Este rapaz chama-se Moab e estava desaparecido. Ele saiu de casa, em Currais Novos, na manhã dessa quarta-feira(11) e não havia voltado até então. Familiares e amigos agradecem a corrente de compartilhamentos e informa que ele foi encontrado na tarde desta quinta(12) e passa bem,
Agentes da Delegacia Municipal de Caicó prenderam, nessa quarta-feira (11), quatro suspeitos pela prática do crime de estelionato. Lojistas da cidade de Caicó desconfiaram de um grupo de pessoas que tentava abrir crediários e efetuar compras utilizando documentos possivelmente falsos.
Com essas informações, os policiais realizaram diligências e conseguiram abordar duas mulheres, Maria de Fátima do Nascimento dos Santos, 57 anos, e Anna Karolina Pereira do Nascimento, 21 anos, com as quais foram encontrados diversos documentos falsos, comprovantes de movimentações bancárias, cartões de crédito e aparelhos eletrônicos. Com a sequência das investigações, um casal, que também fazem parte do grupo, foi preso. Alexandro da Silva Pacheco, 38 anos, e Ana Carolina Gomes de Barros, 28 anos, estavam com mais documentos falsos, além de uma televisão que havia sido comprada com um destes documentos.
As quatro pessoas confessaram o crime e foram autuadas pelos crimes de estelionato, associação criminosa e uso de documento falso. As vítimas que tiveram produtos adquiridos pelos criminosos, por meio de documentos falsos, foram devidamente restituídas.
As investigações da Polícia apontam que esse grupo é suspeito de praticar esse crime em outras cidades do Nordeste, como em Natal e Currais Novos/RN, João Pessoa/PB, Recife/PE e Maceió/AL.
O desembargador Gláuber Rêgo, do Tribunal de Justiça do RN, promoveu na tarde desta quarta-feira (11), em seu gabinete, uma audiência de conciliação envolvendo representantes do Estado do Rio Grande do Norte e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) que pode resultar em um acordo na próxima segunda-feira (16) para pôr fim a greve na rede estadual de Educação.
Isto porque, das cinco propostas apresentadas pelo Governo do Estado, os representantes do Sindicato aceitaram a última delas, que prevê reajuste de 6,81%, sendo uma parcela única para os ativos, em abril; e para os inativos, seis parcelas, de abril a setembro, sendo a última de 1,81%.
Porém, para isso, o Sinte/RN quer assegurado o pagamento de retroativo, referente aos meses de janeiro a março de 2018, a ser quitado parceladamente até o final deste ano.
O desembargador Glauber Rêgo sugeriu então às partes que o ajuste fosse feito nos seguintes termos: concessão de reajuste de 6,81%, em parcela única de 6,81% para ativos, em abril, e para os inativos, seis parcelas, de abril a setembro, sendo a última de 1,81% e assegurado o pagamento do retroativo (janeiro a março de 2018), a ser quitado em seis parcelas iguais, sendo a primeira em outubro de 2018 e a última em março do ano de 2019.
Ficou acertado que a entidade sindical levará a proposta do Juízo para submeter à assembleia da categoria, agendada para o dia 13 de abril, às 8h. Por parte do Estado, seus representantes se comprometeram a levar ao governador a proposta de conciliação tão logo tenha a conformação de que a proposta do Juízo foi aceita pela categoria. Com isso, dada a possibilidade de solução consensual, o relator decidiu pela suspensão do processo pelo prazo de cinco dias, com a respectiva resposta das partes.
Agentes da Polícia Federal (PF) estão nas ruas na manhã desta quinta-feira para cumprir 10 mandados de prisão preventiva contra suspeitos de participar de um esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propina para gestores dos fundos de pensão dos Correios (Postalis) e do Serpro. Liderada pelo Ministério Público Federal (MPF), a ação é mais um desdobramento da Lava-Jato no Rio.
Entre os alvos estão o lobista Milton Lyra, citado em operações anteriores como operador de políticos e cujo mandado será cumprido em Brasília; Marcelo Sereno, ex-secretário nacional de comunicação do PT; e Arthur Pinheiro Machado, apontado como operador e criador da Nova Bolsa, que recebeu aportes financeiros dos dois fundos de pensão.
