O passageiro do cruzeiro internacional socorrido após acidente registrado a bordo do navio Costa Diadema, que atracou no Porto de Natal na madrugada deste domingo (26), não resistiu e faleceu A informação foi confirmada pelo Via Certa Natal. O navio atracou em Natal durante uma parada para atendimento médico de emergência envolvendo duas pessoas, o homem e uma mulher de 80 anos.
A vítima, natural das Ilhas Maurício, chegou a receber atendimento médico após o acidente ocorrido dentro da embarcação. Ele foi encaminhado para uma unidade de saúde em Natal, onde permaneceu sob cuidados médicos. No entanto, o quadro clínico se agravou e ele não resistiu.
O caso passou a ser acompanhado pelas autoridades responsáveis, e o corpo foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), no Hospital Giselda Trigueiro, para os procedimentos legais.
Segundo informações, os pertences da vítima foram recolhidos e permanecem sob custódia, enquanto se aguarda contato da família, que reside nas Ilhas Maurício, na África Oriental, para as providências relacionadas à liberação e traslado do corpo.
Um empreendimento imobiliário em construção no bairro de Lagoa Nova, em Natal, acaba de receber o maior contrato de financiamento habitacional já firmado no Rio Grande do Norte pela Caixa Econômica Federal para um projeto do setor. O acordo, no valor de R$ 88 milhões, garante os recursos necessários para a continuidade e conclusão da obra do residencial GEMINI, que já apresenta estágio avançado de construção.
A participação da instituição financeira representa uma etapa importante no processo de validação do empreendimento. Para liberar o financiamento, a Caixa realiza uma série de análises técnicas, jurídicas e financeiras, que avaliam desde a viabilidade do projeto até a capacidade de execução da construtora responsável.
Segundo o diretor da construtora Constel, Francisco Ramos, essa chancela institucional acaba se refletindo diretamente na confiança de quem adquiriu ou pretende adquirir uma unidade no empreendimento.
“Para que um contrato desse porte seja firmado, é necessário cumprir uma série de exigências e critérios estabelecidos pela Caixa. Seguimos rigorosamente todas essas etapas, e isso se traduz em mais segurança para o cliente, que sabe estar adquirindo um imóvel com acompanhamento técnico e com o aval de uma instituição do porte da Caixa Econômica Federal”, afirma.
O financiamento também assegura previsibilidade financeira para a execução do projeto, garantindo que as etapas da obra avancem com recursos já estruturados. No mercado imobiliário, operações desse tipo são vistas como um indicativo de solidez do empreendimento e contribuem para ampliar a confiança de compradores e investidores.
A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (11) a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de pessoas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Entre os alvos estão o cunhado de Vorcaro, Fabiano Campos Zettel, e Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” do banqueiro. Empresas citadas nas investigações também terão dados analisados.
O colegiado ainda convocou o ex-diretor de fiscalização do Banco Central do Brasil, Paulo Sérgio Neves de Souza, e o ex-servidor Belline Santana. Segundo a Polícia Federal, eles teriam mantido relação direta com Vorcaro e prestado consultoria informal ao banqueiro dentro da instituição.
A CPI também ouviu o empresário João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos, que afirmou que a gestora mantinha operações transparentes e confirmou que o Banco Master estava entre seus clientes.
Além disso, foram aprovadas convocações dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do comandante do Exército, Tomás Miguel Ribeiro Paiva.
A comissão também aprovou a quebra de sigilos de Mohamad Hussein Murad, conhecido como “Beto Louco”, apontado como peça central em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital.
A 22ª Convenção do Comércio e Serviços do RN que ocorre nos dias 05 e 06 de setembro em Mossoró 2025 promete ser um dos maiores eventos de capacitação empresarial do estado, reunindo empresários, gestores e profissionais de diferentes segmentos para dois dias de muito conteúdo, networking e oportunidades de negócios. Com o tema “Experiência do Cliente: Integração entre o Humano e o Mundo FÍGITAL”, o evento centraliza as apresentações nas tendências que estão transformando o varejo e a relação entre marcas e consumidores.
Nesta edição, o destaque da programação está na estrutura inédita com mais de 40 palestras, distribuídas em quatro palcos simultâneos, abordando temas altamente relevantes como: Atendimento ao cliente e experiência do consumidor; Inteligência artificial aplicada aos negócios; Digitalização do varejo e transformação digital; Marketing, vendas e estratégias de crescimento; Liderança, gestão empresarial e inovação no comércio.
