Está chegando em Nova Parnamirim na Avenida Maria Lacerda a Partmed Saúde e a OdontoCompany, duas clínicas integradas, unindo a assistência médica e odontológica e você pode fazer parte da equipe!
A empresa está recebendo currículos para preenchimento de vagas nas categorias de: recepcionista, ASG, ASB, vendedores externos e representantes comerciais.
os interessados deverão enviar o currículo para o email: [email protected].
Moro próximo da Avenida Maria Lacerda, estou a procura de um emprego,sou Recepcionista, Assistente Administrativa Comercial,pretendo ser colaboradora, onde o meu conhecimento seja necessário para o desenvolvimento da empresa
O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) denunciou o ex-aluno Flávio Louzas Rocha por ter pichado paredes do Departamento de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Deart/UFRN), no final de 2014. Para o MPF/RN, o ato caracteriza o crime de dano ao patrimônio da União (art. 163, do Código Penal). Como a pena mínima para o crime não extrapola o limite de um ano, o MPF pede a suspensão condicional do processo por dois anos, desde que haja a reparação do dano causado à UFRN.
De acordo com o inquérito policial instaurado para investigar o caso, no final de 2014, houve ocupação nas dependências do Deart por um grupo de manifestantes, composto por alunos e ex-alunos da instituição. Na ocasião, em que os alunos reivindicavam melhorias, foram feitas várias pichações nas paredes no Departamento. No momento, não foram identificados os autores, entretanto, posteriormente à ocupação, a Vigilância da UFRN localizou uma pessoa pichando uma parede, na saída do prédio. O momento foi fotografado por um dos vigilantes. Ao abordar o suspeito, Flávio Louzas Rocha, verificou-se a existência de latas de spray na bolsa dele.
Apesar de ter negado a autoria das pichações, o denunciado, ao ser interrogado, confirmou ser ele mesmo e sua então companheira, na fotografia registrada pela vigilância. “Diante das provas colhidas nos autos, demonstra-se que o denunciado Flávio Louzas Rocha foi o responsável pela pichação realizada em uma das paredes do Deart”, conclui a denúncia do MPF.
Suspensão condicional – A suspensão condicional do processo pode ser solicitada pelo MPF, quando da apresentação da denúncia, se o acusado não responder a outro processo criminal. É necessário ainda que não tenha sido condenado por outros crimes, para que cumpra determinadas condições em troca da extinção do processo. No caso, as condições serão determinadas em juízo, durante audiência admonitória.
Esses palhaços, vivem disso, pichações.
Ano passado, um grupo de alunos tomou a iniciativa de remover as pichações, pintando as paredes.
No outro dia, alguns desses MELIANTES, já começaram a pichar novamente
Lembramos, também, que tais pichadores encontram guarida junto a reitoria.
Sob qual alegação? Pasmem. Liberdade de expressão.
Natal sedia nos dias 14 e 15 de setembro o Congresso Nordestino de Inovação em Gestão Tributária Municipal. O evento vai reunir cerca de 300 participantes entre prefeitos, secretários, auditores, advogados, contabilistas e demais profissionais ligados à gestão pública, para debater novos mecanismos de arrecadação e incremento nos orçamentos dos municípios. As inscrições estão abertas pelo site www.conigt.com.br.
O objetivo do Congresso é contribuir para o desenvolvimento da Administração Tributária nos municípios do RN e Estados vizinhos, através da sugestão de boas práticas e exemplos bem-sucedidos de gestão tributária, trabalhando as soluções e ferramentas para a realidade dos municípios do Nordeste.
Entre os palestrantes já confirmados está o presidente do Tribunal de Contas do RN, Conselheiro Gilberto Jales, que vai falar sobre a “Renúncia de Receita Presumida e a Lei de Responsabilidade Fiscal”. O evento será realizado na Escola de Governo, no Centro Administrativo. As inscrições estão abertas pelo site www.conigt.com.br.
