Judiciário

Denúncia oferecida contra Temer e Loures menciona outros 14 políticos

O ex-deputado Rodrigo Rocha Loures em encontro com Ricardo Saud, da J&F, monitorado pela investigação, em São Paulo, em abril. As imagens foram anexadas na denúncia contra Temer

POR FOLHAPRESS

Além do presidente Michel Temer e de seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, acusados de corrupção passiva, a denúncia apresentada pelo procurador-geral, Rodrigo Janot, menciona outros 14 políticos.

A maioria das menções ocorre em trecho sobre suposta antiga relação entre Temer e a J&F, que controla a JBS.

As menções não representam uma acusação formal contra esses 14 políticos. Os indícios devem ser investigados em outros processos.

Apenas Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara preso no Paraná, é investigado no inquérito por suspeita de ter recebido dinheiro da JBS para ficar em silêncio, em operação supostamente avalizada por Temer.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) são apontados como antigos interlocutores da JBS junto ao governo Temer, antes de Loures.

Ex-assessor e amigo de Temer, José Yunes é citado por supostamente ter intermediado repasses ilícitos, conforme interpretação de diálogo entre Loures e o executivo da J&F Ricardo Saud.

Joesley Batista, dono da JBS, afirma ainda que Temer pediu que a J&F contratasse o escritório de advocacia de Yunes para um negócio que lhe renderia R$ 50 milhões.

Outro nome mencionado é o do ex-ministro petista Guido Mantega. Conforme Saud, Mantega pediu que a JBS fizesse repasses não declarados a senadores do PMDB em 2014, em troca do apoio ao PT. “Esses pagamentos foram retirados da conta-corrente da propina para o PT decorrente dos negócios conseguidos com o BNDES por intervenção de Guido Mantega”, escreveu Janot na denúncia.

Os senadores supostamente beneficiados foram Eduardo Braga, Eunício Oliveira, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Kátia Abreu e Vital do Rêgo, hoje ministro do TCU (Tribunal de Contas da União).

Paulo Skaff, presidente da Fiesp, e Gabriel Chalita apareceram na denúncia por, supostamente, terem levado doações via caixa dois em campanhas. Segundo Joesley, a JBS deu R$ 2 milhões para Skaff e R$ 3 milhões para Chalita a pedido de Temer.

Por fim, o ex-ministro Wagner Rossi é mencionado por suspeitas de ter recebido da empresa mesada de cerca de R$ 100 mil quando deixou a pasta da Agricultura, em 2011, a pedido de Temer.

OUTRO LADO

Padilha não se manifestou. O advogado de Geddel, Gamil Föppel, disse que todos os contatos com empresários “deram-se de maneira institucional, tratando de assuntos estritamente oficiais”.

O defensor de Yunes, José Luis de Oliveira Lima, disse que ele “jamais intermediou repasses a qualquer pessoa”.

Renan disse que a delação é “totalmente mentirosa”. Vital do Rêgo repudiou as acusações. Eunício disse que em 2013 a JBS não doou para o PMDB e que as doações de 2014 foram declaradas.

Folha não localizou Wagner Rossi, Eduardo Braga, Jader Barbalho, Kátia Abreu nem o advogado de Mantega. Skaff disse que não recebeu “nem um tostão” da JBS. Chalita afirmou que os recursos para sua campanha foram arrecadados pelo PMDB.

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Polícia

Total de conduções coercitivas cresce 304% pós-Lava Jato

O Estado de S.Paulo

Em quatro anos, as conduções coercitivas cumpridas pela Polícia Federal se multiplicaram por quatro no País. Em 2013, antes do início da Lava Jato, a PF registrara o cumprimento de 564 mandados desse tipo. A partir de 2014 – começo da operação –, o total de pessoas acordadas de manhã em casa por agentes federais e levadas para depor em uma delegacia cresceu ano a ano até chegar aos 2.278 casos registrados em 2016 (aumento de 303,9%).

Os dados foram obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação e englobam todos os mandados cumpridos no País de 1.º de janeiro de 2013 a 31 de março de 2017. O método está disseminado por todas as superintendências da Polícia Federal no País. Apesar de a PF no Paraná ser a que mais usou a condução coercitiva no período, a Lava Jato responde por apenas 3,3% das vezes em que a medida foi aplicada a suspeitos e testemunhas. Foram 200 vezes até 31 de março. Desde 2013, a PF já cumpriu 6.027 mandados em 2.266 operações.