Formato imersivo e inovador
Em parceria com o Sebrae RN, um dos principais apoiadores da convenção, três dos quatro palcos terão programação exclusiva com mais de 20 apresentações focadas em capacitação e desenvolvimento de negócios. A grande novidade é que o público nesses espaços acompanhará as palestras com fones de ouvido individuais, garantindo uma experiência imersiva, personalizada e sem ruídos.
Com os palcos funcionando simultaneamente, cada participante poderá escolher os temas mais alinhados às suas necessidades, interesses e desafios profissionais, tornando a experiência ainda mais rica e estratégica.
Grandes nomes no palco principal
O palco principal da Convenção do Comércio trará referências nacionais e internacionais do varejo, do marketing e do empreendedorismo, como:
• Giuliana Morrone – jornalista e especialista em comunicação;
• Lucas Neves – diretor executivo da Usaflex;
• Marcos Rossi – referência nacional em superação;
• Tony Ventura – expert em tendências digitais;
• Giba – campeão olímpico e ídolo do vôlei brasileiro;
• Fred Alecrim – especialista em varejo, inovação e gestão de negócios;
• Bruno Félix – especialista em marketing;
• Larissa Marques – fundadora da health tech Life Sprint e vencedora do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios.
A Convenção é uma realização da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do RN (FCDL) e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL),com o propósito de fortalecer o empreendedorismo no Rio Grande do Norte, promovendo atualização profissional e o desenvolvimento de competências essenciais para enfrentar os desafios do mercado atual. São patrocinadores deste evento Governo do RN, Prefeitura de Mossoró, Sistema Fecomercio, Sesc, Senac, Fiern, Desenvolve RN.
Um leitor do blogdobg nos relatou um problema inusitado. O homem foi tirar o Serasa e viu que estava devendo à Claro R$ 96 milhões. Segundo ele, nunca teve conta na Claro. E como vemos na imagem, a conta é de 2008.
Detalhe, em 2008 o rapaz não sabia nem o que era celular.
O delegado Thyago Batista, que atua na jurisdição de Santo Antônio, no Agreste do Rio Grande do Norte, informou, nesta quarta-feira (31), que “pelo menos quatro elementos alvejaram o carro” conduzido pela advogada Brenda Oliveira, 26 anos, ontem (30), resultando na morte dela e do cliente, Janielson Nunes de Lima, 25, mais conhecido como “Gordinho da Batata”.
Segundo o delegado, mais três pessoas estavam na parte detrás do carro de Brenda, a mãe, a irmã e uma amiga de Janielson, que era suspeito do assassinato do vaqueiro Vitor Costa, 18 anos, madrugada de domingo (28), na vaquejada de Santo Antônio. Felizmente as três tiveram ferimentos leves, foram socorridas e liberadas.
O delegado diz que investigações continuam para identificar os criminosos e se outras pessoas estão envolvidas nos assassinatos. Pede a quem tiver informação que repasse, de forma anônima, para elucidar os crimes.
Quase metade dos bares e restaurantes do Rio Grande do Norte registrou queda no faturamento em janeiro. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no estado, 45% dos empresários tiveram retração nas receitas em comparação com dezembro, enquanto 40% apontaram crescimento e 13% relataram estabilidade.
O estudo também mostra que um em cada quatro estabelecimentos operou no prejuízo no primeiro mês do ano, o equivalente a 25% do setor — índice levemente acima da média nacional, que ficou em 23%. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 de fevereiro e 3 de março e acendeu um alerta para o desempenho financeiro do segmento.
De acordo com o presidente da Abrasel no estado, Thiago Machado, o início do ano costuma ser mais difícil para o setor. Ele aponta fatores como viagens para o litoral, Carnaval e a concentração de despesas típicas do período — como IPTU, IPVA e volta às aulas — que acabam reduzindo o consumo em bares e restaurantes.
Outro fator que pesa é o cenário econômico. Para o economista Helder Cavalcanti, a taxa básica de juros elevada e mudanças no comportamento do consumidor influenciam diretamente o movimento nos estabelecimentos. Segundo ele, parte do público tem priorizado hábitos mais saudáveis ou reduzido gastos com alimentação fora de casa.
