O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), se colocou contra a decisão de Luís Roberto Barroso que suspendeu os efeitos da lei que instituiu um piso salarial nacional a profissionais da enfermagem.
Desde a última sexta-feira (9), o plenário virtual do STF julga se mantém ou derruba a suspensão do piso. Até o momento, Mendonça foi o único a discordar da decisão.
Os ministros Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam a determinação de Barroso. O julgamento vai até a próxima sexta-feira (16).
O voto de Mendonça foi divulgado pelo Supremo neste domingo (11). No entendimento do ministro, o Judiciário não deveria interferir em uma decisão tomada por outro poder da República — o piso salarial da enfermagem surgiu a partir da aprovação de um projeto de lei no Congresso Nacional.
“O cuidado em preservar, tanto quanto possível, as escolhas legitimamente feitas pelos poderes democraticamente eleitos, dentro do espaço de conformação legislativa outorgado pelo Constituinte Originário, ao desenharem determinada política pública, com o inevitável sopesamento entre os valores constitucionais em disputa, deve nortear a atuação da Corte Constitucional”, opinou Mendonça.
“Quanto maior o hiato deixado pelo constituinte ao legislador ordinário, menor a margem de controle do fiscal constitucional. Maior é a necessidade de autocontenção judicial e deferência à vontade majoritária, levada a cabo pelo legislador”, acrescentou.
Além disso, o ministro disse não haver conveniência política para suspender a eficácia da lei. “Quanto mais complexa for tal escolha, maior será o ônus argumentativo necessário para substituí-la, ou, no âmbito cautelar, para suspender a sua eficácia”, frisou Mendonça.
O ministro disse ainda que o STF já julgou a constitucionalidade de pisos salariais de outras categorias, como de professores da educação básica e de agentes de saúde e combate a endemias, e que nas duas ocasiões não derrubou as normas.
Vamos divulgar para toda categoria da saúde. Os ministros indicados pelo PT votaram contra a categoria e os únicos que votaram a favor de enfermeiros foram os indicados por Bolsonaro.
Cadê o PT, que diz que luta pela classe trabalhadora,estão bem caladinhos sobre o Piso salarial dos Profissionais de Enfermagem. Cadê o Lula,Fátima Bezerra,o Candidato a Senador apoiado pelo PT Camarada Carlos Cabeção,vao ficar se escondendo para nao opinar???
STF não, alguns ministros, e por coincidência todos indicados por LULA. Espero que os enfermeiros e técnicos não votem em LULA. Imagino ele ganhando, vai revogar o aumento aos agentes de saúde e aos professores. LULA NUNCA MAIS.
A decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) de confirmar a suspensão do piso salarial nacional da enfermagem não derrubou a validade da medida. Segundo o ministro Luís Roberto Barroso, responsável por barrar os efeitos da norma de forma temporária, a iniciativa ficará congelada por, no mínimo, dois meses.
Após esse tempo, Barroso vai avaliar se é possível restabelecer o piso.
Nesse período, governo federal, estados e municípios, além de entidades ligadas a serviços de saúde, terão de enviar à Suprema Corte informações sobre a viabilidade do piso. Assim que tiver todas as explicações, Barroso tomará uma nova decisão. O ministro quer entender, por exemplo, se existe a possibilidade de demissões em massa, quais são os impactos da iniciativa às finanças de estados e municípios e se há risco de fechamento de leitos por falta de pessoal.
Barroso cobrou do Ministério da Economia, das 27 unidades da Federação e da Confederação Nacional de Municípios (CNM) informações sobre a situação financeira dos entes federativos com o pagamento do novo piso. Além disso, o ministro pediu ao Ministério do Trabalho e Previdência e à Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) esclarecimentos sobre o risco de aumento da taxa de desemprego no setor da enfermagem.
Por fim, o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) terão de apresentar dados sobre possíveis impactos à qualidade dos serviços de saúde, como redução nos quadros de enfermeiros e técnicos.
Suspensão atende a pedido de entidade
Barroso suspendeu o piso após a Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde) questionar a legalidade da iniciativa no STF.
Para a entidade, o novo piso desrespeita a auto-organização financeira, administrativa e orçamentária de estados e municípios, tanto por repercutir sobre o regime jurídico de seus servidores, como por impactar os hospitais privados contratados para realizar procedimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A confederação diz também que a iniciativa pode representar a falência de unidades de saúde ou fazer com que os custos para bancar o piso sejam repassados aos usuários de serviços privados de saúde. Além disso, a CNSaúde alerta que pode haver redução da oferta de alguns serviços por estabelecimentos particulares, o que poderia sobrecarregar o sistema público.