A legalidade da medida é contestada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que entrou com uma ação de descumprimento de preceito fundamental no Supremo Tribunal Federal (STF). A polêmica ultrapassou os limites das salas dos cursos de Direito quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo de uma condução coercitiva na 24.ª

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Esporte

ABC perde em casa para o Guarani e fica dentro da zona de rebaixamento

O ABC enfrentou o Guarani/SP na noite deste sábado (1), no estádio Frasqueirão, em jogo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. O ABC fez um jogo sofrível e acabou derrotado pelo placar de 1 a 0. O gol do time paulista foi marcado por Lenon.

Com o resultado, o ABC permaneceu com 12 pontos conquistados e ficou na 18ª colocação na classificação dentro da zona de rebaixamento. O próximo compromisso do Alvinegro está marcado para a terça-feira (4), quando enfrentará o Náutico/PE, às 21h30, novamente no Frasqueirão.

 

Opinião dos leitores

  1. Se perder do Náutico lanterna disparado cai Eugênio eles mandam embora uns 6 e não tem dinheiro pagar e trazem mais uns 7 sem dinheiro p bancar e asim o fim será o que já sabemos
    Os Galáticos tem q se acostumar que o lugar deles não é esse
    Mas ainda acreditam no G4
    Vamos aguardar o Maria Lamas lotado próximo jogo

  2. O ABC é o retrato do abandono e da incompetência. Ficam lutendo para ter calendário anual e quando surgem as competições ele não se prepara e e a queda é inevitável. Judas Tadeu está ultrapassado e Geninho acomodado. À série C e o lugar merecido e adequado para times pequenos e sem perspectiva.

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Política

“Se o governo Temer sobreviver até setembro, vai até o fim do mandato”

Crédito: Divulgação

Por ISTOÉ

O britânico Anthony Pereira estuda o Brasil desde os anos 1980, trabalhando em universidades como a americana Harvard e a britânica King’s College, onde, atualmente, dirige o centro de estudos brasileiros. Para ele, a instabilidade política gera ansiedade. Mas, se resultar em reformas, a confiança voltará. Pereira esteve em São Paulo participando do projeto Um Brasil, plataforma de conteúdo patrocinada pela FecomercioSP. Confira os principais trechos da entrevista:

Como está a imagem do Brasil no exterior?
Há muita ansiedade. Eu converso com investidores, estudantes e acadêmicos. Há dúvidas sobre instabilidade e corrupção. Mas isso tem dois lados. Ao mesmo tempo em que se descobrem os casos, você tem a estrutura da Lava Jato que está condenando as pessoas. Quando comecei a visitar o Brasil, nos anos 1980, era impensável um político receber uma sentença de 14 anos (caso do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral). Se a Lava Jato resultar em reformas, a confiança no exterior vai aumentar.

Qual será o legado da operação Lava Jato?
Não estou fugindo da pergunta, mas talvez seja cedo para julgar. Ao mesmo tempo em que a Lava Jato está revelando essas relações promíscuas entre empresas e políticos, o velho sistema e seus atores estão tentando se sustentar. São duas correntes fortes em choque. Mas é muito importante que deixe um legado positivo.

O Brasil sai fortalecido ou mais desacreditado?
Em certo sentido, há uma conquista importante, por meio dos órgãos investigadores, como Ministério Público e Polícia Federal. Mas depende muito da sociedade civil. Se ela ficar passiva e não reagir, ou não se expressar nas urnas, as más práticas podem voltar.

Há um embate entre os poderes, como consequência da Lava Jato. Isso representa um risco para a sociedade brasileira?
Há o risco de o Congresso passar leis para diminuir a autonomia do Judiciário. Um passo importante seria uma reforma do sistema partidário. Não é suficiente condenar eticamente, é preciso substituir o sistema velho por outro.

O Judiciário acabou se apropriando de espaços da política?
É interessante no Brasil o fato de que muita gente fala sobre a judicialização da política, mas, por outro lado, também falam da politização do judiciário. Às vezes eu acho que alguns atores, como juízes, agem como políticos. Agora, em geral, o trabalho desses órgãos está sendo muito importante.