Apesar do início de ano mais apertado, representantes do setor acreditam em recuperação ao longo de 2026, impulsionada por feriados prolongados e eventos como a Copa do Mundo. A expectativa é que o movimento volte a crescer já nos próximos meses, especialmente em cidades como Natal, onde restaurantes e serviços de delivery começam a retomar o fluxo habitual de clientes.
ISSO TUDO É REFLEXO DESSA MENTIRA 👉🏿👉🏿👺👉🏿taxa de desemprego no Brasil no trimestre encerrado em janeiro de 2026 foi de 5,4%, a 👉🏿menor para esse período desde 2012,
Na frente de todo mundo, no estacionamento do restaurante Camarões, o carro do comerciante Nestor Souza é apreendido, ele descobriu na sequência, que o carro que ele havia alugado à Movida estava sendo dado como objeto alvo de uma apropriação indébita.
Nestor, em outras palavras, estava sendo colocado no lugar de um ladrão. Mas a história não para de piorar. O comerciante descobriu na sequência que a Movida cobrou no cartão de crédito da mulher dele mais de R$ 1,4 mil, mesmo que em nenhum momento os dados do cartão tivessem sido compartilhados com a locadora de carro.
Nestor, em outras palavras, estava passando por uma situação muito parecida com o que vivem as vítimas de estelionato. Humilhado, e se vendo numa situação em que era apontado como ladrão, caloteiro e alvo do que será questionado na justiça como estelionato.
Tudo provocado por um erro da Movida. O erro fatal aconteceu porque, por motivos que ainda se desconhecem, a Movida produziu internamente um contrato diferente daquele que Nestor assinou. O comerciante alugou o carro no dia 29 de março às 13h39. Assinou e tudo mais, prevendo que a entrega seria no dia 28 de abril até as 14h.
Mas na noite de 19 de abril, Nestor foi interrompido por um funcionário da Movida informando que havia apropriação indébita porque o carro deveria ter sido entregue na manhã daquele dia. E exibiu um contrato que Nestor nunca nem viu.
Estão aprendendo com o careca??? Julga, prende, toma, e invade o cartão de crédito, de outra pessoa??? Se for verdade, Bota pra torar neles. Não faça acordo.
A localiza tb aje assim . E tem mas as locadora estao fazendo isso direto. Estao sendo juiz e oficial de justica. Apreendendo sem o processo legal. E tem mas elas q vc e multado tem 40% na multa e te combram total ainda acrecenta 20% . Eu ganhei contra a localiza
Está história tá muito mal contada, se a movida fez isso ela ágil com muita amadorismo, acho pouco provavelmente. Trabalho com aluguel de carro e nunca vi uma locadora ir atrás de um carro se a devolução era pela manhã em contrato e ir atrás do carro no mesmo dia a noite, tenho certeza que a um engano nessa história
Aluguei um carro por 48h em uma delas e quando fui entregar, 2 horas antes do prazo, ao fazer a leitura da quilometragem, eu tinha andado 7828 km. Só imaginei que estão sendo roubados…
Pois na Unidas tive o carro retirado da minha esposa com minha sogra na saída de uma consulta médica minha sogra uma senhora de 83 anos e sem nenhuma pendência financeira.
Minha esposa foi abordada por uma equipe armada de segurança e solicitada a entregar as chaves pois tinham uma ordem da Unidas de rebocar o carro. Liguei na unidas e com 3 horas de telefone fui informado que não passava de um erro mesmo assim o carro só foi entregue no outro dia. Recorri a justiça para uma reparação de danos morais e a Juíza deu uma indenização de R$3000,00 e isso não vai fazer as empresas terem atenção com o cliente, queria ver se fosse a mãe da Juíza no carro ficando a pé na rua sem nenhuma opção de transporte como se eu fosse um caloteiro. Seria dado esse valor de danos morais?
Nestor agora poderá comprar seu próprio carro com a indenização que deverá ganhar… Isso claro, se a versão dele for essa que contou ao Blog…
Menino essa movida está com essa onda, em São Paulo eles bloquearam via chip o carro de um cliente, o cara quase morre, porque o carro travou do nada, todos os carros deles tem localizador, empresa ridicula, meta um processo, causa ganha certa
Pois é, está se queimando bastante. O rastreador só funciona para lascar o cliente, nunca para ajudar.
Muito estranho , uma empresa GIGANTE, não iria cometer esse grave ERRO , mas verdade seja dita , em NATAL existe milhares de DUBLÊ DE RICO , um bando de liso , que está ostentando sem der um real no banco , a verdade irá aparecer 🤔
O Banco Master, de Daniel Vorcaro, e a JBS, dos irmãos Batista, repassaram R$ 18 milhões a uma empresa de consultoria que realizou pagamentos ao filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques. A informação é do jornal O Estadão.
Segundo relatório do Coaf, obtidos pelo jornal, o Master enviou R$ 6,6 milhões à Consult Inteligência Tributária entre agosto de 2024 e julho de 2025. No mesmo período, a JBS repassou outros R$ 11,3 milhões.
Os valores correspondem à totalidade recebida pela empresa no intervalo analisado, apesar de a consultoria declarar faturamento de apenas R$ 25,5 mil.
A discrepância levou o Coaf a classificar as movimentações como “incompatíveis com a capacidade financeira” da empresa, “indicando que alguns dos valores podem ter origem não formal”.
Entre os pagamentos feitos pela consultoria, o órgão identificou 11 repasses que somam R$ 281.630 ao advogado Kevin de Carvalho Marques, de 25 anos, filho de Nunes Marques. Os pagamentos foram realizados por meio do escritório do próprio advogado, do qual ele é o único responsável, segundo registros da OAB.
Em seu site profissional, retirado do ar, Kevin se apresentava como advogado “com um ano de experiência na OAB”. “Tenho me dedicado a entender profundamente as complexidades do sistema tributário brasileiro, buscando soluções eficientes e personalizadas para cada cliente”, dizia o texto.
Kevin Marques também atua como um dos procuradores da Refit, antiga Refinaria Manguinhos, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Seu pai era desembargador do tribunal quando foi indicado ao Supremo, em 2020.
A Consult Inteligência Tributária foi aberta em 2022 por Francisco Craveiro de Carvalho Junior, contador de Teresina (PI), cidade natal de Nunes Marques. A empresa tem endereços em Barueri (SP) e Brasília (DF).
Ao Estadão, Kevin Marques afirmou que os pagamentos são lícitos, decorrentes do exercício regular da advocacia “voltada ao fisco administrativo”. O ministro Kassio Nunes Marques não comentou o caso.
Em nota, a JBS declarou ao jornal que contrata consultores “para apoiar sua atuação” na área tributária, incluindo a Consult. O Banco Master foi procurado, mas não se manifestou.
A Consult informou que presta serviços de auditoria e consultoria tributária, além de desenvolvimento de sistemas e migração de dados. Sobre os pagamentos ao advogado, disse apenas que se referem a “prestação de serviços técnicos e de assessoria jurídica para a Consult, entre 2024 e 2025”.
Em novembro de 2025, após os repasses, o fundador da empresa deixou a sociedade e negociou o recebimento de R$ 13 milhões em lucros até 2028. Ele retornou ao quadro societário em março deste ano. Segundo a empresa, a mudança fez parte de uma reorganização interna.
A escalada do conflito no Oriente Médio voltou a acender um alerta importante para o agronegócio brasileiro e para o consumidor. Com forte dependência externa, o país pode sentir nos próximos meses os efeitos da instabilidade internacional no custo de produção agrícola — o que tende a impactar diretamente os preços de itens essenciais como feijão, arroz e ovos.
Atualmente, o Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes utilizados nas lavouras. Em 2025, foram mais de 45 milhões de toneladas adquiridas no exterior, enquanto a produção interna não chegou a 8 milhões. Esse desequilíbrio torna o país vulnerável a crises globais, especialmente quando há interrupções no fornecimento de insumos vindos de regiões estratégicas.
Especialistas apontam que o impacto não é imediato, mas ocorre em cadeia. Primeiro, há aumento nos custos de energia e transporte, seguido pela alta nos insumos agrícolas. Só depois esse efeito chega ao consumidor final. Produtos com ciclo mais curto, como o feijão, tendem a sentir os primeiros reflexos, possivelmente já nos próximos meses.
