Geral

Allyson empossa novos secretários; “Equipe preparada e com muita disposição”, destaca

 


O prefeito de Mossoró Allyson Bezerra empossou na tarde desta terça-feira (28), os novos secretários da gestão municipal para dar continuidade ao trabalho em seu segundo mandato à frente da Prefeitura de Mossoró. Allyson e o vice-prefeito Marcos Medeiros comandaram o ato solene.

Durante o evento, Allyson anunciou que pela primeira vez, duas mulheres ocuparão o Comando e Sub-Comando da Guarda Civil Municipal de Mossoró. “As guardas civis municipais Gabriela Granjeiro e Lilian Cynthia estarão no Comando da Guarda Municipal, se juntando a um grande time de mulheres secretárias que já fazem e continuarão fazendo um importante trabalho por Mossoró, como é o caso de Janaína Holanda, da pasta da Cultura, que comandará o maior evento junino do Rio Grande do Norte, o Mossoró Cidade Juninq; Tatiane Leite, da pasta de Finanças; Luana, da Administração e Sariny do Meio Ambiente e Urbanismo”, pontuou o gestor.

“É um secretariado, que boa parte vem das universidades, e o que nós queremos de forma muito clara é dar ainda mais agilidade aos serviços, dar a oportunidade de que o cidadão busque os serviços públicos de Mossoró e possa encontrar um ambiente ainda mais aberto. Empossamos hoje uma equipe técnica e com muita disposição para trabalhar com muita dedicação e diálogo”, destacou Allyson.

“Também é foco do nosso segundo mandato uma atuação muito forte na gestão de pessoas, por isso, temos a Secretaria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, que estará focada relacionamento com os nossos servidores municipais”, concluiu.

Secretários Municipais empossados:

Rodrigo Forte – Sec. De Governo
Wilson Fernandes – Sec. De Comunicação Social
Luana Lima – Sec. De Administração
Edilson Júnior – Sec. Da Fazenda
Tatiane Leite – Sec. De Planejamento, Orçamento e Finanças
Rodrigo Lima – Sec. De Infraestrutura
Walmary Costa – Sec. De Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito
Almir Mariano – Sec. De Saúde
Leonardo Dantas – Sec. De Educação
Janaína Holanda – Sec. De Cultura
Etevaldo Almeida – Sec. De Assistência Social, Cidadania e Juventude
Mário Paz – Sec. De Esporte e Lazer
Pedro Fernandes – Sec. De Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo
Faviano Moreira – Sec. De Agricultura e Desenvolvimento Rural
Raul Santos – Procurador geral do Município
Tales Belém – Consultor geral do Município
Washington Filho – Controlador geral do Município
Augusto Cavalcante – Sec. De Projetos e Programas Estratégicos
Miguel Rogério – Sec. De Serviços Urbanos
Sariny Nobre – Sec. De Meio Ambiente e Urbanismo
Paulo Linhares – Sec. De Governança e Inovação em Gestão
Marcos Oliveira – Sec. De Gestão e Desenvolvimento de Pessoas
Alex Velasco – Instituto Municipal de Previdência
Caronlyne Oliveira – Agência Reguladora de Serviços Públicos de Mossoró.

Secretários Adjuntos empossados:

Josenildo Gomes – Sec. Adjunto de Infraestrutura
Bruno Martins – Sec. Adjunto de Cultura
Morgana Dantas – Sec. Adjunta de Assistência Social, Cidadania e Juventude
Adler Severiano – Sec. Adjunto de Educação

Guarda Civil Municipal:

Gabriela Granjeiro – Comandante da Guarda Civil Municipal
Lilian Cynthia – Subcomandante da Guarda Civil Municipal

Opinião dos leitores

  1. Pelos últimos comentários nas rádios e blogs, dá pra notar que tem muita gente como medo do fenômeno Allyson em 2026. Antes todos elogiavam muito esse que se elegeu Deputado Estados quando ninguém esperava e depois se elegeu e se reelegeu de forma surpreendente. Pessoas de origem humilde incomodam muito quando ocupam lugar de destaque na política. As famílias que tradicionalmente dominavam a política e acomodavam seus familiares e amigos ficam esperneando querendo voltar para o poder.

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Geral

Prefeito petista de cidade da Bahia é afastado do cargo após PF encontrar R$ 3,2 milhões em gavetas na casa do ex-prefeito, também do PT


Fotos: Polícia Federal

A Polícia Federal encontrou um montante de dinheiro em espécie na casa de um dos alvos da Operação Overclean, cuja quarta fase foi deflagrada nesta sexta-feira. As cifras estavam guardadas em maços de R$ 100 e R$ 50 em uma gaveta na residência do ex-prefeito Marcel Carneiro de Carvalho (PT), de Paratinga (BA).

A Polícia Federal calculou que os valores confiscados chegam a R$ 3,2 milhões. O político foi alvo de um mandado de busca e apreensão e teve o sigilo telefônico quebrado.

Em nota, a defesa de Carvalho afirmou que a medida cautelar foi “recebida com absoluta tranquilidade e atendida de forma espontânea, sem qualquer resistência ou oposição”.

“Ressaltamos que o Sr. Marcel Carneiro permanece à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos que se fizerem necessários, confiando no pleno funcionamento das instituições e na observância rigorosa das garantias constitucionais do contraditório e da ampla defesa”, diz o comunicado, destacando que ele tem uma carreira na iniciativa privada.

