CASO GISLANE: Juíza afirma que acusado de matar professora em acidente na Prudente sofre “constrangimento ilegal” e determina soltura

Foto: Reprodução

A juíza Ingrid Raniele Farias Sandes determinou a soltura para o oficial de justiça, Josias Teixeira de Morais, preso desde o último mês de maio pela morte da professora Gislane Cruz, em acidente de trânsito no prolongamento da av. Prudente de Morais. O oficial havia sido preso em flagrante e foi comprovado que estava dirigindo sob efeito de álcool.

Na decisão judicial da última segunda-feira, 30, a juíza ressaltou que Josias Teixeira preso desde o último dia 19 de maio, estaria passando “constrangimento ilegal”. O oficial estava preso e deveria já ter passado pelo exame de sanidade mental pedido desde o útimo dia 15 de julho, mas que até o momento não ocorreu e estaria agendado para 15 de outubro.

Leia matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Q porra de justiça é essa. Tá cega mesmo e seus membros parecem que fumaram maconha estragada.

  2. Sejamos justos disse:

    Mais uma vez o Judiciário violando os princípios básicos preconizados na constituição, deveria responder por improbidade administrativa.

  3. Freitas disse:

    Tem que soltar mesmo. Ela vai muito responder por abuso de autoridade!!!

  4. Maria Amélia disse:

    Incrível como quem comete crimes tem os direitos respeitados enquanto a vítima e familiares ficam sofrendo pelo ocorrido e pelas injustiças. Só no Brasil essas coisas acontecem!

  5. Carllos disse:

    Será que se a professora morta fosse parente da juíza, ela teria essa mesma decisão?!

  6. Vergonha alheia disse:

    Essa “juíza” tem filho? Já pensou se fosse o filho dela morto por um cara embriagado? Que vergonha essa decisão.

  7. marcos disse:

    O ditado popular não se configura, quando dizem que um erro não se justifica com outro erro!…

  8. Aleonardo disse:

    Um tapa na cara da família e de centenas de alunos dela do Salesiano. Mais uma VERGONHA do judiciário que, ante a própria incompetência, liberta brandidos de alta periculosidade como esse.

  9. Iago disse:

    Constrangimento ilegal meu ovo, a Justiça não pensa na família da vítima, além da perda, do sofrimento que nunca vai passar, vem outra lapada dessa.

  10. JBBatista. disse:

    Pode apostar que no próximo final de semana ele estará comemorando sua libertação! não tenho mais esperança nesse país votei no novo para mudar e me parece que vai continuar tudo do mesmo jeitinho, minha solidariedade a família da moça que faleceu e os que ficaram feridos por uma ação de um irresponsável beberrão, só funciona essa lei se o causador de acidente pagar pensão para a família das vitimas é a unica maneira de punição.

  11. Ems disse:

    Quem será a próxima vítima ?

Zezé Di Camargo é acusado de simular falência para não dividir bens com a ex, Zilu

Reprodução/AgNews

Zilu Camargo entrou na Justiça para pedir a anulação de partilha de bens gerada pelo divórcio dela e do cantor Zezé Di Camargo, que foi iniciado em 2014 e concluído em 2016.

Segundo o advogado da empresária, Marcelo Saraiva, durante os dois anos em que o caso tramitou na Justiça, o sertanejo teria transferido o patrimônio e simulado situação de falência para ocultar a verdadeira fortuna que acumulou em 30 anos de carreira.

À época, Zilu recebeu “apenas” R$ 3,6 milhões, quantia considerada incompatível com a trajetória do músico, que possui renda publicitária, de direitos autorais, de cachês de shows, investimentos imobiliários e no agronegócio. “Como eles casaram no regime de comunhão parcial de bens, em divisão igualitária, ela teria direito a 50% da fortuna do Zezé”, explica o advogado.

Para ele, o processo já estava errado inclusive na maneira como foi conduzido, pois o advogado Cesar Alexandre Padula Miano representou os dois. “Essa atitude, que é antiética, prejudicou bastante a Zilu”, defende Saraiva.

Para revisar esse processo, a empresária leva em consideração uma declaração pública de Graciele Lacerda, noiva de Zezé, em agosto de 2019. No Instagram, a jornalista disse que administra os bens do músico, que hoje seriam avaliados em R$ 57 milhões. “Se for verdade, teremos que levar em conta a divisão de pelo menos esse valor, já que seria difícil acumular tanto em tão pouco tempo. Um perito fiscal vai analisar melhor isso”, explica Saraiva.

