Política

Joesley Batista quebra o silêncio e diz que divulgação da delação foi seu ‘renascimento’

O empresário Joesley Batista quebrou o silêncio 67 dias e 67 noites depois que o conteúdo de sua delação premiada veio a público e balançou o governo do presidente Michel Temer. Em artigo publicado na “Folha de S. Paulo” neste domingo, o delator destacou que não esperava o “súbito vazamento” e explicou que decidiu se manifestar “para acabar com mentiras e folclores e dizer que é de carne e osso”.

No artigo, Joesley revelou que reagiu com “medo, preocupação e angústia” ao ver a divulgação do conteúdo de seu acordo com a Procuradoria-Geral da República. Passados dois meses de abalo nas estruturas do Palácio do Planalto, ele alega que decidiu “entregar ao tempo a missão de revelar a razão”.

“De uma hora para outra, passei de maior produtor de proteína animal do mundo, de presidente do maior grupo empresarial privado brasileiro, a ‘notório falastrão’, ‘bandido confesso’, ‘sujeito bisonho’ e tantas outras expressões desrespeitosas”, escreveu o empresário.

Na visão dele, construiu-se a “imagem perfeita” de um empresário “irresponsável e aproveitador que tocou fogo no país, roubou milhões e foi curtir a vida no exterior”. Com a repercussão, segundo Joesley, políticos que se beneficiavam dos recursos da J&F passaram a criticá-lo e a mentir.

A data em que a colaboração vazou — aniversário de um de seus filhos — foi também, segundo o empresário, “o dia de seu renascimento”. Joesley explicou que se sentiu “um novo ser humano com coragem para romper elos inimagináveis da corrupção praticada pelas maiores autoridades” do Brasil.

“Eles (os políticos) estão em modo de negação. Não os julgo. Sei o que é isso. Antes de me decidir pela colaboração premiada, eu também fazia o mesmo. Achava que estava convencendo os outros, mas na realidade enganava a mim mesmo, traía a minha história, não honrava o passado de trabalho da minha família”, destacou o delator.

 

O Globo

Opinião dos leitores

    1. Aécio é o mais honesto. Seguido de Gedel, Padilha, Moreira Franco, Cunha, Henrique Alves…

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Acidente

FOTOS: Grave acidente é registrado em frente ao Via Direta; veja

Um grave acidente foi registrado na BR-101, em frente ao Via Direta. Mureta lateral de proteção foi derrubada com impacto. Um poste também caiu.

Segundo a PRF, a colisão ocorreu aproximadamente às 4h30 deste domingo, 23, e teria acontecido após o motorista perder o controle do automóvel. Quatro pessoas ficaram feridas, duas com ferimentos leves e as outras duas com graves ferimentos.

Fotos mostram o veículo já sendo rebocado.

Opinião dos leitores

  1. Devia está sóbrio e em baixa velocidade. No mais, devem ser de "família" pra não terem seus nomes divulgados, como nas postagens de "gentinha" que tem até fotografias.

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Jornalismo

Impressão de voto vai custar R$ 2,5 bi, diz TSE

A impressão do voto nas urnas eletrônicas em todo o País deverá custar R$ 2,5 bilhões aos cofres públicos nos próximos dez anos, segundo projeção do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além de criticar os elevados gastos com a troca das atuais urnas eletrônicas por modelos com impressoras, ministros da Corte Eleitoral acreditam que a reprodução do voto em papel vai provocar uma série de transtornos a partir do ano que vem, como aumento nas filas e no número de equipamentos com defeitos.

O voto impresso é uma das exigências previstas na minirreforma eleitoral, sancionada com vetos, em 2015, pela presidente cassada Dilma Rousseff. O TSE estima que 35 mil urnas do novo modelo – de um total de 600 mil – deverão ser utilizadas já em 2018. O novo equipamento custa US$ 800 (cerca de R$ 2.520), ante US$ 600 (R$ 1.890) do modelo atual.

“É claro que a implantação seria feita paulatinamente, mas tem uma repercussão enorme, quando faltam recursos para o próprio financiamento de campanha”, disse ao Estado o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes. Em um esforço para adiar ou até mesmo barrar o voto impresso, Gilmar tem discutido o assunto com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e outras lideranças partidárias.

