Aprovada quando o país tinha 13,3 milhões de desempregados e uma taxa de desocupação de 12,8%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a nova lei foi vendida pelo governo como solução contra o desemprego e a informalidade.
Ao sancioná-la, Temer repetiu o que disse durante toda a tramitação da proposta: que a reforma era indispensável para a criação de empregos. O então ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, chegou a dar um número: 2 milhões de vagas em 2018 e 2019.
A julgar pelo balanço do primeiro ano de reforma, o país terá que pisar fundo no acelerador para conseguir cumprir a previsão do ex-ministro.
Desde que a reforma entrou em vigor, em novembro de 2017, até setembro deste ano, mês do dado mais recente, o país criou 298.312 vagas com carteira assinada, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho.
É um cenário muito melhor que o visto entre 2014 e 2017, quando o país perdeu milhões de empregos. Mas está muito aquém dos anos pré-crise econômica, quando o país chegou a abrir mais de 2 milhões de vagas com carteira por ano.
A reforma do Sr. Rogério Marinho só fará aumentar o caos social. Foi a maior traição contra a classe dos trabalhadores e ainda bem que foi dada a resposta a este senhor nas urnas. A precarização do trabalho já começa a ser sentida por boa parte dos trabalhadores e não resolverá o problema do desemprego.
Kkkkkkk, essa reforma foi uma chicotada no lombo do trabalhador e só foi boa para os patrões exploradores. Mas algumas respostas já apareceram nas urnas em 2018, e aparecerão cada vez mais nas próximas eleições.
A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, pediu o arquivamento de uma investigação contra o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, ao ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal.
rimes de prevaricação ou advocacia administrativa no Incra, onde o ministro teria pressionado dirigentes para desapropriação de um imóvel nos municípios de Paraúna e Rio Verde (GO).
“Ao analisar os autos sob esta perspectiva, verifico que, em relação a quaisquer das hipóteses criminais em apuração, houve prescrição da pretensão punitiva estatal em razão da idade do requerido”, escreveu Dodge sobre a manifestação da defesa do ministro.
Padilha tem 71 anos e, de acordo com o artigo 115 do Código Penal, o cálculo do prazo prescricional é reduzido pela metade em relação aos maiores de 70. Padilha é representado pelo advogado Daniel Gerber.
“Considerando a pena máxima aos delitos sob investigação, a prescrição da pretensão punitiva ocorreria normalmente em 4 anos”, ressaltou a PGR. “Entretanto, com a diminuição decorrente da idade do ministro-chefe da Casa Civil, esse lapso cronológico diminuiu para 2 anos”, concluiu afirmando que o caso teria acontecido em setembro de 2016.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Jorge Mussi, relator do recurso de Kericlis Alves, o Kerinho (PDT), solicitou à Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE que especifique quais documentos foram entregues pelo candidato a deputado federal no registro da candidatura em 14 de agosto.
Jorge Mussi pede ainda que o órgão explique por quais motivos eventuais documentos não eram visualizados.
Para quem não conhece a história, Kerinho teve o registro de candidatura rejeitado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) porque não entregou a documentação dentro do prazo no ato formal do registro.
Ele alega que cumpriu todas as determinações, mas no sistema não aparece a documentação de que ele cumpriu os requisitos.
Agora o caso está assim: se a documentação dele estiver no sistema do TSE e por um erro técnico não apareceu durante o processo os 8.990 votos dele serão validados e a coligação 100% RN ultrapassa a Do Lado Certo levando Beto Rosado (PP) à reeleição tirando a vaga de Fernando Mineiro (PT). Se a diligência constatar que Kerinho realmente perdeu o prazo o petista seguirá com a vaga.
Fato novo
Em nível de TRE esse mesmo pedido foi feito por Kerinho, mas foi rejeitado pelo presidente da corte Glauber Rego. A decisão de Jorge Mussi indica que os advogados de Beto que prestam serviços ao candidato a deputado federal do PDT conseguiram apresentar algum fato novo.
Não ha dúvidas embora Mineiro por seu histórico seja em tese melhor para o RN não se pode olvidar que o rapaz de Mossoró é que tem direito ao mandato em se confirmando a legalidade nos atos do candidato do PDF, ora impugnado ilicitamente e o Mineiro conhece às regras do jogo!
