Postos de Saúde de Natal não marcam consultas por falta de internet. Água e Gás também estão cortados

Reportagem da Tribuna mostra a situação que chegou o atendimento que a População vem tendo nos postos de Saúde de Natal. É um coisa de você ficar louco e perguntar como conseguem que cheguem a um ponto desses. Segue reportagem,

Há quase um mês, as Unidades Básicas de Saúde estão desconectadas da Central de Marcação de Consultas devido corte no acesso à internet. Ou seja, apesar de prestar o atendimento básico, os Postos não têm mais a capacidade de encaminhar o paciente para realizar um exame nem marcar consulta com um especialista.

Alex RégisMiquelani Cavalcanti, mãe de dois filhos, diz que sofre com a falta de medicamentos nos postos

Segundo funcionária de uma Unidade de Saúde, que não quis ser identificada, a população está ciente das condições de trabalho: “Estamos explicando a situação e, infelizmente, contra a nossa vontade, passamos a adotar o procedimento do ‘tv’ (‘te vira’) quando alguém precisa de um exame ou um atendimento mais complexo”, lamentou a servidora. “O que podemos fazer é informar onde ele pode conseguir fazer um raio x, por exemplo. Passamos o endereço e em alguns casos, quando a pessoa é carente, até ajudamos no dinheiro da passagem”. A servidora informou que não há previsão para o sistema voltar a funcionar ainda em 2012.

As reclamações dos servidores dentro das Unidades de Saúde são recorrentes, da mesma forma que o pedido para preservar a identidade: “Todo mundo sabe dos problemas, mas ninguém fala abertamente com medo de perseguição. Eu mesmo não quero confusão pro meu lado”, disse funcionária lotada em Unidade na zona Oeste de Natal. Vale registrar que o fornecimento de água potável e gás de cozinha foi interrompido, segundo a servidora, há mais de três meses: “também estamos sem distribuição de leite para crianças e as linhas telefônicas estão cortadas”. Popularmente conhecidas como Postos de Saúde, as Unidades são o primeiro contato da pulação com o atendimento básico preventivo e deveriam ser capazes de minimizar a superlotação de hospitais e prontos socorros – um dos mecanismos para isso seria o Programa de Saúde Familiar (PSF).

MEDICAMENTOS

“Está quase tudo parando”, disse Miquelani Cavalcanti, dona de casa e mãe de dois filhos. Ela afirma que “está difícil encontrar remédios, e quando o atendimento é para pediatra encaminham logo para o (Hospital Infantil) Sandra Celeste. Sem falar que tenho que ir muitas vezes até conseguir uma ficha para atendimento”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ALVESJUNIOR disse:

    REALMENTE ESTA UM CASO DE CALAMIDADE. VOÇE NAO TEM MAIS A QUEM RECORRER. O MINISTERIO PUBLICO FAZ VISTA GROSSA . NAO TEM  INTERNET PARA MARCAÇAO DE CONSULTA. OS ALUGUEIS DOS IMOVEIS ESTAO A MAIS DE 10 MESES SEM PAGAREM. COMO E O CASO DOS  PSF. PANATIS.  O DA GUARITA 11 MESES. FELIPE CAMARAO . QUEM PERDEU A ESPERANÇA JA TOMOU OS IMOVEIS. TODOS EM ESTADO DEPLORAVEL. ENQUANTO ISSO  OS VERIADORES DE NATAL .COM QUE CARA VAO TER MORAL. PARA PEDIREM O SEU VOTO.

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