Saúde

Professor do IFRN desenvolve método alternativo para detectar toxoplasmose

Foto: Patrícia Mesquita

O professor do IFRN – Campus São Paulo do Potengi, Carlos Henrique Bezerra de Oliveira, desenvolveu um método alternativo para detecção da toxoplasmose. A pesquisa “Comparação e métodos de identificação de imunoglobulinas para diagnóstico da toxoplasmose” foi realizada como tese de doutoramento do professor, na Universidade do Minho – instituição que mantém um acordo de cooperação com o IFRN desde 2012 -, localizada em Portugal.

O objetivo da pesquisa foi desenvolver um método inovador utilizando o aparelho espectrofotômetro para detectar a presença de anticorpos anti-toxoplasmose por meio de exame que, segundo o professor, apresenta resultados promissores e pode substituir os métodos atuais. Atualmente os exames utilizam 30 ml de sangue, diferentemente do método resultante da pesquisa, que promete baixo-custo (ao operar com o espectrofotômetro), e fazendo uso de apenas 5 ml de sangue com a mesma eficiência dos procedimentos já empregados no mercado.

A toxoplasmose é uma infecção causada por um protozoário chamado “Toxoplasma Gondii”, encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que pode se hospedar em humanos e outros animais. Sendo ocasionada pela ingestão de água ou alimentos contaminados, a doença é uma das zoonoses (doenças transmitidas por animais) mais comuns em todo o mundo. De acordo com dados do Ministério da Saúde, uma em cada três pessoas no Brasil tem toxoplasmose.

A doença se manifesta sem sintomas e afeta, majoritariamente, os recém-nascidos e portadores de doenças imunológicas. No caso de mulheres, a infecção durante a gestação, pode levar ao abortamento ou ainda, ao nascimento de crianças com icterícia, macrocefalia, microcefalia e crises convulsivas. “O novo método de identificação da toxoplasmose, desenvolvido a partir da espectrometria, é realizado principalmente por grávidas para evitar a toxoplasmose congênita. Ele é muito importante principalmente na fase gestacional, pois a doença pode causar danos irreversíveis ao feto”, elucida Carlos.

A partir dos resultados encontrados em sua tese de doutoramento, o professor espera que o método possa ser adotado por instituições de saúde pública. “A utilização de um aparelho mais barato e de fácil transporte facilita o rastreio da doença para que o poder público possa criar política públicas de prevenção”, explica o pesquisador. O rastreamento e levantamento da doença é  relevante para a saúde pública, pois mapeia casos e permite que sejam tomadas providências para evitar surtos e epidemias.

Com informações do IFRN

Opinião dos leitores

  1. Parabens pelo objetivo alcançado, Carlos Henrique é um jovem de muito talento, eu o conheço, e sei que seu objetivo está apenas no começo, haverá outras conquistas ao longo de sua brilhante carreira, parabéns você é um vencedor.

  2. O atual governo federal poderia investir mais nos IF's nos interiores, que com certeza dá resultado!

  3. Pessoas de valor que trabalham em busca do bem maior da sociedade. A toxoplasmose é triste e afetou um dos olhos da minha Filha. Tem danos irrevesíveis. Parabéns aos pesquisadores.

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Cidades

Ceará-Mirim inicia hoje (18) vacinação em crianças de 5 a 11 anos

A Prefeitura Municipal de Ceará-Mirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, inicia nesta terça-feira (18), a vacinação em crianças de 5 a 11 anos, com as primeiras doses da vacina Pfizer Pediátrica que chegaram no município na tarde desta segunda-feira.

A vacinação será realizada na Praça de Vagos, das 8h às 14h, de segunda à sexta, e aos sábados das 8h às 12h.

A princípio serão vacinadas crianças com deficiência e comorbidades, dentre as quais se elencam cardiopatia crônica, pneumopatia crônica, imunodepressivos, doença renal crônica, asma, doença neurológica crônica, doença hepática crônica, Síndrome de Down, autismo, doença hematológica crônica, diabetes mellitus e obesidade.

Os pais ou responsáveis devem estar presentes manifestando sua concordância com a vacinação e além disso, é importante que seja feito o cadastro da criança como dependente na plataforma RN+ Vacina (https://rnmaisvacina.lais.ufrn.br/cidadao/covid/).

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Judiciário

SEM CRISE: Procuradores da República no RN receberam vencimentos de mais de R$ 360 mil em dezembro; 8 receberam acima de R$ 100 mil

Foto: Reprodução

Segundo o Portal da Transparência do Ministério Público Federal procuradores da República do Rio Grande do Norte receberam contracheques inflados por vultuosas verbas indenizatórias que somadas ao rendimento bruto do mês passaram da marca dos R$ 360 mil no mês de dezembro.

O levantamento realizado pelo Justiça Potiguar junto à Transparência do órgão apontou que um procurador da República, recebeu somente em verbas indenizatórias o montante de R$ 286. 680,30 somadas ao rendimento bruto que inclui salário e outras vantagens chega ao contracheque no valor de R$ 363. 208,62. Na lista em seguida aparece outro procurador com verbas indenizatórias R$ 199.837,27 e o rendimento bruto de pouco mais de R$ 131 mil que somados chegam a casa dos R$ 330.000,00.

Outos seis procuradores da República com atuação no RN receberam entre verbas indenizatórias e rendimento bruto contracheques acima de R$ 100 mil.

O MPF aponta que os pagamentos estão previstos em lei. Entre as verbas está a licença-prêmio que é um benefício por tempo de serviço, estabelecido na Lei Complementar número 75 de 1993, de organização do Ministério Público da União. A cada período de cinco anos de exercício, há direito de três meses de licença, com autorização para pagamento caso não seja gozada. Para os servidores federais do Poder Executivo, o benefício foi extinto na década de 1990. Junto com a licença, estão também na rubrica de “verba indenizatória” do MPF abonos pecuniários e indenizações por férias. Os procuradores têm direito a 60 dias de férias anuais, além de recesso no período de fim de ano. Mas também há opção por vendê-las. Por serem verbas indenizatórias não sofrem corte de teto.

Justiça Potiguar

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Economia

Rio Grande do Norte tem o menor custo da construção no Brasil

Foto: Reprodução

O Índice da Construção Civil (Sinapi) no Rio Grande do Norte desacelerou para 0,32% e ficou com o menor do Brasil pelo sexto mês consecutivo em 2021, segundo dados do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices de Construção Civil (Sinapi) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O índice de dezembro terminou com a segunda menor taxa mensal em 2021, perdendo apenas para setembro (0,29%). O indicador monitora as mudanças do custo do metro quadrado em valores percentuais.

Mesmo assim, no acumulado no ano, o indicador atingiu 16,7%, subindo 7,07% valor quase duas vezes maior que o acumulado de 2020 (8,5%) para o mesmo mês de dezembro.

De acordo com a pesquisa, custo da construção, por metro quadrado, foi de R$ 1.319,17, ficando abaixo do valor nacional, que fechou o ano em R$ 1.514,52 reais.

O custo é composto pelo preço do componente material (R$ 827,82) e pelo preço da mão-de-obra (R$ 491,35). O efeito aponta que o Rio Grande tem o terceiro menor valor do país.

A variação percentual acumulada no ano de 2021 foi de 16,7%. O resultado ficou abaixo do acumulado nacional (18,6%) e à frente, no Nordeste, apenas da Paraíba (16,6%) e Piauí (14,3%).

No Brasi, o índice foi de 0,52% em dezembro, o menor índice de 2021. Mesmo assim, no acumulado no ano, o indicador atingiu 18,65%, subindo 8,49 pontos percentuais em relação a 2020 (10,16%), a maior taxa da série com desoneração, iniciada em 2013. Em dezembro de 2020, o índice foi de 1,94%.O custo nacional da construção, por metro quadrado, subiu para R$ 1.514,52 em dezembro, sendo R$ 910,06 relativos aos materiais e R$ 604,46 à mão de obra. Em novembro, o custo havia sido de R$ 1.506,76.

A parcela dos materiais ficou em 0,76% em dezembro, registrando queda significativa em relação ao mês anterior (1,66%) e a dezembro de 2020 (3,39%). Já a parcela da mão de obra, com taxa de 0,15%, e sem acordos coletivos registrados, manteve o patamar tanto quando comparado ao índice anterior (0,18%), quanto ao de dezembro de 2020 (0,18%).

O resultado acumulado no ano de 2021 registrou variação de 28,12% nos materiais, enquanto a parcela do custo referente aos gastos com mão de obra atingiu 6,78%. Em 2020, a parcela dos materiais fechou em 17,28% e a mão de obra, em 2,33%.

Segundo o IBGE, o primeiro semestre de 2021 teve índices mensais impactados pelas as altas registradas na parcela dos materiais, apresentando duas das três maiores variações da série: junho (2,46%) e julho (1,89%). Já no segundo semestre, as taxas começaram a desacelerar, refletindo uma menor pressão da parcela dos materiais, que passaram a registrar, excetuando julho, valores menores que nos meses anteriores e que os registrados no segundo semestre de 2020.

“Produtos dos segmentos de aço e cimentos e argamassas, que no primeiro semestre tiveram altas consideráveis, desaceleram em dezembro e, em alguns estados, tiveram pequenas quedas”, analisa o gerente do Sinapi, Augusto Oliveira.

Tribuna do Norte

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Cidades

Cadeia de Caraúbas registra casos de Covid-19 e visitas são suspensas

Foto: Divulgação

A Secretaria da Administração Penitenciária (Seap), considerando o registro de sete casos de Covid-19 entre os internos e seis testes positivos entre os policiais penais da Cadeia Pública de Caraúbas, determinou a suspensão das visitas presenciais naquela unidade prisional a partir desta segunda-feira (17). O Comitê de Crise do Covid-19 da Seap já havia recomendado a suspensão das visitas, também, na Cadeia Pública de Ceará-Mirim, dado o agravamento dos casos.

Em nota, a Seap disse que todos os privados de liberdade estão sendo tratados pelas equipes de saúde prisional e apresentam sintomas leves da doença. As visitas virtuais (televisitas) ocorrerão normalmente. Com o agravamento da crise de saúde pública motivada pela pandemia do novo Coronavírus e do surto de gripe na sociedade, a Seap recomendou que os cuidados preventivos nos estabelecimentos prisionais fossem intensificados.

Todos os internos identificados são isolados e tratados imediatamente. Os policiais penais são afastados do trabalho.

A suspensão das visitas é prevista na Resolução do Comitê de Crise do Covid-19 da Seap. A medida visa garantir a segurança dos servidores, dos internos e seus familiares. Antes da pandemia, o sistema penitenciário recebia, em média, 30 mil visitas/mês.

Para minimizar os prejuízos causados pela suspensão das visitas presenciais, a Seap implementou no segundo semestre de 2020 o programa de televisita aos presos. As visitas virtuais mediante agendamento permanecem em funcionamento em todas as unidades do Estado. As visitas presenciais estão normalizadas nas demais unidades do RN, atendendo a uma série de protocolos de prevenção.

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Geral

Psicóloga especialista em luto do Grupo Morada discute como lidar com a perda de pai ou mãe

O Brasil identificou a primeira contaminação pelo novo coronavírus no fim de fevereiro de 2020. Cerca de um ano e meio depois, o país já ultrapassa a marca de 600 mil mortes em decorrência do vírus, sendo, portanto, incalculável o número de pais e filhos afetados por essas perdas. Segundo Beatriz Mendes, psicóloga especialista em luto do Grupo Morada, há maneiras de prosseguir sem esse porto seguro, sem esquecer alguém tão especial. “Não esquecemos quem amamos, quem marca a nossa história. Seguir em frente não significa esquecer, mas integrar essa pessoa em nossa vida de um outro modo”, enfatiza.

“Integralizamos a ideia de que quem amamos não existe mais presente fisicamente, mas ela segue em nossa história, nas nossas memórias e em tudo o que somos. Honrar isso é importante e pode nos ajudar a seguir em frente”, continua a psicóloga.

O Brasil tem um órfão por covid-19 a cada cinco minutos, segundo pesquisa publicada no periódico The Lancet, em que cientistas estimam que mais de 1,5 milhão de crianças perderam pelo menos um dos pais, avós ou outro responsável devido à covid-19. O número gera preocupação entre especialistas, os quais associam a perda a um maior risco de efeitos sobre a saúde, segurança e bem-estar. O estudo revela que o Brasil é o segundo país mais afetado pelo problema.

Seguir em frente

Superar a morte de um pai ou mãe não se revela fácil, pois trata-se de uma figura afetiva essencial para o nosso crescimento e desenvolvimento como adultos sadios e cidadãos. Beatriz Mendes comenta que a ideia de superar é “complicada”, pois o luto não é um obstáculo que, após superado, deixa de existir.

“A perda é uma vivência que marca nossa biografia para sempre, e a forma de olhar para essa marca pode se transformar ao longo do tempo. Diante de uma perda, somos convocados a atribuir significados. Somos lançados, também, em um processo de readaptação ao mundo e à nossa própria vida. A forma de lidar com isso será variada, e será fundamental haver apoio e suporte das pessoas que são significativas, além de respeito ao próprio sentir, ao próprio processo”, explica.