"Todos os cargos eletivos bem que podiam ser majoritários. Vereadores, deputados e senadores seriam selecionados entre os mais votados, conforme o número de vagas". A opinião, de todo pertinente, é do jornalista José Nicodemos, do Jornal de Fato.
Ele atenta para o fato de que, dessa maneira, se evitaria "o disparate" que é eleger um candidato menos votado em vez de um que tenha obtido mais votos. O que, de certo modo, configura desprezo à vontade coletiva.
Lembra ainda JN que, na democracia, deve prevalecer a vontade da maioria, jamais conveniências de ordem técnica no campo jurídico. "Maioria é maioria, e pronto", assinala.
Tudo isso é muito nebuloso e carregado de entrelinhas, e para ser direto muito vergonhoso, aonde se pode aceitar que é preciso primeiro ocorrer o pleito e pôr tabela o resultado, para depois se buscar analisar um processo e fazer acontecer o quê manda a legislação.
Vamos ser prático e objetivo, Mineiro não obteve os seus votos sentado na calçada, muito pelo contrário foi um luta de gigantes. Agora ficam essa seleuma é ou não é eleito. Esta situação já era para ter sido resolvida no ato do registro da candidatura do outro. Portanto, só vejo que existe uma grande força oculta com muito interessada e envolvida no processo em tela para tantas interrogações.
É vergonhoso ver que o ganhador com mérito e com pleno direito adquirido nas urnas, ser exposto é ter o cargo rifado como se ele fosse o infrator, só a nossa legislação eleitoral faculta este tipo de casuismo sem vergonha e carregado de disparate.
Anitta causou nesta sexta-feira (9) ao lançar três videoclipes de uma só vez, nos quais canta em inglês, português e espanhol. Em um deles, “Não Perco Meu Tempo”, ela aparece beijando 24 pessoas, entre homens e mulheres, velhos e jovens.
De Miami, nos Estados Unidos, Anitta conversou com o UOL e contou que só foi conhecer as pessoas que ela beijou no momento da gravação. “Não faço a menor ideia de como eles foram escolhidos. Foi a produtora que escolheu. Eu só fui conhecê-los na hora em que sentaram na minha frente. Eu não vi antes”, disse a artista.
No videoclipe, Anitta aparece sentada em uma sala de frente para várias pessoas, até que em um momento todos se levantam e se beijam. “As pessoas estão achando que foi montagem, mas não foi. No decorrer dessa semana, eu vou postar o making of para provar que os beijos foram de verdade”.
Anitta disse que a ideia de beijar todos eles foi dela. “Eu queria tornar comum as pessoas verem diferentes tipos de casais, sem problematizar, sem estranheza e sem julgar. Acho que o entretenimento é uma boa porta de entrada para fazer as pessoas se acostumarem com algumas coisas”.
Amiga das cobras
No clipe em que canta em espanhol, “Veneno”, Anitta também surpreendeu aos fãs ao interagir com 29 cobras como jiboias e pítons.
“Eu amo qualquer tipo de animal doméstico. As cobras eram domesticadas. Se não fossem, eu estaria apavorada. A sensação é de que elas estavam fazendo um carinho em mim, parecia uma massagem”, explicou.
“Quando cheguei lá, tive 30 minutos para conhecê-las, ficar amiga, saber da vida delas. Pegamos intimidade”, brincou a cantora. “Na hora gravar, eu já até as chamava pelo nome”.
Já o terceiro clipe, “Goals”, interpretado em inglês, foi um presente que ela ganhou do produtor Pharrell Williams. “Tenho bastante contato com o Pharrell. A festa de lançamento dos clipes aqui em Miami rolou no bar dele. Ele me falou desta música um tempo atrás, quando estávamos em Las Vegas e eu amei”.
Mercado internacional
Anitta revelou que ela canta em inglês e espanhol para conquistar o mercado internacional e que para isso é preciso muita disposição. “Quando eu gravo uma nova música em outro idioma, sempre tem alguém latino ou americano para me indicar o sotaque correto. Em ‘Goal’ foi o próprio Pharrell. Ele disse: ‘Nessa pronúncia fala assim ou assado’. Em outras, ele achou que ficaria melhor o sotaque brasileiro”, completou.
