Televisão

Participante do ‘MasterChef’ morre vítima de Covid-19 aos 41 anos

Cecília Ramos (Foto: Reprodução/Instagram)

Cecília Ramos, conhecida como Cissa Pretinha, participante do MasterChef Brasil 2020, morreu aos 41 anos neste sábado (3), vítima de complicações da Covid-19. A notícia foi confirmada pelo marido, Franscico Pires, que a homenageou em suas redes sociais.

“Você se foi para sempre meu amor. Saudade dói aqui dentro. Você dividiu comigo a sua história e me ajudou a construir a minha. Nada mais será como um dia ao seu lado, tudo foi pra mim… sempre te amei de todo meu coração. Fomos amigos, amantes e amores um do outro o tempo todo. Sua ida precoce é sem respostas, que vou carregar na minha vida. Nunca vou me esquecer sua voz dizendo: ‘xuuuuuuuuuuuuuuu’. Descanse em paz, Cecília Aparecida Ramos Pires Pimentel”, escreveu ele.

Cecília estava internada desde o dia 27 de maio. Foi ela quem deu a notícia a seus seguidores em sua página no Facebook. “Amigos, por favor, orem por mim. Estou na UTI devido a complicações da Covid”, disse ela, que recebeu mensagens de apoio e carinho. A chef de cozinha deixa um filho, Emmanuel.

Cecília Ramos avisou em post que estava internada; marido lamentou a morte da mulher (Foto: Reprodução/Facebook)

Globo, via Quem

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Mundo

Convidado continuou a comer durante ataque a tiros em jantar de Trump

Foto: Reuters

Um convidado do jantar dos correspondentes da Casa Branca, em Washington DC, nos Estados Unidos, permaneceu sentado durante um ataque a tiros e continuou a comer enquanto os agentes de segurança corriam pelo local, na noite de sábado (25).

O homem, identificado pelo New York Times como Michael Glantz, agente da Creative Artists Agency, pareceu não se abalar com o desenrolar dos acontecimentos.

Ele continuou a comer enquanto os seguranças entravam rapidamente para isolar o salão de baile e retirar o presidente americano, Donald Trump.

O ataque a tiros de sábado (25) ocorreu no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, no Washington Hilton, onde cerca de 2.600 jornalistas e seus convidados estavam reunidos para o tradicional evento de gala, que tinha Trump como principal orador.

O caso levantou novas questões sobre as medidas de segurança de Trump, após ele ter sido alvo de duas tentativas de assassinato durante a campanha presidencial de 2024.

Autoridades disseram que o suspeito atacou um posto de controle do Serviço Secreto armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas, antes de ser imobilizado e preso, embora tenha conseguido ferir um agente, que foi salvo pelo colete à prova de balas.

CNN

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Geral

Médicos iniciam paralisação em serviços de alta complexidade nesta segunda-feira

Foto: Reprodução

Cerca de 120 médicos que atuam na média e alta complexidade iniciam nesta segunda-feira (27) uma paralisação em Natal, após atrasos no pagamento por serviços prestados em unidades de saúde. Segundo a categoria, os repasses sob responsabilidade do Governo do Estado estão pendentes desde setembro de 2025.
“A medida decorre da ausência de pagamento dos valores referentes aos repasses de responsabilidade do Governo do Estado, em atraso desde setembro de 2025, atingindo aproximadamente 120 médicos”, afirma o comunicado.

A paralisação deve afetar atendimentos em unidades como Hospital do Coração, Liga Contra o Câncer, INCOR e Hospital Varela Santiago, principalmente para pacientes do interior
De acordo com os profissionais, os contratos são por prestação de serviço, sem vínculo empregatício, e a remuneração varia conforme a produção mensal. Parte dos pagamentos, feita pela Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS), está regular, enquanto os valores de responsabilidade do Estado seguem em atraso
Tribuna do Norte do Rio Grande do Norte.

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Política

NEXUS: No 2º turno, Lula tem empate técnico com Flávio, Zema e Caiado

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)empata tecnicamente em um eventual segundo turno da disputa pela Presidência da República com o senador Flávio Bolsonaro (PL) e os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), segundo a pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira (27).

