O soldado Rosivaldo Azevedo Maciel Fernandes, reformado da Polícia Militar, apontado como um dos líderes do grupo de extermínio investigado pela operação Hecatombe, da Polícia Federal, apresentou-se nesta terça-feira (13), acompanhado do seu advogado, Marcos Alânio. Ele era considerado foragido desde o último dia seis, quando foi deflagrada a operação da Polícia Federal.
Rosilvaldo negou as acusações e disse estar sendo vítima de uma perseguição. Ele já havia sido preso em abril, também acusado de homicídio cometido na cidade de Afonso Bezerra.
Segundo a Polícia Federal, o grupo é suspeito de cometer pelo menos 22 homicídios em Natal e na Grande Natal. Três pessoas ainda estão sendo procuradas, dentre elas dois policiais civis e um militar.
O Governo do RN ampliou em 40% a frota de transporte gratuito para eleitores no segundo turno, neste domingo (25), após passagens para seis cidades do interior se esgotarem.
O reforço foi anunciado nesta quinta-feira (22) pela governadora Fátima Bezerra. Também foi autorizada a emissão de bilhetes para municípios vizinhos ao domicílio eleitoral. Segundo o DER, a disponibilidade depende da oferta de veículos e horários.
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através do DER-RN, ampliou a quantidade de veículos disponíveis ao transporte gratuito de eleitores no próximo domingo, quando ocorre o Segundo Turno das Eleições. Dessa quarta-feira até o final da manhã de hoje (22), houve o aumento de 40% na quantidade de veículos da frota opcional para atender à demanda de eleitores com domicílio eleitoral em todas as regiões do estado.
O Departamento de Estradas de Rodagem do RN (RN) reitera que não há limitação de quantidade de bilhetes e, por determinação da governadora Fátima Bezerra, foi autorizada a expedição de bilhetes também para município vizinho ao domicílio eleitoral do cidadão. Até a manhã dessa quarta-feira, pelo Decreto Estadual nº 35.957/2026, a emissão do bilhete estava limitada ao domicílio eleitoral.
Natal, 22 de Outubro de 2026
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL- ASSECOM
O ex-procurador Deltan Dallagnol afirmou que a campanha do presidente Lula (PT) não apresentou os documentos fiscais e bancários que, segundo ele, haviam sido acordados com a campanha de Flávio Bolsonaro (PL). A denúncia foi feita nesta quinta-feira (22), em vídeo gravado nas dependências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.
“Eles não trouxeram nenhum documento, absolutamente nada”, declarou Deltan, que foi escalado pela campanha de Flávio para analisar os dados. Segundo Deltan, as duas candidaturas assinaram um compromisso para autorizar o acesso aos sigilos, com apresentação de documentos e procurações de terceiros.
Ele afirmou que Guilherme Boulos, representante da campanha petista no acordo, havia se comprometido a entregar o material até a meia-noite. Durante a gravação, um homem interrompeu o ex-procurador e o acusou de mentir, enquanto outras pessoas apareciam ao fundo fazendo o gesto do “L”.
Manayra Monteiro, delegada da Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher (DEAM) de Caicó, publicou um vídeo em suas redes sociais onde acusa o vice-candidato à Presidência Alfredo Gaspar de estuprador.
Manayra inicia o vídeo afirmando que Flávio Bolsonaro “odeia mulheres” e entre os motivos para explicar a afirmação ela cita que “ele tem como seu vice um estuprador”.
No entanto, o pedido de investigação contra Gaspar por um suposto estupro de vulnerável foi arquivado pelo Supremo Tribunal Federal neste mês de outubro. A Procuradoria-Geral da República (PGR) concluiu que não foram encontradas provas suficientes para confirmar as acusações.
Mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e o empresário Flávio Carneiro, seu sócio em operações de mídia, revelam conversas sobre a relação do grupo com o jornal O Estado de S. Paulo. Em um dos diálogos, Carneiro afirmou: “No Estadão estamos em casa, temos crédito lá”.
Segundo o Metrópoles, em 15 de maio de 2024, Vorcaro disse ao sócio que precisava aumentar os patrocínios destinados ao Estadão e à Folha de S.Paulo. A conversa ocorreu após uma jornalista procurar um executivo do Banco Master.
Dias depois, Vorcaro questionou por que não havia participado de uma operação financeira do Estadão. Carneiro respondeu que o empresário Rubens Ometto, fundador da Cosan, estaria por trás do negócio. Ao lamentar a oportunidade perdida de obter influência no jornal, Vorcaro ouviu do sócio: “Você tá mais em casa do que você imagina ali”.
Entre março e maio de 2024, o Estadão realizou uma operação de emissão de R$ 142,5 milhões em debêntures para enfrentar dívidas que somavam R$ 159 milhões. Entre os investidores estavam Cosan, Hapvida, Votorantim e outras empresas, que passaram a ter representação no conselho de administração do grupo.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) escalou o ex-procurador da Lava Jato e senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR) para analisar documentos relacionados à abertura dos sigilos bancários e fiscais do presidente Lula (PT) e de pessoas próximas a ele. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (22) pela Folha de S.Paulo.
Dallagnol ficará responsável por examinar dados do presidente, da primeira-dama Janja, do filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e de outros integrantes do entorno do petista, incluindo o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.
A escolha de Dallagnol leva em consideração sua experiência na Operação Lava Jato, quando atuou em investigações que envolveram Lulinha. Segundo a campanha de Flávio, o objetivo é examinar detalhadamente os documentos e identificar possíveis inconsistências nas informações apresentadas.