O modelo de presidencialismo de coalizão está esgotado?
O atual sistema custa demais. Tem muitos partidos com menos de 1% do voto popular. Criar uma cláusula de barreira, e nem precisa ser muito radical, vai reduzir o número de partidos e baixar o custo das transações entre o poder Executivo e o Congresso e também o custo de se chegar a uma maioria.

Diante desse cenário, ainda há ideologia política no Brasil?
É um bom debate. Há quem alegue que não existe esquerda ou direita. Eu acho que, em algumas áreas, há sim. Há quem queira um Estado mais intervencionista e quem seja mais liberal. Isso é um aspecto clássico de ideologia. No mesmo sentido, tem as questões sociais, como o casamento gay e o aborto. Agora, tem uma ala conservadora que nega o direito dos partidos de esquerda existirem. Do outro lado, há quem considere a elite como ‘traidora’. Ambas as posições são ruins.

A estrutura do Estado, especialmente nas empresas estatais, precisa de uma menor presença partidária?
Eu acho que sim. Não me refiro ao controle financeiro das estatais. O presidente do Brasil é responsável por indicar a contratação de 20 mil pessoas. Isso é excepcional. O presidente americano indica quatro mil. O primeiro-ministro britânico indica muito pouco, porque o serviço público chega até ao segundo nível na hierarquia. É um bom momento para o Brasil refletir sobre isso.

Em relação ao governo Temer, apesar de sua baixa popularidade, é possível tocar as reformas?
Acho que sim. O déficit fiscal ainda é grande, apesar de estar menor. Isso gera uma janela para o presidente fazer as reformas.

O presidente tem fôlego político para chegar ao fim do mandato?
Eu acredito que tem. Com a ressalva de que, talvez, sem ser capaz de fazer todas as reformas. Ainda não sabemos o custo que ele terá para segurar a base no Congresso e rejeitar as denúncias do Rodrigo Janot. Minha aposta é que, se o governo Temer sobreviver até setembro, vai até o fim do mandato.

Opinião dos leitores

  1. Temer não cai e pronto!!!
    O PT partido ladrão corrupto e ingênuo. …se meteu e confiou em cobra foi mordido!
    Sempre soubemos da máfia do PMDB agora estamos vendo em ação e o temer é o chefe dessa quadrilha mafiosa que mata e tira do caminho quem se atravessar pra lhe tirar o poder..Todos os poderes estão de alguma forma contaminado com o poder do dinheiro.
    Nossa última esperança nessa geração será o poder do voto essa é uma arma que o brasileiro tem mas a grande maioria não sabe usar.

  2. Com tantos atos ilegais sendo validados pelo vendido poder judiciário, o que se pode esperar?

  3. Vai que ele sabe tudo! Governo mais corrupto até hoje! Ganha de. Collor!!! Alguém quer maquear né!!!???????

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Economia

Executivo Potiguar é contratado por uma das mais famosas redes de hotéis do mundo

Depois de 15 anos morando em Miami, e de ter passado por grandes redes de hotéis, o executivo potiguar Alinio Azevedo Neto acaba de fixar residencia em Aspen, Colorado.

Assumiu a presidência da divisão de hotelaria da ASPEN SKIING COMPANY, segunda maior proprietária de resorts de esqui dos EUA. Dentre o portfólio de hotelaria da empresa, o próprio “Aspen Skiing” é destaque para hotéis de luxo como o icônico ” The Little Nell”, considerado um dos melhores do país e ponto de badalação do Jet Set, políticos americanos e PIB global durante temporada de esqui no Hemisfério Norte, além de artistas hollywoodianos, com visitas frequentes das famílias Trump e Obama.

Aspen é considerada a estacão de esqui mais sofisticado dos EUA.

Opinião dos leitores

  1. Demonstra essa conquista que temos excelentes cérebros, com preparação de qualidade atingimos os objetivos em nossas carreiras! Parabéns Alinio!

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Polícia

Em evento do Ronda Cidadã, governador apresenta queda de 17% em homicídios no RN

O índice de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), ou homicídios, caiu entre maio e junho no Rio Grande do Norte. Os números foram apresentados pelo governador Robinson Faria, na tarde deste sábado, 1º, em evento do programa Ronda Cidadã em Mossoró. O sexto mês do ano aparece com queda de 17% em relação ao mês anterior – referente a todo estado – e de 28% em relação à capital do Oeste. Já em Natal, a redução foi de 19%.