Lembrança

A morte do ator, humorista e diretor Paulo Gustavo, em maio de 2021, por complicações da covid-19, foi uma das mais comoventes do país. Ele tinha 42 anos e deixou dois filhos de, à época, 1 ano de idade, Romeu e Gael, cuja criação é, hoje, dividida com a mãe de Paulo, dona Déa Lúcia, segundo Thales Bretas, viúvo do artista. O dermatologista disse que tenta manter viva a memória do marido dentro de casa, relembrando a trajetória e realizações de Paulo para que os filhos cresçam com a imagem do pai.

“Toda obra do Paulo está eternizada e o amor por ela está dentro da gente. Quero que os meninos [filhos] cresçam cientes de tudo isso. Sempre mostro coisas para eles. Meu plano é evidenciar para meus filhos o orgulho que temos do Paulo. Ele é importante para o Brasil, para a história do movimento gay e vai para sempre ser importante”, declarou.

A psicóloga Beatriz Mendes frisa que o luto não tem prazo de validade. Assim, cada um vai vivê-lo de um jeito singular, sendo o sofrimento imensurável. “Não podemos comparar dores, assim como vínculos. Cada qual sabe da história vivida e tem um modo de se articular com a sua dor, o seu luto. Não somos pessoas ruins por não atendermos a uma demanda social de modos de viver o luto”, ressalta Beatriz.

Para ela, a forma de lidar será compatível com os recursos de enfrentamento de cada um, pois o luto é um processo natural, capaz de modificar os caminhos da nossa vida. “Entender que não precisamos passar por isso sozinhos pode ser uma forma de lidar de modo mais salutar. Apesar disso, é preciso lembrar que, diante de uma dificuldade significativa de retornar a uma rearticulação com a vida, é importante ponderar sobre a possibilidade de pedir ajuda a um profissional”, conclui.

Turma do Vilinha

Falar sobre a morte ainda é um grande tabu entre as pessoas, e quando se trata de conversar sobre a perda com as crianças, a dificuldade se amplia, pois, para muitos familiares, a criança deve ser mantida o mais distante possível dessa realidade. Porém, falar com os pequenos sobre a perda é algo estritamente importante e necessário para prepará-los melhor para os diversos momentos de perda que eles irão vivenciar na vida.

Por isso, o Morada da Paz oferece o projeto “Turma do Vilinha”, uma iniciativa que tem o objetivo de oferecer informações aos adultos e desmitificar o debate a respeito do luto infantil.

O projeto retrata a história do garoto Vilinha, que vivencia um momento de transição com a sua amiguinha, a lagarta Lalá, e, com isso, passa a conversar com seus amiguinhos sobre o processo de luto, de forma leve e dinâmica.

O projeto contém um livro sobre a história do Vilinha, jogos educativos, vídeos e cartilhas que irão se aprofundar nas estórias dos outros personagens. Todo o material está disponibilizado gratuitamente no site www.turmadovilinha.com.br.

Iniciativa

O Governo do Rio Grande do Norte sancionou a lei que criou, neste mês, o RN Acolhe, Programa Estadual de Proteção às crianças e aos adolescentes órfãos de vítimas da pandemia.

A iniciativa, trazida pelo Programa Nordeste Acolhe, que faz parte do Consórcio Nordeste, saiu na frente em relação à sugestão dada na CPI da Covid para indenizar crianças e adolescentes órfãos de vítimas da covid-19. Além do RN, outros dois estados nordestinos já liberaram o auxílio.

A partir de fevereiro, 66 crianças devem receber o benefício, em 33 municípios do estado. O valor mensal será de R$ 500, entregue a cada órfão, até que ele complete 18 anos.

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Judiciário

DINHEIRO SOBRANDO: MPF pagou vencimentos de até R$ 545 mil a procuradores em dezembro; mais de 70 receberam acima de R$ 300 mil

Foto: Reprodução

A folha de dezembro de 2021 do Ministério Público Federal (MPF) aponta remuneração de R$ 545,8 mil a um procurador e outros 70 que receberam mais de R$ 300 mil, considerando rendimentos brutos e verba indenizatória. Os altos valores têm a ver principalmente com venda de licenças-prêmio e férias não usufruídas. Ao total, os pagamentos somam R$ 156,8 milhões.

