Política

Campanha termina sem debate e política vira rivalidade entre torcidas

Os 147 milhões de brasileiros que estão aptos a votar chegam hoje (28) às urnas sem terem tido a oportunidade de ver os dois candidatos que pleiteiam o maior cargo do país exporem os detalhes de suas propostas de governo. Também não puderam ver questionada a viabilidade delas.

A ausência de debate num segundo turno de disputa pela Presidência da República é inédita na redemocratização – e talvez seja a síntese da eleição de 2018, em que a racionalidade e a maturidade política estiveram, como nunca, distantes.

Mesmo liberado pelos médicos, Jair Bolsonaro (PSL) optou, como estratégia de campanha, por não correr o risco de perder, com sua impulsividade, pontos nos debates.

O eleitor não sabe dizer o que Bolsonaro ou seu adversário Fernando Haddad (PT) farão imediatamente, caso assumam o Palácio do Planalto, para, por exemplo, reverter o desemprego, que atinge 13 milhões de trabalhadores e suas famílias.

Ninguém tem na ponta da língua a grande medida de seu candidato, mas qual brasileiro, incentivado pela propaganda de seus presidenciáveis, não discutiu ou ouviu falar do risco iminente de o Brasil virar a caótica Venezuela ou voltar a ser uma ditadura? E o destino tenebroso ocorrer, paradoxalmente, como resultado do voto – exatamente o clímax da democracia?

Um catastrofismo que não resiste a uma breve análise histórica ou a fatos ocorridos ontem mesmo, que reiteram a força das instituições brasileiras. Reafirmada, por exemplo, quando o STF proíbe a invasão policial das universidades e a Justiça impõe tornozeleira eletrônica para o coronel da reserva que ameaçou e xingou magistrados.

Regada a fake news, que já inscreveu no futuro do PSL uma investigação por crime eleitoral, a campanha presidencial de 2018 foi certamente a mais violenta, a começar pela facada levada por Bolsonaro.

Violência que, apesar de condenada pelos candidatos, ganhou espaço nas ruas, na forma de animosidade entre torcidas.

No último dia de propaganda eleitoral, os dois candidatos mantiveram, na voz dos locutores, os pesados ataques mútuos. Foi a eleição em que se pediu mais o voto contra o adversário do que a favor da própria candidatura. Basta lembrar os movimentos #EleNão versus #PTNão.

O tom impressionista e emocional predominou nos discursos e o imaginário foi longe na campanha. A ponto de a Justiça Eleitoral ter de mandar um candidato parar de se apresentar com a cara de outro. Hoje, abertas as urnas, se imporá para o vencedor o Brasil real.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Essa rivalidade só favorece os políticos bandidos, pois o mesmo fica sem compromisso com o eleitor, e um dos setores que poderia contribuir com o país, fica ao lado dos bandidos, pois dá voz aos mínimo e o disse me disse. Assim, os políticos não se comprometem em cumprir a risca suas propostas, e ao longo do seu mandato fazem e desfazem sem seguir um roteiro determinado pela opção do eleitor. Assim a imprensa seus familiares recebem seus cargos comissionados pra na próxima eleição manter esse esquema de faz de conta asqueroso.

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Política

Com país dividido, brasileiros vão às urnas escolher futuro presidente

Divididos entre bolsonaristas e petistas, os brasileiros vão às urnas neste domingo (28) para escolher o presidente da República que assumirá o comando da nação a partir de 1º de janeiro de 2019. Estão aptos a votar 147.306.275 eleitores residentes no país e no exterior. Desse total, 77.339.897 são mulheres (52,5%) e 69.902.977 são homens (47,45%).

Neste ano, 6.280 eleitores solicitaram a inclusão do nome social no título e no caderno de votação. O nome social é a identificação declarada por transexuais e travestis, opção reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em março deste ano.

A realização do segundo turno de votação mobiliza cerca de 2 milhões de pessoas. Esse contingente inclui 15,4 mil servidores da Justiça Eleitoral, 2.645 juízes eleitorais, 378 desembargadores (incluindo os substitutos) e de 14 ministros do TSE (incluindo os substitutos). Estarão à disposição da Justiça Eleitoral, no Brasil e no exterior, 1.817.996 mesários.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Política

Fátima Bezerra vota às 13h na Faculdade Estácio de Sá

A candidata ao Governo do Estado pela coligação Do Lado Certo, senadora Fátima Bezerra, vai votar às 13h deste domingo, na Faculdade Estácio de Sá da avenida Engenheiro Roberto Freire.

Opinião dos leitores

    1. Deixa de ser pessimista e respeita a escolha dos outros. Por isso o país não vai pra frente. A paixão individual está acima do interesse coletivo. Eu votei no boneco de olinda mas se fatao ganhar quero que ela faça o melhor governo da história do Rn pois assim todos saem ganhando.

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Política

Votação no exterior é encerrada em 16 países

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que a votação para eleitores brasileiros que estão no exterior foi encerrada em 16 países. De acordo com o TSE, o balanço se refere aos locais de votação, em geral as próprias embaixadas do Brasil, que estão à frente no fuso horário.

De acordo com o boletim, a votação já terminou na Nova Zelândia, Austrália, no Japão, na Coreia do Sul, China, em Taiwan, Cingapura, nas Filipinas, na Malásia, em Honk Kong, no Timor Leste, na Indonésia, no Vietnã, na Tailândia, Índia e no Nepal.

Os 500 mil eleitores que estão aptos a votar fora do país em 99 nações votaram somente para presidente da República. O resultado da votação no exterior será divulgado somente após o término da votação no Brasil.

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Política

[FOTOS] Longas filas e tranquilidade marcam as primeiras horas de votação no RN

O segundo turno das eleições no Rio Grande do Norte começou tranquilo sem confusões ou sem grandes registros de problemas. Contudo, as longas filas que marcaram o primeiro turno voltaram a ser registradas.

Apesar das filas, o tempo de votação está sendo menor diante do menor número de votos depositado por cada eleitor. As fotos a seguir foram retiradas do portal G1 RN e recebidas pelo WhatsApp e mostram que as cenas se repetem em vários municípios potiguares.

Foto: Amanda Melo/Inter TV Costa Branca/Mossoró
Foto: Cassinho Morais/Apodi
Foto: Jeanne Florentino/Natal

Foto: Eurípedes Dias/Jandaíra
Foto: Francisco Júnior/Inter TV Cabugi/Natal

Opinião dos leitores

  1. O absurdo deste fatídico dia onde tudo deveria ser perfeito é a falta de ônibus na capital por finalidade eleitoreira, um absurdo que a justiça eleitoral devia investigar

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Política

GUIA DO ELEITOR: O que pode e o que não pode no dia da eleição

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os eleitores irão às urnas neste domingo (28) em todo o país para escolher o futuro presidente. Pela Lei Eleitoral, os eleitores precisam respeitar algumas regras nos locais e no dia da votação.

