O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 13h deste sábado (2).
Neste período, havia 10 pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e um (01) aguardando avaliação. Foram registrados disponíveis 11 leitos críticos e outros 22, sendo clínicos.
Foram divulgados os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (1º), de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass):
– O país registrou 284 óbitos nas últimas 24h, totalizando 671.700 mortes;
– Foram 76.045 novos casos de coronavírus registrados, no total 32.434.063;
A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 210. A a média móvel de novos casos é de 58.700.
O ministério da Saúde calcula que mais de 30,7 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 14h00 desta sexta-feira (1).
Neste período, havia dez (10) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nenhum aguardando avaliação. Foram registrados disponíveis 11 leitos críticos e outros 19, sendo clínicos.
A Coordenação Estadual em Hepatites Virais inicia a programação de ações em torno do Julho Amarelo, mês de luta contra as hepatites virais. Durante o período serão realizados minicursos, exposições, testagens e outras ações voltadas para profissionais atuantes na área e usuários dos serviços de saúde. Estão programadas ações em Natal, Parnamirim, Mossoró e Caicó.
A abertura da campanha acontece nesta segunda-feira, 4, no Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, com a presença da Coordenação Estadual em Hepatites Virais, acolhimento e exposição dialogada em sala de espera do Instituto de Medicina Tropical (IMT). Serão fixados banners na área Ambulatorial em alusão ao Julho Amarelo, e serão entregues panfletos sobre Hepatites Virais.
A campanha Julho Amarelo foi instituída no Brasil em 2019 com objetivo de reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais. Os sintomas podem aparecer na forma de cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
Confira a programação completa:
05/07- Minicurso para multiplicadores em Vigilância das Hepatites Virais na Escola de Saúde Pública do RN
07/07 – Parnamirim – Temas abordados: Julho amarelo, testagem guida nas ações, sub-notificação no estado, fluxo dos pacientes positivos e Planos de eliminação de hepatites C.
08/07- Abertura do Julho Amarelo em Natal – Tema abordado: Julho amarelo, testagem guida nas ações, sub-notificação no estado, fluxo dos pacientes positivos e Plano de eliminação das hepatites.
14/07 – Mossoró com os municípios da II Região – Julho amarelo, testagem guiada nas ações, sub-notificação no estado, fluxo dos pacientes positivos e planos de eliminação das hepatites.
18/07 – Abertura do Julho Amarelo- Caicó com os municípios da IV Região – Temas abordados: Nova referência, Julho amarelo, testagem guiada nas ações, sub-notificação no estado, fluxo dos pacientes positivos e plano de eliminação das hepatites.
21/07 – Ação com Testagem rápida na Penitenciária Estadual Dr. Francisco Nogueira Fernandes (Alcaçuz).
28/07- Dia “D” no HGT – Acolhimento dos usuários/trabalhadores, exposição dialogada na sala de espera, sorteio de brindes, testagem rápida.
Foram notificados 30.850 casos suspeitos de dengue no Rio Grande do Norte, dos quais 4.614 foram confirmados, 27.252 casos considerados prováveis, 3.598 descartados, dois óbitos confirmados e 19 em processo de investigação. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira em boletim de arboviroses no estado. A incidência apresentada foi de 765,31 casos prováveis por 100.000 habitantes.
Com relação à Chikungunya, foram notificados no RN, até a Semana Epidemiológica 24, 10.559 casos suspeitos da doença, sendo confirmados 1.634 casos, 9.146 casos considerados prováveis, 1.413 descartados e nenhum óbito confirmado e três em processo de investigação. A incidência foi de 256,84 casos prováveis por 100.000 habitantes.
Já no que diz respeito à Zika, entre a semana epidemiológica 1 e 24 de 2022 no RN, foram notificados 3.673 casos suspeitos da doença, sendo confirmados 232 casos, 3.002 casos considerados prováveis, 671 descartados e nenhum óbito confirmado. A incidência foi de 84,30 casos prováveis por 100.000 habitantes.