De acordo com o MPF, a empresa de Machado recebia dinheiro dos fundos concomitantemente a um contrato de câmbio com empresas de fachada, pertencente a Edward Penn, operador que trabalha nos Estados Unidos. Machado fez um contrato de câmbio para importação de softwares das empresas americanas de Edward Penn. Essas importações eram fraudulentas.
A compra seria simulada por Machado, que enviava o dinheiro para o exterior. A partir da colaboração espontânea de um dos envolvidos, os investigadores puderam verificar que o dinheiro das compras era remetido para fora do país, tendo a participação dos doleiros Vinicius Claret, conhecido como Juca Bala, e seu sócio, Cláudio Fernando Barbosa, o Tony, ambos acusados de envolvimento em operações de lavagem de dinheiro do esquema do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Eles repassavam o dinheiro depois para pessoas indicadas por Machado. A Lava-Jato aponta a conexão dos fundos de pensão com os doleiros, Juca Bala e Toni, como sendo o elo entre o esquema de lavagem já usado pelo grupo de Cabral
Juca e Toni usavam o mesmo esquema do ex-governador para pagar os gestores dos fundos, indicados por Machado.
Além de Machado, Penn, Sereno e Lyra, São ainda alvos de mandado de prisão Patrícia Iriarte, apontada como operadora do esquema junto a Machado; Adeilson Ribeiro Telles e Henrique Barbosa da Postalis; Ricardo Siqueira Rodrigues, operador financeiro; e Carlos Alberto Valadares Pereira da Serpro.
REPASSES MILIONÁRIOS
Ainda de acordo com as investigações, Sereno, apontado como operador de Cabral, teria recebido do esquema de R$ 900 mil; Milton Lyra, um total de US$ 1 milhão entre 2013-14 e Gandola o valor de R$ 400 mil.
Montado em 2010 pela Americas Trading Group (ATG), empresa brasileira de tecnologia, o projeto de criação de uma plataforma eletrônica de negociação — uma nova bolsa de valores — pretendia competir com a Bolsa de São Paulo (Bovespa) e com a Bolsa de Mercadorias e Futuro (BM&F). Na ocasião, o diretor-executivo da ATG, Arthur Pinheiro Machado, fechou uma parceria com a NYSE Euronext, referência internacional em operações financeiras, que passou a ser representada na sociedade pela Marco Polo Netwok Inc.
Meu amigo, eu fico impressionado com a quadrilha que foi montada para acabar com os recursos públicos em nosso país. É coisa de cinema. Como é que um partido que se diz dos trabalhadores faz isso. Imaginem vocês se esse bando de vermelho ficasse mais um mandato na presidência da república, será que iríamos virar uma Venezuela? Não tenho a menor dúbia. E pensar que ainda tem quem defenda o PT?
A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), principal sistema que provoca chuva nesta época do ano, no semiárido nordestino continua atuando e fazendo chover no interior do Rio Grande do Norte. Nas últimas 24 horas, desde a manhã de terça-feira (10) até a manhã de quarta-feira (11), a Unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) voltou a registrar fortes chuvas em várias regiões do Estado, especialmente nas regiões Oeste e Central em municípios da zona salineira, na Costa Branca potiguar.
Em Grossos, as precipitações chegaram a 110,3 milímetros (mm) e a 96mm em Macau, e no centro do RN, choveu 70mm em Santana do Matos.
Previsão
A permanência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) sobre a região Nordeste deixa o céu parcialmente nublado, com possibilidade de chuvas em todas as regiões do Rio Grande do Norte.
A ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu nesta quarta-feira, 11, encaminhar à Justiça Eleitoral de São Paulo o inquérito instaurado com base na delação da Odebrecht que investiga o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) por suspeitas de caixa 2. Dessa forma, o tucano – que deixou o cargo para disputar a Presidência da República – ficou fora, por ora, da rota da Lava Jato.
A força-tarefa da Lava Jato em São Paulo havia pedido ao vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, que remetesse “o mais rápido possível” o inquérito sobre Alckmin. O argumento dos procuradores era que a investigação envolvendo o ex-governador tucano auxiliaria no “andamento avançado de outras apurações correlatas”.
