O deputado Rogério Marinho em entrevista nesta terça-feira (28), ao jornalista Diógenes Dantas, do Jornal 96 FM, confirmou o que o Deputado Henrique Alves tinha antecipado semana passada. Que o PSDB vai se coligar com PMDB nas eleições deste ano e vai apoiar o nome que o PMDB indicar, no caso, hoje, o ex- senador Fernando Bezerra.
Ainda na entrevista, instigado pelo jornalista para saber qual preferia entre Wilma e Fátima para o senado, o deputado apontou preferência por Wilma e o PSB, assim, ampliando a aliança que vem se desenhando desde o fim do ano passado.
A posição de Rogério só vem reafirmar que os entendimentos para a coligação PMDB, PSDB, PSB, DEM e outros partidos andam avançadas. Desta forma, vem se confirmar o que todos têm visto: que o PT não vai ter espaço nessa coligação. Parece que Fátima Bezerra vai ter que procurar outro candidato para ser seu candidato a Governador se realmente quiser ir para o Senado.
Na tentativa de reverter a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na região nordestina, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) foca seus esforços na caça a votos de eleitores indecisos e insatisfeitos com a atual gestão federal. A estratégia da campanha é reduzir a diferença na região, considerada um reduto petista para consolidar a liderança na contagem nacional da votação marcada para este domingo (25)
Para otimizar o alcance, a mobilização foi dividida entre o próprio presidenciável e seus principais aliados. Enquanto Flávio cumpriu agenda em Fortaleza na quarta-feira (21), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) assumiu a linha de frente de atos de rua pelo Nordeste, passando por capitais como Salvador, Teresina e Aracaju, com caminhadas previstas no Recife nesta quinta (22) e novamente em Fortaleza na sexta-feira (23), ao lado do deputado federal André Fernandes (PL-CE).
Os eventos de rua, impulsionados por trios elétricos sob o nome de “Bloquinho do 22”, mantêm a base engajada nas ruas enquanto Flávio se prepara para o debate da TV Globo. Paralelamente, nas redes sociais, Nikolas Ferreira lidera uma frente voltada a eleitores indecisos, explorando pautas sobre dificuldades econômicas e promessas não cumpridas pelo governo federal na região.
Na tentativa de reverter a desvantagem no primeiro turno das eleições presidenciais frente ao senador Flávio Bolsonaro (PL), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou uma petição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizando a quebra de seus próprios sigilos fiscal e telefônico, além de desafiar o adversário a adotar a mesma medida. No entanto, uma análise detalhada da peça jurídica e avaliações de criminalistas apontam que a promessa se resume a um gesto político, sem viabilidade técnica ou efeitos práticos. O caso está sob a relatoria do ministro André Mendonça no TSE.
“A oferta de Lula de abrir seu sigilo e de seus familiares é gesto de efeito, sem conteúdo prático. O sigilo de Lulinha já foi quebrado por ordem do STF”, avaliou o criminalista Sérgio Rosenthal à Coluna do Estadão. Para o especialista, o foco deveria se voltar a pedidos voluntários de assessores próximos e familiares investigados. Vale lembrar que, publicamente, é de conhecimento geral que o presidente não utiliza telefone celular pessoal, sendo seus contatos intermediados pela primeira-dama, Janja da Silva, e por seu assessor Marco Aurélio Ribeiro (Marcola).
O professor de Direito Alexandre Zamboni também destacou as fragilidades da iniciativa. Em suas redes sociais, o jurista resumiu o problema: “Antes de redigir qualquer petição, responda três perguntas: o que você quer que o juiz faça, com base em qual norma, e dentro de qual processo. A petição de Lula ao TSE sobre os sigilos dele e de Flávio Bolsonaro tropeça nas três”.
Os sete pontos que invalidam a petição
Juristas e especialistas apontam sete falhas fundamentais que comprovam a ineficácia jurídica da medida:
Autonomia de dados: Lula não precisa do TSE para abrir suas próprias informações. A legislação brasileira garante que qualquer cidadão pode tornar públicos seus extratos e declarações quando desejar.
Impossibilidade de expor terceiros: Assinada apenas pelo presidente, a petição menciona a exposição de dados da esposa e dos filhos. No entanto, o ordenamento jurídico impede que uma pessoa abra mão de direitos fundamentais de terceiros sem autorização expressa deles.