Uso de bandeiras e camisetas do candidato

O eleitor pode demonstrar a preferência por um candidato, desde que seja de maneira individual e silenciosa. São permitidas bandeiras sem mastro, broches ou adesivos no local de votação. Uso de camisetas foi liberado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O eleitor poderá usar a camiseta com nome de seu candidato preferido, sem fazer propaganda eleitoral a favor dele. A camiseta não pode ser distribuída pelo candidato.

Cola eleitoral

O eleitor pode levar, em papel, os números dos candidatos anotados. A cola eleitoral (imprima aqui) é permitida e recomendada pela Justiça Eleitoral. Em 13 estados e no Distrito Federal, além de presidente, os eleitores vão escolher governadores. Em 19 municípios, os eleitores vão votar para governador, presidente e prefeito. Não é permitida a “cola” em celular na hora de votar.

Uso de celular e tirar selfie

Na cabine de votação, celulares, máquina fotográficas, filmadoras ou outro dispositivo eletrônico não são permitidos. Os equipamentos podem corromper o sigilo do voto, ou seja, não pode tirar selfie na hora da votação ou tirar foto do voto. O eleitor que baixou o e-Título vai apresentá-lo ao mesário e depositará o celular em uma mesa enquanto estiver na cabine de votação. Ao final, o aparelho será devolvido pelo mesário.

Acompanhante

O eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança na hora de votar, mesmo que não tenha feito o pedido antecipadamente ao juiz eleitoral.

Alto-falante e carreatas

Uso de alto-falantes, caixas de som, comícios e carreatas são proibidos.

Boca de urna

Tentar convencer um eleitor a votar ou não em um candidato é proibido. A propaganda de boca de urna também não é permitida. São consideradas boca de urna, por exemplo, a distribuição de panfletos e santinhos de candidatos, a aglomeração de pessoas usando roupas uniformizadas ou manifestações nas proximidades das zonas eleitorais.

Bebida alcoólica

A legislação eleitoral proíbe a venda de bebida alcoólica das 6h até as 18h no dia da eleição. No entanto, cabe a juízes e às Secretarias de Segurança Pública de cada unidade da Federação decidirem sobre a proibição da venda e do consumo nos estados ou até em cidades.

Agência Brasil

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Política

GUIA DO ELEITOR: Tire suas dúvidas sobre o 2º turno da eleição neste domingo

Neste domingo (28), 147.306.275 eleitores residentes no país e no exterior estão aptos a votar no segundo turno das eleições. Desse total, 77.339.897 são mulheres (52,5%) e 69.902.977 são homens (47,45%).

O Blog do BG reproduz aqui um guia com informações para ajudar o eleitor.

Qual é o horário da votação?

As eleições ocorrem neste domingo, das 8h às 17h. É importante lembrar que vale o horário local e não o de Brasília. O Brasil tem quatro fusos horários. Por isso, a divulgação das pesquisas de boca urna e da apuração parcial para presidente da República só acontece após as 19h, quando se encerra a votação no Acre.

Aqueles que estiverem na fila das seções eleitorais após as 17h ainda poderão votar.

Quais documentos preciso levar para votar?

Título de eleitor e documento oficial com foto – carteira de identidade, passaporte válido, carteira de habilitação válida ou carteira de trabalho. Neste ano, o Tribunal Superior Eleitoral lançou o aplicativo e-Título. O eleitor que fez biometria pode votar levando somente o e-Título. Onde não há biometria, além do e-Título, é necessário um documento de identificação oficial e com foto.

São válidos como documento oficial com foto: carteiras de identidade, de trabalho, nacional de habilitação, certificado de reservista, Documento Nacional de Identidade (DNI) ou passaporte.

Certidão de nascimento e de casamento não valem como prova de identidade na hora de votar.

Onde posso saber qual é meu local de votação?

No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor pode fazer a consulta. A opção está na página principal. Basta inserir o número do título de eleitor. Para quem esqueceu o registro do documento, uma alternativa é preencher nome, nome da mãe e data de nascimento. O sistema apresenta número do título, seção, zona, endereço e município. Para quem quiser usar as redes sociais, também há opções. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está usando robôs para auxiliar os eleitores a obter essas informações. Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter(@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus).

Posso levar celular ou tablet no dia da votação?

Sim, mas não pode entrar na cabine de votação com qualquer equipamento eletrônico. O eleitor que baixou o e-Título vai apresentá-lo ao mesário e depositá-lo em uma mesa enquanto estiver na cabine de votação. Ao final, o aparelho será devolvido pelo mesário. Não é permitida selfie no local de votação.

O eleitor pode levar os números dos candidatos anotados?

Sim. A cola eleitoral é permitida e recomendada pela Justiça Eleitoral. Porém, a cola deve ser em papel, não pode ser no celular.

Qual é a ordem da votação na urna eletrônica?

Em 13 estados, onde não há eleição para governador, os eleitores votarão apenas para presidente. Em outros 13 estados e no Distrito Federal, onde será realizado segundo turno também para governo estadual e distrital, o eleitor votará primeiro para governador e depois para presidente. Em 19 municípios, além de escolher o presidente da República, os eleitores votarão também para prefeito. Do total, em 11 cidades, o eleitor vai votar para governador, presidente e prefeito, nesta ordem. Nos oito restantes, votará para presidente e, em seguida, prefeito.

Para cada cargo, devem ser digitados dois números.

O eleitor pode usar camiseta do candidato no dia da votação?

Sim. Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu liberar o uso de camisetas de candidatos pelos eleitores nos locais de votação já primeiro turno das eleições. O eleitor poderá usar camiseta com nome de seu candidato preferido, mas como forma de manifestação individual, sem fazer propaganda eleitoral a favor dele.

E o que caracteriza propaganda de boca de urna?

A propaganda de boca de urna é proibida. São consideradas boca de urna, por exemplo, a distribuição de panfletos e santinhos de candidatos, a aglomeração de pessoas usando roupas uniformizadas ou manifestações nas proximidades das zonas eleitorais.

O que acontece com o eleitor que estiver fora de casa no dia da votação?

O eleitor que estiver fora do seu domicílio eleitoral precisa justificar a ausência, comparecendo a uma seção eleitoral. Nos portais dos Tribunais Regionais Eleitorais, é possível imprimir o formulário de justificativa eleitoral. O preenchimento pode ser feito antes, mas o eleitor tem de assinar o formulário na presença do mesário.

Não votei no primeiro turno posso votar no segundo turno?

Sim. O eleitor pode votar desde que esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral, com título eleitor ativo. Se o título estiver cancelado ou suspenso, o eleitor não pode votar.

Só é possível justificar o voto no dia da eleição?

Não. O eleitor tem prazo de 60 dias após cada turno para justificar o voto. Neste caso, ele terá de preencher um requerimento de justificativa, também disponível nos portais dos Tribunais Regionais Eleitorais, juntar os comprovantes da ausência do domicílio e apresentar no cartório eleitoral. O requerimento será analisado pelo juiz eleitoral.

O que acontece com quem não vota nem justifica?

Para regularizar sua situação eleitoral, o cidadão terá de pagar uma multa R$ 3,61 por votação não comparecida. É importante lembrar que o eleitor em situação irregular não pode assumir cargo público, tirar passaporte e se inscrever em universidade pública.

O eleitor pode votar fora de seu domicílio?

Sim, desde que tenha se cadastrado na Justiça Eleitoral para votar em trânsito. Se a viagem aconteceu de última hora, o eleitor terá de justificar o voto.

O eleitor que mora no exterior pode votar?

Sim, desde que tenha se cadastrado na Justiça Eleitoral para votar no exterior. Caso contrário, o eleitor terá de justificar o voto. Neste ano, 500.727 brasileiros se registraram para votar no exterior. As seções serão instaladas nas embaixadas e nos consulados brasileiros no exterior e, em algumas cidades, em outras instituições como universidades. O eleitor vota apenas para presidente.

É verdade que a eleição é anulada se mais da metade dos votos forem nulos ou em branco?
Não. Apenas os votos válidos são considerados na apuração dos candidatos eleitos. Ou seja, votos nulos e em branco são descartados. Mesmo que mais de 50% dos votos sejam nulos e brancos, a eleição é válida.

Agência Brasil

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Política

Boca de urna persiste em era das redes sociais

Na nona eleição presidencial após a redemocratização, em plena era da comunicação instantânea por celulares, por meio das redes sociais, a campanha de boca de urna é intensa no dia da votação. A prática é ilegal. Segundo o Ministério da Segurança Pública, no primeiro turno, houve 1.372 flagrantes desse tipo de crime eleitoral.

Pelos dados do ministério, foram registradas 247 ocorrências de propaganda eleitoral irregular e 51 casos de distribuição de material irregular de campanha. No total, 523 cabos eleitorais chegaram a ser detidos por causa desses crimes e de outros flagrantes.

O assédio aos eleitores e a propaganda política próximos aos locais de votação são proibidos pela Justiça Eleitoral (Art. 81 da Resolução nº 23.551/2017).

No entanto, a prática é muito comum para tentar obter o voto de eleitores indecisos ou desinformados sobre os candidatos.

Fora do controle

De acordo com a cientista política Helcimara Teles, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “é muito difícil controlar” a boca de urna. Segundo a especialista, disputas acirradas tendem a aumentar os casos.

O cientista político Márcio Malta, da Universidade Federal Fluminense (UFF), concorda que “é muito difícil de fiscalizar” a boca de urna em todos acessos às seções eleitorais.

À Agência Brasil, Márcio Malta disse que já trabalhou como mesário em Niterói (RJ) e percebeu que “muita gente acaba sendo influenciada” por “santinhos de candidato, que recebe ou até pega no chão”. “Não são poucos os eleitores que chegam para votar indecisos e que consultam às listas de nomes da Justiça Eleitoral para fazer escolha na hora”, acrescentou.

Agência Brasil

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Política

Presidente eleito terá difícil tarefa da reconciliação do País

Bolsonaro e Haddad
Os candidatos a presidente Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) Foto: Wilton Junior/ Estadão e Andre Penner/AP

 

Há os que acreditam que a sociedade se refaz rapidamente. Outros, que vai ser difícil. Mas é consenso entre empresários, artistas e personalidades da sociedade ouvidas pelo Estado que o presidente eleito será o responsável pela reconciliação do País a partir de amanhã.

“A primeira coisa a ser feita por quem quer que vença é um discurso claro de que a eleição acabou, que vai governar com todo mundo e teremos uma construção coletiva no País”, diz o diretor executivo da Fundação Lemann, Deniz Mizne.

“Temos que baixar o tom, sair dessa guerra, mas isso depende do líder da nação. É preciso chamar a população à responsabilidade de manter a ordem e a paz” completa o coordenador do movimento Agora, Leandro Machado. O grupo foi criado pela sociedade civil para influenciar uma renovação na política.

A crise política que começou em 2015 culminou em uma eleição extremamente polarizada, com discursos de ódio contra oponentes. O candidato Jair Bolsonaro (PSL) foi esfaqueado em setembro quando fazia campanha em Juiz de Fora. Foi ainda alvo de um movimento iniciado nas redes sociais, o #Elenão, que reuniu milhares de pessoas em protestos nas ruas. Fernando Haddad, que carregou uma rejeição avassaladora ao PT, se disse alvo de fake news que segundo ele atingiram até sua família.

“Nunca mais teremos uma democracia silenciosa, ela é barulhenta”, afirma o cientista político e professor do Insper, Fernando Schuler. Já antropólogo Roberto DaMatta não tem dúvidas de que o cotidiano e a rotina vão acabar reconstruindo as relações e deixando as questões políticas de lado. “Vamos aprender a discordar e concordar, é o princípio fundamental da democracia. E lembrar que temos um sistema político móvel, não é um rei, não vamos entregar o país a ele.”

Para o presidente do conselho de administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, as necessidades concretas se sobrepõem às convicções políticas. Ele acredita que ajuste fiscal, novos investimentos e a redução do desemprego vão construir a “pacificação social”.

A atriz Fernanda Montenegro classifica o atual momento como “trágico”. “Mas não tem jeito. Vamos ter de pacificar esse País, e não vai ser com metralhadoras.”/ COLABOROU LUIZ CARLOS MERTEN

Frases

“O encaminhamento do ajuste fiscal, a melhora da confiança, a atração de novos investimentos e a redução do desemprego poderão angariar gradual apoio popular, construindo a pacificação social. Necessidades concretas se sobrepõem às convicções políticas” – Luiz Carlos Trabucco Cappi, presidente do Conselho de Administração do Bradesco.

“Estamos nesse momento trágico, um processo eleitoral radicalizado em que os candidatos existem em função um do outro. Não tem jeito. Vamos ter de pacificar esse País, e não vai ser com armas. A mentalidade belicosa só vai trazer mais guerra e aprofundar a crise” – Fernanda Montenegro, atriz.

“A divisão não é apenas conjuntural, da radicalização de campanha, há visões diferentes sobre liberdade dos professores, gênero, direitos reprodutivos, igualdade racial. É algo que se aprofundou na sociedade e vamos ter dificuldade para conciliação.” – Boris Fausto, historiador e cientista político.

“O Brasil tende a entrar na normalidade. Não é possível que, passada a eleição, vai ainda se discutir nazismo, fascismo. Tudo isso vai perdendo força, vai sendo normalizado, vai cansando. Mas nunca mais teremos uma democracia silenciosa, ela é barulhenta” – Fernando Schuler, cientista político.

“Quem ganhar precisa deixar explícito no primeiro minuto que a eleição acabou, que quer governar com todo mundo, fazer uma construção coletiva do País. Isso passa pelo diálogo, respeito à lei, à Constituição, às pessoas. Se não, a tensão vai continuar.” – Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann.

“A sociedade se refaz. O Brasil tem protagonismo, tem os valores da hospitalidade, compreensão, amizade. O cotidiano, a rotina, isso que faz com que o tecido social se reconstrua. É um sistema político móvel, não é um rei, não vamos entregar o País a ele.” – Roberto DaMatta, antropólogo.

