O Ministério da Saúde confirmou, nesta quarta-feira (5), 60 casos de intoxicação por metanol no país — substância altamente tóxica usada ilegalmente para adulterar bebidas alcoólicas. O número faz parte de um total de 107 notificações, das quais 47 ainda estão sob investigação. O balanço também aponta 15 mortes confirmadas até agora.
São Paulo lidera o ranking, com 47 casos e 9 mortes, seguido por Paraná (6 casos e 3 mortes) e Pernambuco (5 casos e 3 mortes). Também há registros no Mato Grosso e no Rio Grande do Sul. Outros estados, como Piauí, Ceará, Bahia, Mato Grosso do Sul e Tocantins, ainda investigam suspeitas.
O metanol é um álcool industrial altamente venenoso, proibido para consumo humano. Pequenas quantidades podem causar cegueira, coma e até morte. O Ministério da Saúde reforça o alerta: bebidas muito baratas, sem rótulo ou procedência duvidosa podem conter a substância.
As autoridades continuam investigando a origem das bebidas adulteradas e alertam para que consumidores evitem produtos clandestinos, principalmente os vendidos em embalagens reaproveitadas ou em locais sem fiscalização.
Natal agora aposta em tecnologia de ponta para reduzir dengue, Zika e chikungunya: a cidade inaugurou nesta quinta-feira (16) a sua biofábrica de mosquitos com Wolbachia, em Felipe Camarão. O método, testado em 15 países e aprovado no Brasil desde 2012, promete transformar mosquitos locais em incapazes de transmitir vírus, trazendo alívio para uma população cansada de epidemias.
A estratégia é simples, mas poderosa: os Wolbitos — mosquitos infectados com a bactéria Wolbachia — se reproduzem com os Aedes aegypti locais. Nascem então novas gerações que não conseguem transmitir doenças como dengue, Zika ou chikungunya. A técnica é natural, segura e autossustentável, sem nenhum tipo de modificação genética, reforçando a prevenção de forma inovadora.
O secretário municipal de Saúde, Geraldo Pinho, destaca que a medida é histórica e um investimento em prevenção. “Saúde não é só tratar doença, é impedir que ela aconteça”, disse, lembrando também do trabalho contínuo dos Agentes de Combate às Endemias, que monitoram os bairros e orientam a população. O projeto contempla 33 bairros de Natal, com liberação de Wolbitos prevista para 20 semanas.
A biofábrica de 400 m² é equipada para produzir e preparar os mosquitos para o campo. Com salas de triagem, estoques de larvas e equipe especializada, o local garante o manejo seguro dos insetos antes da soltura. A expectativa é que resultados visíveis na redução de casos surjam cerca de dois anos após o início do programa, conforme reforça o secretário estadual de Saúde, Alexandre Motta.
Natal aposta na tecnologia
O método já mostrou eficácia em Niterói, RJ: após a cobertura total do município, os casos de dengue caíram 89% em 2024, mesmo em um ano em que o país enfrentou a maior epidemia da história — 6,6 milhões de infectados e 6.200 mortes. Para Natal, a aposta é clara: tecnologia e prevenção de mãos dadas para quebrar o ciclo das arboviroses, em uma cidade que há anos convive com surtos constantes.
O RN está literalmente pegando fogo. De janeiro a agosto, o estado registrou um aumento de 52% nos incêndios florestais em relação ao mesmo período de 2024, segundo dados do Corpo de Bombeiros. Já são mais de 840 focos de incêndio, e só na última semana quatro queimadas foram registradas no Alto Oeste Potiguar.
Conforme o CB, o crescimento das ocorrências tem ligação direta com o clima e com o uso irregular do fogo. As chuvas acima da média no começo do ano fizeram a vegetação crescer, e agora, com a seca, o mato virou combustível perfeito para as chamas. “Muita gente ainda insiste em limpar terreno com fogo e perde o controle”, alertou coronel Avelino, em entrevista à 98 FM.
O Estado lançou um programa para tentar conter as queimadas, mas os efeitos já ultrapassaram o meio ambiente. A Sesap (Secretaria de Saúde Pública) confirmou o aumento de alergias e doenças respiratórias, resultado direto da fumaça que se espalha pelo ar em várias regiões do RN.
O Corpo de Bombeiros reforçou que provocar queimadas é crime ambiental e pede que qualquer foco de fogo seja denunciado pelo telefone 193. “Se presenciar um incêndio, não tente apagar. Ligue para o Corpo de Bombeiros”, alertou o coronel.
O ex-governador do Rio Grande do Norte, Fernando Freire, recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e agora está em um quarto do Hospital Memorial São Francisco, em Natal. Segundo boletim médico divulgado nesta quinta-feira (9), seu estado de saúde é estável e ele permanece consciente, orientado e respirando normalmente.
Freire deve ter alta hospitalar prevista para esta sexta-feira (10). A equipe médica que acompanha o ex-governador combina Ortopedia e Clínica Médica, garantindo monitoramento completo após a queda sofrida na segunda-feira (6) em um restaurante da capital.
