Economia

Economia cresce, balança comercial tem superávit e FGV confirma previsão de alta do PIB

Foto: AGÊNCIA BRASIL/MARCELLO CASAL JR.

A penúltima semana de setembro começa com números positivos para a economia brasileira. Logo no início da segunda-feira (19), o Boletim Focus, divulgado pelo BC (Banco Central), mostrou que o mercado financeiro continuou a melhorar as estimativas de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) em 2022, que saltou de 2,39% para 2,65%. O Monitor do PIB, apurado pela FGV (Fundação Getulio Vargas), indicou um crescimento da atividade econômica, em julho, de 0,6% em relação ao mês anterior.

Na comparação com julho de 2021, a economia evoluiu 3,1%, enquanto, no trimestre móvel encerrado em julho, a expansão foi de 3,3%. Em termos monetários, a estimativa é que o acumulado do PIB até julho de 2022 tenha alcançado, em valores correntes, R$ 5.482.820.

Esse resultado confirma o crescimento da economia brasileira, que foi de 1,2% no segundo trimestre do ano, na comparação com os primeiros três meses de 2022, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no início do mês.

Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, afirma que o crescimento do PIB em julho refletiu o desempenho positivo da indústria e do setor de serviços no que diz respeito à oferta. “Serviços estão realmente puxando a economia. Mas, quando a gente olha pelo lado da demanda, o consumo está mais ainda impositivo”, avalia.

Para ela, os dados de julho indicam que o desempenho da economia se deve ao consumo, um padrão observado ao longo do ano. Para o segundo semestre, já se esperava o início de uma desaceleração, mas os números de julho sinalizam que a economia ainda está aquecida pelos serviços, explica, ao destacar a existência de uma demanda reprimida.

“A gente tem a expectativa de desaceleração por causa do patamar elevado de juros, mas julho ainda não mostrou isso se concretizando. Então, não sabemos em que momento vai desacelerar”, fala a economista da FGV. A expectativa, diz, é que ela ocorra ainda no segundo semestre e, mais forte ainda, em 2023. “Já neste ano, a gente pode sentir essa desaceleração. Mas, por enquanto, os números não estão mostrando isso”.

Balança comercial

Já a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,732 bilhão na terceira semana de setembro de 2022, no período entre os dias 12 e 18, segundo dados divulgados pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) do Ministério da Economia. O valor alcançado com exportações foi de US$ 7,791 bilhões e, com importações, de US$ 6,058 bilhões.

Em setembro, o resultado comercial acumula superávit de US$ 3,674 bilhões. A média diária das exportações nesse período registrou aumento de 34,2%, com alta de 59,8% em agropecuária, crescimento de 36,8% em indústria da transformação e de 10,5% na indústria extrativa. No ano, o saldo é positivo em US$ 47,550 bilhões.

As importações subiram 27,4%, também pela métrica da média diária, com aumento de 22,2% em agropecuária, alta de 34,7% na indústria extrativa e de 27,3% na indústria da transformação.

Bens e serviços

Sobre o Boletim Focus, a melhor projeção de crescimento do PIB veio após a divulgação dos dados de atividade de julho, de acordo com o BC. A elevação de 2,65% na estimativas contra 2,02% na alta de um mês atrás é a 12ª alta seguida, Para a expansão do PIB em 2023, por enquanto ainda se espera 0,50%, ante 0,39% de um mês antes.

O Focus mostrou redução na projeção para o crescimento do PIB em 2024, de 1,80% para 1,70%. Para 2025, a mediana foi mantida em 2,00%. Quatro semanas atrás, as taxas eram de 1,80% e 2,00%, respectivamente.

R7

Opinião dos leitores

  1. O trabalho será longo, árduo e penoso, mas com força e resiliência vamos extirpar esse mal que se chama corrupção. Força e fé, minha gente!

  2. Essas notícias arrasa a claque petista, tudo que eles não desejam está acontecendo com o Brasil.

  3. Chora esquerdalhas! Apesar da precisa contra de vcs, os números da economia continuam a surpreender o mercado. Brasil, sob o comando do governo Bolsonaro, foi um dos primeiros países a voltar a crescer e gerar emprego e renda. O país tornou-se exemplo para o mundo.

  4. Tudo culpa do Bolsonaro. Nunca vi um cara pra procurar tantos problemas pra ser acusado. Acho que vou votar no ex-presidiário. Não estou gostando desse Brasil prosperarando, sendo exemplo para o mundo.

  5. O Brasil ao contrário de muitos países do mundo é auto suficiente em energia, alimento, recursos naturais, e sem tantos desastres ambientais, isso nos afasta de uma crise energética como a que se prevê para Europa nesse inverno rigoroso que se aproxima. Logo temos uma facilidade grande de superarmos crises, infelizmente vivemos a mercê de gestores corruptos e irresponsáveis, que sempre estão nos empurrando pra o abismo. Mas, vai chegar o dia que iremos perceber e distinguiremos o político canalha, e assim iremos extirpando-os de nossas vidas, pra dá lugar a um gestor decente e sem mácula nenhuma de corrupção, mas sim com propósitos de interesse do coletivo brasileiro, e aí viraremos essas páginas necrosadas que insistimos em mantê-la nas nossas vidas

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Judiciário

Justiça Federal nega liminar que tentava suspender concessão do Complexo da Redinha

Foto: Reprodução 

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte indeferiu o pedido de tutela de urgência solicitado pelo Ministério Público Federal (MPF) na Ação Civil Pública que questiona a concessão do Complexo Turístico da Redinha à iniciativa privada, realizada pelo Município de Natal.

A decisão, proferida pelo juiz federal Janilson Bezerra de Siqueira, da 4ª Vara Federal, analisou os argumentos do MPF, que alegava violações aos direitos territoriais, culturais e econômicos da comunidade tradicional da Redinha. Segundo o MPF, o município não realizou a Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI), prevista na Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), antes da aprovação da Lei Municipal nº 7.741/2024, que regulamenta a concessão do complexo.

Na ação, o MPF aponta impactos como o desalojamento de comerciantes, demolição de quiosques, alterações nas rotas de embarcações de pesca artesanal e risco de gentrificação que ameaça a preservação dos modos de vida tradicionais da comunidade pesqueira e ribeirinha local.

*Argumentos da Prefeitura*

O Município de Natal, por sua vez, sustentou que não há risco iminente que justifique a medida urgente, pois as obras foram iniciadas em 2021 e já se encontram em fase avançada. Argumentou, ainda, que a paralisação causaria prejuízo ao erário, afetando recursos públicos federais já investidos no projeto.

Além disso, a prefeitura defendeu que não há comprovação formal de que a comunidade local se enquadre como “comunidade tradicional” nos termos do Decreto nº 6.040/2007 e da própria Convenção nº 169 da OIT.

*Fundamentação do Juízo*

Na decisão, o magistrado reconheceu que a discussão sobre o controle de convencionalidade, isto é, a compatibilidade da lei municipal com tratados internacionais, é legítima e pode ser feita pelo juízo de primeiro grau. Contudo, ao avaliar os requisitos para concessão da liminar, entendeu que não ficou comprovada a urgência nem o perigo de dano irreparável.

O juiz destacou que as obras estão em estágio avançado, sendo iniciado em 2021, o que enfraquece o argumento de contemporaneidade do risco. Além disso, apontou a possibilidade de “risco reverso”, ou seja, que a paralisação poderia gerar prejuízo ao interesse público, aos cofres públicos e à própria coletividade.

Com o indeferimento da liminar, o processo segue para a fase de instrução. O magistrado determinou a intimação do Município de Natal para apresentar defesa e manifestar-se sobre a possibilidade de composição consensual. Na sequência, o MPF também deverá se manifestar e indicar as provas que pretende produzir.

