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Bolsonaro é o 4º ex-presidente do Brasil preso em 7 anos

Foto: EFE/EPA/ANTONIO COTRIM – EFE/Sebastião Moreira – EFE/Cadu Gomes – EFE/EPA/CRISTOBAL HERRERA-ULASHKEVICH

O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, preso preventivamente na manhã deste sábado (22), figura como o quarto ex-mandatário brasileiro preso em sete anos, sendo o único cujo caso não envolve corrupção.

Somam-se à lista, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em 2018; Michel Temer, em 2019 e Fernando Collor de Melo em abril deste ano. Bolsonaro, que já estava em prisão domiciliar desde agosto, é o único que não teve sua condenação ligada à Operação Lava Jato.

Relembre a seguir o que motivou cada prisão:

Lula

Lula foi condenado em duas instâncias na justiça por corrupção e lavagem de dinheiro. A pena era de 12 anos e um mês.

A condenação envolvia um triplex no Guarujá, cujos denunciantes acusavam o ex-presidente de ter recebido propina da OAS por contratos da empreiteira com a Petrobras por meio da compra e reforma do apartamento no Condomínio Solares, no Guarujá, litoral norte de São Paulo.

Além do caso do triplex, Lula foi acusado de ser beneficiado por obras realizadas pela OAS e Odebrecht em um sítio em Atibaia, em São Paulo. Lula alegava que o imóvel pertencia a um amigo mas que ele o frequentava com sua família.

Lula ficou 580 dias na prisão. Foi solto em novembro de 2019, depois que o STF mudou seu entendimento sobre a prisão em segunda instância e passou a considerar que o réu só pode ser preso após trânsito em julgado, ou seja, quando não há nenhuma possibilidade de recurso.

Em 2021, o STF, por 8 votos a 3, anulou a condenação do ex-presidente e retirou da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) os casos da Lava Jato que levaram à sua condenação.

A maioria dos ministros do Supremo entendeu que as acusações não tinham relação com o escândalo de corrupção na Petrobras.

Com o posicionamento do Supremo, as condenações de Lula foram anuladas e o petista passou a não ser mais enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que abriu caminho para sua terceira eleição em 2022.

Temer

O ex-presidente Michel Temer foi preso preventivamente em 21 de março de 2019, após decisão do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, que apurava indícios da prática de crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro.

No despacho que determinou a prisão de Temer, Bretas apontou que o ex-presidente chefiava uma organização criminosa. O Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro acusou o grupo chefiado pelo político de ter recebido R$ 1,8 bilhão em propina, além de tentar atrapalhar as investigações, monitorando agentes da Polícia Federal.

As investigações eram relacionadas a obras da usina nuclear Angra 3, no Rio de Janeiro. Os procuradores sustentavam que o consórcio responsável pela obra pagou propina para o grupo político de Temer. Esse consórcio seria formado pelas empresas AF Consult do Brasil e a Argeplan.

Ao lado da Argeplan, a empreiteira Engevix também foi subcontratada para a obra. Em 2016, um dos donos da Engevix, José Antunes Sobrinho, tentou, sem sucesso, fechar um acordo de delação com o Ministério Público. Ele relatou que o coronel Lima, dono da Argeplan, cobrou dele R$ 1 milhão para a campanha de Temer em 2014, em contrapartida à subcontratação da empreiteira.

A prisão ocorreu 79 dias depois de o emedebista deixar a presidência da República, perdendo o foro privilegiado.

Entretanto, quatro dias após sua prisão, Temer foi solto após um habeas corpus concedido por decisão do juiz federal Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).

O jurista apontou que os indícios que levaram à prisão do ex-presidente que sucedeu Dilma Rousseff eram “suposições de fatos antigos”.

“Apesar do modus operandi mais grave dos ilícitos, as condutas atribuídas ao suspeito são antigas e devem ser analisadas com acuidade, uma vez que, para a decretação da medida extrema, exige-se aferição do risco contemporâneo aos bens jurídicos tutelados pelo art. 312 do CPP. 4”, escreveu o desembargador na decisão.

Uma outra investigação contra Temer, envolvendo um suposto pagamento de R$ 3 milhões ao ex-presidente pelos irmãos Batista, da JBS, foi arquivada recentemente. A própria PF sugeriu o arquivamento por “não ver existência de indícios de autoria e materialidade dos delitos”.

Collor

Collor foi preso após ser condenado pelo plenário do STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, após uma investigação decorrente da Operação Lava Jato. A pena foi de 8 anos e 10 meses de prisão.

A investigação havia apontado que o ex-presidente recebeu R$ 20 milhões para viabilizar irregularmente contratos da BR Distribuidora, antiga subsidiária da Petrobras, com a UTC Engenharia para a construção de bases de distribuição de combustíveis, entre 2010 e 2014.

A vantagem foi obtida em troca de apoio político para indicação e manutenção de diretores da estatal. Ele teria atuado com a ajuda dos empresários Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Collor em 2015. A acusação incluía registros encontrados no escritório do doleiro Alberto Youssef e depoimentos de delatores. A defesa questionou a sentença em recursos, que foram rejeitados pela Corte. Os advogados argumentaram nos embargos de declaração que a pena definida não correspondia ao voto médio apurado no plenário.

No início de maio, Moraes concedeu prisão domiciliar ao ex-presidente, considerando seu estado de saúde, que inclui doença de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Mas a diferença dos crimes entre eles é absurda, pois qual é o crime que Bolsonaro cometeu? Ah é devido aquela reunião com os embaixadores onde ele criticou o sistema eleitoral brasileiro inviolável, sistema tão seguro que outros países não adotaram, exceto o país de Nárnia, né?

  2. Ôôô véião macho.
    Tava querendo começar logo esse calvário.
    O véi é duro, o espinhaço aí né de osso não, é de trilho de trem.
    Ja já sai, vai voltar pra casa preso até ser absolvido e virar presidente do Brasil de novo.
    Vai voltar mais forte ainda, vcs vão ver.
    Lembrando que o Luladrão, nunca provou inocência ok?

  3. Estranho, quem não roubou foi sentenciado com a maior pena.
    Estranho, muito estranho!

  4. De todos os ex presidentes, sem exceção, o único que não roubou foi Jair Messias Bolsonaro, isso é um fato concreto.

  5. TODOS DEVEM A JUSTIÇA, MÁS O LULA É O MAIS CORRUPTO DA HISTÓRIA DO BRASIL, CONDENADO EM TRÊS INSTÂNCIAS, FOI DESCONDENADO SEM PROVAR INOCÊNCIA..

    1. Sérgio Moro foi considerado parcial no julgamento de Lula. Tornou-se ministro do presidente que ajudou a eleger, mas pros fanáticos, Lula é o ladrao. Esse povo merece o país que Bolsonaro queria construir: mortes, sem lei, e com fome.

  6. Ainda aguardado…. mencionem ai um mísero CNPJ que ganhou dinheiro de forma nebulosa por influência direta de Bolsonaro. Alguma empreiteira? Alguns irmãos açogueiros? Algum ‘campeão nacional’ com crédito subdiado em troca de propinas?. Alguém com confissão em juízo sendo aliviada? Esta é a big picture. Quem sabe ver as coisas no atacado, não se perde discuitindo questão de varejo

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INSS: depoimentos mostram governo Lula ignorando alertas de desvios

Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Os primeiros depoimentos colhidos pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS contrariam a versão defendida até o momento pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de que a gestão do petista teria sido a responsável por descobrir e interromper os desvios indevidos nos benefícios dos aposentados.

Ao contrário, o que emerge é o fato de que o governo – em particular o Ministério da Previdência Social e o INSS – sabia dos problemas desde o começo do atual mandato, em 2023. Mas não só não interrompeu os repasses para as entidades, como defendeu a continuidade dos descontos nas aposentadorias.

Ex-presidente do INSS defendeu entidades

Na última quinta-feira (4), a CPMI inquiriu a diretora de Auditoria de Previdência da Controladoria-Geral da União (CGU). No encontro, ela falou sobre uma reunião em agosto passado com o então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. Na época, a CGU já havia concluído uma auditoria mostrando que a maioria dos descontos era indevida.

“A minha pergunta é: por que, depois dessa descoberta de 97% da amostra com desconto irregular, não foi recomendada a sustação de forma imediata?”, perguntou a deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

“O argumento do INSS (à época, sob Alessandro Stefanutto) é: ‘Vou deixar meus aposentados sem plano de saúde, sem auxílio-funeral. Essas entidades estão provendo isso ao aposentado’”, narrou a auditora da CGU. Segundo ela, a CGU ainda estava averiguando, à época, se as entidades prestavam de fato esse tipo de serviço.

O órgão pediu ao INSS que suspendesse os repasses nos casos em que já estava claro que não havia prestação de serviço, disse ela.

Atual nº 2 do Ministério da Previdência sabia de desvios

Ainda no fim do mês passado, a CPMI do INSS ouviu, como sua primeira testemunha, a defensora pública Patrícia Bettin Chaves, que é coordenadora de Assuntos de Previdência Social na Defensoria Pública da União (DPU).

Ela falou à CPMI sobre a atuação do Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI), criado em fevereiro de 2024, com representantes do Ministério Público Federal (MPF), da Advocacia-Geral da União (AGU), do Tribunal de Contas da União (TCU) e dos ministérios da Previdência e do Desenvolvimento Social, além da CGU, do INSS e da própria DPU. Esse grupo tinha como missão apurar os descontos indevidos.

Um dos integrantes do grupo era o atual secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo da Cunha Portal.

“Se ele estava dentro desse grupo, que estava discutindo os descontos indevidos (…), se ele trabalhava já então com Wolney (Queiroz, atual ministro da Previdência), que era já secretário-executivo no ministério… como é que ele não levou isso para o Wolney?”, questiona o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS).

“O que vimos até aqui é um retrato vergonhoso: enquanto o governo Lula falava em cuidar do povo, a auditoria da CGU mostrou que, a partir de 2023, o número de descontos fraudulentos explodiu. Só no primeiro ano desse governo, foram R$ 1,3 bilhão em descontos ilegais, e, em 2024, esse rombo já ultrapassava R$ 3 bilhões”, compara o deputado Fábio Costa (PP-AL).

“É inaceitável que o governo tente aliviar sua responsabilidade dizendo que está ‘devolvendo’ os recursos. Não está! Está usando o dinheiro suado do contribuinte para tentar cobrir o rombo causado por criminosos. Isso é um duplo prejuízo para o povo brasileiro”, diz Adriana Ventura.

“O que precisamos, de fato, é recuperar integralmente o que foi desviado e punir, com todo o rigor da lei, os responsáveis por essa fraude institucionalizada e agravada por muitos que sabiam e nada fizeram”, diz ela.

Metrópoles – Andreza Matais

Opinião dos leitores

  1. 👺👺👺a gestão do petista teria sido a responsável por descobrir e interromper os desvios indevidos nos benefícios dos aposentados.

    Ao contrário, o que emerge é o fato de que o governo – em particular o Ministério da Previdência Social e o INSS – sabia dos problemas desde o começo do atual mandato, em 2023. Mas não só não interrompeu os repasses para as entidades, como defendeu a continuidade dos descontos nas aposentadorias.
    💩💩💩TODO PETISTA TEM PLENA CONSCIÊNCIA DISSO. A QUESTÃO É QUE TODO PETISTA É BURRO OU DESONESTO INTELECTUAL. 👉NÃO VÊ O BRUNO ARAÚJO (TEORICAMENTE INTELIGENTE), SEMPRE TENTANDO DEFENDER O INDEFENSÁVEL, NÃO VÊ O BATATA NA BOCA (PIPERNO), AGINDO DA MESMA FORMA!!!
    👉PETISTA NÃO CONSEGUE SER INTELIGENTE E HONESTO. SE TEM UMA DESSAS VIRTUDES, IGNORA A OUTRA. A HIPOCRISIA É COMUM A TODOS.

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Governo Lula conta com receitas incertas para cumprir meta de superávit em 2026

Foto: Pixabay

O governo federal conta com R$ 27 bilhões do Programa de Transação Integral (PTI), de negociação de dívidas de grandes empresas, e R$ 31 bilhões da venda futura de participação da União em campos de petróleo para atingir a meta de superávit primário de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. Os números foram divulgados ontem pelos ministérios do Planejamento e Orçamento e da Fazenda no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) do ano que vem.

Além disso, calcula que aumentará a arrecadação em R$ 19,8 bilhões com o corte linear dos benefícios tributários infraconstitucionais, a partir de um projeto de lei elaborado pelo Ministério da Fazenda e protocolado também ontem pelo líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE).

Há, ainda, mais R$ 10 bilhões previstos com a nova regra de compensação tributária prevista na Medida Provisória 1.303, de 2025, em tramitação no Congresso Nacional, e cerca de R$ 20 bilhões em dividendos extraordinários.

Essas são as principais receitas incertas que constam na peça orçamentária do próximo ano. Apesar de estarem num volume menor do que em anos anteriores, demonstram que o governo federal ainda precisa recorrer a medidas extras para garantir um Orçamento dentro da meta fiscal proposta, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto, o equivalente a R$ 34,3 bilhões.

O PTI é um instrumento da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e da Receita Federal que permite a negociação de dívidas de grandes empresas com a União. Como publicado há duas semanas pelo Valor, o governo federal não contava com esses recursos para fechar as contas de 2026.

Em termos absolutos, a meta de 2026 é de um superávit de R$ 34,3 bilhões. Pelo PLOA 2026, o governo projeta que terá resultado positivo de R$ 34,5 bilhões, ou seja, um pouco acima da meta oficial.

Esse valor desconta R$ 57,8 bilhões em despesas que não serão computadas na meta de 2026, como o pagamento de parte de precatórios.

O texto também prevê aumento de R$ 153,7 bilhões nas despesas obrigatórias em 2026, em relação à previsão de gastos para este ano. Segundo o governo, o maior aumento deve ser na Previdência Social, com previsão de o governo gastar R$ 89 bilhões a mais que neste ano com pagamento de benefícios. Depois, as maiores altas são em gastos com pessoal (alta de R$ 39,7 bilhões); abono e seguro desemprego (R$ 8,8 bilhões); obrigatórias com controle de fluxo (R$ 8,8 bilhões); e Benefício de Prestação Continuada – BPC (R$ 6,2 bilhões).

Já o limite de despesas primárias para 2026 foi fixado em R$ 2,428 trilhões, valor que inclui todos os Poderes. Esse valor representa um aumento líquido de 168 bilhões (7,4%) em relação ao previsto para 2025. Em termos reais, a variação foi de 2,5% acima da inflação, o teto permitido pela lei do novo arcabouço fiscal.

O PLOA prevê, ainda, os seguintes pisos de gastos para 2026: R$ 245,5 bilhões para saúde; R$ R$ 133,7 bilhões para educação; e R$ 83 bilhões para investimentos, incluindo o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Esses são os valores mínimos a serem gastos pelo governo nessas áreas, podendo ser superados. Por fim, o Orçamento prevê que o salário mínimo passará dos atuais R$ 1.518 para R$ 1.631 no ano que vem.

Valor Econômico

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Entidade investigada em fraude do INSS continua a captar associados

Foto: Reprodução

A Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais), segunda maior investigada na fraude no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), continua a captar associados enquanto é investigada pela PF (Polícia Federal).

A entidade realizou um treinamento online no fim de agosto para novos vendedores. O objetivo é buscar associados que topem pagar R$ 37 mensais. Quem conseguir um novo cliente fica com 10% da mensalidade como comissão, o equivalente a R$ 3,70.

A Conafer apresenta seu público-alvo como pessoas “de baixa renda e baixa consciência de mercado”. São elas: agricultores familiares, ribeirinhos, quilombolas, povos originários. Trabalhadores informais, autônomos, idosos, mães, jovens, famílias de baixa renda e sem plano de saúde.

No seu site, a entidade lista diversos benefícios para seus clientes, como R$ 200 para a compra de remédios, R$ 1.000 em caso de morte acidental e sorteios de R$ 10 mil mensais, entre outros.

Na página, há depoimentos de supostos clientes. Uma pessoa identificada como Julio Cesar Pataxó diz que, como liderança indígena, se sente respeitado e valorizado na Conafer. “Eles nos apoiam com seriedade, fortalecem nossa cultura e garantem espaço de fala nos debates nacionais”, escreveu.

Uma foto acompanha o depoimento. Em uma busca pela imagem na internet, é possível encontrar o mesmo retrato nos perfis de redes sociais de pessoas identificadas como Pedro Augusto Francisco Neto, Jorge Andrade e Luiz Gustavo Ribeiro, entre outros.

O mesmo acontece com as fotos do agricultor familiar Ricardo R. Ramos e da empreendedora Anne Roberta.

Apesar das fotos falsas, a entidade afirma em seu site que tem mais de 70 mil afiliados ativos em todo o Brasil. Em carta publicada em suas redes sociais em junho deste ano, ela afirmou ter 597,2 mil associados com vínculo válido e vigente.

Procurada, a Conafer não respondeu.

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que apura o caso deve ouvir o presidente da entidade, Carlos Lopes, nesta segunda (29).

A Conafer é a segunda entidade com mais descontos associativos registrados no INSS, com R$ 484 milhões descontados entre 2019 e 2024, ficando atrás só da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), que recebeu R$ 2,1 bilhões no período.

Após a deflagração da Operação Sem Desconto pela Polícia Federal, o INSS bloqueou todos os descontos automáticos nos benefícios previdenciários, o que gerou problemas de caixa para a Conafer. A solução foi buscar novos clientes.

Antes dos problemas financeiros, a entidade mantinha a Frente Parlamentar em Defesa do Empreendedorismo Rural no Congresso. Ela pagava o aluguel da sede da frente, uma mansão no Lago Sul, e bancou gastos com café da manhã no lançamento do grupo de parlamentares, segundo informações obtidas pela Folha.

A vistoria do imóvel para a locação foi realizada em 28 de março do ano passado, e o lançamento da frente ocorreu menos de um mês depois, em 18 de abril.

A atuação da Conafer no Congresso ajudou a entidade a conseguir emendas parlamentares, que eram direcionadas ao Instituto Terra e Trabalho. Ao todo, foram R$ 14,5 milhões em empenhos em 2023 e 2024 a partir de emendas de seis parlamentares e duas bancadas. Desse total, R$ 9,3 milhões foram pagos.

Além disso, a instituição mantém uma segunda entidade que realizava descontos nas aposentadorias do INSS, a AAB (Associação de Aposentados do Brasil), que não está na lista de investigadas da PF.

Ela recebeu R$ 28 milhões em descontos em aposentadorias e pensões pagas pelo INSS entre agosto de 2024 e abril de 2025. Isso representa uma média mensal de R$ 3 milhões nesse período de nove meses.

Folha de S.Paulo

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Política

Deputadas e senadoras são majoritariamente contra a legalização do aborto, aponta levantamento

Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Tema que movimenta o debate político a cada eleição, como já ocorreu neste ano após uma declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a descriminalização do aborto também mobiliza o Congresso e provoca um racha na bancada feminina. Levantamento do GLOBO mostra que as deputadas e senadores são majoritariamente contra a legalização do procedimento. Das 89 mulheres atualmente com cadeira no Congresso, 63 responderam ao questionamento — 44, o equivalente a 70% das ouvidas, se posicionaram de maneira contrária, enquanto 15 (24%) se disseram favoráveis, e quatro retornaram afirmando que preferiam não se manifestar.

No grupo que se posiciona contra a descriminalização, há 23 parlamentares que defendem a proibição em todos os casos, restringindo o que hoje é permitido em lei — a legislação autoriza o aborto quando a gravidez é resultante de estupro, nos casos em que há risco para a vida da mulher e se há má formação cerebral do feto. Outras 20 são contra, mas defendem que as autorizações específicas já previstas permaneçam. A deputada Carla Zambelli (PL-SP), por sua vez, discorda da descriminalização do aborto e afirma que o aval deve ocorrer só nos episódios em que houver risco de vida.

Já entre as parlamentares favoráveis à legalização, há quem defenda a ampliação dos casos previstos em lei e quem defenda que as hipóteses sejam irrestritas.

Os argumentos da ala que defende as restrições incluem o entendimento de que a vida deve ser preservada desde o zigoto, trecho do Pacto de São José, e o alerta de que o número de abortos poderá aumentar de forma indiscriminada. Já as parlamentares a favor da descriminalização sustentam que mulheres de alta renda, quando necessitam, recorrem a clínicas que efetuam a prática, enquanto gestantes pobres ficam à mercê de abortos clandestinos, arriscados. Outro ponto citado é que as mulheres têm autonomia sobre o próprio corpo, direito que não deve sofrer interferências externas.

De acordo com o estudo “Mulheres e resistência no Congresso Nacional 2021”, publicada pela ONG Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), dos 26 projetos sobre aborto apresentados na Câmara dos Deputados e no Senado no ano passado, a maior parte amplia restrições. Dez deles, por exemplo, tratam de criminalização e punição, como o aumento da pena para mulheres que fizerem aborto em situações além das autorizadas em lei.

Para a deputada Dra. Soraya Manato (PTB-ES), não há justificativa suficiente que possa levar o país a rever a situação hoje vigente.

— Sou conservadora, cristã e a favor da vida. Como médica ginecologista e obstetra, tenho uma ligação muito forte com as gestantes. Sempre acompanhei todo o processo muito de perto. Não vejo justificativa para concordar com a legalização do aborto no Brasil. Sempre serei contra o assassinato de bebês inocentes — disse ela.

Já a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) vai no sentido oposto. Ela ressalta que ser a favor da descriminalização não significa endossar o ato, mas, sim, observar a realidade e construir uma solução que preserve a saúde e a autonomia das mulheres:

— Ninguém é a favor do aborto. Somos a favor de que mulheres pobres não morram em abortos clandestinos, enquanto as ricas se resolvem em clínicas de luxo sem problemas. Defendo que haja educação sexual para que as mulheres possam decidir sobre a concepção e não engravidem. E o aborto legal, para que não morram caso a gravidez aconteça e não haja condições de prosseguimento.

Uma pesquisa do Instituto Locomotiva, em parceria com o Instituto Patrícia Galvão, divulgada em março, mostrou que 77% da população concorda com a frase apontando que as mulheres pobres sofrem mais com a criminalização do aborto, já que não podem pagar por um procedimento realizado com orientação médica. Em 2018, em outro levantamento, o Datafolha identificou que 59% da população endossou que a lei do aborto deveria seguir como está.

Com informações de O Globo

Opinião dos leitores

  1. Quero saber é se são majoritariamente contra a corrupção, contra o orçamento secreto ou a favor da democracia sem demogagia e apologia a ditadura militar!

  2. “Outro ponto citado é que as mulheres têm autonomia sobre o próprio corpo, direito que não deve sofrer interferências externas.” Nesse caso o corpo é de um inocente, não é dela, que está sofrendo “interferências externas”. Me poupe. Argumento vazio.

  3. O papo é reto, se vc apoia algo que lhe distancia de Deus, vc encurta o caminho para o Satanás.
    A escolha é sua! ou vc esta com Deus, ou esta com o demônio.

    1. Então vc está bem distante de Deus e dorme com o demônio!!
      Deus, pai de Jesus Cristo, não é a favor de tortura.
      Gado Hipócrita

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Política

‘Solidariedade no RN é antipetista’, afirma presidente estadual da sigla

Foto: cedida

“Aqui no Estado, o Solidariedade é oposição ao PT. Historicamente, o partido sempre permitiu que seus diretórios estaduais tomassem suas próprias decisões em relação às eleições locais. Agora, em 2022, não será diferente”, declarou o presidente estadual do Solidariedade, Janiel Hercílio, explicando que, embora o presidente nacional da legenda, Paulinho da Força, tenha anunciado apoio formal à pré-candidatura do ex-presidente Lula (PT), nos Estados, a sigla liberou suas executivas para tomarem suas decisões.

“Em janeiro de 2022, todos os presidentes estaduais foram convocados pelo partido para uma reunião em São Paulo, na qual o presidente nacional, Paulinho da Força, nos questionou sobre a liberação das executivas estaduais e isso foi aprovado e decidido por unanimidade pelos presidentes, que cada estado iria determinar como seriam as alianças nas eleições 2022. O Solidariedade é democrático e há 9 anos respeita as posições de suas executivas”, enfatizou.

Segundo Janiel Hercílio, “o Solidariedade do Rio Grande do Norte segue da mesma forma que se comportou durante toda gestão do governo Fátima Bezerra. Somos oposição ao governo do PT e seus pré-candidatos. E quem estiver nessa oposição é bem-vindo ao nosso palanque, que já tem a representatividade do presidente Bolsonaro com a pré-candidatura de Rogério Marinho”.

E afirmou que, “então, não há conflito e nem complica a cabeça dos eleitores”. “Está muito claro que somos oposição ao PT e não votamos no PT nacionalmente nem localmente. Mas, como democráticos que somos, também não há espaço para radicalismo. Nossos filiados possuem liberdade para ter posições e conviver harmonicamente com as diferenças. Assim que tem que ser”, ressaltou.

“Não vemos ambiguidade no posicionamento de Fábio Dantas”, diz

O presidente estadual do Solidariedade afirmou que o diretório estadual não vê ambiguidade no posicionamento de Fábio Dantas. “Ele é oposição ao governo do PT, é pré-candidato a governador pela oposição ao governo Fátima, tem como pré-candidato ao senado o ex-ministro Rogério Marinho, já declarou que votará em Bolsonaro, reconhece e agradece tudo que o Governo Federal fez pelo Rio Grande do Norte nos últimos 3 anos. O que querem mais? Rotular ou carimbar o nosso candidato? Isso é narrativa e estratégia dos petistas e não vamos entrar nessa guerra de narrativas”, questionou.

Janiel Hercílio lembrou que, o deputado Kelps Lima, foi o presidente da CPI da Covid-19, que investigou “os desvios e prejuízos dos recursos públicos enviados pelo governo federal ao RN para o enfrentamento à Pandemia. Por improbidade do governo Fátima, o Estado teve milhões em prejuízos e o povo ficou prejudicado. Tanto que foi aprovado relatório final, já encaminhado para as autoridades competentes, inclusive o Ministério Público Federal, por meio do procurador geral, Augusto Aras, pedindo o indiciamento da governadora Fátima Bezerra”.