O ex-governador fraturou o fêmur na queda e passou por cirurgia na terça-feira (7) para correção do osso. O procedimento foi realizado pelo especialista em quadril Hermann Costa Gomes, com anestesia do médico Victor Dantas. Exames descartaram AVC ou infarto, tranquilizando familiares e amigos.
O Rio Grande do Norte realizou 181 transplantes de órgãos e tecidos nos primeiros seis meses de 2025. O levantamento inclui 1 transplante de coração, 33 de rim, 86 de córnea e 61 de medula óssea. O resultado segue a tendência nacional, que alcançou 14,9 mil transplantes no período — um crescimento de 21% em relação a 2022. Apesar do avanço, o Ministério da Saúde alerta que os números ainda poderiam ser maiores, já que 45% das famílias brasileiras recusam a doação.
Para enfrentar esse desafio, foi lançado o Programa Nacional de Qualidade na Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Prodot), voltado a qualificar o diálogo com familiares e fortalecer o acompanhamento das doações nos hospitais.
O Prodot reconhece e valoriza as equipes hospitalares que identificam potenciais doadores, cuidam da logística do processo e conversam com familiares — momentos delicados e decisivos para salvar vidas. Pela primeira vez, esses profissionais receberão incentivos financeiros de acordo com o volume de atendimentos e indicadores de desempenho, incluindo o aumento das doações.
O programa faz parte de um pacote de medidas com investimento anual de R$ 20 milhões para reforçar o Sistema Nacional de Transplantes. Destes, R$ 13 milhões serão aplicados em novos procedimentos, como transplantes de membrana amniótica — usados em queimaduras graves — e transplante multivisceral, indicado para falência intestinal. Os R$ 7,4 milhões restantes vão para o Prodot, com foco em ampliar a adesão das famílias à doação.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou a importância da iniciativa: “A principal mensagem às famílias é a segurança e a seriedade do Sistema Nacional de Transplantes, reconhecido mundialmente. Quando um profissional aborda uma família, ele atua dentro de um sistema sólido e seguro. É fundamental que o doador manifeste à família o desejo de doar, pois esse gesto pode salvar três ou quatro vidas e manter viva a memória do ente querido”.
Atualmente, mais de 80 mil pessoas aguardam transplante no Brasil, sendo 1.104 no Rio Grande do Norte, o que evidencia a importância de valorizar quem atua diretamente na sensibilização das famílias.
Campanha de incentivo
A campanha de incentivo à doação de órgãos deste ano, já em circulação, reforça a necessidade de conversar com a família sobre a decisão de doar. Com o mote: “Doação de Órgãos. Você diz sim, o Brasil inteiro agradece”, a ação mostra casos reais de famílias que autorizaram a doação e o trabalho de profissionais da saúde que acompanham todo o processo, do acolhimento ao transplante.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), 90 anos, será submetido a um procedimento cirúrgico nos próximos dias, de acordo com boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo, neste sábado (12). FHC fraturou o fêmur em um acidente doméstico. Veja a íntegra do boletim abaixo:
Boletim médico
São Paulo, 12 de março de 2022 – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deu entrada no Hospital Israelita Albert Einstein ontem, 11 de março, em razão de uma fratura de colo de fêmur e passará por procedimento cirúrgico nos próximos dias.
Dr. José Medina Pestana, nefrologista no Hospital Israelita Albert Einstein Dr. Miguel Cendoroglo Neto, Diretor-Superintendente Médico e Serviços Hospitalares do Hospital Israelita Albert Einstein
O vereador Luciano Nascimento (PTB) apresentou um projeto de lei na Câmara Municipal de Natal que proíbe profissionais de saúde de escreverem receitas à mão. A proposta estabelece que médicos, dentistas e demais agentes de saúde sejam obrigados a digitar suas receitas em computadores, para facilitar a compreensão por parte dos pacientes.
Segundo o projeto de lei, a proibição de fazer receita à mão seria aplicada tanto à rede pública quanto à rede privada. Computadores teriam de ser instalados em todos os consultórios de unidades básicas de saúde, hospitais e clínicas da cidade de Natal. O médico também ficaria proibido de escrever abreviações e códigos pouco usuais.
A lei proposta por Luciano Nascimento estabelece, ainda, que todas as receitas médicas devem conter itens obrigatórios, para deixar claro para quem foi expedida a prescrição, qual o medicamento recomendado e seus respectivos tempo de uso e dosagem, entre outras informações.
O vereador justifica que a lei é necessária porque estudos mostram que um a cada quatro pacientes sai do consultório médico sem saber sequer qual medicamento foi prescrito. Ele afirma que a proposição evitaria receitas com “garranchos” e “rabiscos” – referência à caligrafia dos médicos.
“Mas, além de não entenderem o que foi dito durante a consulta, os pacientes sofrem com outro problema: a dificuldade em entender a letra do médico no receituário. Não é à toa que, quando alguém tem a caligrafia ruim, dizem que a pessoa tem ‘letra de médico’. A tarefa, na maioria das vezes, sobra para farmacêuticos e balconistas, que já estão acostumados aos garranchos dos médicos”, enfatiza o vereador.