Justiça Potiguar

Opinião dos leitores

  1. A verdade é que nas condições impostas pela prefeitura esse MERCADO É UM MICO GIGANTE. De um lado a prefeitura querendo tudo de primeiro mundo, serviço, limpeza e manutenção primorosa, o que é salutar, mas tem seu custo, que não é barato, por outro lado, coloca ex-barraqueiros acostumados a não pagar nada e querer tudo de graça da prefeitura, como locatários, e no meio o futuro permissionário vai vai tentar operar milagre,pois só de condomínio e taxas, o valor por quiosque não fica por menos 5 mil reais. Portanto, do jeito que querem isso nunca vai prosperar e vai ficar encalhado igual o mercado das rocas.

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Geral

Farmácias começam a reter receita de canetas emagrecedoras nesta segunda-feira (23)

Foto: Reprodução/RECORD

A partir desta segunda-feira (23), farmácias e drogarias de todo o país passam a ser obrigadas a reter a receita médica na venda das chamadas canetas emagrecedoras, como Ozempic, Saxenda e Wegovy, medicamentos usados em tratamento contra obesidade e diabetes.

A nova exigência da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem como objetivo conter o uso indiscriminado desses remédios.

Apesar de serem considerados medicamentos de tarja vermelha, o consumidor conseguia comprá-los sem prescrição médica. Com a nova regra, os farmacêuticos ficarão com o documento no ato da compra, visando um controle maior na comercialização dos produtos.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em abril, mas só passa a valer oficialmente a partir desta segunda. Por unanimidade, a agência entendeu que a retenção é necessária para aumentar o controle do uso desses medicamentos e proteger a saúde coletiva do “consumo irracional” dos emagrecedores.

A decisão vale para todos os medicamentos à base de semaglutida (caso do Ozempic e do Wegovy) e liraglutida (como o Saxenda), substâncias que passaram a ser consumidas em larga escala por pessoas interessadas em emagrecer, mesmo sem diagnóstico de obesidade ou diabetes.

Nos últimos anos, o uso dessas canetas injetáveis se espalhou pelas redes sociais, impulsionado por celebridades, influenciadores e vídeos que prometem resultados rápidos.

Com isso, aumentou a preocupação de especialistas sobre o uso sem acompanhamento médico, já que os medicamentos podem causar efeitos adversos e não são indicados para todos os perfis.

Efeitos colaterais

Entre os possíveis efeitos colaterais, estão náuseas, vômitos, dor abdominal, além de riscos mais graves, como pancreatite. A própria bula dos produtos alerta que o uso deve ser feito com prescrição e orientação médica, dentro de um plano de tratamento.

Além da retenção da receita, a nova regra também estabelece que os produtos passem a ser vendidos sob controle especial, com tarja preta ou vermelha, como já acontece com antibióticos e outros medicamentos sujeitos a regras mais rígidas.

56% de brasileiros utilizam Ozempic para perda de peso

Pesquisa do Instituto Datafolha realizada com 812 entrevistados em fevereiro de 2025 mostrou que 45% dos usuários de remédios como Ozempic já compraram esses medicamentos sem prescrição médica. Do percentual, 73% revelaram que não tiveram orientação médica, enquanto 25% passaram por algum profissional.

O levantamento também mostrou que 56% dos entrevistados utilizam o medicamento para perda de peso, sendo que desse percentual, 37% possuem IMC (Índice de Massa Corporal) considerado normal.

R7

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Emprego

Brasil tem a maior queda no desemprego entre países do G20, mostra estudo

Foto: AFP

O Brasil lidera o ranking de países do G20 em recuo da taxa de desemprego. O país saiu de um índice de 13,1% de desempregados em agosto de 2021, para 8,9% no mesmo mês deste ano, registrando uma queda de 4,2 pontos percentuais.

A lista elaborada pela Austin Rating, a pedido do CNN Brasil Business, traz o Brasil em primeiro lugar, seguido pela Espanha (-2,2 p.p.), Turquia (-2,1 p.p.), Canadá (-1,7 p.p.) e Estados Unidos (-1,5 p.p.).

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 8,9% no trimestre encerrado em agosto, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O número representa uma queda de 0,9 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior, terminado em maio, e é o menor patamar desde o trimestre encerrado em julho de 2015 (8,7%).

Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, ressalta essa diminuição na taxa de desemprego e projeta novas quedas até o final do ano. “Agora é um período sazonal em que se contrata muito e por isso prevemos que a taxa chegue a 8% em dezembro”, prevê o responsável pelo ranking.

Em termos de queda, o Brasil foi o país que mais recuou em pontos percentuais. Agostini explica que isso acontece porque o Brasil tem uma volatilidade no emprego muito forte. “O avanço na vacinação proporcionou uma retomada econômica, principalmente no setor de serviços, do meio deste ano até agora. Este setor está crescendo muito e gerando bons empregos”, destaca.

Reflexo da pandemia

Na visão de Bruno Imaizumi, economista da LCA Consultores, se comparar os países com a maior taxa de desemprego, o Brasil está entre eles, ou seja, existe um espaço para uma queda acentuada. “Mesmo com esse recuo no índice, o nível de desemprego no país ainda está entre os maiores do G20”, aponta.

Imaizumi explica que esse fenômeno de quedas nas taxas de desemprego não é exclusivo no Brasil, apesar de ser o que está recuando com mais força. “Uma das causas mais importantes para essa queda é a retomada da pandemia e a aceleração da vacinação, que cobriu uma parcela da população adulta no segundo semestre de 2021. Foi nesse período que as atividades mais dependentes de circulação de pessoas sinalizou uma retomada nas vagas de emprego”, explica.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. 🇧🇷 2️⃣2️⃣ Para os zumbis isto não interessa porque não conseguem alcançar a importância deste fato, irão falar que o salário está baixo a cebola está custando 10 “contos”, o leite custando 8 “contos”.2️⃣2️⃣🇧🇷

  2. NUNCA FOI TÃO FÁCIL REELEGER UM PRESENTE. BRASIL, EXEMPLO PARA O MUNDO. BOLSONARO, SEM MEDO DE SER FELIZ!!!!!

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Economia

Vendas do varejo e postos de trabalho do RN apresentam queda em janeiro

O IBGE divulgou, nesta quinta-feira (10), os dados das vendas do Comércio Varejista Ampliado no mês de janeiro. O Rio Grande do Norte registrou uma retração de 5,9%, sobre janeiro de 2021, fazendo este mês o pior janeiro para a vendas do comércio potiguar desde 2016 (-12,4%).

O desempenho do RN foi o segundo pior do Nordeste e ficou abaixo também da média nacional (-1,5%). Com este resultado, as vendas do comércio no estado seguem em queda há sete meses. No acumulado dos últimos 12 meses, há um crescimento de 2,3%.

De acordo com análise do Instituto Fecomércio RN, uma combinação de indicadores refletiu negativamente no potencial de consumo dos potiguares. Entre os destaques, o diretor de Inovação e Competitividade da Federação, Luciano Kleiber, apontou o elevado percentual de desempregados (12,7% ou 194 mil pessoas); os altos índices de endividamento (90,7%) e inadimplência (40,8%) das famílias; redução da renda (-7,5% em um ano); e inflação em alta (10,06% no ano passado com algumas inflações específicas, como a da cesta básica, por exemplo, chegado a 20% no período).

Nem mesmo a clara recuperação do setor de turismo e eventos (aumento de quase 50% na taxa de ocupação dos hotéis e pousadas na última alta estação e a realização de grandes eventos no estado) foi suficiente para, com o movimento turístico aquecido, compensar a redução no consumo dos norte-rio-grandenses.

Além desses dados, o IBGE também revisou o crescimento de vendas acumulado em 2021 no Varejo Ampliado potiguar, de 2,3% (divulgado em janeiro) para +2,5%.

EMPREGO 

O Rio Grande do Norte encerrou o mês de janeiro com um saldo negativo de -2.430 vagas de emprego formal. O número representa 1.412 vagas perdidas a mais do que em dezembro (-1.018). Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira, 10.

Quando comparado a janeiro de 2021, o estado registrou saldo positivo de 1.815 vagas, sendo este o pior desempenho para o mês desde 2017, quando janeiro teve 2.955 vagas perdidas.

O setor de Comércio (-1.039 vagas) teve um desempenho pior tanto em relação a dezembro (+380), quanto em relação a janeiro de 2021 (+527). Já o setor de Serviços, gerou este ano +1.184 vagas com carteira assinada, um incremento de 867 empregos em relação ao número de dezembro (+317). Mas, na comparação com janeiro do ano passado, o saldo representou uma redução de 191 postos. Setores como Indústria e Agropecuária também registraram queda, -1.528 vagas e -1.323, respectivamente.

O salário médio de admissão em janeiro ficou em R$ 1.920,59, o que trouxe um incremento de 6,38% sobre o número de dezembro (R$ 1.805,35). Este valor do salário do mercado formal ficou cerca de R$ 20 abaixo do salário médio do mercado como um todo (que engloba também os informais e é medido pelo IBGE): R$ 1.940.

O salário médio de admissão em janeiro de 2022 ficou R$ 160,45 mais alto do que em janeiro de 2021 (R$ 1.760,14). A diferença representa um incremento de 9,11%.

Segundo o Instituto Fecomércio RN, o fechamento de vagas em janeiro não era esperado e foi claramente puxado pelo baixo desempenho dos setores de Comércio e Indústria, uma vez que o saldo negativo no setor Agropecuário já era esperado e ficou muito próximo do que foi registrado em janeiro de 2021 (estas demissões se devem ao início do período de entressafra, sobretudo de frutas). A entidade aponta que as vagas perdidas no comércio estão em sintonia com o movimento de queda nas vendas identificado pela Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE (-5,9%).

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Geral

Após novo Plano Diretor, Natal emite 81 licenças e projetos somam R$ 2,4 bilhões

Foto: Adriano Abreu

Desde março de 2022, quando entrou em vigor o novo Plano Diretor de Natal (PDN), a Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) emitiu 81 licenças para a construção de empreendimentos com base nas novas prescrições urbanísticas. Esses empreendimentos somam, de acordo com Thiago Mesquita, titular da pasta, R$ 2,4 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV). O VGV é uma métrica utilizada para calcular o montante total que será arrecadado com as vendas de cada unidade. As regiões Leste e Sul da cidade continuam sendo as de maior interesse, mas a zona Norte tem começado a despontar como área de bons investimentos, segundo Mesquita.

Ele detalha que cerca de 20 das 81 licenças emitidas são para construções naquela que é a região mais populosa de Natal. “São empreendimentos mais voltados ao Minha Casa, Minha Vida, responsáveis por investimentos significativos que pegam uma boa parcela do VGV, de R$ 2,4 bilhões. Isso mostra que realmente faltava para a zona Norte um plano diretor que pudesse manter o equilíbrio da preservação dos aspectos socioambientais e ao mesmo tempo desenvolver segurança para os investidores”, afirma o secretário.

Os bairros de Tirol e Petrópolis, na zona Leste, e Lagoa Nova, Capim Macio e Ponta Negra, na zona Sul, seguem como os locais de investimentos mais robustos dentro das novas prescrições, com equipamentos de uso multifamiliar. Para Thiago Mesquita, o cenário atual confirma a expectativa inicial em torno dos efeitos do novo Plano. “O PDN certamente é o mais moderno do País hoje. Ele tem todas as prescrições urbanas que favorecem tanto os aspectos socioambientais como também os de eficiência e desenvolvimento econômico. É um plano que consegue ser um grande instrumento de atrativo para quem quer investir em Natal”, assegura o gestor.

Quem atua nos setores imobiliário e da construção civil concorda que houve uma guinada no mercado local a partir da revisão do PDN. Wescley Magalhães, gerente da Moura Dubeux e Mood no RN avalia que o mercado da capital está carente de produtos, mas esta lacuna tende a ser revertida a partir de agora. “O Plano Diretor fecha um capítulo da história da cidade que envolve a crise econômica, iniciada em meados de 2015, e a pandemia, a partir de 2020, e permite uma nova geração de empreendimentos”, analisa.

“E essa nova geração é tocada pelo perfil de consumo, que mudou já que naturalmente esses empreendimentos têm características diferentes dos anteriores. Há espaço para Natal porque o estoque está pequeno e existe uma demanda reprimida por imóveis, o que nos anima a promover investimentos”, acrescenta o gerente da Moura Dubeux e Mood no RN.

Ricardo Abreu, da Abreu Imóveis, diz que o Plano Diretor significa um ‘reset’ para o lançamento de projetos inteligentes, os quais provocaram uma espécie de despertar no mercado local. Na imobiliária, as vendas de casas e apartamentos cresceram, até setembro de 2024, 50% em comparação com igual período do ano passado. “Isso é fruto do novo Plano Diretor, que deu um start e um reset com lançamentos de projetos inteligentes. O mercado voltou e Natal vive um bom momento de se ver”, analisa.

Reportagem completa na Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Isso é fruto de uma política pujante do Governo Federal!
    O MInha Casa, Minha Vida é a prova insofismável disso…
    O PLano Diretor sozinho ou num eventual Governo do inominável não seria suficiente para isso. Acordem!!!!

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Saúde

Governo reduz imposto de importação sobre medicamentos com risco de desabastecimento

Foto: Pixabay

A Camex (Câmara de Comércio Exterior), vinculada ao Ministério da Economia, anunciou nesta sexta-feira (17) a prorrogação da redução do imposto de importação sobre insumos relacionados ao combate da pandemia de Covid-19. Na lista, incluiu medicamentos com risco de desabastecimento, como ocitocina e neostigmina.

“Foram incluídos 13 novos insumos farmacêuticos/medicamentos, com base em recomendações do Ministério da Saúde”, afirmou a Camex, em nota.

No início de junho, entidades médicas enviaram ao Ministério da Saúde um alerta sobre o baixo estoque de cinco medicamentos de uso hospitalar e pré-hospitalar: dipirona, neostigmina, atropina, amicacina e ocitocina, todos injetáveis. As associações pediam que a pasta ajudasse na regulação do mercado.

Para a “lista Covid”, segundo o Ministério da Economia, o prazo que expiraria em 30 de junho foi estendido até o fim de 2022.

“Como resultado, continuará zerada a alíquota de uma ampla lista, composta por 645 produtos, que inclui medicamentos, equipamentos hospitalares, itens de higiene pessoal e outros insumos utilizados no enfrentamento à Covid-19”, disse.

Segundo representantes de associações médicas, a decisão irá ajudar a resolver parte do problema do baixo estoque de remédios. No entanto, ainda há medicamentos em falta que não apareceram na lista. Na próxima segunda-feira (20), membros das associações irão se reunir para mapear outros produtos que correm risco de desabastecimento.

O secretário-executivo do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), Mauro Junqueira, disse que os municípios e hospitais continuam com dificuldade para comprar tais medicamentos.

“Várias ações são importantes [para regular o mercado], como a importação desse produto e a proibição da exportação, que o Ministério da Saúde está discutindo para os produtos que estão em falta. Vamos aguardar para ver se resolve”, afirmou.

A “lista Covid” foi elaborada com o objetivo de incrementar a oferta de medicamentos destinados a combater a pandemia, bem como de máquinas e insumos utilizados para a fabricação nacional desses produtos. O objetivo é aumentar sua disponibilidade, diminuir os custos para o sistema de saúde brasileiro e para o cidadão.