Uma simulação entre Lula e Flávio mostra o petista com 46% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 45%. 

Aqueles que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois somam 8%. Outro 1% não sabe ou não respondeu.

O levantamento ainda comparou os resultados atuais com os de março deste ano. Na ocasião, Lula e Flávio empatavam com 46%. 

Já um quadro entre Lula e Zema mostra que o petista fica à frente numericamente, com 45%, contra os 41% do ex-governador de Minas Gerais. 

São 12% os que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

Em março, Lula tinha 46% e Zema alcançava 40%, indicando oscilação de um ponto percentual no resultado do pré-candidato do Novo. 

O último cenário, entre Lula e Caiado, indica o chefe do Executivo com 45% das intenções de voto. O ex-governador de Goiás soma 41%. 

Outros 11% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois. Os que não sabem ou não responderam são 2%. 

No mês passado, Lula registrou 46%, enquanto Caiado, permaneceu com 41% das intenções de voto. 

Metodologia 

A Nexus/BTG entrevistou 2.028 eleitores, entre os dias 24 e 26 de abril, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo banco BTG Pactual e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01075/2026.

CNN

 

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Política

Bolsonaro chega a 1 mês em domiciliar com tornozeleira e isolamento; decisão sobre 90 dias se aproxima

Foto:

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa, nesta segunda-feira (27), um mês em prisão domiciliar autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF em caráter humanitário. A medida, fixada inicialmente por 90 dias, foi baseada em questões de saúde e deverá ser reavaliada ao fim do período.

Bolsonaro deixou, no fim de março, o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, após ser internado com um quadro de broncopneumonia bilateral. Desde então, passou a cumprir a medida em sua residência, em Brasília, sob monitoramento eletrônico e regras impostas pela Corte.

De acordo com as determinações, o ex-presidente utiliza tornozeleira eletrônica e deve permanecer em casa, com saídas restritas a atendimentos médicos autorizados. Também há exigência de envio de relatórios médicos semanais ao STF, com atualização do estado de saúde e evolução do tratamento.

Segundo as regras estabelecidas, Bolsonaro não pode utilizar telefone, redes sociais ou qualquer meio de comunicação direta ou indireta. O descumprimento das condições pode levar à revogação da domiciliar, conforme previsto na decisão judicial.

Nos últimos desdobramentos, o ministro Alexandre de Moraes solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República sobre um pedido da defesa para realização de cirurgia no ombro. Em resposta, o procurador-geral informou que não vê impedimento para o procedimento, cabendo agora nova análise do relator.

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Geral

Justiça autoriza paciente a plantar cannabis e impede prisão pela Polícia Federal

Foto: Reprodução

A Justiça Federal do Distrito Federal autorizou um paciente a cultivar cannabis em casa para fins medicinais e determinou que forças policiais se abstenham de prendê-lo ou adotar medidas contra ele. A decisão, concedida por meio de habeas corpus, considera a prescrição médica para o uso de derivados da planta e estabelece limites para o cultivo.

A decisão foi proferida pela 12ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal e beneficia um paciente que reside em área rural da capital. O processo corre em segredo de Justiça, e não há detalhes sobre a condição de saúde tratada. Segundo consta nos autos, o uso da cannabis foi autorizado com base em recomendação médica.

De acordo com a determinação judicial, o paciente poderá cultivar até 160 plantas e manter até 240 sementes por ano, exclusivamente para fins medicinais, como a produção de óleo artesanal para consumo próprio. A medida também proíbe a apreensão de plantas, sementes ou derivados relacionados ao tratamento.

O juiz estabeleceu ainda que a Polícia Federal, a Polícia Civil e a Polícia Militar do DF devem se abster de realizar qualquer ação contra o paciente. A decisão vale apenas para o caso específico analisado.

Em janeiro deste ano, a Anvisa aprovou novas regras para a produção de cannabis medicinal no Brasil. De acordo com a norma, apenas pessoas jurídicas podem produzir a substância, mediante autorização sanitária, o que ainda gera debate jurídico em situações envolvendo pacientes que buscam o cultivo próprio para tratamento.

