O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a Polícia Federal (PF) poderá investigar a disseminação do boato a respeito de um suposto cancelamento do Enem. Para que a PF entre no caso, basta que haja a apresentação de uma denúncia. “Se houver a reclamação, sim [a PF investigará]. Não podemos fazer a reclamação de ofício. É preciso que aquele que se sentir atingido, faça a solicitação à polícia ou à Justiça e aí as providências serão tomadas”.
De acordo com o ministro, não há anonimato em redes sociais. “Não cometam irresponsabilidades em rede social. Porque se cometer e isso for um crime, não tenha dúvida que vamos achar quem cometeu isso. Não há impunidade”.
Segundo nota divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), circula nas redes sociais uma imagem falsa, simulando uma notícia do G1, informando que as provas do Enem 2018 foram canceladas após suspeitas de fraudes nas regiões Norte e Nordeste. O instituto já desmentiu o boato.
Balanço preliminar
O ministro da Segurança Pública conversou com a imprensa após reunir-se com o presidente Michel Temer, o ministro da Educação, Rossieli Soares; e a presidente do Inep, Maria Inês Fini. Segundo Jungmann, não foram registrados problemas na realização do exame até a divulgação do balanço, por volta das 14h30. “Alguns lugares com falta de energia e problemas de água, em decorrência da chuva. Em todo o país, o Enem transcorre com a mais absoluta tranquilidade e segurança e espero que assim seja”.
As provas estão sendo realizadas em 10.718 locais de aplicação, em 1725 municípios.
Temer falou rapidamente com a imprensa após a reunião e parabenizou os organizadores pelo tema da redação. “Até o momento em que se deu o início dos trabalhos absolutamente nenhuma falha. Cumprimentei os organizadores pelo título da prova [redação]. Trata das notícias falsas, é um tema atualíssimo”, disse Temer. O tema da redação deste ano é “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”.
O juiz Sérgio Moro vai levar para o Ministério da Justiça integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato. O magistrado já avalia nomes ligados à Polícia Federal, que voltará a ficar sob o comando da pasta, e à Receita Federal. Para colocar em prática a promessa de uma “agenda anticorrupção e anticrime”, Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década. Serão R$ 4,798 bilhões em 2019, 47% a mais do que a dotação autorizada para este ano. Ao mesmo tempo, herdará um déficit de pessoal em órgãos como a Polícia Rodoviária Federal.
Na quinta-feira passada (1), o magistrado aceitou o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para integrar o futuro governo. Antes da oficialização do seu nome, Moro e Bolsonaro conversaram na sala da casa do deputado na Barra da Tijuca, no Rio.
Por meia hora, a discussão teve a participação do economista Paulo Guedes, que vai comandar o novo Ministério da Economia. Depois, por 40 minutos, Bolsonaro e Moro ficaram sozinhos discutindo pontos prioritários do governo. Após o encontro, em coletiva, Bolsonaro disse que eles estavam alinhados: “Chegamos a um acordo de 100% em tudo”.
PTralhas acorda irá apertar mais ainda !!!!
Quem achou que o juiz SÉRGIO MORO iria largar a lava-jato se ferrou ,pelo contrário ,irá colocar mais vagabundo ladrao corruptos na cadeia ,os PTralhas choram
A demanda acentuada de turistas para Mossoró levou a companhia Azul Linhas Aéreas a aumentar a frequência de quatro para seis voos semanais operando no Aeroporto Dix-Sept Rosado. A partir deste domingo (4), o turista terá a opção de embarcar em todos os dias da semana, com exceção do sábado.
“A liberação do Aeroporto de Mossoró foi uma das metas de campanha do governador Robinson Faria e um desafio ao então secretário estadual de turismo Ruy Gaspar. Foram anos de trabalho para vencer burocracias, angariar recursos e parcerias para este que reputo uma das ações voltadas ao turismo mais importantes das últimas décadas para o interior do Estado”, declarou o atual titular do Turismo, Manuel Gaspar.
Com a ampliação do número de voos, a expectativa do presidente do Aeroclube de Mossoró, Diomar Freitas, é de que os atuais 2.240 passageiros mensais ultrapassem os 3.000 turistas trafegando pela malha aérea entre Recife e Mossoró.
Além do aumento de voos, a Azul também tem colaborado com o Governo do Estado na divulgação do destino Mossoró em 12 cidades brasileiras com a campanha Tudo Começa Azul, inspirada no slogan Tudo Começa Aqui, adotado pela secretaria estadual de Turismo e Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur) para divulgar os destinos potiguares.
