Judiciário

Precatório dos Auditores vai para o pente fino

Da abertura do processo à fixação do valor da dívida a ser paga pelo Estado, passaram-se quase 10 anos. Distribuído por sorteio em novembro de 1999, o processo de precatórios favorável ao Sindicato dos Auditores Fiscais do Tesouro Estadual (Sindifern) envolve quase 600 pessoas e um débito judicializado cuja monta ultrapassa qualquer valor pago nos 120 anos de história do Tribunal de Justiça – R$ 1.216.216.395,06. Atualmente, a Comissão de Sindicância instaurada pela presidência do TJRN para investigar irregularidades na Divisão de Precatórios, analisa o processo e os cálculos que envolvem seu valor bilionário.
O nascedouro da causa, deferida pela Justiça no início dos anos 2000, condenava o Estado a pagar aos auditores fiscais as horas extras que excediam o teto horário semanal de 40 horas, além das noturnas. Há ainda, a inclusão dos adicionais de penosidade dos auditores lotados em postos fronteiriços e os percentuais relacionados à periculosidade da função.

Desde que foi formalizado, o  precatório do Sindifern foi juridicamente representado por advogados como Felipe Cortez, Miguel Josino (atual Procurador-geral do Estado), Anderson Miguel  (delator da Operação Hígia e assassinado em junho de 2011) e do que até hoje se mantem, Fábio Hollanda. No início, o processo  seguiu o lento caminho dos demais precatórios pagos pelo TJRN. Entre os anos de 2001 e 2006 não foi registrado nenhum peticionamento das partes envolvidas.

Somente em 2008, o então Procurador-geral do Estado peticionou à Justiça solicitando o embargo à execução da sentença movida contra o Sindifern. O valor do precatório – cerca de R$ 1,2 bilhão – é pela primeira vez mencionado. À época, a PGE pediu que a Justiça desmembrasse o número total de reclamantes em grupos de 10, além de uma minuciosa análise da planilha de custos que originou o valor bilionário.

Em novembro do mesmo ano, o Sindifern e a PGE firmam um acordo extrajudicial. Não se informou, contudo, possíveis índices de redução da dívida no termo apresentado ao juiz Cícero Macedo, titular da 4ª Vara da Fazenda. O acordo, porém, foi homologado pelo magistrado.

Um mês depois, o MPE ofereceu embargos à declaração em relação à decisão foi favorável ao acordo. O juiz Cícero Macedo reconheceu que “laborou em equívoco quando da homologação do acordo entre as partes” e suspendeu os efeitos da sentença. Entre recursos e agravos interpostos pela PGE, MPE e Fábio Hollanda, o magistrado reconheceu que um “embate” foi travado entre o Estado e o Sindicato no que dizia respeito ao pedido de suspensão da homologação.

Em março de 2009, o juiz citou como “muito estranha” o pedido  de não-homologação. Visto que, o instrumento estava  “firmado pela própria governadora” (à época, Wilma de Faria). O imbróglio continuou com novos pedidos do Estado para não desmembrar mais o processo em grupos menores e solicitou que fosse contratado um perito contábil para calcular o real valor da dívida.

Ao custo de R$ 29.580,00, o contador foi contratado pelo Sindifern, que arcou com as custas sozinho. Em março deste ano, quando o processo estava concluso para despacho e à espera de novos documentos técnico/contábeis, o Procurador-geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, pediu vistas e, em resposta, peticionou. O conteúdo da petição, porém, ainda é desconhecido. Visto que, o juiz titular da 4ª Vara Criminal, Cícero Macedo, está de férias. O processo segue sem data para ser pago.

Delação retoma caso do Sindifern

Em depoimento prestado aos promotores de Defesa do Patrimônio Público durante a assinatura do acordo da delação premiada, Carla de Paiva Ubarana Araújo Leal explicou, por quase 45 minutos, o tratamento dispensado ao precatório do Sindifern. De acordo com a ex-chefe da Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça, foram abertos dois processos relacionados aos precatórios do Sindicato dos Auditores Fiscais, um em 1999 e o outro em 2003. Ela não detalhou, entretanto, o valor de cada um deles. Afirmou, em contrapartida, que o processo do Sindifern foi o primeiro que identificou como sendo o responsável pela quebra da ordem cronológica.

“Inclusive em 2008 ou 2009, quando o CNJ esteve aqui, eu passei para eles essa informação e o processo foi, são 17 volumes, foi todo escaneado e o CNJ levou esse processo. Nunca deram retorno sobre ele. Mas foi informado que existia essa quebra de ordem”, afirmou Carla Ubarana ao Ministério Público. Ela citou, ainda a participação do advogado do Sindicato, Fábio Hollanda, como comercializador de cessões de crédito que envolviam seus honorários sucumbenciais. Carla  relatou que o defensor do Sindifern vendeu sua parte no processo a duas empresas diferentes e que estas não recebiam os vencimentos.