Com relação a casos de Zika em gestante, houve 10 casos confirmados em 2022, por critério laboratorial. O quantitativo de casos de Zika em gestantes é destacado na análise do cenário epidemiológico, devido à capacidade do Zika Vírus provocar microcefalia ou alterações no sistema nervoso central do feto gestado.
Gero deixe de gerar preguiça, pegue um balde, misture com três colher de agua sanitária e jogue nos canto que tem foco de mosquito com agua parada, por isso que o Brasil não vai pra frente, é tudo encangado em cima do governo
Imbecíl, o mosquito infecta todos num raio de 800 m, isso quer dizer que você pode se infectado por um criadouro de mosquito 100 casas depois da sua. Portanto, se a prefeitura ou órgão federal não atuar com carro fumacê ou o agente porta a porta, estamos lascado. E é por isso que esses casos estão incontroláveis, e os governos estão só atrás de votos, e assim tome sofrimento e morte por essas doenças provocadas por mosquitos
Vocês já virão as faixas de pedestre na deodoro pintadas de VERMELHO? Campanha antecipada que Fatman está fazendo, isso é um crime grande!!
Acredito que tenham sido comprovados e pagos alguns MILHÕES antecipadamente a empresa que vende produtos de maconha. A mesma que sua guvernadora comprou os respiradores e nunca chegaram. Provavelmente foi em conjunto com a turma do consórcio nordeste.
ABSURDO! A prefeitura não disponibiliza um número ou canal pra denunciar descuido ou foco, natal está entregue aos mosquitos infectados de dengue, chicungunha, zica. Enquanto os políticos riem e ainda correm atrás de votos. Bando de parasitas, piores que os insetos que infectam e matam pessoas
As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Região Metropolitana de Natal estão superlotadas e atendendo acima da capacidade. Dois desses exemplos são as UPAs Aluízio Alves, em Macaíba, e a Geraldo Souza, em São José de Mipibu, que nessa quarta-feira (29) registraram grande movimentação.
Além disso, as UPAS sofrem ainda com a escassez de vagas nos hospitais públicos e não conseguem realizar transferências de pacientes.
As principais causas dos atendimentos são arboviroses e síndromes respiratórias, segundo as direções das unidades. Diante da grande quantidade de antedimentos e internações, há uma piora também no serviço oferecido, o que preocupa muitas famílias.
A Sesap disse que o aumento de casos de arboviroses contribuem para o aumento de usuários na unidade, e que 70% dos atendimentos realizados na UPA poderiam ser resolvidos nas unidades básicas de saúde.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 15h00 desta quarta-feira (29).
Neste período, havia doze (12) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nenhum aguardando avaliação. Foram registrados disponíveis 11 leitos críticos e outros 16, sendo clínicos.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quarta-feira (29). São 525.337 casos totalizados. Nas últimas 24 horas foram registrados 954 novos casos e um (01) óbito (Açu).
Óbitos confirmados para Covid-19: 8.257. Em investigação são 1.338. Recuperados são 506.634. Casos suspeitos somam 2.508 e descartados são 990.985. Estimativa de casos em acompanhamento: 10.446.
Foram divulgados os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta terça-feira (28), de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass):
– O país registrou 316 óbitos nas últimas 24h, totalizando 670.848 mortes;
– Foram 76.638 novos casos de coronavírus registrados, no total 32.206.954;
A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 208. A a média móvel de novos casos é de 55.447.
O ministério da Saúde calcula que mais de 30,5 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.
A falta de alguns medicamentos na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) está afetando o tratamento de pacientes psiquiátricos desde o mês de maio no Rio Grande do Norte.
Os medicamentos são: Quetiapina de 200 mg que acabou no início de maio, segundo a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), e a Quetiapina de 100 e 25 mg, que acabaram no dia 10 de junho.
Em nota, a Sesap informou que o medicamento “é de responsabilidade do Ministério da Saúde” e que “a pasta sinalizou que encontra-se em fase final de contratação, porém sem previsão de envio”.