Saiba mais
O Aeroporto Dix-Sept Rosado operou seu primeiro voo no último mês de junho, após sete anos parado. A liberação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para receber voos comerciais se deu ainda em março deste ano. Além dos destraves burocráticos, visitas do próprio governador à Anac, em Brasília para pedir agilidade no processo, o Governo do Estado investiu R$ 2 milhões em equipamentos e itens relacionados à engenharia, segurança e iluminação.
Além disso, ainda no início de 2017, o Executivo Estadual entregou uma reforma no aeroporto que contemplou espaço para lojas de artesanato, mirante do terminal, salas para administração para a Infraero e para empresas aéreas, e também check-in de passageiros, embarque, sala VIP e banheiros. No Anexo do aeroporto foram reformadas as instalações para abrigar o Corpo de Bombeiros. Foi instalada também uma cerca de isolamento da pista para evitar a entrada de animais e pessoas, além da pintura do prédio.
O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, afirmou que o cargo que ocupará tem limitações, mas que trabalhará para ajudar o presidente eleito Jair Bolsonaro na sua determinação de combater a corrupção e economizar os gastos públicos. A afirmação foi dada em entrevista postada nas redes sociais.
“Sou limitado pela Constituição. Tenho de buscar um espaço que, dentro da legalidade, eu possa auxiliá-lo”, disse o militar da reserva, durante entrevista à emissora do Portal UOL. A entrevista foi postada na conta do Twitter do general.
Mourão afirmou também que, para economizar, será necessário reduzir o número de 29 ministérios para algo em torno de 16. Segundo ele, a partir das fusões das pastas, como o superministério da Economia, que reunirá Planejamento, Fazenda e Indústria e Comércio, será possível reduzir despesas.
“É o que eu chamo de economia da moedinha. Vai começar a pingar moeda no cofrinho, vai gastar menos papel, menos copinho de café, menos tonner, a máquina vai ser enxugada.”
O vice-presidente disse ainda que buscará contribuir com o governo eleito no esforço de “restringir áreas onde a corrupção flui”. Ele não citou exemplos nem forneceu detalhes.
Após reunião de monitoramento da realização das provas do Enem, o presidente da República, Michel Temer, disse neste domingo que o exame ocorre sem “nenhuma falha”. Ele esteve na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília, onde conversou com os ministros Rossieli Soares (Educação) e Raul Jungmann (Segurança Pública), além da presidente do Inep, Maria Inês Fini.
— Tive o prazer de acompanhar o início dos trabalhos desta grande prova nacional que é o Enem. E ao lado dos ministros Rossieli, Jungmann e a professora Maria Inês, nós pudemos verificar a harmonização absoluta de todos os setores do governo que trabalharam nesta matéria. Uma mobilização extraordinária: são 5,5 milhões de estudantes que vão prestar o Enem no país inteiro. Isso exige uma logística extraordinária. Mas, até o momento em que se deu o início dos trabalho, nenhuma falha, apenas eventos sem maior relevância — disse Temer.
O presidente também elogiou o tema da redação deste ano:
— Cumprimentei os organizadores pela oportunidade do título da prova, que trata das notícias falsas, que trata da utilização pelos usuários da internet dessas notícias. Um tema, portanto, atualíssimo.
Já o ministro Raul Jungmann leu um balanço com informações obtidas pelo centro de operação mobilizado para a realização da prova.
— Todos os malotes foram entregues; 1.725 municípios realizaram a prova com regularidade; 10.718 locais de aplicação de prova também sem nenhum tipo de ocorrência grave; 30 mil homens e mulheres fizeram a segurança das provas; 2.189 escoltas de segurança pública, com Correios, Polícia Rodoviária Federal, polícias e secretarias de segurança participando; alguns locais com falta de energia decorrente de chuva. Apenas um roubo no caixa eletrônico próximo (de um local de prova) que não teve impacto na realização de todo o Enem. Em todo o país, o Enem transcorre na mais absoluta tranquilidade — disse o ministro
Sobre a possibilidade de disseminação de notícias falsas que tratavam sobre o cancelamento do Enem, Jungmann disse que os que se sentirem prejudicados devem relatar o ocorrido.
— Aqueles que se sentirem prejudicados devem procurar a polícia e a Justiça. Caso isso aconteça, se houver reclamação, a Polícia Federal vai poder investigar.
