A terceirização não derruba o salário do brasileiro, mostram dados de mais de 13 milhões de trabalhadores acompanhados de 2007 a 2014 (ano das estatísticas mais recentes).
Segundo estudo publicado na última quarta (30) na revista “Estudos Econômicos”, da USP, empregados que passaram a ser terceirizados -ou seja, começaram a trabalhar para uma empresa que intermedeia serviços, em vez de serem empregados diretos- tiveram perda salarial média de 2,3% no período.
Já terceirizados que passaram a ser empregados diretos tiveram alta de 4,7% da remuneração. O resultado é o mesmo quando a saída do emprego foi por vontade própria ou por decisão do patrão.
“O estudo desmonta o mito de que a terceirização precariza o salário”, diz Eduardo Zylberstajn (EESP/FGV e Fipe), um dos autores, com Guilherme Stein (Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser) e Hélio Zylberstajn (FEA/USP).
“As pessoas costumam acreditar que o funcionário de uma fornecedora de mão de obra ganharia muito mais se fosse contratado diretamente pela empresa em que trabalha. Mostramos concretamente que isso não acontece”, afirma o economista.
LARANJAS E BANANAS
Segundo ele, o equívoco vem de comparações equivocadas entre funções, empresas e pessoas diferentes.
É o caso de artigo publicado pela Central Única dos Trabalhadores em 2014, que comparava o salário médio de setores passíveis de terceirização com o de todos os outros e encontrava diferença de 24,7% no valor.
A terceirização no Brasil é concentrada em áreas como limpeza, segurança e telemarketing, de remuneração mais baixa. Ao comparar esses salários com o de todos os outros trabalhadores, a realidade é distorcida, argumenta Zylberstajn.
Para chegar a uma medida mais precisa, o estudo levantou dados dos empregados em seis ocupações tipicamente terceirizáveis: manutenção de equipamentos, vigilância, tecnologia da informação, limpeza, pesquisa e desenvolvimento e telemarketing.
Depois, identificou quais eram contratados por firmas dessas seis áreas e quais eram registrados em empresas de outros segmentos.
A análise controlou o efeito de características como idade, sexo, experiência e formação. Os economistas também afastaram a interferência de itens que poderiam ser valorizados pelos empregadores, mas não são observáveis nos dados, como dedicação, maturidade emocional, confiabilidade ou capacidade de comunicação.
Para controlar esse efeito, acompanharam um mesmo trabalhador ao longo do tempo e compararam as mudanças no seu salário de acordo com a forma de contratação -por exemplo, um mesmo vigia que deixou uma indústria e foi para uma empresa de serviços de vigilância, ou um faxineiro de uma empresa de limpeza que passou a ser contratado de um escritório.
No total, estudaram-se 13.375.996 trabalhadores e observaram-se 422.483 mudanças de terceirizado a direto e 397.008 na direção contrária.
Todos esses profissionais citados sao de atividades meio e têm seus sindicatos estabelecidos e convenções coletivas que fixam seus salários aonde quer que estejam!!! Qual o patrão que vai pagar mais pra ter o mesmo profissional e pagar o mesmo salário mais o lucro da empresa que terceiriza?? E ainda ser responsável solidário?? Com o acordado superando o legislado os salários cairão SIM, principalmente os da atividade fim, cujo estudo não contempla e nem leva em consideração as mudanças da legislação que se inicia agora!!!
É simples se você acha que os empresários vão ganhar muito dinheiro com essa lei
Abra uma empresa e em vez de ser empregado seja empresário é simples assim
A Coreia do Norte anunciou neste domingo, 3 de setembro, o sexto e maior teste nuclear em sua história. Segundo as autoridades norte-coreanas, foi a primeira vez que o país obteve sucesso no teste de uma bomba de hidrogênio que pode ser instalada em um míssil balístico de longo alcance. Autoridades do Japão e da Coreia do Sul dizem que explosão pode ter sido até dez vezes mais potente que o último teste realizado no país.
“O teste foi realizado com uma bomba de poder sem precedentes”, disse a apresentadora Ri Chun-hee, encarregada de da as notícias mais importantes do regime na TV local. Segundo ela, o teste teve duas fases, que não produziram “nenhuma fuga de materiais radioativos, nem impacto adverso ao meio ambiente.”
Um terremoto de 6,3 graus na escala Richter abalou a península coreana. Imediatamente, os governos dos Estados Unidos, da Coreia do Sul e da China afirmaram que o abalo era causado, na verdade, pelo que aparentava ser um teste de bomba nuclear. A informação foi confirmada nas horas seguintes.
A Praia de Pirangi do Norte recebeu neste sábado (02) o “X TERRA Planet”, maior circuito de esporte Off Road do mundo na etapa Rota do Sol. O evento conta com a parceria da Secretaria de Esporte e Lazer de Parnamirim e reuniu cerca de 500 atletas que disputaram nas modalidades Triathlon e Short Trail Run.