Opinião dos leitores

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Finanças

Maior banco do Brasil não tem agência, talão de cheque e nem tem nome de banco

POR ANCELMO GOIS
Não é o BB ou o Itaú

O maior banco do país não tem agência, talão de cheque, site, nem tem nome de banco, como constatou estudo do economista José Roberto Afonso. Ele é o governo federal.

Já emprestou a estados, prefeituras, bancos federais, exportadores, agricultores e até a outros países.
Segue…

Somando tudo, mais de R$ 1,6 trilhão é o total que o governo federal tem a receber em créditos concedidos, de acordo com o último balanço, do final de março.

Opinião dos leitores

  1. Maioria dos empréstimos com juros insignificantes que ajudam uma minoria, enquanto isso o cidadão contribuinte, paga taxas exorbitantes, por um dinheiro que vem do BC para as instituições financeiras privadas e publicas…
    Ainda somos culpados por gerar um crise na previdência…
    Como sempre os erros da má administração recaem sobre as nossas contas e no final nos pagamos tudo! E muito caro !!

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Judiciário

Qualidade de provas é o principal fator que faz TRF-4 reverter decisões de Moro

Por O GLOBO

A qualidade das provas é o principal fator que tem levado o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) a reformar decisões do juiz Sergio Moro. De 48 sentenças aplicadas por Moro no âmbito da Operação Lava-Jato, seis foram totalmente refeitas na segunda instância. Na contramão das decisões do juiz, os desembargadores do tribunal têm, em alguns casos, desconsiderado versões de delatores e reforçado a fragilidade em acusações contra réus, o que resultou na absolvição de cinco condenados. Debruçado sobre os documentos apresentados pelos procuradores da força-tarefa para sustentar as acusações, o TRF-4 também já condenou quem foi absolvido por Moro, como o caso de Adarico Negromonte Filho, irmão do ex-ministro Mário Negromonte.

O caso do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto é um dos mais rumorosos, já que ele se viu livre de uma pena de 15 anos e quatro meses de prisão — a maior de suas cinco condenações aplicadas por Moro. Enquanto o relator João Pedro Gebran Neto referendou a decisão de Moro, os desembargadores Leandro Paulsen e Victor Laus concluíram que havia contra o petista apenas a palavra de delatores, sem provas, e que não existia entre eles nenhum que tenha dito que negociou ou falou sobre propina diretamente com Vaccari, apenas com o ex-diretor da Petrobras Renato Duque.

Na avaliação dos desembargadores, é possível condenar com um conjunto de indícios, mas cada um deles deve ser certeiro. Esse entendimento foi expresso pelo desembargador João Gebran Neto, relator da Operação Lava-Jato em segunda instância, ao discorrer sobre a importância das provas nas investigações.

DO POSTO DE GASOLINA À MÃE DA DOLEIRA

Os desembargadores também reformaram a decisão de Moro para absolver dois executivos da empreiteira OAS — Mateus Coutinho de Sá Oliveira, que tinha recebido pena de 11 anos, e Fernando Stremel Andrade, apenado em 4 anos. Eles se convenceram com as alegações da defesa. Segundo os advogados, os dois eram funcionários internos da empreiteira, nunca tinham visitado a Petrobras ou colocado o pé numa refinaria. Nenhum dos delatores, disse a defesa, mencionou a participação deles em reuniões ou encontros para discutir propina. Oliveira era o diretor financeiro da OAS, e Andrade, da área administrativa.

Ao analisar o recurso dos dois executivos, o desembargador Victor Laus afirmou que a denúncia contra eles traçou um cenário, seguido pelo juiz de primeiro grau, e observou: “Eu também preciso me convencer de que esse cenário é efetivamente aquele que está na denúncia”.

A mãe da doleira Nelma Kodama, Maria Dirce Penasso, também havia sido condenada a dois anos e um mês por ter cedido seu nome para abrir uma das empresas usadas para remessas ilegais de dinheiro para o exterior. Ao avaliar as provas e os depoimentos de funcionários da doleira, os desembargadores consideraram que não havia provas acima de qualquer dúvida de que Maria Dirce sabia que a empresa aberta em nome dela seria usada para fins ilícitos. Na dúvida, concluíram os desembargadores, a decisão deve ser a favor do réu.