Ao longo de todo o ano de 2021, o MPF gastou R$ 123 milhões com a rubrica, segundo dados do Portal da Transparência do MPF. Na comparação com 2020, houve salto de 25%. Uma lista com os nomes de 51 procuradores com maiores vencimentos, filtrados nos dados do Portal da Transparência, tem circulado nas redes sociais com críticas sobre os altos valores pagos durante a pandemia. “Prefiro acreditar que seja fake news. Não é possível servidores públicos receberem 500, 400, 300 mil eais num mês em plena pandemia”, postou o defensor público do Estado da Paraíba Philippe Figueiredo.

O terceiro colocado na lista de maior remuneração recebida em dezembro é o procurador de Goiás Mário Lúcio de Avelar, que recebeu a maior quantia do País em indenizações: R$ 362 mil de licença-prêmio. Com mais R$104 mil de remuneração bruta, foram R$ 466 mil.

No topo do ranking está o procurador-chefe da 1ª Região, José Robalinho Cavalcanti: R$ 352,4 mil de verbas indenizatórias e R$ 193,4 mil de rendimentos brutos, totalizando R$ 545 mil.

Justiça Potiguar

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Geral

Energia solar gerou mais de 400 empregos por dia em 2021

O Setor fotovoltaico brasileiro contabilizou cerca de 153 mil admissões entre os meses de janeiro e dezembro, o que correspondeu a uma média de 419 admissões por dia, segundo cálculos realizados pelo Canal Solar com base em levantamento da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica). O aumento é de 77,9% em relação aos empregos acumulados no país em 2020, quando 86 mil contratações foram contabilizadas, uma média de 238 por dia. Desde 2012, a fonte solar já foi responsável por gerar de mais de 390 mil postos de trabalho em todas as regiões do país.

Nesse contexto, algumas empresas se destacam no NE, como no caso da Megga Solar, empresa potiguar que já superou os 1.500 clientes. De acordo com Max Assunção, diretor da Megga Solar, estima-se um crescimento ainda maior para 2022 em comparação há anos anteriores. Segundo Max, “o crescimento natural da fonte solar, que tem ganhado espaço na matriz energética, está acelerado. O desafio das empresas é manter o padrão de qualidade, pontualidade e profissionalismo. Isso conquista e fideliza clientes”, acrescentou o diretor, que celebra o reconhecimento do mercado e dos consumidores.

Além dos empregos gerados no país, o setor solar atraiu mais de R$ 21,8 bilhões em investimentos no ano passado, incluindo as grandes usinas e os sistemas de geração em telhados, fachadas e pequenos terrenos. O resultado representa um crescimento de 49% em relação aos investimentos acumulados até o final de 2020. Ao todo, o setor já movimentou mais de R$ 66,3 bilhões em negócios desde 2012. Em termos de capacidade operacional, o Brasil conta hoje com mais de 13 GW de potência, somando as gerações centralizada e distribuída, o que já representa quase a mesma potência instalada na usina hidrelétrica de Itaipu, a maior do Brasil e segunda maior do planeta.

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Nacional

Pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400 e do Auxílio Gás começa hoje (18)

Foto: KEVIN DAVID/ A7 PRESS / ESTADÃO CONTEÚDO

O Auxílio Brasil começa a ser pago nesta terça-feira (18) a 17,5 milhões de pessoas, após a inclusão de 3 milhões de famílias a partir deste mês. Vão receber hoje os integrantes do programa com NIS (Número de Identificação Social) final 1. O calendário vai até o dia 31, para as pessoas com NIS final 0.

Além do repasse mínimo de R$ 400, 5,4 milhões de beneficiários receberão o Auxílio Gás. O valor de R$ 52 corresponde a 50% da média do preço do botijão de 13 kg de gás liquefeito de petróleo (GLP). Esse dinheiro será concedido a cada dois meses, por cinco anos.

Em dezembro, os recursos foram antecipados para 108.368 famílias residentes em cem municípios que decretaram estado de calamidade por causa das chuvas na Bahia e em Minas Gerais.

O investimento para o pagamento do Auxílio Brasil supera R$ 7,1 bilhões, segundo o Ministério da Cidadania. Os estados com maior número de famílias inscritas no programa são a Bahia, com 2,16 milhões, seguida por São Paulo (2,14 milhões), Pernambuco (1,39 milhão), Minas Gerais (1,38 milhão), Rio de Janeiro (1,28 milhão) e Ceará (1,27 milhão).