O evento contou com a presença do secretário de Esporte, Ricardo Wagner, que falou da importância do evento. “É um privilégio para nós receber este evento, considerado um dos maiores circuitos Off Road do mundo. O X Terra representa muito para o esporte do estado”, declarou.
Pela manhã, o atleta paraense, Felipe José Moletta, foi o primeiro colocado na modalidade Triathlon, que iniciou com 750 metros de natação, em seguida 20 km de ciclismo, encerrando com 5 km de corrida. O percurso, contou com desafios como singles track’s, falésias, areia e muito sol.
Felipe Moletta, aprovou o circuito. “A provas super dinâmicas e percurso bem sinalizado, minha maior dificuldade foi a corrida, o clima onde eu moro é bem diferente e o calor dificultou um pouco, mais estou muito feliz com as provas e os resultado”, declarou. No masculino, dois natalenses se destacaram, Cid Florêncio no segundo lugar e Raphael Galhardo em terceiro.
No feminino, pelo terceiro ano consecutivo, o título do Triathlon ficou com a paulista Sabrina Costa, seguida de Vanessa Bley, atleta da Paraíba e da terceira colocada, a natalense Fernanda Canuto.
A tarde, teve início o Short Trail Run, que contou com a participação de 350 competidores que correram um percurso de 7,4 km. O XTerra acontece no litoral parnamirinense pelo quinto ano. Em 10 anos de história no Brasil foram mais de 440 largadas nas diversas modalidade, 86 etapas em 11 estados.
Marileide Gomes é moradora do bairro Quintas, em Natal e precisava tirar os documentos da filha de 13 anos. Na manhã deste sábado (02), durante a 20ª edição do Vila Cidadã, ela conseguiu emitir o RG e CPF. “Muito bom conseguir fazer os documentos aqui pertinho da minha casa, mais fácil e rápido”, disse Marileide. A moradora é uma das duas mil pessoas que foram atendidas pelo programa, realizado pelo Governo do Estado, através da Secretaria do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas), levando ações de cidadania, lazer, saúde e cultura para a população.
Durante o evento, que também comemorou os 300 anos de história do bairro das Quintas, na zona Oeste da capital, o governador Robinson Faria anunciou a chegada de um Restaurante Popular para a localidade.
“Nosso governo é próximo do povo e trouxe neste sábado serviços essenciais para a população em mais um Vila Cidadã, um projeto que já está consagrado em todo o Estado. Além disso, viemos com essa notícia feliz para os moradores das Quintas, que serão beneficiados com um Restaurante Popular até o final do ano, oferecendo alimentação de qualidade pelo preço de apenas R$ 1. Esse é nosso compromisso, ajudar e melhorar a vida de quem mais precisa”, afirmou Robinson Faria.
A secretária da Sethas, Julianne Faria, destacou que além das Quintas, os bairros de Nossa Senhora da Apresentação, Santos Reis, Felipe Camarão e Lagoa Azul serão beneficiados com Restaurantes Populares nos próximos meses. “Estamos expandido o programa para atender o maior número de pessoas na capital. Natal também ganhará novas unidades do Café Cidadão e Sopa Cidadã”, informou a titular da Sethas.
A programação do Vila Cidadã levou até o bairro ações de 15 órgãos do governo, entre eles a Sesap, com exames de saúde; ITEP, com emissão de documentos; e também informações e consulta sobre programas habitacionais e vagas de emprego. Ainda foram oferecidos 400 almoços do Restaurante Popular para as pessoas atendidas no evento.
O Vila Cidadã já atendeu mais de 40 mil pessoas em 14 municípios do Rio Grande do Norte.
Governador queremos hospitais funcionando, escolas funcionando e não caindo na cabeça dos estudantes E segurança..
Há sim os seus problemas por corrupção na lava jato os 10 milhões que vc recebeu da JBS segundo o delator prometendo entregar a caern para aqueles corruptos também e a mesada da assembleia legislativa e outras broncas que vc deve a justiça tem que pagar..l
Um estudante de medicina Frederico Luiz Quixabeira Camargo, de 22 anos, sofreu queimaduras de segundo grau após o celular dele explodir debaixo do travesseiro enquanto dormia. Os ferimentos foram no braço e no ombro. Parte do colchão pegou fogo. “Só não queimou meu rosto graças ao travesseiro”. O acidente foi na madrugada deste sábado (2), em Palmas. (Veja o vídeo AQUI)
Frederico relembra a situação e conta que acordou com o susto. “Acordei como se fosse um pesadelo. Só vi o clarão e ouvi o barulho. Meus irmãos acharam que tivesse sido um tiro. Começou a pegar fogo no meu colchão e o celular ficou destruído tanto que a bateria afundou para dentro do colchão”, conta.
O jovem reconhece que esse foi o maior susto. “Durmo com o celular por causa do despertador. Esse aparelho não foi feito para ficar explodindo assim”, lamenta.
O estudante foi levado para um hospital particular . O médico Lamartine De Paula Guimarães, que atendeu a vítima, disse que também ficou assustado, já que esses casos são incomuns. “Ele chegou com lesões e disse que o celular estava carregando no momento do acidente. Se fosse uma pessoa mais velha ou com problemas no coração poderia ter sido pior. Ele também poderia ter tido queimaduras mais graves e se fosse no rosto poderia atingir o olho e comprometer a visão”, explica.