Já alimentos com cadeias produtivas mais longas, como arroz, milho e soja, devem apresentar aumentos mais à frente. Isso também pode afetar proteínas como ovos, frango e carne suína, já que a ração animal depende diretamente desses grãos, ampliando o impacto no custo de vida.
Apesar de o mercado ter apresentado alguma estabilidade após crises recentes, como a guerra entre Rússia e Ucrânia, o cenário ainda é considerado frágil. A combinação de dependência externa, variação cambial e custos logísticos elevados mantém o Brasil exposto a novos choques, reforçando a preocupação com a inflação dos alimentos nos próximos ciclos agrícolas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro incluiu o filho, o senador Flávio Bolsonaro, como um dos advogados na ação de execução penal que tramita no STF, no âmbito do inquérito da tentativa de golpe. A designação foi formalizada por petição protocolada na tarde de segunda-feira (2) pelos demais integrantes da defesa.
O documento informa que Bolsonaro “substabelece com reservas de iguais poderes” ao advogado Flávio Nantes Bolsonaro, inscrito na OAB no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. A inclusão também foi confirmada pelo senador, por meio de nota, conforme o Metrópoles.
Caso o pedido seja aceito pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, Flávio poderá ter mais liberdade para visitar o pai na Papudinha. Pela legislação, advogados podem visitar clientes diariamente e mais de uma vez por dia — diferente de familiares e amigos. Até então, como filho, ele estava autorizado a visitar Bolsonaro às quartas-feiras e aos sábados.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo da tentativa de golpe. Flávio é advogado com situação regular na OAB e passa a integrar oficialmente a equipe de defesa no caso que corre no STF.
vai defender painho coisa nenhuma… vai é usar as prerrogativas e direitos de um advogado para burlar o sistema judicial e tirar vantagens pessoais… e continuar debochando da justiça e do STF… Pau que nasce torto…
Motociclistas por aplicativo voltaram a se reunir na noite desta segunda-feira (9) em frente ao Duka Sushi Bar Burger, na Av. Engenheiro Roberto Freire, em Natal. O protesto aconteceu após o episódio de agressão envolvendo um entregador e o proprietário do restaurante, que gerou revolta na categoria.
Segundo representantes dos motoboys, a intenção do ato era cobrar justiça e dar visibilidade ao caso. Uma entregadora explicou que o protesto seria pacífico, com buzinaço e corte de giro, sem invadir o estabelecimento.
“Hoje a gente veio fazer uma paralisação pacífica. Queremos apenas fazer barulho com as nossas motos, buzinar e dar corte de giro. A gente não ia entrar porque aqui tem clientes e outros comércios”, afirmou.
A categoria também denunciou a atuação da Polícia Militar. De acordo com a entregadora, poucos minutos após a chegada do grupo, policiais da CPRE abordaram os trabalhadores, usando spray de pimenta e derrubando alguns motoboys.
“Infelizmente, a gente chegou e, em menos de cinco minutos, a CPRE chegou e já foi logo abordando, jogando spray de pimenta e derrubando os entregadores que estavam com o bag”, relatou.
Os motociclistas criticaram ainda a nota divulgada pelo Duka Sushi Bar Burger, na qual o restaurante alegou não ter relação com o caso. Segundo os trabalhadores, a explicação não convenceu a categoria.
Durante o protesto, os motoboys permaneceram em frente ao estabelecimento, com patrulhamento da Polícia Militar, incluindo CPRE e 5º Batalhão, e informaram que pretendiam permanecer cerca de 20 minutos realizando o ato.
BOICOTE TOTAL AO Duka Sushi Bar Burger. E NENHUM ENTREGADOR FAÇA QUALQUER TIPO DE SERVIÇO PARA O ESTABELECIMENTO. PACIFICAMENTE, ESTE É O MAIOR CASTIGO PARA O AGRESSOR.
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos admitiu, em documento interno da Diretoria Econômico-Financeira (Diefi), que a estatal entrou em um “ciclo vicioso de prejuízos”, marcado por perda de clientes, queda de receitas e deterioração operacional. O relatório aponta que a piora no desempenho foi determinante para os resultados negativos acumulados nos últimos trimestres.