Fábio Hollanda, porém, rebateu a argumentação de Carla Ubarana informando que após um breve período da negociação, renegociou com as empresas e reviu seus percentuais no processo na totalidade. “O Rio Grande do Norte passou sete anos sem pagar um precatório. Eu estava num momento financeiro difícil e vendi parte dos créditos, com deságio inclusive, para manter meu escritório e minha família. Não houve nada mais do que isso. Para poder me manter, eu vendi parte dos meus créditos”, afirmou Hollanda.

As citações em relação ao advogado, entretanto, prosseguiram. Carla Ubarana disse que Fábio Hollanda ia ao Tribunal de Justiça à procura dos seus honorários contratuais quando estes, segundo delatou aos promotores, não estavam disponíveis. “Eu questionei até com ele: “Olhe não é contratual porque o TJ tá pagando. E o TJ não tem autorização de nenhum parte para fazer retenção contratual e repassar”. Resultado: esse processo continua aberto até hoje”, advertiu Carla Ubarana.

Em resposta, Hollanda disse que Ubarana cometeu um erro ao fazer tal asserção. Ele definiu-se, ainda, como vítima do próprio Estado. Visto que, não recebeu “nenhum centavo” dos quais tem direito em relação a pelo menos dois precatórios milionários do Sindifern, os quais somados seus honorários, aproximam-se de R$ 20 milhões. Além disso, ele ressaltou que durante a gestão da sua tia, a desembargadora Judite Nunes, como presidenta do TJRN, nenhum dos processos que o envolvem como parte nos precatórios, foi analisado ou deferido. “Eu quero que despachem os processos”, reiterou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Moraes barra habeas corpus em favor de Bolsonaro e aponta falhas graves no pedido

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou um habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na trama golpista. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (28) e extinguiu o pedido sem análise do mérito. A ação foi protocolada por Francisco Ricardo Alves Machado, que se identificou como estoquista e morador de Japeri, no Rio de Janeiro.

A informação é do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles. No pedido, o autor solicitava a soltura imediata de Bolsonaro e a anulação do processo, alegando suspeição de magistrado. O texto também citava uma série de problemas de saúde do ex-presidente, como doenças digestivas, câncer de pele, apneia do sono, hipertensão, hérnia e histórico de traumatismo craniano, como argumento para caracterizar constrangimento ilegal à liberdade.

A petição ainda sustentava a inexistência de crime punível, com base no artigo 17 do Código Penal, que trata do chamado crime impossível, além de recorrer a dispositivos da Constituição, do Código de Processo Penal e a tratados internacionais de direitos humanos. Para o impetrante, esses fundamentos justificariam a concessão do habeas corpus.

Ao analisar o caso, Alexandre de Moraes afirmou que o pedido apresentava “vícios insanáveis”, com argumentação genérica e sem a descrição concreta de atos que configurassem coação ilegal. Segundo o ministro, a ausência de individualização mínima dos fatos inviabiliza qualquer correção da petição, tornando impossível o prosseguimento do habeas corpus nos termos exigidos pela legislação.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Latam se pronuncia após carregador portátil pegar fogo em voo entre São Paulo e Brasília

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

A Latam Airlines Brasil divulgou uma nota oficial nesta quinta-feira (29) após um incidente envolvendo um carregador portátil durante o voo LA3581, que fazia a rota São Paulo/Congonhas–Brasília. O equipamento de um passageiro pegou fogo dentro da aeronave, provocando susto entre os ocupantes e levando o avião a alternar o pouso para o Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP).

De acordo com informações da Rede Voa, responsável pela administração do aeroporto, a tripulação conseguiu controlar a situação ainda durante o voo e não houve necessidade de decretar emergência. Equipes do Corpo de Bombeiros e de atendimento médico acompanharam o pouso por precaução. Três passageiros apresentaram mal-estar e foram atendidos na pista, mas nenhum precisou ser encaminhado ao hospital.

Após o pouso em segurança, os passageiros seguiram viagem para Brasília, com decolagem às 18h30. A operação foi reorganizada pelo Centro de Controle Operacional da Rede Voa, e a companhia aérea realizou os procedimentos necessários antes da continuidade do voo.

Em nota, a Latam informou:

“A LATAM Airlines Brasil informa que o voo LA3581 (São Paulo/Congonhas–Brasília), de quinta-feira (29/01), foi alternado e aterrissou em total segurança no Aeroporto de Ribeirão Preto, devido a um incidente envolvendo um carregador portátil de um passageiro durante o voo. Após tomadas as medidas necessárias, o voo seguiu viagem para Brasília às 18h30. A LATAM reforça que todos os seus tripulantes são treinados para lidar com esse tipo de ocorrência e que adota todas as medidas técnicas e operacionais necessárias para garantir a segurança de seus passageiros e funcionários.”