Já o pagamento total do Auxílio Gás é de quase R$ 285 milhões. O Nordeste é a região com o maior número de beneficiados pela ajuda federal, com cerca de 2,74 milhões. Em seguida, vem o Sudeste com 1,78 milhão, o Norte com 535,7 mil, o Sul com 349,77 mil e o Centro-Oeste com 167,65 mil.

Veja o calendário

R7

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Economia

Rio Grande do Norte mantém congelamento do ICMS

Foto: Reprodução

Mesmo com a decisão do Comitê Nacional dos Secretários Estaduais de Fazenda (Comsefaz) de não renovar o congelamento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis, que vigorava desde novembro até 31 de janeiro, o Governo do Rio Grande do Norte decidiu prolongar o benefício até o dia 15 de fevereiro, evitando assim que os preços nas bombas disparem ainda mais.

O secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, explicou que a cobrança de 29% (2% para o Fundo Estadual de Combate à Pobreza – FECOP – e 27% referente ao ICMS) no Rio Grande do Norte será mantida tendo como referência o valor de R$ 6,62. Atualmente no estado, o litro da gasolina já chega aos R$ 7,19.

Após o dia 15 de fevereiro, segundo o secretário Carlos Eduardo Xavier, a pasta vai reavaliar o cenário para definir se mantém ou suspende o congelamento do tributo. “Independente do valor que a gasolina tivesse, o congelamento manteve R$ 6,62 como valor referência. Na semana passada o Comsefaz deliberou que esse congelamento vai ser encerrado, porém, aqui no estado, manteremos o congelamento até o dia 15 de fevereiro e seguiremos avaliando”, disse o secretário de Tributação.

O congelamento tem o objetivo de colaborar com a manutenção dos preços nos valores vigentes em 1º de novembro de 2021 até 31 de janeiro de 2022. Por diversas vezes ao longo do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro atribuiu aos estados parte da culpa pelos aumentos dos combustíveis devido o imposto que incide no valor final.

O governo federal quer que o ICMS seja cobrado como um preço fixo por litro, como ocorre com os tributos federais, mas os governadores consideram o projeto paliativo e defendem a criação de um fundo de estabilização dos preços dos combustíveis, que evitaria repasses ao consumidor e, ao mesmo tempo, bancaria eventuais prejuízos da Petrobras quando o preço internacional do petróleo e o dólar sobem.

O Comsefaz tinha decidido em outubro de 2020 manter o ICMS enquanto a União, a Petrobras, o Congresso Nacional e os estados negociavam uma solução definitiva para amortecer parte do impacto dos reajustes nas refinarias para o consumidor.

Esperava-se uma estabilização no preço da gasolina e do diesel e isso não ocorreu. Segundo o comitê, a decisão pelo descongelamento do tributo foi decidido após a Petrobras elevar o preço dos combustíveis nas refinarias na semana passada. No primeiro reajuste em 77 dias, a gasolina subiu 4,85%, e o diesel aumentou 8,08% nas refinarias.

Por essa razão, o secretário de Tributação do RN ressalta que o congelamento da alíquota do ICMS não impediu que os preços voltassem a subir, desfazendo a idéia de que o valor alto se devia à cobrança do imposto. “Hoje o preço da gasolina já passa de R$ 7 e nós estamos há mais de dois meses tendo R$ 6,72 como referência e vimos que não parou de ter aumento. Isso é prova de que o aumento sucessivo do preço dos combustíveis não se deve ao ICMS. Por isso, vamos manter esse congelamento também como uma forma de continuar mostrando que o ICMS não é responsável pelo reajuste nos preços”, disse ele.

Atualmente, o ICMS é calculado como um percentual do preço final. Isso faz com que o imposto flutue conforme os preços nas bombas, subindo quando a Petrobras reajusta os preços nas refinarias e baixando quando ocorre o contrário.

Desde novembro, quando a variação do ICMS do combustível cessou, o RN deixou de arrecadar cerca de R$ 5 milhões por mês, segundo o secretário. “No momento, com o patamar atual do preço dos combustíveis, estimamos (em perda na arrecadação) algo em torno de 5 milhões por mês”, informou Carlos Eduardo Xavier.

Tribuna do Norte

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Diversos

VÍDEOS: Luau nos Parrachos bombou

Leitores enviaram vídeos ao Blog do BG do Luau dos Parrachos, que aconteceu na noite dessa segunda-feira (17). Pelos registros, a festa bombou.

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