A artista explicou ainda o motivo de as novas músicas serem mais lentas. “É óbvio que não vou deixar de rebolar, mas eu gosto sempre de mostrar uma Anitta diferente em cada coisa que faço. Não quero cair na mesmice”.
Ainda no mercado latino, Anitta comentou sobre a sua participação como jurada do “The Voice México” e disse estar surpresa com as pessoas a reconhecendo na rua. “Da penúltima vez que fui para o México e agora que voltei, eu senti uma diferença absurda na repercussão. As pessoas estão me reconhecendo”.
é isso mesmo, as vezes é necessário calar, parece que para muitos enquanto pior melhor, é necessário reinventar, deixar de valorizar o que não tem valor algum, deletar o que não serve, reeducação já, valores morais, respeito é bom e serve pra todos
Não entendo o motivo de tantos ataques a artista. Não sou fã da referida cantora, mas acredito que ela está tentando internacionalizar sua carreira. Não entendo o porque de tantos insultos e xingamentos. Quem não gosta é só não ouvir. Eu, particulamente prefiro um bom Heavy Metal como Metallica.
Grande matéria!!! Essa desajustada está sem rumo, começou até bem na carreira, mas está no caminho q vale tudo pela fama e dinheiro… COITADA!! Ainda tem mãe q quando um filho nasce morto é um sofrimento só, na verdade ñ sabe do q está se livrando
O plenário do Senado aprovou, esta semana, um aumento de 16,3% nos salários dos ministros do STF. Com o aumento, os salários dos ministros passarão dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil.
O aumento foi pedido pelos próprios ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiram incluir no Orçamento de 2019 uma autorização para o reajuste salarial em 2019. Em agosto, o presidente Michel Temer fechou um acordo com os ministros em troca do fim do auxílio-moradia.
Os salários do STF servem de parâmetro para os demais cargos do Judiciário. Por isto, o aumento custará ao menos R$ 1,7 bilhão para a União no ano que vem, segundo uma nota técnica divulgada nesta quarta-feira pela Consultoria de Orçamento do Senado. Nos Estados, o impacto deve ser ainda maior.
O ministro Ricardo Lewandowski, autor de um dos votos favoráveis à medida, chegou a dizer que o reajuste era “modestíssimo”.
Se comparados com os vencimentos de juízes em outros países, porém, os contracheques do Judiciário brasileiro estão longe de ser modestos.
Um estudo de 2016 da Comissão Europeia para a Eficiência da Justiça (Cepej, na sigla em francês) mostra que, em 2014, um juiz da Suprema Corte dos países do bloco ganhava 4,5 vezes mais que a renda média de um trabalhador europeu. No Brasil, a realidade do salário do STF é ainda mais distante da média da população: o salário-base de R$ 33,7 mil do Supremo Tribunal Federal corresponde a 16 vezes a renda média de um trabalhador do país (que era de R$ 2.154 no fim de 2017).
Em 2014, um magistrado da Suprema Corte de um país da União Europeia recebia, em média, 65,7 mil euros por ano. Ao câmbio de hoje, o valor equivaleria a cerca de R$ 287 mil – ou R$ 23,9 mil mensais.
Segundo a última edição do relatório Justiça em Números, produzido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Brasil tem hoje cerca de 18 mil magistrados (juízes, desembargadores, ministros). Eles custam cada um, em média, R$ 47,7 mil por mês – incluindo salários, benefícios e auxílios.
Os ganhos dos demais magistrados (juízes e desembargadores) em todo o país estão vinculados aos rendimentos dos ministros do STF. No caso da magistratura, o aumento é automático – o reajuste para os ministros é repassado para todos os demais.
Além disso, os salários dos ministros também estabelecem o chamado Teto Constitucional, que é o valor máximo que pode ser recebido pelos servidores dos três poderes (Judiciário, Legislativo e Executivo). Se o valor do teto sobe, há a possibilidade de outras carreiras, fora do judiciário, pedirem aumento também. Mas, neste caso, o aumento não é automático.