Já o ministro da Educação falou sobre a importância do tema da redação e ressaltou que a prova ocorre sem incidentes.
— É um tema muito atual. Não foi uma escolha de agora. Foi uma escolha feita em junho, julho, pelos técnicos do Inep. Temos cerca de três textos pequenos de apoio para a redação. Mas o tema é extremamente atual e revelante. Para os estudantes que estão informados sobre a discussão de fake news. De discussão do papel da internet na informação.
Às seis da manhã, Natasha Conceição de Souza, 17 anos, já estava na estrada rumo a Brasília, onde vai fazer pela primeira vez a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A jovem mora em Santa Helena de Goiás, distante cerca de 112 km da capital, e saiu cedo com o pai, de moto, para evitar imprevistos. O horário de abertura dos portões é às 12h (horário de Brasília). Às 13h, os portões serão fechados.
Natasha afirma que seu sonho é fazer enfermagem. Ela conta que estudou muito e está nervosa com a prova. “Eu estava com medo de perder a prova, porque eu nunca fiz. Estou com medo do meu nervosismo me atrapalhar.”
Na véspera, passou o dia estudando, fazendo um simulado dos conteúdos e treinando redação. Preocupado, o pai, Hércules de Souza Silva, acompanha a jovem. “Meu conselho é foco, tentar conter a ansiedade e fazer o que ela gosta de fazer, que é estudar. Eu digo a ela, “filha, estuda para ter uma carreira, porque a gente sem escolaridade é difícil. Estuda para arrumar um trabalho e não depender de ninguém”, completa o pai que é lavrador.
A estudante diz que o horário de verão não atrapalhou, porque já está acostumada a acordar cedo, por morar na área rural. Mesmo ansiosa, Natasha está confiante de que pode se sair bem. “Eu espero tirar uma nota boa para conseguir uma bolsa para entrar na faculdade. É meu sonho, me dar bem na prova, porque eu estudei bastante para isso”, diz a jovem.
No dia da primeira etapa do Enem, outros estudantes chegaram bem antes do horário de abertura dos portões para garantir a realização da prova. Na capital do país, vários inscritos, principalmente os que moram em áreas mais distantes do centro, chegaram bem cedo, por volta de 8h30.
Como o horário de verão teve início na madrugada de hoje, o país está com quatro fusos horários diferentes. Os estudantes das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul tiveram que adiantar o relógio em uma hora e os participantes das regiões Norte e Nordeste terão que seguir o horário de Brasília.
Lorena da Silva Gomes, 17 anos, foi a primeira a chegar em seu local de prova. Moradora de Águas Lindas, município goiano no Entorno do Distrito Federal, Lorena saiu de casa por volta das 7h, ao lado da mãe. “A gente não sabia que horas ia passar o ônibus, se ia ter engarrafamento, então chegamos mais cedo”, destaca Lorena.
A estudante quer estudar direito e conta que não fez nada de especial para controlar a ansiedade. Estudante do 2º ano do ensino médio, Lorena afirma que a prova deste ano é apenas um teste.
Com mais de 5,5 milhões de candidatos inscritos, a edição 2018 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começa neste domingo (4) mesmo dia da mudança do horário de verão. Isso fez o Ministério da Educação intensificar os alertas para evitar atrasos entre os candidatos.
Quem não entrar no local de provas até as 13h do horário de Brasília – por desatenção ou um imprevisto – vai perder a prova e o ano de estudos. Mas os internautas que se aproveitarem desse descuido para espalhar mensagens difamatórias pelas redes sociais, além de desrespeitarem os candidatos, correm o risco até de serem acionado judicialmente em um processo, segundo explicou ao G1 Luciene Regina Paulino Tognetta, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Em 2017, o estudante Pedro Cunha, de 21 anos, acabou virando parte involuntária da zombaria virtual. Aluno do Cursinho da Poli, em São Paulo, ele chegou a tempo em seu local de provas no Enem do ano passado, mas só quando estava lá percebeu que havia esquecido o RG em casa.
Ele acabou não conseguindo buscar o documento a tempo e, por isso, ficou de fora do exame.
A notícia, no seu caso, não viralizou, e apenas seus pais e colegas de cursinho ficaram sabendo de seu erro. O estudante, porém, disse que não escapou das broncas dos pais – que considera justas.