Medicamentos como cloroquina, ivermectina e azitromicina continuam recebendo benefícios fiscais concedidos a produtos de combate ao coronavírus, embora tenham a eficácia descartada pela comunidade científica.

Os principais medicamentos que integram o chamado kit Covid se mantiveram em alta em 2021, com vendas que representam mais do que o dobro do registrado no período pré-pandemia.

Em janeiro, o Ministério da Saúde barrou a publicação de uma diretriz elaborada por especialistas que contraindicava o uso do kit Covid no SUS (Sistema Único de Saúde).

O texto não teria poder de proibir médicos de utilizarem o kit Covid, mas representaria um revés para as bandeiras negacionistas do governo Jair Bolsonaro (PL), pois seria uma orientação da Saúde contrária ao chamado tratamento precoce. Ou seja, ao uso de medicamentos sem eficácia.

Nesta sexta, a Camex também anunciou a redução na cobrança do imposto de importação sobre videogames e acessórios. O corte foi antecipado por Bolsonaro nas redes sociais na quinta (16). Segundo o presidente, a determinação entrará em vigor a partir de 1º de julho.

As alíquotas incidentes sobre as importações de partes e acessórios dos consoles e das máquinas de jogos de vídeo passarão de 16% para 12%, enquanto será zerada a cobrança do imposto sobre videogames com tela incorporada, portáteis ou não, e suas partes. Hoje, a tarifa cobrada é de 16%.

Essa é a quarta vez que o governo promove algum tipo de desoneração tributária para videogames. Em agosto de 2021, reduziu o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) desses produtos. Na época, as tarifas cobradas sobre consoles caíram de 30% para 20%.

Segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto a menos de quatro meses das eleições, Bolsonaro vem promovendo uma série de reduções em impostos. Em 23 de maio, a Camex aprovou um corte de 10% nas alíquotas do imposto de importação sobre itens básicos. Feijão, carne, massas, arroz e materiais de construção estavam entre os produtos incluídos na redução tarifária.

FolhaPress

Opinião dos leitores

  1. Vai ser de lavada 02/10 Bolsonaro Messias até 2026 e depois é Jair Renan Bolsonaro 2026-2034 depois é Dra Laura Bolsonaro e o Brasil igual ao Estados Unidos

  2. 🇧🇷O governo que mais zerou e reduziu impostos na história e ainda vai abrir uma cpi para investigação dos motivos nos constantes aumentos dos combustíveis e com certeza vai encontrar a participação dos vermelhos antipatriotas.🇧🇷

    1. O gado é esclerosado ou se faz
      A Petrobras agora é comunista
      🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤡🤡🤡🤡🤡

  3. Nada mais salva essa governo da morte.
    A única esperança para o Brasil se chama: LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
    Vai ser em dose única blog, dia 02/10.

    1. Nostradeu e dá, vc ou fumou maconha estragado ou é mau-caráter, com essa defesa ao maior bandido desse país, que é o pulha do Lula.

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Geral

Número de viagens feitas por brasileiros sobe 71% após pandemia, mostra IBGE

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

Os brasileiros fizeram, ao todo, 21,1 milhões de viagens em 2023. Esse número é 71,5% maior do que o registrado em 2021, durante a pandemia de Covid-19, quando foram realizadas 12,3 milhões de viagens. Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua — Turismo 2023, divulgada nesta sexta-feira (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2020, no primeiro ano da pandemia, foram feitas 13,6 milhões de viagens no país.

O levantamento mostra que apenas, no ano passado, em 15,3 milhões (19,8%) de domicílios particulares permanentes houve ocorrência de viagem de ao menos um morador. Esse número representa um aumento de 68,1% em relação a 2021, quando houve incidência de viagem em 9,1 milhões de lares brasileiros (12,7% do total).

Destino das viagens

Segundo o estudo, 97% das viagens foram feitas para dentro do país. Em 2023, foram realizadas 641 mil viagens internacionais, mais que o dobro do número registrado em 2020 (276 mil viagens) e mais de sete vezes o número observado em 2021.

A região Sudeste, a mais populosa do Brasil, foi a origem da maior parte das viagens feitas em 2023, com 45,9% do total das viagens, seguida pelo Nordeste, com 22%, e Sul, com 17,1%. O Centro-Oeste e Norte foram origem de 8,2% e 6,8%, respectivamente, das viagens realizadas no país.

Com relação ao destino das viagens, as regiões Sudeste (43,4%) e Nordeste (25,3%) apresentaram os maiores percentuais de destino das viagens. Na sequência, as regiões Sul (17,4%), Centro-Oeste (7,5%) e Norte (6,4%) apresentaram as menores participações.

Meio de transporte utilizado

Durante o período da pandemia de Covid-19, nos anos de 2020 e 2021, o percentual de viagens em meios de transporte não coletivos, como carro particular ou de empresa, com 57,5% e 57,2%, respectivamente, foram maiores que em 2023, quando este meio de transporte foi de 51,1%.

As viagens de avião que foram pouco superiores a 10% em 2020 e 2021, chegaram a 13,7% em 2023, bem como nas viagens de ônibus, que também apresentaram aumento no ano passado.

Viagens profissionais

As viagens profissionais para negócio ou trabalho, apesar do crescimento das ocorrências, apresentou redução na sua participação. Assim, em 2021, o país registrou 1,5 milhão de viagens para negócio ou trabalho, o que representava 87,7% das viagens profissionais. Em 2023, esse número chegou a 2,4 milhões, sendo esse valor 82,4% das viagens profissionais.

O IBGE informa que esse aumento ocorreu após o fim das restrições de viagens, estabelecidas por autoridades sanitárias ou assumidas pelas pessoas.

Já a redução da proporção é explicada pelo aumento das viagens para eventos e cursos para desenvolvimento profissional, outra subcategoria das viagens profissionais, que foi de 95 mil viagens (5,3%) em 2021, para 350 mil viagens (11,6%) em 2023, um aumento de 268,4%.

Viagens pessoais

Já entre as viagens de cunho pessoal, aquelas que tinham como motivo o lazer ou visita ou evento de familiares e amigos foram em média 71,5% do total de viagens no ano passado.

As viagens para tratamento médico ou consulta médica foram motivo de 19,8% do total das viagens em 2023, percentual muito próximo ao do ano de 2021 (19,6%) e um pouco maior que o percentual de 2020 (17,3%).

As viagens na categoria Outro foram 8,4% das viagens em 2023, percentual menor que em 2020 (11%) e em 2021, quando 9,3% das viagens tiveram esse motivo. Essa categoria abrange motivos como compras pessoais, curso, estudo ou congresso pessoal, religião ou peregrinação, bem-estar, entre outros.

Por que os brasileiros não viajam?

Em 2023, dos 62,1 milhões de domicílios em que não houve viagem, o motivo foi falta de dinheiro em 24,9 milhões (40,1%). Em 11 milhões, as pessoas alegaram falta de tempo (17,8%) e, em 11,8 milhões de lares (19,1%), os residentes não viram necessidade de haver viagem.

A pesquisa revelou, ainda, que em 62,1 milhões de domicílios não houve viagem. Se por um lado houve desinteresse, falta de necessidade ou outro motivo para os moradores de 19,4 milhões de domicílios, por outro, a demanda por viagens nos outros 42,7 milhões de domicílios foi reprimida pela falta de dinheiro, tempo, saúde ou por terem outra prioridade.