Além da quantia que Zilu recebeu, ela também herdou a transferência de uma empresa endividada para administrar. “Hoje, ela está quebrada, a casa foi penhorada e as contas bloqueadas, porque assumiu as dívidas de uma sociedade empresarial que o Zezé não participa desde então”.

Nesse meio tempo, Zilu também teve a pensão de R$ 100 mil e o plano de saúde cancelados. Essa questão será analisa em outro processo. “O Zezé induziu a família toda a acreditar na falência dele”, resume Saraiva.

Zezé questiona pedido

Segundo o advogado que cuidou do processo de partilha dos bens do casal, Cesar Alexandre Padula Miano, as acusações não procedem. “Ela contratou uma outra pessoa e está falando que existe uma simulação da vida financeira do Zezé e que ele teria passado isso para os filhos de forma inocente, induzindo a mãe a assinar. O que não é verdade”, declarou em entrevista ao R7 publicada em 11 de setembro.

O advogado também ressalta que, apesar do “susto”, o sertanejo está tranquilo diante da situação. “Ele sabe a forma que a partilha foi feita, não teve erro, não teve ameaça. A conduta com eles sempre foi da melhor forma possível. Há anos estamos fazendo coisas juntos. Falei com ele muito pouco, mas vamos esperar a intimação, já recomendei que ele procure uma outra pessoa para defendê-lo, já que o documento da partilha foi feito por mim”, finaliza.

R7

 

Justiça no RN condena advogado acusado de mandar matar radialista F. Gomes a 14 anos de prisão

Foto: Rosivan Amaral

Acusado de ser um dos mandantes da morte do radialista F.Gomes, em 2010, no município de Caicó, o advogado Rivaldo Dantas de Farias foi condenado a 14 anos de prisão em juri popular concluído na madrugada desta quarta-feira, 11, no Fórum Miguel Seabra Fagundes.

Rivaldo Dantas foi condenado por homicídio duplamente qualificado. O advogado estava preso de forma preventiva desde o último mês de abril.

Confira matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Barbosa Santos disse:

    Tá na hora de criar a OAP – Ordem dos Advogados Presos.
    Pense numa categoria que tem lotado os presídios. Deve ser por isso que o Presidente de toda OAB pede o desencarceramento?

    • Andinho disse:

      Realmente já está ficando feio para a ordem, ela precisa ser mais rigorosa com seus membros que cometem desvios de conduta.

  2. Zanoni disse:

    É muita notícia envolvendo advogados. Pessoal, quando for contratar qualquer profissional, da advocacia ou não, sugiro que pesquisem o nome nos sites dos tribunais para ver se respondem a ações penais e cíveis.

  3. William disse:

    14 anos. Não fica 5 preso.

    • observador disse:

      um sexto da pena cumprida, ja pode mudar de regime. Pouco mais de 2 anos.

Caso F. Gomes: Advogado acusado de ser mandante do crime tem habeas corpus negado pelo TJRN

Foto da vítima: Reprodução

Os desembargadores da Câmara Criminal do TJRN não deram provimento ao Habeas Corpus, movido pela defesa do advogado Rivaldo Dantas de Farias, acusado de ser um dos mandantes do assassinato do radialista Francisco Gomes de Medeiros, o F. Gomes, executado em 2010, no município de Caicó. O acusado foi condenado, por julgamento da 1ª Vara Criminal de Natal, nos autos da Ação Penal nº 0105600-14.2019.8.20.0001, onde foi incurso no artigo 121, parágrafo 2°, incisos I, II e IV do Código Penal. Rivaldo Dantas foi preso preventivamente em abril deste ano.

A defesa, no novo HC, alega, dentre outros pontos, que não há ameaça concreta em desfavor da testemunha (advogada de um dos corréus) e fundamentação não idônea da prisão preventiva, bem como impossibilidade de depoimento da advogada, sob pena de violação ao sigilo profissional. Leia matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

Desembargadores negam Habeas Corpus a acusado de coparticipação na morte de hoteleiro em Natal

Os desembargadores que integram a Câmara Criminal do TJRN não deram provimento ao Habeas Corpus, movido pela defesa de Antônio Ribeiro de Andrade Neto, preso há mais de dois anos pela suposta prática do crime previsto no artigo 121, parágrafo 2º, do Código Penal. Desta forma, o órgão julgador manteve a prisão, já que foi acusado de coparticipação na morte do hoteleiro Ademar Miranda Neto, como amante da então esposa, Martha Renatta Borsartto Messias Miranda, acusada de ser a mentora intelectual do crime. Fato que ocorreu em 2016, após uma emboscada na avenida Engenheiro Roberto Freire, em Natal.