Agora f***, até nisso. Ô mimimi, o cara sabe que pode atrasar, aí não toma os devidos cuidados e cai na roubada, tem que ser sacaneado e tem que aceitar a brincadeira. Próximo concurso toma os cuidados
O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 é “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”, conforme informou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O texto deve ser dissertativo-argumentativo, com até 30 linhas, e ser desenvolvido a partir da situação-problema e de subsídios oferecidos pelos textos motivadores. O texto dissertativo-argumentativo precisa ser opinativo e organizado para a defesa de um ponto de vista. A opinião do autor deve estar fundamentada com explicações e argumentos.
Os critérios de correção da redação, com cinco competências, estão detalhados na Cartilha de Participante – Redação no Enem 2018.
As provas começaram às 13h30 e os participantes terão 5 horas de 30 minutos para resolvê-las. Aqueles com direito a tempo adicional e que solicitaram o recurso durante a inscrição terão uma hora a mais. Deficientes auditivos e surdos que optaram fazer a Videoprova Traduzida em Libras terão duas horas a mais de prova.
Enem
Hoje (4) é o primeiro dia de prova do Enem. Mais de 5,5 milhões de estudantes farão provas de linguagem, ciências humanas e redação em mais de 1,7 mil municípios. O exame segue no dia 11 de novembro, quando serão aplicadas as provas de ciências da natureza e matemática.
A nota do exame poderá ser usada para concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Temas
Veja os temas da redação de edições anteriores do Enem, desde que foi reformulado, em 2009:
Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional
Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana
Enem 2011: Viver em rede no século XXI: Os limites entre o público e o privado
Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI
Enem 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil
Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil
Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil e Caminhos para combater o racismo no Brasil – Neste ano houve duas aplicações do exame
Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil
Bem atual, os nordestinos, pelo baixo nível de escolaridade, mais uma vez foram enganados, agora pelo pt. Os proprietários dos currais eleitorais usavam as redes sociais a difundir que luladrão era inocente, que o país ficaria uma maravilha caso luladrão ou um poste 2 assumisse, que outro que assumisse era o bixo papão em forma de gente, por baixo disso esses proprietários dos currais recebiam vultosas sifras roubadas desse próprio povo, e que poderia está sendo usado em seu benefício. Uma verdadeira lavagem cerebral se deu, daí desandou a reeleger Renan Calheiros, Fátima gopi e outros defensores da quadrilha que roubou cerca de 100 bilhões de reais.
Operações em universidades e debates sobre Escola sem Partido têm dominado as discussões sobre educação no país. As questões são relevantes, mas os desafios do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) na área são ainda mais amplos.
Envolvem 49 milhões de estudantes, baixos índices de aprendizagem e 2,7 milhões de crianças e jovens fora da escola. Ambos os problemas, de permanência e aprendizado, têm maior impacto entre as famílias mais pobres.
Os rumos da educação não serão definidos apenas no Ministério da Educação. Dependem da política econômica e do Congresso. A ação de estados e municípios e a colaboração entre os entes federados será outro foco.
“Podemos dividir a condução das políticas em nível federal em duas avenidas: a avenida do MEC e a avenida do Legislativo. Elas são adjacentes”, diz Priscila Cruz, do Todos Pela Educação.
O cenário é de grandes desafios, da educação infantil ao ensino superior. Menos de um terço das crianças até 3 anos estão em creche. O acesso é desigual: entre os 25% mais ricos, a taxa de matrícula é de 55%, enquanto para os mais pobres, o índice é de 26%.
A meta incluída no PNE (Plano Nacional de Educação) é ter ao menos metade das crianças de até três anos em creches até 2024. Na pré-escola, todas as crianças de quatro e cinco anos deveriam estar matriculadas desde 2016. No entanto, mais de 500 mil não têm vaga (9,5% do total).
A educação infantil depende da existência de escolas. O custo de manutenção é maior do que de outras etapas.
O fundamental está praticamente universalizado, mas as taxas de reprovação e abandono aumentam a partir do 6º ano. É um reflexo de baixos índices de aprendizagem, falta de apoio para que os alunos continuem nos estudos e pouca atratividade da escola.
Nem metade das escolas de ensino fundamental têm bibliotecas, menos de 40% têm quadras, e 45% dos diretores disseram em 2015 que o funcionamento da escola já foi dificultado pela inexistência de professores.