A entidade também destaca como efeitos da medida a queda na qualidade dos serviços, em razão da substituição de trabalhadores com maior qualificação por outros que não tenham a mesma capacitação e pela destinação prioritária de recursos para custeio de pessoal em detrimento de outras frentes.
Congresso buscará soluções
O piso foi instituído a partir de um projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional. A norma passou pelo parlamento sem que fosse indicada uma fonte de recursos para bancar os salários.
Para resolver o impasse, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), informou que vai reunir lideranças partidárias na próxima semana para discutir possíveis recursos para financiar o piso.
Algumas das fontes cogitadas pelo Legislativo são o reajuste da tabela do SUS, a desoneração de folhas de pagamento e a compensação de dívidas dos estados com a União.
De acordo com a lei que criou o piso, enfermeiros passariam a receber um salário mínimo inicial de R$ 4.750, a ser pago em todo o país por serviços de saúde públicos e privados. A remuneração mínima de técnicos de enfermagem seria de 70% do piso nacional dos enfermeiros (R$ 3.325), enquanto o salário inicial de auxiliares de enfermagem e parteiros corresponderia a 50% do piso dos enfermeiros (R$ 2.375).
O pior dessa brincadeira do Sr. Ministro, não foi a sua decisão, posteriormente corroborada por mais alguns colegas protegendo a sua decisão, feio mesmo é o silêncio do “PODER” legislativo, esses levam tapa na cara toda hora e ficam caladinho, um bando de medrosos.
Deram outro tiro no pé. A esquerda não cansa de passar vergonha. Guedes vai pavimentar o orçamento da classe. Um governo que luta até com judiciário para valorizar categorias profissionais. Diga aí????? E nem venha a esquerda vir aqui dizer com blá blá, pois muitos deputados e senadores, tipo Zenaide Maia foi a favor desse projeto. Agora estão contra? Achou, certamente que o governo federal iria se opor. Quebrara a cara.
Bora!!!! Cadê LULA e a turma do PT pra dar um pronunciamento sobre o assunto? Hipocrisia sinônimo do PT, defensor dos trabalhadores? Pura falsidade, espero que Bolsonaro ganhe e não volte a contribuição sindical, onde na época do LULA, era descontado um dia de serviço do trabalhador. Ninguém fala nada, palhaçada!!!! Ruim por Ruim voto em Bolsonaro mesmo.
Não existe Lei, dá um aumento salarial, vota pra tirar o que já ganhou. Digo pura
verdade verdade, sou funcionária Pública, muitos anos atrás ganhei na justiça.
Depois dos anos retiram o que tinha ganhado. O que entendo então não adianta entrar na justiça.
O desembargador Ibanez Monteiro, da Justiça do Rio Grande do Norte, determinou, em liminar, o bloqueio judicial de R$ 158.984,09 das contas do governo do Estado para custear a internação domiciliar de uma idosa de 90 anos que tem Mal de Parkinson e rigidez corporal.
O valor é referente a três meses de internação e parte da quantia deverá ser liberada, proporcionalmente, a cada mês.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (Sesap) informou que, em julho, a paciente passou por avaliação da equipe multidisciplinar responsável por coordenar o atendimento home care, “não sendo identificada, de acordo com os critérios do Ministério da Saúde, a elegibilidade para o internamento em casa e sim para o atendimento domiciliar, que é de responsabilidade do município de Natal”.
O magistrado determinou o bloqueio após a defesa da idosa recorrer, na Justiça, para o cumprimento de uma decisão da 4ª Vara da Fazenda Pública de Natal que determinava “a intimação do Secretário de Saúde do Estado, pessoalmente, para no prazo de 15 dias, comprovar a inserção da autora no programa de atendimento de home care realizado pelas empresas contratadas pelo Estado”.
A decisão também determinava que o estado apresentasse “o valor do orçamento mensal da empresa contratada pelo ente público para servir como parâmetro para bloqueios e cumprimento da ação”.
Quando o Poder Público cumprir a decisão judicial, a quantia remanescente será liberada em favor do Estado, segundo determinou a liminar.
Sobre a decisão judicial, a Sesap informou que respondeu, em juízo, no fim desse mês de setembro que, no momento, “não há vaga na região para atendimento 24h, apenas para atendimento 12h”.
Decisão
Na decisão liminar, o desembargador Ibanez Monteiro considerou, para determinar o bloqueio do valor, que a paciente foi diagnosticada como portadora de Mal de Parkinson, “apresenta rigidez corporal, emagrecida, utiliza alimentação pastosa por via oral assistida com presença de engasgos, totalmente dependente de cuidados, apresenta escaras extensas na região sacra e calcanhar, eliminações fisiológicas por fraldas e necessita de banho no leito”.