Antônio Ribeiro foi denunciado como participante na premeditação do homicídio duplamente qualificado consumado contra o empresário. Contudo, a defesa requereu a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, nos termos do artigo 319 do Código de Processo Penal (CPP).

Segundo a defesa, alegou que, no decreto impugnado, não constam os elementos caracterizadores da respectiva segregação cautelar, sob o argumento de que não há motivos fáticos contemporâneos que fundamentem a prisão preventiva do paciente confirmada em sentença penal condenatória pelo Tribunal de Júri, limitando-se ao destacar sobre a suposta gravidade concreta do crime para justificar a garantia da ordem pública.

Veja texto completo com decisão aqui no Justiça Potiguar.

Wesley Safadão é acusado de pagar perfis de fofoca em rede social; cantor nega e diz que se trata de ‘uma grande mentira’

Foto: Reprodução/Instagram

Wesley Safadão foi acusado de financiar perfis de fofocas no Instagram para falar bem dele e mal de outros artistas. Um jornalista divulgou uma planilha, na noite de quarta-feira (28), com o nome de 11 perfis da rede social que estariam envolvidos no esquema.

No documento, também constam os supostos valores que as páginas receberiam mensalmente de Safadão para divulgar notícias positivas a respeito dele. O CNPJ da empresa de Safadão, a WS Shows LTDA, aparece na planilha.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o cantor se defendeu das acusações, negou que isso tenha acontecido e se referiu ao episódio como “uma grande mentira que está sendo criada”.

— A gente trabalha tanto, cara. A gente se dedica tanto para construir uma carreira bacana, massa, para qualquer pessoa publicar o que quer, na hora que quer. Isso não acontece, nunca aconteceu e nunca vai acontecer. Isso é uma grande mentira que está sendo criada.

Safadão também mandou um recado diretamente para o jornalista e pediu para que ele tomasse cuidado com as publicações.

— Tenho certeza absoluta que a mãe desse rapaz, que se chama Erlan, não o criou para estar publicando mentira na internet. Erlan, eu não te conheço ainda, não faço muita questão de te conhecer, já deixando claro. Mas é o seguinte, cara: que você tenha mais cuidado nas suas publicações, irmão. Espero que essa sua fonte seja tão segura realmente como você publica.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Osvaldo Delgado disse:

    Então a novela revela a vida real.kkk

Câmara Criminal do TJRN nega Habeas Corpus para acusado de planejar morte de hoteleiro em Ponta Negra

Foto: Divulgação

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RN julgou, na sessão dessa terça-feira (27), um recurso relacionado ao homicídio do empresário do ramo de hotelaria, Ademar Miranda Neto, ocorrido em junho de 2016, em Natal. O órgão julgador apreciou e negou pedido de Habeas Corpus movido pela defesa de Antônio Ribeiro de Andrade Neto, que teria encomendado o crime junto à namorada, a socialite Martha Renatta Borsatto Messias Miranda, então esposa do hoteleiro. Após júri popular realizado em abril deste ano, eles foram condenados a 20 e 14 anos de prisão, respectivamente. Veja detalhes aqui no portal Justiça Potiguar.

 

Pleno do TJ autoriza transferência de júri popular de acusado de matar policiais para Natal

Foto: Reprodução

Os desembargadores que integram o Pleno do Tribunal de Justiça do RN deferiram pedido formulado pelo Ministério Público Estadual para desaforamento do júri popular do acusado João Batista Ribeiro de Queiroz da comarca de Santa Cruz para a comarca de Natal.

O Ministério Público Estadual noticia que o caso é de uma “progressão criminosa que se iniciou com um roubo armado na cidade de Parnamirim, com outro em São Tomé e culminou com a morte de um Policial Militar e a tentativa de morte de outro agente da lei, que foram emboscados pelos criminosos, alvejados (sendo que um dos criminosos, após ferir o PM, retornou e efetuou mais três disparos contra a vítima que estava desacordada na viatura) e a vítima fatal ainda teve roubado seu celular, a arma, três carregadores de pistola municiados e o colete balístico da corporação”. O fato ocorreu no dia 5 de novembro de 2012, vitimando Fernando Quirino do Nascimento e Edmilson Emanoel da Silva.