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

VÍDEO: Presidente da Colômbia afirma que Jesus “fez amor” e morreu “rodeado de mulheres”

Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, provocou forte repercussão nesta quinta-feira (29) após fazer declarações polêmicas sobre Jesus Cristo durante um discurso público. Ao comentar aspectos da vida de Jesus, o chefe do Executivo sugeriu que ele teria vivido experiências amorosas e chegou a afirmar que Cristo “fez amor” e morreu “rodeado de mulheres”.

Na fala, Petro levantou a hipótese de um vínculo afetivo entre Jesus e Maria Madalena, argumentando que “um homem sem amor não poderia existir”. A declaração rapidamente ganhou destaque nas redes sociais e abriu um intenso debate, principalmente entre fiéis cristãos, que apontaram contradições com os ensinamentos bíblicos.

Apesar de o presidente se declarar católico, ainda que não praticante, suas palavras confrontam diretamente a doutrina cristã, segundo a qual Jesus viveu em celibato, sem relações sexuais ou envolvimentos sentimentais. Para líderes religiosos, a fala extrapola interpretações teológicas e toca em pontos considerados sagrados pela fé cristã.

Entidades religiosas reagiram com críticas. A Confederação Evangélica da Colômbia classificou as declarações como desrespeitosas e distorcidas, enquanto a Conferência Episcopal Católica pediu respeito às crenças religiosas, destacando que a maioria da população colombiana se identifica como cristã.

Com informações da Jovem Pan News

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

VÍDEO: Vorcaro nega celular à PF para proteger ‘relações pessoais’

Imagens: Reprodução/Poder360

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, se recusou a entregar a senha de seu celular à Polícia Federal durante depoimento no STF, em 30 de dezembro de 2025. O argumento da defesa foi que o aparelho continha informações pessoais que não deveriam ser expostas, mesmo sob garantia de sigilo absoluto.

O advogado de Vorcaro, Roberto Podval, disse que o banco não era o foco da preocupação, mas sim relações pessoais do cliente. Ele afirmou que a abertura do celular poderia envolver “pessoas em relações absolutamente pessoais e particulares”, sem ligação com o banco. O depoimento está registrado em vídeo, e Podval não detalhou quais dados poderiam causar constrangimento.

O tema voltou à tona durante acareação com Paulo Henrique Costa, ex-diretor do BRB. A defesa reclamou que perguntas da PF vazaram à imprensa antes do depoimento e pediu que o caso fosse apurado em inquérito separado. O embate reforçou o receio de que dados pessoais do banqueiro fossem expostos.

A operação Compliance Zero, autorizada em 14 de janeiro pelo ministro Dias Toffoli, já apreendeu celulares de Vorcaro, que estão sendo analisados por peritos federais. Até o momento, a PF não divulgou se conseguiu descriptografar o aparelho negado pelo banqueiro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

VÍDEO: Câmara Municipal vira ringue e vereadores partem para a pancadaria por eleição adiada

Imagens: Reprodução/Metropoles

Uma reunião na Câmara Municipal de Santa Luzia (MG) terminou em pancadaria nesta quinta-feira (29). A confusão começou após o cancelamento da antecipação da eleição para a presidência da Casa, prevista para o biênio 2027-2028. A Guarda Municipal precisou intervir para conter o tumulto.

O presidente da Câmara, Glayson Johnny, havia adiado a votação na quarta-feira (26), enviando um ofício aos vereadores. Mesmo assim, parlamentares compareceram para escolher o novo presidente, gerando bate-boca e confronto físico entre o vereador Ivo Melo e o secretário-geral da Casa.

Glayson justificou a decisão dizendo que o adiamento garante segurança jurídica, citando entendimento do STF, que permite a eleição apenas a partir de outubro, mais próximo do início do mandato.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

VÍDEO: Vorcaro e ex-presidente do BRB se enfrentam no STF por R$ 12 bilhões em carteiras suspeitas

Imagens: Reprodução/Metrópoles

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, divergiram sobre a origem de carteiras de crédito durante acareação no STF, realizada em 30 de dezembro de 2025. Os vídeos dos depoimentos foram liberados pelo ministro Dias Toffoli nesta quinta-feira (29).

Vorcaro disse que o Master começou a vender “carteiras originadas por terceiros”, sem saber detalhes da Tirreno, empresa envolvida no caso. Segundo ele, os créditos vinham de originadores que já atuavam com o Master, mas não eram originados diretamente pelo banco.