Do total de alunos que se matricularam no 1º ano do ensino fundamental em 2006, só um terço concluiu o ensino médio na idade esperada em 2017. E, além disso, só 7% dos estudantes terminam o ensino médio com aprendizagem adequada em matemática.
Ainda mais grave é a taxa de 9% dos dos jovens de 15 a 17 anos que não estudam nem terminaram a etapa. São 903 mil. No ano passado, só 59,2% dos jovens de até 19 anos haviam concluído o ensino médio.
O maranhense Francisco de Sousa, 19, do povoado rural Mucambinho, a 25 km do centro de Buriti (a 332 km de São Luís), abandonou as aulas em 2017, no 1º ano do ensino médio. Demorava 2h30 para chegar à escola que oferecia a etapa, pois, no vilarejo, só há aulas até o 9º ano.
“Eu gostava da escola, sei que era importante, mas era muito difícil”, disse ele em agosto, quando a Folha esteve no local. “Trabalho na roça, mas não gosto.”
Pela Constituição, as matrículas da educação infantil e do ensino fundamental são de responsabilidade dos municípios, as de ensino médio, dos estados, e o ensino superior fica a cargo da União. Mas há previsão de colaboração.
“O maior desafio continua sendo a qualidade da educação básica, com a melhora da equidade do sistema. Isso passa pela formação de professores e carreira”, diz Maria Helena Guimarães de Castro, ex-secretária executiva do MEC no governo Michel Temer (MDB).
Especialistas indicam a questão docente como uma das prioridades para o país. Os salários dos professores são equivalentes a pouco mais da metade da média do que ganham profissionais com o mesmo nível de formação
“Há evidências fortes do impacto da qualidade do professor no sucesso da educação, e isso passa pela formação, vinculada ao MEC”, diz Priscila Cruz. “O governo atual já começou a olhar para o currículo da formação de professores e espera-se que seja incorporado com o novo governo”.
Estão no Congresso temas como o Sistema Nacional de Educação, que versa sobre a colaboração entre União, estados, municípios e escolas, e a renovação do Fundeb. O fundo transfere recursos para as redes proporcionalmente ao número de alunos e representa R$ 4 de cada R$ 10 gastos na educação básica.
Estão em discussão alterações sobre os critérios de distribuição do fundo, privilegiando municípios mais pobres, e a ampliação do papel da União, que faz hoje uma complementação de 10%.
Os gastos com educação no Brasil, em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), são similares à média dos países desenvolvidos. Mas, além de o país só ter chegado a esse nível recentemente, o valor por aluno é menor. Representa 40% do gasto médio por estudante dos países ricos.
Há ainda diferenças regionais. Dos 5.570 municípios, 62% (3.199) têm menos de R$ 400 por mês por aluno.
O PNE coloca como meta o investimento de 10% do PIB em educação. O cálculo do plano levou em conta as 19 metas que versam sobre acesso à escola, formação e valorização profissional e ensino superior.
“É um risco o esvaziamento do plano, que foi um esforço suprapartidário. As metas deveriam ser o principal instrumento da organização da política educacional”, diz Denise Carreira, da Ação Educativa.
Não há indicações da posição do governo Bolsonaro sobre o Fundeb, mas o programa do presidente eleito reforça que os recursos atuais da educação já seriam suficientes, sendo necessários ajustes de gestão.
Em relação aos desafios do ensino superior, os dados mostram que a universidade ainda é para poucos no Brasil. Apenas 18% dos jovens de 18 a 24 anos estão matriculados. A meta do PNE é chegar a 33% em 2024.
A expansão do sistema federal universitário e a lei de cotas (de 2012) ajudaram a mudar o perfil dos universitários.
Bolsonaro já disse ser contra cotas. O texto da lei prevê revisão em 2022. O financiamento da universidade pública tem sido colocado em xeque. Enquanto a educação infantil consome 0,7% do PIB, o ensino superior fica com 1,2%.
Especialistas questionam esse abismo, uma vez que há evidências de que receber educação na primeira infância tem forte impacto na vida adulta. Também há críticas sobre a gestão das federais, com relação, por exemplo, a altos índices de evasão.
Futuro líder da área econômica do governo, Paulo Guedes defende o pagamento de mensalidades nas públicas. Isso depende de mudança na Constituição, que requer votações na Câmara e no Senado, em dois turnos, com apoio de três quintos do Congresso.
O PNE coloca como meta o investimento de 10% do PIB em educação. O cálculo do plano levou em conta as 19 metas que versam sobre acesso à escola, formação e valorização profissional e ensino superior.