O MP argumenta que o acusado “se tornou uma pessoa muito temida em toda região de Santa Cruz e adjacências, uma vez que o crime teve ampla repercussão na cidade”, causando grande perplexidade a forma como os delitos foram praticados e a periculosidade dos acusados.

Veja decisão em matéria no portal Justiça Potiguar clicando aqui.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucas disse:

    Enforca logo este inseto em praça pública. Sai mais barato.

TJ: Desembargadores negam liberdade para advogado acusado de associação criminosa em Alcaçuz

Foto: Reprodução

Os desembargadores que integram a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RN negaram mais um Habeas Corpus movido pela defesa do advogado Floripes de Melo Neto, apontado como um dos envolvidos na “Operação Emissários”, deflagrada pelo Ministério Público Estadual por um suposto envolvimento dele e de duas advogadas com uma organização criminosa.

Os três advogados foram denunciados pela suposta prática de crime de organização criminosa (artigo 2º da Lei n.º 12.850/2013), após a captação de mensagens no âmbito da Penitenciária Estadual de Alcaçuz.

Veja detalhes aqui no portal Justiça Potiguar.

Acusado de latrocínio é condenado a 40 anos de prisão no interior do RN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) conseguiu uma condenação de 40 anos de reclusão em regime inicialmente fechado pelo crime de latrocínio praticado por João Batista dos Santos Souza Filho, em Areia Branca. O réu roubou e matou Adriano Cleiton da Silva Avelino e Ricardo Arruda Duarte, em 27 de março de 2018, próximo à comunidade de Casqueira II.

O magistrado aceitou a tese do MPRN de que o réu praticou o delito de forma premeditada, selecionando criteriosamente os alvos, o momento, o local e a forma de execução do crime. Ao fixar a pena, foram considerados o motivo do crime (obtenção de lucro fácil) e as circunstâncias, com utilização de arma de fogo.  João Batista ainda possui condenação de 27 anos e oito meses de reclusão em regime fechado, também pelo crime de latrocínio. Na sentença, o juiz negou ao réu o direito de recorrer em liberdade.  No dia 27 de março de 2018, no período da tarde, o denunciado matou as vítimas com disparos de arma de fogo.

Veja matéria completa aqui no portal Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roberto disse:

    Se for pobre, vai para a cadeia.
    Se tiver um bom advogado recurso para a segunda instância.

  2. Lope disse:

    Em cinco anos ele sai e faz outra família chorar!!!!

Tenor e maestro Plácido Domingo é acusado de assédio sexual por nove mulheres

O tenor, músico e maestro espanhol Plácido Domingo foi acusado de assédio sexual por nove mulheres. As acusações foram noticiadas por reportagem divulgada pela agência de notícias The Associated Press e publicada em vários sites e jornais internacionais, como o site do canal de TV Fox News.

Hoje aos 78 anos, um dos maiores cantores de ópera de todos os tempos, um dos Três Tenores e diretor da Ópera de Los Angeles, Plácido Domingo teria cometido os crimes ao longo de um intervalo de mais de três décadas, sempre em ambientes profissionais nos quais ocupava papel de destaque.

Uma das mulheres que acusam dos crimes alega que ele enfiou a mão dele na saia dela. Outras três disseram que ele as forçou a beijá-lo – cada uma delas em um local diferente: em um camarim, em um quarto de hotel e em um restaurante.

“Um almoço profissional não é algo fora do normal”, disse uma das mulheres, uma cantora. “Mas alguém tentando segurar a sua mão durante um almoço profissional é estranho – ou colocar a mão no seu joelho é um pouco mais estranho. Ele estava sempre tocando você de alguma forma e sempre beijando”, alegou.

Além das nove acusadoras, a Associated Press conversou com outras seis mulheres que alegaram abordagens por parte do músico que as deixou desconfortáveis, incluindo uma cantora que disse ter sido repetidamente abordada por ela em busca de um encontro ao longo dos anos 90.

A publicação também relata ter conversado com pelos menos 36 mulheres – entre cantoras, dançarinas e funcionárias de equipes de produção – que teriam testemunhados comportamentos questionáveis por parte de Domingo. Nenhuma das mulheres entrevistadas pela agência de notícias teve sua identidade revelada.

