O prefeito Rosano Taveira reinaugurou nesta sexta-feira (22) o novo Centro Clínico Cardiológico de Parnamirim, que funciona na Rua Sabiá da Mata, em Nova Parnamirim.
A unidade passou por uma ampla reestruturação, com reforma da estrutura física, contratação de mais médicos, aquisição de novos equipamentos para ampliar os tipos de exames cardiológicos oferecidos, implantação do prontuário e chamada eletrônica.
O CCPAR está totalmente climatizado e informatizado com novo sistema de prontuário eletrônico e ganhou agora um espaço exclusivo para testes ergométricos.
Também passa a ser oferecido na unidade o exame do tipo Holter, além Ecocardiogramas e Eletrocardiograma (antes já oferecido à população).
“Nosso investimento é para que o povo de Parnamirim possa contar com um centro de referência na área de consultas e exames cardiológicos. Nossa estrutura tem demanda atual de 500 pacientes mês, mas estamos contratando novos médicos para aumentar essa capacidade de consultas e exames”, destaca o prefeito Rosano Taveira.
O CCPAR funciona de segunda a sexta, das 7h30 às 16h30 (no prédio ao lado da UBS Suzete Cavalcanti) e tem a porta de entrada regulada pelas unidades básicas de saúde.
Eu relutei em escrever este texto por razões que tem a ver com minhas convicções – e elas dizem que os mais vulneráveis devem ser protegidos. Mas minhas convicções também dizem que quando um sofisma é invocado para proteger os vulneráveis, isso deve ser exposto, pois, sendo sofisma, não há preocupação legítima com eles.
Num sofisma, o argumento até faz sentido, mas em sua essência é a falsidade que ressoa, desmoronando tal qual o Morro do Careca.
Isso posto consigo afirmar: o Idema e o MPF estão usurpando uma norma legal índígena para travar a obra da engorda de Ponta Negra.
A Convenção nº 169 da OIT: Um Desvio de Finalidade
Parecer emitido pelo Ministério Público Federal (MPF) e endossado pelo Idema se agarra à Convenção nº 169 da OIT como um náufrago a um pedaço de madeira, alegando que esta exige uma consulta prévia, livre e informada das comunidades tradicionais antes de qualquer empreendimento.
A convenção também prevê a autodeterminação. Significa por outras palavras que, se aplicada, os “indígenas” – vocês entenderão logo mais – de Ponta Negra poderiam usar a autodeterminação para dizer, com caráter definitivo, que a obra não sai. Aí está uma razão para invocar a Convenção nº 169 da OIT.
Veja bem e vejam só: as comunidades pesqueiras devem ser ouvidas. Mas impor que isso se dê pela Convenção 169 da OIT implica dizer que o poder de veto contido no princípio da autodeterminação desse dispositivo, não previsto noutras normas, pode ser invocado.
No entanto, usar a convenção, destinada a proteger os direitos de povos indígenas e tribais, para travar uma obra essencial para o turismo e a economia local é, no mínimo, uma interpretação criativa – e não no bom sentido.
O procurador da República que encheu as laudatórias páginas de seu parecer entende de leis bem mais que eu, então, talvez saiba que o Supremo Tribunal Federal trata dessa norma formal para a aplicação de direitos pressupondo como atores atingidos índigenas e quilombolas. Entendo que poucos respeitem o STF, mas o procurador deve respeitar.
Eu me recuso a acreditar que o procurador da República não saiba que o STF trata a convenção 169 da OIT à luz dos direitos de quilombolas e indígenas. Mas, para o caso de não saber, eu trouxe dois exemplos:
Petição (Pet) 3.388/RR – Caso Raposa Serra do Sol
Decisão: O STF aplicou a Convenção nº 169 para decidir sobre a demarcação contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, sempre em relação a povos indígenas formalmente reconhecidos.
Implicação: A aplicação da convenção está inextricavelmente ligada ao reconhecimento formal das comunidades como indígenas.
Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3239
Decisão: O STF reiterou a necessidade de reconhecimento formal para a aplicação dos direitos previstos na Convenção nº 169.
Implicação: A convenção se aplica a comunidades com reconhecimento formal como indígenas ou tribais.