R7

Opinião dos leitores

  1. É o governo Lula trabalhando pra melhorar a vida do brasileiro…👏👏👏
    A boiada fica louca de inveja…kkkkk

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Saúde

Demência: duas cervejas por dia reduzem risco da doença, revela novo estudo

Foto: Unsplash

Uma ampla análise conduzida por pesquisadores de diversos países apontou que o consumo moderado de álcool entre pessoas com mais de 60 anos pode oferecer um efeito protetor contra a demência. Liderado por cientistas do Centro para Envelhecimento Saudável do Cérebro, da Universidade de New South Wales, na Austrália, o trabalho utilizou informações de quase 25 mil indivíduos que fizeram parte de 15 estudos epidemiológicos conduzidos em nações localizadas em todos os continentes. Os resultados foram publicados na revista científica Addiction.

Durante a análise, os pesquisadores observaram que entre aqueles que bebiam moderadamente, em comparação com os participantes que não ingeriam nada de álcool, houve uma incidência de casos de demência até 38% menor, dependendo da quantidade. Os pesquisadores compararam também aqueles que bebiam, mas largaram o álcool, com os que nunca tiveram o hábito de consumir as bebidas. Porém não houve diferenças significativas na incidência de quadros de demência entre esses dois grupos.

Os cientistas concluíram que beber uma quantidade de até 40 gramas por dia de álcool, acima dos 60 anos, de fato está associado a um risco menor para o comprometimento cognitivo. Porém, embora uma lata de cerveja tenha, em média, 10 gramas, outros estudos apontam que uma quantidade além de duas unidades pode levar na realidade a um aumento do risco.

Conduzido por pesquisadores da França e do Reino Unido, um trabalho publicado no British Medical Journal (BMJ) analisou dados de quase 10 mil pessoas e observou que beber até 14 unidades por semana – cerca de duas latas ou taças de vinho por dia – levou a uma incidência 47% menor de demência em comparação aos que não ingeriam álcool. No entanto, quando avaliado o consumo maior que 14 unidades por semana, foi constatado um efeito inverso: o risco aumentou 17%.

Os cientistas acreditam que os efeitos positivos de doses moderadas podem estar ligados à capacidade de diminuir a inflamação do cérebro e modular a concentração de proteína beta-amiloide no órgão, fator que é ligado ao Alzheimer, por exemplo. Outra hipótese é que baixas concentrações de álcool ativam o sistema glinfático, que funciona limpando as toxinas do cérebro e como uma espécie de protetor dos neurônios, as células cerebrais.

Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que os achados não devem ser traduzidos como uma indicação médica de álcool para aqueles que desejam se proteger contra a demência. Eles explicam que, mesmo em doses moderadas, o álcool já foi associado a um aumento em doenças cardiovasculares e outros impactos no cérebro que podem ser prejudiciais para o órgão de outras maneiras.

“O estudo atual encontrou evidências consistentes para sugerir que a abstinência de álcool na vida adulta está associada ao aumento do risco de demência internacionalmente. Esses achados precisam ser equilibrados com evidências de neuroimagem sugerindo que mesmo níveis baixos de uso de álcool estão associados a uma pior saúde cerebral, bem como a relações dose-resposta entre o uso de álcool e outros resultados de saúde, incluindo alguns tipos de câncer. Por essas razões, não é recomendado aconselhar aqueles que atualmente se abstêm a começar a beber”, escreveram os autores do novo estudo.

Além disso, outras evidências apontam que qualquer benefício é limitado para faixas etárias mais velhas. Um time de cientistas analisou dados do Estudo de Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD), uma ampla pesquisa que envolveu dados de pessoas entre 15 a 95 anos, de 204 países, coletados entre 1990 e 2020. O trabalho, publicado no periódico The Lancet, mostrou que somente para os acima de 40 anos, e que não têm problemas de saúde subjacentes, uma quantidade limitada pode ajudar a reduzir os riscos de algumas doenças.

Em resumo, trata-se de uma balança. Embora o novo estudo de fato mostre uma relação com o menor risco de demência para aqueles com mais de 60 anos que bebem de forma moderada, são conhecidos outros aspectos da saúde que são impactados mesmo nas mais baixas incidências do álcool. A boa notícia é que há uma série de fatores que levam de fato a uma proteção contra a doença — sem efeitos negativos.

Um estudo publicado neste ano no periódico Neurology, com informações de mais de 10 mil pessoas, coletadas durante três décadas, mostrou que um conjunto de 7 hábitos simples diminuem o risco de demência em até 43%, mesmo para aqueles com predisposição genética. São eles: permanecer ativo; adotar uma alimentação saudável; evitar o sobrepeso; não fumar; manter a pressão arterial adequada; controlar o colesterol e a taxa de açúcar no sangue.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. 🇧🇷2️⃣2️⃣ Está explicado agora a senilidade do ex-presidiario, só toma a “mardita” , “pinga”, “marvada”.kkkkkk🇧🇷2️⃣2️⃣

  2. ENTÃO ENCOMENDA DOIS BARRIL DE CERVEJA PRA CADA ELEITOR E APOIADOR DO BOLSOLIXO!
    São todos DEMENTES igual a ele!

    1. Não sabe nem ler o idiota kkkkkkkkkk, nós do sexo feminino temos pavor de homem ignorante metido a sabido, óbvio que ficam foras as raparigas de cabelo no sovaco e sujas por não tomar banho, dessas vc deve gostar muito.

  3. Wisck e cerveja é coisa de direita, esquerdopatas tomam chá de capim kkkk por isso gritam Lula livre.

  4. Todo mundo sabe disso, quem não bebe é recalcado, depressivo e cheio de frescurinha. E se for Vegano ciclista, corredor de rua e outras espécies similares e não beber e ficar frescando com quem bebe, saia de perto que é com certeza um chato insuportável.

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Saúde

OBESIDADE INFANTIL: um em cada três adolescentes de 10 a 19 anos no RN tem excesso de peso

Foto: Ministério da Saúde

Um em cada três adolescentes de 10 a 19 anos no Rio Grande do Norte tem excesso de peso. O dado faz parte de um levantamento da ImpulsoGov, feito a partir do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), que mostra a evolução do sobrepeso e da obesidade em crianças e adolescentes no Brasil entre 2014 e 2024.

No estado, 35% dos adolescentes estavam acima do peso em 2024, contra 25% em 2014. O aumento foi de dez pontos percentuais em uma década, colocando o RN entre os estados que mais cresceram no período, ao lado de Rondônia e Ceará.

Na capital, Natal, 36,4% dos adolescentes têm excesso de peso, o que representa 4.927 jovens nessa condição. O percentual supera tanto a média estadual quanto a nacional, que foi de 32% em 2024.

Em Parnamirim, o índice é de 35,3%, com aproximadamente 1.302 adolescentes acima do peso. Já Mossoró registra 37,5%, equivalente a 1.964 adolescentes.

Em cidades menores, como Acari, o percentual chega a 37,7%, enquanto em Assú é de 33,0%. O levantamento mostra que, apesar de diferenças entre municípios, o excesso de peso atinge todas as regiões do estado.

Municípios do RN com maiores índices de obesidade adolescente

  1. Augusto Severo – 53,8%
  2. São José do Seridó – 51,5%
  3. Ouro Branco – 48,2%
  4. Santana do Matos – 46,4%
  5. São Rafael – 45,6%
  6. Timbaúba dos Batistas – 45,3%
  7. Pendências – 45,2%
  8. Tibau – 45,0%
  9. São Fernando – 44,8%
  10. Felipe Guerra – 44,7%
  11. Lajes Pintadas – 44,5%
  12. Carnaúba dos Dantas – 43,8%
  13. Tenente Laurentino Cruz – 43,2%
  14. Jardim de Piranhas – 43,1%
  15. Umarizal – 43,1%
  16. Paraú – 42,5%
  17. Ipanguaçu – 42,1%
  18. Governador Dix-Sept Rosado – 42,1%
  19. Rio do Fogo – 41,2%
  20. Alto do Rodrigues – 41,2%

Opinião dos leitores

  1. Não existe mais no estado cidade com o nome de Augusto Severo … voltou a se chamar Campo Grande desde 2018.

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Cidades

Portaria proíbe cobrança por consumo mínimo nas praias de Natal

Foto: Magnus Nascimento

Uma portaria da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb) regulariza o uso dos espaços públicos na capital, bem como da orla marítima da cidade, através da celebração, em caráter transitório, de Termos de Compromisso com os comerciantes que comprovadamente estejam nestes locais há mais de 10 anos. Dentre as normas estabelecidas, está a proibição da cobrança de taxa de permanência ou consumação mínima em pontos de locação (barracas) das praias. A medida agradou os usuários, mas gera críticas por parte dos comerciantes que atuam na orla.

O paraibano Júlio César, de 37 anos, veio a Natal curtir as belezas de Ponta Negra com um grupo de amigos na manhã desta quinta-feira (4). O agente de endemias, que vem constantemente a Natal, disse que as medidas são acertadas. “A decisão é boa porque tira do turista a obrigação de consumir. Isso deixa a gente mais à vontade para comprar além daquilo que está pré-estabelecido nas barracas”, pontua.

O aposentado Antônio Casado, de 79 anos, também comemorou a determinação sobre a taxa de consumo mínimo. Ele, que é potiguar, mas mora em Brasília há mais de 50 anos, esteve na cidade para curtir uns dias de descanso com a esposa. “Muitas vezes, a pessoa está com pouco dinheiro e teria que comprar mais para atingir essa taxa de consumo mínimo. Então, acho a medida ajuda bastante o consumidor”, afirmou.

Os quiosqueiros, no entanto, reclamam. “Onde eu trabalho, se o cliente consome, a barraca é livre. A gente combina dessa forma e acho que deveria continuar assim”, diz Rivaldo Cardoso. Fátima Martins também discorda da medida. “A gente faz um investimento grande com guarda-sol e cadeira para oferecer o melhor ao cliente. Tem gente que quer passar o dia todo e consumir somente uma água. Desse jeito, como eu vou poder investir no nosso material?”, questiona a quiosqueira, que trabalha na praia há 15 anos.

De acordo com a Portaria nº 031, publicada no Diário Oficial do Município no último dia 20 de junho, caso opte por não consumir, o consumidor será informado sobre a taxa de utilização do conjunto de equipamentos de praia, cujo valor deve estar visível nas mesas. Bares e restaurantes regularizados podem cobrar couvert artístico e reservar mesas durante períodos festivos como Carnaval, Festas Juninas, Natal e Réveillon. O isolamento da área outorgada para eventos de curta duração é permitido mediante autorização ambiental específica.

Na orla, os quiosqueiros e locadores terão que obedecer a alguns padrões de ocupação, os quais dividem-se em padrão A, B, C e D. Aqueles com permissão anterior a 2016 junto à Semurb, podem optar pelo padrão máximo (A), que permite a distribuição de 12 guarda-sóis dispostos em três fileiras. Os locadores cadastrados entre 2016 e 2021 poderão ser regularizados nos padrões B (9 guarda-sóis), C (6 guarda-sóis) ou D (4 guarda-sóis), “assegurando uma distribuição equitativa e justa para todos os operadores comerciais da orla”, segundo a portaria.

Esta medida foi bem recebida pelos trabalhadores ouvidos pela reportagem. “Com mais guarda-sóis, o turista fica perdido na alta temporada, então, reduzir para 12 é melhor”, disse Rivaldo Cardoso. “Eu trabalho com apenas nove guarda-sóis, então, acho que isso é ótimo para garantir mais espaço ao banhista”, comentou Fátima Martins.

A operação será permitida entre 7h e 17h, com guarda-sóis de diâmetro máximo de 3 metros e espaçamento de até 0,65 metros. Cada guarda-sol pode abrigar até 2 mesas e 6 cadeiras. A Semurb irá fazer a reorganização dos espaços e intimar os trabalhadores para informá-los oficialmente das novas regras, visando a celebração do termo de compromisso. “Os prazos para adaptação às normas dependerá de cada caso”, afirma Thiago Mesquita, titular da Semurb.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Falta só LIMAR as MOTOS do calçadão. Um dia de fiscalização intensa, enche uns dois caminhões de apreensão. Não sou contra o delivery das barracas, mas basta estacionar as motos nas descidas e andarem até o quiosque.

  2. A Semurb deveria aproveitar a oportunidade e delimitar “áreas livres” na praia, onde quem quiser levar seu guarda sol e seu cooler, tenha espaço para ficar. Pois atualmente, a praia encontra-se totalmente loteada entre os quiosqueiros.

  3. É uma excelente (portaria)! Aproveito para alertar que a SEMURB também é complicada, inclusive, há um cartel de analistas que definem o que é prioridade nas analises urbanisticas e ambientais. Esses analistas são vinculados à escritórios, portanto, assobiam e chupam a cana em meio ao canavial. Há uma camuflagem, ou seja, esses escritórios estão em nome de pessoas ligadas aos analistas que longe dos olfotes atuam sorrateiramente. Importante lembrar que o MP já havia desmantelado parcialmente um esquema na SEMURB. Esquema que se fortaleceu e segue firme.

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Política

Mourão sobre fraude em urnas: “Não apareceu nenhuma prova concreta”

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Já diplomado como senador da próxima legislatura, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Republicanos), falou ao site Metrópoles sobre os planos para 2023, uma vez que a atuação no Congresso Nacional será diferente da que o general vivenciou em quatro anos como auxiliar do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Sempre em segundo ou terceiro lugar nas pesquisas eleitorais feitas antes do pleito, o general da reserva do Exército Brasileiro obteve quase 2,6 milhões de votos dos eleitores gaúchos e conquistou a única cadeira em disputa no Senado Federal pelo Rio Grande do Sul. Novo na política e eleito pela primeira vez para o Legislativo, Mourão terá mandato de oito anos.

Mesmo que também eleitos em primeiro turno para deputado, senador e governador, alguns aliados do presidente Jair Bolsonaro – que foi derrotado pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – levantaram hipóteses de fraudes nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral.

Mourão, por sua vez, defende que “não apareceu nenhuma prova concreta” que ateste fraude nos equipamentos de votação.

“Não posso dizer que tenha havido fraude nas urnas, porque não apareceu nenhuma prova concreta sobre essa questão. O que eu julgo que aconteceu, como acontece ao longo da história do Brasil desde que nós instituímos o voto popular, é o voto de cabresto. O voto de cabresto ocorreu tremendamente no interior, em terra indígena, em áreas quilombolas, então, esse voto de cabresto houve”, opina o senador.

A técnica à qual Mourão se refere consiste na prática – muitas vezes em lugares mais carentes e menos populosos – de obrigação de votos, por meio de benefícios, ou até mesmo violência. No passado, o ato também era conhecido como “coronelismo”, graças à influência que os coronéis donos de fazenda exerciam sob seus funcionários durante a República Velha.

“Quando se verifica aquelas análises que foram apresentadas das urnas em determinados lugares, nas quais teve zero voto para Bolsonaro e vários votos para o Lula, é típica questão de voto de cabresto. Para mim, aquilo não é alteração do processo da urna, mas é aquela história, juntou todos os eleitores, grupo pequeno de 200 ou 300 eleitores foi lá e votou, e isso, numa eleição apertada, como essa que ocorreu, ele [Lula] teve uma composição muito grande”, explica Mourão.

Para o general, o “voto de cabresto” ainda é um problema latente na sociedade contemporânea e precisa de freio. “Temos que melhorar essa fiscalização, por ocasião das eleições. Partidos políticos têm que ser mais presentes nisso aí, mas não é um problema das urnas, na minha visão”, afirma.

Metrópoles

Opinião dos leitores

    1. E tudo um teatro!
      aqueles que perderam e os ganhadores foram feitos de palhaços pelo sistema, o que saiu se lambuzou todo no final e o que entra, deu a largada para as negociatas, dinheiro na cueca, tanga , mensalão e o Brasil oooooh, perdeu de novo para os parasitas, todos deveriam acompanhar a história e não cairiam neste engodo.

  1. Avaliação razão, bem ao estilo bolsonarista, fala de cabresto de grupos de 300 eleitores, qdo Bolsonaro manipulou milhares com benefícios diversos na véspera, entre centenas de ações outras. General ridículo, passou o governo sendo escanteado e criticado, no fim virou babão. Da laia sem cérebro, avaliações pífias, atuação zero, só fascismo. Uma pena.

    1. Análise perfeita. E para comprovar facilmente essa questão, basta ver os milhares de casos de assédios eleitorais realizados por fazendeiros, empresários e evangélicos no decorrer da campanha, feitos pelos Patriotários seguidores do Se Bozo. Além do uso declaradado das instituições públicas fazendo blitz absurdas da PRF no nordeste, liberando auxílios de tudo quanto é tipo em época de eleição: auxílio gás, auxílio táxi, auxílio caminhonete, auxílio família, etc. E sem falar na disparada de liberação de emendas do orçamento secreto aumento secreto, recursos extraordinários para comprar prefeitos no interior, etc.

  2. Espere Mourinho que a revolução começará em Natal aí a nessa madrugada, o papai Noel camuflado está chegando pra cuidar dos melancias

  3. Rapaz, o tal do bolsolóide além de tudo é burro viu. Jesus! Acorda esse povo desse transe coletivo!

  4. O próximo passo é alterar esse privilégio absurdo de aposentadoria integral e pensão integral p viúva que nunca irá p guerra.

  5. Política é um jogo. E jogo é para quem sabe jogar.
    Bozo com a máquina na mão não soube jogar. Brigando com a rede globo, lideres de nações, chefes de poderes e com todos, esqueceu até dos Militares de baixa patente e pensionistas das Forças Armadas.
    🤷??
    Vacilou e o homem voltou, o Nine já está criando um monte de ministérios pra comprar todo mundo e a esquerda infelizmente vai mandar nesse país no mínimo mais 20 anos.
    Perdeu mané!
    É uma frase que irritou muita gente mas infelizmente é verdadeira.

    1. Lúcido. Tinha a máquina na mão e perdeu para o conjunto de todos o que ele destratou. Bastava a Zambelli não ter feito aquela lambança de última hora, Bob Jeff ter segurando a onda e um bom assessor para falar por ele, era o bastante para ter sido reeleito.

  6. Esse é outro General político.
    Traiu os Praças e Pensionistas das Forças Armadas.
    A todos os militares políticos que traíram suas bases vai dançar.
    O tempo é o senhor absoluto da razão.
    Fora Girão e Mourão traidores.

    1. Aguardem só mais 72h, agora é pra valer meus patriotários. Observem atentamente os sinais, pois virá uma mensagem codificada no pára-choque de um caminhão. Força guerreiros. Brasil!!!!!

    1. Queria vc estar pelo menos no sapato dele, que esta passando mal, dois meses na floridas e vc ficando doido com essa paixão recolhida, coisa de idiota.

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Economia

Mercado aumenta previsão da inflação de 4% para 4,05% em 2024

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve aumento, passando de 4% para 4,05% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2025, a projeção da inflação permaneceu em 3,9%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro de tolerância, que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua, assim, o CMN não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. Em junho deste ano, o colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Em junho, influenciada principalmente pelo grupo de alimentação e bebidas, a inflação do país foi 0,21%, após ter registrado 0,46% em maio. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 12 meses, o IPCA acumula 4,23%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e o aumento das incertezas econômicas fizeram o BC interromper o corte de juros iniciado há quase um ano. Na última reunião, em junho, por unanimidade, o colegiado manteve a Selic nesse patamar após sete reduções seguidas.

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Fonte: Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Política

ELEIÇÕES 2022: TSE registra mais de 200 denúncias de propaganda irregular por dia

Foto: TSE

Depois do início oficial da campanha, a plataforma criada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para registrar denúncias sobre irregularidades em campanhas já recebeu 2.625 queixas de propaganda eleitoral irregular, uma média de 218 por dia até a noite do último sábado (27). O aplicativo Pardal foi criado pelo tribunal em 2014 e tem como finalidade receber denúncias sobre compra de votos, abuso de poder econômico e político, uso da máquina pública para fins eleitorais e uso indevido dos meios de comunicação social.

O estado com mais denúncias é Pernambuco, com 389, seguido por São Paulo, com 314. Já a unidade da federação com menos denúncias é Alagoas, com cinco registros pelo Pardal.

Além dos dados do Pardal, a reportagem analisou informações da consulta processual do TSE dos dois candidatos à Presidência da República mais bem colocados nas pesquisas eleitorais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL). Pelo site, é possível acessar detalhes das denúncias registradas pelo aplicativo Pardal, mas também representações feitas por terceiros (pessoas físicas ou partidos) junto às zonas eleitorais e outras feitas pelo próprio juiz eleitoral ou o promotor do Ministério Público Eleitoral (MPE).

Conforme levantado pelo R7 de representações feitas do dia 16 de agosto até a última quinta-feira (25), o candidato do PL possui ao menos 100 denúncias, sendo 87 registradas meio do Pardal. Algumas delas já foram descartadas pela Justiça Eleitoral, que avaliou não haver propaganda irregular, outras ainda aguardam análise ou já foram declaradas procedentes pelo juiz, que determinou a sua remoção.

No caso do candidato do PT, foram observadas dez denúncias, a maior parte (seis) por adesivo, banner, cartaz ou faixa. Uma das situações, em Laranjeiras do Sul (PR), é uma denúncia envolvendo um adesivo com tamanho que excedia “em muito o limite previsto de meio metro quadrado por bem particular, causando efeito de outdoor”, apesar de não conter pedido explícito de votos, segundo o juiz eleitoral em questão.

Na decisão, foi pontuado ainda que “a propaganda em questão também se mostra irregular pois apresenta o candidato à presidência da República sem a indicação de seu vice (em tamanho especificado na legislação), não especifica legenda ou coligação, bem como o CNPJ de campanha, requisitos esses necessários para uma publicidade regular de campanha”.

No caso de Bolsonaro, a maior parte das queixas são relativas a outdoors, chegando a 83 denúncias. Apesar de o presidente constar como noticiado, em diversos casos não se sabe quem são os autores dos conteúdos publicitários. Conforme definição da Justiça Eleitoral, não é permitido o uso de outdoors para propaganda eleitoral.

Também não é permitido colocar bonecos, cartazes, cavaletes ou mesas para distribuição de material de campanha ou usar bandeiras em vias públicas de forma que atrapalhe o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos; pagar para fixar propaganda em bens particulares; realizar showmícios ou evento assemelhado para promoção de candidatos; usar trio elétrico, exceto para a sonorização de comícios; ou distribuir brindes.

A reportagem do R7 entrou em contato com as campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro e Lula, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

R7

Opinião dos leitores

  1. E OS veículos de aplicativos (UBER e outros), propaganda de candidatos pode? E os TAXI, sempre foram proibidos.

    1. Vc tá dizendo isso com bolsonaro o mesmo não respeita outras leis que dirá a lei eleitoral

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Mundo

Austrália aprova lei inédita no mundo para proibir redes sociais a menores de 16 anos

Foto: Agência Brasil

O parlamento da Austrália aprovou uma lei inédita no mundo que proíbe o uso de redes sociais por adolescentes menores de 16 anos, notificando as empresas de tecnologia para reforçar a segurança antes de uma data limite que ainda não foi definida.