Alckmin – pré-candidato tucano à Presidência – foi citado por delatores da Odebrecht como beneficiário de recursos para campanha eleitoral. A investigação agora passa a ter caráter de crime eleitoral e não mais de crime comum.
Ao remeter os autos da investigação à Justiça Eleitoral, Nancy Andrighi atendeu ao pedido de Mariz Maia. O inquérito tramitava no STJ em razão da prerrogativa de foro que o tucano detinha como governador. Ao deixar o Palácio dos Bandeirantes, ele perdeu o foro privilegiado.
O Ministério Público Federal também pediu que fossem enviadas à primeira instância as investigações que tramitam no STJ contra os ex-governadores do Paraná Beto Richa (PSDB), de Goiás Marconi Perillo (PSDB), de Rondônia Confúcio Moura (MDB) e de Santa Catarina Raimundo Colombo (PSD), que deixaram nos últimos dias o comando do Executivo local.
Não há prazo para que o STJ decida sobre os pedidos.
Delação. Em depoimentos, os colaboradores da Odebrecht Benedicto Barbosa Junior, Carlos Armando Paschoal e Arnaldo Cumplido citaram repasse de recursos a Alckmin a título de “contribuição eleitoral”. As doações não contabilizadas teriam contado com a participação do cunhado do pré-candidato a presidente, Adhemar Cesar Ribeiro, também investigado no inquérito.
Alckmin disse ontem que as acusações de delatores da Odebrecht contra ele são de “natureza eleitoral” e “não têm nenhuma procedência”. A afirmação foi feita após almoço entre Alckmin, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) e deputados da bancada do PSDB, em Brasília.
Delatores afirmaram que Alckmin foi destinatário, por meio do cunhado, de R$ 10,7 milhões do setor de propinas da empreiteira. “Os fatos vindos a público em abril de 2017 indicavam suposta prática de crime eleitoral”, escreveu Mariz Maia à força-tarefa da Lava Jato em São Paulo.
O vice-procurador-geral da República encaminhou ofício destacando que a apuração sobre o ex-governador de São Paulo “não tem como procuradores naturais” o grupo. Mariz Maia ainda disse que não foi informado sobre a alegada urgência no encaminhamento das investigações e ressaltou que não lhe parece “cabível falar em encaminhamento à força-tarefa de feitos judiciais”. Ele sugere que os procuradores, se for o caso, “solicitem o compartilhamento de provas” ao juízo competente do caso.
Paraná. Segundo o Estado apurou, o ministro Herman Benjamin, do STJ, encaminhou à primeira instância uma ação penal e um inquérito instaurados contra Richa, que investigam, respectivamente, emprego irregular de verbas da prefeitura de Curitiba e suspeitas de corrupção passiva na concessão de licença ambiental. Esses casos de Richa foram encaminhados à Justiça Federal no Paraná (sem relação com a Lava Jato) e à Justiça Federal em Paranaguá (PR). O governador nega irregularidades.
A ilusão de que a Lava-Jato iria pegar o pré candidato a presidência do PSDB durou apenas 24 horas; o temor de que após a prisão de Lula, a polícia federal iria atrás de outros políticos se dissipou e se transformou em alívio, mediante à blindagem tucana que, ao que parece, tende a se fortalecer ainda mais.
Que "outros?"
É tão engraçado isso; enquanto Odebrechet "resolve" abrir o bico e "contar tudo que os Procuradores e Juiz quer saber", é liberado, enquanto Alckimin é protegido se livrando de mais uma.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Poderia ser mais disfarçado, não?
Infelizmente vemos a cada dia que a "Justiça" do Brasil só tem olhos para uma parte dos corruptos. A outra parte pode roubar à vontade……
Enquanto as coisas forem assim nunca veremos as coisas melhorarem neste País, e nunca seremos respeitados como Nação perante o mundo.
O empresário Marcelo Odebrecht afirmou nesta quarta-feira, 11, à Justiça Federal que quanto mais analisa e envia para os investigadores da Operação Lava Jato seus e-mails recuperados, “mais complica” a vida do ex-presidente. Luiz Inácio Lula da Silva, preso e condenado, em Curitiba, desde o dia 7.