Outro caso de absolvição é o de André Catão de Miranda, funcionário do Posto da Torre, em Brasília, que movimentou dinheiro de origem ilícita e fez depósitos para intermediários de propina. Inicialmente condenado a quatro anos de prisão em regime semiaberto, ele foi absolvido depois da conclusão do TRF-4 de que, como gerente financeiro do posto, sua tarefa no cargo era justamente fazer pagamentos e depósitos para o posto e não havia provas de que, em algum momento, agiu com má-fé ou tinha conhecimento do destino dos valores depositados. Também pesou a favor de Miranda o fato de ele não ter auferido qualquer vantagem pessoal durante o período em que trabalhou para o dono do estabelecimento, o doleiro Carlos Chater.

Para o baiano Adarico Negromonte Filho, um dos 11 irmãos do ex-ministro Mário Negromonte, a decisão do TRF-4, por outro lado, piorou a situação. Adarico foi acusado de fazer entregas de propina do esquema da Petrobras, como funcionário do doleiro Alberto Youssef.

Vários delatores, entre eles o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, disseram ter visto Adarico trabalhando no escritório do doleiro. Quando a PF saiu em seu encalço, ele não se apresentou de imediato e chegou a ser até mesmo procurado pela Interpol. Ao julgar a participação do irmão do ex-ministro nos crimes, em julho de 2015, o juiz Sergio Moro entendeu que não havia provas suficientes para condená-lo, mas os desembargadores do TRF-4 concluíram o contrário. Em abril passado, Adarico foi condenado a oito anos e quatro meses de prisão em segunda instância.

“A meu juízo as provas de que Adarico Negromonte Filho tomou parte nas ações do grupo criminoso são inequívocas”, escreveu o desembargador Leandro Paulsen, revisor da sentença.

MAIOR PARTE DAS SENTENÇAS DE MORO É MANTIDA

Paulsen ressaltou que Adarico chegou a viajar a Canoas, no Rio Grande do Sul, para entregar dinheiro em espécie, uma viagem que não passaria despercebida na rotina de um funcionário comum. Ao depor a Moro, Adarico disse que não se lembrava do episódio. O desembargador chegou a frisar que Adarico, de 70 anos, não era uma pessoa “completamente alheia ao funcionamento regular de uma atividade empresarial”, já que chegou a ser dono de uma loja de pneus antes de ser indicado pelo irmão para trabalhar com o doleiro.

Além de Adarico, o TRF-4 também reformou a decisão de Moro em relação a Waldomiro Oliveira, mas não devido à qualidade de provas. Fornecedor de notas frias para o esquema de Youssef, Oliveira foi julgado em três ações penais. Na primeira delas, foi condenado a 12 anos de prisão. Nas duas outras ações, Moro considerou que havia litispendência (condenação pelo mesmo crime) e absolveu o réu. Os desembargadores reviram as duas absolvições para condenar nas duas ações, o que significou uma pena, somada, de 12 anos e nove meses de prisão.

Das sentenças de Moro na Lava-Jato, no entanto, a maior parte é mantida pelo TRF-4. Das 48 apelações à segunda instância, 14 não sofreram qualquer modificação. Outras 18 tiveram a pena dos réus aumentadas, o que indica maior rigor dos desembargadores. Outras dez tiveram as penas reduzidas.

 

Opinião dos leitores

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Política

PSDB retira de seu site enquete sobre condenação de Lula

O Globo

O site do PSDB retirou do ar uma pesquisa que questionava os internautas sobre o que achavam da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O resultado da enquete surpreendeu: dizia, na quinta-feira, dia em que foi apagada, que 93% dos votantes consideravam a condenação uma decisão política.

Com a pergunta “A condenação do ex-presidente Lula pelo juiz Sergio Moro, na sua opinião mostra”, a enquete tucana apresentou três opções: que não existe ninguém acima da lei no Brasil; que a justiça foi feita; que foi uma decisão política.