Sempre que a convenção em questão chega à Suprema Corte, envolve povos originários ou quilombolas.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura de Natal (SEINFRA) já realizou audiências públicas e outras consultas com a comunidade local, conforme a legislação brasileira, incluindo a Lei nº 9.784/99 e as resoluções do CONAMA. Como as regras do CONAMA parecem estar sendo respeitadas, invoca-se uma norma cuja mera apresentação já pressupõe descumprimento. Ignorar as consultas feitas sob o arcabouço da legislação ambiental brasileira e insistir que são insuficientes para travar a obra é um ato de puro exagero.
Foto: Reprodução
Não São Os Vulneráveis Que Os Preocupam
O MPF alega que a ausência de consulta pode levar à nulidade dos atos e até à responsabilização penal, considerando os impactos diretos sobre as comunidades tradicionais. No entanto, até agora, não foram apresentadas evidências concretas de que a obra causará impactos irreparáveis aos pescadores artesanais que o MPF quer transformar em índios ou quilombolas. As medidas de mitigação e compensação já previstas são suficientes para lidar com quaisquer impactos.
O Brasil tem uma legislação ambiental robusta que prevê mecanismos de consulta e participação comunitária. Insistir na aplicação da Convenção nº 169 da OIT, ignorando esses mecanismos, é desconsiderar a soberania nacional e a eficácia das leis brasileiras. Usar a convenção de forma inadequada para travar projetos de desenvolvimento é um precedente perigoso e infundado.
A obra de engorda da praia de Ponta Negra deve prosseguir, respeitando as normas e regulamentações nacionais. A aplicação da Convenção nº 169 da OIT neste caso específico é uma distorção e uma tentativa de manipulação legal que ignora a realidade. As consultas realizadas são mais do que suficientes. É necessário equilibrar o desenvolvimento econômico e a proteção dos direitos das comunidades tradicionais, sem exageros que travem projetos importantes sem justificativa.
Manipular dispositivos jurídicos destinados a proteger os vulneráveis para bloquear o progresso é não só ineficaz, mas também um desrespeito à inteligência de todos os envolvidos e às reais necessidades da comunidade. É hora de parar com esse teatro jurídico e avançar com o que realmente importa: o desenvolvimento de Ponta Negra. Para todos, sobretudo os vulneráveis usados nas peças jurídicas que se despacham entre Idema e MPF.
A esquerda é tão pilantra que fez triplicar o número de “Índios” existentes no Brasil, no último censo realizado.
Só pra aumentar o número de miseráveis, digo de “vulneráveis”.
PT- Partido dos Trambiqueiros
Comunidade tradicional = comunidade tribal. Falta leitura, pesquisa… Basta buscar um artigo de algum pesquisador sério, doutor em direito, e ler.
A comunidade pesqueira de ponta negra é tradicional e tem todo o direito de opinar na obra da engorda.
E antes fosse esse o único problema dessa obra…
Essa licitação tem café? Como dizem por aí, “é só uma pergunta”…
Prefeito, incompetente. Já tem 323 dias, que o Idema, pediu as informações ambientais. E ,,esse projeto foi iniciado no governo de Carlos Eduardo, qdo saiu pra candidatar-se a Governo/2016.
Norma indígena? É muita picaretagem. Governo estadual sabotando o desenvolvimento da capital.
O secretário de Saúde de Natal, George Antunes, negou nesta quinta-feira (7) que esteja se recusando a receber o vereador Anderson Lopes (Solidariedade). De acordo com o secretário, seu gabinete está à disposição de qualquer vereador que queira encontrá-lo para discutir demandas da saúde pública da capital potiguar.
Em nota enviada à reportagem do PORTAL DA 98 FM, o secretário respondeu às críticas do vereador, que, em pronunciamento nesta quarta-feira (6) na Câmara Municipal, disse que estava tentando uma reunião com George Antunes há cerca de um ano. O parlamentar chegou a ameaçar invadir a Secretaria de Saúde para falar com o secretário.
Segundo George, não é verdade que ele esteja se recusando a receber o vereador. O secretário contou, aliás, que o vereador chegou a marcar uma reunião, mas desmarcou o compromisso alegando ter uma consulta médica.
“O vereador exagera quando diz que faz um ano que tenta falar comigo, pois exatamente nesse período citado por ele, foi marcada audiência, eu esperei e ele não compareceu alegando comparecer à uma consulta médica, segundo informação de seu assessor”, afirmou George Antunes.
O secretário disse, ainda, que não se intimida com a ameaça do vereador de invadir a Secretaria de Saúde. “Pode ir, que estarei esperando”, finaliza.
Esse tal de Anderson é o maior fofa bosta que já apareceu na política potiguar. Não sabe de porra nenhuma, só faz besteira e só fala merda!
Típico imbecil.
Não á toa que hoje em dia toda bosta quer ser vereador e pastor de igreja evangélica.
Animal arisco, que nem domesticado perde o risco, ele não falou em invadir, semianalfabeto. Sua alma é podre, como seus dedos. Agora o deputado que mostrou uma arma para quem fosse conversar com ele, deve perder uns votos.
O daqui vai ganhar o meu voto, vc vota em Nathalia Boa vida, simples.
O Ministério Público Federal (MPF) entrou nesta quarta-feira (24) com ação civil pública para suspender o projeto de engorda da praia de Ponta Negra. A medida foi tomada um dia após o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) emitir a licença de instalação e operação da obra (LOI).
A ação solicita que o Idema suspenda os efeitos dos licenciamentos ambientais das obras. Além disso, o MPF exige que novos procedimentos de licenciamento ambiental sejam iniciados com a efetiva participação das comunidades tradicionais e da população em geral.
A ação civil pública foi protocolada na Justiça Federal (JF) nesta quarta-feira (24). São citados o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) e a Prefeitura do Natal.
No julgamento definitivo, o MPF aponta que Natal deve se abster de qualquer intervenção na praia de Ponta Negra sem a autorização prévia das comunidades tradicionais e sem a participação efetiva da população em geral.
A ação também solicita a indenização por danos materiais e morais já causados a essas comunidades.
O MPF ainda requer que o Idema conclua e apresente resultados dos estudos ambientais que contemplem as comunidades tradicionais na área do empreendimento e que qualquer licenciamento ambiental futuro esteja condicionado ao cumprimento de medidas mitigatórias e compensatórias pertinentes.
Além disso, a ação pede que a União revise e condicione o termo de gestão da praia de Ponta Negra ao cumprimento dos marcos regulatórios que asseguram os direitos das comunidades tradicionais. Isso inclui a realização de consulta prévia, livre e informada às comunidades afetadas por obras de infraestrutura urbana, turística ou de interesse social, conforme previsto na Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)
Em 18 de julho, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação para suspender a emissão de licenças ambientais para o projeto de engorda da praia de Ponta Negra, em Natal, RN. A medida foi tomada após o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) ter sido recomendado a não emitir a licença sem a devida consulta às comunidades tradicionais afetadas.
A recomendação do MPF ao Idema destaca a necessidade de consulta livre, prévia e informada das comunidades tradicionais antes de qualquer emissão de licença. O órgão alerta que o descumprimento desta orientação poderá resultar em ações administrativas e judiciais.
Já pensou na felicidade de uns porra loucas! Isso é Natal, Rio Grande do Norte, só dá nisso, muita gente de fora mandando aqui, pouco ligando para o nosso atraso! E o pior, muita gente daqui, achando bom. Esse tiro vai sair pela culatra, a população já entendeu que atrapalhar um projeto desse porte, não vai ajudar os imbecis pretenciosos! Tem certas criaturas que eu gostaria de vê-los sentados em uma mesa, explicando para os “filhos” atitudes como essa! Estamos chegando, ou já chegamos, no fundo do poço! Mas tenho certeza que nesse poço cabe muita gente!
Prefeito Alvaro Dias, não ser govarde, senhor está fazendo o bem a Natal eles não querem. Abandone Ponta Negra, é só safadeza desta quadrilha. O senhor lutou. Parabéns.
Pense num puxe incoe, o mpf teve tempo mais do que suficiente para entrar nisto antes, agora com tudo já resolvido vem com essa ação, tomara que tenha um Juiz Federal, com o mesmo procedimento do Juiz estadual, basta, este País está um desmantelo total, ninguém se entende e os prejuízos aumentando a cada segundo.
veja o que pedem: ” sem a autorização prévia das comunidades tradicionais” como tem um terreiro da macumba na vila, a prefeitura vai mandar um despacho de Exu para convocar Iemanjá, a dona da praia, participar de sessão com o prefeito. Se o roixá autorizar por escrito, ai estará tudo certinho, nada pode ser feito de modo açodado,como se os políticos representassem TODO o povo, não é assim não, tem que respeitar as comunidades que não fazem parte do povo representado pelos políticos
Vixi que onda éw essa kkkkkkkkkkkk. Pense num mimimi da gota serena esse negocio dessa engorda, o babado é forte. Quem realmente está por trás disso tudo?
A juíza Moniky Mayara Costa Fonseca deferiu pedidos de entidades para participação na audiência marcada para a próxima segunda-feira (29), sobre a engorda da praia de Ponta Negra, na Justiça Federal, em Natal. A Federação dos Pescadores Artesanais do Estado (Fepern) e a Colônia de Pescadores de Natal foram habilitadas na qualidade de terceiros interessados, enquanto a Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo (Fecomércio) foi aceita na condição de amicus curiae. O despacho foi assinado na tarde dessa sexta (26).
No documento, a magistrada ainda determinou que o Idema disponibilize três servidores para participar da audiência no Laboratório de Inovação do prédio anexo da Justiça Federal, em Natal. A reunião tem o objetivo de discutir a ação civil do Ministério Público Federal (MPF), que pede a suspensão da licença de instalação e operação (LIO) para a engorda de Ponta Negra. O documento considera, dentre outros pontos, a necessidade de consulta aos povos tradicionais da região.
Na convocação, a magistrada solicitou à Prefeitura do Natal, ao Idema e ao MPF, para levarem à audiência servidores que tenham atuado no processo de licenciamento da engorda e que possam ‘subsidiar o juízo’ em relação a condicionante que prevê a consulta aos povos da Vila de Ponta Negra.
Fátima e o PT são diretamente responsáveis pelo desmoronamento do Morro do Careca e pela destruição do turismo no RN, ela ainda tem o desplante de dizer que foi para Paris vender o destino Natal para o mundo, como boa esquerdista ela destrói para vender o que não mais existe, somos um Estado sem segurança, com estradas esburacadas, sem saúde e sem educação, com grande parte da população vivendo na pobreza e Fátima ainda acha que a miséria que ela transformou o RN será capaz de alavancar o turismo.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (Sesap) informou nesta quinta-feira (10) que o paciente que estava improvisando uma sacola de supermecado por falta da bolsa de colostomia não estava em nenhuma fila do sistema de regulação do estado para realizar cirurgia.
Segundo a pasta, o problema aconteceu por um erro do município de Natal. Alexandre Beveluto, de 40 anos de idade, vive há quase quatro anos com a necessidade de uma bolsa de colostomia e aguardando um procedimento cirúrgico no intestino.
“O mesmo chegou a ser inserido, mas teve a solicitação negada por ter sido inserido, pelo município de Natal, de maneira errada. É necessário que o município do paciente, no caso Natal, insira-o corretamente e assim, realizar os procedimentos necessários”, disse a Sesap em nota.
Também em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) disse que “o fluxo de marcações de consultas sofreu modificações no mês de abril deste ano, mesmo mês da negativa e do pedido de correção para o paciente ser inserido novamente no sistema”.
Uma imagem da fila de regulação à qual o g1 teve acesso mostra a solicitação feita pelo município em setembro de 2019. Mas em abril desse ano o pedido foi negado por “problemas ao carregar histórico de procedimentos”.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o sistema foi alterado em abril e a prefeitura teria que refazer a solicitação para que Alexandre entrasse na fila de regulação, mas esse pedido não foi refeito.
“Esses anos todos esperando por essa cirurgia através desse cadastro e, quando você recebe a notícia, você não está cadastrado. Infelizmente é um absurdo com a saúde pública. A gente que depende dos órgãos público pena”, lamentou Alexandre.
Ao ter conhecimento do caso, a Secretaria de Saúde de Natal agendou uma consulta médica na manhã desta sexta (11) para o paciente no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e informou que, após a consulta, caso seja confirmada a possibilidade de intervenção cirúrgica, o paciente será encaminhado dentro do próprio sistema municipal de saúde.
O mutirão de cirurgias de catarata que terminou com 15 pacientes infectados por uma bactéria – sendo que 9 precisaram retirar o globo ocular – reuniu moradores de Parelhas, cidade a 245 quilômetros de Natal, que tinham, em comum, o desejo de enxergar melhor após o diagnóstico da catarata.Foto: Reprodução
Muitos dos pacientes viviam situações parecidas ao esperarem na rede pública uma oportunidade de realizar a cirurgia após o diagnóstico da doença em anos anteriores.
Ao todo, 48 pacientes foram atendidos no mutirão realizado pela prefeitura da cidade nos dias 27 e 28 de setembro na Maternidade Dr. Graciliano Lordão. Das 20 pessoas operadas no primeiro dia, 15 apresentaram endoftalmite, uma infecção ocular causada pela bactéria Enterobacter cloacae.
O g1 reuniu relatos de alguns desses pacientes infectados – uns que permaneciam em tratamento, outros que tiveram o globo ocular retirado – e de parentes que também buscam justiça no caso.
Segundo a prefeitura de Parelhas, os pacientes infectados são oito homens e sete mulheres que tem entre 43 a 80 anos de idade.
Veja relatos de pacientes
A costureira Vitória Dantas, de 49 anos, sofreu a infecção da bactéria durante a cirurgia e precisou passar por um procedimento chamado de vitrectomia, que consiste em substituir um gel que fica dentro do olho. Ela, no entanto, não precisou retirar o globo ocular – mas teme que isso ainda seja necessário, uma vez que ficou sem enxergar pelo olho infectado.
“Muita tristeza, porque eu fui na esperança de enxergar, não sei se eu vou enxergar. É triste, porque eu trabalhava, fazia minhas atividades físicas, que eu gosto, que ocupava minha mente. E hoje eu estou dentro de casa, sem poder fazer nada disso”, disse.
O filho mais velho dela, Maurício Dantas, disse que “o medo de perder o olho ainda está presente” no dia a dia da mãe. Ele se mudou de Natal, onde fazia faculdade, para ajudar a mãe em Parelhas nesse momento.
Iara Medeiros, filha da paciente Luzia Medeiros, contou que o momento mais difícil após a infecção foi quando a família foi informada sobre a necessidade da retirada do globo ocular.
“A gente foi na esperança de enxergar e, de repente, você ter a certeza de que você não vai mais enxergar”, lamentou Iara Medeiros.
A filha da paciente Maria Ernesto, Silvania Alves, contou que a mãe recebeu a recomendação para fazer a cirurgia de catarata há cerca de dois anos, após uma consulta, e estava esperançosa.
“E aí ela ficou esperando na fila para ser chamada. Hoje ela está sem o olho e enxergando só pelo olho esquerdo”, disse Silvania Alves.
Grave isso daqui.
Muito grave.
Mutirão em vesperas de eleições .
Isso precisa ser investigado profundamente e punir os responsáveis por essa tragédia, na forma da lei.
O ministro interino da Justiça, Ricardo Cappelli, anunciou que o governo vai publicar em fevereiro as diretrizes para o uso de câmeras corporais pela polícia.
Em publicação no X (antigo Twitter), Cappelli criticou quem ideologiza o debate. “Vamos publicar em fevereiro as diretrizes nacionais para utilização de câmeras corporais pelas polícias. Processo com consulta pública e construído com a participação das polícias de todos os estados, sem exceção. Ideologizar o debate sobre segurança pública não faz bem ao Brasil”, escreveu na rede social.
A publicação ocorre em meio ao posicionamento do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que disse que as câmeras nas fardas dos policiais não têm efeito na segurança pública.
À CNN, Cappelli disse que o anúncio não é uma resposta ao governador, mas, sim, uma posição do governo federal.
“As câmeras são apenas uma parte. O mais importante é a tecnologia embarcada por trás, a capacidade de leitura crítica das imagens e a integração nacional destes dados no Sistema Único de Segurança Pública”, justificou.
A consulta pública sobre o uso das câmeras de segurança foi aberta no dia 12 de dezembro. As manifestações sobre o tema podem ser feitas até o dia 26 deste mês.
A gente sabe bem a intenção do governo federal: punir policiais.
Agora tudo vai ser excesso. Estão fazendo de tudo para aliviar a barra para os parceiros deles.
E outra: esse equipamento é caro, o policial que perder ou danificar essa câmera vai ser prejudicado de novo.
Agora me responda uma coisa:
Qual foi o benefício real para os policiais nos últimos tempos?
Melhorar a vida do bandido é toda hora, basta ver, audiência de custódia, tornozeleira, prisão domiciliar, indulto, progressão de pena, auxílio reclusão, por aí vai.
Qual o benefício pra quem está arriscando a vida todos os dias pra defender uma sociedade apodrecida?
Mundo doido esse do Brasil.
Depois da repercussão envolvendo a cobrança de R$ 12 mil em direitos autorais para a vigília católica “Consagra-te”, realizada no Anfiteatro da UFRN, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição divulgou posicionamento oficial explicando os critérios adotados.
Segundo a entidade, não há cobrança quando a música religiosa é utilizada em rituais litúrgicos dentro de templos, com caráter estritamente religioso. No entanto, o Ecad afirma que a taxa é devida quando há shows religiosos com apresentação de artistas e bandas para o público, mesmo que o evento seja gratuito.
De acordo com o órgão, a legislação brasileira determina que toda execução pública de música exige autorização e pagamento de direitos autorais, independentemente de haver cobrança de ingressos. Em eventos gratuitos, o cálculo é feito com base nos custos musicais da programação, como estrutura de som, palco e cachês.
Nota do Ecad na íntegra
O Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) esclarece que, por liberalidade, não realiza a cobrança de direitos autorais sobre o uso de música religiosa em rituais de liturgia, orações e explanação de doutrina, com caráter estritamente religioso, dentro do templo. Porém, a cobrança dos direitos autorais é devida quando a música é utilizada em shows religiosos, ou seja, quando existe a apresentação de cantores e bandas religiosas com a finalidade de apresentação para o público.
O licenciamento musical é obrigatório para toda pessoa física e jurídica que utiliza música publicamente em seus negócios e eventos e está previsto na Lei dos Direitos Autorais (Lei 9.610/98). A ausência de finalidade econômica de um evento não é um requisito para a dispensa da cobrança dos direitos autorais. Eventos públicos, sejam gratuitos ou com cobrança de ingressos, não podem utilizar música sem a autorização dos autores e sem efetuar o licenciamento musical.
No caso de eventos sem cobrança de ingressos, o valor do direito autoral é calculado com base no custo musical do evento, que inclui despesas com som, montagem de palcos, cachês de artistas e demais gastos.
Os critérios de cobrança são baseados em normas internacionais e estão disponíveis para consulta no site oficial da instituição.
O Ecad está sempre disponível para esclarecer as dúvidas sobre o seu trabalho.
Um levantamento com base em dados de um inquérito nacional e de teste da OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que 6 milhões de brasileiros, ou 4% da população adulta, consomem bebidas alcoólicas em excesso e correm risco de dependência.
De acordo com a pesquisa, estão mais vulneráveis ao vício homens (6,6% contra 1,7% das mulheres), pessoas entre 45 e 54 anos (6,9%), com 9 a 11 anos de estudo (5%), residentes das regiões Centro-Oeste e Norte (6,8%) e pretos e pardos (4,7%).
Os dados fazem parte do Covitel (Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Tempos de Pandemia). Ao todo, foram ouvidos 9 mil brasileiros de janeiro a abril de 2023.
Durante a pesquisa, foram analisados episódios de consumo abusivo, frequência semanal de consumo e risco ou de indício de dependência. Neste último item citado, os avaliadores aplicaram um instrumento de avaliação da OMS para identificar distúrbios no consumo do álcool.
Com dois sistemas de atendimento on-line, o Pronto Socorro Virtual 24h e o Centro Clínico Virtual, acessíveis por meio do aplicativo, a Unimed Natal realizou, só no mês de junho, mais de 10 mil consultas.
Desde a implantação dos serviços, foram feitas 45mil 349 consultas médicas à distância. Além da comodidade do atendimento realizado sem necessidade de deslocamento, o cliente recebe em casa, pelo celular e e-mail, as prescrições terapêuticas e as requisições de exames adicionais, quando necessárias.
No Centro Clínico Virtual 9 Clinicos Gerais e 5 Pediatras prestam atendimento com hora marcada, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. No Pronto Socorro Virtual, indicado para os casos de baixa e média complexidades, não é necessário agendamento prévio e o funcionamento é 24h, nos 7 dias da semana. Na pesquisa de satisfação, a avaliação do atendimento virtual alcançou nível de Excelência.
Cerca de 7mil clientes que experimentaram os serviços online retornaram.
Para saber mais sobre os serviços oferecidos por meio do aplicativo Unimed Natal Cliente, assista, no Canal do Youtube, o “Cuida, gente!” Os vídeos são publicados toda quinta-feira.
É a Unimed Natal trazendo cada vez mais facilidades para você!
Enquanto isso, o Governo do Estado, proporciona agonia, desespero e abandono ao enfermos e seus acompanhantes nos hospitais públicos Estaduais.