Luciano Nascimento ressalta que há casso de pacientes que tomaram o medicamento errado, ou a dosagem errada, por não entender corretamente a letra do médico. Ele lembra que já há lei federal estabelecendo que a prescrição médica deve ser clara, mas isso é ignorado por profissionais de saúde.
“O próprio Código de Ética Médica, no artigo 39, também condena a emissão de receitas ilegíveis”, lembra.
Na falta de computador, faz em letra de forma. Tem letra, que nem o farmacêutico entende, e aí empurra um remédio diferente. Já morreu gente por causa disso.
Certíssimo! Tem letras que estão mais para hieróglifos do que para qq outra linguagem. Um erro de leitura pode levar a morte, até pq muitos medicamentos tem os nomes muito parecidos, muitas vezes o que diferencia é apenas uma letra. Eu mesmo já peguei receitas que nem eu nem outras pessoas conseguiram ler.
So podia ser um parasita do PTB mesmo pra fazer uma lei idiota como essa. Boa parte da rede privada ja faz isso. Quero ver fazer isso na publica tao sofrida pela falta de investimento dos governos e onde o dinheiro da saude é roubado e desviado por estes politicos imbecis, rede publica de saude onde os medicos atendem sem a MINIMA condicao de trabalho e onde falta ate o basico. Duvido a covisa ir num posto da rede publica com milhoes de exigencias como faz na rede privada.
É preciso reflexão sobre essa possível futura “LEI”:
– Se o computador ou impressora quebrar o atendimento fica SUSPENSO?
– a doença das pessoas vai esperar o conserto de eventuais quebras desses equipamentos?
– será que essas unidades públicas de saúde (UBS) terão a segurança dos prédios reforçadas para evitar possíveis roubos desses equipamentos?
Agora pronto, esses porras vão esquecer de escrever?? Os médicos vai usar computador e não amputador
Vão trabalhar vereadores, as ruas tão cheias de buracos, não pode chover que os sinais de trânsitos param de funcionar, fiscalizem, cobrem do prefeito bem feitorias para a cidade, vão fiscalizar postos de saúde, escolas, tirem suas nádegas das confortáveis poltronas.
Aprovadissimo.
A única resalva é que os profissionais de Saúde já sabem mas como a lei não obriga o estado e a prefeitura, eles não colocam computadores na rede pública intermediária, embora ja tenha na básica e na terciária(Hospital Universitário). Na privada, poucos insistem, mas a maioria já migrou.
Vamos começar por criar um lei proíba a falta de medicamentos nas unidades de saúde, e depois criar a lei que toda as unidades de saúde do município tem que ter computadores e impressoras funcionando e com material de impressão. Aí caro vereador, o a vossa excelência descobriu a pólvora. E conclusão alguém vai mostrar que já existe a roda.
Kkkkk
Lá vem mais uma inconstitucionalidade, a turma lá da Jundiaí adora
Pessoas levadas para a delegacia por sair em um bloco de carnaval sem autorização, bares fechados por desrespeitar normas sanitárias da pandemia e aglomerações dispersadas em vários locais. Esse foi o saldo da operação montada pela prefeitura de Olinda na noite de sábado (26), no Sítio Histórico.
O objetivo da ação foi cumprir o decreto do governo do estado que vetou eventos até a terça (1º), em todo o estado. A proibição vale para espaços públicos e privados.
Em Olinda, há um decreto municipal que proíbe a realização de apresentações de música ao vivo e a utilização de equipamentos de som mecânico e eletrônico.
Ele foi estendido para o período das 6h da sexta (25), até as 6h da quinta-feira (3) e vale para toda área que compreende o Sítio Histórico.
Vídeos publicados nas redes sociais mostram aglomeração na frente da Bodega de Véio, na Rua do Amparo, na Cidade Alta. As pessoas estavam sem máscara de proteção, faziam aglomeração e usavam equipamentos de som, cantando e dançando.
Outros vídeos mostram aglomeração e pessoas sem máscara nos Quatro Cantos, no bairro do Carmo.
Em todas as cenas, é possível observar que as pessoas brincavam carnaval como se não existisse regras na pandemia.
Segundo o secretário de Segurança de Olinda, coronel Pereira Neto, a Bodega de Véio foi um dos bares fechados por infração sanitária. Lá, foi necessário dispersar a multidão. O outro bar interditado, de acordo com ele, foi o Bar do Amparo, também na Cidade Alta.
“Eles estavam preparando os instrumentos musicais para fazer apresentação. O que é proibido pelo decreto 20”, afirmou o coronel.
Ainda segundo Pereira Neto, as equipes levaram seis pessoas para a delegacia por causa da saída de um bloco, na Rua Joaquim Nabuco. “Eles queriam se dirigir até o varadouro e foram flagrados”, disse o secretário.
Ainda de acordo com pereira Neto, todos foram autuados por infração a sanitária e assinaram Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO). Segundo a Polícia Civil, quatro pessoas acabaram sendo autuadas.
De acordo com a polícia, eram três homens, que tinham entre 26 e 28 anos, uma mulher, de 27 anos. “Segundo relatos, os autores estavam promovendo um bloco de carnaval com cerca de 30 pessoas e não acataram a solicitação da Guarda Civil local para parar de tocar”, disse a corporação.
“A noite de sábado deu muito trabalho para as equipes de fiscalização. As pessoas não se conscientizaram de que é preciso respeitar as normas na pandemia”, acrescentou o coronel Pereira Neto.
Os governos federal e dos 16 Estados da Alemanha anunciaram nesta quarta-feira (16) que a maior parte das restrições para conter a propagação da covid-19 serão removidas em 20 de março. A decisão coincide com o relaxamento das medidas nos países vizinhos Áustria e Suíça.
A estratégia em 3 fases foi apoiada pelo chanceler federal alemão, Olaf Scholz, e pelos governadores, num momento em que os números da pandemia iniciam tendência descendente. “O pico já foi provavelmente atingido”, comentou Scholz.
Em conferência de imprensa ao lado do governador da Renânia do Norte-Vestfália, Hendrik Wüst, e da prefeita de Berlim, Franziska Giffey, o chefe de governo destacou que a obrigatoriedade da vacinação ainda é a política oficial do governo.
A imposição seria necessária para preparar o país para o outono e o inverno (a partir de 23 de setembro), e que o relaxamento das restrições só funcionará atrelado à expansão da campanha de vacinação.
A vacinação obrigatória, segundo Scholz, “se torna absolutamente necessária quando as temperaturas esfriarem novamente”. A medida, porém, ainda enfrenta alguma resistência no Bundestag (câmara baixa do parlamento).
A coalizão de governo encabeçada pelos social-democratas ainda está dividida sobre a questão, e deixou a decisão para os parlamentares. Até o momento, ainda não há data para a votação nem está claro em que direção ela deverá tender.
Relaxamento em 3 fases
A 1ª fase do relaxamento remove a obrigatoriedade da comprovação de vacinação ou de recuperação da doença para o acesso ao comércio não essencial e põe fim ao limite numérico para reuniões privadas entre vacinados.
A partir de 4 de março, as exigências para o acesso a bares e restaurantes serão relaxadas. Será possível entrar nesses locais apresentando somente um teste negativo ou, em algumas regiões, atestado da dose de reforço.
Já o acesso às casas noturnas e discotecas continua sendo apenas para vacinados ou recuperados. Grandes eventos poderão ocorrer somente com 75% de capacidade de público.
As medidas mais amplas de relaxamento virão a partir de 20 de março. O chefe de governo alemão ressaltou, porém, que a obrigatoriedade do uso de máscaras e distanciamento social continuarão em vigor.
A Alemanha e diversos outros países europeus registraram um aumento exponencial dos casos, nos últimos meses. A variante ômicron do coronavírus, mais contagiosa, gerou recordes de casos diários em diversas regiões.
O Instituto Robert Koch, a agência de controle e prevenção de doenças da Alemanha, registrou ligeiras quedas seguidas nas taxas de infecção nos últimos dias, apesar de os números ainda estarem acima dos níveis pré-ômicron.
“Pandemia ainda não acabou“
Nesta 4ª feira, o RKI registrou 219.972 novos casos de covid-19 e 247 mortes. A taxa de incidência por 100 mil habitantes em 7 dias – fundamental para a definição das políticas de combate a pandemia – está em 1.401.
“Depois de 2 anos, merecemos que as coisas, de alguma forma, voltem a melhorar, e parece ser exatamente isso que temos à nossa frente”, disse Scholz à imprensa, após a reunião com os governadores.
Ele se declarou otimista, mas pediu que a população se mantenha alerta, pois novas variantes do coronavírus ainda poderão surgir. “Não podemos ser desleixados em meio a todo esse otimismo e confiança. Por isso, temos que dizer com clareza que a pandemia ainda não acabou.“
Todos 18 os participantes do “Big Brother Brasil 22” passaram na tarde desta quinta-feira (3) por novos testes para detectar uma possível infecção da Covid-19. A TV Globo diz, em nota, que vai divulgar os resultados dos confinados, que estão sendo testados no confessionário.
A preocupação com novos exames se deu após o participante Vyni Fernandes, 23 anos, tossir com frequência no confinamento. Segundo a emissora, o participante já foi medicado e está sendo acompanhado.
Além disso, Luciano Estevan, o primeiro eliminado, foi diagnosticado com a doença dois dias depois da saída do reality show. Não houve notícias sobre testes em Rodrigo Mussi, o segundo eliminado, que deixou o programa na noite de terça-feira (1).
Procurada pela coluna de Patrícia Kogut depois de a deputada federal Carla Zambelli (PSL) anunciar que enviou ofício à Secretaria de Saúde do Rio, a emissora diz:
“Não temos conhecimento dos ofícios mencionados em redes sociais, mas, assim como na edição do ano passado, por precaução e seguindo nossos rígidos protocolos de segurança, todos os participantes serão testados, com os respectivos resultados divulgados. Todas as medidas e cuidados foram adotados com a mesma responsabilidade que permitiu que as duas últimas edições do programa fossem concluídas com segurança e sucesso. A saúde de todos sempre foi a nossa prioridade”, disse a emissora.