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Política

DISPUTA ESCALA NO TSE: Lula e Flávio travam guerra para derrubar conteúdos

Foto: Reprodução

A disputa entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ganhou intensidade nas últimas semanas dentro do TSE, com uma sequência de ações judiciais envolvendo pedidos de retirada de conteúdos e direito de resposta. Levantamento da CNN com dados da Corte aponta que as pré-campanhas dos dois lados têm ampliado a ofensiva jurídica em meio ao cenário pré-eleitoral.

De acordo com os dados, a pré-campanha de Lula ingressou com ao menos nove ações contra Flávio Bolsonaro. Já a equipe jurídica do senador apresentou pelo menos oito representações contra o presidente. O volume de processos tem avançado nas últimas semanas, indicando uma escalada do embate no campo judicial.

Se consideradas ações contra outros atores políticos e partidos, os dois grupos já somam cerca de 50 processos no TSE. Em sua maioria, alegações de propaganda antecipada — positiva ou negativa — além de pedidos de remoção de conteúdos publicados nas redes sociais.

Um dos pedidos recentes da equipe de Lula solicita direito de resposta e retirada de uma publicação de Flávio Bolsonaro. Os advogados do presidente afirmam que o conteúdo divulgado teria apresentado recorte de fala que poderia levar a interpretações equivocadas.

Por outro lado, a equipe jurídica de Flávio Bolsonaro também acionou o TSE para pedir a remoção de conteúdos associados ao senador. Uma das publicações questionadas teria sido impulsionada nas redes sociais e, segundo os advogados, poderia configurar propaganda antecipada negativa, o que é vedado pelas regras eleitorais.

Ainda conforme as peças, os dois lados argumentam que as publicações podem influenciar de forma indevida a percepção do eleitorado antes do período oficial de campanha. Em nota e nas representações apresentadas, as defesas sustentam a necessidade de intervenção da Justiça Eleitoral para garantir equilíbrio na disputa.

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Política

Urna eletrônica faz 30 anos sob desconfiança; TSE prepara ação contra fake news

Foto: Divulgação

A urna eletrônica completa 30 anos de uso no Brasil em meio a questionamentos sobre a segurança do sistema, e o TSE prepara uma ação para reforçar o combate à desinformação. O evento está marcado para o dia 4 de maio, em Brasília, e deve destacar mecanismos de segurança e estratégias para ampliar a confiança da população nas eleições.

Usada pela primeira vez em 1996, a urna eletrônica substituiu o modelo de votação em papel e, segundo a Justiça Eleitoral, trouxe mais agilidade à apuração e maior controle sobre o processo eleitoral. Atualmente, o sistema atende cerca de 156 milhões de eleitores em todo o país.

De acordo com o TSE, a programação do evento inclui painéis explicativos, exposições interativas e ações educativas voltadas ao público, com foco na transparência do sistema e no enfrentamento à desinformação.

Segundo a Justiça Eleitoral, o modelo conta com mecanismos de auditoria e fiscalização, como testes públicos de segurança, emissão da zerésima antes do início da votação e o Boletim de Urna ao final do processo. Partidos políticos e entidades também podem acompanhar as etapas.

Em nota, o tribunal afirma que a iniciativa busca ampliar o entendimento da sociedade sobre o funcionamento das eleições e reforçar a confiabilidade do sistema eletrônico, especialmente diante da circulação de informações falsas sobre o tema.

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Política

ALERTA IGNORADO: CGU aponta falhas em contrato de R$ 228 milhões da Saúde

Foto: Divulgação

A Controladoria-Geral da União (CGU) apontou falhas e fragilidades em uma licitação de R$ 228 milhões do Ministério da Saúde para a compra de unidades odontológicas móveis. Segundo o órgão, decisões relevantes foram tomadas sem justificativa técnica adequada e houve risco à competitividade do processo, mesmo após alerta preventivo emitido anteriormente.

De acordo com relatório da CGU, a auditoria analisou o pregão eletrônico nº 90105/2024, conduzido pelo Departamento de Logística em Saúde. A licitação foi homologada em favor da empresa IVG Brasil Ltda, com valor unitário de R$ 379 mil por veículo, totalizando R$ 227,9 milhões.