Prefeitos afastados

A ação mirou em Carvalho e nos prefeitos Humberto Raimundo de Oliveira (PT), de Ibipitanga (BA); e Alan Machado França (PSB), de Boquira (BA). Eles foram afastados do cargo. Um assessor parlamentar do deputado federal Félix Mendonça (PDT-BA) também foi alvo de mandados de busca e apreensão.

O parlamentar não foi alvo de nenhum mandado, mas teve o sigilo telefônico quebrado por autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo as investigações, o secretário parlamentar Marcelo Chaves Gomes é suspeito de atuar como operador financeiro do esquema. Ele também foi afastado das suas funções públicas.

Ao GLOBO, o deputado federal afirmou que foi “pego de surpresa” com a operação e que não cometeu nenhuma irregularidade.

“O deputado ressalta que as emendas para custeio ou investimentos nos municípios são solicitadas por prefeitos, ou lideranças, sendo esperado que os recursos sejam aplicados de forma lícita, com a obtenção de ganho exclusivamente político”, acrescenta nota enviada pela assessoria do parlamentar.

Os agentes cumprem 16 mandados de busca e a apreensão nas cidades de Salvador, Camaçari, Boquira, Ibipitanga e Paratinga, todas na Bahia. As ações foram expedidas pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo.

Segundo a PF, o núcleo investigado é suspeito de atuar na liberação de emendas indicadas entre os anos de 2021 e 2024 mediante o pagamento de propina. Nesse período, o parlamentar enviou quatro emendas que somam 4,6 milhões às cidades de Ibipitanga e Boquira.

Os alvos devem responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. E quem não é ladrão e corrupto, nesse partido?
    A começar pelo chefe da quadrilha LULADRAO, todos bandidos sem futuro.

  2. 🎶🎵🎶🎵🎶🎵 Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão, se gritar pega ladrão… 🎶🎵🎶🎵🎶🎵🎶🎵🎶🎵

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Geral

IOF: Congresso não tem compromisso de aprovar medidas de arrecadação sugeridas pelo governo, diz Motta

Foto: Wilton Junior/Estadão

O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou nesta segunda-feira, 9, que não há o compromisso do Congresso de aprovar as medidas alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sugeridas pelo governo em reunião com parlamentares no domingo, 8.

“Não há do Congresso o compromisso de aprovar essas medidas que vêm na MP. A medida provisória será enviada apenas para que, do ponto de vista contábil, não se tenha que aumentar o contingenciamento que já está sendo feito”, afirmou.

No domingo, depois de quase seis horas de reunião com lideranças do Congresso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou um acordo para reduzir o impacto da tributação do IOF e compensar a perda de arrecadação com aumento de taxação das bets e outras medidas sobre o sistema financeiro.

As quatro medidas anunciadas pelo governo foram:

  1. MP para compensar a arrecadação com o recuo do IOF
  2. Novo decreto para recalibrar a cobrança de IOF em um terço do projeto original
  3. Proposta para rever 10% das isenções tributárias infraconstitucionais
  4. Nova reunião para discutir redução de gastos primários

Nesta segunda-feira, Motta afirmou que as mudanças sugeridas pelo governo para reduzir a alta do IOF devem vir por uma medida provisória, por um projeto de lei complementar e, a depender do conteúdo, de uma proposta de emenda à Constituição.

“Essa medida provisória vem para um aumento de tributo para alguns setores, como bets, fintechs e títulos. O governo admitiu fazer um corte de isenções fiscais, tem que ser por lei complementar, se formos debater apenas as infraconstitucionais. Se formos debater o pacote todo, terá que ser por PEC”, disse.

Segundo ele, há um esgotamento do Brasil sobre medidas que sempre visam aumento de arrecadação. Ele afirmou que, se pautada, a medida para aumentar o IOF teria sido derrubada pelo Congresso.

“A medida (aumento do IOF) teria um efeito muito danoso, especialmente sobre o custo do crédito no país (…). Seria mais uma medida diante de tantas outras visando apenas ao aumento da arrecadação. Há um esgotamento do país sobre essas medidas”, afirmou.

Motta afirmou que o decreto para aumentar o IOF não foi combinado com o Legislativo e que tanto Câmara como Senado reagiram contra a medida, o que fez o governo reavaliar.

Também falou que “não há o interesse de revisão de gastos” e que a meta não é ter medidas paliativas, mas com efeito a longo e médio prazo.

“Não havia interesse do governo em debater as pautas estruturantes, corte nas isenções fiscais, na desvinculação sobre saúde e educação, o crescimento do primário em diversas áreas”, declarou.

Para ele, o Congresso “tem sido ao longo do tempo uma Casa de muita responsabilidade e uma âncora para governos migrarem por caminhos, muitas vezes, questionáveis”. Afirmou ainda que a relação do Congresso com o governo Lula tem sido respeitosa.

Estadão Conteúdo

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Cidades

As 7 capitais que já começaram a flexibilizar o uso da máscara

Foto: Ana Branco/Agência O Globo

Depois de bater recordes diários durante o mês de janeiro, os casos de Covid-19 no Brasil apresentam uma tendência de queda pelo 22º dia seguido, como mostrou o consórcio de veículos da imprensa, o que trouxe de volta o debate sobre a flexibilização do uso de máscaras.

Na próxima segunda-feira (7), a cidade do Rio de Janeiro deverá se tornar a primeira capital brasileira a liberar a obrigatoriedade do item por completo, em ambientes abertos e fechados, e outras cidades já se movimentam para dispensar a proteção pelo menos ao ar livre.