O G1 entrou em contato com o Corpo de Bombeiros, que falou sobre o perigo de carregar baterias de eletroeletrônicos próximo do corpo. “O ideal é recarregar esses tipos de aparelhos com a bateria desligada por causa do aquecimento. Se tivesse queimado mais o colchão o fogo poderia ficar incontrolável e atingir a casa dele”, diz a tenente Ollyana Manzi.
“Foi a lembrança que me veio à cabeça naqueles momentos”, disse o juiz, evangélico desde sempre. Frisou, na citação, a palavra “cauda”, sinônimo digamos mais elevado do termo usado por Gilmar: “E o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda”, repetiu, repelindo a metáfora canina. A “Bíblia”, que diz já ter lido inteira, é um hábito diário, ao acordar e ao recolher-se, ultimamente facilitado pelo aplicativo no celular. Tem “Bíblia” em sentença, na dissertação de mestrado, em conversa fiada, e em conversa séria.
A quizila com o juiz do Supremo chateou Bretas. No domingo, dia 20, que começou com uma ida matinal, com a família, à igreja evangélica que frequentam, no Flamengo, terminou com uma crise de hipertensão, com a pressão a 18 por 13, e remédios a tempo e à hora. A causa foi “esse Mendes”, pelo menos para o diagnóstico de todos os Bretas. “Não sou do tipo que sai do trabalho e desliga”, disse o juiz para explicar o estresse. Mas nada que o abata, longe disso. Já na semana seguinte mandou prender de novo um outro empresário solto por Gilmar.
“No Judiciário cada qual tem a sua individualidade funcional”, disse o juiz. “Eu sou livre para decidir. Não sou melhor do que ninguém, mas ninguém é melhor do que eu. A sociedade tem o direito de exigir independência funcional e imparcialidade. Sem isso, a decisão de um juiz não tem valor.”
Na véspera – quinta-feira, dia 24 – uma manifestação concorrida de desagravo, na entrada da Justiça Federal, na Avenida Venezuela, número 134, apoiou Bretas, e espicaçou Gilmar. Do meio da tarde para o começo da noite a aglomeração cresceu, com a presença de artistas como Caetano Veloso, Thiago Lacerda e Cristiane Torloni. No fim da tarde o juiz desceu do quarto andar do bloco B, onde fica a movimentada 7.ª Vara. Tinha a companhia da juíza federal Simone Diniz Bretas, sua mulher há 22 anos, que despacha no bloco A do mesmo prédio, e, também, a de três seguranças à vista (e mais três dispersos), “um incômodo necessário”.
Formavam um casal elegante – ela mais comunicativa com os artistas que foram cumprimentá-los, ele muito formal. Parecia um grande pedaço de mármore – tem 1,87 de altura, e 105 quilos – ao cumprimentar o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), dos poucos políticos profissionais a comparecer, além do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e do deputado federal Alessandro Molon (Rede-RJ). Caetano Veloso não mereceu muito mais: um leve inclinar de cabeça e um contido “obrigado, obrigado”. Durante a manifestação, muito aplaudido, entrou mudo e saiu calado. Pouco depois, e pouca gente viu, os artistas e políticos subiram ao gabinete do quarto andar, onde o juiz os recebeu, com a mulher ao lado, mais descontraído.
“Não falei, durante o ato, porque não convinha”, disse o juiz ao Estado depois do encontro com os artistas. “Nenhum tipo de confronto é interessante. Era um desagravo, eu fui convidado e fui. A presença no ato já simboliza uma concordância. No Judiciário, a simbologia conta muito. Estar ali, tendo ao lado o presidente do Tribunal (TRF-2, desembargador André Fontes), fala mais do que as palavras.”
No lucro. Faz tempo que Marcelo Bretas está no lucro – desde os 11 anos, quando um apêndice supurado quase o levou, ou desde os 23, quando o carro que dirigia invadiu a traseira de um caminhão, tarde da noite, na Via Dutra, na altura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde então morava. Tem a data na ponta da língua: 23 de setembro de 1993. Voltava cansado para casa – e, admitiu, costumava correr muito.
“Sou muito grato a Deus, recebi muito mais do que pedi”, disse o juiz ao relatar os dois dramas. O acidente, que o deixou duas semanas fora do ar, resultou em sequelas graves no rosto. Ao longo dos anos, foram dez microcirurgias. Já está bem melhor, mas, vista de perto – ele mesmo se aproxima, para mostrar – a face ainda exibe cicatrizes, estranhos movimentos labiais, desníveis entre os dois olhos e entre as duas orelhas. Por causa desse último, a haste dos óculos, que raramente tira, se sustenta no crânio, por pressão, e não nas orelhas.