“É um risco o esvaziamento do plano, que foi um esforço suprapartidário. As metas deveriam ser o principal instrumento da organização da política educacional”, diz Denise Carreira, da Ação Educativa.
Prova como o PT usou o poder para roubar e criar um pais comunista. Criou uma casta de analfabetos para manipular via Bolsa Família. Maior prova melhor do que esta não existe. E pensar que quem vai nos governar so falava em educação. Se for essa a educação estanos ferrados.
A educação INFANTIL e FUNDAMENTAL é da responsabilidade dos Municípios e dos Estados , conforme dispõe o art. 211 da CF/88.
Antes de Lula, só havia uma Escola Técnica Federal no RN (nível MÉDIO). Procura saber quantas existem hoje.
Aqui no RN, o descaso com a educação infantil e fundamental começou no final dos ano 80. Quem estudou ou ensinou em escolas públicas no RN sabe muito bem disso. O resto é Fakenews ou o candidato não sabe o que está escrevendo.
Realmente os petralhas acabaram com educação básica do país. Os jovens ficaram órfãos da educação e foram adotados pelas facções criminosas. Esquerdopatas criminosos
Indicado pela direção do PT para liderar a oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL), o presidenciável derrotado Fernando Haddad deve enfrentar dificuldades para cumprir a missão. Sem cargo formal, o petista terá de lidar com o descontentamento dos tradicionais aliados do partido e com as próprias bandeiras da sigla para consolidar a sua força política nos próximos anos. A presidência do PT pode fazer parte de um plano para mitigar esses problemas.
Além disso, o petista deverá enfrentar a rivalidade de Ciro Gomes (PDT), que, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, publicada na quarta-feira, disse que foi “miseravelmente traído por Lula” e manifestou interesse em fundar um novo campo político. Ciente das dificuldades que terá, Haddad passou a considerar a possibilidade de inciar uma articulação para assumir a presidência do PT, o que ele descartava inicialmente.
O petista viajou na quarta-feira para descansar e ficou de pensar no assunto quando retornar a São Paulo. O mandato da presidente da legenda, Gleisi Hoffmann, vence em julho.
Após reunião da executiva do PT na última terça-feira, Gleisi, seguindo orientação do ex-presidente Lula, aclamou Haddad como porta-voz da oposição e disse que ele receberá todas as condições para liderar uma frente que teria um papel maior do que o partido — no segundo turno, ele conquistou 47 milhões de votos.
Um aliado do candidato derrotado questiona, porém, como Haddad poderia cumprir esse papel sem ter um cargo que lhe dê um palanque. Na reunião da última terça-feira, o comando petista discutiu que a frente deveria ir além dos partidos e tentar aglutinar outros setores da sociedade, mas, segundo um integrante da direção, ninguém entendeu como na prática isso poderia ser feito.
Oposição a o que, Malta defendendo a família, Moro, pelo conhecimento do modus operandi dos corruptos, irá fechar todos os canais para os corruptos, o Paulo Guedes pelo conhecimento do mercado, diferentementes dos ministros apagados oriundos dos mercados do desgoverno luladrão dilmanta, tem experiência reconhecida internacionalmente, inclusive foi responsável pelo avanço chileno. Então a oposição vai ficar latente em standy by
Wilson Witzel, governador eleito do Rio, disse em entrevista a O Globo, que uma de suas metas para a segurança pública é reduzir a taxa de homicídios por 100 mil habitantes abaixo de dois dígitos.
O ex-juiz federal e ex-fuzileiro das Forças Armadas reafirmou que traficantes com fuzil na mão devem ser abatidos por policiais. “Bandido com arma na mão tem que morrer”, reafirmou.
Witzel já vinha defendendo o abate de criminosos portando armas, principalmente fuzis, desde a campanha
A coisa é mais do que óbvia: um indivíduo com um fuzil na mão representa um enorme perigo ao cidadão de bem. Portanto, não há o que discutir, tem mesmo que ser abatido antes que venha a prejudicar pessoas inocentes. E não tem essa de esperar o bandido atirar. É abatê-lo preventivamente pois sua intenção já está mais do que evidente.