Além do Rio, ao menos seis outras capitais flexibilizaram o uso do acessório. Veja a lista a seguir:

Liberação total de máscara

  • Rio de Janeiro: Comitê científico da prefeitura irá se reunir na próxima segunda-feira para decidir sobre a liberação do uso de máscaras em locais fechados. Em ambientes abertos, já é permitido desde outubro.

Liberação apenas em ambientes abertos

  • São Luiz: Na capital do Maranhão já está liberada a circulação sem máscara em ambientes abertos desde novembro.
  • Cuiabá: Na cidade, também já está liberada a circulação sem máscara em ambientes abertos desde novembro.
  • Belo Horizonte: Prefeitura da cidade publicou um decreto nesta sexta-feira, que já está em vigor, em que dispensa a obrigatoriedade da máscara ao ar livre. Segundo o prefeito, Alexandre Kalil (PSD), a decisão foi tomada após deliberação do comitê de enfrentamento à pandemia.
  • Brasília: Governador Ibaneis Rocha (MDB) anunciou, na quinta-feira, a liberação do uso de máscaras em locais abertos “diante da queda dos casos de Covid-19 no Distrito Federal”. O decreto foi publicado nesta sexta-feira e entra em vigor a partir da próxima segunda.
  • São Paulo: Na quinta-feira, o governador João Doria (PSDB) afirmou que “há uma boa tendência” para a liberação do uso de máscaras em ambientes abertos no estado. A decisão será tomada em reunião do comitê científico na próxima terça-feira.
  • Goiânia: Secretaria Estadual de Saúde de Goiás pretende avaliar a flexibilização do decreto que obriga o uso de máscaras no estado duas semanas após o Carnaval.
  • Porto Alegre: No Rio Grande do Sul, o governo dispensou a obrigatoriedade da proteção facial para crianças menores de 12 anos no último sábado.
  • Florianópolis: O governo de Santa Catarina liberou nesta quarta-feira o uso de máscaras para crianças entre 6 e 12 anos nesta semana.

As medidas que flexibilizam o uso do item seguem uma tendência mundial em locais onde a pandemia está em estágio de desaceleração. No último mês, países como Itália e Espanha, que haviam retomado a obrigatoriedade da máscara ao ar livre no fim do ano passado para conter a variante Ômicron, anunciaram o relaxamento da medida.

Já na França, desde o fim de fevereiro a proteção é liberada também em locais fechados, mas apenas onde o comprovante de vacinação é exigido. A medida não se aplica ao transporte público.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Como se uma máscara comprada por 3,50 no alecrim fosse resolver o problema de pandemia!!! Coitada das crianças nas escolas usando essas focinheiras sem utilidade alguma…

  2. Aqui no RN a DESgovernadora só irá tomar alguma atitude DEPOIS que os comunistas da Bahia e Piauí fizerem primeiro. “FÁTIMA VAI COM AS OUTRAS”😤

  3. Aqui no RN, a Guvernadora do desmantelo, juntamente com o LAIS, estão sem rumo e direção, quanto ao isso desses panos no rosto.

    1. Aqui no RN, essa desgraça de governadora, só vai mudar, na hora que ela for para a CUBAQUEPARIU.

    2. Povo do RN, vamos ficarmos sempre alerto para não dar mais espaços essas PETELHADAS, vaparios mentirosos, traidores e as respostas viram pelas URNAS.

    3. minha fia boca de chucalho, pode chorar, esperniar, vai ter q aguentar mais 4 anos, pq depois dela so tem pior

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Televisão

Band tem audiência histórica com jogo do Palmeiras e Globo amarga vice-liderança

Foto: Reprodução / Fifa

A Band impôs uma derrota histórica à Globo na tarde desta terça-feira (8). Com a transmissão exclusiva do triunfo do Palmeiras diante do Al Ahly na semifinal do Mundial de Clubes, a emissora foi líder de audiência na Grande São Paulo durante todos os minutos em que a bola esteve rolando, entre 13h30 e 15h26, e conseguiu registrar seus melhores índices da década. A aferição preliminar dos índices da Kantar Ibope aponta que a partida registrou pico de 16,0 pontos em seu momento de maior público, às 14h15.

O número acima representa que, simultaneamente, três milhões e 292 mil telespectadores estavam acompanhando o jogo narrado por Ulisses Costa apenas na principal metrópole do país. De acordo com os dados prévios, a Band registrou média de 14,5 pontos com a vitória do clube alviverde e empurrou a Globo, habitual líder da faixa horária, para uma amarga vice-liderança. Ela teve 9,5 pontos de média e, consequentemente, fez com que a Record caísse para o seu pior índice do ano em um dia útil, com 5,2 pontos. Longe da disputa pelo pódio, o SBT marcou 1,7 ponto.

Além da vitória durante a transmissão da partida, a emissora conseguiu derrotar duas atrações da Globo em sua totalidade: o Jornal Hoje marcou média de 8,8 pontos e acabou sendo suplantado pelos 13,8 da rival, que exibia o primeiro tempo do jogo e um intervalo comercial. Na sequência, O Cravo e a Rosa também não foram páreos para o clube paulistano. A novela de Walcyr Carrasco teve média de 11,0 pontos, enquanto o segundo tempo do triunfo palmeirense marcou 15,1. O Globo Esporte liderou, por 9,0 a 7,9 pontos, mas foi superado pelo pré-jogo durante sete minutos.