A Associated Press relata que o músico não respondeu a nenhuma das perguntas apresentadas a ele. No entanto, eles reproduziram um depoimento enviado pelos assessores do músico alegando que os relatos não são verdadeiros e ponderando que as regras de comportamento mudaram ao longo dos anos.

“As alegações desses indivíduos anônimos datam de pelo menos 30 anos e são extremamente preocupantes, e também imprecisas como foram relatadas”, afirma o texto apresentado pelos representantes do músico.

A declaração continua: “Ainda assim, é doloroso ouvir que eu possa ter chateado alguém ou deixado alguma pessoa desconfortável, não importa quanto tempo tenha se passado e apesar das minhas melhores intenções. Eu acreditava que todas as minhas interações sempre foram bem-vindas e consensuais. As pessoas que me conhecem e que trabalharam comigo sabem que eu não sou alguém que intencionalmente iria ferir, ofender ou constranger alguém”.

Ele finaliza afirmando: “Ainda assim, eu reconheço que as regras e padrões dentro dos vivemos hoje são muito diferentes daqueles do passado. Eu sou abençoado e privilegiado de ter uma carreira de mais de 50 anos e vou me manter nesses altos padrões”.

A matéria da Associated Press relata que sete das nove mulheres que acusam o músico disseram acreditar que a carreira delas foi impactada de forma negativa por causa das recusas delas contra os avanços do músico. Algumas delas disseram que promessas feitas por ele jamais foram concretizadas e várias foram buscar empregos em outras companhias.

A publicação também chama atenção para os relatos semelhantes das vítimas. Com todas elas relatando como Domingo insistiu sem parar em suas abordagens, ligando para elas constantemente à noite, expressando um suposto interesse em aconselhá-las e pedindo encontros particulares com a promessa de “aconselhamento profissional”.

Globo, via Monet

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Walsul disse:

    Por segurança, hoje, é melhor levar testemunhas até para transar.

  2. Nizardo Wanderley disse:

    O que eu acho interessante é que nenhuma fêmea acusou os cantores: Bartô Galeno, Carlos Alexandre, Reginaldo Rossi, Genival Santos e nem os jogadores de futebol: Alberi, Baíca, Marinho Chagas, Dedé de Dora, etc…
    Resumindo, só vão pra cima de quem tem grana: Plácido Domingo, Neymar, etc…

Negada liminar em Natal para revogar prisão preventiva de advogado acusado de corrupção ativa e extorsão em operação do MP

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça RN indeferiu pedido liminar feito pela defesa do advogado Allan Clayton Pereira de Almeida para revogar a sua prisão preventiva e impor medidas cautelares. Ele foi preso no último dia 10 de junho, em decorrência da “Operação Infiltrados”, deflagrada pelo Ministério Público Estadual. O advogado foi denunciado pelo MP pela suposta prática dos crimes de corrupção ativa, extorsão e lavagem de dinheiro em um esquema para compra de decisão judicial.

No Habeas Corpus impetrado, a defesa de Allan Clayton Pereira de Almeida alegou a ocorrência de um suposto constrangimento ilegal por parte do Juízo de Direito da 5ª Vara Criminal de Natal, que manteve a prisão preventiva do advogado.

Sustentam a ausência dos pressupostos para a decretação da prisão preventiva e para a manutenção de Allan Clayton na prisão em que se encontra, pois “não há nenhum elemento nos autos que indique uma possível turbação à ordem pública” assim como “não se tem notícias de que ele pretenda atrapalhar a instrução criminal ou se furtar à aplicação da lei penal”.

A defesa reconhece que o advogado chegou a ser preso em decorrência da “Operação Medellín”, mas que não foi sequer denunciado na respectiva ação penal, de modo que mantém a sua primariedade.

Decisão

Contudo, para o relator do caso, os documentos levados ao Habeas Corpus não são hábeis a demonstrar o apontado constrangimento ilegal. “A motivação do decisum que decretou a custódia cautelar, pelo menos nesta fase processual, apresenta-se verossímil, porquanto a necessidade de garantir a ordem pública é fundamento idôneo ao decreto preventivo, mormente quando a situação particular da hipótese assim recomendar”.

Para o relator, a necessidade da segregação foi suficientemente demonstrada pelas circunstâncias apontadas, evidenciada pelo julgador de primeiro grau, em que se observa sobretudo o risco concreto de reiteração criminosa.