“A luta é árdua. Estes resultados divulgados são parte de uma política pública de segurança que confia e valoriza os nossos policiais”, assinalou o governador Robinson Faria. “Trabalharemos de cabeça erguida até os últimos dias para devolver a segurança ao povo do Rio Grande do Norte”, continuou.

Quando a mesma comparação entre maio e junho de 2017 é feita dividindo o estado em quatro regiões, é possível observar uma queda de até 70% (Central Potiguar). No Oeste Potiguar, segunda área em números de homicídios, a queda é de 22%.

Sheila Freitas, secretária estadual de segurança pública, reforçou o compromisso assumido pelo governador. “Nossa missão de devolver a tranquilidade ao povo potiguar continua sendo nosso maior foco. E estamos trabalhando muito para isso”, destacou.

RONDA CIDADÃ

O evento realizado no Segundo Batalhão da Polícia Militar teve como objetivo ouvir da população, através de seus representantes, impressões e sugestões sobre o programa Ronda Cidadã em Mossoró. O programa tem apresentado resultados consistentes na cidade. Nos quatro bairros onde esta política foi implantada (Santo Antônio, Barrocas, Pilões e Bom Jardim), observou-se nos últimos 70 dias queda de 21% nos homicídios, 46% nos roubos e 22% no número de veículos roubados.

O líder comunitário de Santo Antônio, Onésimo Morais, parabenizou o governo pela iniciativa. “O programa tem atendido as expectativas e os números estão aí pra provar isso. Mas nossa sensação na comunidade é maior que os números”, assinalou.

O comandante da Polícia Militar, coronel Azevedo, afirmou que há todo o interesse do estado em dar continuidade ao programa, e para que isso aconteça: ele conta com a parceria das comunidades. “Estamos fortalecendo este programa com a colaboração de todos”, destacou. Em seguida, fez um paralelo entre os índices de Mossoró 70 dias antes e 70 dias depois da instalação do programa. “Tivemos uma redução de 21% no número de homicídios, de 46% em crime contra o patrimônio, e aumentaram em 14% as prisões por tráfico de drogas”

RECONHECIMENTO

O governador Robinson Faria, durante discurso, anunciou a entrega de uma medalha de mérito operacional aos familiares do policial Ednaldo Carlos Fernandes Duarte, que morreu após ter sofrido infarto durante uma operação policial e homenageou a memória do PM.

Opinião dos leitores

  1. Que brincadeira é essa? tão querendo enganar a população do estado com índice manipulado devido a proximidade das eleições. Na história do estado nunca teve tanta violência quanto agora.

  2. Na prática não é o que acontece, não se enganem, isso é pura jogada de marketing. Conversa pra boi dormi.

  3. Esse estado nao é o RN pq basta se verificar as estatisticas e jornais p se verificar q os números só aumentam.
    Acho que o Sr. Governador tá desatualizado.

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Esporte

Problema na entrada de energia de alta tensão na subestação do Frasqueirão atrasa partida prevista para às 19h

O ABC FC esclarece que, em decorrência das condições meteorológicas, ocorreu um problema na entrada de energia de alta tensão na subestação do Frasqueirão, que já foi restabelecida parcialmente.

Um gerador está sendo ligado, e a partida vai começar 45 minutos após a energia ser totalmente ligada.

Informou o delegado da partida, justificando que os atletas precisam desse tempo para o aquecimento.

Opinião dos leitores

  1. A porta da Zona foi aberta e os Galáticos de Pium gostaram do ambiente e decidiram ficar.
    Sei não mas acho que um resultado diferente de vitória contra o todo poderoso Náutico que tem 2 pontos e é o lanterna pode decretar a queda de Eugênio do comando técnico e o primeiro passo para a divisão inferior.
    Vamos aguardar
    Ah já ia esquecendo quem bate no peito e diz q tem casa própria não pode esquecer de pagas as contas de energia Pq pode ser que tenha algum jogo no período noturno que ela será necessária para o andamento do espetáculo.