Opinião dos leitores

  1. Esses vermes PTralhas conseguiram dividir o país …divulgando e aplicando ódio em quem trabalha e tem propriedades

  2. BOLSONARO presidente
    Só vai ter que por os petistas no lugar deles
    O difícil vai ser fazer eles trabalharem
    A mamata acabou vão ter que trabalhar
    Kkkkkkkkk

    1. Sou petista e trabalho há mais de 15 anos. Tipica frase de doente mental que vota no BostaNaro

    2. Essa postagem do candidato do Bozo deve ser de alguém que não sabe o que diz. um retardado. Pela sua lógica só quem trabalha é ele e seus radicais de direita.

    3. Sou antipetismo e estou desempregado a mais de dois anos por conta do roubo do PT!

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Política

Polícia registra 11 prisões relacionadas à eleição nas últimas 24 horas no Brasil

Relatório do Centro Nacional da Secretaria Nacional de Segurança Pública mostra que foram realizadas 11 prisões relacionadas às eleições nas últimas 24 horas, conforme boletim produzido com dados até 18h14.

O documento mostra que Santa Catarina liderou as prisões com cinco casos, sendo quatro cabos eleitorais. Também houve prisões em Rondônia (3), Paraíba (2) e Pernambuco (1). Não há registro de detenções nas outras Unidades da Federação.

Nas 24 horas até 18h deste sábado, a central de monitoramento montada pelo governo federal registrou ainda 19 outras ocorrências diversas, como nove manifestações pacíficas, dois casos de distribuição irregular de material de campanha eleitoral, duas lesões corporais, uma compra de voto e um caso de dano, entre outros.

Segundo o relatório, foi mobilizado efetivo com 11.807 pessoas e 3.097 veículos para o trabalho de acompanhamento da campanha pelas forças de segurança nas últimas 24 horas.

Com informações do Estadão Conteúdo.

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Política

IBOPE: Vejam as intenções de voto para os governos estaduais que estão em disputa

Os brasileiros escolhem neste domingo, 28, governadores de 14 unidades da Federação. As eleições 2018 foram para o segundo turno em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Amapá, Rondônia, Rio Grande do Norte, Amazonas, Pará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, Roraima e também no Distrito Federal.

O Ibope divulgou na sexta e neste sábado as pesquisas de intenção de voto desses Estados. O nível de confiança de todos os levantamentos é de 95%. Confira a lista abaixo.

Amapá

No Estado, João Capiberibe (PSB) apareceu com 53% votos válidos, enquanto Waldez Góes (PDT) registrou 47% dos votos válidos. Os dois estão empatados tecnicamente. Nos votos totais, Capiberibe tem 48% e Waldez, 42%. Os votos brancos e nulos seguem em 8%. Os que não sabem ou não responderam continuam com 2%.

A pesquisa, encomendada pela Rede Amazônica, entrevistou 812 pessoas entre 24, 25 e 26 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00570/2018.

Amazonas

No Amazonas, Wilson Lima (PSC) lidera com 64% dos votos válidos, enquanto Amazonino Mendes (PDT), que é o atual governador, tem 36%. Nos votos totais, o candidato do PSC foi de 63% para 60%. O pedetista se mantém com 34%. Os votos brancos e nulos saíram representam 4%. Os que não sabem ou não responderam são 2%.

A pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica e ouviu 812 pessoas entre 24, 25 e 26 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-08888/2018.

Rondônia

Em Rondônia, Coronel Marcos Rocha (PSL) teve 63% das intenções de votos válidos, contra 37% de Expedito Junior (PSDB). Nos votos totais, o militar tem 56% e seu adversário, 33%. Os eleitores que optam por votos brancos e nulos somaram 6% e os indecisos, 4%.

A pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica, foi feita entre 24, 25 e 26 de outubro e ouviu 812 eleitores. O registro no TSE é o BR-06885/2018 e no TRE é o RO-07727/2018.

Mato Grosso do Sul

A pesquisa para a disputa do segundo turno para o governo de Mato Grosso do Sul mostra que Reinaldo Azambuja (PSDB) lidera com 51% dos votos válidos. Juiz Odilon (PDT) aparece com 49%. Os números configuram empate técnico, já que a margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa foi encomendada pela TV Morena e entrevistou 812 pessoas entre 25 e 26 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07190/2018.

Distrito Federal

A intenção de voto no candidato do MDB ao governo do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, foi de 70% dos votos válidos, enquanto Rodrigo Rollemberg (PSB) chegou a 30%. Com base nos votos totais, Ibaneis caiu de 64% para 62%, enquanto Rollemberg subiu de 23% para 26%. Brancos e nulos totalizaram 7%, e os indecisos, 5%.

O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o índice de confiança é de 95%.

Minas Gerais

A intenção de voto no candidato do Novo ao governo de Minas Gerais, Romeu Zema, é de 68%, enquanto Antonio Anastasia (PSDB) registrou 32%. Com base nos votos totais, Zema oscilou de 57% para 58% e Paes, de 28% para 27%. O porcentual de brancos e nulos permaneceu em 10% e o de indecisos, em 5%.

O levantamento foi encomendado pela TV Globo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o índice de confiança é de 95%. Foram entrevistados 2.002 eleitores em 113 municípios entre 25 e 27 de outubro.

Roraima

Em Roraima, Antonio Denarium (PSL) lidera com 54% dos votos válidos, seguido por José de Anchieta (PSDB), com 46%. Nos votos totais, o candidato do PSL caiu de 58% para 50%. Em relação ao último levantamento, o tucano subiu de 36% para 43%. Os votos brancos e nulos saíram de 2% para 4%. Os que não sabem ou não responderam continuam em 3%. A pesquisa, encomendada pela Rede Amazônica, entrevistou 812 pessoas entre 24 e 26 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-04787/2018.

Rio Grande do Norte

Fátima Bezerra (PT) tem 55% dos votos válidos contra 45% de Carlos Eduardo (PDT) na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte. A petista está em movimento de ascensão nas pesquisas. O Ibope ouviu 812 pessoas em 38 cidades do Estado. Considerando-se os votos totais, a petista chega a 52%, contra 42% do adversário. Brancos e nulos somam 4% e indecisos, 3%.

A pesquisa foi encomendada pela Inter TV Costa Branca e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05542/2018.

Pará

O candidato do MDB ao governo do Pará, Helder Barbalho, tem 57% da intenção dos votos válidos. Já Márcio Miranda, do DEM, tem 43% da intenção dos votos. Se considerados os votos totais, Barbalho oscilou de 53% para 51% das intenções de voto, e Miranda permaneceu com 39%. O porcentual de brancos e nulos é de 7% e o de indecisos, 2%.

A pesquisa Ibope foi contratada pela TV Liberal e ouviu 812 votantes entre os dias 26 e 27 de outubro. Os dados foram registrados no Tribunal Regional Eleitoral do PA sob número PA-08333/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob número BR-07030/2018.

Rio de Janeiro

No Rio, o candidato Wilson Witzel (PSC) tem 54% das intenções de voto ante 46% de seu adversário Eduardo Paes (DEM). No primeiro levantamento do segundo turno, Witzel aparecia com 60%, enquanto Paes tinha 40%. Depois, passou a ter 56%, contra 44% de Paes. O montante de brancos e nulos totalizou 9% e o de indecisos, 7%. A rejeição de Paes é de 52%, enquanto a de Witzel é de 39%.