Procurada, a Secretaria de Saúde do Rio afirma que a testagem é uma responsabilidade da Globo: “A Secretaria de Estado de Saúde esclarece que, por se tratar de um evento privado, cabe aos organizadores tomarem as providências cabíveis, assim como a realização de testes, caso se faça necessário”.
A pandemia já mudou os planos da emissora logo no início do programa. Ainda no hotel, Arthur Aguiar, Linn da Quebrada e Jade Picon foram infectados pelo coronavírus e permaneceram confinados por mais tempo. Na dinâmica, eles não foram afetados.
Vyni, que vem tossindo há dias no reality, comentou: “Graças a Deus, já senti que melhorei, ontem eu quase não tossi tanto”. Mas Jade Picon alertou os colegas:”Se preparem, tá? Fui lá no confessionário e enfiaram dois cotonetes em cada narina. Que horrível!”, disse a influencer aos risos, alertando-os sobre o teste de Covid.
Oxente! E confinamento não é a cura da covid? E o passaporte? Não serve de nada? E aí Globolixo? O fica em casa não serve pra nada? Ou os 20 confinados estavam saindo? O passaporte é lóbi?
É só uma pergunta.
A Food and Drug Administration (FDA), órgão dos EUA semelhante à Anvisa, aprovou o uso emergencial das vacinas contra a Covid-19 da Pfizer e da Moderna para bebês a partir de 6 meses de idade. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (17).
“Muitos pais, cuidadores e médicos estão esperando por uma vacina para crianças mais novas e esta ação ajudará a proteger crianças de até 6 meses de idade. Como vimos com grupos etários mais velhos, esperamos que as vacinas para crianças mais novas forneçam proteção contra os resultados mais graves da Covid-19, como hospitalização e morte”, disse o comissário da FDA Robert M. Califf.
“Podem ter confiança na segurança e eficácia dessas vacinas ter certeza de que a agência foi minuciosa em sua avaliação dos dados”, acrescentou.
A vacina da Moderna já havia sido autorizada para uso em adultos com idade igual ou superior a 18 anos, e agora inclui o grupo de pessoas de 6 meses a 17 anos de idade.
Já a vacina da Pfizer previa a vacinação contra a Covid para crianças com cinco anos de idade ou mais, e passa a contemplar bebês a partir dos 6 meses até crianças de 4 anos também.
“Como acontece com todas as vacinas para qualquer população, ao autorizar vacinas contra a Covid a faixas etárias pediátricas, a FDA garante que nossa avaliação e análise dos dados sejam rigorosas e completas”, disse Peter Marks, diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa Biológica da FDA.
“Além de garantir que os dados dessas vacinas atendessem aos rigorosos padrões da FDA, a convocação de um comitê consultivo pela agência foi parte de um processo transparente para ajudar o público a ter uma compreensão clara dos dados de segurança e eficácia que apoiam a autorização dessas duas vacinas. para populações pediátricas”, concluiu.
Continua dando ivermectina e cloroquina pra seus filhos já que o MINTOmaníaco das rachadinhas prescreveu viu! Afinal, ele eh infalível e onisciente kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Isso Pedro Jorge kkkkkk, tenho minhas dúvidas se jumentos podem ser vacinados, nunca vi isso na literatura.
Policiais da Delegacia de Atendimento à Mulher de Duque de Caxias-RJ (Deam-Caxias) prenderam, no início da tarde desta segunda-feira (18), um médico suspeito de manter uma paciente em cárcere privado em um hospital particular na Baixada Fluminense.
Além de prender o cirurgião plástico Bolívar Guerrero Silva, os agentes foram à unidade de saúde para resgatar a mulher. A família dela afirmou à polícia que a paciente está sendo mantida em cárcere privado há quase dois meses, desde que um procedimento estético na barriga deu errado.
Em nota, o hospital diz que as acusações são “infundadas” e que Bolívar não é sócio da unidade.
A equipe que trabalha com o cirurgião plástico fez uma postagem em uma de suas redes sociais e negou que o médico estivesse mantendo a paciente em cárcere privado. Segundo a publicação, Bolívar topou liberar a paciente, desde que ela assinasse um documento se responsabilizando por qualquer problema após a liberação.
Veja abaixo um trecho da nota:
“O dr. Bolivar foi prestar um depoimento na delegacia. Ele não estava mantendo paciente nenhuma em cárcere privado. Ela estava fazendo curativo e sendo assistida no hospital dele por ele. Porém ela queria ser liberada sem ter terminado o tratamento e ele como médico seria imprudente de liberá-la. Ele disse que poderia liberá-la se ela assinasse a alta à revelia (documento ao qual a paciente se responsabiliza por qualquer coisa que acontecer após sua liberação) e ela não quis assinar. Ele disse que liberaria somente se ela assinasse. Como ela não assinou ele não liberava. O intuito dele é prestar toda assistência a paciente até ela está recuperada”, dizia a publicação.