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Polícia

PF prende um dos principais traficantes da América do Sul

Luiz Carlos da Rocha, conhecido como Cabeça Branca

A Polícia Federal (PF) prendeu neste sábado Luiz Carlos da Rocha, conhecido como Cabeça Branca, um dos traficantes mais procurados pela PF e a Interpol (polícia internacional) na América do Sul, segundo a corporação. Ele comandava uma organização criminosa especializada em tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro e foi alvo da Operação Spectrum, deflagrada neste sábado. Rocha era considerado um dos “barões das drogas” no Brasil ainda em liberdade, com condenações proferidas pela Justiça Federal que somam mais de 50 anos de prisão.

Em nota, a Polícia Federal informou que Luiz Carlos da Rocha foi recentemente localizado pela área de combate ao tráfico de drogas da instituição, apesar de ter feitos várias cirurgias plásticas para mudar a face. Ele estava usando o nome de Vitor Luiz de Moraes. A estratégia de mudar o rosto, segundo a corporação, também foi usada por “outro mega traficante internacional” preso pela PF em 2007, o colombiano Juan Carlos Ramírez-Abadía, conhecido como Chupeta.

A organização criminosa liderada por Rocha tinha perfil de extrema periculosidade e violência, segundo a PF, e utilizava escoltas armadas, ações evasivas, carros blindados, ações de contra vigilância a fim de impedir a proximidade policial, porte de armas de grosso calibre, bem como o emprego de ações violentas e atos de intimidação para se manter em atividade por aproximadamente 30 anos no tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Opinião dos leitores

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Polícia

Operador da Petrobras não quer pagar IPVA de veículos apreendidos

Alguém ainda se lembra de Zvi Skornicki, operador da Petrobras? Antes da Lava-Jato, Skornicki levava uma vida luxo, com mansões e carros importados. Com multa de 23 milhões de dólares e os bens bloqueados, ele acaba de entrar na Justiça do Rio para não pagar o IPVA de cinco veículos apreendidos.

Zvi cumpre prisão domiciliar, acusado de intermediar o pagamento de propinas na Petrobras. Zwi confessou que pagou 4,5 milhões de dólares à João Santana, como caixa 2 da campanha de Dilma.

Por falar em Petrobras, o Conselho de Administração da empresa analisa ainda em julho a abertura de capital da BR Distribuidora.

VEJA

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Política

Advogado preso foi gravado combinando propina para procurador

As versões do procurador preso, Ângelo Goulart, e do advogado Willer Tomaz de que não receberam propina e estavam negociando a delação da JBS são fantasiosas.

Existem pelo menos três gravações feitas pela turma de Joesley Batista de encontros com os acusados e, em nenhuma delas, eles se comportam como se estivessem orientando um processo de colaboração. Ao contrário. Num áudio inédito gravado por Francisco Assis, jurídico da JBS, há um trecho em que Willer Tomaz fala abertamente sobre como repartiu 4 milhões de reais recebidos da JBS.

Na gravação, ele diz que a partilha seria assim: um terço para André Gustavo Vieira, um publicitário, um terço para para Juliano Couto, presidente da OAB-DF e o último terço para o procurador Ângelo Goulart.

Em outro momento, Assis pergunta a Willer se o procurador estava sabendo das entregas mensais de 50 000 reais. Tomaz interrompe a pergunta e responde: “Total”.

 

Veja matéria completa do blog Radar AQUI

Opinião dos leitores

  1. Não há mais jeito para o Brasil, acredito que a solução por mais árdua que seja, seja a volta dos militares ao poder, os brasileiros não acreditam mais no judiciário nem tão pouco nos políticos, que se feche o congresso e o judiciário, volta ditadura para acabar com todos os tipos de roubo, tráfico e crimes do nosso Brasil

  2. Famoso bandido de toga, como dizia Eliana calmon.
    Infelizmente ja ja o STF tambem vai liberar esses bandidos pois ladrao apoia ladrao

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Polícia

Mulher ‘embriagada’ pula cerca do Jaburu e é detida após tiros de advertência

Um mulher de 23 anos tentou invadir o Palácio do Jaburu, em Brasília, na madruga deste sábado (1º) depois de ingerir bebida alcóolica e brigar com o namorado, segundo a Polícia Federal. O palácio é a residência oficial da Vice-presidência, onde mora o presidente Michel Temer, a mulher, Marcela Temer, e o filho deles, Michelzinho.

De acordo com o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a mulher estava “aparentemente embrigada” quando pulou a cerca de segurança, por volta das 3h.