O levantamento ouviu 2.002 eleitores e foi realizado em 25, 26 e 27 de outubro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos e o nível de confiabilidade é de 95%. O registro no TSE é BR-09507/2018.

Santa Catarina

Em Santa Catarina, Comandante Moisés (PSL) aparece na liderança, com 59%. Gelson Merísio (PSD) tem 41%. Nos votos totais, o candidato do PSL foi de 51% para 52%, enquanto o candidato do PSD saiu de 35% para 36%. Os votos brancos e nulos continuam com 9%. Os que não sabem ou não responderam oscilaram de 6% para 3%.

A pesquisa foi encomendada pela NC Comunicações e entrevistou 1.008 pessoas. As entrevistas foram feitas entre 24, 25 e 26 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-05948/2018.

São Paulo

Os candidatos ao governo de São Paulo Márcio França (PSB) e João Doria (PSDB) aparecem empatados numericamente pela primeira vez desde o início do segundo turno. Cada um está com 50% dos votos válidos – em relação ao levantamento anterior, do dia 23 de outubro, França subiu três pontos, enquanto Doria caiu três.

Nos votos totais, quando os votos em branco e nulos são considerados, França pontua 43%, contra 42% do tucano. Votos em branco e nulos somam 10%; os que não sabem ou não quiseram responder, 5%. O Ibope entrevistou 2002 pessoas nos dias 26 e 27 de outubro.

Rio Grande do Sul

A intenção de voto no candidato ao governo do Rio Grande do Sul pelo PSDB, Eduardo Leite, caiu três pontos em relação ao levantamento anterior, do último dia 23, de 60% para 57% dos votos válidos. Seu adversário, José Ivo Sartori (MDB), subiu de 40% para 43% no mesmo período.

O porcentual de brancos e nulos oscilou de 8% para 6% e o de indecisos, de 3% para 4%. A rejeição a Leite é de 15% e a Sartori, de 36%. O levantamento foi encomendado pela RBS Participações. Foram entrevistados 1.806 eleitores entre 25, 26 e 27 de outubro.

Sergipe

A intenção de voto no candidato do PSD ao governo de Sergipe, Belivaldo Chagas, é de 61% contra os 39% de Valadares Filho (PSB). Com base nos votos totais, Chagas alcançou 54%, enquanto Valadares Filho tem 35%. O porcentual de brancos e nulos teve 8% e o de indecisos, 3%.

O levantamento foi encomendado pela TV Sergipe. A margem de erro é de três pontos porcentuais e o índice de confiança é de 95%. Foram entrevistados 812 eleitores entre 26 e 27 de outubro.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Política

Haddad ganha terreno no Norte e Centro-Oeste e segue líder só no Nordeste

Fernando Haddad (PT) avançou em intenções de voto no Norte e no Centro-Oeste de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (27), na véspera do segundo turno para a Presidência da República.

Das cinco regiões do país, ele só lidera no Nordeste. Lá, o ex-prefeito de São Paulo alcança 68% dos votos válidos, ante 32% de Jair Bolsonaro (PSL).

Haddad vem registrando tendência de alta nas três regiões, de acordo com os levantamentos do instituto. Seu rival, por outro lado, tem um viés de baixa, mas permanece na liderança no Norte e no Centro-Oeste.

sondagem divulgada na quinta-feira (25) mostrou que o escolhido de Lula tinha 41% dos votos válidos no Norte e que Bolsonaro alcançava 59%. Na nova pesquisa, o petista salta para 45% e o candidato do PSL cai para 55%.

No Centro-Oeste, os resultados eram estes na quinta: 31% para Haddad e 69% para seu oponente. Agora são, respectivamente, 34% e 66%.

No Nordeste, onde o PT tradicionalmente aparece à frente, o ex-prefeito tinha no levantamento anterior dois pontos percentuais a menos (66%), e o deputado federal aparecia com dois a mais (34%).

O petista priorizou agendas de campanha nos estados nordestinos nas últimas semanas. Seu oponente, que concentra esforços nas redes sociais (impossibilitado de viajar por causa da facada que levou em setembro), também buscou enviar mensagens ao eleitor da região.

Os resultados do Sul e do Sudeste se mantiveram na reta final da campanha. Em ambas as regiões, Bolsonaro tem larga vantagem sobre Haddad.

No Sul, o político do PSL chega a 65%, ante 35% do adversário. No Sudeste, o militar reformado possui 63%, enquanto o rival tem 37% dos votos válidos.

O levantamento divulgado neste sábado mostrou que, no resultado geral do país, Bolsonaro obtém 55% das intenções de votos válidos, com 10 pontos de vantagem sobre Haddad, que está com 45%.

O Datafolha fez 18.371 entrevistas em 340 municípios na sexta (26) e neste sábado. A pesquisa foi contratada pela Folha e pela TV Globo, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o domínio BR-02460/2018.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Pude verificar que qualquer um com um e-mail cadastrado, desde que coloque o nome Justiniano ou de outra pessoa que tenha comentado anteriormente, poderia facilmente se passar por esta pessoa, como foi o caso de alguém mal intencionado que utilizou indevidamente o meu nome.

  2. Esse justiniano que fala em "passa fome" no seu comentário não sou eu que comentei logo acima.
    Estranho essa duplicidade de nomes e esse oportunismo! Nosso povo é acolhedor, capaz e inteligente, apenas está com uma deficiência em enxergar a verdade em razão do voto de cabresto desenvolvido pelo PT e o seu bando ao longo desses desastrosos anos de enganação e estelionato eleitoral.

  3. Os "inteligentes" votando em torturador. Essa vergonha moral o Nordeste não carregará. Corrupção se combate é corrigi, já caráter de torturador e ódio isso é doença da alma.

    1. Paulo quantas pessoas foram torturadas e assassinadas em hospitais públicos por exemplo de onde o dinheiro foi desviado para os bolsos de políticos bandidos assassinos e o restante foram gastos em estádios para a copa e olimpíadas durante esses 13 anos acho q milhoes de pessoas e aí você vem me falar de torturador me poupe olhe pra fora de sua janela que você verá que os torturadores estão aí no poder há 23 anos pra mim não dá mais não não nunca

  4. Ganhar terreno prometendo mentiras é fácil! Fale que vai manter Lula preso, pra ver se o pessoal vai aderir…

  5. Se tratando de política o povo NORDESTINO sempre envergonha o país. Nas demais regiões o PT se tirnou coadjuvante nas eleições, não elege prefeito , Governador.. nesses lugares o povo já entenderam que o PT não dá mais, uma organização criminosa, marginais que são capazes de tudo pelo poder, 16 anos jogando no Brasil paea o buraco. Aqui no Nordeste o povo ainda a Esquerda elegeu praticamente todos seus governadores. Assistencialismo Não muda a vida de ninguém, só nos mantém aprisionado, limitado, vagabundos. O Populismo é uma desgraça, trava o avsnco e o desenvolvimento.