“Já nascemos na igreja evangélica”, disse ao Estado o comerciante Adenir de Paula Bretas, de 73 anos, descendência espanhola, pai do juiz. Seus olhos muito azuis – que encantaram dona Valdete – tomam conta de uma grande loja de bijuterias no Saara, movimentado comércio popular no centro do Rio. O comerciante constrói e aluga imóveis, também. Assinou a carteira profissional de Marcelo, o mais velho de quatro, quando este tinha 12 anos. O garoto, nascido em Nilópolis e criado em Queimados, na Baixada Fluminense, mais atrapalhava do que ajudava em um pequeno supermercado que o pai fazia prosperar, antes das bijuterias.
Por Adenir – nome também do irmão caçula, pastor evangélico – o primogênito o seguiria no ramo comercial. “Minha mãe dizia que queria um advogado na família – o que acabou pesando”, contou o juiz da Lava Jato. Bretas contou que antes de entrar na Faculdade de Direito, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990-1994), foi um lulista-petista de carteirinha: “Eu gostava muito do Lula entre 1986 e 1989. Votei nele contra o (Fernando) Collor. Usei camiseta, boné, participei de passeata…”.
É econômico sobre o PT, Lula, e a Operação Lava Jato de hoje: “Não conheço os processos, por isso não posso falar. Mas não quero saber de partido. Eu só olho a corrupção. Para mim não é importante saber qual é a orientação do sujeito”.
Na faculdade, a vocação incipiente tomou uma injeção de ânimo quando o estudante algo desinteressado conheceu e se apaixonou por Simone Diniz. Além da beleza, vinha de uma família de advogados, a começar da mãe, e dedicava-se aos estudos. Apaixonou-se, também, e enfrentou com dedicação o difícil e longo período de recuperação do acidente que quase o matou, no penúltimo ano da faculdade. Casaram com pompa e honra, depois de formados, o noivo magérrimo e com o rosto ainda bastante avariado. A lua de mel foi dividida entre Paraty, no Rio, e Orlando, nos Estados Unidos. Entre os presentes, um bom apartamento, cotizado entre as duas famílias.
Marcelo Bretas foi, pela ordem dos concursos em que passou, oficial de Justiça Federal, promotor de Justiça e, desde 1997, juiz federal. Um ano depois, a mulher escolheria a mesma carreira. A vida profissional os levou, sempre juntos, ou próximos, para cidades do interior do Rio – como Volta Redonda e Três Rios. Em 2003, já com dois filhos, sentaram praça na Justiça Federal da serrana Petrópolis, morando em condomínio de luxo nas proximidades. Foram 12 anos de vida tranquila, confortável, evangélica, com muitas viagens ao exterior pelo meio – ele estima conhecer uns 30 países –, com o quase anonimato dos bem-sucedidos mortais comuns.
Inquietude. Na narrativa do juiz federal, a primeira inquietude apareceu no segundo semestre de 2012, quando assistiu com assiduidade, pela TV, ao julgamento da Ação Penal 470, o chamado mensalão, pelo Supremo Tribunal Federal. “Voltei a acreditar na Justiça que não tem medo dos poderosos – e comecei a querer participar desse processo”, disse.
Em 2014, ainda “no interior”, para usar a expressão que ele usa, fez um mestrado na Universidade Católica de Petrópolis sobre os limites legais da interceptação telefônica. Dedicou a dissertação à família, “presente de Deus e porto seguro que me faz ter a alegria de voltar para casa todos os dias”. Família que no mesmo ano foi a tiracolo para Genebra, na Suíça, onde o juiz conseguiu um estágio de quatro meses na área de Direitos Humanos da representação diplomática do Brasil na ONU.
Fim da paz. A 7.ª Vara Criminal e o fim da paz no interior viriam em abril de 2015. Alugaram a casa de Petrópolis e mudaram-se para um apartamento de 400 metros quadrados em uma rua nobre e cobiçada do Flamengo. Bretas é torcedor do clube homônimo, mas evita assistir aos jogos. “Fico nervoso”, disse. Três vezes por semana pratica musculação e corrida em uma academia próxima. A escolta de segurança o acompanha. São agentes do próprio Tribunal Regional Federal, que se dividem em três carros.
Antes de assumir a 7.ª, fez um intercâmbio de três meses no The Federal Judicial Center (a Justiça Federal americana), em Washington, focado no tema corrupção e lavagem de ativos. “Meu feeling era que a Lava Jato podia vir para a 7.ª, e começamos a aparelhá-la para essa possibilidade”, contou. Logo chegou o processo da Eletronuclear – que notabilizaria Bretas, pela maior sentença da Lava Jato, 43 anos para o almirante Othon Pinheiro. Era o começo dos 15 minutos de fama que continua a viver – e das comparações recorrentes com o juiz Sérgio Moro. Na segunda-feira passada assistiram juntos, em Curitiba, à pré-estreia do filme sobre a Operação Lava Jato, “Polícia Federal: A Lei É Para Todos”. “Gostei muito do filme, muita ação”, disse ao Estado na quinta-feira.