No entendimento do magistrado, há necessidade de realização do bloqueio dos valores necessários a efetivar a medida por empresa particular, de modo a cumprir a determinação ato judicial.
“É o único meio disponível para preservar a vida da agravante, em observância às garantias constitucionais à saúde“, citou na decisão.
“Por tais fundamentos, tenho por demonstrada a probabilidade de provimento do recurso, bem como o perigo de dano irreparável ou de difícil reparação, frente ao grave risco de morte derivado da ausência do acompanhamento médico domiciliar”.
Defesa
No recurso, a defesa alegou que ganhou na primeira instância o direito de a paciente ser tratada por home care diante da existência de precária condição de saúde. A defesa alegou que em abril deste ano foi determinada a intimação dos secretários de Saúde do RN e de Natal, mas que não houve cumprimento da medida.
“Uma luta interminável, para uma idosa de 90 anos de idade, que precisa ser, nesse estágio final da sua vida, finalmente amparada pelo Poder Público, pois o Estado foi intimado em 29 de agosto de 2023, e até hoje não houve o cumprimento”, cita trecho do recurso. “Um desrespeito a uma idosa de 90 anos de idade, onde padece em sua residência pelo abandono do poder público”, conclui.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal deu início às ações da campanha Maio Laranja promovendo o encontro “Atenção integral no cuidado e atendimento às crianças e adolescentes em situação de violência”, para profissionais de saúde de toda a rede municipal. O evento, desenvolvido pelo Núcleo de Prevenção às Violências, Saúde da Criança e o Programa Saúde na Escola (PSE), aconteceu no Auditório da UNIFACEX, e contou com programação ofertando palestras e discussões que expõem a importância de acolher crianças e adolescentes vítimas desse tipo de violência.
A psicóloga, coordenadora do núcleo de prevenção às violências e mediadora do evento, Andressa Meireles, reforça a importância do encontro: “O objetivo principal é alertar profissionais de saúde sobre a importância de um acolhimento humanizado e de estar atento aos sinais que as crianças possam apresentar, como mudança de comportamento, por exemplo. Apresentamos também o centro de referência para crianças e adolescentes que atende crianças em situação de violência sexual, o Abraçar”.
O dia contou com palestra de representantes de diversos órgãos que falaram sobre suas experiências nos serviços que atende a demanda de violência infantil, foram eles: Suzanny Bezerra Cavalcante Lopes, Analista Ministerial na área de Serviço Social; Gilliard Laurentino, Psicólogo (Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente – Casa Renascer); Ricardo Eduardo Lins Batista Neto, Delegado de Polícia (Delegacia Especializada na Proteção da Criança e do Adolescente de Natal); Amanda do Nascimento Correia de Morais, Chefe do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANTS); e Frankyleide Santana Gomes, Diretora do Centro de Referência para a Criança e Adolescente em Situação de Violência (Abraçar).
“É uma parceria muito importante com a segurança pública, já que todos esses agentes, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, enfermeiros, Ministério público e ITEP, atuam de forma conjunta para realizar atendimento humanitário à criança e o adolescente, vítimas de violência”, declara uma das palestrantes, Frankyleide Gomes, Diretora do Centro de Referência “Abraçar”, salientando sobre a interseccionalidade dos setores responsáveis pelo protocolo de prevenção e proteção à violência infantil.
Amanda Moraes, chefe do Núcleo Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANTS), apresentou a importância das equipes de saúde ficarem atentas e notificarem casos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Ministério da Saúde. “É um protocolo próprio da saúde para que esse atendimento gere ações de proteção para essas pessoas no futuro. A partir das notificações, conseguimos identificar quem são essas pessoas, onde ocorre, o tipo de violência, os acusados e como gerar estratégias protetivas”.
Maio Laranja
Maio Laranja é o mês de conscientização acerca do abuso e exploração infantil no Brasil. A campanha busca dar visibilidade à violência sexual contra crianças e adolescentes no país ao provocar conversas sobre esse assunto para que as pessoas conheçam o problema antes de combatê-lo.
Durante todo o mês de maio, a SMS Natal contará com ações voltadas à Campanha Maio Laranja, com rodas de conversas e ações desenvolvidas em escolas pactuadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE), reforçando os cuidados com a violência contra as crianças.
Esse pessoal que palestrou aí, deveriam assistir ao 1° episódio do pod cast Amacast e verem a quantidade de falhas das autoridades de um abuso infantil que ocorreu na nossa cidade.
Foto: Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ)
A Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) divulgou um estudo sobre os impactos do aumento dos casos de dengue na economia nacional. Segundo os dados, seis em cada dez infectados são trabalhadores.