Os policiais cumpriram mandados de prisão preventiva, de busca e apreensão e de condução coercitiva no Hospital Santa Branca.
Pedido de socorro
Na semana passada, a tia da mulher procurou a Deam-Caxias para relatar o que estava acontecendo. A paciente se submeteu a uma abdominoplastia no início de março. Em junho, ela voltou para se submeter a mais três intervenções.
Só que algo deu errado no procedimento e, de acordo com parentes, a cirurgia teve complicações, a ponto de a barriga dela ter necrosado.
A polícia investiga a denúncia de que o médico e sua equipe estariam impedindo que a mulher fosse transferida para outra unidade de saúde.
Os investigadores descobriram que o médico envolvido atende em uma clínica de cirurgia plástica e faz cirurgias no hospital. Ele também é um dos administradores da unidade particular.
No mesmo dia da denúncia da tia, a polícia requisitou o prontuário da paciente e o relatório médico. Até esta segunda, a documentação ainda não tinha sido entregue.
Na sexta-feira (15), a polícia repassou um celular para a paciente. Quando os agentes ligaram para confirmar se o aparelho estava funcionando, a mulher atendeu desesperada, pedindo para ser retirada do hospital porque estava com medo de morrer.
Hospital dificultou acesso
Os agentes da Deam-Caxias correram para o hospital e foram recebidos pela advogada da unidade médica, que alegou que eles não poderiam falar com a vítima porque ela estava sedada. Mesmo assim, a polícia entrou e localizou a mulher, que chorava muito.
Os agentes fizeram fotos que comprovam o péssimo estado de saúde. A polícia pediu à Justiça para prender o médico responsável pelo procedimento e que também administra a unidade, o que foi concedido.
Outros casos parecidos envolvendo o mesmo médico são investigados pela polícia.
O que diz o hospital
Nota enviada pela assessoria de imprensa:
“Hospital Santa Branca Ltda vem através de sua diretoria em atenção aos comunicados veiculados nas mídias escritas, narradas e digitais manifestar-se publicamente sobre acusações infundadas de CÁRCERE PRIVADO no interior das suas dependências.
Tal crime decorre do verbo encarcerar, que significa deter, ou prender alguém indevidamente e contra sua vontade. No crime de cárcere privado, a vítima quase não tem como se locomover, sua liberdade fica restrita a um pequeno espaço físico, como um quarto ou um banheiro.
Com 43 anos de funcionamento, essa Unidade desconhece tal prática dentro do seu estabelecimento, sempre buscando zelar pela saúde física e mental de seus pacientes, prezando pelo direito de ir e vir dos mesmos, amparado por um equipe multidisciplinar profissional, centros cirúrgicos e CTI com 20 leitos operando 24 horas por dia. Nossas salas cirúrgicas são locadas.
Repudiamos quaisquer práticas criminosas que nos foram indevidamente atribuídas! Tal acusação é absurda!
Além disso, o Dr. Bolivar Guerrero não pertence ao quadro societário desta empresa, como descrito pela imprensa.“
O g1 e a TV Globo tentam entrar em contato com a defesa do médico. Ao ser levado pela polícia, o médico não quis comentar quando foi questionado pela equipe de reportagem.
O policial penal federal Jorge Guaranho, que matou o tesoureiro do PT Marcelo Arruda, recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e foi transferido para enfermaria do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçi (PR).
Segundo o hospital, Guaranho está “estável, consciente, em reabilitação” e sem previsão de alta. Ele foi ferido após balear Arruda, que revidou.
Nesta quarta, o Ministério Público do Paraná denunciou Guaranho pelo homicídio de Arruda, que ocorreu no último dia 9 de julho. Um dos agravantes apontados pelos promotores foi o “motivo fútil” para o homicídio, “havendo a querela sido desencadeada por preferência política-partidária”. Outra qualificação apontada pelos autores da denúncia foi a possibilidade de a ação “resultar em perigo comum”, ou coletivo.
A Justiça decretou a prisão preventiva do policial, que será ouvido assim que estiver em condições.
O caso
O guarda municipal de Foz do Iguaçu Marcelo Arruda, candidato a vice-prefeito pelo PT nas últimas eleições, foi assassinado a tiros durante sua festa de aniversário de 50 anos, na noite de 9 de julho. A festa tinha como tema o PT e fazia várias referências ao ex-presidente e pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva.
O evento seguia normalmente quando, por volta das 23h, Jorge Guaranho, que se declara apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL), foi ao local e discutiu com os participantes. Ele levava no carro a esposa e a filha, um bebê de colo. Após a primeira briga, na qual teve terra atirada contra seu veículo, Guaranho saiu, mas afirmando que voltaria. Minutos depois, retornou sozinho e armado e atirou em Marcelo, que revidou.