O titular da 7.ª Vara foi a Sérgio Moro, em novembro de 2015, em busca da tecnologia processual usada em Curitiba. Levou junto o diretor da 7.ª, Fernando Pombal, e mais um especialista em tecnologia da informação. “Foi um encontro muito cordial, e ele foi muito generoso em disponibilizar as informações”, disse o juiz. “Nunca quis ser igual a ele, não sou. Já me foi dito que os estilos são diferentes. Eu não sei se são, mas aceito.”
Para esclarecer melhor qual é o seu estilo, Bretas contou que no aniversário de 46 anos, no ano passado, ganhou de presente cinco exemplares de “Operação Lava Jato”, livro do jornalista Vladimir Neto. “Dei quatro de presente, fiquei com um, e até hoje não li, porque não quero ser influenciado”, afirmou. Diga-se que livros não são sua praia preferida, tirante a “Bíblia”. “Nem me lembro qual foi o último que eu li”, afirmou o juiz federal. Um hobby mais praticado, embora já nem tanto, é a bateria. Toca desde menino, principalmente na igreja, e tem uma, eletrônica, no quarto de dormir.
Bretas anuncia novas sentenças para este segundo semestre – nos casos Eletronuclear e Operação Calicute, em que desponta, na cadeia, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB). “O nome para mim não tem nenhum significado, e muito menos o partido a que pertence”, disse. “A sentença tem que estar baseada em fatos, não pode ter ideologia. O juiz tem que analisar o que tem no processo, sem se deixar influenciar por simples argumentos ou pelo clamor social”, complementou.
Em uma semana, a Petrobras anunciou o quarto aumento no preço da gasolina. A partir de hoje, o valor do combustível está 2,7% mais caro nas refinarias. O diesel também subiu 4,4%. Com o crescimento dos preços, o motorista precisa pesquisar na hora de encher o tanque. O preço máximo do litro já chega a R$ 4,59 no Município do Rio, segundo pesquisa da Agência Nacional de Petróleo (ANP), feita entre 20 e 26 de agosto.
Nas últimas quatro semanas, de acordo com dados da ANP, o preço da gasolina teve uma recaída, mas voltou a subir. Do dia 30 de julho a 5 de agosto, o valor médio do combustível estava em R$ 4,17. O preço mínimo encontrado foi de R$ 3,84 e o máximo de 4,49. Já do dia 20 a 26 de agosto, o custo médio era de R$ 4,19. Por último, os preços mínimo e máximo ficaram, respectivamente, em R$ 3,84 e R$ 4,59.
Na sexta-feira, os preços também subiram de novo. A gasolina teve o maior reajuste (4,2%) desde a implantação da nova política de preços anunciada pela estatal há dois meses. A elevação ocorreu após a disparada das cotações internacionais do produto por causa da tempestade Harvey, que vem provocando inundações e destruição nos Estados Unidos. Já o valor do diesel elevou em 0,8%. De acordo com a Petrobras,os ajustes realizados dentro da nova política de preços, anunciada em junho, têm sido suficientes para garantir o equilíbrio dos valores praticados pela empresa com as volatilidades dos mercados de derivados e ao câmbio
Para o motorista que tem carro bicombustível vale mais a pena usar gasolina, pois o preço do etanol tem crescido também. Do dia 30 de julho a 5 de agosto, o valor médio foi de R$ 3,23, e os mínimo e máximo registraram, respectivamente, R$2,79 e R$ 3,77. Já na semana passada, o valor mínimo foi de R$ 3,28, seguindo dos números mínimo (R$ 2,79) e máximo (R$ 4,19).
A ANP realizou 9.793 ações de fiscalização referentes ao setor de abastecimento no primeiro semestre, que resultaram em 2.836 autos de infração, 399 autos de interdição e 108 autos de apreensão. No Estado do Rio, as operações somaram 1.407.
Pior de tudo que ninguem faz nada. FAZ TEMPO QUE NAO ENTRO EM POSTOS BR – PETROBRAS PARA BASTECER. ALÉM DE SEMPRE ABASTECER EM OUTROS POSTOS, PESQUISO MELHORES PREÇOS. IMPLORO QUE ESSE APELO SEJA DIVULGADO EM REDES SOCIAIS,GRUPOS DE WSSP. VAMOS BOICOTAR QUEM NOS ROUBA. "NAO ABASTEÇAM MAIS EM POSTOS DA BR – PETROBRAS" ISSO É O MINIMO QUE PODEMOS FAZER
Ja está na hora de acabar com esse monopólio da Petrobras.Ja se viu qual para que serve esta empresa.Além do combustível mais caro ainda vamos pagar pelo q os dirigentes fizeram.
BG.
O País numa crise sem precedentes, produtor quase que na totalidade do que consome e com preços de combustíveis EXTORSIVOS, Não há justificativa pra isso. Vemos a Venezuela também numa crise gravíssima e não tem o custo absurdo do Brasil. Esses políticos Brasileiros são uns VIGARISTAS É MAL CARÁTER , querem acabar com quase tudo menos suas práticas Nefastas contra a população Brasileira.