A assessoria de imprensa do partido, principal adversário do PT, disse ao GLOBO que a enquete saiu do ar por uma “questão de segurança”, já que havia um temor de que houvesse hackers respondendo à pesquisa.

 

Opinião dos leitores

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Política

Em vídeo, Renan diz que ‘réu preso desesperado não pode acusar sem prova’

Um dia após a Polícia Federal desqualificar a colaboração premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) publicou um vídeo em seu Facebook afirmando que o relatório da PF “mostra que réu preso desesperado para reduzir a pena não pode acusar sem prova”. Em áudios entregues por Machado, havia a suspeita de que Renan, o senador Romero Jucá (RR) e o ex-presidente José Sarney tentavam barrar a Operação Lava Jato.

O parlamentar falou ainda em “violação” da sua intimidade e a da sua família e afirmou que ficaram “expostos nas mídias sociais”. “Até pediram, você lembra, a minha prisão, exatamente quando eu presidia o Senado Federal e o Congresso Nacional, com dano à democracia e ao poder”, disse. O peemedebista se referia ao pedido de sua prisão feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em junho do ano passado, após a divulgação das conversas com Machado.

Renan também citou a medida liminar dada pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), em dezembro do ano passado, afastando o senador da presidência do Senado. “Meses depois, tentou-se novamente, desta vez por liminar monocrática, afastar-me do comando legislativo”, disse.

“O primeiro (sobre o pedido de prisão), você lembra, foi recusado pelo (ministro relator da Lava Jato, morto neste ano) Teori Zavascki. O segundo (pedido de afastamento da presidência do Senado) pelo pelo do Supremo Tribunal Federal. Corrigir abuso contra pessoa é fácil, mas contra a democracia e a separação dos poderes?”

A PF sustenta que não há como comprovar o cometimento de crimes por parte do ex-presidente e dos senadores. Para a delegada Graziela Machado da Costa e Silva, Machado não merece os benefícios da colaboração premiada. “Entende-se, desde a perspectiva da investigação criminal promovida pela Polícia Federal, não ser o colaborador (Sérgio Machado) merecedor de benefícios processuais abrigados no artigo 42 da Lei 12.850/13”, diz o relatório.

 

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Está com receio e amedrontado que os parceiros e comparsas de quadrilha presos façam colaboração premiada e entregue o currículo de crimes que praticaram ao longo do tempo que mamaram em vários governos.

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Polícia

Temer comprou imóveis de Yunes que valem R$ 18,4 milhões, diz revista

A família do presidente Michel Temer é dona de imóveis comprados do empresário José Yunes, investigado por suspeita de corrupção na Lava-Jato, segundo reportagem publicada neste fim de semana pela revista “Veja”. Dois escritórios, uma casa e o andar de um prédio em áreas nobres de São Paulo valem atualmente R$ 18,4 milhões e foram comprados entre os anos 2000 e 2010, quando Temer era deputado federal.

De acordo com a publicação, o imóvel mais valioso é um andar do prédio Spazio Faria Lima, no bairro Itaim Bibi, zona nobre de São Paulo, comprado por Temer três anos antes do seu lançamento, em 2003. Segundo registro, o político do PMDB teria pagado R$ 2,2 milhões à Yuny Incorporadora, empresa fundada por Yunes, responsável pela construção do edifício e atualmente controlada pelos seus filhos. Nos dias atuais, o andar valeria R$ 14 milhões, segundo corretores imobiliários consultados pela revista, não identificados na reportagem. O imóvel está registrado em nome de uma empresa administrada por uma filha do presidente.

Yunes é um dos citados da delação da Odebrecht como beneficiário de pagamentos em dinheiro destinados a políticos do PMDB. O caso ainda está sob investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e levou o empresário a pedir, no fim do ano passado, demissão do cargo de assessor especial da Presidência. Ele nega ter recebido valores da Odebrecht, mas apenas um pacote entregue pelo doleiro Lúcio Funaro, operador do PMDB investigado na Lava-Jato e que está preso há um ano em Brasília.