Também serão debatidos temas como a tributação enquanto requisito da responsabilidade na gestão fiscal; o papel do fisco; índice de participação dos municípios nas receitas dos Estados; entre outros.
O CONIGT é uma realização do SINFAM – Sindicato dos Auditores Municipais do RN e conta com o apoio do Governo do Estado, Sebrae, Tribunal de Contas, Femurn e Fecam.
O bairro das Quintas recebe, neste sábado (02), a 20º edição do projeto Vila Cidadã. O evento será realizado na Rua dos Pegas, no estacionamento do Cimento Nassau, das 9h às 15h. Será um dia de lazer, cidadania, educação, saúde, além da oferta dos serviços públicos oferecidos pelo Estado como emissão da identidade, CPF, intermediação de empregos, consulta de programas habitacionais e carteira do artesão.
A secretária da Sethas-RN, Julianne Faria, afirma que o projeto foi criado para atender a quem precisa dos serviços e por algum motivo encontra dificuldade de acessá-los. “Então o Vila Cidadã leva tudo isso para próximo da população, vai até o bairro, até o município, que muitas vezes não tem uma Central do Cidadão, por exemplo, e por isso par obter uma carteira de identidade precisaria se deslocar para outra cidade. É um programa que valoriza o cidadão, promovendo um dia de lazer, educação e cidadania”.
O projeto Vila Cidadã é coordenado pela Secretaria do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas-RN) e conta com o apoio e participação do Itep, Detran, Caern, AGN, Cehab, Procon, Secretaria de Saúde, Ipem, Idema, Defensoria Pública, Semarh, Emater e Segurança Pública. O Vila Cidadã também conta com a parceria do Sindicatos das Empresas de Pesca do RN (Sindpesca) que fornece peixe para distribuição durante as atividades.
Já foram contabilizados cerca de 40 mil atendimentos nas 19 edições, que foram realizadas em cinco bairros de Natal e 14 municípios.
O presidente da República em exercício, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira, 31, durante evento no Rio de Janeiro, que, por enquanto, a adoção do parlamentarismo não está sendo discutida no Congresso Nacional. O democrata defendeu, no entanto, a realização de um novo plebiscito para decidir sobre a adoção desse regime no Brasil.
“Esse é um tema que não está sendo tratado nesse ambiente da reforma política. Muitos políticos defendem o parlamentarismo, que já foi derrotado. Nós tivemos uma Constituinte que gerou um plebiscito. Acho que, se tiver que ter maioria no Congresso para voltar a discutir esse tema, nós deveríamos voltar a ouvir a sociedade. Nesse momento, como já estamos no final desses quatro anos, o importante é que a gente construa um sistema eleitoral para 2022 que seja racional e dê legitimidade ao processo, até para a gente discutir o parlamentarismo”, disse.
Na avaliação de Maia, discutir parlamentarismo “com esse sistema eleitoral, com essa composição política fragmentada, de mais de 25 partidos, não será um bom parlamentarismo”.
E argumentou: “Não que os partidos não tenham legitimidade, mas é muito difícil administrar um Congresso com mais de 20 partidos Organizar o sistema eleitoral dará as condições para que num futuro plebiscito a sociedade volte a discutir esse assunto.”
Ele informou que para valer para as eleições 2018, o prazo final para a aprovação da reforma política, em discussão no Congresso, é dia 7 de outubro.
Um asteroide de mais de 4 quilômetros de diâmetro vai passar pela Terra nesta sexta-feira (1), segundo a Nasa. Chamado de “Florence”, ele é o maior já registrado pela agência. Mas a Nasa garante que o asteroide não apresenta riscos. O Florence foi descoberto em março de 1981 e passará pela Terra a uma distância de sete milhões de quilômetros.
“É o maior objeto celeste a passar tão perto do nosso planeta desde a descoberta do primeiro asteroide nas proximidades da Terra, há mais de um século.”, confirmou a Nasa em seu site.