“O efeito é chamado vinculativo, porque a Constituição determina que que o subsídio dos ministros dos tribunais superiores (STM, STF, STJ, TSE etc) seja de 95% do subsídio do STF, e o mesmo ocorre com outras categorias. Este aumento é automático, e é a isto que se chama de ‘efeito cascata’. Há uma hierarquia clara”, diz a advogada constitucionalista Vera Chemim.
Nos Tribunais de Justiça dos Estados, o vencimento dos desembargadores é, teoricamente, de 90,2% daquele dos ministros do STF, ou R$ 30,4 mil. Em alguns Estados, o aumento é automático. Em outros, depende de autorização em lei local.
Há ainda uma outra forma pela qual o reajuste do STF impacta as contas públicas: em várias carreiras, há servidores que ganham mais que o teto constitucional. Seus salários sofrem o chamado “abate teto”. Se o teto aumentar, os salários também sobem.
Tem que avisar a esses juízes …….que eles são. …servidores públicos. …..é esses salários deveriam era baixar…….é quem não gostasse pedisse exoneração e tentasse bons salários na iniciativa privada. ……..
Esses "ministros", mesmo sem seus salários, já vivem muito bem, obrigado.
Não há a menor necessidade de reajuste.
O povo brasileiro tb quer aumento de R$ 6.000 nos seus salários.
Só assim saímos da lama.
Vamos pedir a Deus para o TEMER não assinar e aumento ,porque o capitão Bolsonaro irá botar quente em cima desses JUÍZES ….vamos ACABAR com a farra desses magistrados de terem 60 dias de férias
QUEM TEM QUE TER MEDO DE JUIZ E LADRAO !!!
“Israel é um Estado soberano. Vocês decidem qual é sua capital e nós vamos segui-los.” A promessa de campanha de Bolsonaro, reiterada ao jornal Israel Hayom e comunicada ao governo de Netanyahu, inaugura um novo estilo de política externa. O Brasil desiste de identificar seus interesses nacionais e passa a agir por imitação. Explicitamente: “vejo em Trump um modelo a seguir”, disse o presidente eleito ao mesmo jornal. É bem mais que um giro ideológico.
O lulismo inseminou a política externa brasileira com o esperma da ideologia. Havia precedentes. No regime militar, de Castelo a Médici, importamos o compasso da Guerra Fria para nossas relações internacionais. Antes disso, entre 1961 e 1964, sob a chamada Política Externa Independente, o Itamaraty foi submetido aos axiomas do terceiro-mundismo. Lula e seu chanceler, Celso Amorim, atualizaram o manual terceiro-mundista, revestindo um antiamericanismo dogmático com a película retórica da busca de um sistema multipolar. Mas Bolsonaro inova ao eleger o mimetismo como doutrina de política externa.
Na arena do sistema internacional, as nações defendem seus interesses, que ganham distintas traduções e refletem, até certo ponto, as oscilações políticas internas. Contudo, por definição, os interesses nacionais são nacionais —ou seja, nunca coincidem perfeitamente com os interesses de outras nações.
O caso da transferência de embaixadas é emblemático. Trump atende à voz da ideologia, não aos interesses dos EUA, ao transferir a embaixada para Jerusalém. Ao menos, porém, seu gesto tem impacto real, contribuindo com o projeto de Netanyahu de esterilizar a via da paz em dois Estados. Já o gesto de Bolsonaro é uma proclamação puramente simbólica, de um ator irrelevante no contexto do Oriente Médio.
Mas gera danos diplomáticos reais ao Brasil, frente à comunidade internacional, além de prejuízos para nossas relações econômicas com os países árabes.
O impulso da imitação manifesta-se também na América do Sul, onde somos o mais relevante ator regional. A seleção do Chile de Piñera e da Colômbia de Duque como parceiros prioritários desenha os contornos de um “triângulo conservador” que só serve para limitar a influência brasileira. A parceria com a Argentina cumpre funções políticas e econômicas insubstituíveis. O Mercosul continua a ser destino vital para as exportações de um setor da indústria incapaz de competir no mercado global. Ao lado da Colômbia, do Chile e da Argentina, o Peru e mesmo o Equador de Lenin Moreno, que corrigiu a deriva autoritária de seu antecessor, são peças indispensáveis na articulação de soluções para o colapso da Venezuela.