A matéria é do g1. Segundo a diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo, a baixa qualidade operacional reduziu a geração de caixa e comprometeu a regularização de obrigações. O documento destaca que grandes clientes — responsáveis por mais de 50% da receita — passaram a negociar contratos de forma mais rígida, frustrando expectativas de recuperação financeira.
Até setembro de 2025, os Correios acumularam R$ 3,7 bilhões em débitos com fornecedores, empregados e tributos. O caixa também encolheu: entre janeiro e setembro, as entradas somaram R$ 16,94 bilhões, contra R$ 18,37 bilhões no mesmo período de 2024 — queda de 17,6%. A redução nas entradas de recursos chegou a R$ 3,23 bilhões. No mesmo intervalo, as saídas totalizaram R$ 16,68 bilhões.
Para tentar conter a crise, a estatal contratou R$ 13,8 bilhões em empréstimos ao longo de 2025, embora a maior parte dos recursos tenha sido incorporada ao caixa apenas no fim de dezembro. A projeção revisada indica prejuízo de R$ 5,8 bilhões em 2025. Para 2026, a estimativa é ainda mais preocupante: déficit de R$ 9,1 bilhões, sinalizando que o cenário de instabilidade financeira pode se aprofundar.
Bota o Militar do governo Bolsonaro que da certo.
Em dois anos ele bota essa brilhante Estatal para funcionar, ele já fez isso a três anos atrás, cumpriu a missão com sucesso.
Kķkkkkk…
Faz o L.
O amor venceu.
Só vão parar quando quebrarem totalmente, igual como LULADRAO fez com a PETROS. Onde esse bandido coloca as patas, quebra geral. LULADRAO é um salafrário safado.
O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira (16) que o Brasil pode aumentar o endividamento público como alternativa para “salvar a economia popular” diante dos impactos da guerra no Oriente Médio.
Segundo o ministro, a medida seria uma forma de evitar que os efeitos do conflito internacional sejam repassados diretamente à população brasileira.
Guimarães destacou que o governo Lula mantém o compromisso com a responsabilidade fiscal e social, mas afirmou que cenários de crise podem exigir decisões excepcionais.
De acordo com ele, o Executivo trabalha com a hipótese de que o conflito no Oriente Médio possa se prolongar por cerca de dois meses, o que já pressiona o planejamento econômico do país.
O ministro também indicou que o governo avalia novas medidas para reduzir os impactos da guerra sobre os combustíveis, especialmente a gasolina, e que anúncios podem ser feitos em breve.
Entre as alternativas em estudo estão mecanismos de contenção de preços e possíveis subsídios, embora detalhes ainda não tenham sido divulgados oficialmente.
Guimarães reforçou ainda que o Brasil não tem envolvimento direto no conflito, mas sofre reflexos indiretos que exigem respostas econômicas do governo.
O escritório Ibaneis Advocacia e Consultoria recebeu R$ 73,8 milhões após negociar créditos de honorários de precatórios em 13 contratos firmados entre 2008 e 2024.
A informação é da coluna Grande Angular, do portal Metrópoles. A banca foi fundada pelo atual governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que está afastado da advocacia desde que assumiu o cargo, em 2019. Ao todo, os créditos comercializados somavam cerca de R$ 155 milhões, mas foram vendidos com deságio — prática comum nesse tipo de operação para antecipação de recebíveis.
Parte das negociações envolve fundos administrados pela Reag, empresa que acabou liquidada pelo Banco Central e é alvo de investigações da Polícia Federal no caso relacionado ao Banco Master. Segundo os dados, ao menos R$ 81 milhões em créditos foram vendidos a fundos ligados à gestora.
Os valores têm origem em ações judiciais movidas por associações de servidores públicos contra a União. Nesses casos, escritórios de advocacia têm direito a honorários, que podem ser negociados no mercado por meio de cessão de crédito — mecanismo que antecipa o recebimento, ainda que com desconto.
Veja a nota do escritório na íntegra:
“O Escritório Ibaneis Advocacia e Consultoria Estabelecido em Brasília/DF desde 1994, o Escritório sempre pautou sua atuação por meio de uma visão objetiva na solução de conflitos e na busca de efetividade da prestação jurisdicional, tendo como suporte uma advocacia de excelência, construída em bases sólidas, calcada na incansável defesa dos interesses dos nossos clientes.