Odebrecht foi ouvido como colaborador no processo em que é réu com Lula, acusados de corrupção e lavagem de dinheiro na compra de um terreno que abrigaria o Instituto Lula, em São Paulo, em 2010, no valor de R$ 12,5 milhões. O empresário confessou que era propina da conta geral do PT, de R$ 200 milhões, e disse que os e-mails confirmam caixa 2 no negócio e o envolvimento de amigos do petista na negociação.
Ao responder questionamentos da defesa de Lula, que reclamou do juiz federal Sérgio Moro que supostamente não teria lhe dado acesso a íntegra dos documentos, Odebrecht disse que já “recuperou 3 mil e-mails”, parte deles – pelo menos 54 – para esse processo da propina no terreno do Instituto e do apartamento de São Bernardo do Campo (SP), próxima ação penal da Lava Jato a ser julgada contra o ex-presidente.
Zanin afirmou que não teve acesso ao conteúdo integral dos e-mails e disse que só o questionaria em relação àqueles que o empresário selecionou, quando foi interrompido pelo delator.
“Eu já devo ter encaminhado mais de 3 mil e-mails, entendeu? Eu digo para o senhor o seguinte: é melhor para a defesa do Lula fique com os e-mails, porque quanto mais eu vou… mais complica a vida dele”, afirmou Odebrecht.
Aliados. Em fase de conclusão, o processo deve entrar agora em alegações finais, etapa em que a defesa vai fazer pedir a absolvição e o Ministério Público Federal sua manifestação final pela condenação, para que Moro comece a julgar o caso.
Condenado a 12 anos e 1 mês de prisão em segunda instância no caso triplex do Guarujá – que envolve R$ 3,2 milhões de propina da OAS -, o ex-presidente está preso desde sábado, 7, em uma “cela” especial na sede da Polícia Federal, na capital paranaense.
Odebrecht passou parte de sua pena em regime fechado – que agora cumpre em casa – na carceragem da PF em Curitiba.
Como delator, tem entregue mensagens de e-mail com análises de conteúdo para os processos da Lava Jato, que corroborariam sua delação premiada. Nela, confessou ter comprado o imóvel, por intermédio da DAG Construtora, para dar a Lula, após acerto com o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente com livre acesso ao Planalto, durante os governos, e o advogado e compadre Roberto Teixeira – também réu nessa ação.
Odebrecht reforçou no depoimento que Teixeira e Bumlai teriam sido os principais negociadores da compra do terreno. “Era um pacote fechado”, disse o delator sobre o envolvimento dos dois. Teixeira é sogro do advogado de Lula, Cristiano Martins.
“Eu avisei a (José Carlos) Bumlai e tinha avisado também Paulo Okamoto (presidente do Instituto) que eu não faria nada sem autorização do ‘Italiano’, em outros e-mails fica evidente isso. Porque o dinheiro ia sair da conta do ‘Italiano’”, afirmou Odebrecht.
“Italiano” era o codinome do ex-ministro Antonio Palocci (governos Lula e Dilma Rousseff), que gerenciou um caixa de R$ 200 milhões, conforme ele mesmo confessou em juízo, colocado à disposição pela empresa à Lula, decorrente do acerto entre ele e o patriarca do grupo, Emílio Odebrecht – também delator. Internamente o empresário disse que não tratavam como “conta Italiano” – “isso veio com a Lava Jato”.
“Era a conta do PT, assim que a gente chamava.”
Arquivos. As mensagens, segundo o delator, foram trocadas à partir de julho de 2010 e foram intensificadas em setembro e tem registros do ‘Drousys’ – sistema de informática para comunicação do setor de propinas da empreiteira – e o ‘MyWebDay’ – software desenvolvido pela empreiteira para gerenciar contabilidade paralela.
Confirmou, por exemplo, e-mail de 7 de julho de 2010 e conversas com o executivo do grupo Paulo Mello e Bumlai, que trataram da forma de pagamento. Pelo menos R$ 3 milhões saíram do Setor de Operações Estruturadas, o departamento da propina da Odebrecht.
O empresário apontou que o envolvimento de Marcos Grillo, identificado nos e-mails nas tratativas, confirma que o negócio envolvia caixa-2. “Marcos Grillo era quem gerava o caixa-2.”