Enquanto os medicamentos não chegam, os pacientes que precisam deles passam por dificuldades para conseguir manter o tratamento.
Atualmente, cerca de 3 mil pacientes recebem o medicamento no estado distribuído pela Unicat, através do SUS.
A UNICAT nunca funcionou no (des)Governo de Fátima Bezerra. Os diabéticos sofrem pela falta de insulina e pelo excesso de burocracia. A Governadora é a verdadeira GENOCIDA matando diariamente o povo sem fornecer os medicamentos
Por ocorrência de complicações cardíacas, o deputado estadual Subtenente Eliabe (Solidariedade), está internado.
O parlamentar esclareceu em redes sociais que foi transferido para UTI para realizar um cateterismo, sendo identificada uma alteração de um trombo que estava causando a dor e impedindo o funcionamento correto do coração.
Eliabe precisou permanecer na UTI durante cinco dias. Na sexta-feira (24), recebeu alta da UTI e segue em recuperação na enfermaria aguardando alta médica do hospital.
Eu li errado ou o nobre deputado estadual Eliabe está mesmo na “Enfermaria” pelo que eu sei deputado fica mesmo é em apartamento, aliás no hospital Antônio Prudente tem apartamentos otimos, se eu não li errado o deputado Ezequiel deveria solucionar a situação do amigo deputado Eliabe. desejo melhoras ao amigo Eliabe.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 61,7%, registrada no início da tarde deste sábado (25).
Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 52.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 70,6% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 38,5%.
Até o momento desta publicação são 16 leitos críticos (UTI) disponíveis e 29 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 26 disponíveis e 23 ocupados.
Outros 2 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e 3 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outra síndrome gripal.
Alguém sabe dizer se, a empresa que vende produtos a base de Maconha, já devolveu os 5 milhões de reais dos respiradores?
O povo quer saber Guvernadora, afinal o dinheiro é público e não seu.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 14h00 desta quinta-feira (23).
Neste período, havia oito (08) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nenhum aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 18 leitos críticos e outros 31, sendo clínicos.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 42,4%, registrada no fim da manhã desta quarta-feira (22). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 35.
Segundo a Sesap, a região Metropolitana apresenta 47,8% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 23,1%.
Até o momento desta publicação são 29 leitos críticos (UTI) disponíveis e 25 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 39 disponíveis e 20 ocupados.
Outros 5 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e 1 leito clínico também está ocupado por paciente ‘não Covid-19’, com outra síndrome gripal.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 12h20 desta quarta-feira (22).
Neste período, havia sete (07) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e dois aguardavam avaliação. Foram registrados disponíveis 29 leitos críticos e outros 39, sendo clínicos.
A legislação brasileira sobre aborto permite a interrupção da gravidez em três casos: quando a gravidez representa risco para a vida da mulher; após estupro/violência sexual; e em situações de feto anencéfalo. Os obstáculos, contudo, ainda são muitos para realizar o procedimento, mesmo quando existe a permissão legal.
O caso da menina de 11 anos em Santa Catarina, vítima de estupro e impedida pela juíza de realizar o aborto legal, chocou o país. Até o mês de abril, apenas 15 meninas com até 14 anos conseguiram fazer o procedimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil em 2022.
Os dados foram obtidos pelo Metrópoles por meio do Datasus, que utiliza informações do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS). No mesmo período de 2021, foram 45 abortos legais realizados em meninas de até 14 anos; em 2020, 30.
É difícil avaliar a variação dos números, que podem ser fruto de subnotificação do sistema, por exemplo. Dos 15 abortos legais realizados nesta faixa etária em 2022, nove foram feitos em meninas pardas, um em uma menina negra, três em meninas brancas e em dois casos não havia informação sobre a raça.
Nas situações previstas por lei, autorizações judiciais ou boletins de ocorrência não são necessários para que o aborto seja feito. Qualquer hospital pode realizá-lo, na teoria, mas poucos fazem de fato.
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