Delatores da JBS entregaram novos anexos à Procuradoria-Geral da República e, nessa complementação da delação, revelaram detalhes inéditos sobre um pagamento feito a Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil. A TV Globo teve acesso ao conteúdo dessa parte da delação.
Joesley Batista contou que, em 2013, Bendine, ainda no comando do Banco do Brasil, foi pessoalmente na casa dele, de Joesley, pedir dinheiro.
O empresário disse que, mesmo demonstrando constrangimento, Bendine pediu R$ 5 milhões emprestados para a compra de um imóvel. Joesley disse que não se recorda se a propriedade já estava comprada ou se Bendine ainda iria adquirir o imóvel.
Segundo Joesley, Bendine afirmou que não poderia beneficiá-lo no banco, porque o sistema de governança impediria atos ilícitos. Porém disse que se esforçaria pra atender pedidos da JBS, não necessariamente no Banco do Brasil.
De acordo com o anexo entregue à PGR, Joesley afirmou que Bendine era uma pessoa influente no governo e que, por isso, concordou em emprestar os R$ 5 milhões.
Encontro
O delator revelou que o então presidente do Banco do Brasil foi pessoalmente à sede da J&F, empresa dona da JBS, acompanhado de um homem que aparentava mais de 50 anos, e pediu para receber parte dos R$ 5 milhões.
Para comprovar o acordo com o ex-presidente do Banco do Brasil, o empresário apresentou à PGR planilhas com valores e datas dos pagamentos. Joesley também informou que, apesar de Bendine dizer que não haveria uma contrapartida ilegal e imediata, ele recebeu o dinheiro e nunca o devolveu.
Nos primeiros anexos da delação, revelados em maio, os delatores já tinham explicado que era costume da empresa fazer pagamentos mesmo sem garantia de privilegios. Era o chamado “reservatorio de boa vontade”
Bendine foi preso pela Polícia Federal em julho, suspeito de receber R$ 3 milhões da Odebrecht. O Ministério Público diz que, na véspera de assumir a presidência da Petrobras, Bendine e um de seus operadores financeiros pediram propina a Marcelo Odebrecht e Fernando Reis. Investigadores dizem que o pedido foi feito para que a empreiteira não fosse prejudicada na Petrobras, inclusive em relação às consequências da Operação Lava Jato.
O corpo de um italiano de 77 anos, morto há cerca de um mês, foi encontrado neste sábado (2) em seu apartamento após o próprio filho esconder o cadáver para continuar recebendo a aposentadoria do pai.
O caso aconteceu em Grottaminarda, na província de Avellino, na Itália. Acredita-se que o italiano, que era viúvo aposentado, faleceu por causas naturais. Ele morava apenas com o filho, de 47 anos, que escondeu o corpo em um quarto.
Na tentativa de conter o odor, o filho utilizou desodorantes e produtos de limpeza. Entretanto, o mau cheiro se espalhou pelo prédio, o que fez a vizinhança entrar em contato com as autoridades locais. Ao chegar, a polícia invadiu a residência e encontrou o cadáver em decomposição. O corpo foi levado para o hospital de Benevento para ser examinado e aguardar a realização das investigações.
O presidente Michel Temer desistiu de antecipar sua volta da China, depois da publicação de que a ameaça de uma nova denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderia fazê-lo encurtar a viagem.
Ao deixar um seminário em Pequim, Temer foi perguntado sobre seu retorno ao Brasil. “Depois que disseram que eu vou voltar, não vou voltar não. Vou ficar”, disse o presidente.
Assessores do presidente confirmaram que ele estaria pensando em voltar ao Brasil na terça-feira, dia 5. A alegação era a votação dos destaques da meta de déficit fiscal no Congresso, marcada para às 19h de terça-feira.
Temer, no entanto, não chegaria a tempo. Além disso, os pontos essenciais do texto já foram aprovados. Outras fontes, no entanto, confirmaram que havia uma preocupação do presidente com a possibilidade de apresentação de nova denúncia por Janot com Temer fora do país.
No entanto, a divulgação de que esse era a real preocupação por trás da antecipação – e com parte da comitiva sendo contrária ao seu retorno antecipado – Temer teria desistido de deixar a China antes do final do encontro dos BRICS, do qual participa de domingo a terça.
O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega fechou um acordo com o Ministério Público no Distrito Federal para dar informações sobre operações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Este acordo não é uma delação premiada, mas, sim, um termo de compromisso.
Na delação premiada, a pessoa reconhece que cometeu crime e, por fornecer informações, recebe benefícios como redução de pena ou progressão de regime.
Já no termo de compromisso, a pessoa não precisa reconhecer crime. Ela fornece informações e recebe benefícios em troca.
Para Mantega apresentar informações sobre o BNDES, o acordo prevê que o Ministério Público não pedirá a prisão do ex-ministro.
O termo de compromisso ainda precisa ser homologado pela Justiça Federal de Brasília.