Outro e-mail destacado de 9 de setembro de 2010, Odebrecht afirma: “Eh uma conta que HS mantem e debita a 3 fontes distintas”.
“As coisas eram conduzidas de forma meio irresponsável”, disse Odebrecht
Discussão. A audiência iniciou com uma discussão entre Moro e a defesa de Lula. O advogado Cristiano Martins. defensor, questionou o magistrado quando ele abria a sessão e informava que designou a oitiva adicional a pedido da defesa e foi interrompido: “Se a audiência é para fazer uma verificação em relação aos e-mails, a defesa ficou prejudicada porque não teve acesso….”
“Não doutor, a defesa apresentou perguntas específicas em relação as mensagens que foram já juntadas no processo. Essa audiência foi marcada a pedido da defesa”, interrompeu Moro.
“Não, não é isso.”
“E em relação às mensagens que estão nos autos. Então a audiência vai ser realizada”, prosseguiu o juiz.
“Me permita concluir, vossa excelência, Na verdade há um erro factual. A audiência não foi requerida pela defesa. Requeremos a verificação da autentificação”, disse o advogado de Lula.
O juiz ressaltou que “expressamente a defesa juntou perguntas e pediu que fossem respondidas pelo senhor Marcelo Odebrecht”. “Logo, a audiência foi marcada, e nós estamos aqui a pedido da defesa.”
“Insisto que não houve esse pedido”, retrucou Martins.
“Então não querem fazer as perguntas ao senhor Marcelo Odebrecht, é isso?”, questionou Moro.
“Não, não tenho perguntas, porque não tive acesso…”
“Acho que é um pouco brincadeira da defesa, porque a defesa apresenta uma petição com questões escritas, dirigidas ao senhor Marcelo Odebrecht pedindo que sejam respondidas. Aí o juízo… a pessoas, quando é acusada, ela é ouvida oralmente no processo”, reclamou o juiz.
Não questiono a inocência ou culpa do réu, mas certamente o advogado é muito fraco ou está sendo enganado, ou seja, a cada audiência sobre o assunto pior fica, é melhor deixar quieto e procurar reduzir ao máximo a pena que será imposta. E imaginar que ainda faltam 6 processos.
Os passageiros do voo 4156 da Azul de Porto Alegre para Curitiba já estavam acomodados quando uma das aeromoças disse a um senhor que ocupava um lugar na segunda fileira que sua bagagem seria colocada em outro local, no fundo do corredor da aeronave. “Vamos ter que colocar aqui a mala do juiz”, explicou. Foi nesse momento que Sérgio Moro entrou no avião e se acomodou no assento da janela na primeira fileira. Ele não circulou pelo setor de embarque antes.
A reportagem do Estado, que estava na poltrona do corredor ao lado de Moro, tentou entrevistá-lo, mas o juiz disse que precisava trabalhar. O lugar ao seu lado ficou vago, apesar do voo estar quase lotado. Ao perceber quem era o “juiz”, o passageiro assentiu com cabeça e afirmou, dirigindo-se a Moro: “O sr. fez muito pelo Brasil”.
No dia anterior, Moro havia feito duas palestras na capital gaúcha para mais de 2.000 pessoas e com transmissão ao vivo pela internet. Seu rosto estava na capa de todos os jornais locais e nacionais dos passageiros a bordo. No Fórum da Liberdade, ele elogiou a ministra do STF, Rosa Weber, por ser discreta e não falar com a imprensa.
No trajeto de pouco mais de 50 minutos até Curitiba e poucas horas antes do interrogar Marcelo Odebrecht, Moro se dividiu entre a leitura de inquérito e do livro Excellent Cadavers.
A obra de Alexander Stille aborda a luta do magistrado italiano Giovanni Falcone contra a máfia até seu assassinato, em 1992. “Estou lendo pelo segunda vez”, disse Moro ao ser questionado pelo repórter sobre o que estava achando da obra.
Depois de tomar uma Coca-Cola e comer um salgado e uma saco de balas de goma em forma de avião, o juiz deixou o livro de lado. Foi a deixa para uma segunda tentativa: o que achou da série ‘O Mecanismo’?