De acordo com o estudo, o Brasil enfrenta o risco de uma queda de até R$ 7 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) devido à redução da produtividade causada pelos efeitos dessas doenças. O levantamento ainda mostra que os custos relacionados ao tratamento podem atingir a marca de R$ 5,2 bilhões.
O levantamento considera as três doenças transmitidas pelo mosquito: dengue, zika e chikungunya, em um cenário esperado com 4,2 milhões de infectados no país.
Segundo o economista-chefe da FIEMG, João Gabriel Pio, além dos custos com tratamento, a economia perde com o afastamento dos trabalhadores.
“O absenteísmo, decorrente do afastamento do trabalho, acarreta prejuízos significativos para a atividade econômica”, explica o economista.
O doutor em economia Riezo Almeida avaliou que o aumento dos casos de dengue acarreta em uma diminuição na oferta de bens e serviços, além de provocar uma diminuição na demanda por esses mesmos produtos.
“Torna-se imperativo um alerta econômico, uma vez que as famílias brasileiras enfrentam redução de renda e diminuição do potencial de produção devido aos dias perdidos em virtude dos cuidados com a dengue. Coletivamente, o país está deixando de criar receitas substanciais em suas atividades econômicas primárias”, complementou o economista.
A FIEMG concluiu que esse impacto econômico pode resultar na perda de cerca de 130 mil postos de trabalho. Os especialistas ouvidos pela CNN também destacaram que pode ocorrer uma escassez de bens essenciais, o que pode levar a um aumento da inflação.
O ex-presidiário não está nem aí para enchentes no país, pandemia de dengue e fome da população, ele agora quer saber de enviar toneladas de alimentos para cuba, ficar provocando Israel chamando o governo de genocida e doar dinheiro a agência internacional que financia o Hamas.
Este é o governo do amor.
Faz o L idiotas!!!!
governo do presidente Lula levou mais de nove meses para comprar a vacina contra a dengue depois que ela foi aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O Hospital Walfredo Gurgel, referência no atendimento de traumas na Grande Natal, atende em média 1 paciente por hora vítima de acidente de trânsito envolvendo motocicleta.
Em 2023, de janeiro a outubro, foram 6.998 atendimentos, um aumento de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média foi de 700 pacientes por mês (ou mais de 23 por dia, 1 por hora). Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).
Do total de pacientes que procuraram o hospital no ano passado por acidente de moto, 34% (2.309) ficaram internados. A média é de 8 pacientes internados por dia.
Desses pacientes internados, 66% foram encaminhados para ortopedia, 19% para cirurgia geral e 11% para neurocirurgia.
A Sesap enfatiza que acidente de moto é a segunda causa de atendimentos no pronto-socorro do hospital, com uma média de 1/3 dos casos que geram internação, perdendo só para quedas.
Vale ressaltar que o número de acidentes de moto com gravidade registrados na Grande Natal é maior que o número de atendimentos no Walfredo, já que pacientes podem recorrer a outras unidades de saúde, como Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou hospitais particulares.
Em outras regiões potiguares, as unidades de referência são os hospitais Tarcísio Maia (Mossoró), Telecila Fontes (Seridó) e Cleodon Carlos de Andrade (Alto Oeste).
CPRE pede mais conscientização e vai reforçar fiscalização
O comandante da Polícia Rodoviária Estadual, coronel Eduardo Franco, enfatiza que todos os acidentes poderiam ter sido evitados.
“Toda vida no trânsito vale ser salva. É uma triste realidade a que estamos vivenciando. Os acidentes de moto são causados por imprudência, imperícia ou falta de condições das motocicletas. A responsabilidade parte do Estado, mas também do condutor”, destaca.
Coronel Franco destaca que o Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE) vai reforçar a fiscalização da condução de motocicletas para prevenir novos acidentes. Além disso, pede auxílio dos meios de comunicação para reforçar medidas de conscientização sobre os riscos da direção perigosa.
“Em fevereiro, dos mais de 600 acidentes, 35 não usavam capacetes. É algo muito básico, pueril. As pessoas devem usar capacetes. Pessoas estão morrendo porque não estão usando capacetes”, declarou.
São os motoristas mais irresponsável que existe, maioria só corta pela direita, usam calçadas como via, cortam sinal constantemente, ultrapassagem indevida, tráfego pela contramão, empinar….. as vezes acho que esses caras são de ferro, pois era prá ter muito mais ainda acidente com esses irresponsáveis.
A partir desta quinta-feira (4), o Rio Grande do Norte amplia o número de municípios que disponibilizam a vacina contra a dengue para a população entre 10 e 14 anos. Com a entrada de Caicó, Pau dos Ferros, Ceará-Mirim, Santa Cruz, João Câmara, Touros, São Paulo do Potengi, Pendências, Luís Gomes e Jucurutu, o estado chega a 29 cidades ofertando a imunização.