Segundo Paul Chodas, responsável pelo Centro para o Estudo de Objetos Próximos à Terra, da Nasa, “muitos asteroides conhecidos cruzaram a Terra com uma distância mais curta do que fará o Florence, porém, todos eles eram menores”.
Os cientistas da Nasa também planejam estudar o asteróide durante sua passagem, utilizando poderosos telescópios na Califórnia e em Porto Rico. “As imagens resultantes devem permitir determinar as dimensões exatas do asteroide e também revelar os detalhes de sua superfície com uma precisão de 10 metros”, comentaram.
O Florence não deverá retornar às imediações do planeta até outubro de 2024, afirmou a Nasa.(ANSA).
A advogada Janaina Conceição Paschoal, autora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff ao lado dos juristas Miguel Reale Jr. e Hélio Bicudo, disse que hoje se sente “mais madura, mais velha e mais tolerante”. Segundo ela, o Brasil saiu “maior” do processo de cassação da petista.
Professora de Direito Penal da USP, Janaina disse que tem o “sentimento de ter cumprido uma missão”. A rotina, apesar do assédio e das polêmicas nas redes sociais, é a mesma: aulas, bancas, concursos. Para ela, Temer perdeu a “oportunidade” de ser um “estadista”. Leia trechos da entrevista:
O que mudou na sua vida nesse último ano?
Vida normal. Eu me sinto uma pessoa mais madura, mais velha em todos os sentidos, mas a vida segue normal. Dou aulas normalmente, nada mudou. Você fica mais tolerante depois de passar por tudo aquilo. Eu já era tolerante, e fiquei ainda mais tolerante.
Como avalia sua responsabilidade nesse processo?
Sobre o crime dos outros, eu não tenho responsabilidade nenhuma. Sinto um alívio muito grande, um sentimento de ter cumprido uma missão. Não me omiti, esse é o sentimento. Responsabilidade é forte demais. Trabalhei para que um comportamento ilícito tivesse consequência. O meu sentimento é de tranquilidade porque ter feito o que precisava.
Qual o balanço a senhora faz dos rumos do governo Temer nesse período?
É importante deixar bem claro que, quando eu pedi o impeachment da presidente, não foi com o objetivo de colocar Temer no poder. Pedi o impeachment por força dos crimes que foram cometidos. E o PT tinha convidado Michel Temer (para ser vice). O problema que eu vejo é que Temer poderia ter aproveitado essa oportunidade histórica para ser um estadista. Os fatos mostram que não foi assim.
O que faltou para Temer se tornar um estadista?
O problema foi a mala (entregue por um executivo da JBS ao ex-assessor do presidente Rodrigo Rocha Loures). Aconteceu algo na vida dele que dá a oportunidade de ele dar uma virada. E o sujeito pega esta oportunidade e joga no lixo. É muito grave. Nada do que ele faça na economia, em qualquer campo, nada vai apagar a mala.
Como vê o trabalho do STF, do MPF e da PF contra a corrupção?
Tenho algumas divergências pontuais, mas elas não impedem de reconhecer o mérito do trabalho do Ministério Público, da Polícia Federal, dos juízes. Com relação ao STF, tenho grandes preocupações.
Quais preocupações?
O discurso de alguns ministros é um discurso que vai no sentido de anular tudo.
Quais ministros?
As decisões do ministro (Ricardo) Lewandowski, do ministro (Dias) Toffoli, algumas libertações que eu acho que as pessoas não seriam libertadas se não fossem importantes. Agora, o discurso mais assustador é o do ministro Gilmar Mendes. É muito assustador.
E em relação à PF e ao MP que terá uma nova chefe?
Nunca soube de nada que desabonasse a doutora Raquel (Dodge). Em relação à polícia, as mudanças (na Lava Jato) não são algo assim tão incomum. No Supremo, o risco é total. O Supremo hoje é o maior perigo que o País corre nesse processo.
Passado um ano, como o Brasil saiu desse processo?
O Brasil saiu maior, porque mostrou que a gente tem a capacidade de enfrentar a nossa triste realidade.
Se a senhora for chamada ou sentir que algo precisa mudar entraria novamente numa briga tão grande quanto foi aquela?
Eu acho que sim. Mas tem de ser uma coisa que eu entenda que seja determinante para o País, como eu entendi que era naquele momento. No caso do Temer, a OAB já tomou a frente. Eu acredito que, a depender do rumo, eu entro de novo, sim.
Pretende entrar na política?
Na vida político-partidária, não tenho pretensão, mas na vida política, sim. Sou engajada há muito tempo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Os deputados que integram a comissão externa da Câmara destinada a investigar a situação de emergência dos hospitais públicos federais do Rio de Janeiro, apresentaram hoje (31) projeto de lei que proíbe a indicação política para cargos de direção dessas unidades de saúde.
De acordo com a proposta, só poderão exercer funções de chefia, direção e assessoramento no Sistema Único de Saúde (SUS) os profissionais que comprovarem “capacidade técnica, independência funcional” e experiência mínima de três anos de atuação nos serviços de saúde.
As regras para nomeação dos ocupantes de cargos de direção dos hospitais federais incluem ainda a proibição de vínculo do candidato a gestor com empresas que prestam serviços ou fornecem produtos para unidades de saúde e a exigência de que este não tenha relação familiar com nenhum integrante do Poder Executivo.
A proposta, que altera a legislação do SUS, estabelece que as unidades tenham uma área independente responsável pela gestão de riscos, controle interno e auditoria dos serviços.
O texto é assinado pelos deputados Hugo Leal (PSB), Jandira Feghali (PCdoB), Celso Pansera (PMDB), Chico d’Angelo (PT), Alexandre Valle (PR) e Delley (PTB), todos do Rio de Janeiro, e o projeto de lei ainda precisa ser analisado pelo plenário da Câmara.
Segundo a coordenadora da comissão externa, Jandira Feghali, a medida visa a impedir o uso político em locais que lidam com vidas humanas: “Fizemos inspeções em diversas unidades nos últimos dois meses e flagramos diretores das unidades sem saber o número de leitos do hospital pelo qual eram responsáveis. Isso é um absurdo. A falta de gestão só agrava a crise que a gente vive lá”, afirma.
Os parlamentares elaboraram a proposta depois de várias visitas aos hospitais federais do estado nos quais encontraram uma série de irregularidades. O grupo deve ainda propor ao governo federal e à justiça outras medidas para resolver a crise dos hospitais.
Isso deveria ser geral !! Cargos públicos de gerência só poderiam ser ocupados por indicação da classe e por meios que comprovem a capacidade de gestão!
Qto mais aparecer dedo da política no meio mas podridão teremos!
O operador Lúcio Bolonha Funaro confirmou, em um dos depoimentos da delação premiada, que recebeu dinheiro do empresário Joesley Batista, um dos executivos da JBS, para permanecer em silêncio, ou seja, não revelar o que sabia sobre corrupção e movimentação ilegal de recursos por parte de influentes políticos do país. A informação, um dos detalhes mais importantes da delação de Funaro, deve robustecer ainda mais a denúncia que o procurador-geral da República Rodrigo Janot e equipe estão preparando para apresentar contra o presidente Michel Temer, a partir das delações do empresário Joesley Batista e outros executivos da JBS.
Temer é investigado por obstrução de justiça e envolvimento em organização criminosa. Num dos trechos de uma conversa que teve com Temer, na noite de 3 de março, no Palácio do Jaburu, Batista descreveu uma série de crimes que teria cometido. Num determinado momento disse, de forma cifrada, que vinha fazendo pagamentos regulares a Funaro e ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que até ser preso era um dos principais aliados de Temer. Em depoimentos da delação premiada, Batista e o executivo Ricardo Saud, também da JBS, disseram que os pagamentos eram para comprar o silêncio de Funaro e Cunha, uma forma de proteger o presidente e alguns auxiliares.
Num depoimento à Polícia Federal no mês passado, antes de fazer acordo de delação, Funaro confirmou os pagamentos, mas disse que se tratavam da quitação de uma dívida antiga. Ele teria dinheiro a receber de Batista porque intermediou negócios da JBS. Investigadores não acreditaram na explicação, que se chocava com a versão do empresário. Depois de decidir colaborar com a investigação, o operador revisou declarações anteriores e ratificou a narrativa do dono da JBS. Funaro estaria sem alternativa. Isso porque a irmã dele, Roberta Funaro, chegou a ser presa em 18 de maio depois de receber R$ 400 mil de Saud dentro de um táxi.
Parte da transação foi filmada em ação controlada conduzida pela Polícia Federal com ordem do ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal. Para investigadores não fazia sentido Roberta ter sido escalada para receber dinheiro de forma clandestina se os pagamentos fossem de ordem legal. Confrontado com os fatos, Funaro, já em colaboração com a investigação, confirmou que, de fato, os pagamentos eram uma forma de mantê-lo em silêncio. Isso explica também a preocupação do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o segundo homem mais forte da primeira fase do governo Temer, com uma possível delação do operador.
deixa ver se eu entendi, o nosso heroi bandido loesley batista, compra o silencio do funaro e o culpado é o temmer? o janot PT quer derrubar o homem de qualquer jeito
O que vc não entendeu é que o Funaro é homem operador do PMDB, o Temer, um dos mandões do partido. Liga ai dois neurônios.
Henrique Alves, primeiro a trair Dilma, levou R$ 7 milhões em espécie!
O ex-ministro Henrique Eduardo Alves, que foi o primeiro a trair a presidente deposta Dilma Rousseff para aderir à conspiração liderada por Michel Temer, recebeu uma propina de R$ 7 milhões, paga em espécie, num hotel em Natal (RN); a informação consta da delação do corretor Lúcio Funaro, que também incrimina Temer e outros de seus aliados, como Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Moreira Franco e Eliseu Padilha; Alves está preso desde 6 de junho e deve ter sua situação agravada, uma vez que Funaro também apontará recursos mantidos no exterior para alimentar a "quadrilha" do PMDB da Câmara dos Deputados.
O maior problema da política brasileira é o pemedebismo!
O maior problema da política brasileira não é o PT ou o PSDB, mas o pemedebismo – que não mais está restrito ao PMDB, mas é a “gramática profunda” de nossa estrutura política, segundo o criador deste conceito, o cientista política Marcos Nobre.
O pemedebismo surge como uma estratégia de organização do PMDB para comportar muitas forças políticas distintas em um bloco conjunto, por meio de um sistema de “vetos” que assegura que nenhuma dessas forças poderá esmagar a outra, a partir da redemocratização na década de 80:
“Para conseguir manter dentro de um mesmo partido correntes e tendências tão heterogêneas, a nova sigla aperfeiçoou um sistema interno de regras de disputa que já funcionara durante a década de 70 e que, a partir de 1983, precisava também incluir figuras de uma nova ordem de grandeza: governadores de estado. Esse sistema pode ser descrito de maneira simples como um sistema de vetos. (…) É um modo de fazer política que franqueia entrada no partido a quem assim o deseje. Pretende, no limite, engolir e administrar todos os interesses e ideias presentes na sociedade. Em segundo lugar, garante a quem entrar que, caso consiga se organizar como grupo de pressão, ganhará o direito de vetar qualquer deliberação ou decisão que diga respeito a seus interesses. Foi assim que o PMDB se organizou a partir da década de 80. Como se o partido fosse, em si mesmo, um governo de união nacional.”
“O pemedebismo é apresentado, ao início, como uma “cultura política” que reúne, ao mesmo tempo, os seguintes elementos: (a) o governismo, a tendência a aderir a qualquer governo; (b) a configuração da política como um sistema de vetos, mais do que de propostas positivas; (c) a preocupação em obter supermaiorias legislativas; (d) o esforço dos insiders a criar barreiras de entrada para os outsiders; (e) o esforço para bloquear qualquer iniciativa alternativa nos bastidores, fora do jogo aberto.”
A 3ª Vara do Trabalho de Natal (RN) condenou a Paquetá Calçados Ltda. a pagar uma indenização de R$ 5 mil por danos morais a ex-empregado que era chamado de “burro de carga” pelo superior imediato.
O ex-empregado foi contratado, como auxiliar de loja, em outubro de 2013 e demitido em agosto de 2016.
No processo, ele alegou que constantemente recebia ameaças de demissão, sendo constrangido e destratado pelo chefe, que o chamava de “burro de carga” e “escravo”.
Embora a empresa tenha negado qualquer tipo de constrangimento ou ofensa, a juíza Derliane Rego Tapajós destacou que uma testemunha revelou que o chefe do auxiliar costumava chamá-lo de “burro de carga”, quando o mandava levar as caixas de mercadorias.
A testemunha afirmou, ainda, que, em três ocasiões, viu o chefe puxar a vassoura da mão do ex-empregado, dizendo que não era daquela forma que ele deveria fazer o serviço e que parecia que ele estava doente da coluna, “na frente de clientes que estavam na loja”.
Para a juíza, o depoimento da testemunha comprovou que o superior hierárquico submetia o auxiliar de loja “a tratamento injurioso e degradante”, xingando-o publicamente e menosprezando a forma como ele realizava o seu trabalho.
“O tratamento desrespeitoso do superior hierárquico para com o reclamante não pode ser chancelado por esta Justiça, pois se traduz em nítido abuso do poder diretivo ou disciplinar”, concluiu Darliane Tapajós.
Para ela, a atitude da empresa “fere diretamente o princípio da dignidade da pessoa humana e a proteção à honra, direitos fundamentais consagrados na Carta Magna”.
Com isso, a juíza condenou a empresa no pagamento de uma indenização de R$ 5 mil pelo assédio moral sofrido pelo auxiliar.
A partir desta sexta (1), a Maternidade Escola Januário Cicco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN), e filial à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), terá um novo superintendente. O anúncio foi feito na última segunda-feira (28) pelo presidente da Ebserh, Kleber de Melo Morais e aprovado pela Reitora Angela Maria Paiva Cruz, em reunião que ocorreu na Reitoria da UFRN.
O médico mastologista e professor da UFRN, Luiz Murillo Lopes de Britto, assume o cargo da Superintendência da MEJC, em substituição à atual superintendente, Sônia Maria de Medeiros Barreto, que passa a se dedicar à Chefia da Divisão Médica da Maternidade.
Murillo Britto é Doutor em Ciências da Saúde pela UFRN, coordenador do projeto Câncer de Mama e Genética da MEJC, professor visitante da Liga Norteriograndense Contra o Câncer e já atuou como presidente regional da Sociedade Brasileira de Mastologia.
Parabéns!
A Maternidade continua sendo administrada por bons, e capacitados profissionais, fato que certamente, contribui para o seu sucesso, atuando no atendimento dos mais carentes, dando assistência à saúde e aos cuidados das mulheres, mães, e recém-nascidos.
Ao Dr. Murillo Britto, desejo que tenhas apoio nas suas realizações, e que Deus o ilumine em suas tomadas de decisões!
A família do ex-ministro Henrique Alves, preso na operação Manus, nega a contratação do desembargador aposentado Francisco Barros para defender o peemedebista, como divulgado pelo Estadão nesta quinta (31). “Chegamos a sondar a contratação, mas fato que jamais chegou perto de se concretizar”, esclareceu uma fonte da família.
A interceptação telefônica da Polícia Federal revela apenas a sondagem pela defesa do ex-ministro ao então advogado Barros para uma possível contratação. Para o Ministério Público Federal (MPF) “ao que parece” houve a participação do desembargador no caso.
De acordo com o MPF, o desembargador teria explorado prestígio perante o Tribunal Regional Federal da 5ª Região em sete casos, entre eles o de Henrique Eduardo Alves. A investigação aponta que Barros teria recebido R$ 150 mil, em 2012, para soltar um dos alvos da Operação Pecado Capital, Rychardson de Macedo.
Engraçado que quando envolve politicos e gdes do judiciário sempre tudo é mentira não existem provas não sabem.
São todos inocentes e santos os coitados.
O Aplicativo Liquida Natal vai facilitar o acesso dos consumidores aos cupons da campanha, que esse ano é eletrônico. Para ter acesso é simples. Basta baixar no seu smartphone o app Liquida Natal e fazer o cadastro.
Clica no ícone tirar foto do cupom, no terminei e em seguida, enviar. Pronto! O cupom é envido para o back office da coordenação da campanha, impresso e depositado na urna.
A Liquida Natal deste ano acontece de 01 à 10 de setembro e vai sortear 01 Jeep Renegade, 05 motos Honda 125 CC e , 10TV´s 49”. A cada R$ 40 em compras o consumidor tem direito a um cupom para concorrer aos prêmios.
Não consigo fazer o cadastro das minhas notas. Desde as 16:00 horas que tento. Não tendo condições de ir até um posto de trocas dos cupons. Por motivo de saúde.
Boa noite, estou querendo trocar meus cupons e não achei lugar algum. Tento baixar o aplicativo e mesmo assim sem sucesso.
Achei falta de explicação para os consumidores, pois de o LIQUIDA NATAL teve início dia 01 e foi até o dia 10 de setembro. O consumidor deveria ter no mínimo mais 5 dias pra frente para fazer a troca de seus cupons.
Nesta sexta-feira, 1, professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) vão decidir se iniciam ou não mais um movimento grevista. O pleito é justo. Eles querem a regularização dos salários e um reajuste salarial de 7,64%. Além de melhorias para a categoria, como a aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e do auxílio saúde.
Embora legítima e de direito dos trabalhadores, enfrentar mais uma greve não seria interessante para a comunidade acadêmica. Principalmente, quando esse movimento paredista já começa sem esperança de êxito, uma vez que o Governo do Estado é categórico em afirmar que não tem como atender as reivindicações salariais da categoria.
“Não há como garantir salários em dia, tampouco reajuste”, diz com todas as letras os auxiliares do Governo. Culpa da crise, má gestão… o motivo não importa. O fato é que a greve que se desenha tem tudo para repetir o enredo da última paralisação, a maior da história da Universidade: cinco meses com atividades suspensas e com os professores retornando para sala de aula sem nenhum ganho salarial. Essa é uma previsão fácil de fazer diante do atual cenário.
Além do risco de não conseguir as garantias salariais desejadas, uma possível greve agora pode ter sérios efeitos colaterais. O embate direto com o Governo do Estado pode fragilizar uma negociação acerca de aprovações de projetos importantíssimos, não apenas para a classe docente, mas para a comunidade acadêmica como um todo, como a Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), auxílio saúde e a tão sonhada autonomia financeira.
Não é justo trabalhar sem receber seus salários em dias. Contudo, iniciar uma greve nesse momento é um passo importante a ser pensado. Há muita coisa em jogo, muito além da questão salarial. E os resultados de uma paralisação agora podem ser bastantes prejudiciais. Principalmente para os estudantes. Aliás, são sempre eles os mais penalizados.
É preciso ser estrategista. Lutar da forma correta é de fundamental importância para o êxito da batalha. Uma greve não parecer ser a melhor estratégia. Não agora.
Por Daniel Machado, aluno especial do Mestrado em Ciências Sociais e Humanas da UERN
Digo e repito incansavelmente: as universidades públicas deveriam ser privatizadas e substituídas por bolsas de estudos distribuídas a quem realmente precisa. Essas instituições consomem a maior parte do orçamento do MEC e são utilizadas por alunos que têm, em sua enorme maioria, condições de pagar por seus próprios estudos. São, portanto, fatores de concentração de renda no nosso país. Sorvedouros do dinheiro do contribuinte brasileiro, viraram cabides de empregos de esquerdistas, que trabalham e produzem muito pouco e vivem de constantes e intermináveis greve, quando não estão viajando o mundo às custas dessas universidades, transformadas em verdadeiras agências de viagens. E digo mais: um estado pobre como o RN não tem condições de sustentar a UERN. A verdade às vezes é dura.
A defesa do desembargador aposentado Francisco Barros se pronunciou sobre as acusações que culminaram na prisão de Barros na manhã de ontem (30). O advogado considera a insinuação do Ministério Público Federal absurda e aponta que a investigação é despropositada e descabida.
Nota
A defesa do advogado Francisco Barros Dias afirma que a investigação partiu da incompreensão do exercício da advocacia. Sobre a acusação de influência no Tribunal, a defesa considera a insinuação absurda e aponta que a investigação é despropositada, descabida e refuta totalmente os fatos em questão.
A defesa nega veementemente a participação do advogado Francisco Barros Dias em qualquer conduta desonrosa e ressalta ainda que confia na Justiça e na verdade dos fatos.
É um anjinho!!!!
Bichinho!!
Lugar de gente dessa categoria é no xilindró.
Depois q foi dominado pela ambição de roubar facil, quer ser vítima.
Historinha de sempre: nao tem provas, isso é perseguição, isso é abuso…
Tudo isso já passou no filme de Luladrao, gente boa, simpático. Kkkkk
Ta certo.. Quer dizer que ele ligava pro tribunal e pra jf com frequência pra dar bom dia aos ex- servidores. E o fato da quarentena ter sido desrespeitada cade os comentários sobre isso?
O Rio Grande do Norte está protagonizando um momento importante no processo de investigação que toma conta do país. Pelo menos duas operações, realizadas a partir do Rio Grande do Norte, se cruzam com a maior delas, a operação Lava Jato.
Ontem, a delação do doleiro Lúcio Funaro confirmou o que o empresário Fred Queiroz revelou em outra delação feita ao MPF do Rio Grande do Norte. O grupo JBS teria enviado para a campanha de Henrique Alves R$ 7 milhões. O dinheiro teria sido distribuído entre lideranças políticas em troca de apoio ao candidato.
Outo cruzamento de operação foi registrado na operação Alcmeon, que investiga “exploração de prestígio” por parte do desembargador aposentado Francisco Barros. A justiça federal liberou trechos de uma conversa entre o advogado de Henrique Alves com o desembargador aposentado, Francisco Barros. Eles conversaram sobre a possibilidade de contratação do advogado Barros para atuar na defesa de Henrique Alves.
É bom lembrar que todos os trechos apurados nas operações locais já foram encaminhados para a Justiça Federal em Curitiba ou para os tribunais superiores nos casos que envolvem prerrogativa de foro.
Isso quer dizer ??? Que se as investigações a partir do RN , se cruzam com a lava jato. Significa que todos os políticos , a partir de vereadores , prefeitos , deputados estaduais e federais podem ter seus nomes dentro da operação lava jato .
Tenho dezoito anos e estou a procura do primeiro emprego . agradeço a oportunidade.tenho muito interesse e facilidade de aprendizado.
Estou a procura do primeiro emprego
Moro próximo da Avenida Maria Lacerda, estou a procura de um emprego,sou Recepcionista, Assistente Administrativa Comercial,pretendo ser colaboradora, onde o meu conhecimento seja necessário para o desenvolvimento da empresa
Onde fica