O relator considerou também o entendimento do Juízo de 1º Grau sobre o envolvimento anterior do acusado em práticas criminosas, tendo inclusive sido condenado, com confirmação pela superior instância e trânsito em julgado. O juiz de primeira instância defende que a ocorrência da prescrição da pretensão executória, “ainda que possa impedir o cumprimento da pena, não tem o condão de apagar tal fato, que continua a ser considerado, inclusive para efeito de maus antecedentes”.

Assim, o relator do caso entendeu que não se verifica, neste momento processual, o apontado constrangimento ilegal à liberdade do acusado. “Dessa forma, considerando que as informações constantes da inicial não são aptas a corroborar, com veemência, a presença do fumus boni iuris, indefiro o pedido de liminar”, decidiu o relator.

(Habeas Corpus Criminal nº 0804232-29.2019.8.20.0000)
TJRN

 

Foragido acusado de integrar facção criminosa morre em confronto com a polícia em operação na Zona Norte de Natal

FOTO: Divulgação/PC/ASSECOM

Equipes de policiais civis do 13º Distrito Policial, com apoio de policiais do 4º Batalhão da Polícia Militar, cumpriram, na manhã desta segunda-feira (22), um mandado de prisão na comunidade da África, localizada na zona Norte de Natal.

Durante o cumprimento do mandado, houve um confronto entre os policiais e um grupo de suspeitos que estavam em cima de telhados. No decorrer do conflito, um integrante de uma facção criminosa estadual de identidade a ser confirmada foi atingido por um disparo, não resistiu ao ferimento e faleceu. Informações dão conta que o homem morto era foragido pelos crimes de assalto e tráfico de drogas.

No local, os policiais apreenderam uma pistola modelo PT 100 e porções de maconha. Os outros suspeitos conseguiram fugir. A Polícia Civil pede que a população envie informações sobre o paradeiro dos fugitivos de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Evan Jegue disse:

    Oremos.

  2. Tarcísio Eimar disse:

    -1

  3. Sérgio Nogueira disse:

    Luto nas comissões de Direitos Humanos.

Jon Jones é acusado de assédio e estrangulamento em garçonete; lutador do UFC nega acusações

Reprodução/Instagram

Vindo de vitória sobre Thiago Marreta no UFC 239, realizado no dia 6 de julho, Jon Jones, mais uma vez, vê seu nome envolvido em uma polêmica. No último domingo (21), a emissora KRQE News 13 informou que o campeão meio-pesado do UFC está sendo acusado de assédio, resultante de um incidente que ocorreu em uma casa noturna situada em Albuquerque, no Novo México (EUA), em abril.

O americano teria dado um tapa de maneira inapropriada em uma garçonete que estava em serviço no estabelecimento TD’s Eubank Showclub, e também a puxou para o seu colo e beijou seu pescoço. Os detalhes surgiram de uma ligação que a garçonete fez para a polícia de Albuquerque. A suposta vítima também afirma que Jones aplicou um estrangulamento e a colocou no chão, apesar dela ter dito a ele para parar de tocá-la.

Porta-voz do lutador, James Hallinan, em comunicado à KRQE News, negou as alegações feitas em nome do seu cliente e disse que o atleta não estava ciente das acusações até a notícia vir a público: “Hoje a mídia falou com o Sr. Jones sobre uma falsa acusação feita contra ele e os papéis foram enviados para o endereço errado. Porém, após receber os documentos pela imprensa, Sr. Jones foi imediatamente na Corte para pagar a pequena taxa de fiança e ele e outras múltiplas testemunhas estão prontos para quaisquer esclarecimentos sobre as mentiras que estão sendo ditas sobre ele”, diz o comunicado.

Ainda de acordo com a emissora, um relatório mostra que o campeão meio-pesado do Ultimate não compareceu à corte para uma sessão de acordo pela acusação feita em seu nome. Desta forma, um mandato de prisão contra o atleta foi emitido. Outros relatórios indicam que a corte tentou enviar uma carta para “Bones” sobre o mandato, mas não tiveram êxito.

Além disso, um representante da Jackson Wink, equipe onde o atleta treina, afirmou que Jon Jones foi à Corte no último domingo após tomar conhecimento, pela imprensa, do fato. Ao chegar ao local, o americano pagou 300 dólares em dinheiro como fiança.