As novas cidades terão disponíveis, nesse primeiro lote, 7.290 doses do imunizante, o que atende cerca de um terço do público-alvo estimado entre os nove municípios listados. As vacinas foram disponibilizadas a partir de uma pactuação conduzida pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) com os municípios para a redistribuição das doses.
Até o momento, cerca de 21,5 mil doses da vacina contra a dengue foram aplicadas e registradas pelos 19 municípios no sistema do Ministério da Saúde. O RN recebeu 45 mil doses no primeiro lote distribuído em 15 de fevereiro.
A medida de redistribuição das vacinas segue a orientação do Ministério da Saúde, a partir da necessidade de agilizar a utilização do primeiro lote. Os novos municípios foram escolhidos por critérios técnicos e epidemiológicos, como o número de casos confirmados para a dengue.
O Brasil é o primeiro país do mundo a incluir a vacina contra a dengue no calendário nacional de imunização e o RN é um dos primeiros estados contemplados. A imunização se dá em duas doses, sendo a segunda aplicação marcada para após 90 dias.
DOSES
Ceará-Mirim – 1930
Caicó – 1100
Santa Cruz – 840
João Câmara – 780
Touros – 780
Pau dos Ferros – 600
São Paulo do Potengi – 380
Jucurutu – 360
Pendências – 300
Luís Gomes – 220
O atraso na compra da vacina atualizada da Covid tornou o governo Lula (PT) alvo de críticas que extrapolam o campo da política e grupos como o centrão.
Integrantes da comunidade científica, profissionais de saúde, entre outros grupos, lançaram nesta semana um abaixo-assinado cobrando do Ministério da Saúde a entrega das vacinas preparadas para novas variantes e mais medidas para fortalecer o combate à doença que matou ao menos 3.012 pessoas em 2024 —cerca do dobro das 1.544 mortes confirmadas por dengue no mesmo período.
O documento recebeu originalmente 15 assinaturas. Mais de 1.780 pessoas aderiram à carta após o texto ser divulgado nas redes sociais.
“Vai haver uma necessidade anual de atualização [das doses]. O Brasil é que dormiu no ponto, não comprou as vacinas”, afirma Monica De Bolle, professora de economia na Universidade Johns Hopkins e mestre em Imunologia e Microbiologia pela Universidade de Georgetown. Ela também assina a carta publicada no site “Qual Máscara?”.
A carta direcionada à Saúde, publicada no site “Qual Máscara?”, também reclama da entrega de doses desatualizadas às crianças.
O mesmo documento mostra preocupação com o número de doses da compra emergencial, que não cobre nem sequer grupos prioritários, também aponta falta de dados confiáveis sobre a doença e baixa testagem no Brasil.
Nas redes sociais, o divulgador científico Atila Lamarino também questionou a estratégia do governo Lula sobre a Covid. “Com tantos sinais conflitantes, queria entender qual estratégia pretendem seguir e o porquê”, disse em publicação no X.
Imagina essa quadrilha no governo na época da COVID! Ainda tem babaca, como vi há poucos instantes, falando que não dá pra chamar de genocida por que era poucas mortes. Quer comparar COVID com dengue, jumento? Nem vou falar onde escutei kkkkk
OOLHA O GENOCIDA. PECA A DEUS TODOS OS DIAS PRA NÃO HAVER PANDEMIA NO GOVERNO PETRALHAS PQ SE TIVER VAI SUMIR RESPIRADOR E VACINA. TUDO PRAS CONTAS DELES
Morreu nesta terça-feira (18), em um hospital de Natal, a potiguar Jéssica Carvalho, de 33 anos, que lutava contra um tumor vascular no rosto. Ela estava internada há mais de 7 meses após ter sofrido com uma piora da doença no fim do ano passado.
A informação da morte foi confirmada ao g1 pelo amigo Fausto Calixto, que promovia uma campanha para ajudar no tratamento de Jéssica. A história dela ficou conhecida nas redes sociais no início deste ano e causou comoção.
Segundo Fausto, a morte ocorreu por conta de infecções sofridas em decorrência do tumor no rosto, que neste ano cresceu de maneira mais rápida e passou a provocar sangramentos mais frequentes.
Jéssica sofria um quadro de hemangioma – um tumor vascular benigno causado por um crescimento anormal dos vasos sanguíneos.
A potiguar, natural de São Miguel, na Região Oeste do Rio Grande do Norte, convivia com a doença desde que nasceu, mas teve o agravamento do quadro clínico no início de 2024.
Tratamento e cirurgias
No início de 2023, Jéssica passou por um procedimento cirúrgico para tratar do tumor. Ela chegou, inclusive, a retirar parte da mandíbula, mas a cirurgia não saiu como o esperado, segundo contou o amigo Fausto Calixto.