Segundo os auditores, foram identificadas falhas no planejamento da contratação, especialmente na definição do quantitativo. O número inicial de 360 unidades foi ampliado para 600 sem apresentação de metodologia clara ou memória de cálculo que justificasse a alteração.

A CGU também apontou que exigências previstas no edital podem ter reduzido a competitividade. Entre os pontos citados estão a garantia de 36 meses sem limite de quilometragem, o uso de gerador rebocado a gasolina e a adoção de sistema de ar-condicionado do tipo “motorhome”, sem demonstração técnica comparativa de custo-benefício.

Outro ponto destacado foi a concentração de funções em poucos servidores. Segundo o relatório, um mesmo agente público atuou em diferentes etapas do processo, o que, de acordo com a CGU, pode fragilizar a segregação de funções prevista na legislação.

O órgão informou ainda que havia emitido alerta preventivo em outubro de 2024, com recomendações de ajustes. No entanto, segundo a auditoria, as orientações não foram integralmente atendidas, e a licitação seguiu até a homologação.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que a contratação tem como objetivo ampliar o atendimento em áreas remotas e populações vulneráveis. A CGU recomendou reforço na capacitação das equipes, aprimoramento dos estudos técnicos e melhorias nos controles internos.

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Política

RACHA NO STF: investigação sobre Lulinha vira foco de tensão em reunião reservada

Foto: Reprodução

Um encontro reservado entre ministros do STF e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no início do mês, revelou um clima de tensão interna na Corte relacionado a investigações que citam Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Segundo informações da Veja, magistrados teriam manifestado preocupação com a condução das apurações.

De acordo com a publicação, quatro ministros discutiram, de forma reservada, a condução de inquéritos ligados a apurações envolvendo o INSS e o Banco Master, sob relatoria do ministro André Mendonça. Segundo relatos, foram levantadas preocupações sobre possível influência externa na condução dos casos.

As conversas também teriam incluído questionamentos sobre a atuação de integrantes da Polícia Federal em gabinetes do STF. Conforme interlocutores, há avaliação de que essa presença poderia impactar a análise de investigações com repercussão política.

No caso que cita Lulinha, o nome dele surgiu em depoimento no âmbito de apurações relacionadas ao chamado “escândalo do INSS”. Segundo informações do processo, não foram apresentadas provas materiais no momento do relato, e a defesa afirmou que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

Ainda conforme a reportagem, o ministro Flávio Dino anulou medidas de quebra de sigilo aprovadas por comissão parlamentar, sob o entendimento de que não houve fundamentação adequada. O episódio, segundo os relatos, contribuiu para intensificar o clima de desconforto dentro da Corte.

 

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Judiciário

Processo sobre royalties do petróleo está há 13 anos parado no STF sob relatoria de Cármen Lúcia

Foto: Divulgação/STF

Um processo que discute a distribuição dos royalties do petróleo segue há 13 anos sem julgamento definitivo no STF. A ação está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia desde 2013 e ainda não foi a julgamento no plenário da Corte, mantendo em vigor as regras anteriores à lei questionada.

O caso envolve a divisão das receitas provenientes da exploração de petróleo e gás natural entre estados produtores e não produtores. A discussão gira em torno de mudanças aprovadas pelo Congresso que alteravam os percentuais de distribuição dos recursos, conforme informações do Metrópoles.

Segundo o andamento processual, uma decisão liminar foi concedida em 2013 suspendendo trechos da lei que redefinia a partilha dos royalties, o que manteve o modelo anterior em vigor até o julgamento final da ação.

Ao longo dos anos, o processo chegou a ser incluído em pautas de julgamento no STF, mas não avançou para uma decisão definitiva, permanecendo em análise sem conclusão. A controvérsia envolve interesses de estados com produção de petróleo, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, e unidades da federação que defendem maior participação na divisão das receitas.

Até o momento, não há julgamento final no plenário do STF sobre o tema, o que mantém o impasse federativo e a aplicação das regras anteriores à Lei nº 12.734/2012.

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