 

O Globo

Opinião dos leitores

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Esporte

ABC perde fora de casa e chega a oitava derrota consecutiva

ABC perdeu por 2 a 1 para o Criciúma na tarde deste sábado, 22, no Estádio Heriberto Hulse.

Lucão e Caio Rangel garantiram a vitória do Tigre, enquanto Dalberto descontou para o Alvinegro, que chegou à oitava derrota consecutiva nesta Série B.

Opinião dos leitores

  1. Sem paixões, fazendo uma análise racional.
    Para atingir 45 pontos, que ainda não garante a permanência na série B, o abc terá de conquistar metade dos pontos que falta, ou seja, 33 pontos.
    É a campanha que hoje fazem Internacional e Londrina. É realmente difícil, mas futebol é imprevisível

  2. Serei repetivo,o time é muito RUIM !!!
    Pode trocar um técnico por semana,que não vai resolver o problema….

  3. O AB6 chegou a um ponto na competição que, mesmo ganhando três partidas consecutivas e os adversários mais próximos do Z-4 perdendo seus jogos, ele ainda não sai da ZONA.
    Em relação ao G-4, o adversário mais próximo (quarto colocado) está a 15 pontos, ou seja, cinco vitórias consecutivas do time de pium, sem que os outros pontuem.
    Resumo da ópera:
    O acesso JÉ ERA.
    Se conseguir se manter na Série B, será um verdadeiro milagre.
    E a única certeza: Desde 1985 a nação brasileira viu a queda da ditadura miitar e democracia se tornar soberana.
    Só não viu o AB6 na Série A!

  4. Não acabou o primeiro turno e já está 8 pontos atrás do primeiro fora da zona.
    Imagine no final do campeonato.
    Vamos aguardar a recuperação dos Galáticos de Pium

    1. Paquitas da série "D", sem estádio sem sede social, tentem chegar na série c se perder vã o ficar sem jogo até dezembro, até porque seu babaca a segunda força já e o globo

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Política

Maia tenta se livrar da pecha de traidor para ‘ficar no jogo’

BRASILIA, DF, BRASIL, 23-05-2017, 17h30: O presidente da Camara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante sessa na Camara dos Deputados, nesta terca-feira. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress, PODER)

Nos últimos dias, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez aquele que pode ter sido o mais importante cálculo político de sua vida pública. Para se manter como opção a Michel Temer, deixou que o pragmatismo prevalecesse sobre a ambição de se tornar o homem mais poderoso do país.

Sucessor imediato ao Palácio do Planalto caso Temer seja afastado do cargo, o deputado viu seu ânimo com a possibilidade de assumir a Presidência da República aumentar no mesmo ritmo em que a pecha de “traidor” era vinculada à sua imagem.

Irritado, admitiu a pessoas próximas ter entendido que, caso passasse a ideia de que traiu e ajudou a derrubar o presidente, seu dia seguinte como inquilino do Planalto seria “um inferno”.

Maia decidiu comandar uma sutil mudança de estratégia no seu comportamento e no de seus principais interlocutores: os deputados Heráclito Fortes (PSB-PI), Benito Gama (PTB-BA) e Fernando Monteiro (PP-PE).

Diminuiu os encontros em sua residência oficial para tratar de um eventual cenário pós-Temer, afastou-se de parlamentares da oposição, disse que nunca pediu votos contra o presidente e jantou duas vezes com ele na semana que passou.

Maia tinha se incomodado especialmente com dois episódios nos últimos 15 dias: o assédio de Temer aos dissidentes do PSB, que negociavam migrar para o DEM, partido do presidente da Câmara, e os recados de que, caso assuma o Planalto, a PGR (Procuradoria-Geral da República) poderia centrar nele todo o seu poder de fogo.

E foi o próprio presidente o portador dessa análise. Na manhã de domingo (9), quando recebeu Maia no Palácio do Jaburu num clima de poucos amigos, Temer fez a avaliação de que os procuradores não deixariam o possível sucessor em paz.

O raciocínio, repetido na casa de Maia no dia seguinte pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), é de que as investigações querem jogar na vala comum toda a classe política.