Após o procedimento, houve um ciclo de infecções que não conseguiu ser combatido pela equipe médica. O tumor, então, passou a crescer. Sem conserguir falar, Jéssica já se comunicava através da escrita com a família e amigos.
A australiana Mel Placanica, 31 anos, sempre tinha cólicas intensas, que ela creditava ao ciclo menstrual. No entanto, ao investigar as causas mais profundamente, a jovem descobriu que tinha 5 órgãos extras no corpo.
Após vários testes, Mel foi informada de que possuía dois úteros, quatro ovários, dois colos de útero e três rins. Os exames de imagem foram uma surpresa até para os médicos que a atendiam, a hipótese inicial deles era que ela estivesse com um tumor no útero.
Cirurgias retiraram órgãos extras
Após a identificação dos órgãos extras, Mel teve de passar por uma série de cirurgias para ajustar a distribuição deles no corpo. Os procedimentos foram necessários para diminuir as intensas dores que ela sentia. A equipe removeu um útero e dois ovários e os dois colos do útero viraram um só. O rim extra ficou.
O útero retirado tinha um caso grave de endometriose, os médicos dela acreditam que o problema tenha sido a origem das dores sentidas pela jovem. Em entrevistas à mídia internacional, Mel alertou para que as pessoas façam mais exames de imagem quando há algo de errado com seus corpos. Segundo ela, sua vida teria sido mais fácil se o diagnóstico tivesse vindo antes.
Em março de 2020, escolas e famílias foram surpreendidas com a ordem de suspensão das aulas presenciais por tempo indeterminado. De forma inédita, escolas do mundo todo foram fechadas para evitar o avanço do contágio por um novo vírus. Quase cinco anos depois, os estudantes brasileiros ainda convivem com os prejuízos dessa situação.
Um dos países que ficaram mais tempo com as escolas fechadas, o Brasil registrou queda nos principais indicadores de desempenho escolar. Mas especialistas apontam que o maior prejuízo acumulado no período é também o mais difícil de ser quantificado e recuperado, que foram aqueles no desenvolvimento de habilidades sociais, emocionais e até mesmo motoras.
Professores de educação infantil, por exemplo, relatam que as crianças que chegaram em 2024 na pré-escola (que são aquelas que nasceram no meio da pandemia e passaram os primeiros meses de vida em isolamento) apresentaram muitas vezes um comportamento diferente do habitual para alunos dessa idade. Muitas delas tinham dificuldade para brincar sem ajuda de adultos, para subir em brinquedos ou apresentavam atrasos na fala.
“Não temos estudos que sejam capazes de evidenciar ou dados que tragam de forma precisa os prejuízos para as crianças, mas eles são evidentes para quem trabalha com as crianças em sala de aula”, diz Marina Fragata, diretora de políticas públicas da FMCSV (Fundação Maria Cecília Souto Vidigal).
A fundação, que trabalha com primeira infância, conduziu um estudo em parceria com o Lapope (Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais) da UFRJ, para investigar o impacto da pandemia no desenvolvimento das crianças.
O estudo comparou dados de habilidades das crianças que estão no 2º ano da pré-escola (com 5 anos de idade) entre os anos de 2019 e 2022. Nele, os pesquisadores identificaram perdas no desenvolvimento em linguagem, matemática e habilidades sociais e motoras.
As crianças que entraram na pré-escola em 2020 e 2021, ou seja, aquelas que tiveram menos tempo de aulas presenciais, apresentavam um déficit de aproximadamente dez meses de aprendizado em linguagem e de 11 meses de aprendizado em matemática. Esses alunos estão hoje no 4º e no 5º ano do fundamental e, sem que tenham recebido atividades consistentes de recuperação, podem ter carregado esses prejuízos até agora.
“As crianças na pandemia se desenvolveram num ritmo mais lento, carregando déficits em relação a crianças que não vivenciaram o período pandêmico. É um prejuízo que poderia ser resolvido com um programa forte de recuperação, mais tempo de aula, mas, infelizmente, sabemos que principalmente as crianças mais pobres não tiveram essa oportunidade”, diz Fragata.
Luana Santos, professora do anos iniciais do fundamental (do 1º ao 5º ano) na rede municipal de São Paulo, conta que os prejuízos são sentidos de formas diferentes em sala de aula.
“Sinto que as crianças chegam com mais dificuldade em aprender do que em anos anteriores, mas o mais desafiador é que elas parecem mais imaturas. Não conseguem seguir atividades simples da aula, como copiar algo da lousa ou escrever dentro da linha do caderno”, diz a docente, de 42 anos, que dá aula há 18.