Criminoso que saiu de onde estava com a família(esposa e filho(a)) e foi tirar a vida de outro pai de família por questão de idolatria que é estimulada dia e noite por um sujeito inescrupuloso e mentiroso que tragicamente ocupa hj a presidência, mas que na campanha prometia “governar sem viés ideológico” e como mentiroso que é, ao contrário de tudo o que diz, passa dia e noite estimulando seus eleitores ao confronto usando justamente a ideologia, e o pior, tendo essa postura relativizada publicamente com a sínica frase de que “ele foi infeliz no que disse” ou sendo prontamente defendido dizendo que “não foi ele quem começou”
por sua claque nos veículos de comunicacão como vemos em alguns programas de rádio aqui do RN.
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu neste domingo (4) o piso salarial da enfermagem.
A decisão vale até que estados, municípios, órgãos do governo federal, conselhos e entidades da área da saúde informem, em 60 dias e detalhadamente, o impacto financeiro para os atendimentos e os riscos de demissões diante da implementação do piso.
Nos próximos dias, a decisão, que é individual, será levada para análise dos demais ministros do Supremo no plenário virtual.
Barroso é relator uma ação apresentada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos de Serviços (CNSaúde), que defende que o piso é insustentável.
Diante dos dados já apresentados na ação, o ministro avaliou que há risco concreto de piora na prestação do serviço de saúde, principalmente nos hospitais públicos, Santas Casas e hospitais ligados ao SUS.
Isso porque as instituições indicaram a possibilidade de demissão em massa e de redução da oferta de leitos.
O piso seria pago pela primeira vez nesta segunda (5) e foi fixado em R$ 4.750, para os setores público e privado. O valor ainda serve de referência para o cálculo do mínimo salarial de técnicos de enfermagem (70%), auxiliares de enfermagem (50%) e parteiras (50%).
Conforme o Dieese, o incremento financeiro necessário ao cumprimento dos pisos será de R$ 4,4 bilhões ao ano para os Municípios, de R$ 1,3 bilhões ao ano para os Estados e de R$ 53 milhões ao ano para a União.
Já a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) indicou incremento de R$ 6,3 bilhões ao ano. Foi apontada uma possibilidade de demissão de 80 mil profissionais de enfermagem e fechamento de 20 mil leitos.
Ao Supremo, as entidades afirmaram que “falou-se, antecedentemente, do fechamento de hospitais, da diminuição da rede conveniada ao Sistema Único de Saúde e do influxo de pacientes – alijados da rede de saúde suplementar – para o já sobrecarregado SUS.”
“Tais circunstâncias, per se, são o bastante para comprovar que muitos usuários dos serviços de saúde verão o pleno gozo de seu direito constitucional à saúde restringido. O cenário das diálises, por exemplo, é bastante exemplificativo nesse sentido”, diz a ação.
Decisão
O ministro ressaltou que é preciso valorizar a categoria, mas que neste momento “é necessário atentar aos eventuais impactos negativos da adoção dos pisos salariais impugnados”.
Para Barroso, Legislativo e Executivo não cuidaram das providências para viabilizar a implementação do piso.
“No fundo, afigura-se plausível o argumento de que o Legislativo aprovou o projeto e o Executivo o sancionou sem cuidarem das providências que viabilizariam a sua execução, como, por exemplo, o aumento da tabela de reembolso do SUS à rede conveniada. Nessa hipótese, teriam querido ter o bônus da benesse sem o ônus do aumento das próprias despesas, terceirizando a conta”, afirma ele na decisão.
Segundo o ministro, “de um lado, encontra-se o legítimo objetivo do legislador de valorizar os profissionais de saúde, que, durante o longo período da pandemia da Covid-19, foram incansáveis na defesa da vida e da saúde dos brasileiros. De outro lado, estão os riscos à autonomia e higidez financeira dos entes federativos, os reflexos sobre a empregabilidade no setor, a subsistência de inúmeras instituições hospitalares e, por conseguinte, a própria prestação dos serviços de saúde.”
O relator explicou que as entidades privadas que tenham condições podem e devem implantar o piso.
“Naturalmente, as instituições privadas que tiverem condições de, desde logo, arcar com os ônus do piso constante da lei impugnada, não apenas não estão impedidas de fazê-lo, como são encorajadas a assim proceder. As circunstâncias constitucionais e fiscais aqui apontadas não significam que o valor não seja justo e que as categorias beneficiadas não mereçam a remuneração mínima”, diz na decisão.
Como é deprimente assistir a total desvalorização da enfermagem. O pouco que ganhamos causará danos a economia do país. Mas o aumento exorbitante dos ministros não muda nada na nossa economia.
STF tentando derrubar o presidente jair bolsonaro vejo isso como um ataque e quem estará sujeito a penalidade são os profissionais da saúde que são sugados por esses empresários, um absurdo um enfermeiro estudar por 5 anos e não ter um salário digno , um técnico ganhar um hora que é de um médico.
Ou seja: paga quem quiser. Mas o serviço público não pagará. Afinal, o serviço público já paga milhões aos empregados da justiça, Universidades e tantos abusos salariais, que não suportarão pagar o justo ao trabalhador comum.