O presidente da Câmara é alvo de dois inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal) resultantes de colaborações premiadas de ex-executivos da Odebrecht. Segundo delatores, ele recebeu repasses para sua campanha em 2008, para a de seu pai, em 2010, além de R$ 100 mil em 2013 para ajudar na aprovação de uma medida provisória que beneficiaria a empreiteira, o que o deputado nega.

Aliados contam que Maia disse apenas que era necessário cuidar do problema do presidente, que precisa barrar, no plenário da Câmara, a denúncia por corrupção passiva apresentada contra ele pela PGR.

A oposição precisa dos votos de 342 dos 513 deputados para aprovar a denúncia. Se isso acontecer, Temer é afastado por 180 dias, durante seu julgamento pelo STF, e Maia assume interinamente.

Baseado no termômetro dos deputados, o presidente da Câmara colocou seu cálculo em prática e fez com que o clima esfriasse um pouco.

A cautela dos parlamentares, que acreditam que Temer pode se salvar na primeira denúncia, mas que terá mais dificuldade em passar por outras duas que a PGR ainda pode oferecer contra ele, se dá à espera dos efeitos das possíveis delações de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e de seu operador, Lúcio Funaro.

Ambos prometem citar o presidente e o núcleo do governo, exigindo o apoio da base aliada em um ambiente ainda mais desgastado.

Com o cenário incerto e a natural expectativa de poder a seu redor, Maia só não faz questão de esconder a ponte que estabeleceu com o ministro Henrique Meirelles (Fazenda), fiador da política econômica.

Em dez dias os dois se encontraram duas vezes, e o ministro antecipou ao chefe da Câmara o aumento do imposto sobre os combustíveis, anunciado na quinta (20).

 

Folha

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Diversos

Após reajuste, moradores de Foz atravessam a fronteira para abastecer no Paraguai

Em Foz do Iguaçu, região oeste do Paraná, motoristas atravessaram a fronteira com o Paraguai para abastecer os veículos, depois do reajuste no preço dos combustíveis em território brasileiro. Em todo o estado, o aumento começou a ser repassado ao consumidor na manhã desta sexta-feira (21), após o governo federal anunciar, na quinta (20), o aumento da tributação sobre a gasolina, o etanol e o diesel.

Houve filas nas bombas em Ciudad del Este, no Paraguai, onde o preço da gasolina varia entre R$2,55 e R$2,65, de acordo com o valor para o câmbio de reais para guarani paraguaio.

Motoristas de Cascavel, na região oeste do Paraná, também formaram filas nos postos em que o preço dos combustíveis não havia sido reajustado na manhã deste sábado (22).

 

G1

Opinião dos leitores

  1. Tá lindo demais Brasil. ..
    Vamos tirar a Dilma que tudo melhora, disse o trouxinha iludido… agora não tem trabalho (só terceirizado ) não tem aposentadoria e nem dh pra gasolina. …kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Rapaz para se ter uma idéia do aumento,a diferença de preço chega a R$ 54,00 para encher um tanque de 60 litros, elevação de R$ 0,90 centavos por litros no posto onde abasteço….

  3. Esse combustível vendido no Paraguai é fabricado pela Petrobrás , a gasolina lá custa dois e trinta .

    1. Verdade assim como muito outros produtos, que vão pra e ainda são bem mais baratos que aqui no país dos trouxas!

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Esporte

América vence o Ceilândia-DF na primeira partida pelas oitavas de final

Fora de casa, o América venceu o Ceilândia por 1 a 0 na tarde deste sábado, 22.

O gol foi marcado por Jean Silva. O segundo jogo tá marcado para a próxima sexta, 28, na Arena das Dunas.

Opinião dos leitores

  1. Mecão ganhou, as burrinhas de pium perderam de novo, final de semana perfeito, natal voltando ao normal….

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Política

Lula faz check-up em SP

Lula acaba de deixar o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Internou-se hoje cedo para ser submetido ao seu check-up anual.

Marcado para fevereiro, o check-up foi remarcado diversas vezes.

Lula, que teve um câncer em 2011, está ok de saúde.

Se depender dos exames, Lula disputa a Presidência da República no ano que vem.

Agora, falta combinar com o TRF-4, a quem cabe confirmar a sentença de Sérgio Moro.