A última vez em que a emissora do clã Saad obteve índices semelhantes aos obtidos nesta terça-feira foi em 14 de outubro de 2014, com a transmissão do primeiro confronto entre Aécio Neves e Dilma Rousseff em um debate válido para o 2º turno das eleições presidenciais daquele ano. O evento, que contou com a mediação de Ricardo Boechat (1952-2019), marcou média de 11,3 pontos na Grande São Paulo e alcançou picos de 13,6, ocupando a liderança de audiência durante 40 minutos não consecutivos.

O jogo entre Palmeiras e Al Ahly também teve mais público do que todos os jogos da Copa do Mundo de 2014, que foi a última a contar com transmissão do canal. Naquele ano, os 56 confrontos veiculados pela rede marcaram média de 5,6 pontos na principal metrópole do país, o melhor desempenho do torneio foram 10,6 pontos de Brasil e Alemanha, na tarde de 8 de julho, enquanto o menor índice foram os 3,1 registrados por Itália e Uruguai, em 24 de junho.

Com informações do Terra Brasil Notícias

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Brasil

Lula recebe governo com ao menos 8,6 mil obras inacabadas, segundo TCU; Bolsonaro assumiu com 14 mil

Reprodução TCU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inicia o terceiro governo com ao menos 8.674 obras inacabadas pela gestão anterior. É o que mostra relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), o qual a CNN Brasil teve acesso.

Nos próximos dias, a Casa Civil da Presidência da República deve disponibilizar aos prefeitos e governadores uma ferramenta para que atualizem os dados sobre os projetos realizados com dinheiro da União que estejam nessa situação.

Em 2019, ao assumir o governo, Jair Bolsonaro (PL) recebeu 14.403 obras inacabadas, de acordo com o TCU. No meio do mandato, esse volume caiu para 7.862. Número que voltou a subir nos anos seguintes, chegando às 8.674 de agora.

Isso significa que, apesar do bom desempenho no início da gestão bolsonarista, o percentual de obras não concluídas no país com recursos federais aumentou de 29% para 38,5% nos últimos dois anos. São projetos que já receberam R$ 27,2 bilhões em repasses. Os estados com mais obras paradas são Maranhão, Bahia e Pará.

O relatório do TCU mostra que a educação é a área com mais obras paralisadas. São 3.993 em todo o Brasil; em segundo lugar estão projetos menores que envolvem setores como mobilidade e saúde, com 1.966 obras casos; na sequência aparecem 569 obras de infraestrutura paradas; outras 380 destinadas a práticas esportivas; e 449 realizadas para fomentar o turismo.

Os grupos técnicos responsáveis pela transição do governo já haviam apontando que as obras paradas seria uma das heranças deixadas por Jair Bolsonaro (PL).

Pelas contas do vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), que coordenou os trabalhos, o número de construções inacabadas pode ser ainda maior, se levado em consideração o uso de recursos de estatais, agências e universidades.

No dia 22 de dezembro, ao divulgar o balanço das ações da transição, Alckmin disse que “o governo [anterior] deixaria um legado de 14 mil obras públicas paralisadas em todo o país”.

O vice-presidente classificou a situação como um desmonte do estado brasileiro. “Isso não é austeridade, isso é ineficiência de gestão. Uma tarefa hercúlea que vem pela frente”, declarou à época.

De acordo com ele, estão paradas obras de construção de escolas, hospitais, pontes, praças, rodovias, ciclovias, quadras esportivas, mercados públicos, abrigos, casas populares, aterros sanitários, sistemas de saneamento e urbanização, terminais de passageiros e diversos outros empreendimentos.

No documento final elaborado pela transição, os técnicos declaram a necessidade do novo governo em adotar medidas e implementar novos projetos para a retomada de obras paralisadas, mas que é necessário adequar as previsões orçamentárias e capacidade de investimento no setor.

“A retomada das obras é um fator indispensável para a recuperação e melhoria da infraestrutura do país, o crescimento econômico sustentável e a geração de emprego e renda”, aponta o documento.

CNN Brasil

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Polícia

Jovem que fingiu ter câncer para aplicar golpes enganou ex-namorados e ex-sogras, diz delegado

Foto: Divulgação/Polícia Civil

A jovem Camila Maria Barbosa, de 27 anos, indiciada pela Polícia Civil por fingir ter câncer para aplicar golpes, enganou ex-namorados e ex-sogras, que, inclusive, fizeram as maiores doações para as campanhas dela, segundo a investigação do delegado Fernando Gontijo, em Morrinhos, no sul de Goiás.

Camilla gravou vídeos raspando o próprio cabelo para fazer campanhas e rifas a fim de arrecadar dinheiro para pagar o suposto tratamento oncológico.

“Algumas vítimas compareceram à delegacia e registraram ocorrência, geralmente pessoas próximas a ela, como ex-namorados e ex-sogras, e que tiveram maior contato com a autora e realizaram doações de maior vulto econômico [maior valor]”, revelou o delegado.

O Hospital Araújo Jorge, que é referência em tratamento contra câncer no estado, e fica em Goiânia, foi usado por Camila para fazer fotos e vídeos deitada em macas da sessão de quimioterapia. A unidade disse por meio de nota que ela nunca foi paciente e que foi retirada do local em algumas ocasiões ao ser flagrada sem autorização.

A jovem disse à polícia quando foi intimada para depor que tinha câncer de mama, mas não apresentou nenhum exame ou relatório médico que comprovasse a doença.

O advogado que defende Camila na investigação disse que não irá se pronunciar sobre o caso.