"Cidadão de bem" com arma na mão é bandido, logo, tem que ser abatido. ideia populista, a polícia sempre matou quem tem uma arma na mão, inclusive seus pares, por engano. Só lembra do caso Bénes
O problema é que a bandidagem pode retribuir com essa mesma "política" contra os cidadãos de bem, com ou sem fuzil na mão. O RJ vai se transformar em Sarajevo, nos anos 90, quando as pessoas eram abatidas na ruas, a longa distância, por atiradores de elite. É só começar com essa brincadeira e vamos ver o que acontece.
É temporada de unicórnios, no Brasil. Em menos de um ano, quatro startups ultrapassaram a marca de US$ 1 bilhão, e conquistaram a alcunha do animal místico. Mas há dezenas com potencial de chegar lá, e é de olho nestas que foi criado o primeiro fundo brasileiro para startups em fase de growth, capaz de “assinar cheques” de até R$ 70 milhões. A iniciativa é da gestora A5, em conjunto com ex-líderes da Microsoft e Linkedin.
A estimativa do grupo é de que existam, no Brasil, cerca de 200 startups com este perfil. Empresas que já escalaram seus negócios e se preparam sair do mundo das startups e entrar na rol de “grandes empresas”. O fundo, de R$ 150 milhões, deve investir em 8 a 12 empresas.
“Não é um Powerpoint. É uma empresa de 8, 10 anos de constituição, que já tem uma governança mais madura, vem investida por outro fundo”, explica Renato Ramalho, gestor que atua há 15 anos na A5. A empresa ainda tem como sócio o fundador do primeiro e-commerce do país (o Shoptime), Paulo Humberg.
Juntam-se a eles dois dos principais líderes do setor de tecnologia, no Brasil: Mauro Muratório Not, fundador da operação da Microsoft no Brasil; Osvaldo Barbosa de Oliveira, ex-CEO do LinkedIn na América Latina e executivo que atuou por 22 anos na Microsoft.
O papel da dupla é fortalecer o chamado smart money, isto investidores que possam contribuir abrindo portas e com aconselhamento, e não que assinem um cheque e venham cobrar a fatura.
“A gente quer ter uma participação bastante presente no dia seguinte ao do investimento. Eu e o Mauro trazemos a experiência de tocar tecnologias de alto crescimento, e é isso que a gente aporta em um fundo de growth”, explica Osvaldo Barbosa de Oliveira. Ele e Renato Ramalho conversaram em exclusividade com a Gazeta do Povo.
Um fundo de growth age no final da cadeia, no extremo oposto ao do investimento-anjo. São cheques maiores – geralmente na casa dos R$ 10 milhões –, mas que podem chegar até a R$ 70 milhões. É o último estágio antes das empresas darem um salto para a maturidade, em geral abrindo capital em bolsa ou vendendo participação para os fundos de private equity, que investem em empresas muito grandes.
A A5 vê um senso de oportunidade em investir em startups deste estágio neste momento. Só em 2018, já ultrapassaram a barreira dos US$ 1 bilhão em valor as startups brasileiras 99, Nubank, PagSeguro e Stone. As duas primeiras após rodadas de venda e investimento e as últimas, abrindo capital na bolsa.
Há um certo consenso no setor de inovação de que estas quatro apenas abriram a porteira para uma “onda de unicórnios” brasileiros. Resultados Digitais, Ebanx, Psafe e MaxMilhas são apenas alguns dos nomes cotados como os próximos unicórnios. Este amadurecimento do ecossistema brasileiro é o que justifica a criação de um fundo de growth.
“Se eu pensasse em investimentos deste tamanho em companhias há 10 anos, não teria ativos, porque boa parte das companhias estava precisando de cheques muito menores. A gente iria sofrer como fundo”, avalia Renato Ramalho.
Hoje não só há espaço para fundos de growth, como muitas empresas já participam de rodadas deste quilate – em geral apoiadas por fundos estrangeiros, em especial os com sede no Vale do Silício.
Dados da KPMG e da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (Abvcap) mostram que, entre 2015 e 2017, enquanto o total investido por private equity (cheques maiores, cuja média oscilou entre R$ 144 milhões e R$ 277 milhões) se manteve estável, o total investido em capital de risco (venture) saltou de R$ 5,1 bilhões para R$ 8,3 bilhões, e cresceu em 54%.
Presidente do PSL, o empresário e bacharel em direito Luciano Bivar conseguiu se eleger deputado federal por Pernambuco para a próxima legislatura com mais de 117 mil votos. Ele é um dos 52 com os quais a legenda – praticamente desconhecida da população antes da filiação de Jair Bolsonaro – contará na Câmara dos Deputados a partir de fevereiro do ano que vem.