Lauro Jardim

Opinião dos leitores

    1. Militonto é o filho mais novo desse ladrao andando de ferrari no Uruguai
      E você se vendendo por um sangue de mortadela
      Otario kkkk

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Polícia

Tucanos avisam que mais da metade da bancada deve votar contra Temer

Lideranças do PSDB comunicaram na semana passada a interlocutores do presidente Michel Temer que, dos 46 deputados do PSDB, de 15 a 20 têm manifestado intenção de votar contra a denúncia por corrupção passiva – portanto, a favor de Temer.A conta, segundo o blog apurou, tem preocupado o Palácio do Planalto. Motivo: apesar do discurso de que já espera o desembarque do PSDB, o governo teme que o movimento de mais da metade da bancada tucana contra Temer influencie outros partidos aliados da antiga oposição – como DEM e PPS – às vésperas da votação.Por isso, Temer pediu aos ministros tucanos – principalmente ao articulador político, Antonio Imbassahy – que faça uma nova rodada de conversa nos próximos dias com os parlamentares tucanos para tentar ampliar o número de votos favoráveis ao governo.

O foco serão os deputados que se dizem indecisos quando questionados pelos ministros do Planalto. De volta ao Brasil após viagem à Argentina, Temer embarcou para São Paulo na manhã deste sábado. Ele vai reassumir as articulações políticas do governo.Além dos tucanos, o Planalto vai se concentrar na próxima semana nas negociações com os partidos do chamado “Centrão”, a fim de consolidar o apoio a Temer contra a denúncia de Rodrigo Janot.

 

G1

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Judiciário

Fiança faz Eike pôr à venda lanchas e Lamborghini

Lamborghini apreendida na casa de Eike (Foto: Reprodução/Facebook)

Em prisão domiciliar e afastado de seus negócios, o empresário Eike Batista quer evitar a deterioração de bens bloqueados pela Justiça e, ao mesmo tempo, busca se livrar do custo de sua manutenção.

Carros e embarcações que eram símbolo de seu antigo império – como o Lamborghini Aventador branco que enfeitava a sala de sua casa – estão na lista dos bens que o fundador do Grupo X tenta se desfazer, conforme documentos obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo. Para isso, o empresário vai precisar antes da autorização da Justiça.

“Além da questão da deterioração, Eike está com os bens bloqueados, impossibilitado de arcar com as despesas deles”, afirmou o advogado do empresário, Fernando Martins. A defesa do fundador do Grupo X já anexou aos processos propostas de interessados em diversas embarcações, entre lanchas e jet skis.

O primeiro pedido para a venda antecipada dos bens foi feito no começo do ano. Desde então, surgiram novos candidatos a comprar a frota do empresário. Eike tem os esportes náuticos como uma de suas paixões. O empresário bateu, em 2006, o recorde de velocidade da travessia Rio-Santos com uma de suas lanchas.

O dinheiro levantado ficará bloqueado na Justiça e parte pode ser usado pelo empresário no plano de pagamento da fiança de R$ 52 milhões, acertado em maio com o juiz da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas, responsável pelos desdobramentos da Lava Jato no Estado. Além da 7.ª Vara, Eike tem bens bloqueados em processos na 3.ª Vara Federal Criminal. “A juíza da 3.ª Vara (Rosália Monteiro Figueira) autorizou a avaliação dos bens. Na 7.ª Vara já há autorização para a venda de uma das embarcações”, disse Martins, sem detalhar qual delas.

Em 2014, quando Eike tentou vender pela primeira vez o Lamborghini Aventador modelo 2012 o preço estimado era de R$ 2,5 milhões. Entre as lanchas e jet skis do empresário, ao menos quatro deles já foram avaliados, em um total de R$ 3,6 milhões. A mais cara é a lancha Spirit of Brazil Intermarine 680, avaliada em R$ 3,5 milhões. A embarcação já tem um candidato a dono, que ofereceu R$ 2,5 milhões à vista.