“Abusaram da liberdade criativa na série, mas eu de fato ia de bicicleta de vez em quando”. Ao ser questionado se achou o ator parecido com ele, apenas sorriu, encabulado, e balançou a cabeça negativamente. Após a aterrissagem, Moro tentou cruzar o corredor da aeronave em busca da mala do senhor que cedeu espaço.
Ao perceber que seria impossível, pediu ao comissário que fizesse isso. Foi então que outro passageiro se aproximou: “O Brasil inteiro está orando pelo sr”. Moro sorriu, agradeceu e saiu da aeronave antes dos demais passageiros.
Foi recebido no corredor de desembarque por dois seguranças que o seguiram até a saída. No caminho, parou em uma loja e comprou duas revistas, uma delas com o seu rosto na capa. No trajeto até a caminhonete branca em que embarcou não foi abordado nem hostilizado. Parecia um passageiro como outro qualquer quando entrou no veículo e foi seguido por outro carro de sua escolta.
O ex-presidente FHC afirmou que a prisão de Lula é triste mas é justa; a jornalista Miriam Dutra, ex-amante de FHC, afirmou recentemente que ele é dono de dois apartamentos de luxo, um em Paris, outro em Nova York; o jornalista Joaquim de Carvalho do DCM conferiu o depoimento de ex-amante.
O maior evento de tecnologia e inovação do mundo já é uma realidade no Rio Grande do Norte. Na noite desta quarta-feira (11) o governador Robinson Faria retornou ao Centro de Convenções para visitar a feira e abrir oficialmente o evento, que segue até o próximo domingo (15) na capital potiguar. Pela manhã, o chefe do Executivo estadual também esteve no local para lançar a programação oficial.
Na ocasião o governador deu as boas vindas aos mais de 2 mil campuseiros e destacou os esforços da gestão em sediar o evento. “A Campus Party foi um evento que o nosso governo perserverou para sediar, mesmo diante da crise financeira que vivenciamos. Com a feira estamos deixando um legado no campo da tecnologia e ciência para os jovens potiguares e espero que todos aproveitem essa experiência”.
Esta é a primeira vez que o RN abriga uma edição da Campus Party. Com a temática principal voltada para o aeroespacial, o evento vai reunir especialistas nacionais e internacionais de temas como ciência, tecnologia, empreendedorismo, cultura maker e multimídia. A palestra de abertura foi do astronauta brasileiro Marcos Pontes. A programação ainda inclui atividades como arena de drones, campus kids, simuladores, startup e makers, hackathons e workshops.
Nos próximos cinco dias são esperadas cerca de 50 mil visitantes. Destes, 2 mil são campuseiros acampados no local. Serão 250 horas de conteúdo com atividades e palestras, além de uma internet com velocidade equivalente a 20 GPBs.
A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira (11/4) no Sítio Lagoa do Lima, Zona Rural de Macaíba, Região Metropolitana de Natal, dois homens com idades de 24 e 25 anos, acusados de tráfico de drogas. Eles foram flagrados com 21,94 quilos de cocaína e 8,09 quilos de maconha.
A ação ocorreu quando os policiais da Delegacia de Repressão a Drogas (DRE) receberam uma informação no final da manhã dando conta de que um homem dirigindo um veículo de cor vermelha estaria circulando por estradas vicinais de Macaíba onde se abastecia de drogas e posteriormente iria distribuí-las na capital.
Localizado o suspeito, os policiais passaram a segui-lo e observaram quando ele adentrou em um sítio na Comunidade Suvacão. Cerca de 40 minutos depois, quando o homem deixava o local teve o seu carro interceptado. No momento da abordagem, ele ainda tentou fugir, mas foi dominado.
Ao ser feita uma rápida busca no interior do veículo, sob o painel, foi achado em um compartimento secreto que era acionado através de um dispositivo eletrônico, alguns tabletes com aparência e odor característico de substância entorpecente.
De imediato, os policiais lhe deram voz de prisão e com o suspeito adentraram ao sítio onde fizeram uma minuciosa busca em toda a área do imóvel. Instantes depois foram encontradas: uma pistola cal. 45, um revolver cal. 38, munições, balanças, petrechos para embalar drogas, além de mais cocaína e também maconha que estavam enterradas em pontos distintos do quintal no meio de uma plantação e dentro de um galinheiro.
No sítio, ainda foram arrecadadas nove gaiolas com diferentes espécies de pássaros que vão ser encaminhadas ao IBAMA para avaliar se se tratam de aves protegidas pela legislação ambiental.
Naquela ocasião, um outro acusado que tomava conta da propriedade foi igualmente preso e conduzido para os devidos procedimentos de autuação.
Indiciados como incursos nas penalidades da Lei 11.343/2006 (tráfico de drogas) e um deles, também, na Lei 10.826/2003 (posse irregular de arma de fogo), os suspeitos permanecem custodiados na Superintendência da
Polícia Federal, à disposição da Justiça.
Nas últimas semanas, esta foi a segunda apreensão de drogas feita pela PF em municípios da Grande Natal em que os acusados se utilizaram do mesmo artifício de enterrar o entorpecente para tentar despistar os policiais.
O ex-presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil) André Gustavo Richer morreu nesta quarta-feira (11), no Rio de Janeiro, de acordo com nota divulgada pela entidade no final da tarde.
Nascido em 1942, Richer presidiu o COB entre 1990 e 1995. Depois, trocou de posto com o seu vice na época, Carlos Arthur Nuzman, preso em outubro do ano passado sob suspeita de atuar na compra de votos para a escolha do Rio como sede para os Jogos Olímpicos de 2016.
Richer, que deixou o posto de vice da entidade em 2016, também foi alvo da operação da Polícia Federal que prendeu Nuzman, a “Unfair Play”, um dos desdobramentos da Lava Jato.
O ex-presidente do COB foi atleta de remo. Ele participou da Olimpíada de Melbourne-56 e dos Jogos Pan-Americanos de Chicago-59. Richer passou a atuar como dirigente esportivo em 1978, quando chefiou a delegação brasileira na Copa do Mundo da Argentina. O cartola também presidiu o Flamengo entre 1969 e 1973.
A causa da morte não foi divulgada na nota de pesar do Comitê Olímpico do Brasil.
Um homem de 21 anos foi executado com mais de 30 tiros no final da tarde desta quarta-feira (11), na Zona Norte de Natal. As informações foram confirmadas pela Força Nacional e pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep). Ninguém foi preso pelo crime.
Segundo a Força Nacional, Jobson Max Dias da Silva foi morto por três homens na avenida Boa Sorte, no bairro Nossa Senhora da Apresentação. Ele estava no local, quando os assassinos chegaram em um carro modelo Gol e começaram a atirar nele. Eles fugiram logo em seguida.
No local, o Itep encontrou cápsulas de pistolas 380 e 240. Os técnicos informaram que a vítima foi atingida com mais de 30 tiros e morreu no local antes de qualquer socorro.
Uma equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para dar início às investigações. A motivação do crime ainda será identificada.
O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou para esta quinta-feira (11) a conclusão do julgamento do pedido de liberdade feito pela defesa do ex-ministro Antonio Palocci, condenado pelo juiz federal Sergio Moro a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos a que responde no âmbito da Operação Lava Jato.
Na primeira parte da sessão, por 6 votos a 5, a Corte rejeitou o pedido de habeas corpus por questões processuais. Para a maioria, a defesa deve protocolar outro habeas corpus porque o decreto de prisão preventiva do ex-ministro foi substituído pela sentença, que determinou o regime inicial fechado. No entanto, o relator do caso, Edson Fachin, chegou a votar no mérito da questão, mas os ministros decidiram retomar o julgamento amanhã para decidir se a questão será realmente deliberada.
Fachin entendeu que há risco para a ordem pública, caso o ex-ministro seja libertado. Para o ministro, Palocci ainda tem influência e parte dos recursos que foram desviados ainda não foi recuperado. “Esse cenário revela periculosidade concreta do agente, circunstância que evidencia fundado receio de de práticas de futuras infrações”. entendeu o relator.
Gilmar Mendes
Durante o julgamento, o ministro Gilmar Mendes criticou o juiz federal Sérgio Moro, que decretou a prisão de Palocci, e disse que as prisões preventivas na Lava Jato se tornaram instrumento de antecipação de pena.