Falso câncer

Em depoimento, a jovem disse à polícia que teve câncer há alguns anos e que foi curada. Mas depois descobriu que a doença voltou após fazer exames de dengue, e que já estava com metástase no intestino e pulmão.

Imagem: divulgação/Polícia Civil

Ao delegado, Camilla afirmou que começou tratamento no Hospital Araújo Jorge, onde disse ter feito sete sessões de quimioterapia, mas que meses depois, a unidade médica perdeu o prontuário dela e encerrou o tratamento.

A Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na casa de Camilla e encontrou diversos documentos e exames, que foram apreendidos. O delegado afirmou que em nenhum dos exames foi possível constatar que Camilla tem câncer.

Hospital nega que ela foi paciente

O Hospital Araújo Jorge informou à Polícia Civil, em um documento, que Camilla nunca foi paciente da unidade. O hospital disse ainda que funcionários já viram a mulher várias vezes no local, onde foi flagrada tirando fotos em uma maca no Setor de Quimioterapia e usando cartão de identificação interno do hospital em nome de terceiros.

Após essas situações se repetirem, os funcionários teriam começado a retirar a jovem do interior do hospital.

Em nota ao g1, o Hospital Araújo Jorge afirmou que nunca teve uma paciente com o mesmo nome dela. Durante consulta no sistema da unidade, o hospital disse que “nada foi encontrado, nem prontuário, tão pouco registros de procedimento”. Além disso, o Araújo Jorge informou também que não foi encontrada regulação da mulher no Sistema Único de Saúde (SUS), convênios ou como entrada como paciente particular.

Opinião dos leitores

  1. Esse PAÍS está cheio de LADRÃO, CORRUPTOS E APROVEITADORES. A pessoa se fingir que estar doente para angariar dinheiro os outros é muita SACANAGEM. Vai trabalhar VAGÁ . Não podemos confiar mais em niguém.

    1. Este tipo de pessoa (sociopata) mente tanto que ela mesmo acredita na própria mentira.

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Política

Governo do Estado não reconhece dívida divulgada pela Prefeitura de Mossoró

Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O Governo do Estado informou em nota que não reconhece dívida reivindicada pela Prefeitura de Mossoró. A equipe financeira e técnica da Prefeitura de Mossoró detalhou nesta quarta-feira (29) dívida que ultrapassa R$ 117 milhões do Governo do Estado com o Município. Montantes são referentes à saúde, IPVA e ICMS (veja aqui).

Confira abaixo a íntegra da nota do Governo do Estado:

Sobre os alegados atrasos nos repasses do Governo do Estado ao município de Mossoró, o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Fazenda do Rio Grande do Norte, não reconhece os números expostos pela prefeitura na manhã desta terça-feira (29) e classifica alguns como valores deturpados, que não condizem com a realidade. É o caso da dívida de R$ 58,2 milhões, referentes ao repasse do ICMS por meio do IPM, em razão de valores apresentados pela empresa Transpetro. Neste caso, o estado repassa os 25% do ICMS com base nos índices calculados para cada município, portanto, o rateio já foi feito entre todos os 167 municípios e o estado não deve nada desse repasse ao município de Mossoró.

 Já em relação aos débitos tanto de ICMS, quanto de IPVA, referentes à Dívida Ativa, mensalmente estão sendo repassados, não só para Mossoró, como também para todos os municípios potiguares. Quanto à Farmácia Básica, o governo já retomou o pagamento desse programa desde maio e o passivo total está sendo transferido em cinco parcelas mensais de R$ 1,27 milhão para os municípios. Do mesmo modo, também já está sendo feito o repasse do valor pela compensação da União pelas perdas com a arrecadação de ICMS, em razão dos efeitos da LC 194/22, bem como já foi iniciado o repasse dos valores retroativos, conforme acordo com a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), sendo quitado até dezembro.

A Sefaz também desconhece qualquer dívida relativas à Cosern, cujas alegações do município já foram alvo de ações judiciais que deram parecer favorável ao estado, e lembra que a prefeitura de Mossoró tem uma dívida com o estado que excede os R$ 100 milhões, em função do não pagamento dos serviços da Caern, que não estão sendo considerados pela gestão municipal.

A Fazenda Estadual ressalta ainda que, nos sete primeiros meses deste ano, o estado repassou ao município de Mossoró R$ 20,6 milhões a mais de transferência de ICMS e IPVA, significando um crescimento de 20%, quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

O Governo do Estado, assim como a Secretaria Estadual de Fazenda, reitera o compromisso com a responsabilidade e com a transparência, sobretudo quando se trata das finanças públicas do RN, bem como está sempre aberto ao diálogo, que é o meio mais democrático de solucionar os desafios.

Opinião dos leitores

  1. Pronto, depois de uma coletiva todinha para a prefeitura explicar o quanto o estado deve, nesta nota Mossoró passou de credor para devedor do estado. Devendo milhões pela caern. Como é que se entende uma situação dessa?

  2. Mossoró gastando com festa e querendo que os potiguares paguem a conta..é muito bonito isso..

    1. Que é isso chifrudo xexeu, fatao do GD é uma caloteira, não paga nem promessa a pai de santo, os municípios do RN estão lascados.

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Política

Câmara de Natal aprova em 1º turno projeto que autoriza político a ser vereador e deputado ao mesmo tempo

Foto: Elpídio Junior

A Câmara Municipal de Natal aprovou na última quarta-feira (6), em 1º turno, um projeto de emenda à Lei Orgânica do Município (LOM) que abre brecha para que um político seja vereador e deputado ao mesmo tempo. A aprovação ocorreu de maneira simbólica, à unanimidade dos vereadores presentes.