Há ainda uma lancha de pequeno porte batizada de Thorolin, em referência aos filhos do empresário Thor e Olin, e dois jet skis, um de R$ 42 mil e outro de R$ 52 mil. A avaliação foi entregue neste mês. Uma segunda proposta foi feita por uma lancha da italiana Ferretti. Nesse caso, foram oferecidos R$ 400 mil, mas o valor de avaliação não foi informado.

O empresário tem embarcações no Rio e em Angra dos Reis, onde paga pelas vagas nas marinas e manutenção. Outro problema é que a documentação delas está fora da validade, o que impede que os parentes de Eike as usem e que sejam testadas pelos compradores.

A defesa de Eike também está pedindo a atualização dos documentos na Marinha do Brasil. “Para efetivar o negócio, é necessário que a embarcação seja colocada no mar para realização de testes pelo pretenso comprador”, disse Martins. Em 2013, quando teve início o desmanche de seu império, o empresário precisou se desfazer do barco Pink Fleet.

O projeto de Eike era ganhar dinheiro com eventos corporativos a bordo do navio na Baía de Guanabara, mas a ideia não deslanchou. A embarcação, inaugurada como atração turística em 2007, vinha dando prejuízo ao empresário. Ao final, foi desmanchada e as peças vendidas.

O ex-magnata, que já fez parte da lista de bilionários da Forbes, foi preso em janeiro na Operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato no Rio. Após três meses, foi para prisão domiciliar. O fundador do Grupo X foi indiciado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Ele teria pagado US$ 16,5 milhões em propina ao esquema liderado por Sérgio Cabral (PMDB-RJ), ex-governador do Rio, para ter benefícios em seus negócios. Ele prepara documentos para um acordo de delação premiada.

Na 3.ª Vara Federal Criminal, Eike é réu por supostas irregularidades em sua atuação à frente de duas empresas do seu grupo, a petroleira OGX e a empresa de construção naval OSX. US$ 16,5 milhões teriam sido pagos pelo empresário Eike Batista em propina no esquema do ex-governador Sérgio Cabral, segundo investigação da Operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato. Eike está em prisão domiciliar; Cabral continua preso no Rio.

 

 

ÉPOCA

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Jornalismo

Europa está na mira de 173 terroristas do Estado Islâmico

Quase 200 terroristas do Estado Islâmico (EI) estariam prontos para cometer ataques na Europa, de acordo com dados recebidos pela Interpol e divulgados neste sábado (22) pelo jornal britânico The Guardian. Os dados pertencem a uma lista que a Interpol recebeu e na qual consta o nome de 173 militantes do Estado Islâmico que podem cometer atentados como forma de se vingarem das operações militares de países europeus no Oriente Médio.

De acordo com o The Guardian, a lista foi entregue à Interpol pelos serviços de inteligência dos Estados Unidos, com base em informações recolhidas na Síria e no Iraque.

No documento, os jihadistas são definidos como “indivíduos que podem ter sido adestrados para construir ou planejar explosivos para causar inúmeros mortos e feridos. Acredita-se que eles possam viajar internacionalmente para participar das atividades terroristas”. Até o momento, porém, não há indícios de que esses 173 terroristas estejam já em território europeu. A Interpol, por sua vez, pediu que os países da Europa colaborem com as investigações e forneçam dados sobre as pessoas citadas na lista, que contém a data de recrutamento pelo EI, fichas criminais, números de passaportes e perfis em redes sociais.

Nos últimos meses, o Estado Islâmico sofreu várias derrotas na Síria e no Iraque. A mais expressiva foi confirmada em 9 de julho, com a retomada de Mosul, capital do califado. Além disso, a Rússia divulgou que é provável que o líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi, tenha morrido em um bombardeio.

Diante disso, a Europa, um dos principais alvos de atentados terroristas do Estado Islâmico fora do Oriente Médio, teme que jihadistas viagem ao continente para se vingarem das derrotas.

Isso porque, segundo as Nações Unidas, ao menos quatro mil cidadãos europeus teriam deixado seus países para lutarem ao lado do Estado Islâmico nos últimos cinco anos. (ANSA)

 

ISTOÉ

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  1. Bem agente podia negociar!
    Traga esses terroristas pra nosso Brasil velho é vamos mandar os políticos pra la, com certeza se um bom negócio pra gente !!!!

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