  6. Os passa fome sempre elegendo os corruptos ,trocam seu voto pelo pão com mortadela,preferem o peixe do que aprender a pescar

    1. Imbecilidade tem limite. Mais você trancedeu o limite da intolerancia e carater.

    2. Inteligentes? Faz-me rir !Só uma pessoa sem valores e sem bom senso vota no PT e na atual esquerda Brasileira. Nosso nordeste vende o voto por uma migalha de pão, mesmo que para isso tenha que aceitar bandido comandando o país de dentro do presídio, milhões sendo desviados, conivência com ditaduras(Venezuela, Cuba…)… Não existe racionalidade em se votar num partido e numa proposta que não resolveu nada ao longo de tantos mandatos, que apenas iludiu as pessoas e hoje nos faz colher os piores frutos possíveis de uma realidade econômica terrível e vergonhosa. É necessário, SIM, uma mudança de direção para moralizar esse país e impulsioná-lo e, nesse caso, essa esperança não se apresenta do lado desses "inteligentes" que na minha opinião são verdadeiros masoquistas, que mais parecem dizer sim a toda a bandalheira que esse país está acometido graças ao PT e sua corja de corruptos por simples prazer. Eu não desejo para minha gente um palanque vitorioso em Brasília com Hadad, Lula, José Genuíno, José Dirceu, Antônio Palocci, Delúbio… A incompetente e conivente da Dilma! O lastimável Boullos e essa Manuela D'ávila, Maria do Rosário, Jean Wyllys, Marcelo Freixo, Jandira Fegali… Se estes são os melhores para o meu país, sinceramente, eu prefiro me recolher a minha insignificância!

    3. A sua intolerância beira os limites da sanidade. Se és um caba macho NORDESTINO mesmo, por que não tenta conscientizar o meu povo nordedtino de bem mais carentes, ao invés de ficar aí pousando de sabe tudo, com uma arrogância que ultrapassa a ponta do teu nariz e semeando ódio? Esculachar é muito fácil, quero ver se tu és caba macho NORDESTINO de verdade para pregar por aí a pacificação e a conscientização de que há uma necessidade de mudança! O nosso povo mais simples, faço questão de começar por mim, precisa de uma conscientização, e não de ofensas. Falta-me o orgulho de ser brasileiro, mas me sobra satisfação de ser um caba nordestino.

    4. Sou nordestino e potiguar e voto com orgulho 12 e 17 pois tenho compromisso com a reputação de meus conterrâneos não a ignorância, a ideologia de gênero e não ao socialismo !

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Política

Eleição de 2018 será lembrada pelos casos de violência, dizem analistas

POR FOLHAPRESS

Assassinatos, lesões, ameaças e ofensas fizeram destas eleições as mais violentas da história, dizem especialistas em segurança.

“É o pleito em que o tema esteve mais presente, tanto no número de agressões quanto nos discursos”, diz Renato Sérgio de Lima, 48, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

“A polarização levou pessoas a quererem impor verdades à força. Isso é ruim para todos, pois no dia seguinte teremos que conviver”, diz Elisandro Lotin de Souza, 45, sargento da Polícia Militar de Santa Catarina e presidente da Associação Nacional de Praças.

“Foi, sim, a eleição mais violenta, tanto na ideologia quanto entre eleitores. E não só desconhecidos, mas familiares, amigos”, diz Beatriz Pedreira, 32, cientista social e cofundadora do instituto Update.

Ela realça o que vê como um fator de agravamento: a recessão que precedeu o pleito. “A crise deixou as pessoas mais inseguras e fomentou medo, individualismo e violência.”

O site Vítimas da Intolerância, das ONGs Open Knowlegde Brasil, Brasil.IO e Agência Pública de jornalismo, totalizou quase 60 ocorrências ligadas às eleições, incluindo 36 homicídios e agressões.

Já a plataforma Violência Política no Brasil, dos portais Opera Mundi, Outras Palavras e De Olho nos Ruralistas, contabiliza 133 agressões por motivos políticos, incluindo oito mortes e 42 lesões corporais.

A maioria envolve ataques de apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) contra gays, mulheres e pessoas vestindo símbolos da esquerda, como bonés do MST ou camisetas do PT.

Houve também agressão no sentido oposto: um professor machucou a cabeça após ser agredido e cair, no centro de São Paulo, depois de gritar “Ele sim” a um grupo que protestava contra Bolsonaro.

Um dos episódios mais emblemáticos foi o do compositor e mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, morto em Salvador (BA) a facadas.

Após ser preso, o agressor Paulo Ferreira de Santana afirmou que o ataque se deveu a divergência política, pois é eleitor de Bolsonaro, e Moa, que faria 64 anos nesta segunda (29), havia declarado voto em Fernando Haddad (PT).

Também em Salvador, um professor foi preso após tentar atropelar um homem que vendia camisas de Bolsonaro. A vítima não foi atingida.

Em Curitiba (PR), um estudante que vestia boné do MST foi agredido com garrafadas por pessoas com camisetas de torcida organizada que, segundo testemunhas, gritavam “Aqui é Bolsonaro!”.

Um dos casos de maior repercussão teve a veracidade contestada. Uma estudante de 19 anos de Porto Alegre disse que foi atacada por homens que usaram um objeto pontiagudo para marcar em sua barriga um símbolo semelhante à suástica nazista. Baseada em laudo pericial, a Polícia Civil do estado concluiu que ela se automutilou.

Por outro lado, o total de agressões pode ser maior, já que há casos não registrados.

Na sexta (26), a atriz Monica Iozzi publicou um relato em suas redes sociais sobre um amigo gay gravemente agredido por um homem que se disse apoiador de Bolsonaro.

Além disso, a contabilidade não considera ameaças verbais, como a relatada por uma analista da ONG Todos Pela Educação ameaçada de estupro na avenida Paulista, em São Paulo —com medo, ela prefere não divulgar o nome.
“Ao dizer que minorias vão ter que se submeter à maioria, Bolsonaro autoriza a extinção corporal. Enquanto mulher, me sinto ameaçada”, ela diz.

A violência atingiu a classe política. O próprio Bolsonaro foi esfaqueado em um comício em Juiz de Fora (MG), em setembro. Em março, Marielle Franco (PSOL), vereadora do Rio, foi morta a tiros —a polícia não liga o caso ao pleito, mas investiga razões políticas.

Também em março, agressores atiraram contra um ônibus que levava 26 repórteres que cobriam eventos do PT no Paraná. Ninguém ficou ferido.

Segundo Lima, do FBSP, a radicalização dos políticos fez as pessoas se sentirem autorizadas a cometer atos violentos. “Principalmente Bolsonaro, com um discurso de destruição do inimigo”, ele diz.

O acirramento atingiu a imprensa. A Abraji registrou 141 ameaças e agressões a jornalistas que cobriam as eleições.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, determinou que a Polícia Federal investigue ameaças a Patrícia Campos Mello, repórter da Folha, e a Mauro Paulino, diretor-executivo do Datafolha. Elas ocorreram após reportagem do jornal mostrar que empresas estavam contratando disparos em massa
anti-PT por WhatsApp
.