E que a bancada do Solidariedade na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, composto pelos deputados Subtenentes Eliabe e Cristiane Dantas, é oposição ao governo do PT. “Nosso pré-candidato Fábio Dantas foi uma das vozes mais atuantes da oposição ao governo do PT nos últimos três anos. No nosso palanque aqui no Estado não tem espaço para o PT”, frisou.

O presidente estadual do Solidariedade, disse que o partido está empenhado em fazer um Rio Grande do Norte melhor. “Vamos sair da abstinência que nosso estado passa atualmente com um governo que abandonou a educação, a saúde, as estradas e o povo”, pontuou.

Agora RN

Opinião dos leitores

  1. O Senhor Janiel Hercílio, é tão antipetista, quanto o seu candidato a governo de esquerda, Fábio Dantas é antiesquerda. Ele só esqueceu de mencionar que na última campanha, onde Fátima Bezerra foi eleita Governadora, o mesmo correu para os pés da governadora numa tentativa de angariar votos para sua frustrada candidatura ao cargo de prefeito da na cidade de Várzea, andou de rua rua prometendo a Deus e mundo, se oferendo como apoio e a apoiou a governadora, inclusive indicou cargos estaduais em na cidade.

  2. Além de o Solidariedade ser oposição ao PT DO GOVERNO FÁTIMA, O SOLIDARIEDADE RN TAMBÉM EMPRE DEFENDEU CANDIDATURA PROPRIA PARA PRESIDENTE. FÁBIO DANTAS CHEGOU E ERÁ ELEITO GOVERNADOR. TODAS AS PEQUISA INDICAM QUE A MAIORIA DA POPULAÇÃO NÃO QUER FÁTIMA DE NOVO, MEMO LIDERANDO AS PESQUISAS E ESTACIONADA NOS 34% DEDE O ANO PASSSADO. Parabéns Janiel

    1. Solidariedade SEMPRE foi e será um partido de esquerda , pessoal!
      Podem estar em campanhas diferentes, mas sempre se unirão na mesma ideologia.
      Aprendam a entender o que se passa no Brasil. Poucos partidos são de centro direita e direita. A maioria , são de esquerda ou centro esquerda. O solidariedade se encaixa no centro-esquerda. Portanto, se Lula ganha, eles correm para os braços de Lula.
      Assistam no YouTube o filme : O TEATRO DAS TESOURAS que enterrão o alinhamento hoje de Lula e Geraldo Alckmin.
      Aprendam a pensar como os políticos pensam e nunca mAis serão enganados por eles. Fui!

  3. Tem que dizer explicitamente que está e apoia o presidente bolsonaro. Dizer que não vota nos petralhas no o volume é de mais de 80%…

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Polícia

A cada 19 horas, uma criança ou adolescente é vítima de estupro no RN

Foto: reprodução

A cada 19 horas, uma criança ou adolescente foi estuprada no Rio Grande do Norte na primeira metade de 2022. Dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal da Secretaria de Estado de Segurança Pública e da Defesa Social (Coine/Sesed) mostram que no primeiro semestre deste ano 118 crianças (0 a 11 anos) e 111 adolescentes (12 a 17 anos) foram violadas sexualmente em todo o Estado, o que representa um aumento de 4,5% em comparação com o mesmo período do ano passado.

A soma dos crimes nestes dois grupos etários corresponde a 73,3% de todos os estupros registrados no RN de janeiro a junho, independentemente da idade. Foram 312 crimes desse tipo contabilizando todas as idades. O número é 4,3% maior do que o contabilizado no primeiro semestre de 2021: 299. Neste ano, março foi o período com o maior registro de estupros entre todas as idades: 75 casos foram denunciados à polícia.

Números

Estupros por faixa etária no primeiro semestre de 2022

0 a 11 anos: 118 casos;
12 a 17 anos: 111 casos;
18 a 24 anos: 25 casos;
25 a 29 anos: 18 casos;
30 a 34 anos: 9 casos;
35 a 64 anos: 26 casos:
65 ou mais: 1 caso;
Sem informação: 4 casos;
Total: 312 estupros.

Estupros por faixa etária no primeiro semestre de 2021
0 a 11 anos: 108 casos;
12 a 17 anos: 111 casos;
18 a 24 anos: 21 casos;
25 a 29 anos: 9 casos;
30 a 34 anos: 17 casos;
35 a 64 anos: 23 casos:
65 ou mais: 2 casos;
Sem informação: 8 casos;
Total: 299 estupros.

Para além dos números, o cenário é ainda mais grave, de acordo com Paoulla Maués, diretora de Planejamento da Polícia Civil. Isso porque a subnotificação é considerada muito alta, principalmente nas cidades mais afastadas dos grandes centros do Rio Grande do Norte.

“A subnotificação é enorme. Os hospitais, as unidades de saúde básica devem notificar a Polícia sempre que houver indícios de violação de direito da criança. A escola também tem que ter esse dever de notificar para a gente iniciar uma investigação. Normalmente a violência sexual é praticada várias vezes e a criança apresenta mudanças no comportamento, então é óbvio que a escola, por exemplo, que vê todo dia aquela criança, vai perceber algo estranho”, afirma Maués.

Se atentar a pequenos sinais é determinante para identificar uma possível violência, diz a delegada Paoulla Maués. “Às vezes uma criança que é extremamente calma, começa a ficar agressiva, de repente ela começa a ter comportamento destoante do que ela tinha antes. Às vezes a criança dá esses sinais, mas é desacreditada, não é dada importância daquilo que ela está passando, que ela está dizendo porque a criança é desconsiderada”, acrescenta.

Veja abaixo os números do RN e como fazer denúncias contra abusos sexuais

Canais de denúncia

DPCA: R. Ângelo Varela, 1465 – Tirol (3232-6184);
Deam Zona Sul: R. Nossa Senhora de Candelária, 3401 – Candelária (3232-2530);
Deam Zona Norte: Fórum Varella Barca, Av. Guadalupe, 2145 – Potengi (98135-6792);
Plantão Deam: Av. João Medeiros Filho, 2141 – Potengi (3232-1547, 3232-6291 e 98135-6538);
Deam Parnamirim: R. Sub. Oficial Farias, 1487 (98123-4114);
Deam Caicó: R. Maria das Neves Dantas, 35 (3421-6040);
Deam Mossoró: R. Julita G. Sena, 241 (93135-6111).
Ouvidoria Geral de Direitos Humanos: 98147-3498 ou [email protected];
Casa de Acolhimento: 99663-0124 ou 98623-3681.

Tribuna do Norte

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Política

Congresso abre brecha para aumentar Orçamento sem aprovação da PEC da Transição

 

Adriano Machado/Reuters

BRASÍLIA – O Congresso deixou uma brecha aberta para aumentar o Orçamento de 2023 antes de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, apresentada pela equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula corre contra o tempo para negociar a aprovação da PEC, mas ainda não há um acordo consolidado para a aprovação. A equipe de transição quer uma liberação de R$ 198 bilhões em despesas fora do teto de gastos em 2023, incluindo o Bolsa Família no valor de R$ 600 mensais, benefício extra para crianças de até seis anos e investimentos, além de incluir outras despesas de interesse do futuro governo.

Parecer preliminar da Lei Orçamentária Anual (LOA), aprovado nesta quarta-feira, 30, pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), autoriza o aumento de despesas no projeto orçamentário do próximo ano incorporando o efeito de propostas ainda em tramitação no Congresso, antes da aprovação desses projetos, incluindo a PEC.

Na prática, na falta de um acordo político agora, os parlamentares poderão aprovar o aumento do Bolsa Família e de outras despesas condicionadas, deixando os recursos “pendurados” no Orçamento para serem liberados após a aprovação da PEC, o que daria um tempo maior de negociação para o futuro governo.

A aprovação de despesas condicionadas no Orçamento não garante o pagamento, mas diminui o tempo de votação da proposta orçamentária. No momento, o cronograma do projeto de Orçamento de 2023 estabelece votação até 19 de dezembro.

No limite, os trabalhos do Congresso seguem até o dia 22. Ou seja, a PEC precisaria ser aprovada em dois turnos na Câmara e no Senado em menos de três semanas. Por isso, a intenção dos parlamentares é abrir caminho para deixar o Orçamento pronto, caso a PEC não seja aprovada nesse período.

O relator-geral do Orçamento, senador Marcelo Castro (MDB-PI), incluiu no parecer preliminar um dispositivo autorizando ele próprio a alterar o Orçamento considerando “os efeitos de proposições legislativas em tramitação no Congresso Nacional”. Essa possibilidade está prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada em julho deste ano e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro.

A manobra já foi adotada anteriormente, mas envolve riscos. Em 2021, o Congresso aprovou R$ 4 bilhões em despesas condicionando os recursos a uma economia com o auxílio-doença que não foi efetivada. No anos anterior, os parlamentares “penduraram” outros R$ 6 bilhões considerando a economia da primeira versão da PEC Emergencial, que foi proposta pelo governo mas não foi aprovada. Nesses casos, as despesas condicionadas não podem ser pagas.

Por enquanto, o discurso do relator e de outros aliados de Lula é aprovar a PEC nas próximas semanas, antes do Orçamento, mesmo com a brecha no parecer. “Qualquer que fosse o presidente eleito, menos o Padre Kelmon, nós estaríamos aqui discutindo uma PEC. Não há como nós fecharmos o Orçamento de 2023 com os números que nós temos enviados pelo Executivo”, disse Castro durante a reunião da CMO.

Além das despesas fora do teto, a PEC permite que o futuro governo negocie com os parlamentares a inclusão de outros R$ 130 bilhões em novos gastos, como o reajuste real do salário mínimo, a recomposição do orçamento da saúde, o Minha Casa, Minha Vida. A equipe de Lula concordou em usar esse espaço para irrigar emendas parlamentares em troca da aprovação da PEC. Líderes do Congresso, porém, cobram uma fatura maior, como ministérios e cargos no governo a partir de janeiro.

Estadão

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Geral

Planejamento familiar no início do ano leva em conta investimentos em assistência funerária

Foto: Divulgação

Os primeiros meses de um novo ano são, em geral, marcados pelo planejamento financeiro de muitas famílias, que precisam administrar os gastos fixos – como matrícula escolar e impostos – com gastos como férias e viagens. Cada vez mais popular e elencado como prioridade semelhante ao plano de saúde, os planos de assistência funerária vêm ganhando mais aceitação de quem deseja oferecer tranquilidade para si e para sua família em situações de perdas.

Especialista no assunto, o Grupo Morada oferece o serviço em diversas categorias de cobertura, por meio da Assistência Funeral Morada da Paz Essencial, com opções que cobrem desde o funeral completo até a cremação de animais de estimação. Com valores mensais que partem de R$29,90 os planos são para toda a família e somam comodidades para os que optam pelo serviço.

De acordo com a economista e professora da UFRN, Elivania Melo, a inclusão de um plano funerário dentro do orçamento familiar é vital para garantir que os familiares enlutados se despeçam de forma mais tranquila de seu ente querido. “O luto é o pior momento para lidar com toda burocracia e com os custos associados ao sepultamento. Em geral, os valores são relativamente elevados, especialmente se adquiridos separadamente, e não há tempo nem disposição para pesquisa de preços. Isso leva as famílias a adquirir serviços mais caros e, muitas vezes, sem qualidade”, afirma.

Ao aderir a um dos planos do Morada da Paz Essencial, o cliente evita gastos excessivos e surpresas desagradáveis, será atendido por profissionais capacitados em luto, além de proteger a si mesmo e todos os seus dependentes, sem restrições de parentesco, idade ou quantidade. Segundo o gerente comercial do Grupo Morada, Jarlyson Rocha, a adesão oferta benefícios que vão além dos que já são esperados, como sepultamento e velório.

“O cliente do Morada da Paz Essencial contará com outras facilidades, como zero custo na adesão e taxas inclusas, Clube de Descontos que oferece vantagens ao efetuar compras nos parceiros cadastrados e acesso a programas e projetos de apoio a vivência do luto, desenvolvidos por psicólogos especialistas na área”, explica o gerente.

Para Elivania, um plano funerário funciona como um seguro, pois a família contrata o serviço e paga pequenos valores mensais, em troca de ser assegurada em situações de falecimento. “A operadora arca com os custos e a burocracia dos procedimentos necessários ao sepultamento. É uma alternativa muito interessante para a aquisição deste tipo de bem, já que o valor é acessível e não pesa no orçamento familiar. Além disso, muitas empresas disponibilizam serviços adicionais, além de descontos em algumas empresas, o que faz com que parte do valor pago mensalmente retorne à família”, detalha a economista.

Ainda de acordo com Jarlyson, a diversidade de opções de planos é um facilitador para que pessoas dos mais variados perfis possam optar pelo serviço. “Quanto antes o indivíduo investe num plano funerário para si, um familiar ou amigo, diminuem as chances de ter o momento do falecimento, que é tão delicado, interrompido pela tomada de decisões burocráticas”, finaliza Jarlyson.

Morada da Paz Essencial

Com uma rede exclusiva de atendimento, centrais de velório, planos de assistência funeral e cemitérios, o Morada da Paz Essencial lidera o mercado oferecendo soluções completas que simplificam a tomada de decisões no momento de dor e são acessíveis a todos.

As informações com detalhes sobre os planos oferecidos estão disponíveis no site: http://www.moradaessencial.com.br.

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Brasil

Estados e municípios terão plano de combate à violência contra mulher

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta segunda-feira (17), a lei que prevê a criação, por estados e municípios, de planos de metas para o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. O texto condiciona o acesso a recursos federais relacionados à segurança pública e aos direitos humanos à elaboração e atualização regular desses documentos.

Além do plano de metas, os estados terão de criar uma rede estadual de enfrentamento da violência contra a mulher e uma rede de atendimento às vítimas. Essas redes poderão ser compostas pelos órgãos públicos de segurança, saúde, justiça, assistência social, educação e direitos humanos e por organizações da sociedade civil.

O texto determina que os planos de metas deverão conter, de acordo com as competências constitucionais do estado ou do município, diversas iniciativas, como a inclusão de disciplina específica de enfrentamento da violência contra a mulher nos cursos regulares das instituições policiais e o monitoramento e reeducação e acompanhamento psicossocial do agressor.

Os entes também devem assegurar a expansão das delegacias de atendimento à mulher; ampliação dos horários de funcionamento dos institutos médico-legais e dos serviços de atendimento à mulher em situação de violência; e disponibilização de dispositivo móvel de segurança que viabilize a proteção da integridade física da mulher.

Por fim, a nova lei determina que o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) armazene informações para auxiliar nas políticas públicas de enfrentamento da violência contra a mulher. O Sinesp já coleta dados para ajudar na execução de outras políticas.

Mais divulgação

Lula destacou a importância da divulgação das leis de proteção às mulheres e lamentou o fato de que, após 18 anos da Lei Maria da Penha, ainda exista esse tipo de violência. “A gente vai fazendo lei para proteger a mulher, mas o homem continua solto”, destacou.

Segundo o presidente, se as mulheres souberem que existe a lei e que ali há uma certa garantia para elas, começam a ter coragem de fazer a denúncia. “Nós temos que divulgar, a pessoa tem que saber que tem uma lei, porque, se deixar apenas com as pessoas que têm uma certa formação, que podem procurar o advogado, as mulheres vão continuar sendo vítimas do mesmo jeito”, acrescentou Lula, durante reunião privada no Palácio do Planalto.

O presidente falou também sobre a criação de um “estatuto de bom comportamento do homem” e de fazer o tema constar no currículo da educação básica. “Eu estou convencido: se a gente não discutir essas coisas lá fora, se a gente não começar a pensar em formar um novo homem, uma nova mulher, isso começa pelo ensino fundamental, isso começa pelo ensino médio. A escola é o espaço para a gente tentar mostrar um alinhamento de comportamento do ser humano”, disse.

A nova lei, aprovada pelo Congresso em maio, diz que os entes federados deverão implementar a Lei 14.164/21, que determina a inclusão de conteúdo sobre a prevenção da violência contra a mulher nos currículos da educação básica e institui a Semana Escolar de Combate à Violência contra a mulher.

“O cara que não tem caráter, o cara que levanta a mão para bater na mulher, para atirar em uma mulher, para dar um soco na mulher, é porque o cidadão não presta enquanto ser humano. Ele não presta, ele não está bem formado. Então, é triste, no século 21, a gente estar discutindo uma coisa dessa magnitude, com Constituição bem feita, com todas as leis aprovadas”, destacou Lula em sua fala.

Fonte: Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. LUIS CARLOS TÁ LASCADO !!
    VÁ INVENTAR DE DAR NA MULHER MEU FII.
    PAIM TÁ ENGROSSANDO AS LEIS.
    KKKKKKKKK.
    KKKKKKKK.
    OU É MAIS UMA DAQUELAS QUE O PAPEL AGUENTA???
    SÓ PRA FAZER MARKETING??

  2. E a ex-nora dele?
    Se ele sendo o presidente não conseguiu controlar o filho pra não bater na mulher…
    Quem não te conhece que te compre.

  3. E a violência contra a vida começa quando a mulher engravida e provoca aborto (infanticidio), excluído o que a lei brasileira prevê.

    1. Cadê o filho do Lula larápio, o espancador de mulher?

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cinema

Alain Delon, lenda do cinema francês, morre aos 88 anos

Foto: Getty Images  | Instagram/Reprodução

O ator francês Alain Delon morreu aos 88 anos neste domingo (18). De acordo com a agência de notícias AFP, a família de Delon informou que ele faleceu em sua casa em Douchy-Montcorbon, na França. A causa da morte não foi divulgada.

Ícone do cinema francês, o artista conquistou os corações de milhões de fãs com suas interpretações icônicas de assassinos, bandidos e matadores de aluguel no auge do pós-guerra.

Delon é descrito por especialistas e artistas como um “gigante da cultura francesa”. Esteve à frente de filmes como O Sol por Testemunha, Rocco e Seus Irmãos e O Leopardo. Apesar do sucesso em seu país, ele nunca alcançou o mesmo nível de fama em Hollywood.

Sua última grande aparição foi para receber uma Palma de Ouro honorária no Festival de Cinema de Cannes, em maio de 2019. Após sofrer um AVC no mesmo ano, Delon passou a viver recluso em sua propriedade, e sua família chegou a declarar que ele manifestou o desejo de se submeter ao suicídio assistido.

Nas redes sociais, o presidente da França, Emmanuel Macron, lamentou a morte de Delon:

“Alain Delon interpretou papéis lendários e fez o mundo sonhar. Emprestando seu rosto inesquecível para sacudir nossas vidas. Melancólico, popular, reservado, ele era mais do que uma estrela: era um monumento francês”, postou Macron no X (antigo Twitter).

O auge nos anos 60 e 70

Antes de se tornar uma estrela de cinema, Delon, nascido Alain Fabien Maurice Marcel Delon em 8 de novembro de 1935, em Sceaux, Hauts-de-Seine, França, começou sua vida profissional como aprendiz de açougueiro, trabalhando ao lado do pai.

Mais tarde, alistou-se como fuzileiro naval e, em 1953, foi enviado ao sudeste asiático. Após ser dispensado em 1955, Delon fez vários trabalhos temporários e tornou-se amigo de alguns atores de cinema, com os quais compareceu ao festival de cinema de Cannes em 1957.

Durante o festival, Delon chamou a atenção de um caçador de talentos do produtor americano David Selznick, que lhe ofereceu um contrato com a condição de aprender inglês. No entanto, após conhecer o diretor francês Yves Allégret, Delon decidiu seguir carreira na França.

Considerado um dos grandes galãs do cinema entre as décadas de 1960 e 1970, Delon estrelou mais de 80 produções cinematográficas, incluindo clássicos como “O Sol por Testemunha” (1959) e “Cidadão Klein” (1976).

Em fevereiro deste ano, a polícia apreendeu 72 armas de fogo e mais de 3 mil munições na casa do ator. Ele não tinha licença para possuir armas de fogo.

A decisão do suicídio assistido

A decisão de recorrer ao suicídio assistido foi um desdobramento de seu estado de saúde. Em 25 de março, o perfil oficial de Alain Delon no Instagram publicou o que muitos fãs interpretaram como uma mensagem de despedida.

“Gostaria de agradecer a todos que me acompanharam ao longo dos anos e me deram grande apoio. Espero que os futuros atores possam ver em mim um exemplo, não apenas no trabalho, mas na vida cotidiana, com suas vitórias e derrotas. Obrigado, Alain Delon.”

Pouco tempo depois, a conta foi apagada. Delon, que sofreu um AVC em 2019, mencionou várias vezes a possibilidade de recorrer ao suicídio assistido, especialmente após presenciar o sofrimento de sua esposa, Nathalie Delon. Ela também tinha a intenção de optar por essa prática, mas faleceu em 2021 devido a um câncer de pâncreas, antes de conseguir as autorizações necessárias.

g1

Opinião dos leitores

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Economia

[VÍDEO] Projetos sobre ICMS e IPVA “adequam RN a uma nova realidade”, diz líder do Governo Fátima na ALRN

Os projetos de lei encaminhados pelo Governo do Estado para a Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (6), que tratam de mudanças na cobrança de ICMS e IPVA, “adequam o Rio Grande do Norte a uma nova realidade”. A avaliação é do deputado estadual Francisco do PT, líder do Governo Fátima na Casa.

Em entrevista à 98 FM nesta quarta, o parlamentar registrou que o RN é o estado do Nordeste que tem a menor alíquota do imposto, de modo que a elevação não afetará a competividade do Estado.

No caso do ITCMD, o deputado registrou que “não é aumento de imposto”. “Não está mexendo na alíquota. Está adequando o Rio Grande do Norte a uma nova realidade. Por exemplo, naquilo que diz respeito ao ITCD. Várias unidades federativas já estão fazendo (o mesmo movimento) no tocante ao que diz respeito àquilo que está tramitando da reforma tributária”, apontou.

Sobre o IPVA, Francisco do PT comentou: “E sobre o IPVA, vários estados brasileiros que isentavam os carros elétricos de IPVA agora estão começando a cobrar IPVA da compra e da aquisição de carros elétricos. Então, é isso que nós temos aqui em tramitação na casa”.

“Esta medida de aumentar o imposto do ICMS visa a fazer com que o Governo do Estado possa recuperar pelo menos parcialmente a perda, para que a gente não continue perdendo receita. Isso vai fazer com que o RN se iguale a outros estados da federação. A Assembleia vai ter que ter sensibilidade para fazer essa correção, para que a gente possa caminhar melhor nas ações básicas, principalmente na saúde do Rio Grande do Norte”, afirmou o parlamentar.

Também integrante da bancada governista, o deputado Dr. Bernardo (PSDB) registrou que o Estado teve perdas de arrecadação desde 2022, quando duas leis federais reduziram impostos cobrados pelo Estado sobre combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. Desde então, a Secretaria de Fazenda (Sefaz) projeta uma perda de R$ 1,7 bilhão. Agora, a estimativa é que, com a retomada da tributação, o Estado arrecade mais R$ 948 milhões já a partir do próximo ano.

Entenda os projetos:

O Governo do Estado encaminhou para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, nesta quarta-feira (6), um conjunto de projetos de lei que visam a aumentar a arrecadação do Estado a partir de 2025.

Entenda abaixo os principais pontos das propostas do governo:

  • Elevação da alíquota de ICMS de 18% para 20%, em caráter permanente;
  • Cobrança de IPVA para carros elétricos, que hoje são isentos. A proposta é começar em 0,5% sobre o valor do veículo em 2025, subindo 0,5 ponto por ano até atingir 3%;
  • Isenção da cobrança de IPVA apenas para veículos com mais de 15 anos de fabricação – atualmente, a isenção ocorre após 10 anos;
  • Atualização da lei sobre ITCMD, com isenção para transmissão de imóveis para entidades sem fins lucrativos;
  • Criação de um programa de cashback de imposto, ou seja, devolução de tributo, para pessoas em situação de vulnerabilidade inscritas no CadÚnico. Essas pessoas receberiam o dinheiro de volta em um cartão de débito, que só poderia ser usado no comércio local;
  • “Imposto do Pecado”: Cobrança de uma taxa de 2%, acima do ICMS, sobre mais produtos supérfluos (além dos existentes, acrescentar refrigerantes e cosméticos), com destinação da receita para o Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop), para manter programas sociais.

Fonte: Portal 98Fm

Opinião dos leitores

  1. ABRAM BEM OS OLHOS MINHA GENTE, FIQUEM ATENTOS.
    EM QUEM VC VOTOU PRA DEP. ESTADUAL NA ÚLTIMA ELEIÇÃO???
    FIQUE ATENTO COMO É QUE ELE VAI VOTAR ESSA QUESTÃO PRA LASCAR MAIS AINDA NOS PAGADORES DE IMPOSTOS.
    SE ELE FOR A FAVOR DESSA PALHAÇADA, NÃO VOTE MAIS NESSE CARA NUNCA MAIS.
    Daqui a dois anos dê o troco, não acredite nas suas promessas, em ano de eleição, só aparece candidatos santo, depois se corromper pra lascar nós.
    ESTAMOS COMBONADOS???
    Blz??
    Vigia ele viu??

  2. Acordem meus amigos! Não existe perda, existe má administração do dinheiro público. E quando isso acontece, na ótica de alguns, a solução é aumentar os impostos. E adivinha quem paga esta conta?

  3. Muito bacana esse Professor mas essa professora, já se foram quase 6 anos de desgoverno, ai a agora a conversa é entrar em outra realidade. Ai faz uma tatuagem para marcar a ruindade que ela fez pelo povo do RN.

  4. Os petralhas são especialistas em aumentar ou criar novos impostos. Não sabem cortar gastos.

  5. Palhaço!!
    Que realidade é essa??
    Lascar mais ainda a população.
    Tá achando normal isso??
    As pessoas ja pagam impostos do que ganha e do que gasta e ainda vem um petista com essa conversa.
    É imoral!!!

  6. Esperar o que de um cabra que defendeu Carlos Gabas com unhas e dentes? Esse Francisco é outro, não se elege nunca mais.

  7. O povo que já paga imposto pra caramba, não vai esquecer dos deputados que votarem a favor. Podem anotar e se liguem. Ninguém aguenta mais impostos.

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Política

Pacote cria idade mínima de 55 anos para militar se aposentar

Sérgio Lima/Poder360 

O pacote de corte de gastos em preparação pela equipe econômica, sob coordenação de Fernando Haddad (Fazenda), deve atingir os militares. A maior novidade deve ser a criação de uma idade mínima de 55 anos para aposentadoria dos integrantes das Forças Armadas. Hoje, o sistema é regulado pela Lei nº 13.954, de 2019, e basta comprovar o tempo de serviço (pelo menos 35 anos). Ao se aposentar, o militar mantém o salário integral –e sempre recebe aumento quando os da ativa também são promovidos.

Essa idade mínima ainda é menor do que a exigida dos contribuintes do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social): 65 anos para homem e 62 anos para mulher. Na iniciativa privada, o trabalhador (a depender do salário) contribui com alíquotas de 7,5% a 14%. Os militares pagam 10,5% para sair da ativa com o salário integral –algo impossível para quem está no INSS.

A mudança deve causar alguma reclamação por parte dos militares, mas tudo tem sido amplamente negociado nos bastidores –e ainda é necessário aprovar uma lei no Congresso.

Como haverá regra de transição, vai demorar muito para quem está na ativa sentir a alteração no sistema. O ganho fiscal –com economia para o governo federal– também será mínimo no curto prazo. Mas a equipe econômica enxerga essa mudança como muito relevante para avançar sobre outros feudos quase intocáveis, como o Poder Judiciário, que hoje consome cerca de 1,5% do PIB.

Além da Previdência dos militares, há mudanças que já estão sendo noticiadas, inclusive pelo Poder360, que devem trazer ganhos pequenos em termos de economia –mas serão consideradas importantes por servirem de exemplo para outras áreas do governo.

A seguir, as 4 principais medidas que estão para ser anunciadas:

1) Previdência dos militares – será fixada uma idade mínima em 55 anos. Hoje, não existe idade mínima, mas só tempo de serviço, que é de 35 anos para quem entrou depois da aprovação da Lei nº 13.954, de 2019;

2) “morte ficta” – deve acabar. Ocorre hoje quando militares são considerados inaptos para o serviço e são expulsos. São considerados como mortos, mas seus familiares mantêm os benefícios, recebendo o salário. O “morto ficto” (morto fictício) surgiu com a aprovação da Lei nº 3.765, de 1960, que trata de pensões dos militares. Um fardado que é expulso segue com o soldo porque durante o período em que estava na ativa parte de seu salário era recolhida para custear o benefício. A “morte ficta” consome um valor pequeno por ano: R$ 25 milhões. Esse montante foi divulgado em junho de 2024, quando as Forças Armadas responderam a um pedido de acesso à informação;

3) contribuição para o plano de saúde – serão equalizados os valores cobrados de todos os integrantes das Forças Armadas. Hoje, há quem pague até 3,5% sobre o salário. Mas esse percentual é menor em vários casos. Tudo seria igualado a partir da implantação do corte de gastos;

4) transferência de pensão – prática será limitada ao máximo. Embora essa transferência tenha acabado a partir do ano 2001 (pela MP 2215), quem já havia contribuído anteriormente seguiu mantendo o benefício. Para militar que contribuiu, quando há caso de morte, a pensão fica para a viúva. Se a viúva morre, as filhas recebem. Se uma filha morre, a outra fica com a parte integral. É isso que se pretende acabar agora.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. O benefício para as filhas dos militares foi valido para o período de guerra. Há quanto tempo não temos guerra envolvendo o Brasil ? As filhas menores devem receber o benefício, mas mulheres adultas, sem problemas físicos e mentais, deveriam perder tal benefício.
    Deveria acabar com 60 dias de férias para juízes e o recebimento duplo de 2 x 1/3 (terço de férias). E agora temos que a cada dia trabalhado, os juízes tem direito a um dia de folga, mas preferem receber em dinheiro, ou seja, a cada 30 trabalhados, os magistrados recebem o equivalente a 10 dias de salário, ou seja, o terço de salário.
    Outra coisa que ao meu ver precisa acabar é o quinto constitucional. Concurso público como a única forma de acesso aos cargos públicos.

  2. Sera que vão alterar qualquer coisa nos ganhos dos anitiados políticos que recebem sem terem trabalhado?

  3. Ninguém mexe no dinheiro do judiciário, MP e de políticos que são as classes que mais “usurpam” dinheiro público. “Engraçado”!

    1. Seria interessante ser um pacote de Todas as instituições!

  4. Há muito tempo que a aposentadoria dos militares e suas benesses carece de um realinhamento á nossa realidade.
    Simplesmente parou no tempo.
    Até porque, se observar o custo benefício dessa atividade, estão ganhando superbem para o que executam, o que destoa da realidade do trabalhador brasileiro assalariado.
    A verdade é que os militares, depois que perderam o status dos anos de chumbo, se tornaram moeda de troca na política brasileira.
    Tipo, ninguém queria ser o vice do bolsonaro e coube ao sargento juruna Mourão pagar o pato.

    1. Muito bem colocado em relação ao militares. Após retirar dos militares, tem que partir para o judiciário e legislativo.

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Geral

MP recomenda que policiais de folga sejam proibidos de portar armas de fogo durante o Carnatal

Foto: Luana Tayze

O Ministério Público do Rio Grande do Norte recomendou que agentes de segurança pública que estejam fora de serviço sejam proibidos de portar armas de fogo no Carnatal – carnaval fora de época que ocorre de sexta-feira (6) a domingo (8) na Arena das Dunas, em Natal.

Segundo o órgão, o evento tem uma expectativa de receber aproximadamente 20 mil pessoas por dia e a medida visa a evitar tragédia de grande proporção que poderia resultar de disparo de arma de fogo em meio à multidão.

A recomendação considera que “o sistema público de saúde não tem capacidade para atender simultaneamente um grande número de pessoas que podem se ferir num tumulto dessa magnitude”.

Opinião dos leitores

  1. Em que ponto chegamos senhores,Algumas das recomendações do MP são uma vergonha.. Porque não recomendam o governo do Estado a intensificar a fiscalização próximo ao evento, Na Região haverá dois eventos de grande fluxo, mas não, orienta que no mesmo local em que está semana bandidos armados de Fuzil invadiram uma lanchonete, estes agentes circulem desarmados…o RN é andando contra tudo que a de diferente em outros estados.
    Agentes de Segurança, andem armados mesmo, e atentos porque no nosso estado a vagabundagem está com força.

  2. Mais de 30 anos de carnaval nunca existiu isso, sabem o que é isso? é quem não tem o que fazer e fica querendo arrumar problema, vai procurar uma lavagem de roupa promotor, você tá querendo arrumar problema com policiais de serviço e os de folga, faça o seguinte vá lá desarmar os policiais.

  3. muito justo, se ferir o vagabundo vai sujar o chão com sangue e não terá gari para limpar pois estão todos ocupados recolhendo camisinhas

  4. É para facilitar os assaltantes, para eles tomarem uma cerveja e curtir o carnaval numa boa?

  5. Deve ser para o policial armado não atrapalhar o trabalho das vítimas da sociedade.
    Tome vergonha MP, e pare de defender bandidos, e claro que com essa proibição os bandidos ficarão muito mais a vontade para cometer seus crimes

  6. Deve ser porque o policial de folga cria um campo de força que os protege das facções e de qualquer agressão da bandidagem.
    O pior de tudo é que ninguém precisa de um PhD em direito/filosofia/sociologia etc, para se ter noção da realidade. Na verdade, basta não estar contaminado com ideologias/filosofias delirantes e utópicas que desprezam a realidade em prol de um mundo de fantasias.

  7. Estão de folga mas continuam sendo policiais e caçados literalmente pela criminalidade. É para ficarem trancado em casa na folga ou levarem uma rosa 🌹 para entregar aos bandidos que irão tirar sua vida?

  8. Os bandidos podem circular no carnatal, nas lanchonetes e os policiais não podem, estamos ferrados com esse tipo de atitude do ministério publico.

  9. Em que mundo o MP vive, os catas vão deixar de ser polícia enquanto o Carnaval ocorrer? É cada uma!

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Geral

Exército de Israel autoriza plano de retirada em Gaza, e Netanyahu envia delegação ao Catar para negociar cessar-fogo

Foto: Sergey Ponomarev/The New York Times

As Forças Armadas de Israel aprovaram planos para a rápida retirada de tropas de grandes áreas da Faixa de Gaza, informou o jornal israelense Haaretz neste sábado. A divulgação ocorre no mesmo dia em que o primeiro-ministro do Estado judeu, Benjamin Netanyahu, anunciou que uma delegação de altos funcionários liderada pelos chefes do Mossad, a agência de inteligência israelense, e do Shin Bet, o serviço de segurança interna israelense, viajará ao Catar para negociações sobre um cessar-fogo e a libertação dos reféns mantidos no enclave.

Segundo o Haaretz, o Exército examinou “várias opções” para a retirada de tropas de Gaza, incluindo por meio do corredor de Netzarim, que divide o território em dois. As Forças Armadas de Israel explicaram que têm capacidade para evacuar os soldados da área, apesar das numerosas infraestruturas e posições que estabeleceu lá. O órgão também esclareceu que está pronto para implementar qualquer acordo feito pelo governo, inclusive um que faria o Exército precisar retirar rapidamente suas tropas da Faixa de Gaza, acrescentou o veículo israelense.

O anúncio de Netanyahu sobre o envio da delegação ocorreu após o premier se reunir em Jerusalém com Steve Witkoff, o enviado especial do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, para o Oriente Médio. Antes de chegar a Israel, Witkoff esteve em Doha, onde se encontrou com o primeiro-ministro Mohammed al-Thani. A viagem do americano tem como objetivo pressionar Israel, o grupo terrorista Hamas e os países mediadores a avançarem nas negociações em direção a um acordo, reiterando os apelos de Trump para alcançar um cessar-fogo antes de retomar ao cargo, em 20 de janeiro.

“Ao final da reunião [com Witkoff], o primeiro-ministro instruiu o chefe do Mossad, o chefe do Shin Bet, o general da reserva Nitzan Alon e seu conselheiro de política externa, Ophir Falk, a viajar para Doha para promover um acordo para a libertação de nossos reféns”, assinalou o gabinete de Netanyahu em comunicado.

A decisão foi bem recebida pelo Fórum das Famílias dos Reféns, organização civil criada para auxiliar as vítimas do atentado.

Apenas um breve cessar-fogo foi alcançado em 15 meses de guerra, e isso nas primeiras semanas de combate. As conversas, mediadas pelos EUA, Egito e Catar, têm enfrentado repetidos impasses desde então. Conforme publicado pela agência Associated Press, está em discussão um cessar-fogo em fases, com Netanyahu sinalizando estar comprometido apenas com a primeira delas, uma libertação parcial de reféns em troca de uma pausa de várias semanas nos combates.

As negociações indiretas entre Israel e o Hamas foram retomadas no último fim de semana no Catar e têm o objetivo de estabelecer um cessar-fogo em Gaza. Até então, porém, o Estado judeu não foi representado por altos funcionários. As conversas se concentram na libertação dos reféns sequestrados durante o ataque sem precedentes do grupo palestino ao território israelense em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra atual. Na ocasião, cerca de 1,2 mil pessoas foram mortas e outras 250 foram feitas reféns. Desses, 96 ainda estão mantidos no enclave, das quais 34 foram declaradas mortas pelo Exército israelense.

A guerra de retaliação de Israel contra o grupo palestino em Gaza, por sua vez, já matou mais de 45,8 mil palestinos, de acordo com o Ministério da Saúde do território. Ele não diz quantos eram combatentes, mas afirma que mulheres e crianças constituem mais da metade das fatalidades. Por sua vez, o Exército israelense diz, sem fornecer evidências, que matou mais de 17 mil membros do grupo.

O Globo com AFP

Opinião dos leitores

    1. Tá falando isso com Israel ou com os nazistas da segunda guerra?

  1. Até que enfim, o campo de concentração de Gaza, será devolvido aos palestinos, 50 mil mortos depois do criminoso ato do Hamas. Um erro não justifica um extermínio de uma nação. Já basta para os palestinos viverem em uma prisão a céu aberto. Israel, mantém Gaza como um campo de concentração, semelhante aos que eles viveram na segunda guerra, e com certeza eles não gostaram, mas hoje em pleno século XXI, fazem o mesmo com os palestinos, e com apoio de grande parte dos países “civilizados” ocidentais.

    1. Não vejo a faixa de Gaza como um campo de concentração, vejo como um campo de lançamento de mísseis balísticos contra Israel.

    2. Comparar Gaza a um campo de concentração nazista é de uma estupidez inominável. É uma cidade pobre, como muitas, com alguma infraestrura de comércio, água, energia. O contorle do fluxo de pessoas e mercadorias é feito pelo Egito.

    3. Concordo em parte com a sua visão de mundo, horrível a situação dos palestinos, como vc bem colocou, DEPOIS DE UM ATAQUE CRIMINOSO DO HAMAS. Erros não se apoiam e justificam, infelizmente, mesmo com a morte de ‘’50’’ palestinos, os infames do HAMAS, escondido atrás de escolas , repartições, hospitais, etc, ainda mantém israelenses como refens. Os palestinos deviam expulsar o hamas de lá.

    4. Se forem matar inocentes em Israel novamente é pra ter troco pesado.

    5. Era bom estudar um pouco, nunca escutei tanta besteira. Com certeza deve ter assistido aula de algum professor de história de alguma universidade pública Brasileira. Por acaso você conhece pessoalmente a região ? Já foi lá? É muita ignorância para uma pessoa só

    6. Você só pode ser um louco, Gaza fica perto do mar, além disso eles escolheram ser governados pelo Hamas! Podiam ter abraçado a tecnologia como Israel, mas abraçaram o ódio e o espírito da vingança e pagaram um preço alto por isso.

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Brasil

Após sugestões de governadores, Lewandowski apresenta nova versão de PEC da Segurança

 

Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, apresentará na quarta-feira (15) uma nova versão da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública. A ação ocorre após o ministro ouvir sugestões de governadores em relação ao texto apresentado pela pasta em 31 de outubro de 2024.

De acordo com o ministério, houve “ampla discussão sobre diversos pontos da proposta com os governadores e seus respectivos secretários de Segurança Pública. “A iniciativa tem como foco reorganizar e fortalecer o sistema de segurança brasileiro por meio da integração entre os entes federados, preservando a autonomia dos estados, do DF e dos municípios”, informou a pasta em nota.

A fim de explicar quais mudanças houve no texto, o ministro agendou para amanhã uma coletiva à imprensa. Conforme mostrou o R7, a autonomia dos governos estaduais é um dos principais embates na PEC.

Um dos principais opositores, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), já disse que a medida pretende centralizar o comando na União e criar uma relação de “subordinação” em relação ao Planalto. Na ocasião, Lewandowski garantiu que serão inseridos todos os mecanismos de “salvaguarda” para garantir a autonomia dos entes federativos.

À época, Caiado apresentou um texto alternativo à PEC. O Secretário de Segurança Pública do DF e presidente do Consesp (Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública, Sandro Avelar, também apresentou outro modelo de proposta com apoio de todos os secretários de segurança pública do país.

Segundo Caiado, o atual texto da PEC impediria os repasses da União aos governos locais caso eles não cumprissem com as determinações do governo federal.

Entenda a primeira versão da PEC

A PEC prevê a transformação da PRF (Polícia Rodoviária Federal) em uma polícia ostensiva federal. A ideia é que a nova força atue em rodovias, ferrovias e hidrovias federais e preste auxílio aos estados, quando solicitado.

O argumento do ministro da Justiça e Segurança Pública é que não há simetria entre estados e União — os entes federativos têm polícia judiciária (polícias civis) e polícia ostensiva (polícia militar), enquanto a União tem apenas a força judiciária (Polícia Federal).

Lewandowski garantiu, porém, que a nova polícia não vai impedir a atuação da PF nas rodovias, ferrovias e hidrovias federais. Segundo o ministro, a PEC não vai centralizar o uso dos sistemas nem intervir no comando das polícias estaduais.

O texto também não pretende diminuir a competência dos entes federativos no tema nem criar novos cargos públicos. Com a PEC, o governo federal quer criar uma espécie de “SUS (Sistema Único de Saúde) da segurança” e incluir as competências presentes em leis ordinárias na Constituição. A proposta do Executivo sugere alterações nos artigos 21, 22, 23, 24 e 144 do texto constitucional.

Outro ponto prevê o contingenciamento (bloqueio de recursos não obrigatórios) dos valores que compõem o Fundo Nacional de Segurança Pública e da Política Penitenciária.

De acordo com a PEC, a União vai instituir e unificar o Fundo Nacional de Segurança Pública e Política Penitenciária, com o objetivo de “garantir recursos para apoiar projetos, atividades e ações em conformidade com a política nacional de segurança pública e defesa social, sendo vedado o contingenciamento de seus recursos”.

No texto, o governo argumenta que a criação do fundo vem de uma “percepção generalizada de que a segurança pública, a qual abarca tanto a prevenção quanto a repressão às atividades criminosas, precisa de recursos em montante correspondente a esse magno desafio, sob pena de total ineficácia da ação estatal”. O sistema deve contar com a indicação das respectivas fontes de recursos.

Segundo a gestão federal, a constitucionalização tornaria os investimentos no sistema único mais estáveis.

Fonte: R7

Opinião dos leitores

  1. O que precisa é liberar a polícia para entrar nas favelas e coibir o narcotráfico com todas as “armas” do Estado e liberar a população a se defender como puder sem atrapalhar o cidadão.

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