O cara nem assumiu ainda a presidência e a folha comunista querendo planta fake news há se o Brasil crescer a metade que economia americana está crescendo com Trump.
Com o horário de verão, o país tem quatro fusos horários diferentes. Os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) devem ficar de olho no horário da abertura e fechamento dos portões neste domingo (11).
Nos cartões de confirmação da inscrição, são informados os dados dos estudantes, local de prova, data e horários de aplicação da prova.
Em seu primeiro ano de vigência, a chamada reforma trabalhista (Lei 13.467/2017) teve como efeito prático reduzir o número de ações ajuizadas em 36%, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior do Trabalho nesta terça-feira (6/11).
Entre janeiro e setembro de 2017, as varas do Trabalho receberam 2.013.241 de reclamações trabalhistas. No mesmo período de 2018, o número caiu para 1.287.208, aponta a Coordenadoria de Estatística da corte.
Em novembro de 2017, mês de início da vigência das mudanças, houve um pico de casos novos recebidos no primeiro grau (varas do Trabalho): foram 26.215 processos (9,9%) a mais em relação a março de 2017, segundo mês com maior recebimento no período. No entanto, em dezembro de 2017 e janeiro deste ano, o quadro se inverteu. Desde então, o número de casos novos por mês nas varas do Trabalho é inferior ao mesmo período de janeiro a novembro de 2017.
Segundo o TST, a redução momentânea no número de reclamações trabalhistas ajuizadas deu à Justiça do Trabalho uma oportunidade para reduzir o acervo de processos antigos pendentes de julgamento. Em dezembro de 2017, havia 2,4 milhões de processos aguardando julgamento nas varas e nos tribunais regionais do trabalho. Em agosto deste ano, esse número caiu para 1,9 milhão de processos.
“A manutenção do ritmo de prolação de sentenças e de acórdãos tem permitido uma diminuição do estoque bastante significativa”, observa o corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Lelio Bentes Corrêa.
Em 12 meses de vigência das alterações introduzidas na CLT, ainda não houve mudança significativa da jurisprudência do TST. Isso porque a aprovação, a alteração ou a revogação de súmulas, precedentes normativos e orientações jurisprudenciais seguem um rito próprio, definido no Regimento Interno do TST.
O Brasil obteve 75% de todos os bônus de assinatura pagos em leilões de exploração de petróleo, que foram realizados no mundo desde 2016. Segundo o diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Décio Odonne, neste período, 82 países fizeram 100 processos de certames de áreas de exploração e foram contratados US$ 7 bilhões, na forma de bônus de assinaturas de 3 mil blocos.
Odonne acrescentou que, do total de blocos oferecidos no mundo, 72 foram ofertados pelo Brasil nas rodadas que realizou desde 2016. “Os 72 blocos do Brasil representaram 75% de todos os bônus de assinatura pagos no mundo desde 2016. É impressionante quando a gente compara o sucesso que tivemos no trabalho de atração de investidores em relação a outros países. Em segundo, distante da gente, é o México”, afirmou.
Quanto a continuidade dos leilões da ANP com a mudança de governo, Odonne destacou que não quer arriscar dizer se o novo governo vai cumprir o calendário de leilões, mas está otimista diante do interesse que o Brasil tem despertado nesse mercado e com investimentos em exploração que ainda devem entrar no país.
Em 2019, estão previstas a 6ª Rodada do Pré-Sal, a 16ª Rodada de Licitações de blocos sob o regime de concessão em áreas próximas ao polígono do pré-sal, além da expectativa do leilão do excedente de petróleo do pré-sal, chamado de cessão onerosa. “A gente quer e vai continuar, no Brasil, atraindo estes investimentos”, afirmou.
Confiante na manutenção dos leilões, o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, lembra que, por causa do mandato, o diretor-geral da ANP vai permanecer no cargo até 2020. Isso, para o ministro, reforçará a segurança do mercado na área de óleo e gás.
“Ele vai ficar porque tem uma tarefa a cumprir. Nós, a sociedade brasileira, precisamos da força, da pujança e do retorno financeiro que este setor dará para que melhore, não só as condições fiscais do país, mas sobretudo a vida das pessoas”, afirmou o ministro de Minas e Energia.
Nós brasileiros estamos céticos de colaborar com esse país onde a maioria dos políticos e gestores SÃO CORRUPTOS! MESMO DIANTE DA FAXINA FEITA PELA JUSTIÇA E EOU AS ÚLTIMAS ELEIÇÕES; ainda estamos atônitos e muito tristes com tudo isso! Ademais essa conversa de que o petróleo é nosso; NUNCA FOI E NUNCA SERÁ com o roubo do preço praticado há décadas para nós os cidadãos comuns! O Petróleo brasileiro pertence aos altos salarios pagos a Petrobrás e seus dirigentes e TB as autoridades brasileiras que pouco se lixam com os assalariados que mantém a alta carga de impostos injustos cobrados da população sem saúde; educação e segurança pública! Só DEUS PARA MUDAR ESSE PAÍS!
Sabe pq o Brasil lidera, pq ninguém entrega recursos estratégicos. Recurso estratégico se preserva, veja quantos blocos colocou os EUA ou a China. ZERO.
ESTAO VENDENDO OS MAIORES CAMPOS DE PETROLEO DO MUNDO E A SOBERANIA
DO NOSSO PAIS A TROCO DE BOLO. Mesmo assim ainda é muito dinheiro, mas na verdade 10% do valor real, no máximo.
Sugiro os PTralhas roubarem …..pra que vender ?? Os vermes ratos PTralhas saquearam a Petrobras
Brasil, por hipótese, se vc encontrar sua mulher lhe traindo, é solução quebrar a.cama? Não , claro.
Pois é, os PTralharas roubaram venderam é continuam vendendo NOSSA soberania é ninguem se importa, e a solução não é vender um setor estratégico como esse. Pobre país sem um governo digno e uma população alheia a um fato tao importante como esse. E o governo que vai entrar, possivelmente por incompetência e falta de visão vai continuar vendendo NOSSA soberania.
O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), conselheiro Gilberto Jales, recebeu em audiência nesta sexta-feira (9) a governadora eleita do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, acompanhada de membros da equipe de transição do Governo. “A conversa com o TCE é necessária diante da situação que passa o nosso Estado. Trata-se de um órgão que pode nos ajudar muito, inclusive com sugestões, para que possamos corrigir possíveis falhas”, relatou a futura governadora.
Foi mais do que uma simples visita de cortesia. A governadora Fátima Bezerra apresentou membros da equipe de transição e falou das dificuldades que vão enfrentar, sobretudo com o nas questões fiscal e orçamentária. Ela estava acompanhada dos técnicos Adriano Gadelha, André Castro, Carlos Eduardo, Roberto Sérgio Linhares, Arméli Brennand e o deputado estadual Fernando Mineiro.
Fátima explicou que a equipe de transição vem trabalhando em três frentes, divididas nos temas “Gestão Fiscal e Orçamento”, “Desenvolvimento Econômico” e “Serviços Públicos e Políticas Sociais”. Informou que foi iniciada a conversa com o atual governador, Robinson Faria, que se colocou a disposição para contribuir com o processo e que, paralelamente, a equipe estava iniciando diálogos com organizações como o TCE, por exemplo. De antemão, disse que tratará com prioridade questões relativas à segurança, saúde e educação, e que já vem ouvindo grupos de especialistas nestas áreas desde a campanha.
Acompanhado dos conselheiros Paulo Roberto Chaves Alves e Renato Costa Dias, da conselheira Adélia Sales, do procurador eleito para mais um mandato à frente do Ministério Público de Contas, Thiago Guterres, além de diretores e coordenadores do TCE, o presidente Gilberto Jales explicou que o Tribunal de Contas sempre procurou, em sua especificidade, colaborar com o desenvolvimento do Estado. “Nossos técnicos atuam na frieza dos números, de acordo com a Lei. O órgão parte de dados concretos, observando a legalidade e a legitimidade, divulgando todos os dados para a sociedade”, disse.
O presidente do TCE entregou à futura governadora uma série de relatórios de auditorias em áreas como segurança, saúde, educação e outros. “Tenho certeza que o Governo do Estado, em seu dinamismo, não teria condições de desenvolver estes estudos que muito podem contribuir, pois além de achados, apresentam sugestões de solução”, disse, lembrando que a equipe é enxuta, mas muito profissional, competente, com atuação reconhecida entre as cortes de contas de todo o País. “O tribunal atual com um olhar de fora”, destacou.
Jales citou vários exemplos de atuação do TCE nas contas públicas, resultando em prevenção de prejuízos para o Estado, tais como no caso do fundo previdenciário e no processo do estádio Arena das Dunas. Informou que a Corte de Contas conta com uma equipe especializada em auditoria de convênios internacionais e vem investindo em inteligência e tecnologia de informação, além da capacitação permanente dos servidores e jurisdicionados. “Contamos com o menor percentual de receita entre os tribunais de contas do país, mas nossa atuação é profissional. Somos respeitados pela qualidade dos dados que apresentamos a sociedade”, destacou.
No final da reunião, a governadora eleita pediu apoio do presidente do TCE no diálogo com os demais poderes acerca das discussões orçamentárias. Gilberto Jales se colocou à disposição e relatou as contribuições do TCE diante da crise econômica dos últimos anos. “Há quatro anos que o nosso orçamento está congelado. O Tribunal vem dando sua parcela de contribuição para o equilíbrio financeiro do Estado e está sempre aberto ao diálogo”.
Este filme não é novo, tampouco seus personagens: Fátima e sua famosa turma vão passar quatro anos e dois meses alegando que receberam de Robinson (Que) Faria a 'herança maldita', tal e coisa, e haja blablablá.
Quem acertar os seis números do sorteio da Mega-Sena deste sábado pode ganhar um prêmio de até R$ 27 milhões. As seis dezenas do concurso 2.096 serão sorteadas às 20h, no Caminhão da Sorte, que está em Manhumirim (MG). Na poupança, o prêmio rende quase R$ 100 mil por mês.
Como ninguém acertou os seis números do concurso 2.095 ocorrido na quarta-feira (7) o prêmio acumulou e chegou a esse valor. As dezenas sorteadas foram 16, 29, 35, 43, 49 e 56.
A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas do país. Também é possível jogar pelo computador, tablet ou smartphone. Para isso, é preciso ter mais de 18 anos e preencher o cadastro na plataforma de Loterias Online da CAIXA.
Na manhã desta quinta-feira, 8, o coordenador de operações do SAAE de Extremoz Ismar Alonso registrou Boletim de Ocorrência (BO), na Delegacia de Polícia Civil do Município.
O motivo do BO foi o fechamento da bomba da Caixa d´agua com capacidade de 200mil mt3 do Bairro Jardins de Extremoz que ocasionou o desabastecimento na comunidade e danos ao órgão.
Os técnicos que vistoriaram o reservatório encontraram a bomba desligada, fato que causou estranheza a equipe e a direção geral do SAAE, pois a bomba tinha sido trocada a poucos dias.
Para o SAAE não resta dúvida que foi um ato de “sabotagem” realizado por alguém mal intencionado que prejudicou centenas de famílias e por essa razão, foi feito o BO para que a Polícia investigue e tome as providências.
Estreia neste sábado (10), na CBN Natal, o “Questão de Justiça”. Serão entrevistas, debates e assuntos relevantes do universo jurídico agora nas ondas do rádio.
O programa semanal, sempre aos sábados, vai ao ar das 10h às 11h (horário local) e será comandado pelo jornalista e diretor do Jurinews, João Ferreira, tendo como debatedores o advogado e doutor em Direito Constitucional Erick Pereira e o juiz e presidente da Associação dos Magistrados do RN Herval Sampaio.
O presidente eleito do TJ-RN João Rebouças e o advogado Cristiano Barros são os convidados do programa de estreia.
“Estaremos juntos a partir de agora na CBN Natal. É a rádio que toca notícia abrindo espaço para as notícias jurídicas. O programa será colaborativo e contará com a participação de todos os interessados em debater temas jurídicos, de cidadania e de grande alcance social”, disse o jornalista João Ferreira.
O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, vai ouvir no próximo dia 6 de dezembro o juiz federal e os três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) envolvidos na concessão e posterior revogação do habeas corpus ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em julho.