 

Opinião dos leitores

  1. A violência existe desde sempre, seus praticantes são defendidos pelos petistas, pelos artistas e pelos jornalistas. Mas quem incita isso são aqueles que pedem punição severa…
    Vá entender…

  2. Parece que o Brasil estava vivendo em uma mãe de rosas e repentinamente começou as eleições e aí surgiu a guerra e a intolerância. Será que esse povo está cego? Estamos em guerra, morre mais gente aqui do que em muitas guerras, é porque acham que nas eleições seriam diferente? É um reflexo do que estamos vivendo

  3. Dizer que a maioria dos ataques são de apoiadores de Bolsonaro é cinismo.
    Olhem o YouTube e verão casos e mais casos em que os apoiadores de Bolsonaro são agredidos. Infelizmente, grande parte da imprensa não noticia essas agressões. A sociedade não é burra !

  4. Que história é essa, todas eleições são marcadas por discussões e violência, e essas jamais iria ser, quem não lembra de mortes de eleitores em manifestações políticas, de mortes de vereadores e candidatos, principalmente no Interior. Agora nessas eleições, como uma facção criminosa está perdendo parte do poder, ela está usando de todos os mecanismos pra não perder o seu mando. Como a vida pra eles não tem o menor sentido, basta ver seus próprios parceiros que eles executaram " Toninho do pt e Celso Daniel",

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Política

2018 impõe ao PT desafio de preparar o pós-Lula

Ainda que Fernando Haddad vencesse Jair Bolsonaro neste domingo, hipótese que o Datafolha indica ser menos provável, o Partido dos Trabalhadores não se livraria de um desafio que a campanha de 2018 lhe impôs. A legenda terá de migrar do atual estágio de lulodependência para uma fase que pode ser chamada de pós-Lula. Não se trata de opção, mas de fatalidade.

Preso, Lula festejou neste sábado, pela segunda vez, seu aniversário de 73 anos. Com mais de 12 anos de cadeia nas costas, está na bica de colecionar uma segunda sentença criminal, dessa vez no caso do sítio de Atibaia. Na sucessão de 2022, sua veneranda figura acumulará uma existência de 77 primaveras. E continuará inelegível. Lula tornou-se um líder político com um enorme passado pela frente.

Na hipótese remota de uma obter uma vitória neste domingo, Haddad teria de reconhecer que foi salvo pelo voto útil. Estaria condenado a compor um governo maior do que o PT. Para isso, teria de parar de arrastar as correntes de Lula. Confirmando-se a derrota, o PT fará o que faz de melhor: oposição. A parte difícil será a fisioterapia política a que a legenda terá de se dedicar para começar a andar sem a sua muleta. Sob pena de ficar para trás.

Ainda marcado pelas escoriações das cotoveladas que recebeu de Lula no primeiro turno, Ciro Gomes lançou neste sábado uma dupla candidatura. Disputará com o petismo a liderança da oposição: “O que precisa para o Brasil a partir de segunda-feira é que a gente construa um grande movimento que proteja a democracia e a sociedade mais pobre”.

De resto, Ciro antecipa 2022, oferecendo-se desde logo como “um caminho em que a população brasileira amanhã possa ter uma referência para enfrentar os dias terríveis que estão se aproximando.” Haddad poderia fazer o mesmo. Mas os votos que receberá não lhe pertencem. Uma parte veio da herança de Lula. Outra, da rejeição a Bolsonaro. De resto, a maioria do petismo quer desligar Haddad da tomada, não convertê-lo em líder de seja lá o que for.

O PT vem perdendo espaço na preferência do eleitorado desde 2010, na eleição de Dilma Rousseff. Lula prevaleceu em 2002 e 2006 com 61% dos votos válidos. Em 2010, Dilma foi enviada ao Planalto com 56%. Em 2014, já com o semblante de ex-gerentona, Dilma passou raspando na trave, com 52%. No Datafolha deste sábado, Haddad somou 45% dos votos válidos. Se sair das urnas desse tamanho, o PT retornará a 1989, quando Lula obteve 47% dos votos válidos, perdendo para Fernando Collor, com 53%.

Está entendido que o eleitorado cobra do PT, em prestações, a fatura dos mensalões, dos petrolões e da gestão empregocida de Dilma. Tudo tem vinculação direta com Lula. Os escândalos têm raízes fincadas nos seus dois mandatos. É de sua autoria a lenda segundo a qual Dilma seria uma supergerente. Vem daí o fato de que o lulismo que empurrou Haddad para o segundo turno tornou-se menor do que o antipetistmo que deve levar Bolsonaro ao Planalto.

Na sua primeira manifestação depois que Sergio Moro o condenou no caso do Tríplex, Lula declarou: “Se alguém pensa que com essa sentença me tirou do jogo, podem saber que eu estou no jogo. Até agora, eu não tinha reivindicado, mas agora eu reivindico do meu partido o direito de ser candidato a presidente.”

O PT sujeitou-se gostosamente à penitência. Por uma razão muito simples: faltava ao partido uma alternativa. Lula não permitiu que ela surgisse. O socialismo petista é movido por uma fé de inspiração cristã. O ingrediente da dúvida não faz parte do credo do PT. O partido se alimenta da certeza de que seu único líder é uma potência moral, que não deve contas a ninguém.

Em abril, quando teve a prisão decretada, Lula refugiou-se no bunker do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Antes de se entregar à Polícia Federal, fez um comício. Mandou um recado para dentro do partido: “Se alguém quiser ganhar de mim no PT, só tem um jeito: é trabalhar mais do que eu e gostar do povo mais do que eu, porque se não gostar, não vai ganhar”.

Na sequência, Lula falou para a plateia de fora do PT. Disse à multidão que a prisão não iria silenciá-lo: “Eles têm que saber que vocês são até mais inteligentes do que eu. E poderão queimar os pneus que vocês tanto queimam, fazer as passeatas que tanto vocês queiram, fazer ocupações no campo e na cidade…” A revolta social revelou-se uma ficção.

Na prática, o palavreado radioativo teve consequências deletérias no campo jurídico e na seara política. Juridicamente, o timbre de Lula reforçou uma linha de confronto que o transformou num colecionador de derrotas nos tribunais. Politicamente, o veneno condenou o PT a reviver uma realidade da época em que fazia campanhas com o objetivo de converter os convertidos.

As urnas estão prestes a revelar que a multiplicação do amor dos devotos petistas por Lula não trará de volta os votos da classe média. O pedaço conservador do eleitorado, que acreditou na Carta aos Brasileiros —aquele documento em que Lula renegou o receituário radical que o impedia de chegar à Presidência da República— tomou-se de ojeriza pela estrela vermelha.

Aos poquinhos, o Lula mitológico, fruto de uma construção político-religiosa, vai virando um personagem de carne e osso. Perde a aura de vítima. Vira um político tradicional, suspeito de tudo o que se costuma suspeitar nessa fauna. O PT não tem como se livrar de Lula. Nem seria o caso, pois a legenda perderia sua própria alma. Mas é preciso abrir espaço para que outras palmeiras cresçam no gramado. De novo: não se trata de opção, mas de fatalidade.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. Lula faz aniversário a cada mês par ver se os 12 anos passam mais rápidos aí os advogados dele vão entrar com HC dizendo que Lula foi preso com 72 anos e já está com 84 em um ano kkkkk
    Lula quer comandar até o tempo bem ele mesmo disse “que é Deus “
    E o pior que acreditou kkkkkk

  2. O sentimento antipetista é muito forte.
    O PT foi nomeado com origem de todas as mazelas do nosso país, algo a ser combatido

    1. Pára de vitimismo petralhas, o pt tinha sido escolhido por grande parte dos eleitores brasileiros, como o partidos que iria dar um basta na roubalheira e práticas políticas erradas, que assolava o país e ao assumir o país, não cumpriu o papel a que tinha sido escolhido, pelo contrário, intensificou a roubalheira, sistematizando e comandando em todos os ministérios e autarquias. conseguindo junto com comparsas de todos os partidos políticos e tendo sido catálogado pela lava jato até agora, cerca de cem bilhões de reais, dinheiro rastreado. pior é o que não conseguiram rastrear, o que com certeza, triplicaria esse valor. E esse é o custo Brasil. O custo caro para os que vivem totalmente a margem do sistema, pois vivem miserávelmentes e desempregados, às vezes doentes; e é justamente desses, de quem esse dinheiro é broubado e que elegem esses bandidos e enriquecem seus familiares.

  3. Como disse Gilmar, pelas contas matemáticas, " com o roubo dos petralhas na Petrobrás, será suficiente pra eles se reelegerem até 2030" isso é 3% do orçamento anual de 6 bilhões de reais, pelos 14 anos de propina sistemático. Esse dinheiro ainda tá escondido nos paraísos fiscais, idiotas

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Política

IBOPE: Na véspera da eleição, Bolsonaro tem 54% dos votos válidos e Haddad, 46%

Na véspera da eleição presidencialJair Bolsonaro (PSL) tem 54% das intenções de voto, contra 46% de Fernando Haddad (PT). Em quatro dias, a vantagem do líder na corrida pelo Palácio do Planalto caiu seis pontos porcentuais  –  era de 14 e agora é de 8 pontos. Os dados são de pesquisa Ibope/Estado/TV Globo.

As taxas se referem aos votos válidos  –  quando são excluídos do cálculo os votos em branco e nulos, além dos indecisos. Considerados os votos totais, Bolsonaro tem 47% (queda de 3 pontos em quatro dias) e Haddad, 41% (crescimento de quatro pontos). Há ainda 10% dispostos a votar em branco ou nulo, e 2% de indecisos.

Há tendência de queda na preferência por Bolsonaro desde a primeira pesquisa Ibope/Estado/TV Globo do segundo turno, divulgada no dia 15 de outubro. Na ocasião, o deputado e militar reformado tinha 59% das intenções de voto, considerados os válidos. No dia 23, ele passou para 57%, e agora para 54%. Já Haddad tinha 41%, foi a 43% e chegou a 46%.

Ibope mediu também o potencial de voto de cada candidato. No quesito “não votaria de jeito nenhum”, a taxa de Haddad subiu três pontos e agora está em 44%. Já a de Bolsonaro oscilou um ponto para baixo e foi a 39%

Os que declaram que “com certeza” votarão em Bolsonaro passaram de 37% a 39% em quatro dias, enquanto as taxas de Haddad foram de 31% para 33%.

Os que dizem que “poderiam votar” são 10% no caso do candidato do PSL e 12% no caso do petista. Na pesquisa anterior, as taxas eram de 11% e 12%, respectivamente.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Política

Pesquisa Datafolha mostra Bolsonaro com 55% e Haddad com 45% na véspera da eleição

O deputado Jair Bolsonaro (PSL) chegou à véspera do segundo turno da eleição presidencial com 55% das intenções de votos válidos e vantagem de 10 pontos percentuais sobre o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que está com 45%, de acordo com pesquisa concluída pelo Datafolha neste sábado (27).

O levantamento sugere que a diferença entre os dois candidatos se estreitou mais um pouco nos últimos dias, com pequenas oscilações nas suas preferências, dentro da margem de erro do estudo, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Desde quinta-feira (25), quando foi concluída a sondagem anterior do instituto, Bolsonaro oscilou negativamente, de 56% para 55% das intenções de votos válidos, sem contar eleitores indecisos e dispostos a votar em branco ou nulo. Haddad oscilou positivamente, de 44% para 45%.

A diferença entre os dois finalistas da corrida presidencial chegou a 18 pontos percentuais há duas semanas. Apesar da perda de apoio desde então, Bolsonaro conservou a maior parte dos seguidores que conquistou com a onda conservadora que lhe deu impulso na primeira fase da campanha.

Segundo o Datafolha, 8% dos eleitores estão inclinados a votar em branco ou anular o voto e 5% dizem que ainda não sabem em quem votar. Somados, os eleitores sem candidato representam 13% do eleitorado.

O Datafolha fez 18.371 entrevistas em 340 municípios na sexta (26) e neste sábado. A pesquisa foi contratada pela Folha e pela TV Globo, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-02460/2018.

O levantamento sugere que a maioria dos eleitores estão decididos e poucos deixaram para definir o voto neste domingo (27). Segundo o Datafolha, 94% dos apoiadores de Bolsonaro e 93% dos que votam em Haddad dizem estar totalmente decididos.

Entre os eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto, 23% disseram que ainda podem mudar de ideia até a votação. Mesmo que todos optassem por Haddad na última hora, os votos seriam insuficientes para eliminar a diferença que separa Bolsonaro e o petista.

Haddad chegou ao fim da campanha despertando maior antipatia no eleitorado do que Bolsonaro. Segundo o Datafolha, 52% dos eleitores dizem que não votariam no petista de jeito nenhum. A taxa de rejeição de Bolsonaro é de 45%.

Os números do Datafolha mostram que nas últimas semanas Bolsonaro perdeu mais votos entre os homens do que entre as mulheres, entre os mais velhos e os mais ricos. Ele perdeu terreno em todas as regiões do país, mas conservou o apoio no Sudeste, a mais populosa.

Haddad manteve vantagem expressiva sobre o adversário no Nordeste, o mais fiel reduto petista, e ganhou apoio nas últimas semanas em todas as outras regiões. Segundo o Datafolha, ele tem mais votos do que Bolsonaro entre eleitores mais pobres, com renda de até dois salários mínimos, e os menos escolarizados.

Opinião dos leitores

  1. Basta de Tantas mentiras desses pesquisadores. Pois, hoje o que eu vejo é uma vitória do Bolsonaro com 65% dos votos válidos contra 35% do Haddad. Precisamos de um homem sério, honesto, trabalhador e acima de tudo BRASILEIRO…!

  2. Amanha vai dizer o que o fantastico?? vai passar 30 min explicando o erro do datafolha/globo? ou será um preparativo pra algum golpe? pq ta dando uma diferença grande nas pesquisas da foice de sao paulo. PT ja era…. 60 a 40.

    1. Esse placar também foi identificado pelo Paraná Pesquisas, único Instituto que acertou no primeiro turno. Voto Bozo 17, e vamos a vitória!

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