Costa, por sua vez, afirmou que entendia que as carteiras eram do Master, vendidas a terceiros e recompradas pelo banco. Segundo o ex-presidente, o BRB manteve as compras até abril de 2025, quando notou “padrão documental diferente” e só então passou a questionar os originadores, descobrindo em maio que os créditos vinham da Tirreno.

Segundo as investigações, o BRB pagou R$ 12 bilhões ao Master por supostas carteiras de crédito falsas da Tirreno, empresa que seria de fachada. A divergência entre Vorcaro e Costa marca o principal ponto da acareação liberada pelo STF.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Lula retorna ao bloco cirúrgico para catarata no olho esquerdo nesta sexta (30)

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula fará uma cirurgia de catarata no olho esquerdo nesta sexta-feira (30), em Brasília. Os exames pré-operatórios foram concluídos nesta quinta-feira (29), segundo informou a Presidência, e ele manteve a rotina de trabalho na Granja do Torto durante o dia.

Não é a primeira vez que Lula passa por um procedimento desse tipo: em 2020, ele operou o olho direito. Desde que retornou à Presidência, em 2023, o presidente já realizou pelo menos quatro procedimentos médicos, incluindo cirurgia no quadril com blefaroplastia e intervenções de emergência após hemorragia interna no cérebro.

A catarata é um processo natural do envelhecimento que deixa o cristalino — a lente natural do olho — opaco, prejudicando a visão, como se se enxergasse através de vidro embaçado. A cirurgia substitui a lente natural por uma artificial transparente, é considerada segura e dura poucos minutos.

Lula chegou nesta quinta de madrugada do Panamá, onde participou do Fórum Econômico Internacional – América Latina e Caribe 2026.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Toffoli expõe depoimentos do BRB, Master e Banco Central

Foto: Carlos Moura/STF

O ministro do STF, Dias Toffoli derrubou o sigilo dos depoimentos e da acareação do chamado caso Master, realizadas em 30 de dezembro do ano passado. A decisão autoriza que os vídeos fiquem públicos, mas mantém o restante da investigação em sigilo até a Procuradoria-Geral da República se manifestar.

Foram ouvidos na ocasião o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa; o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro; e o diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. A acareação confrontou versões sobre detalhes da investigação envolvendo operações do banco.

O despacho de Toffoli foi assinado na noite desta quarta-feira (28). Com a liberação, os vídeos dos depoimentos podem ser analisados por jornalistas e investigadores, mas o caso ainda mantém pontos sensíveis sob sigilo, garantindo que a PGR tenha tempo de avaliar o que pode ou não ser divulgado oficialmente.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

UNIFACEX anuncia novo coordenador e fortalece inovação no curso de Direito

Foto: Divulgação

O Centro Universitário Facex (UNIFACEX), em Natal, dá um passo importante no fortalecimento do seu projeto acadêmico ao anunciar o advogado e professor Sebastião Leite como novo coordenador do curso de Direito. A chegada do novo gestor marca uma fase de renovação, com foco na excelência acadêmica, na aproximação com a sociedade e na formação prática dos futuros profissionais.

Reconhecido pela qualidade do seu ensino, o curso de Direito da UNIFACEX possui conceito 4 na avaliação do Ministério da Educação (MEC) — patamar considerado de excelência — e se destaca pelo alto índice de aprovação no Exame da OAB, resultado que reflete o compromisso da instituição com a formação sólida e responsável dos seus alunos.

À frente da coordenação, Sebastião Leite assume a missão de ampliar a inserção dos estudantes no mercado de trabalho, por meio de convênios estratégicos com o Poder Judiciário, o Ministério Público e Procuradorias,

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

VÍDEO: Prefeito é solto mesmo sob acusação de liderar grupo armado em Ielmo Marinho

Imagens: Instagram/Fernando de Ielmo Marinho

O prefeito de Ielmo Marinho, Fernando Batista Damasceno, deixou a prisão nesta quarta-feira (29) após audiência de custódia. A Justiça decidiu que ele não precisa usar tornozeleira eletrônica nem se afastar do cargo, permitindo que siga normalmente à frente da prefeitura.

Mesmo em liberdade, o gestor terá que cumprir medidas cautelares. Entre elas estão comparecer mensalmente em juízo para justificar suas atividades, ficar em casa durante a noite e informar qualquer mudança de endereço às autoridades. Ele também não pode ocultar, destruir ou mexer em bens, documentos ou valores ligados à investigação.

Fernando Batista havia sido preso em flagrante durante uma investigação da Polícia Civil. Segundo o órgão, ele é apontado como líder de um grupo supostamente estruturado para intimidar adversários políticos e praticar outros ilícitos, com apoio de núcleo armado e influência político-administrativa.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *