O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 179.816 casos de Covid-19 e 640 óbitos decorrentes da doença. Os números são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
Com isso, o país, pela primeira vez, teve uma semana com mais de 1 milhão de casos. De acordo com o Conass, a quarta semana epidemiológica do ano (entre 23 e 29 de janeiro), teve 1.305.447 casos de Covid-19 registrados.
A semana anterior (entre 16 e 22 de janeiro) teve 933.452 casos registrados. Com isso, houve um crescimento de 39,8% entre a semana anterior e a atual.
Veja no gráfico abaixo o crescimento de casos de Covid-19 semana a semana desde o início da pandemia:
O número de óbitos decorrentes da doença também saltou de 1.830 para 3.723 entre a semana anterior e atual — crescimento de 103%.
A média móvel de casos, que considera os últimos sete dias, segue em alta e atingiu novo recorde: 186.492 infecções.
A média móvel de óbitos também segue em alta e chegou a 532 mortes.
Todos os contaminados e mortos pela Covid-19 são aqueles que não se vacinaram, são os negacionista.
Só a 4ª dose de reforço irá proteger contra a contaminação. Assim diz a “”SIENSIA””.
Lamentável ver que os números SEMPRE SÃO colocados para MANTER o medo e espalhar o pânico na população.
A letalidade hoje é 100x menor que no ano 2020 e começo 2021, mas isso virou detalhe a ser esquecido.
Então mostram a quantidade de contaminados e comentem o absurdo de somar semanas para elevar os números de mortes.
Que abram os olhos a realidade que tentam esconder.
Está havendo uma contaminação de rebanho e, provavelmente, vai acabar com a pandemia até final de fevereiro 2022.
A vacina da AstraZeneca, fabricada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com todos os insumos produzidos no Brasil, está em fase final de desenvolvimento. A previsão da Fiocruz é que os primeiros lotes sejam entregues em fevereiro ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19.
O imunizante é resultado de contrato de transferência tecnológica entre a Fiocruz e o consórcio formado pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca. Os primeiros lotes produzidos no Brasil pela fundação usaram ingrediente farmacêutico ativo (IFA) enviado pela China.
A necessidade de adquirir o IFA na China fez com que a entrega de imunizantes da AstraZeneca pela Fiocruz sofresse atrasos no ano passado. Tal situação evidenciou a importância de se concretizar a capacidade de produção do IFA no Brasil.
O contrato previa que as equipes da Fiocruz adquirissem o conhecimento necessário para produzir no Brasil o IFA, principal insumo da vacina. A fundação montou as estruturas de produção e realizou testes até iniciar a produção do IFA. Após atrasos no cronograma, a Fiocruz está concluindo o processo de desenvolvimento da vacina totalmente nacional.
O IFA é formado por vírus e células. O método de fabricação da vacina envolve o adenovírus, tecnicamente classificado como “vetor viral não replicante”. Após a produção dos elementos necessários para a fabricação da vacina, as células são induzidas em um processo de multiplicação e, em seguida, de purificação.
Com isso, a produção do IFA é concluída. Ele é congelado e, depois, descongelado para finalizar a fabricação da vacina com a inclusão de componentes que vão auxiliar a estabilização do imunizante.
O processo seguinte é o envase do produto nos frascos, que são esterilizados para receber o líquido da vacina, que é transferido do local onde fica armazenado (tanques de aço inox).
O último procedimento é a transformação do líquido em uma espécie de pastilha, processo chamado de liofilização. Os frascos são fechados efetivamente com tampa e lacre. São retiradas amostras para análise de qualidade.
Feito o controle de qualidade e atestada a garantia da segurança e eficácia, conforme o previsto e autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os frascos recebem rótulos, são embalados e enviados ao Ministério da Saúde, que faz a distribuição em acordo com as secretarias estaduais e municipais de Saúde.
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (28).
– O país registrou 799 óbitos nas últimas 24h, totalizando 625.884 mortes;
– Foram 269.968 novos casos de coronavírus registrados, no total 25.034.806;
É o terceiro recorde consecutivo de casos apenas nesta semana, de acordo com os dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e ao Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).
Dessa forma, a média móvel de óbitos dos últimos sete dias ficou em 474, a maior desde desde 05 de outubro de 2021. A média móvel de casos é de 183.289, a maior desde o início da pandemia.
O ministério da Saúde calcula que mais de 22 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.
O mês de janeiro de 2022 registra o menor índice de letalidade por covid-19 desde o início da pandemia. A taxa que já chegou a 3,38% em julho de 2020 está em 0,42%, de acordo com dados do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LAIS/UFRN). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a taxa representa a proporção de pessoas diagnosticadas com a doença que morrem em decorrência da infecção.
Em outras palavras, das 18.448 pessoas que se infectaram com o coronavírus até 26 de janeiro deste ano, 0,42% faleceram em decorrência da doença, isto é, 77 óbitos. O fenômeno ocorre dentro do que os especialistas chamam de terceira onda, período entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022, quando houve crescimento de 280% no número de casos de um mês para o outro. De acordo com o coordenador do LAIS, Ricardo Valentim, o Estado vive uma fase determinante para o controle da pandemia.
“Isso significa que nós iniciamos o processo de saída da pandemia. Ainda vai demorar um tempo para a OMS declarar isso porque existem países muito pobres, que ainda estão longe. Mesmo assim reduzir a letalidade hoje em relação ao grande número de casos é um indicativo muito positivo. Estamos no início do processo de transição de pandemia para endemia. É muito provável que daqui a um tempo, a pandemia de covid se torne endêmica no Rio Grande do Norte, assim como é a da H1N1, síndromes gripais e a dengue”, diz.
Ainda de acordo com o pesquisador, a vacinação foi o principal fator para o Estado atingir a menor letalidade da covid-19 em quase dois anos de pandemia. Ele acrescenta que a tendência é que a taxa de letalidade continue decrescendo com o aumento da testagem. “São os dois principais fatores: vacinação e aumento da capacidade de testagem. Estamos chegando próximo da letalidade real, que é bem mais baixa. Essa letalidade que temos é feita em cima dos óbitos e dos casos positivos”, explica.
A terceira onda da doença é também a menos letal. Um estudo apresentado pelo Comitê Científico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) apontou que a vacinação reduziu a taxa de letalidade pela covid em 4,7 vezes. O levantamento compara a taxa de 0,67% da terceira onda (de dezembro de 2021 a 21 de janeiro de 2022) com a os índices de 1,8% da segunda onda (de março a julho de 2021) e de 2,9% da primeira onda (entre maio e julho de 2020).
O estudo também diz que, se a terceira onda estivesse ocorrendo nas mesmas condições da primeira (maio a julho de 2020), quando não havia vacina disponível, o número de óbitos chegaria a 638. Além disso, segundo o estudo, caso a terceira onda estivesse ocorrendo nas condições iguais às da segunda (março a julho de 2021), quando a campanha de vacinação estava em velocidade longe da ideal, o total de óbitos seria de 400, ou seja, 267 óbitos a mais do que o contabilizado entre dezembro do ano passado e 21 de janeiro deste ano.
Nove estados e o Distrito Federal divulgaram números da vacinação de crianças entre 5 e 11 anos: Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul e São Paulo. No total, 979.937 doses foram aplicadas em crianças, que estão parcialmente imunizadas. Este número representa 4,78% da população nessa faixa de idade que tomou a primeira dose.
A população brasileira acima de 5 anos que está parcialmente imunizada é de 82% e a população acima de 5 anos que está totalmente imunizada é de 74,6%. Nos dois casos, a grande maioria do percentual é formada pela população adulta.
A Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Mossoró emitiu uma nota considerando (sem qualquer estudo científico citado) que o passaporte da vacina não é a medida mais eficaz para conter a expansão da covid-19.
A sugestão é que o documento só seja exigido na Praça de Alimentação e Cinema. Para entidade deve ser um grande sacrifício mostrar que se vacinou.
Segue a nota…
DECLARAÇÃO À IMPRENSA – CDL MOSSORÓ
A CDL Mossoró entende que o momento atual da pandemia exige a adoção de medidas que busquem conter a rápida disseminação do novo coronavírus entre a população. A entidade sempre se mostrou favorável à vacinação, integrando, inclusive, o movimento “Unidos pela Vacina” e viabilizando, junto a outras instituições públicas e privadas, a abertura de um centro de vacinação no segundo maior município do Rio Grande do Norte.
Diante do contexto atual, entendemos que a exigência do passaporte vacinal em toda a área de shopping centers, por exemplo, não é a medida mais eficaz de contenção ao coronavírus. Defendemos a adoção de estratégias como a testagem em massa da população, isolamento dos pacientes que apresentarem resultado para a Covid-19, a intensificação da vacinação, com busca ativa daqueles que ainda não receberam o imunizante ou estão com alguma dose em atraso, e o rigoroso cumprimento do protocolo de biossegurança, com uso de máscara, distanciamento social e utilização do álcool 70%.
Quanto ao passaporte vacinal, a exemplo do já que ocorre em outros estados, a CDL Mossoró sugere que essa exigência ocorra, em shopping centers, apenas nas praças de alimentação e cinemas, ambientes mais propícios ao contágio. A Câmara dos Dirigentes Lojistas de Mossoró, atenta aos decretos publicados pelo Governo do Estado, está em constante comunicação com sua assessoria jurídica para analisar todas as particularidades e prováveis decisões que podem afetar diretamente o comércio sem uma justificativa plausível.
Estamos buscando o diálogo com os governos, no sentido de encontrar a melhor maneira de controlar o avanço dessa nova onda da Covid-19, sem sacrificar ainda mais os empresários, mas acima de tudo preservando vidas.
A Suécia decidiu não recomendar vacinas contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos, disse a Agência de Saúde nesta quinta-feira (27), argumentando que os benefícios não superam os riscos.
“Com o conhecimento que temos hoje, com um baixo risco de doenças graves para as crianças, não vemos nenhum benefício claro em vaciná-las”, disse a autoridade da Agência de Saúde Britta Bjork holm em entrevista coletiva.
Entretando, crianças em grupos de alto risco já podem tomar a vacina. Bjorkholm acrescentou que a decisão pode ser revisada se a pesquisa mudar ou se uma nova variante mudar a pandemia.
A Suécia registrou mais de 40 mil novos casos da doença em 26 de janeiro, um dos números diários mais altos durante a pandemia, apesar dos testes limitados.
Enquanto a quarta onda viu os recordes diários de infecção serem quebrados, os cuidados de saúde não estão sob a mesma pressão das ondas anteriores.
Na quinta-feira, 101 pacientes com Covid-19 necessitaram de cuidados intensivos, bem abaixo dos mais de 400 pacientes durante a primavera de 2021.
No total, quase 16 mil pessoas morreram de Covid-19 na Suécia desde o início da pandemia.
O governo da Suécia estendeu nesta quarta-feira (26) as restrições, que incluem horários de funcionamento limitados para restaurantes e limite de público para locais fechados, por duas semanas, mas disse que espera removê-las em 9 de fevereiro.
Muitos infelizmente morreram, continuam morrendo por essas e outras doenças perfeitamente, evitáveis, impingir culpa a uma ou duas condutas não é correto, quem trabalha com saúde, sabe perfeitamente não não estamos lidando com uma ciência exata, vcs pés de chinelo deviam se calar.
Países que gerenciaram mal a crise do covid experimentaram maior quantidade de mortos. É pura admissão de incapacidade cognitiva atribuir a variáveis ocultas o que tá na cara. Sai pra lá com teu discurso “É muito complexo para entendermos”.
Kkkkkkkkkk, tá apertado pedrin, seu problema é que vc é da turma do engole tudo por dinheiro. Onde foi que a pandemia foi mesmo nociva estrela apagada? Quais variáveis ocultas analfa? Não estamos falando de matemática imbecil, estou falando em saúde.
A Suécia não foi aquele país que apostou em Imunidade de Rebanho e viu a mortandade subir logo no início da pandemia?
Pelo que consta nós alfarrábios da ciência, o Covid matou muito em todo canto. Isso que vc pergunta é meio complicado, vá estudar.
Vc amigo vive não esgotosfera, melhor ficar calado.
Se vocês tivessem lido sobre saberiam quem o primeiro ministro de lá renunciou devido ao mau gerenciamento da crise do COVID. Ele apostou em imunidade de rebanho. Lá, ele renunciou pois tem vergonha na cara. Aqui, o PR tripudiou de nossa dor.
Foi mesmo estrela? Vai procurar tua turma teu presidente bêbado e analfabeto.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 72,6%, registrada no início da tarde desta quinta-feira (27). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 214.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 73% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 78,3% e a Região Seridó tem 53,3%.
Até o momento desta publicação são 21 leitos críticos (UTI) disponíveis e 98 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 33 disponíveis e 116 ocupados.
Outros 16 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 63 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
Um estudo da Universidade Oregon Health & Science, nos Estados Unidos, publicado na revista Science Immunology diz que a combinação da vacinação e da infecção natural — independente da ordem — é capaz de criar uma “superimunidade” contra a Covid.
Segundo a pesquisa, a quantidade de anticorpos no sangue de pessoas que foram contaminadas após a imunização — e vice-versa — é 10 vezes maior do que a gerada somente pela vacinação. O estudo foi feito antes da identificação da variante Ômicron.
Os pesquisadores analisaram a reposta imunológica de 104 pessoas vacinadas contra a Covid. Os participantes do estudo foram divididos em 3 grupos: 42 imunizados sem contágio prévio, 31 que tomaram a vacina após uma infecção e outros 31 que foram infectados depois da imunização.
Os resultados mostraram que os 2 grupos com “imunidade híbrida”, formado pelas pessoas que foram vacinadas depois de serem infectados e vice-versa, geraram os maiores níveis de anticorpos em comparação com o grupo que foi apenas imunizado.
Apesar da intenção de ampliar a rede de leitos pediátricos para atender casos de síndromes respiratórias, com ênfase na Covid-19, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) encontra dificuldades.
Em nota divulgada nesta terça-feira (26), a Sesap diz que pretende ampliar a rede de três para dez leitos. Porém, como diz a própria nota, esta reversão de leitos “acontecerá a partir da disponibilidade de recursos humanos e equipamentos”.
Veja a íntegra da nota abaixo.
NOTA
Diante do quadro epidemiológico da Covid-19 no Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) está trabalhando para ampliar a rede de leitos pediátricos. Atuando em regime de força-tarefa, a gestão reverterá todos os leitos de UTI do Hospital Pediátrico Maria Alice Fernandes para síndrome respiratória, com ênfase na Covid-19, passando de três para dez leitos. A reversão acontecerá a partir da disponibilidade de recursos humanos e equipamentos.
Nos próximos dias haverá ainda a ampliação de seis leitos críticos e a reversão de 21 leitos clínicos. Assim, ao final do trabalho, serão 16 leitos críticos e 23 clínicos exclusivos para tratamento de casos de Covid-19 e síndrome respiratória não Covid em menores de idade.
A Sesap segue ainda em tratativa com outros serviços de saúde, incluindo prestadores filantrópicos, para avaliar a possibilidade de abertura de novos leitos.
O esforço se soma à ampliação que vem ocorrendo no restante da rede Covid-19 em todo o estado, que já ultrapassa os 120 leitos clínicos e críticos disponibilizados para tratamento da doença desde o fim da semana passada.
A Sesap, com o avanço da variante Ômicron, reforça a necessidade de vacinação em toda a população a partir dos 5 anos.
A maior vergonha no estado hoje é o judiciário, a governadora deita e rola por cima de todos e praticamente, ninguém, faz ou procura fazer algo, solta notinhas como essa. #AGENTE ENGOLE E COSPE DEPOIS.
EQUIPAMENTOS??? Tá faltando equipamento? Manda essa praga desgovernada desentocar o dinheiro que meteram no tal consórcio NE, aí dá pra adquirir equipamentos, pagar pessoal e dar atendimento à quem precisa… ou então assumir, que TUDO que some/sumiu aqui no RN e outros estados assolados pelo partido dos trambiqueiros – PT, é/foi fazendo caixa pra bancar a campanha do sapo-boi-molusco LADRÃO. E TENHO DITO!!!
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quarta-feira (26).
– O país registrou 570* óbitos nas últimas 24h, totalizando 624.413 mortes;
– Foram 224.567* novos casos de coronavírus registrados, no total 24.535.884;
*Sem dados do Ceará e com 17 mil casos represados no Espírito Santo.
Dessa forma, a média móvel de óbitos dos últimos sete dias ficou em 365, a maior desde a última semana de outubro de 2021. A média móvel de casos é de 159.877, a maior desde o início da pandemia.
O ministério da Saúde calcula que mais de 21,9 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.
Do mesmo Bolsonaro, o Governo Federal comprou vacinas na marra e o Bolsonaro sempre fazendo propaganda contra a vacina. Enfim, se dependesse apenas dele, seria ZERO VACINA.
Agora a culpa é tanto de quem não está com a imunização completa (em dia)
ou zero dose quanto de Bolsonaro TAMBÉM já que nào incentiva a vacinação e ainda participou do atraso das vacinas dos adolescentes e crianças.
Vc e louco mesmo ou e tentativa
Meu deus e uma absurdo
Ei vc só pode ser doido ou então tá fazendo curso
Kkkkkkkk
Parabéns ao povo que estão cumprindo com seus deveres para amenizar essa coisa, e tbm nossos maravilhosos e dedicados políticos, que sempre estão a favor do povo!
Kkkkkkkkkkkkkk
Só que não!
A Prefeitura do Natal vai abrir nesta sexta-feira (28), na Arena das Dunas, por 10 dias ininterruptos até o dia 06 de fevereiro, um drive de testagem para Covid-19. O funcionamento será das 8h às 15h.
Os exames utilizados são testes rápidos para Covid/antígeno com coleta swab nasofaríngeo, no qual o resultado sai em até 24h. Para fazer o teste é necessário que a população leve impresso e preenchido o formulário com dados da pessoa a ser testada, disponível no site da https://vacina.natal.rn.gov.br/ .
“Mesmo com ativação do drive de testagem vamos manter em funcionamento os Centros de Síndromes Gripais do Cemure e Nélio Dias”, afirma o secretário Municipal de Saúde, George Antunes.
Centros de Enfrentamento
A Prefeitura de Natal tem investido nas últimas semanas em ações voltadas para atender a população com sintomas de Covid e gripe, com a abertura de dois Centros de Enfrentamento às Síndromes Gripais, no ginásio Nélio Dias e no Cemure.
Esses dois locais são referência para atendimento de pessoas com sintomas leves, desafogando o atendimento das UPAs da cidade. Nos Centros, a população tem consulta médica, dispensação de medicação e testagem para Covid.
Além dos Centros, a Prefeitura mantém os pontos de vacinação de toda a população adulta e infantil. Neste último caso, existem pontos exclusivos de vacinação de público infantil a partir dos cinco anos de idade, nos shoppings Midway e Partage, além de duas unidades de saúde por Distrito Sanitário.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta segunda-feira (18). São 540.988 casos totalizados. Nas últimas 24 horas foram registrados 76 novos casos e seis (06) óbitos (Natal, Extremoz, Espírito Santo, Pau dos Ferros, Encanto e Mossoró).
Óbitos confirmados para Covid-19: 8.320. Em investigação são 1.351. Recuperados são 522.992. Casos suspeitos somam 1.984 e descartados são 1.013.156. Estimativa de casos em acompanhamento: 9.676.
Hospital Santa Catarina, na Zona Norte de Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi
Pacientes e funcionários do Hospital Dr. José Pedro Bezerra – Hospital Santa Catarina, na Zona Norte de Natal, denunciam que grávidas que precisam realizar o parto por meio de cesariana na unidade não têm o direito de entrar com acompanhantes no centro cirúrgico ‘há anos’, segundo reportagem do g1-RN.
Segundo relato de funcionários da unidade de saúde, quando o parto é normal, sem necessidade de cesárea, a entrada do acompanhante tem sido permitida.
Os serviços de saúde do SUS, da rede própria ou conveniada, são obrigados a permitir à gestante o direito a acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto,segundo a lei federal nº 11.108/2005.
Os funcionários do hospital contaram que a justificativa dada às gestantes que questionam a razão do impedimento é que não há roupa cirúrgica para o acompanhante entrar na sala.
“Se a paciente precisar fazer uma cesárea, eles alegam que não pode entrar acompanhante por falta de roupa [específica]. Eles usam dessa ferramenta para que o acompanhante não possa entrar. Isso é errado, contra a lei, mas o hospital faz. Quando chega alguém esclarecido e aponta a lei, eles deixam entrar, de repente aparece roupa. Mas acontece há muitos anos”, relatou um funcionário, que preferiu não se identificar.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou que “a orientação geral, a todos os estabelecimentos públicos e privados de saúde do Rio Grande do Norte, é de que as pacientes devem contar com acompanhante, seguindo a lei nº 11.108/2005″ e que o “setor técnico da Secretaria avalia a emissão de uma nota técnica reforçando a orientação aos serviços de saúde, a ser emitida em breve”.
Gestantes relatam falta de acompanhante
A empresária Helaine Pontes teve a filha no Hospital Santa Catarina em 2013. Ela não teve o direito de ter um acompanhante na sala de cirurgia durante a cesárea. “Em nenhum momento meu marido pode entrar comigo e nem ninguém”, conta.
“Isso me deixa muito triste porque eu queria meu marido estivesse junto comigo, me acolhendo, cuidando de mim”, complementa a empresária.
“Não há esse questionamento [por parte da equipe médica] de perguntar se eu tenho ou quero acompanhante. E também não explicam se pode ou não, apenas ignoram essa questão. No meu caso ignoraram totalmente”.
Há sete meses, Walquíria retornou ao Hospital Santa Catarina para o parto do segundo filho. Dessa vez, acreditou que essa impossibilidade tivesse relação com normas de segurança relacionadas à pandemia da Covid.
“Nesse eu ainda perguntei à menina que estava me preparando, quando minha mãe estava recolhendo as minhas coisas pra ficar lá fora, e ela disse que não podia. Simplesmente não pode. Eu também não questionei”.
Walquíria diz que teria se sentido mais segura caso pudesse ter tido um acompanhante durante os dois partos.
“A presença de uma acompanhante faz diferença para a vida de uma gestante. Principalmente no primeiro filho, que eu estava muito mais nervosa. No segundo eu já estava mais tranquila, um pouco, mas com certeza faria diferença, porque realmente dá medo. Você está ali anestesiada, não sabe o que vai acontecer”, contou.
Walquiria Braz de Lima, de 46 anos, teve dois filhos no Hospital Santa Catarina e em nenhum dos partos teve direito a acompanhante. Ela conta que teve o primeiro filho há seis anos, em 2016, e sequer sabia que tinha esse direito.
“Eu não tive direito a acompanhante. Eles nem informam que a gente tem esse direito. Simplesmente dizem que não pode ficar ninguém com a pessoa”, explicou.
A Sesap divulgou uma nota sobre o caso denunciado pela neta de uma idosa que aguarda por cirurgia no Hospital Tarcísio Maia. Segundo ela, a avó está com o fêmur fraturado e não teve a cirurgia cancelada por falta de anestesia. A Sesap nega e informa que de acordo com avaliação da médica da equipe do HRTM, a paciente não apresentava condições clínicas para realização da cirurgia. Veja a íntegra da nota abaixo:
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e a direção do Hospital Regional Tarcísio Maia esclarecem que, em relação ao vídeo divulgado, o procedimento cirúrgico não foi feito porque a paciente não reunia condições clínicas adequadas e não por falta de insumos. A avaliação médica da equipe do HRTM feita nesta terça-feira (12) identificou que o quadro da paciente não era satisfatório para a feitura da cirurgia.
Se a paciente não tinha condições de se submeter a um procedimento cirurgico pq então foi remetida para o centro cirurgico?
Realmente estranha e vazia a nota.
Para o Guverno do Estado a culpa é do doente, que ficou doente e precisou de cuidados médicos do Estado. Vão catar coquinhos.
Se é assaltado é culpa da vítima.
Hô Guverno irresponsável, omisso e imprudente.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 13h deste sábado (2).
Neste período, havia 10 pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e um (01) aguardando avaliação. Foram registrados disponíveis 11 leitos críticos e outros 22, sendo clínicos.
Todos os contaminados e mortos pela Covid-19 são aqueles que não se vacinaram, são os negacionista.
Só a 4ª dose de reforço irá proteger contra a contaminação. Assim diz a “”SIENSIA””.
Falou o nobre cientista, qual os números da mega?
Lamentável ver que os números SEMPRE SÃO colocados para MANTER o medo e espalhar o pânico na população.
A letalidade hoje é 100x menor que no ano 2020 e começo 2021, mas isso virou detalhe a ser esquecido.
Então mostram a quantidade de contaminados e comentem o absurdo de somar semanas para elevar os números de mortes.
Que abram os olhos a realidade que tentam esconder.
Está havendo uma contaminação de rebanho e, provavelmente, vai acabar com a pandemia até final de fevereiro 2022.