O episódio gerou uma série de decisões contrárias em horas, ao provocar incertezas sobre a soltura do ex-presidente. Serão ouvidos, em audiências separadas e no mesmo dia, o juiz federal Sérgio Moro e os desembargadores Rogério Favreto, João Pedro Gebran Neto e Thompson Flores Lenz.
As representações recebidas pelo CNJ contra os magistrados foram apensadas em um único Pedido de Providências. Todos já apresentaram suas versões sobre o episódio, mas agora terão de responder a perguntas da Corregedoria do CNJ. O juiz federal Sergio Moro também teve de prestar esclarecimentos. O caso está em segredo de Justiça.
Impasse
Fraveto, em julho, sob o argumento de ter como fato novo, a pré-candidatura de Lula à Presidência da República, concedeu o habeas corpus – soltar o ex-presidente, detido em Curitiba desde abril.
Porém, o juiz Sergio Moro deu uma decisão para que a Polícia Federal não libertasse Lula até uma definição do TRF-4.
Gebran, relator da Lava Jato no TRF-4, determinou que a decisão não fosse cumprida.
Após idas e vindas, o presidente do TRF-4, Thompson Flores, manteve a detenção do ex-presidente. O fato provocou vários questionamentos no CNJ enolvendo, sobretudo, Favreto e Moro.
A Escócia aprovou a obrigatoriedade do ensino nas escolas públicas de temas sobre pessoas LGBT+, em uma tentativa de combater a homofobia e a discriminação. O país britânico é o primeiro do mundo a tornar compulsória este tipo de matéria na educação básica.
O governo escocês informou nesta quinta-feira (8) que as escolas adotem um currículo inclusivo para pessoas LGBT+, incluindo o enfrentamento à homofobia, a bifobia e a transfobia e o ensino da história dos movimentos LGBT+.
O vice-primeiro-ministro, John Swinney, disse que “era vital que o currículo seja tão diverso quanto os jovens que aprendem em nossas escolas”. Ativistas consideraram iniciativa uma mensagem clara e forte de que os alunos LGBT+ são valorizados na Escócia.
Com a reforma da Previdência na pauta prioritária do governo, os movimentos sindicais prometem ser a primeira pedra no sapato de Jair Bolsonaro. Um dos principais articuladores sindicalistas, o deputado Paulinho da Força (SD-SP), alega que o fechamento do Ministério do Trabalho e a transferência do Incra para a Agricultura, sob o guarda-chuva de ruralistas, bloquearam os canais de diálogo com setores que têm experiência em colocar pessoas nas ruas.
“Quando houver greves e manifestações, ele não vai ter ninguém para intermediar”, criticou.
Até deputados próximos a Jair Bolsonaro ponderam que só a lua de mel com as urnas não será suficiente para garantir a maioria no Congresso.
Esse grupo argumenta que, para melhor aproveitar o apoio popular, o presidente eleito precisa abrir o diálogo com movimentos sociais e com partidos. “A base do governo ainda não está consolidada”, diz um cacique aliado.
"…pedra no sapato de Bolsonaro" ou seria no sapato do Brasil?!
Atualmente Paulinho da Força está com direitos políticos cassados por determinação da justiça durante um período de 5 (cinco) anos, cabe recurso. Paulinho é conhecido por fazer parte da chamada "Tropa de Choque de EDUARDO CUNHA", grupo de 9 deputados federais que teve como objetivo obstar no Conselho de Ética todas as tentativas de investigação e punição do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paulinho_da_Força
A reforma do Sr. Rogério Marinho só fará aumentar o caos social. Foi a maior traição contra a classe dos trabalhadores e ainda bem que foi dada a resposta a este senhor nas urnas. A precarização do trabalho já começa a ser sentida por boa parte dos trabalhadores e não resolverá o problema do desemprego.
E este número talvez nem seja fruto da reforma. Aconteceu pelo destino, naturalmente.
Não me diga uma coisa dessas….tudo isso?
Até Rogério Marinho perdeu o emprego..kkkkkkk
#eujasabia
Kkkkkkk, essa reforma foi uma chicotada no lombo do trabalhador e só foi boa para os patrões exploradores. Mas algumas respostas já apareceram nas urnas em 2018, e aparecerão cada vez mais nas próximas eleições.