O Escritório, ao longo dos mais de 30 anos de existência, se especializou em litígios contra a União Federal no âmbito dos Tribunais Regionais Federais, representando diversas Associações de Servidores Públicos bem como os próprios servidores. Dentre as causas patrocinadas pelo escritório, dá-se destaque para demandas envolvendo gratificações, reajustes e outras verbas devidas pelos órgãos que integram a União Federal aos Servidores Públicos.
O Escritório, desde sua origem, patrocina diversas dessas demandas, sendo remunerado mediante honorários de sucumbência devidos pela União diretamente ao escritório, bem como por honorários contratuais. Os honorários devidos pela União ao escritório de advocacia possuem natureza alimentar e são direito autônomo do advogado.
Por se tratar de verbas pagas pela Administração Pública, esse pagamento ocorre por meio de precatórios, os quais seguem uma rígida ordem de pagamento.
Como é de notório saber público, as ações judiciais em desfavor da União podem demorar um tempo expressivo até o efetivo pagamento dos valores. Frente a esse longo período, os credores optam por adiantar esse recebimento, comercializando seu crédito junto a Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios, Empresas diversas que tenham interesse e até pessoas físicas interessadas.
Registra-se que todos os fundos de investimentos e suas respectivas administradoras são obrigatoriamente inscritos e fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM e pelo Banco Central, o que garantia, à época das contrações, regularidade, licitude e transparência as operações de cessão de direitos creditórios firmados com o escritório Ibaneis Advocacia.
A venda de honorários é formalizada por contratos de Cessão de Crédito (Arts. 286 a 298 do Código Civil). Firmado o contrato, e habilitado no processo, ocorre a transferência da titularidade do crédito do advogado (Cedente) para um terceiro adquirente (Cessionário).
O Escritório recebe o pagamento em conta bancária diretamente do Fundo de Investimento, não ocorrendo qualquer pagamento por parte de administradores ou gestores dos Fundos. Dessa forma, o capital utilizado tem origem dos cotistas do fundo, ou seja, sem relação com administradores e gestores.
Por conta desse direito e com interesse em abreviar o recebimento dos valores já devidos, o escritório firmou diversos contratos de comercialização de direitos creditórios, sendo todos praticados com o deságio de mercado para o período e o ativo vendido.
O deságio praticado pode variar levando em consideração o tempo estimado para recebimento, a etapa e o risco do processo.
Trata-se de negócio jurídico regular, lícito e reiteradamente praticado no mercado por escritórios de advocacia, credores da fazenda pública e instituições financeiras, como forma de abreviar o recebimento, com deságio, de valores decorrentes de ações judiciais contra entes públicos.
Nos últimos 10 anos, foram firmados mais de 10 contratos de venda de créditos de honorários contratuais e sucumbenciais devidos pela União Federal ao escritório.
Ibaneis Advocacia e Consultoria Sociedade Simples”
No MEIO-DIA RN de hoje, Bruno Giovanni também esclareceu o caso do médico oftalmologista Diego Sampaio, que é diferente do caso de Mário Borges, o Crente Trader.
De acordo com informações apuradas pelo BG, Diego Sampaio continua residente em Natal e continua trabalhando normalmente. Familiares dizem que ele sempre gostou do mercado financeiro, e e desde 2015 começou a fazer investimentos próprios.
Com a repercussão positiva no meio profissional e familiar, em 2019 ele abriu empresa de investimentos em contratos de renda fixa e variáveis. Todos os clientes são da família, amigos, ou amigos de amigos, nunca captou em mercado ou fez campanhas. Inclusive, a sogra dele seria uma das maiores, investidoras.
Com os investimentos dando certo, Diego chegou a ter acesso a senhas de contas bancárias dos investidores. A empresa chegou a ter mais de 100 clientes. Os valores totais movimentados por Diego atingem R$ 30 milhões.
Em novembro de 2022, os clientes começaram a pedir resgates, quando começou os problemas, pois o médico tinha feito investimentos que não tinha como tirar. Começou a bomba, hoje tem 6 ações judiciais, aproximadamente 50 clientes têm pendências com ele.
Alguns judicializando, outros tentando negociar com ele. A própria sogra dele é que aplicou o maior valor de todos. Segundo familiares, ele não vai fugir, já tem advogado, auditoria para saber quanto cada pessoa teria direito a receber, para tentar cumprir no futuro.
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