Em resumo, o projeto autoriza que um vereador em Natal assuma mandato de deputado estadual ou federal, temporariamente, sem a necessidade de renunciar ao cargo na Câmara Municipal. Hoje, o acúmulo de mandatos não é permitido. A ideia é que, caso o mandato temporário na Assembleia Legislativa ou Câmara dos Deputados cesse, o político possa restituir o posto de vereador.

Pela proposta de emenda à Lei Orgânica, a regra só valeria para a hipótese de mandatos temporários, como no caso de um deputado precisar se licenciar por motivos de saúde e tenha um vereador como suplente.

Autora da proposta, a vereadora Nina Souza (PDT) registra que, atualmente, há quatro vereadores que podem ter a chance de assumir um mandato de deputado a qualquer momento: Camila Araújo e Milklei Leite, que são suplentes de deputado federal de União Brasil e da federação PT-PCdoB-PV, respectivamente; e Robson Carvalho e Júlia Arruda, que são suplentes de deputado estadual de União Brasil e da federação PT-PCdoB-PV, respectivamente.

“Nesses casos, caso algum deputado adoeça ou tire licença particular, os vereadores não podem assumir interinamente, pois têm que renunciar. Com essa alteração na Lei Orgânica, eles poderiam ir e voltar ao término da licença”, destaca Nina Souza.

Para começar a valer, o projeto precisa ser aprovado também em 2º turno e depois ser promulgado pela Mesa Diretora da Câmara. Por se tratar de emenda à Lei Orgânica, não é necessário que o prefeito Álvaro Dias (Republicanos) sancione a matéria, caso a proposta passe em definitivo.

Confusão

A aprovação do projeto em 1º turno, na última quarta-feira, gerou confusão entre dois vereadores. Herberth Sena (PSDB) e Robson Carvalho (União Brasil) trocaram empurrões no plenário e a sessão precisou ser suspensa por 10 minutos pelo vereador Klaus Araújo (PSDB), que presidia a Câmara no momento.

O bate-boca entre os vereadores começou após Herberth Sena questionar a Mesa Diretora se havia número suficiente de parlamentares em plenário para votar projetos como uma emenda à Lei Orgânica.

Neste momento, Robson Carvalho fez uma intervenção alegando que, visualmente, havia quórum para prosseguir com a votação. O vereador pode ser beneficiado pelo projeto porque está na expectativa de assumir um mandato de deputado estadual.

Momentos depois, com a continuidade da sessão, os vereadores se desentenderam e trocaram empurrões. A TV Câmara, que transmitia a sessão, não registrou imagens do conflito, apenas áudios. Segundos depois, Robson Carvalho é visto sendo retirado do plenário pelos vereadores Dickson Júnior (PDT) e Hermes Câmara (PTB).

Portal 98FM

Opinião dos leitores

  1. Acho corretíssimo. Só quem não gostou foi o núcleo de Ubaldo, essa marmota é seus liderados o tal do Erbet e Eribaldo nso precisam se preocupar com reeleição, são pífios, nada de bom fazem pelo bairro das Rocas. Melhor eles ficarem de fora

  2. Imagina o que essa dupla, Paulinho Freire e Nina Souza o que irão aprontar caso sejam eleitos prefeito e vereador. Deus nos ajude a nos proteger desses malandros.

  3. Isso é uma palhaçada
    Em um mandato já não fazem nada … imagina dois …
    Bando de palhaço

  4. Isso não vigorará. Estão tentando fazer uma gambiarra para se garantirem num mandato a qualquer custo. A legislação não permite. É só questão de tempo para chegar nas barbas do MP e Justiça Eleitoral, quiçá até no STF e este derrubar essa medida esdrúxula.

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Brasil

Bolsonaro fica em silêncio na PF em depoimento

Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficou em silêncio durante o depoimento à Polícia Federal sobre os planos discutidos no fim de 2022 para um golpe de Estado contra a eleição de Lula (PT) à Presidência da República.

A estratégia de se manter calado havia sido antecipada pela defesa de Bolsonaro. Os advogados alegam que não tiveram acesso a todos os documentos obtidos pela investigação —como os depoimentos prestados pelo ex-ajudante de ordens Mauro Cid no âmbito da delação premiada.

A defesa do ex-presidente pediu três vezes ao STF (Supremo Tribunal Federal) para adiar a data da oitiva de Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, negou os três pedidos.

Na primeira decisão sobre o pedido de adiamento, Moraes disse que a Constituição Federal “consagra o direito ao silêncio e o privilégio contra a autoincriminação”.

“Mas não o ‘direito de recusa prévia e genérica à observância de determinações legais’ ao investigado ou réu, ou seja, não lhes é permitido recusar prévia e genericamente a participar de atos procedimentais ou processuais futuros, que poderão ser estabelecidos legalmente dentro do devido processo legal.”

Bolsonaro chegou à sede da PF em Brasília por volta das 14h20. O depoimento estava previsto para começar às 14h30. Com a decisão de Bolsonaro de se manter em silêncio, o depoimento foi encerrado pouco depois. Ex-ministros, ex-assessores, militares e aliados também foram intimados a prestar esclarecimentos à PF no mesmo horário. No total, serão 23 pessoas. Só em Brasília, 13.