Falem em colocar um teto salário para os os médicos. Para vocês verem o pau comer… O conselho de medicina no Brasil é a entidade mas poderosa . Está acima da constituição dos 3 poderes.
Só se paga salário com dinheiro, foi -se o tempo que se pagava com Sal. A lei estava levando uma onde de demissão em massa, que levaria a um desemprego em torno de 30%.
.
Esse infeliz só pensa no próprio bolso quando se é para aprovar o aumento absurdo dos próprio salários não querem saber de onde sai o dinheiro esses ministros hipócritas
Manu uma lei só é aprovada depois q é feito o levantamento de onde é como sera pago. Infelizmente a esquerda não ajuda os trabalhadores, o ex presidente.. Lula só sabe falar mau da gestão Bolsonaro, não vejo nada de proposta Enem projetos do ex presidente.
Quem buscou a tutela jurisdicional foi o setor PATRONAL. A esquerda não tem nada a ver com isso !!!
Deixa de ser tola !!!
Ohhh Willian, foi a ESQUERDA que colocou Barroso no STF, ele é um escolhido da esquerda, como a esquerda não tem nada ver com isso?
Sindicato bom é aquele que quando o trabalhador tá desempregado banca a alimentação, a conta de luz, água e telefone do sindicalizado. Isso sim que é proteção ao trabalhador. Na hora que o sujeito tá sem emprego eles nem olham…
O piso é justissimo mas a turma que jogou para platéia tem que dizer como pagar quem nao pode pagar.
Só não tem impacto pra pagar esses deuses, e alta cúpula do governo, aí eles alegam a exigência da legislação, e não pode deixar de cumprir. Nesse caso dos enfermeiros pode ferir a lei, o alegado poderia também se aplicar pra os ministros do stf, pois como tem efeito Cascata, fere o orçamento em bilhões, cortando vários benefícios à população.
Profissionais da enfermagem realizaram um protesto na manhã desta quarta-feira (7) durante o desfile de 7 de setembro em Mossoró. Eles protestaram com faixas e em alto e bom som “Enfermagem na rua, Barroso a culpa é sua”, em decorrência da suspensão da lei que criou o piso salarial da categoria.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso suspendeu no domingo (4), a lei que criou o piso salarial da enfermagem com objetivo avaliar o impacto dela sobre o sistema de saúde.
O protesto começou às 8h da manhã em frente ao teatro Municipal Dix-Huit Rosado e após seguiu no mesmo percurso do desfile.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), se colocou contra a decisão de Luís Roberto Barroso que suspendeu os efeitos da lei que instituiu um piso salarial nacional a profissionais da enfermagem.
Desde a última sexta-feira (9), o plenário virtual do STF julga se mantém ou derruba a suspensão do piso. Até o momento, Mendonça foi o único a discordar da decisão.
Os ministros Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam a determinação de Barroso. O julgamento vai até a próxima sexta-feira (16).
O voto de Mendonça foi divulgado pelo Supremo neste domingo (11). No entendimento do ministro, o Judiciário não deveria interferir em uma decisão tomada por outro poder da República — o piso salarial da enfermagem surgiu a partir da aprovação de um projeto de lei no Congresso Nacional.
“O cuidado em preservar, tanto quanto possível, as escolhas legitimamente feitas pelos poderes democraticamente eleitos, dentro do espaço de conformação legislativa outorgado pelo Constituinte Originário, ao desenharem determinada política pública, com o inevitável sopesamento entre os valores constitucionais em disputa, deve nortear a atuação da Corte Constitucional”, opinou Mendonça.
“Quanto maior o hiato deixado pelo constituinte ao legislador ordinário, menor a margem de controle do fiscal constitucional. Maior é a necessidade de autocontenção judicial e deferência à vontade majoritária, levada a cabo pelo legislador”, acrescentou.
Além disso, o ministro disse não haver conveniência política para suspender a eficácia da lei. “Quanto mais complexa for tal escolha, maior será o ônus argumentativo necessário para substituí-la, ou, no âmbito cautelar, para suspender a sua eficácia”, frisou Mendonça.
O ministro disse ainda que o STF já julgou a constitucionalidade de pisos salariais de outras categorias, como de professores da educação básica e de agentes de saúde e combate a endemias, e que nas duas ocasiões não derrubou as normas.
Vamos divulgar para toda categoria da saúde. Os ministros indicados pelo PT votaram contra a categoria e os únicos que votaram a favor de enfermeiros foram os indicados por Bolsonaro.
Cadê o PT, que diz que luta pela classe trabalhadora,estão bem caladinhos sobre o Piso salarial dos Profissionais de Enfermagem. Cadê o Lula,Fátima Bezerra,o Candidato a Senador apoiado pelo PT Camarada Carlos Cabeção,vao ficar se escondendo para nao opinar???
STF não, alguns ministros, e por coincidência todos indicados por LULA. Espero que os enfermeiros e técnicos não votem em LULA. Imagino ele ganhando, vai revogar o aumento aos agentes de saúde e aos professores. LULA NUNCA MAIS.
Comente aqui