Fora PT, fora Fátima Bezerra e Lula.
Fiz uma consulta online nesse Centro Clínico Virtual quando a minha filha estava com covid. Realmente, o atendimento é de excelência. A médica, super desenrolada, ágil, viu os exames que haviam sido feitos anteriormente no laboratório da rede. Explicava tudo. Mandou a receita tudo direitinho. Nota 10 mesmo!!
O BLOGDOBG recebeu a informação nesta quarta-feira (06) de que os médicos ortopedistas do Walfredo Gurgel paralisaram as cirurgias eletivas por falta de pagamento. Os profissionais estão sem receber desde o mês de maio. Os trabalhadores também confirmaram a situação à empresa prestadora de serviço terceirizado, a Justiz.
De acordo com a Justiz, mais de 2.300 cirurgias, sendo cerca de 300 procedimentos por mês, no período de janeiro a agosto, de segunda à sábado.
A empresa esclarece ainda que, mesmo com a suspensão dos novos atendimentos, os profissionais devem manter o atendimento aos pacientes não internados e consultas pós-operatórias que acontecem no ambulatório.
Confira a nota na íntegra encaminhada pela Justiz ao BLOGDOBG:
Sobre a suspensão de cirurgias eletivas ortopédicas no Hospital Walfredo Gurgel, a Justiz empresa prestadora de serviço terceirizado, esclarece que foi informada pelos ortopedistas da paralisação de novas cirurgias no hospital, em virtude do atraso do pagamento desde o mês de maio.
Na unidade, foram realizadas de janeiro a agosto, mais de 2.300 cirurgias, cerca de 300 procedimentos por mês, que acontecem de segunda a sábado, atuação que tem colaborado para a diminuição de filas de cirurgias eletivas no Walfredo.
Apesar da suspensão dos novos atendimentos pela equipe formada por 70 ortopedistas, os profissionais devem manter o atendimento aos pacientes que estão internados, bem como as consultas pós-operatórias que acontecem no ambulatório.
O edital de licitação do transporte público de Natal vai prever redução da lotação do ônibus, renovação da frota, disponibilização de wi-fi e ar-condicionado. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, Daliana Bandeira. Segundo ela, esses itens serão obrigatórios no projeto de licitação.
Além desses itens, vai ser obrigatório, também, o aumento da capacidade dos veículos para os passageiros e incorporação da rede de transição em infraestrutura.
A abertura da consulta pública foi publicada no Diário Oficial do Município nessa quarta-feira (3). Anteriormente, o cronograma da STTU previa que a consulta sairia nesta sexta-feira (5).
Na última segunda-feira (1º), a minuta do documento foi entregue ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN), que emitirá um parecer sobre o texto em até 30 dias. O projeto foi elaborado pela Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP) pelo custo de R$ 1,45 milhão. Essa é a terceira tentativa do Município de licitar o serviço que nunca foi regulamentado.
Lembrando que a capital potiguar nunca teve licitação para o transporte público efetivada. O serviço funciona por meio de permissões, na qual o Município emite ordens para as empresas atuarem, mas sem contrato formal.
Vai começar o ano eleitoral e surge as promessas mirabolantes, nunca houve licitação para o transporte público, imagine Wi-Fi e ar condicionado. Piada, nem as paradas de ônibus presta.
NÓS QUEREMOS TAMBÉM A VOLTA DAS LINHAS EXTINTAS 02 ATÉ MIRASSOL LINHA 01,13,17 E 81 ESTAS LINHAS SÃO FUNDAMENTAIS PARA A LOCOMOÇÃO DAS PESSOAS NA ZONA NORTE DE NATAL
As plataformas de vídeo sob demanda (VOD) já representam 37,2% do consumo de vídeo nos lares brasileiros, segundo a Kantar Ibope. O estudo mostra que, no final de 2025, a TV linear atingiu 62,8% (sendo 55,8% da TV aberta) contra 37,2% do vídeo online, com liderança do YouTube (21,6%), seguida pela Netflix (5,6%) e pelo TikTok (5%).
Esses dados correspondem ao uso de dispositivos variados, enquanto o consumo exclusivo por televisores se divide entre 74,4% para a televisão linear e 25,6% para o vídeo online.
O YouTube segue como a plataforma mais assistida, com 21,6% da audiência, superando a soma de todos os streamings pagos. Em seguida aparecem Netflix (5,6%) e TikTok (5%).