“É melhor suprimir a Constituição. Já que tem Código Penal de Curitiba, que também se crie a Constituição de Curitiba. As prisões provisórias, as prisões cautelares, elas ganharam caráter de definitividade. Esse sujeito fala com Deus? Nós estamos fazendo populismo judicial”, afirmou o ministro.
Palocci está preso desde setembro de 2016 na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. De acordo com as investigações, a empreiteira Odebrecht tinha uma “verdadeira conta-corrente de propina” com o PT, partido do ex-ministro. De acordo com os investigadores, a conta era gerida por Palocci, e os pagamentos a ele eram feitos por meio do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht – responsável pelo pagamento de propina a políticos – em troca de benefícios indevidos na Petrobras.
PGR
Durante o julgamento, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu a manutenção da prisão de Palocci por entender que o ex-ministro pode continuar cometendo os crimes e para garantir a aplicação da pena. Segundo Raquel Dodge, cerca de R$ 133 milhões, que teriam sido desviados, ainda não foram repatriados.
“O réu, durante mais de oito anos, operou e atuou como o principal operador financeiro de uma conta para depósito de vantagens indevidas que eram encaminhadas ao partido político ao qual ele pertencia [PT], por empresas que mantinham contratos com a Petrobras”, disse a procuradora.
A defesa de Palocci alegou no STF que o caso deveria ser julgado pela Segunda Turma da Corte, e não pelo plenário. Além disso, os advogados criticaram o “uso da prisão preventiva como forma ilegal de antecipação de pena”.
O ex-governador deixou o Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Região Metropolitana de Curitiba, às 17h24 desta quarta-feira (11).
A transferência de Cabral foi concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na terça-feira (10). Por isso, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância no Paraná, determinou a transferência pouco antes das 14h desta quarta.
Sérgio Cabral foi preso em novembro de 2016. Em janeiro deste ano, Cabral foi transferido do presídio de Benfica para presídio do Paraná, após denúncias de que ele estava recebendo regalias na prisão. Após a decisão desta terça, no site do STF, estava escrito que Cabral voltaria para Benfica.
Os deuses do futebol guardaram para esta quarta-feira mais um dia incrível no esporte. A Juventus perdeu por 3 a 0 para o Real Madrid o jogo de ida pelas quartas de final da Liga dos Campeões, entrou em campo no Santiago Bernabéu com uma enorme desvantagem, conseguiu abrir 3 a 0 e segurou até o último minuto, tentando levar a partida para a prorrogação. Porém, Benatia derrubou Vázquez na área, e o árbitro marcou pênalti. Cristiano Ronaldo fez, o jogo terminou 3 a 1 para os italianos, mas quem ficou com a vaga na semifinal foi o time galáctico. A Uefa sorteia nesta sexta-feira os jogos da próxima fase. Além do Real, estão classificados Bayern, Liverpool e Roma.
O ato em defesa do ex-presidente Lula, convocado em Natal pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, terminou nesta quarta-feira invadindo o call center da Riachuelo.
A invasão do equipamento é cheia de simbolismo, pois o CEO do grupo, Flávio Rocha, condena esse tipo de ação e se afastou do comando da empresa para disputar a Presidência da República. Seu discurso representa tudo que os defensores de Lula condenam da perspectiva econômica.
Curiosamente, o ex-presidente não tinha o mesmo pensamento que seus defensores, já que a Riachuelo cresceu sob o apoio do BNDES nos governos petistas.
Como faz falta o povo de farda VERDE OLIVA, para colocar ORDEM nessa bagunça e DISCIPLINA nos desordeiros/terroristas, estamos em um crescente sem precedente quando se trata de violência contra a propriedade patrimonial privada e a física contra o cidadão comum o pai e mãe de família, onde vamos parar. Os Legisladores só estão preocupados com as eleições, os senhores do Judiciário com seus pagamentos e penduricalhos, o Executivo outro desmantelo!!! Volta Senhores de VERDE e OLIVA com braço forte e mão amigo e nos salvem.
informação ridícula. Isso não é ato de defesa ao presidiário Lula nem à ninguém , isso é um ato miliciano, isso é ato de bandido. Dê sua informação com coerência caro repórter!
"Curiosamente, o ex-presidente não tinha o mesmo pensamento que seus defensores, já que a Riachuelo cresceu sob o apoio do BNDES nos governos petistas."
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