A PF investiga as tratativas por um golpe de Estado desde que encontrou na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, em janeiro de 2023, uma minuta de decreto para Bolsonaro instaurar estado de defesa na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O objetivo seria reverter o resultado da eleição, segundo os investigadores.

Com a delação de Mauro Cid e as provas obtidas em outras operações, a PF chegou à conclusão de que Bolsonaro teve acesso a versões da minuta golpista (não exatamente a mesma que estava com Torres).

De acordo com as investigações, ele chegou a pedir modificações no texto e apresentar a proposta aos chefes militares, para sondar um possível apoio das Forças Armadas à empreitada.

A primeira versão do texto teria sido apresentada a Bolsonaro pelo seu assessor de assuntos internacionais, Filipe Martins, e o padre José Eduardo de Oliveira e Silva numa reunião no Palácio da Alvorada em 19 de novembro de 2022.

Segundo a PF, o jurista Amauri Feres Saad também teria participado das discussões sobre a minuta golpista que foi apresentada a Bolsonaro, participando de reuniões posteriores.

O texto destacava uma série de supostas interferências do Poder Judiciário no Poder Executivo —os chamados “considerandos”, que, na visão dos investigados, daria base jurídica para o golpe de Estado.

Na sequência, a minuta previa a prisão dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

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Folha de São Paulo

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Polícia

Influenciadoras são presas por importar óleo de maconha para cigarros eletrônicos

Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (24) três influenciadoras digitais suspeitas de importar óleo de maconha para uso em cigarros eletrônicos.

A operação tem o objetivo de desfazer uma rede criminosa que operava lavagem de dinheiro, tráfico internacional de drogas e crimes contra a saúde pública. Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e 9 mandados de prisão, sendo três pessoas no Distrito Federal e uma no Rio de Janeiro.

Segundo a Polícia Civil do DF, a organização misturava solventes e aromatizantes ao óleo de maconha. Durante a venda, que era feita em sites e redes sociais, a droga era vendida como “diferentes genéticas de maconha”, quando, na verdade, o entorpecente estava misturado a outras substâncias.

De acordo com as investigações, profissionais de tecnologia do Rio de Janeiro eram responsáveis por construir as plataformas digitais de venda e colaboravam com a lavagem de dinheiro. Esse processo acontecia por meio da automatização dos pagamentos e utilização de documentos e dados falsos no contato com a rede bancária.

Para que pudesse expandir o comércio, o grupo contratava influenciadores digitais de diversas partes do país, que divulgavam os produtos distribuídos. As três influenciadoras digitais que foram presas são do Distrito Federal.

Como o produto chegava ao Brasil
Em um primeiro momento, o óleo de maconha era adquirido por meio de fornecedores dos Estados Unidos. O material entrava no Brasil pelo Paraguai e era colocado em potes de cera de depilação.

Após a entrada no país, o entorpecente saía de Foz do Iguaçu (PR) em direção à capital paulista, onde parte do grupo manipulava a droga e a colocava em refis de cigarros eletrônicos e outros suportes. Parte dos itens utilizados nos cigarros eletrônicos tinha origem da China e do Rio de Janeiro e era personalizado e com a logomarca da quadrilha.

De acordo com as investigações, a organização se aproveitava do “descontrole” das redes sociais para conseguir ganhos milionários e expandir a rede de contatos em diversos países, além de sites e redes sociais reservadas para caso acontecesse a queda de algum recurso em virtude de ação policial.

A Polícia Civil do DF diz que os líderes do bando estavam sediados no interior de São Paulo e não tinham contato direto com as drogas que eram enviadas a traficantes e usuários.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo afirma que os líderes operavam o comércio ilícito de modo remoto, para que pudessem garantir que as vendas ocorressem de forma segura e sem rastreamento. Para o delegado Rogério Henrique de Oliveira, o grupo tentava atingir um público maior para ampliar as vendas e alegava funções ‘terapêuticas” para os produtos, o que configurava, segundo ele, uma falsa propaganda.

O grupo responderá pelos crimes de tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro, associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso.

CNN

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  1. Eu fui multado pela prf em Pau dos Ferros, sendo que na data eu estava trabalhando em Natal, nunca passei na referida cidade

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Geral

Dino mantém bloqueio de emendas e cobra resposta “objetiva” da Câmara até 20h desta sexta-feira (27)

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter o bloqueio de R$ 4.2 bilhões em emendas de comissão após a Câmara dos Deputados pedir a revogação nesta sexta-feira (27).

Dino pediu mais informações e determinou que a Câmara deve responder objetivamente os questionamentos do STF até às 20h desta sexta para que as 5.449 emendas sejam liberadas.

Em petição enviada na manhã de hoje, a Câmara negou manobra irregular para liberação das emendas e apresentou atas de comissões.

De acordo com o ministro do STF, esse documento não trouxe “informações essenciais, que serão novamente requisitadas, em forma de questionário para facilitar a resposta”.

Dino afirma que o STF tenta viabilizar a execução das emendas desde agosto de 2024, e que a Câmara chegou ao fim do ano “insistindo em interpretações incompatíveis com os princípios constitucionais da transparência e da rastreabilidade, imperativos para a regular aplicação de recursos públicos”.

No documento, o ministro reforça que emendas indicadas por líderes não existem na Constituição, e que não há preceito normativo para que uma emenda seja destinada sem aprovação por uma comissão.

“Observo que Emendas do Presidente da Casa ou do Presidente da Comissão, de Líderes Partidários e da Mesa da Casa Legislativa, até o momento, não existem na Constituição e nas leis nacionais”, afirma Dino.

