RN: Comércio e Serviços abrem 1.606 novas vagas de emprego em setembro e quase 7.500 em todo o ano‏

O  início  das  contratações  temporárias  para  o  período  de  final  de  ano  no  Comércio  e  nos  Serviços  pôde  ser  sentido  nos  números  do  emprego  formal  no  Rio  Grande  do  Norte  em  setembro.  De  acordo  com  dados  do  Caged,  do  Ministério  do  Trabalho  e  Emprego,  o  setor  representado  pela  Fecomércio  emplacou  1.606  vagas  a  mais  no  mês,  sendo  683  no  Comércio  e  923  nos  Serviços.

Já  quando  são  comparados  os  acumulados  nos  dois  anos,  enquanto  de  janeiro  a   setembro   de   2012,  o  setor  de  Comércio  e  Serviços  emplacou  um  saldo  positivo  de  8.927  novas  vagas,  este  ano  foram  7.484,  ou  seja,  1.443  postos  com  carteira  assinada  a  menos.

“Os  números  são  positivos  e  devemos  comemorá-­‐los.  Mas  não  tenho  dúvidas  de  que  estes  1.443  postos  a  menos  que  no  ano  passado,  no  acumulado  do  ano,  se  devem  aos  fatores  que  vimos  pontuando  há  alguns  meses,  entre  eles  a  escassez  de  investimentos  públicos  e  a  crise  da  atividade  turística.  São  pontos  que  afetam  diretamente  todo  o  nosso  setor”,  afirma   o  presidente  da  Fecomércio  RN,   Marcelo  Queiroz.

Ele  ressalta,  no  entanto,  os  números  de  setembro  que,  no  entender  dele,  sinalizam  um  período  de  retomada  do  ritmo  de  novas  contratações.  Queiroz  lembra,  ainda  que  somente  em  contratações  temporárias  deverão  ser  abertas  cerca  de  6  mil  vagas  no  comércio,  até  dezembro.

O  saldo  positivo  do  setor  de  Comércio  e  Serviços  em  setembro  foi  o  melhor  do  ano  de  2013  até  agora,  superando  os  1.597  empregos  registrados  como  saldo  em  agosto  e  os  1.054  emplacados  em  março.  “Encerramos  2012  com  um  saldo  positivo  de  11.621  novos  empregos  gerados  pelo  setor  de  Comércio  e  Serviços.  A  três  meses  do  final  do  ano,  faltam  4.137  para  igualarmos  este  números.  Isso  dá  uma  média  em  torno  de  1.300  novos  postos  por  mês,  de  saldo,  até  dezembro.  Não  vai  ser  fácil,  mas  acredito  que  conseguiremos  pelo  menos  igualar  o  número  de  2012,  o  que  será  uma  grande  conquista”,  avalia  Marcelo  Queiroz.