A iniciativa ocorre após o desafio lançado por Lula durante o debate da Band, no domingo (18), para que os dois candidatos autorizassem a abertura de seus sigilos e dos de familiares. Flávio respondeu com uma lista de exigências adicionais, que a campanha petista afirmou aceitar, desde que o senador também cumpra as condições propostas.
O governo Lula (PT) está enviando mensagens pelo WhatsApp a aposentados informando que votar nas eleições também vale como prova de vida para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os disparos ocorrem na reta final do 2º turno, marcado para domingo (25).
Segundo o Poder360, uma das mensagens enviadas na quarta-feira (21), pela conta GovBR, informa que o voto pode ser utilizado como prova de vida, com validade de 12 meses. O Brasil tem 24,9 milhões de aposentados, mas não há informações sobre quantos receberam os comunicados.
O governo também utilizou o aplicativo Meu INSS para incentivar aposentados a comparecer às urnas. Além disso, mensagens oficiais vêm sendo encaminhadas a beneficiários de programas como Bolsa Família, Gás do Povo e Luz do Povo.
Na terça-feira (20), a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) acionou o TSE e pediu a cassação da chapa de Lula, alegando propaganda institucional irregular por meio de mensagens em massa. A defesa sustenta que os disparos violam as restrições à publicidade governamental durante o período eleitoral.
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou seis ações por danos morais contra o deputado federal André Janones (Rede-MG) em apenas dois dias. Os processos foram protocolados na Justiça do Distrito Federal em 14 e 15 de outubro.
Segundo a coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a maioria das ações envolve publicações feitas por Janones nas redes sociais. Em uma delas, Flávio questiona o uso das expressões “Flávio Surubinha” e “miliciano” para se referir a ele.
Em todos os processos, a defesa do senador solicitou liminares para a retirada dos conteúdos, mas os pedidos não foram atendidos. Flávio estabeleceu o valor de R$ 61 mil como reparação mínima nas ações por danos morais.
A disputa presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) já provocou pelo menos 804 ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais que o dobro das 325 registradas no mesmo período de 2022. Em 2018, foram 388 processos. Os dados foram contabilizados até quarta-feira (21).
Segundo o g1, a judicialização se intensificou no 2º turno, principalmente em questões envolvendo propaganda eleitoral, informações falsas, inteligência artificial e canais de WhatsApp.
Um dos principais embates envolveu o canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado André Janones (Rede-MG), que chegou a 7,5 milhões de participantes. A campanha de Flávio pediu sua suspensão, alegando disseminação de mentiras. Após decisões divergentes, o TSE definiu que canais criados espontaneamente por apoiadores não precisam ser automaticamente vinculados às campanhas.
Para tentar reduzir a judicialização, o tribunal reuniu representantes das duas candidaturas em 13 de outubro. As campanhas concordaram em desistir de ações relacionadas à pré-campanha e de pedidos de direito de resposta do 1º turno.
Além das representações, o TSE recebeu 30 pedidos de investigação judicial eleitoral por possíveis abusos de poder político e econômico. Desse total, seis foram apresentados pela campanha de Lula contra Flávio e oito pela equipe do senador contra Lula e Geraldo Alckmin. A admissão dessas ações não significa condenação dos envolvidos.
Um casal estrangeiro que mora em Touros, no litoral Norte do Rio Grande do Norte, foi mantido refém por criminosos durante cerca de seis horas nesta quarta-feira (21). As vítimas foram levadas por volta das 9h e libertadas às 15h, no município de Rio do Fogo, a aproximadamente 25 quilômetros de distância.
Segundo a Polícia Civil, o casal é de nacionalidade belga ou holandesa, informação que ainda será confirmada oficialmente. Até o momento, ninguém foi preso, e a polícia não informou se houve roubo de pertences ou pedido de resgate.
O advogado das vítimas estava na Delegacia de Touros para registrar o desaparecimento quando recebeu informações sobre o paradeiro do casal. Ele interrompeu o procedimento para prestar auxílio aos estrangeiros.
Após a libertação, a mulher precisou de atendimento médico por estar bastante nervosa. A polícia não informou se houve feridos.
A Polícia Civil aguarda o registro do boletim de ocorrência e o depoimento das vítimas para iniciar as investigações e esclarecer as circunstâncias do crime.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) apontou que a Meta, responsável pelo WhatsApp, Instagram e Facebook, não cumpriu integralmente as determinações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir tratamento igualitário às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O parecer, divulgado nesta quinta-feira (22), sugere a aplicação de multa à empresa, mas não estabelece valores.
A manifestação ocorreu após o ministro Marco Aurélio Bellizze cobrar comprovação de que a Meta estava cumprindo as medidas determinadas pela Justiça Eleitoral. A campanha de Lula havia denunciado restrições na entrega de anúncios, bloqueios em contas de publicidade e diferenças no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial.
Segundo o MPE, a empresa deixou de cumprir exigências relacionadas à apresentação de estatísticas e filtros de inteligência artificial e ao tratamento igualitário das denúncias recebidas. O parecer também apontou diferenças nas respostas de ferramentas de tradução e na geração de imagens relacionadas às candidaturas.
Por outro lado, o Ministério Público reconheceu que a Meta cumpriu determinações como a reversão de restrições em contas de anúncios, a suspensão de publicidade eleitoral não contratada pelas campanhas e a reposição de impulsionamentos não entregues. A revisão humana prévia de restrições foi considerada parcialmente cumprida.
A Meta nega interferência no processo eleitoral ou favorecimento político e atribui os problemas relatados a falhas técnicas. O Comitê de Supervisão da empresa, que atua de forma independente, também identificou falhas no controle de conteúdo e falta de transparência na operação da plataforma no Brasil.
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