Entre os serviços pagos, a Netflix lidera e cresceu 20% em relação ao ano anterior. O Globoplay aparece em segundo lugar (1,7%), à frente do Prime Video (1,1%), HBO Max (0,5%) e Disney+ (0,3%).
Nos televisores, a TV linear ainda domina com 74,4%, mas o vídeo online já alcança 25,6%. Já a TV paga representa apenas 6,9% do consumo total.
O avanço do streaming reforça a mudança no comportamento do público e acontece em meio ao debate sobre o PL do Streaming, que trata da regulamentação e possível taxação dessas plataformas no Brasil. A discussão deve ser retomada no Congresso em fevereiro.
Parlamentares da oposição ao presidente Lula (PT) passaram a pedir a prisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, após a revelação de mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro. Os registros teriam sido feitos no mesmo dia em que Vorcaro seria preso pela Polícia Federal pela primeira vez, em novembro de 2025, conforme informações da Istoé.
Dados extraídos do celular de Vorcaro indicam que ele registrava conversas relacionadas ao inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília e chegou a consultar o ministro sobre a lista de convidados de um fórum jurídico realizado em Londres, em abril de 2024. Em um dos registros, Moraes teria determinado que o empresário Joesley Batista, da J&F Investimentos, fosse “bloqueado” do evento.
As mensagens indicam ainda que, para manter sigilo, Vorcaro e Moraes escreviam textos em blocos de notas no celular, faziam capturas de tela e enviavam as imagens com o recurso de visualização única. Por esse motivo, as respostas do ministro não aparecem no aparelho, mas as anotações feitas por Vorcaro permaneceram registradas no histórico.
A repercussão no Congresso foi imediata. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que Moraes deveria deixar o STF e responder na Justiça, Marcel van Hattem (Novo-RS) questionou a conduta do ministro ao citar o voto de Moraes no caso da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do batom”, condenada a 14 anos de prisão pelo STF. Já o senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou que o partido estuda novas medidas institucionais após as revelações.
Do lado governista, o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) defendeu a criação de um código de ética para ministros do STF, enquanto Tarcísio Motta (PSOL-RJ) pediu transparência na apuração do caso. No Congresso, já foram protocolados dois pedidos de CPI envolvendo o Banco Master, mas a instalação das comissões enfrenta resistência na cúpula do Parlamento.
O mais impressionante é um sujeito desses Julgar uma pessoa como a Débora do Baton e os outros ministros acompanharem o voto.
A tal da Carmen Lúcia, que figurinha hein?
É imoral.
É repuguinante.
Esse STF fede mais do que chiqueiro de porcos criados com lavagem, sobra de comidas.
A proposta do presidente do STF, Edson Fachin, de criar um código de ética para a Corte tem apoio majoritário entre os ministros, mas enfrenta resistências quanto ao momento do debate, inclusive entre magistrados favoráveis à iniciativa.
Internamente, a avaliação é de que discutir regras de conduta agora pode fragilizar o tribunal e alimentar ataques, num cenário de crise de imagem e questionamentos envolvendo ministros. Por isso, Fachin passou a considerar adiar o avanço do tema para depois das eleições, ganhando tempo para consolidar apoios.
Além de Fachin, nomes como Cármen Lúcia, indicada como relatora do projeto, Cristiano Zanin, Luiz Fux, André Mendonça e Flávio Dino veem a ideia com bons olhos. Ainda assim, a falta de um texto formal faz com que parte dos ministros avalie o debate como abstrato e prematuro.
Para um grupo mais simpático à proposta, o código seria uma resposta institucional à sociedade, diante de desgastes recentes, como os desdobramentos da investigação envolvendo o Banco Master, que citam contratos e relações comerciais ligadas a familiares de ministros.
Já críticos defendem que a Loman e a Constituição já oferecem regras suficientes para a magistratura. Ministros como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes manifestaram publicamente esse entendimento.
Um estudo da Fundação FHC, citado por interlocutores de Fachin, sustenta a necessidade de reforçar a reputação pública do Judiciário e sugere regras sobre imparcialidade, manifestações públicas, participação em eventos, quarentena pós-mandato e critérios mais claros de impedimento e suspeição. Por ora, o tema segue em discussão interna, sem consenso sobre o melhor momento para avançar.
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