No documento, a Presidência informou, ainda, que “foram realizados disparos de arma de fogo de advertência”. Em seguida, acrescenta o GSI, a mulher foi imobilizada pela equipe de segurança e ficou detida no estacionamento interno do palácio até ser levada à Superintendência Regional da Polícia Federal para prestar depoimento.

Presidência da República divulga nota de esclarecimento sobre mulher que invadiu Palácio do Jaburu, em Brasília (Foto: Luiza Garonce/G1)

De acordo com a PF, a mulher estava “desorientada” e assinou o chamado Termo Circunstanciado – registro de infração de menor potencial ofensivo – por desobediência. Em seguida, foi liberada.

Segundo a assessoria da Presidência, Temer estava dormindo na hora que a mulher tentou invadir o Jaburu.

G1

Opinião dos leitores

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Geral

Raquel Dodge acha que Janot se envolveu demais em atritos com políticos

Raquel Dodge, então subprocuradora-geral da República. Em segundo lugar na lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), ela foi nomeada procuradora-geral da República pelo presidente Michel Temer. (Foto: ANDRE COELHO / Agencia O Globo)

Durante a campanha para substituir Rodrigo Janot, Raquel Dodge jamais atacou o colega. Ao contrário. Enalteceu os feitos da Lava Jato. Nos bastidores, porém, afirmou considerar que Janot poderia sair melhor do cargo se não tivesse se envolvido em tantos atritos com políticos.

 

Época

Opinião dos leitores

  1. Tiraram a moral da polícia para dar a esse povo, Agora aguentem!!! É só interesses!!!! Só cego não vê!! E agora isso! O país atolado na violência e hj a polícia só serve pra combater conflitos sociais!

  2. Eu no seu lugar ,nao teria aceito a indicação.
    O futuro vai confirmar o que eu estou afirmando.
    Vc foi a "escolhida".Vc sabe..

  3. Coitados dos meus filhos e netos estão todos fodidos lamentável e á imprensa totalmente intregue.

  4. Esse baitola so fala dos coxinhas, presta atenção otário, tu é um manipulado. Essa é mais uma do esquema.

  5. A pista tá dada, só não ver quem não quer…. Lavajato, TCHAU, QUERIDOS…. a PGR vai agora atrás de outras coisas…. Resultado: Daqui 01 ano: Nenhum dos POLÍTICOS que estão presos vão estar… Michel será candidato a reeleição e sairá eleito no primeiro turno…. Aqui Henrique deixa o hotel que ele estar e será candidato a Deputado Federal e ficará entre os três mais votados… Para isso basta o atual governo trazer o desemprego para zero, manter a inflação em baixa, manter as BOLSAS (família e etc..), pronto : A ganancia, a ambição a manipulação que o dinheiro promove nos Brasileiros e o espírito de corrompesse fala mais alto que quaisquer outros valores… Quem viver verá.

  6. Kkkk
    O Brasil ta lascado com os pensamentos dessa mulher.
    Quer dizer que tem que tratar politicona pao de lo ne?! Com muito carinho?! Kkkkk
    Imbecil

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Judiciário

‘Mala já diz tudo’, diz Janot sobre denúncia contra Rocha Loures

Rodrigo Janot em evento da Abraji, em São Paulo (Foto: Paulo Lopes/Futura Press/Futura Press/Estadão Conteúdo)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que havia provas suficientes para pedir a prisão de Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). O ex-deputado foi solto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e deixou na manhã deste sábado (1º) a superintendência da Polícia Federal em Brasília.

“A mala já diz tudo”, disse, referindo-se ao vídeo feito pela PF que mostra o ex-parlamentar deixando uma pizzaria em São Paulo com uma mala com dinheiro. “Houve a decretação da prisão cautelar de uma autoridade que estava no curso de cometimento de crime”, disse Janot sobre a detenção de Loures.

A frase foi dita durante a palestra “Desafios no combate à corrupção: a Operação Lava Jato” no 12° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). A Operação Lava Jato foi tema central do evento, que começou na quinta-feira (29).

Nesta sexta (30), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin mandou soltar Rocha Loures, mediante o uso de tornozeleira eletrônica. Mas a PF informou que não tinha o equipamento e que somente iria liberar o ex-deputado após receber a tornozeleira, cedida pelo estado de Goiás.