Após uma verdadeira epopeia, que contou com uma interrupção de duas horas e meia, Lewis Hamilton superou a chuva torrencial em Monza para anotar a 69ª pole position dele na carreira. Agora, o inglês da Mercedes detém sozinho o recorde como o piloto com o maior número de pole positions na história na categoria, superando Michael Schumacher. Para isso, o vice-líder do campeonato voou nos minutos finais da sessão, marcou 1m34s660 e tirou o primeiro lugar de Max Verstappen. O holandês da RBR ficou com o segundo melhor tempo, seguido do companheiro de equipe Daniel Ricciardo.
Entretanto, com as punições que os dois carros da RBR receberão por conta de trocas na unidade de potência, Lance Stroll, o quarto no classificatório, sairá com a Williams na segunda colocação do grid.
Vindo de uma polêmica interna na Force India com Sergio Pérez, Esteban Ocon largará em uma impressionante terceira posição, o melhor resultado dele em uma sessão de classificação. Brigando com Hamilton pelo título da temporada, Sebastian Vettel não conseguiu fazer a Ferrari render na chuva e largará em sexto, com Felipe Massa logo atrás.
Em resposta à nota divulgada na noite de ontem pelo Palácio do Planalto, o empresário Joesley Batista, da JBS, chamou o presidente Michel Temer de “ladrão geral da República”. Também por meio de nota, o empresário disse que Temer envergonha o país e pede que ele respeite o instituto da delação premiada.
Em delação, Joesley acusou Temer de se beneficiar de esquema de pagamento de propina e ainda concordar com ajuda financeira para manter o operador Lúcio Funaro em silêncio.
“A colaboração premiada é por lei um direito que o senhor presidente da República tem por dever respeitar. Atacar os colaboradores mostra no mínimo a incapacidade do senhor Michel Temer de oferecer defesa dos crimes que comete. Michel, que se torna ladrão geral da República, envergonha todos nós brasileiros”, diz o empresário, por nota.
Na sexta-feira, a Secretaria de Comunicação do Planalto divulgou nota afirmando que Joesley era o grampeador-geral da República. A nota, redigida por conta das notícias de que virá uma segunda denúncia contra Temer, critica o fato de a JBS ter apresentado novos documentos no acordo de delação feito com o Ministério Público Federal. “Outro agravante é o fato de o grampeador-geral da República ter omitido o produto de suas incursões clandestinas do Ministério Público. No seu gravador, vários outros grampos foram escondidos e apagados. Joesley mentiu, omitiu e continua tendo o perdão eterno do procurador-geral. Prêmio igual ou semelhante será dado a um criminoso ainda mais notório e perigoso como Lúcio Funaro?”, diz a nota do Planalto.
A nota forte, fora do padrão das comunicações oficiais do governo, afirmou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) fechou delação com o doleiro Lucio Funaro por uma “vontade inexorável de perseguir o presidente”.
Além de complicar a situação do presidente Michel Temer, a delação do doleiro Lúcio Bolonha Funaro deve atingir pelo menos 20 políticos vinculados ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Entre os principais alvos, estão os ex-ministros Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Henrique Eduardo Alves (Turismo), dois dos mais próximos aliados de Temer. Funaro indicou contas bancárias na quais teriam sido depositadas propinas para os dois ex-ministros supostamente a mando de Cunha.
O que o Joesley não menciona é que era participe dos crimes, então todas as alcunhas usadas aos que ele delatou também se aplica a ele, então o discurso de bom moço não o serve… Todos iguais, mas uns mais iguais que os outros
Aliás, ser CORRUPTO é característica que norteia 95% dos políticos brasileiros. Talvez vocês irão me qualificar de um SUPER otimista em achar que são apenas 95%!!!
Kerginaldo, pergunto eu, que MORAL tem um cidadão que todos os dias aparecem denúncias contra ele continuar assumindo o comando da NAÇÃO??? pelo visto você quer tapar o sol com uma peneira!! Se tem que ser presos . que sejam os dois , pois ambos são CORRUPTOS um ativo e o outro passivo…
PQP… Qual é a credibilidade que um presidente da República tem quando é chamado, publicamente, de Ladrão Geral da República?????? Meu Deus do céu…. Em que país estamos??????? Que desmoralização de TODAS as instituições do Brasil, leia-se: STF, STJ, PGR, Congresso, Senado, Polícia Federal….ETC. FECHA GERAL!!!!!!!!!!!!
Concordo! Exatamente 14 anos ele junto com os aloprados do PT. Tô mentindo?
Safado devia tá preso depois de ter usurpado o País no governos do PT não tirando a culpa do PMDB tb ,ai sim do jeito que tá se vê que o crime compensa esse vaga devia tá preso
Esse é o Brasil de hoje, uma inversão de valores terrível. Que moral tem esse aproveitador espertalhão que atua de forma leviana para falar de alguém?
Recebeu BILHÕES em empréstimos de bancos públicos a juros subsidiados e saiu comprando empresas. Agora começa a vender essas empresas e forma uma fortuna a ser disfrutada em vida de ostentação nos EUA. Ele fala mal de Temer que não abriu os cofres públicos a ele, ao contrário de Lula e Dilma que deram todo aval que ele precisava para se tornar um dos maiores empresário de proteína do mundo. Vamos combinar, qual a credibilidade desse Joesley?
Não sei porque esse cara tá solto. É imoral esse sujeito enriqueceu financiado pelo BNDES dinheiro público pertencente aos brasileiros, e o pior 67% dos seus negócios foram desviados para os Estados Unidos, o cara não tem compromisso algum com o país, o negócio é botar a mão no dinheiro e comprar políticos corruptos . Como é que o procurador geral da União não ver isso? Não tem nenhuma flexa de bambu pra atirar nesse cara? É muito estranho.
Pelo menos seis pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em um grave acidente na madrugada deste sábado (2) na BR-146, próximo a Serra do Salitre, no Alto Paranaíba.
De acordo com as informações preliminares do Corpo de Bombeiros de Patos de Minas, o ônibus em que elas estavam perdeu o controle ao sair de uma curva no Km 87 da rodovia, tombou e caiu dentro de uma vala.
Os números são divergentes. Enquanto os bombeiros falam em seis mortos, a Secretaria de Saúde do município diz que as vítimas chegam a 11.
Inicialmente, os bombeiros informaram que eram nove mortos, mas em seguida corrigiram a informação para cinco. Por volta das 10h30, os militares confirmaram que o número de vítimas subiu para seis. A maioria dos feridos está estável, mas há risco de novas mortes em alguns casos.
Os militares precisaram da ajuda de um guincho e de um guindaste para levantar o veículo e retirar as vítimas. Ainda conforme os bombeiros, o motorista relatou que havia 46 passageiros no veículo, mas os órgãos envolvidos no socorro, atendimento e remoção das vítimas ainda estão levantando informações sobre o número final, que pode chegar a 64.
A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) foi acionada e fechou a rodovia nos dois sentidos. Após os atendimentos, a via foi liberada. Os trabalhos de resgate contaram com duas equipes do Corpo de Bombeiros de Araxá, duas de Patrocínio e cinco de Patos de Minas, a maioria composta por militares que estavam de folga.
Após Anitta responder a postagem do vereador do Rio de Janeiro, Otoni de Paula, do Partido Social Cristão (PSC), ele fez uma nova publicação nas redes sociais para pedir desculpas à cantora. O vereador publicou a foto do comentário com a resposta de Anitta e disse que “não a chamou de garota de programa, e sim fez uma pergunta mediante a foto” que ele usou na primeira publicação. Otoni ainda pediu desculpas, mais uma vez, por uma edição anterior do texto. Na primeira publicação, feita pela assessoria do político, constava que a cantora se comportava como uma “vagabunda de quinta”.
“Anitta, antes de mais nada, gostaria de me desculpar com o termo ‘vagabunda de quinta’, que minha equipe acrescentou ao texto. Nem você ou qualquer mulher do mundo merece receber esse adjetivo pejorativo. Segundo, não lhe chamei de ‘garota de programa’, e sim fiz uma pergunta mediante a foto que vi — querendo ressaltar que esse tipo de foto está mais para uma garota de programa do que para uma profissional como você.”
Na noite de sexta-feira, Anitta se pronunciou sobre o caso com um comentário na montagem com fotos dela feita pelo vereador. A cantora se defendeu das acusações do vereador e aproveitou para chamar atenção para a situação “a que as crianças estão sendo submetidas”. A resposta de Anitta já tem mais de 100 mil curtidas.
“Aproveito a notoriedade que seu post tomou pra responder sua pergunta. ‘A que nossas crianças estão sendo submetidas?’. A uma triste falta de oportunidade e educação pra quem não tem dinheiro. Uma aprovação automática que desestimula professores a alunos a formarem pessoas educadas neste país. Nossas crianças estão submetidas a terem que ralar e se esforçar 24h por dia para tentar ter algum tipo de instrução e oportunidade na vida que nao seja o crime ou trabalhos informais como a prostituição por exemplo”, escreveu a cantora.
Anitta também escreveu que não vai processar o vereador por calúnia.
“Sei como é importante e estratégico usar um nome de notoriedade na mídia para ganhar e espaço e assim começar a divulgar seu trabalho próximo ao ano eleitoral. Também não seria burra de processar por calúnia um vereador, qualquer ser humano que entenda de justiça brasileira sabe que eu não sairia vitoriosa desta questão nem com macumba (aproveitando o trocadilho ja que o senhor é evangélico)”, escreveu.
Todos esses profissionais citados sao de atividades meio e têm seus sindicatos estabelecidos e convenções coletivas que fixam seus salários aonde quer que estejam!!! Qual o patrão que vai pagar mais pra ter o mesmo profissional e pagar o mesmo salário mais o lucro da empresa que terceiriza?? E ainda ser responsável solidário?? Com o acordado superando o legislado os salários cairão SIM, principalmente os da atividade fim, cujo estudo não contempla e nem leva em consideração as mudanças da legislação que se inicia agora!!!
É simples se você acha que os empresários vão ganhar muito dinheiro com essa lei
Abra uma empresa e em vez de ser empregado seja empresário é simples assim
Não? …kkkkkkkkkkkkkkk