Bivar afirma que poderia pleitear a presidência da Casa diante da nova realidade da sigla que, segundo ele, deverá com mais 12 deputados federais, mas recuou após uma ligação de Bolsonaro. Ele diz, também, que Bolsonaro conseguirá governar com o apoio do Congresso porque ninguém ficará contra os interesses do Brasil e conta alguns planos para estruturar o partido.
“Não pode acontecer com o PSL o mesmo que aconteceu com o PRN (partido de Fernando Collor quando se elegeu presidente em 1989)”, disse.
Bivar ainda completou: “Eu achava que seria muito interessante e que caberia ao PSL, maior partido do governo na Câmara, indicar (a Presidência). Mas Bolsonaro ligou para mim e disse: ‘Luciano, parece que somos autoritários se quisermos isso. Melhor deixar a presidência com outro partido’”.
Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 2094 da Mega-Sena, realizado na noite de ontem (3) em Arapiraca (AL). As dezenas sorteadas foram: 04 -16 – 19- 31- 33 – 44.
Para o próximo sorteio, que será realizado na quarta-feira (07), o prêmio pode chegar a R$ 22 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio em qualquer casa lotérica. A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 3,50.
Mais de 5,5 milhões de estudantes farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em mais de 1,7 mil municípios. Hoje (4), os inscritos farão provas de linguagem, ciências humanas e redação. O tempo de prova neste domingo será de 5 horas e 30 minutos.
Os estudantes devem estar atentos ao horário de verão, que começou hoje. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília, que segue o horário de verão.
As provas começam a ser aplicadas às 13h30. A partir das 13h, os alunos devem estar em sala de aula e serão realizados procedimentos de segurança.
O participante não poderá deixar o local de prova antes das duas primeiras horas e só poderá levar o seu Caderno de Questões caso deixe a sala 30 minutos antes do fim da prova.
Os candidatos deverão ter em mãos um documento válido, oficial e com foto; e guardar no envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador o telefone celular e quaisquer outros equipamentos eletrônicos desligados. O candidato deve levar também caneta de tubo transparente e tinta preta. Lápis, borracha, lapiseira e canetas sem transparência não podem ser usados no dia da prova.
O gabarito oficial do Enem 2018 será divulgado pelo Inep até 14 de novembro. Já o resultado deverá ser divulgado no dia 18 de janeiro de 2019.
Enem 2018
O Enem 2018 será aplicado nos dias 4 e 11 de novembro, em 1.725 municípios brasileiros, 70 deles de difícil acesso. Ao todo, 5.513.726 estudantes estão inscritos. No dia 11 de novembro, os estudantes farão provas de ciências da natureza e matemática.
A estrutura para aplicação do Enem envolve 10.718 locais de aplicação, 155.254 salas e mais de meio milhão de colaboradores. Foram impressas 11,5 milhões de provas de doze Cadernos de Questões diferentes. Haverá ainda uma videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Ao todo, são quase 600 mil pessoas envolvidas na aplicação do exame.
A nota do exame poderá ser usada para concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Assim como outros integrantes da equipe de Bolsonaro, o general Augusto Heleno, indicado para o Ministério da Defesa, defende que ele mantenha algum veículo público e oficial para noticiar as ações do governo, a despeito dos grupos tradicionais de mídia.
É consenso que a TV Brasil, chamada pelos bolsonaristas de TV do PT, deve ser extinta, mas os aliados do presidente eleito ainda discutem a possibilidade de manter alguma estrutura da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) de pé.
A EBC nasceu em outubro de 2007, durante o segundo mandato do governo Lula, com a proposta de ser a BBC brasileira: uma emissora de comunicação pública, que não se pauta por interesses comerciais e almeja ser algo além de mera porta-voz do governo federal. Hierarquicamente, foi criada abaixo da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República.
Bolsonaro elegeu-se presidente sem a ambicionada ajuda (?) da imprensa retrô, emissoras abertas e marqueteiros à moda antiga. Homem de seu tempo, tem plena consciência de que vive em tempos de ‘democracia digital', e por isso abriu mão dessas carcaças obsoletas.
Pois bem, se tem domínio pleno e sabe usar adequadamente as redes sociais, que sentido faz manter esses onerosos e ultrapassados veículos de comunicação? De bajuladores midiáticos o Brasil já está cheio. Chega.
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