Jones nega acusações

Na manhã desta segunda-feira (22), Jon Jones se pronunciou através das redes sociais para comentar sobre mais uma polêmica em seu nome. Ao ser perguntado por um seguidor se estava em “apuros” novamente, o lutador tratou de negar qualquer problema, tranquilizando seus fãs.

“Eu, definitivamente, não estou em apuros, meu amigo. Não seja tão rápido em acreditar em tudo que você lê na Internet”, disse o atleta, afirmando ainda que pretende retornar ao octógono do Ultimate em dezembro.

Tatame, R7

 

Acusado de roubo em casa de idoso na Praia de Muriú é condenado a mais de dez anos de reclusão

A juíza Niedja Fernandes, da 3ª Vara de Ceará Mirim, condenou um homem acusado pelo Ministério Público estadual pela prática do crime de roubo praticado contra um senhor de idade no início de 2016, em Muriú. A pena aplicada foi de dez anos, cinco meses e oito dias de reclusão e 262 dias-multa, com o cumprimento inicial em regime fechado.

A denúncia do Ministério Público narra que no dia 20 de fevereiro de 2016, por volta das 21h30, na Avenida Jacumã, em Muriú, Ceará-Mirim, o acusado, na companhia de outras duas pessoas ainda não identificadas, portando armas de fogo, entraram no imóvel de um senhor de 67 anos.

Segundo o MP, nesta empreitada, os criminosos subtraíram a quantia de R$ 400,00, uma corrente de ouro com pingente, um celular de marca Samsung Galaxy, um tablet também de marca Samsung, uma TV LED 50’’ LG, um som de marca Sony, três caixas de cerveja, um talão de cheques, um veículo Corolla e um FIAT Palio (pertencente ao namorado da filha da vítima), uma furadeira, uma maquita, uma talhadeira, além de documentos diversos.

Ainda segundo a peça acusatória, os autores do roubo estavam bastante agressivos, fazendo inúmeras ameaças, tendo o acusado abordado a filha da vítima, que estava de toalha de banho se encaminhando para o banheiro, chegando a agredi-la fisicamente com um tapa no rosto e ainda tentado agarrá-la.

Além do mais, o réu e seus companheiros, após restringirem a liberdade das vítimas, deixando-as trancafiadas em casa, a fim de obter sucesso na empreitada criminosa, saíram do local conduzindo o veículo Toyota Corolla e o FIAT Palio subtraídos na ocasião.

Seguindo a narrativa ministerial, no dia 27 de fevereiro de 2016, por volta das 19h30, uma guarnição da PM, atendendo a chamado do CIOSP, dirigiu-se ao bairro Planalto, em Natal, e localizaram o veículo Toyota Corolla subtraído, o qual estava estacionado e com placa diversa da original.

Ao realizarem buscas nas proximidades, os policiais encontraram o acusado, que se encontrava escondido em uma caixa d’água em cima do telhado de uma casa, tendo se limitado a dizer que havia comprado o carro pelo valor de R$ 17 mil junto a uma pessoa desconhecida.

Comprovação

Para a magistrada que julgou o processo, a materialidade ficou comprovada não só a partir dos depoimentos das vítimas e dos policiais responsáveis pela diligência, tanto em fase policial quanto em Juízo, os quais foram totalmente harmônicos entre si, como também pelos boletins de ocorrência, os quais registraram comunicação de apreensão de veículo roubado, por um policial militar e comunicação de roubo pela vítima.

Além do mais, considerou que o auto de exibição e apreensão do veículo roubado da vítima igualmente corrobora com a comprovação da materialidade criminosa.

Quanto à autoria, entendeu que foi igualmente atestada, através dos depoimentos prestados pelos policiais militares que flagrantearam o acusado com o veículo roubado, e, também, através do depoimento da filha do idoso, que afirmou ter certeza acerca da identidade do acusado como responsável pelo crime de roubo praticado na residência de seu pai, na praia de Muriú.

Com base no entendimento da jurisprudência do país, a juíza explicou que, ainda que não existam provas mais concretas que consigam demonstrar cabalmente a culpabilidade do réu, salientou que a palavra da vítima nos crimes patrimoniais merece credibilidade, tendo em vista que a maioria destes crimes são praticados na obscuridade, sem a presença de testemunhas, principalmente quando a declaração da vítima é uníssona com o restante das provas anexadas aos autos.