“A leitura que eu faço de ontem é que ambos os ministros entenderam que as cautelares deferidas já tinham surtido seus efeitos no sentido de impedir a continuidade delitiva e, portanto, houve a revogação”, afirmou Janot.

 

G1

Opinião dos leitores

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Política

Governador visita Estação das Artes em noite de Mossoró Cidade Junina

O governador Robinson Faria participou de mais uma edição do Mossoró Cidade Junina, uma das maiores festas populares do Rio Grande do Norte. A visita à Estação das Artes, na noite desta sexta-feira, 30, antecede um dia inteiro de agenda administrativa no Município.

“Esta festa tem uma grande importância para a cultura do estado. Estou aqui para prestigiar, apoiar e me encontrar com a alegria do povo mossoroense. Amanhã, terei uma agenda bastante intensa”, assinalou Robinson, lembrando que o Governo é um parceiro da festa. “A segurança está funcionando a todo vapor”, citou, ao lado do Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel André Azevedo, enquanto acompanhava o videomonitoramento realizado no caminhão do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), instalado na Estação das Artes.

Nesta semana, o Governo do Estado investiu R$ 8,3 milhões em equipamentos para o Ciosp, benefício estendido a Mossoró, onde o sistema de comunicação deixará de ser analógico e passará a ser digital.

Opinião dos leitores

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Política

Eduardo Cunha avisa à PGR que ele vai delatar

A defesa de Eduardo Cunha avisou à PGR que ele, enfim, vai delatar. Os advogados saíram da reunião com os procuradores dizendo que agora começarão a colher as informações que o ex-deputado tem para entregar.

 

Radar

Opinião dos leitores

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Política

Recebida denúncia contra Henrique Alves e mais quatro acusados na operação Manus

O Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, titular da 14 Vara Federal no Rio Grande do Norte, nessa sexta-feira (30/06/2017), recebeu integralmente a denúncia protocolada pelo Ministério Público Federal contra Eduardo Cosentino da Cunha, Henrique Eduardo Lyra Alves, José Adelmário Pinheiro Filho, Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis, Carlos Frederico Queiroz Batista da Silva e Arturo Silveira Dias de Arruda Câmara, supostamente envolvidos na investigação conhecida como operação Manus, que aponta para desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva a partir de contratos operacionalizados com as construtoras OAS, Odebrecht e Carioca Engenharia.

O magistrado analisou a denúncia sob a ótica das disposições contidas no art. 395, combinado com art. 41, ambos do Código de Processo Penal, entendo que a peça não incorreu em inépcia e que estão presentes os pressupostos processuais e as condições da ação penal. Ademais, entendeu presente, também, a justa causa para a persecução penal, anotando:

“Tem-se que há farta justa causa para a continuidade do processo e recebimento da denúncia por todos os crimes imputados aos réus, inclusive o de possível organização criminosa, ante a plausível união dos acusados para cometimento dos delitos expostos na peça inaugural”, escreveu o Juiz Federal Francisco Eduardo, ressalvando que a imputação, neste crime de organização criminosa, é contra os réus Eduardo Cosentino da Cunha, Henrique Eduardo Lyra Alves, José Adelmário Pinheiro Filho, Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis, haja vista que sobre eles já recai referida imputação no contexto da “Operação Lava Jato”.

A acusação traz três núcleos do suposto esquema criminoso: o político, operado por Eduardo Cunha e Henrique Alves; o econômico, por José Adelmário Pinheiro Filho (Léo Pinheiro) e Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis, e o financeiro por Carlos Frederico Queiroz Batista Silva e Arturo Dias de Arruda Câmara.

No caso do núcleo político, a peça inaugural relata que os referidos acusados, entre os anos de 2012 e 2015, teriam solicitado e aceitado propinas no valor de até R$ 11.500.000,00, de forma oculta e disfarçada, por meio de supostas doações feitas ao Diretório Nacional do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB, legenda da qual os acusados são integrantes, dentro e fora do período eleitoral, para, em contrapartida, de forma política e parlamentar, favorecer empreiteiras do núcleo econômico da organização criminosa, além de outras empresas não incluídas nesta ação.

Opinião dos leitores

  1. vai acabar solto, claro, óbvio. ngm acredita mais na justiça contra ricos. agora contra pobres…

  2. Tadinho de HENRIQUE ALVES, a vida inteira foi político e sempre trabalhou pelo povo do RN. Kkkkkk

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