais.

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Polícia

Pezão é o quarto governador do Rio de Janeiro preso, o primeiro durante mandato

Luiz Fernando Pezão (MDB) é o quarto governador do Rio de Janeiro preso nos últimos anos, e o primeiro detido durante o exercício do cargo na história recente do Rio. Antes dele, foram presos Sérgio Cabral, Rosinha Garotinho e Anthony Garotinho —Cabral em decorrência de investigações da Lava Jato e o casal Garotinho por investigações da Justiça Eleitoral.

O governador do estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, no Palácio Guanabara. – Zô Guimarães – 24.jul.2018/Folhapress

Desde 1999, quando Garotinho assumiu mandato como governador, apenas Benedita da Silva (PT) pisou no Palácio das Laranjeiras sem, posteriormente, pisar em alguma carceragem (vice de Garotinho, ela assumiu o cargo em 2002, quando ele renunciou para se candidatar à Presidência).

Antes de 1999 e após a redemocratização (1985), o Rio de Janeiro foi governado por Leonel Brizola (morto em 2004), Moreira Franco (investigado pela Lava Jato) e Marcello Alencar (morto em 2014). Nilo Batista, vice de Brizola, também chegou a assumir o governo por oito meses; hoje se dedica ao trabalho acadêmico.

Entre todos aqueles que foram eleitos como governador do Rio de Janeiro e que ainda estão vivos, apenas Moreira Franco não foi preso —contudo, ele é investigado pela Operação Lava Jato.

Pezão foi preso preventivamente na quinta-feira (29) no Palácio das Laranjeiras pela Polícia Federal. O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, munido da delação de Carlos Miranda, ex-operador financeiro de subornos de Sérgio Cabral, acusa Pezão de se beneficiar de esquema pelo qual teria recebido vantagens ilícitas, mesmo após a prisão de Sérgio Cabral.

Outro governador preso durante o exercício do cargo foi José Roberto Arruda (DEM), do Distrito Federal, em fevereiro de 2010. No entanto, ele não foi retirado da sede do governo pela polícia; entregou-se espontaneamente à PF.

A prisão de Arruda se deveu à acusação de ter participado de esquema de propina na obra do estádio Mané Garrincha. Em março de 2010, teve seu mandato como governador cassado. Segue detido, após duas condenações.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Rio de janeiro terra de são sebastião,
    Em cada canto, um canteiro.
    Em cada esquina, um ladrão…

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Polícia

Morre em confronto no interior do RN suspeito de assassinar cabo da PM e dois empresários

O portal G1-RN destaca nesta quinta-feira(29). Morreu na noite dessa quarta-feira (28), durante uma troca de tiros com policiais militares do Grupo Tático Operacional (GTO) de Caraúbas, na região Oeste potiguar, Vantuir Lima, de 25 anos. Ele era um dos suspeitos de participar da morte do cabo da PM Ildônio José da Silva – crime ocorrido durante um assalto a um ônibus de estudantes em agosto – e ainda dos assassinatos dos empresários Robério Gurgel e Paulo Itácio Câmara, mortos nos primeiros meses do ano, também em Caraúbas. Veja reportagem com todos os detalhes aqui

Segundo a reportagem, Vantuir trocou tiros com a PM durante um cerco a uma residência após uma denúncia anônima de que na casa havia um homem procurado pela Justiça. Com a chegada dos policiais, o suspeito reagiu e atirou. No revide, ele acabou atingido. A PM conta que Vantuir ainda foi socorrido ao hospital, mas não resistiu.

Opinião dos leitores

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Diversos

Taxa de desemprego cai para 11,7% em outrubro, diz IBGE

A taxa de desocupação fechou o trimestre móvel no mês de outubro em 11,7%, caindo 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (maio/julho), quando a taxa foi 12,3% – confirmando que o desemprego continua em queda no país.

Ainda assim, o país fechou o trimestre móvel encerrado em outubro com uma população de 12,4 milhões de pessoas desempregadas, número que, no entanto, registra 4% inferior ao do trimestre encerrado em julho – menos 517 mil pessoas sem emprego.

As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa nacional por amostra de domicílio – Pnad Contínua. Em relação ao mesmo trimestre móvel de igual período do ano passado, quando a taxa de desemprego estava em 12,2%, com queda de -0,5 ponto percentual.

Os dados do IBGE indicam que a população ocupada no final de outubro chegava a 92,9 milhões, um aumento de 1,4% (mais 1,2 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de maio a julho deste ano; e mais 1,5% (1,4 milhão de pessoas) na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2017.

Segundo a pesquisa, as 12,4 milhões de pessoas que integravam a população desocupada no trimestre móvel encerrado em outubro representava uma queda de 4,0% (menos 517 mil pessoas) frente ao trimestre de maio a julho de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve redução de -3,1% (menos 389 mil pessoas).

Agência Brasil

 

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Diversos

URGENTE E NECESSÁRIO: Prefeitura do Natal assina contrato de poda e supressão de árvores nas vias públicas, parques, praças e demais áreas verdes do município

A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), assinou nesta quarta-feira (28), o contrato com a empresa que irá prestar os serviços de poda e supressão de árvores nas vias públicas, parques, praças e demais áreas verdes do município.

O contrato foi assinado pelo titular da Semsur, Jonny Costa, na sede da secretaria, em Cidade Alta. A escolha da empresa se deu por meio de processo licitatório e a previsão é de que ela comece a operar na cidade em até 30 dias.

O manejo arbóreo da cidade do Natal será realizado pela Engemaia & Cia Ltda, ao valor global de R$ 3.664.854,90. Dentro deste montante estão incluídos os serviços de poda, supressão vegetal, tratamento fitossanitário, compostagem para aproveitamento do material orgânico, limpeza de coqueiros e ultrassonografia. O prazo de vigência do contrato é de um ano, podendo ser prorrogado.

O novo sistema de poda da cidade do Natal terá como base a preservação e o cuidado no manejo arbóreo. De acordo com o secretário Jonny Costa, o município firmou uma parceria com uma empresa referência nos serviços continuados de engenharia agronômica, ao mesmo tempo que se consolida como uma cidade preocupada com as questões ambientais.

“Natal terá um salto de qualidade. O novo processo irá garantir a excelência e inserir a cidade no contexto das capitais brasileiras que estão preocupadas com o manejo da poda”, destacou.

Uma vez celebrado o contrato, a empresa começará a operar em até 30 dias. A Semsur, através do Departamento de Paisagismo, elaborou um plano de trabalho para atender as solicitações reprimidas e futuras. A princípio, os serviços serão realizados atendendo prioritariamente as demandas da Defesa Civil, além dos corredores urbanos.

Opinião dos leitores

  1. Tem que fazer a poda de uma árvore em frente ao IFRN no canteiro central da salgado filho, está prestes a cair um enorme galho

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