Processo nº 0102639-08.2016.8.20.0001
TJRN

 

FOTO: INSS torna sem efeito nomeação de servidor acusado de tingir a pele para burlar sistema de cotas de concurso

Concursado teria pintado a pele e usado lentes de contato durante seleção e depois, em depoimento à Polícia Federal. Foto: Reprodução / Fantásico/Rede Globo

Portaria publicada na edição desta segunda-feira (10) do Diário Oficial da União tornou sem efeito a nomeação de Lucas Soares Fontes para o cargo de técnico do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Minas Gerais. O jovem de 24 anos, que tem a pele branca e olhos claros, é acusado de ter fraudado o sistema de cotas em um concurso público para o órgão, realizado em 2016.

Segundo reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, Fontes teria tingido a pele e usado lentes de contato escuras durante o processo seletivo do INSS e também posteriormente, ao prestar depoimento sobre o caso na Polícia Federal (PF).

O edital do concurso dizia que os candidatos ao concurso inscritos como cotistas deveriam enviar uma foto para comprovar as características físicas de uma pessoa parda ou negra. A banca do concurso reconheceu ele com aspecto de negro e Fontes começou a trabalhar no INSS em 2017, na cidade mineira de Juiz de Fora. O caso passou a ser investigado pela Polícia Federal após uma denúncia anônima.

Ao Fantástico, o jovem contestou as conclusões de que teria ocorrido fraude. Ele afirmou que é conhecido como “moreno” e que a foto utilizada durante o processo seletivo foi feita após o verão.

Já o INSS afirmou ao Fantástico que não tem dúvida de que ocorreu fraude. A portaria sobre o afastamento do servidor foi assinada pelo presidente do instituto, Renato Rodrigues Vieira. Fontes pode recorrer na Justiça.

Gaúcha – Zero Hora

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Atento disse:

    Cota deveria ser para pobre, na forma da lei, sim. Agora, cota para negro rico, pode???

  2. fabio soares lins disse:

    sou totalmente contra esse sistema de cotas de qualquer espécie, pois a constituição federal diz que todos são iguais perante a lei, independente de cor, raça, religião, situaçao financeira e outros

  3. Lampejao disse:

    Tem é que acabar com todo tipo de Cota, Candidato Aprovado é candidato CAPAZ,só !!!!!!!!

  4. Antonio Turci disse:

    Sistema de cota racial para entrar numa instituição de ensino é, sem dúvida, uma excrecência. No que tange à entrada na Universidade, por exemplo, na minha humilde opinião de leigo, só haveria um critério , aliás basilar: o mérito pelo comprovada conhecimento. Entrar numa universidade porque simplesmente é quilombola, descendente de índio ou por ter estuda numa escola pública é de uma hipocrisia descomunal. As autoridades deste país deveriam, isto sim, incentivar o ensino básico de qualidade para todas as crianças, independentemente sua sua condição étnica e/ou social. Boas escolas primárias e secundárias, universalizadas, isto sim. Todos tentariam uma vaga no ensino superior em pé de igualdade. Mas, infelizmente, não é assim que pensam os marxistas do MEC e das instituições de ensino superior. Claro que tiveram o OK do mandatário maior do país que, se não me engano, hoje reside em Curitiba.

  5. Escritor disse:

    Achei o nariz tambem diferente.

  6. Alex disse:

    O sistema de cotas é por si só um ato de racismo e exclusão de direitos.
    Tenho um filha que estuda em um colégio particular, somos de classe média (pai empregado e mão desempregada). Juntamente com minha filha, estudam 3 outras meninas de cor negra, todas classe média alta e que ao menos na aparência dispõem de mais recursos haja vista o tipo de carro, imóvel e etc.
    No próximo ano, provavelmente todas estarão escritas no ENEM e concorrerão a vagas em universidades.
    Pois bem, qual a diferença entre as 4 meninas!?
    Todas deveriam ter o mesmo direito quanto ao acesso a universidade?

    • Volts disse:

      No caso do ENEM, as vagas cotistas são para negros sim, mas há uma limitação quanto à renda per capita familiar. Informe-se.
      Não há critério de renda apenas para estudantes que vieram de escolas públicas. Informe-se.

  7. Luciana Morais Gama disse:

    A rua diz que nas universidades públicas isso é o que mais existe. Pessoas entram nas cotas quando os verdadeiros ficam fora.