Ausência de processo formal: A Justiça Eleitoral só pode determinar a quebra de sigilos no escopo de uma investigação ou ação judicial em andamento, e não por meio de um pleito isolado e desvinculado de autos oficiais.
Falta de indícios materiais: Para exigir a quebra de sigilo de um adversário político, a lei demanda indícios concretos de prática ilícita. O Supremo Tribunal Federal (STF) já pacificou o entendimento de que reportagens jornalísticas isoladas são insuficientes como justificativa.
Condicionante suspensiva: A proposta de Lula está atrelada à concordância de Flávio Bolsonaro. No Direito, um pleito judicial não pode ficar subordinado à vontade ou à decisão voluntária de terceiros.
Incompatibilidade institucional: O TSE e seu portal oficial (DivulgaCandContas) destinam-se exclusivamente à publicidade de dados de candidaturas e contas eleitorais, não havendo previsão legal para o tribunal atuar como repositório de extratos bancários de cidadãos.
Inutilidade prática: Caso o adversário aceite o desafio, ambos podem publicar seus dados de forma independente, sem acionar a Justiça. Se recusar, o pedido perde o objeto. Diante de qualquer um dos cenários, o TSE não possui matéria jurisdicional a decidir, caminhando o caso para o arquivamento.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), utilizou pela primeira vez a chamada Lei Antifacção para pedir o confisco de R$ 190,3 milhões ligados a redes criminosas do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV). A ofensiva judicial ocorreu na terça-feira (20) e mira suspeitos envolvidos em tráfico internacional de drogas, contrabando de cigarros e agrotóxicos, além de lavagem de dinheiro.
Ao todo, a Procuradoria-Geral da União protocolou quatro ações civis em varas da Justiça Federal localizadas em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Paraná. Por estarem sob segredo de Justiça, ainda não há confirmação pública sobre eventuais decisões cautelares determinando o bloqueio das quantias e patrimônios apontados.
Estrutura das ações e alvos
Segundo dados divulgados pela AGU em nota oficial, a atuação foi dividida em duas frentes principais:
Eixo PCC (R$ 82 milhões): Três processos miram 87 réus investigados por participação em grupos criminosos vinculados ao PCC. As atividades ilícitas envolvem um esquema de contrabando de cigarros paraguaios e defensivos agrícolas proibidos no território nacional.
Eixo Tráfico Internacional e CV (R$ 108,2 milhões): Um quarto processo busca reaver recursos oriundos do tráfico internacional de cocaína com destino à Europa e esquemas de lavagem de capitais. O órgão informou ter identificado conexões entre os alvos e um integrante do Comando Vermelho, embora não haja comprovação de vínculo formal com a organização.
O diferencial da nova legislação
Sancionada pelo presidente Lula em março, a Lei Antifacção permite o confisco de bens e ativos de origem ilícita por meio da esfera civil, como fez a AGU, sem a exigência de uma condenação criminal prévia transitada em julgado.
Com esses instrumentos, os procuradores federais conseguem rastrear recursos ilícitos e acionar o Judiciário para alcançar não apenas os executores dos crimes, mas também financiadores, empresas de fachada, familiares e ‘laranjas’ utilizados na ocultação de patrimônio.
“O caráter inovador da iniciativa está na utilização de instrumentos de natureza civil para atingir diretamente o patrimônio e as estruturas financeiras que sustentam as atividades criminosas, complementando a atuação dos órgãos de investigação e persecução penal”, destacou a AGU em nota.
O trabalho de mapeamento financeiro e fundamentação das ações contou com o apoio e o compartilhamento de dados estratégicos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Ministério da Fazenda e da Controladoria-Geral da União (CGU).
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) mobilizou uma multidão na noite de quarta-feira (21), um ato em apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) no Centro de São Luís (MA). O evento, batizado de “Bloquinho 22” foi organizado pelos parlamentares eleitos pelo maranhão Mariana Carvalho (PL-MA) e Aldir Júnior (PL-MA).
Além da presença do deputado mineiro, a manifestação também contou com a participação do senador eleito Lahesio Bonfim (Novo-MA) e de outras lideranças políticas da região.
A concentração teve início às 18h na Praça Maria Aragão. De lá, o grupo seguiu em caminhada pela Avenida Beira-Mar, integrando a agenda de campanha de Flávio Bolsonaro para a reta final do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo (25). Na disputa, o candidato do PL enfrenta o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição.
[VÍDEO] “PT, TCHAU!” A quatro dias do 2º turno, Flávio Bolsonaro reúne multidão em comício na Arena Castelão, em Fortaleza https://t.co/15eqLWV6gO https://t.co/biJWaRdVhi
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) realizou um comício em frente à Arena Castelão, em Fortaleza (CE), na noite desta quarta-feira (21). O ato integra a reta final da agenda de campanha do candidato pelo Nordeste, a quatro dias da votação do segundo turno, agendada para este domingo (25).
Um vídeo divulgado pelo apoiador e deputado federal eleito pelo Ceará, André Fernandes, uma multidão é estimulada a dar tchau ao Partido dos Trabalhadores. “PT, Tchau, PT, Tchau”, ecoou a multidão bolsonarista.
Também pelas redes sociais, o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro compartilhou registros de apoiadores reunidos no local do evento. “Isso é Fortaleza! Meu Deus, tá lindo!”, publicou.
O comício contou com a presença de lideranças locais do partido, incluindo o deputado federal eleito André Fernandes, presidente do PL no Ceará, e seu pai, Alcides Fernandes, que disputou a vaga ao Senado pelo estado e terminou em quarto lugar na apuração do primeiro turno.
Comentando os desdobramentos do segundo turno da eleição presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), a senadora eleita pelo Rio Grande do Norte, Samanda de Lula (PT) avaliou que o movimento político ligado à oposição perderá força caso seja derrotado nas urnas.
Em declaração ao jornal Estadão, a parlamentar potiguar destacou que a campanha governista tem intensificado o diálogo direto com os eleitores por meio de manifestações espontâneas e conversas individualizadas no estado. Como exemplo, citou abordagens cotidianas para convencer eleitores indecisos a apoiarem a reeleição do petista.
“O bolsonarismo, não sendo vitorioso, o que não será, vai acabar. Não vai ter mais a chance de eles virem a assumir a Presidência da República do momento [atual]”, afirmou Samanda. Para a senadora, uma nova derrota representará o encerramento de um ciclo, abrindo espaço para um novo momento político no país.
A parlamentar também criticou a gestão anterior em relação ao diálogo com as demandas sociais e ao investimento em universidades públicas, demonstrando otimismo quanto à virada do cenário eleitoral tanto no âmbito nacional quanto no Rio Grande do Norte.
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na noite de quarta-feira (21), uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) contra o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). O processo pede a cassação da chapa do parlamentar e de seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL), além da análise do pedido em caráter de urgência.
Na petição, a coligação petista acusa a candidatura adversária de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.A defesa de Lula argumenta que o abuso midiático decorre da centralidade e do grande alcance das plataformas digitais na sociedade atual. Já o abuso de poder econômico estaria configurado no uso de “estruturas empresariais de produção e distribuição de conteúdo” de alto custo financeiro, sem prestação de contas e com recursos provenientes de fontes vedadas pela legislação eleitoral.
De acordo com a ação, a infraestrutura privada de empresas de tecnologia, incluindo mecanismos de recomendação algorítmica, ferramentas de inteligência artificial generativa e sistemas de revisão de anúncios de redes como Instagram, Facebook, WhatsApp e X passou a atuar de forma “reiterada e convergente” para beneficiar a chapa do PL em prejuízo da candidatura do PT.
O documento sustenta ainda que o caso envolve riscos à soberania nacional e à integridade do processo democrático. A petição pontua que as plataformas envolvidas estão sediadas nos Estados Unidos, cujo governo declarou apoio público a Flávio Bolsonaro e destaca manifestações recentes do controlador da Meta em oposição a decisões do Judiciário brasileiro.
Em julho, durante discurso aqui no Rio Grande do Norte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou a lei eleitoral como uma “papagaiada desgraçada”, criticando as amarras impostas pela legislação durante o período de campanha. Apesar das restrições legais que proíbem gestores públicos de conceder benesses na véspera do pleito, como pagamento de emendas, doações e inauguração de obras, a reta final das eleições foi marcada por uma série de anúncios e liberações de recursos pelo Planalto.
A duas semanas do primeiro turno, o governo anunciou um reajuste de 15% no Bolsa Família. Nos dias seguintes, assinou a proibição das ‘bets’, lançou o Desenrola 3.0 para compra de dívidas de inadimplentes e incluiu a distribuição de canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
No segundo turno, as atenções se voltaram aos microempreendedores individuais (MEIs). Após o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, liderar a votação no primeiro turno, Lula apresentou um pacote focado no segmento, prevendo inclusive o perdão total de dívidas tributárias. Já a quatro dias da votação decisiva, o presidente assinou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para garantir tarifa zero no transporte público aos domingos e feriados, propondo alocar R$ 12 bilhões de emendas parlamentares para financiar a medida a partir de 2027.
Com os novos anúncios, os valores destinados a ações e incentivos governamentais no ano eleitoral alcançaram R$ 405 bilhões, segundo o Gastômetro, ferramenta inédita desenvolvida pelo jornal Estadão para monitorar os desembolsos do governo federal em tempo real. O indicador acompanha a evolução constante dos gastos, que tendem a crescer à medida que novas medidas são aprovadas.
Contraponto e estrutura dos gastos
Em nota enviada após a publicação do monitoramento, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) contestou o caráter eleitoral das medidas. Segundo o órgão, os repasses tratam-se de ações essenciais para manter jovens nas escolas, combater o crime organizado, preservar empregos e empresas, conter a inflação e mitigar os efeitos de calamidades ambientais intensificadas pelo fenômeno El Niño.
A maior fatia do montante levantado envolve programas de crédito e subsídios para setores econômicos e categorias profissionais, como caminhoneiros e motoristas de aplicativo, além de isenções e financiamentos habitacionais. O levantamento contabiliza ainda: renúncias de receita:
Renúncias de receita: redução da arrecadação federal com isenção do Imposto de Renda para rendas de até R$ 7 mil mensais.
Aumento de benefícios sociais: ampliação do orçamento do Bolsa Família, Pé-de-Meia e Gás do Povo.
Publicidade institucional: expansão das despesas de divulgação oficial do governo.
Iniciativas fora do Orçamento: modalidades do Desenrola Brasil financiadas por fundos com participação da União e o programa Luz do Povo, que concede gratuidade na conta de luz para famílias de baixa renda por meio do rateio do custo entre os demais consumidores.
O último Piseiro do 13 em João Câmara foi histórico. Uma grande multidão tomou as ruas da cidade nesta quarta-feira (21) em uma demonstração de apoio ao presidente Lula e ao candidato ao Governo do Estado, Cadu de Lula.
A mobilização também foi marcada pelo reconhecimento às parcerias que têm contribuído para o desenvolvimento de João Câmara, com ações dos governos Estadual e Federal em diversas áreas,
como investimentos no Hospital Regional, a retomada do atendimento oncológico, a chegada do Corpo de Bombeiros, novas viaturas e agentes de segurança, além de ônibus, tratores, ambulâncias, veículos para a assistência, moradias, UBS, creche, CAPS.
Para a prefeita Aize Bezerra, a presença do povo nas ruas reforça o que já viu no primeiro turno: o povo votando em quem faz pela cidade.
“João Câmara reconheceu o time que ajuda a cidade. E eu acredito que, neste segundo turno, o nosso povo vai continuar com esse senso de gratidão e dar mais uma vez a maioria a Lula como Presidente e Cadu de Lula para Governador”, afirmou a prefeita.
Aize também reforçou que a escolha no segundo turno representa a continuidade das parcerias e dos investimentos que vêm beneficiando o município.
“João Câmara não pode retroceder. É hora de continuar avançando”, destacou.
O Tribunal de Contas da União (TCU) acendeu um alerta vermelho sobre a execução de projetos federais ao identificar indícios de irregularidades graves em 15 das 24 obras públicas fiscalizadas no âmbito do Fiscobras 2026. O resultado do levantamento, que abrangeu um volume de aproximadamente R$ 6,1 bilhões em recursos, foi aprovado por unanimidade pelo plenário da Corte.
As auditorias revelaram que 62,5% dos empreendimentos analisados apresentam problemas sérios, todos sob a alçada de repasses do governo Lula. O caso de maior gravidade concentra-se no Metrô de Teresina, no Piauí — obra que recebeu cerca de R$ 500 milhões do Executivo federal e acumulou indícios de sobrepreço e duplicidade de itens no orçamento contratado, gerando um potencial prejuízo estimado pelos auditores em R$ 40,72 milhões.
O Tribunal determinou o envio imediato das informações consolidadas à Presidência do Congresso Nacional e à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), escancarando a falta de rigor na execução de bilhões em verbas públicas na reta final da gestão.
Comente aqui