O Senado aprovou a proibição das mídias sociais na noite desta quinta-feira (28), o último dia de sessão do ano, após meses de intenso debate público e um processo parlamentar apressado que viu o projeto de lei ser apresentado, debatido e aprovado em uma semana.

De acordo com a nova lei, as big techs devem tomar “medidas razoáveis” para impedir que usuários menores de idade acessem serviços de mídia social ou enfrentarão multas de quase 50 milhões de dólares australianos (R$ 193 milhões).

É a resposta mais dura do mundo até agora para um problema que viu outros países imporem restrições, mas não responsabilizarem empresas por violações de uma proibição nacional.

Espera-se que a proibição se aplique ao Snapchat, TikTok, Facebook, Instagram, Reddit e X, mas essa lista pode se expandir.

O primeiro-ministro Anthony Albanese disse aos legisladores que “todo governo sério” estava lidando com o impacto das mídias sociais sobre os jovens, e os líderes com quem ele conversou aplaudiram a iniciativa da Austrália sobre o assunto.

“Sabemos que a rede social pode ser uma arma para bullyers, uma plataforma para pressão dos pares, um impulsionador de ansiedade, um veículo para golpistas. E o pior de tudo, uma ferramenta para predadores online”, ele disse ao Parlamento na segunda-feira.

Defendendo o limite de idade de 16 anos, Albanese disse que as crianças nessa idade são mais capazes de identificar “fakes e o perigo”.

O projeto de lei foi apoiado pela maioria dos membros do principal partido de oposição da Austrália, o Partido Liberal, com a senadora liberal Maria Kovacic que o descreveu como um “momento crucial em nosso país”.

“Traçamos uma linha na areia. O enorme poder das big techs não pode mais permanecer sem controle na Austrália”, ela disse quinta-feira antes da votação.

Mas o projeto encontrou forte oposição de alguns independentes e partidos menores, incluindo a senadora dos Verdes Sarah Hanson-Young, que acusou os principais partidos de tentarem “enganar” os pais australianos.

“Este é um desastre se desenrolando diante dos nossos olhos”, ela disse. “Você não poderia inventar essas coisas. O primeiro-ministro diz que está preocupado com as redes sociais. O líder da oposição diz: “Vamos proibi-las.”

“É uma corrida para o fundo do poço para tentar fingir quem pode ser o mais durão, e tudo o que eles conseguem é empurrar os jovens para um isolamento ainda maior e dar às plataformas a oportunidade de continuar a liberdade para todos, porque agora não há responsabilidade social necessária.

“Precisamos tornar as redes sociais mais seguras para todos.”

Um processo apressado

O governo enfrentou críticas consideráveis ​​pela rapidez da legislação.

Um inquérito do comitê do Senado sobre o projeto de lei permitiu submissões dos congressistas por apenas 24 horas antes de uma audiência de três horas na segunda-feira.

O relatório do inquérito foi divulgado na terça-feira, e o projeto de lei foi aprovado pela Câmara na quarta-feira – 102 votos a 13 – antes de avançar para o Senado.

Mais de 100 submissões foram feitas e “quase todos os proponentes e testemunhas expressaram sérias preocupações de que um projeto de lei dessa importância não teve tempo suficiente para uma investigação e um relatório completos”, disse o comitê em seu relatório.

No entanto, o comitê recomendou que o projeto de lei fosse aprovado com algumas mudanças, incluindo a proibição do uso de documentos governamentais, como passaportes, para verificar a idade dos usuários.

Em suas alegações, as empresas de tecnologia levantaram questões sobre a lei, apontando argumentos dos oponentes sobre riscos à privacidade e os perigos para as crianças que burlam a proibição.

A Snap, cujo aplicativo de mensagens Snapchat é popular entre crianças, disse que a “verificação de idade no nível do dispositivo” era a “melhor opção disponível”.

A X, de propriedade do bilionário Elon Musk, disse que a plataforma “não era amplamente utilizada por menores”, mas expressou preocupação sobre o impacto da lei em sua liberdade de expressão.

A Meta, dona do Facebook e do Instagram, disse que investiu constantemente em ferramentas para tornar a plataforma mais segura e recomendou “fortemente” que o governo esperasse pelos resultados dos testes de garantia de idade, que são esperados para o ano que vem.

A petição da Meta dizia que excluir o YouTube e os jogos online da proibição era “fatal” para seu propósito, porque eles oferecem “benefícios e riscos semelhantes” aos de outras plataformas sujeitas à proibição.

Apesar dessas objeções, pesquisas sugerem que os australianos apoiam a lei.

Uma pesquisa da YouGov realizada neste mês mostrou que 77% dos australianos apoiam a proibição de menores de 16 anos.

A pesquisa foi realizada na segunda metade deste mês e buscou as opiniões de 1.515 pessoas com uma margem de erro de 3,2%.

Agora que a lei foi aprovada, espera-se que a consulta ocorra antes que o governo estabeleça uma data de desligamento. Depois disso, todas as crianças menores de 16 anos com contas em plataformas de mídia social sujeitas à proibição terão suas contas desativadas.

Pais e filhos não serão penalizados por desrespeitar a proibição, mas as empresas precisarão mostrar que tomaram medidas razoáveis ​​para manter usuários menores de idade afastados.

Fonte: CNN

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Educação

Atenção! Confira o que pode ou não pode no Enem 2022

Foto: Reprodução

A primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) acontece neste domingo (13/11) em todo o Brasil. Neste primeiro dia de prova, os candidatos deverão responder às 90 questões de linguagens e ciências humanas, além da elaboração da redação.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o exame deste ano teve ao todo 3.396.632 inscrições, desses 3.331.566 farão a versão impressa, e 65.066, a digital.

Nas vésperas do Enem 2022, a principal orientação é de que os candidatos consultem o local de prova disponível na Página do Participante. Para evitar qualquer atraso, é importante que os alunos se programem para chegar à escola ou universidade onde irá realizar o exame com antecedência.

Saiba o que pode ou não pode no dia da prova:

Documento obrigatório

Para o dia da prova do Enem o candidato não pode se esquecer de levar um documento de identificação com foto. São aceitos: RG, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), passaporte e carteira de trabalho.

O Inpe para este ano autorizou a apresentação de documentos digitais. Entretanto, o candidato deverá apresentar o aplicativo oficial e não um print da tela. Com isso, os candidatos poderão mostrar a CNH digital e o E-título de eleitor.

Uso de celular

Apesar do Inep permitir a apresentação de documentos oficiais digitais, o candidato não poderá realizar o Enem com o aparelho no bolso. Assim, qualquer dispositivo eletrônico como smartphones, tablets, wearable tech, máquinas calculadoras e fones de ouvido deverá ser guardado dentro de um envelope porta-objetos que será fornecido pelo fiscal da prova.

Roupas para o Enem

Para evitar qualquer tipo de imprevisto antes da prova, o aluno deverá conferir a previsão do tempo para este domingo para escolher uma roupa e um calçado confortável.

O Inep libera o uso de camisetas, regatas, bermudas e chinelos. Todavia, o candidato não poderá usar nenhuma roupa que cubra o cabelo e as orelhas, por isso evite o uso de boné, chapéu, gorro ou óculos escuros.

Lanchinho

O candidato poderá levar um lanchinho para comer durante a prova. O ideal é que o aluno separe alimentos leves, como sanduíches naturais ou barrinhas de cereais. Outra coisa importante é a garrafinha de água, ideal para manter a hidratação ao longo do Enem.

1º dia de prova (13/11)

Abertura do portão: 12h
Fechamento do portão: 13h
Início da prova: 13h30
Término da prova: 19h

2º dia de prova (20/11)

Abertura do portão: 12h
Fechamento do portão: 13h
Início da prova: 13h30
Término da prova: 18h30

Metrópoles

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