Ela também relata que as crianças se frustram por não conseguirem fazer as atividades e acabam ficando estressadas e desmotivadas. “Depois da pandemia, eu precisei adaptar as lições, propondo coisas mais simples. Até com as mais velhas, muitas vezes as atividades são para ajudá-las a se familiarizar a segurar o lápis, desenhar dentro da linha. Elas não desenvolveram a coordenação motora fina na educação infantil.”
Para as educadoras, além do período afastadas da escola, as crianças também passaram a usar celular por mais tempo, e cada vez mais cedo, o que afetou o desenvolvimento. Pesquisas mostram que o uso excessivo de telas por crianças pequenas atrapalha a coordenação motora, a capacidade de concentração e pode até mesmo deixá-las mais agressivas.
“Por isso, essa iniciativa que está começando no país, de proibir o uso de celular nas escolas, é tão importante. Esse uso já acontecia, mas se intensificou muito durante a pandemia, especialmente nesses primeiros anos de vida, trazendo impactos até hoje”, diz Fragata.
Ex-diretora Global de Educação do Banco Mundial, Cláudia Costin destaca que o período de fechamento das escola prejudicou o desenvolvimento socioemocional de crianças e adolescentes trazendo impactos graves vistos até hoje na saúde mental dos estudantes.
“A escola não desenvolve apenas experiências cognitivas, mas ensina uma série de competências para a vida em sociedade. O período prolongado sem aulas presenciais prejudicou exatamente esse aspecto, e as crianças e adolescentes ainda sofrem com isso, têm dificuldade de resolver conflitos comuns para a idade, de lidar com frustração, de comunicar o que sentem”, diz.
Para ela, as melhores estratégias para enfrentar o impacto na saúde mental dos alunos são o fomento do ensino em tempo integral e a proibição ao uso de celular nas escolas —políticas que foram adotadas, ainda que tardiamente e em ritmo aquém do necessário.
“A estratégia de enfrentamento está correta, o diagnóstico da situação está posto e sabemos como podemos reduzir os prejuízos, mas precisamos que essas ações sejam desenvolvidas de forma mais rápida e que atinjam logo mais crianças e adolescentes. Não podemos perder ainda mais tempo.”
O Brasil vive uma onda de intoxicação por bebidas adulteradas com metanol: já são 59 casos confirmados e 15 mortes. São Paulo concentra a maioria, com 46 casos e nove óbitos, seguido por Paraná (6 casos, 3 mortes), Pernambuco (5 casos, 3 mortes), Rio Grande do Sul (1) e Mato Grosso (1). Outros nove óbitos ainda estão em investigação.
O metanol é altamente tóxico e pode matar, conforme informações da Agência Brasil. Ele costuma estar presente em bebidas clandestinas ou sem procedência confiável. Autoridades alertam: consumir produtos assim é um risco sério à vida.
Em São Paulo, o Centro de Vigilância Sanitária reforça que denúncias de bebidas suspeitas podem ser feitas pelo Disque Denúncia 181 ou pelo site da Polícia Civil. O Procon-SP também recebe relatos pelo 151 e pelo site oficial.
O recado é claro: evite bebidas de procedência duvidosa. O barato pode sair caro – e neste caso, mortal.
O caos na saúde estadual parece não ter fim. Nesta segunda-feira (10), o maior hospital público do RN, o Walfredo Gurgel, em Natal, ficou mais uma vez sem tomógrafo funcionando. Um dos aparelhos quebrou de novo, e o outro está inutilizado por causa de uma reforma sem prazo pra acabar. Resultado: pacientes continuam sendo levados para o Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, pra fazer exames básicos de imagem.
O Blog do BG já havia noticiado no sábado (8) que essa é a terceira vez em menos de três meses que o hospital enfrenta o mesmo problema. Em 16 de setembro, os dois tomógrafos quebraram ao mesmo tempo.
Depois, em 12 de outubro, os equipamentos voltaram a apresentar falhas graves no sistema, prejudicando diagnósticos e atendimentos de urgência. Na época, o próprio diretor do hospital, Geraldo Neto, admitiu que o parque tecnológico da unidade está ultrapassado e precisa ser renovado.
Agora, a Sesap diz que aguarda a empresa de manutenção para resolver o problema e promete comprar um novo aparelho, mas sem previsão de quando isso vai acontecer. Enquanto isso, médicos, pacientes e o SAMU seguem enfrentando o sufoco de uma estrutura que vive quebrando — e que mostra o retrato da incompetência do Governo do Estado na gestão da saúde pública.
A novela dos tomógrafos do Walfredo Gurgel já virou piada de mau gosto. O povo sofre, o governo enrola, e o hospital que deveria salvar vidas segue implorando por manutenção e respeito.
Esses tomógrafos já deram o que tinha de dar, estão saturados, mandar consertar é alimentar os cofres das empresas de manutenção, talvez o objetivo seja esse.
O ministro Luís Roberto Barroso passou mal na tarde desta quarta-feira (15) e precisou ser levado ao hospital Sírio-Libanês, em Brasília, para exames. Segundo informações do UOL, a suspeita é de uma virose. Barroso sofreu uma queda de pressão durante atividades no tribunal, mas não reclamou de dores.
Apesar do susto, o ministro segue oficialmente vinculado ao Supremo até sexta-feira (17). A aposentadoria, publicada hoje em edição extra do Diário Oficial da União, passa a valer no sábado. Até lá, ele ainda exerce suas funções normalmente.
Barroso decidiu antecipar sua aposentadoria, mesmo podendo permanecer no STF até 2033. A decisão ocorre após recentes sanções do governo Donald Trump contra integrantes do Judiciário e logo depois de concluir sua gestão como presidente do tribunal. Atualmente, Edson Fachin chefia o Supremo.
Sua aposentadoria antecipada do STF foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na noite desta quarta. Nomeado foi por Dilma Rousseff em 2013, Barroso, de 67 anos, abre espaço para que o presidente Lula (PT) indique seu substituto, sem prazo definido para a nomeação.
O Brasil está conversando cada vez mais com máquinas — e levando isso a sério. Em apenas um ano, o número de pessoas que recorrem à inteligência artificial para pedir conselhos e desabafar cresceu cinco vezes, segundo a pesquisa “Inteligência Artificial na Vida Real”, feita pela agência Talk Inc.
Em 2024, 1 em cada 10 brasileiros usava IA para buscar ajuda emocional. Agora, em 2025, 1 em cada 2 faz o mesmo — o equivalente a 67 milhões de pessoas, conforme divulgado pelo UOL. O estudo ouviu 1,2 mil homens e mulheres de todas as regiões e classes sociais e revelou uma tendência: os brasileiros estão usando IA como “terapia de bolso”.
Entre os principais motivos estão a objetividade e a disponibilidade: 72% dizem preferir conversar com a máquina porque ela é direta, responde rápido e está disponível 24 horas por dia. Outros 56% afirmam que se sentem mais à vontade com a IA por serem introvertidos, e 26% apontam a solidão como a principal razão.
A pesquisadora Carla Mayumi, que liderou o levantamento, explica que o fenômeno cresce porque é fácil, gratuito e “a IA parece empática”. Mas o alerta já acendeu: para o psicólogo Paul Bloom, da Universidade de Yale, essa relação cria “um espelho distorcido”, no qual o usuário passa a viver uma ilusão de vínculo perfeito — e se afasta das relações humanas reais.
O RN recebeu nesta sexta-feira (10) a primeira remessa do antídoto Fomepizol, usado no tratamento de intoxicação por metanol. A carga enviada pelo Ministério da Saúde trouxe 24 ampolas, que ficarão armazenadas na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) e serão distribuídas conforme a necessidade.
Até o momento, o estado não registrou casos confirmados ou suspeitos de intoxicação. O medicamento foi adquirido pelo Governo Federal em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e chegou ao Brasil na quinta-feira (9).
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) já havia emitido, no dia 2 de outubro, uma nota técnica orientando os municípios sobre como detectar rapidamente sinais de intoxicação, manejar os casos clinicamente e notificar as autoridades imediatamente.
O estado mantém a estrutura de vigilância ativa, com o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) e o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox) monitorando qualquer sinal de alerta. A medida busca garantir que, caso haja casos, o atendimento seja rápido e eficaz, evitando tragédias.
Vamos divulgar para toda categoria da saúde. Os ministros indicados pelo PT votaram contra a categoria e os únicos que votaram a favor de enfermeiros foram os indicados por Bolsonaro.
Cadê o PT, que diz que luta pela classe trabalhadora,estão bem caladinhos sobre o Piso salarial dos Profissionais de Enfermagem. Cadê o Lula,Fátima Bezerra,o Candidato a Senador apoiado pelo PT Camarada Carlos Cabeção,vao ficar se escondendo para nao opinar???
Min Nunes Marques vota pelo direito dos trabalhadores, pela garantia do aumento do piso.
STF não, alguns ministros, e por coincidência todos indicados por LULA. Espero que os enfermeiros e técnicos não votem em LULA. Imagino ele ganhando, vai revogar o aumento aos agentes de saúde e aos professores. LULA NUNCA MAIS.
Ministro Nunes Marques foi indicado da Dilma TRF 1 pesquisa aí kkkk
STF quer lascar as enfermeira