A Câmara também deve enviar ao STF, ainda hoje, as atas que comprovem aprovação das indicações (ou especificações) das emendas.

A cúpula da Casa Legislativa informou à CNN que a área jurídica vai analisar e responder o que foi solicitado pelo ministro.

Nesta sexta, Dino também determinou que a Advocacia Geral da União (AGU) explique, em até 10 dias úteis, por que estados e municípios não estão cumprindo a determinação de abertura de contas específicas para recebimento de emendas parlamentares na área da saúde.

Veja as perguntas feitas por Dino

  • 1. Quando houve a aprovação das especificações ou indicações das “emendas de comissão” (RP 8) constantes do Ofício nº. 1.4335.458/2024? Todas as 5.449 especificações ou indicações das “emendas de comissão” constantes do Ofício foram aprovadas pelas Comissões? Existem especificações ou indicações de “emendas de comissão” que não foram aprovadas pelas Comissões? Se não foram aprovadas pelas Comissões, quem as aprovou?
  • 2. O que consta na tabela de especificações ou indicações de “emendas de comissão” (RP 8) como “NOVA INDICAÇÃO” foi formulada por quem? Foi aprovada por qual instância? Os Senhores Líderes? O Presidente da Comissão? A Comissão?
  • 3. Qual preceito da Resolução nº. 001/2006, do Congresso Nacional, embasa o referido Ofício nº. 1.4335.458/2024? Como o Ofício nº. 1.4335.458/2024 se compatibiliza com os arts. 43 e 44
    da referida Resolução?
  • 4. Há outro ato normativo que legitima o citado Ofício nº. 1.4335.458/2024? Se existir, qual, em qual artigo e quando publicado?

CNN Brasil

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Geral

TCU identifica manobras do governo Lula para driblar regras fiscais e gastar “por fora”

Foto: Ahmad Gharabli/AFP

Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) identificaram práticas do governo Lula que permitem gastos e financiamentos fora do Orçamento Geral da União, o que, segundo a corte, compromete a transparência fiscal e enfraquece a credibilidade da política econômica.

O alerta consta em relatório da Unidade de Auditoria Especializada em Orçamento, Tributação e Gestão Fiscal (AudFiscal), elaborado para o gabinete do ministro Bruno Dantas. O documento propõe prazos entre 30 e 180 dias para que ministérios, estatais e órgãos de controle corrijam os mecanismos apontados.

A auditoria foi aberta após o TCU detectar execução de recursos do programa Pé-de-Meia fora do Orçamento. O relatório ainda será analisado por Dantas antes de seguir ao plenário da Corte.

Entre os problemas identificados estão o uso de fundos públicos fora das regras fiscais, a ampliação do papel de estatais, a capitalização de fundos privados com dinheiro público e o não recolhimento de receitas à Conta Única do Tesouro Nacional.

Gastos fora do Orçamento expõem perda de credibilidade do arcabouço fiscal

O TCU aponta que a fragilização do arcabouço fiscal se intensificou com a aprovação da LDO de 2026, que excluiu do cálculo fiscal despesas da Petrobras, da ENBPar e até R$ 5 bilhões do Novo PAC.

A lei também autorizou retirar até R$ 10 bilhões do resultado primário das estatais e permitiu que o governo mire apenas o piso da meta fiscal. Desde o início do mandato, o governo já acumulou R$ 336,9 bilhões em gastos fora das regras fiscais.

Esse montante inclui recursos da PEC da Transição, pagamento de precatórios atrasados, despesas emergenciais no Rio Grande do Sul e socorro a setores afetados pelo tarifaço dos EUA.

“Dribles” envolvem uso de dinheiro que não passa pela Conta Única do Tesouro

A auditoria identificou dois principais mecanismos de afastamento de receitas do Orçamento. O primeiro é a descaracterização de receitas públicas, direcionadas diretamente a fundos privados como os dos programas Pé-de-Meia e Mover, além do Fundo Rio Doce.

O segundo mecanismo é o não recolhimento de receitas à Conta Única, com repasses diretos a estatais ou contas paralelas. Um exemplo é a remuneração da PPSA descontada antes do repasse ao Fundo Social, que pode gerar um “orçamento paralelo” de até R$ 466 bilhões até 2033, segundo o TCU.

Também foram citados repasses diretos à Caixa no Auxílio Gás, uso de multas ambientais fora do Orçamento, honorários advocatícios da União sem registro orçamentário e receitas próprias de instituições científicas fora dos limites fiscais.

Uso de fundos públicos pode mascarar contas públicas, diz TCU

O tribunal alertou para o uso de fundos públicos em políticas de crédito, especialmente via BNDES, que podem gerar uma percepção artificial de melhora fiscal.

Entre 2023 e 2024, os recursos de fundos públicos no banco quase dobraram, passando de R$ 39,2 bilhões para R$ 75,5 bilhões. No mesmo período, o BNDES repassou R$ 29,5 bilhões em dividendos ao Tesouro e recebeu R$ 30,4 bilhões em aportes de fundos.

O TCU também chamou atenção para a perpetuação de fundos garantidores criados em caráter excepcional, como os do Pronampe e do PEAC, que mantêm saldos sem regras claras de devolução à União.

TCU propõe prazos para órgãos do governo adequarem gastos às regras fiscais

O relatório propõe medidas para regularizar o recolhimento de receitas ao Tesouro, ampliar a transparência e adequar fundos públicos e privados ao arcabouço fiscal.

Entre as determinações, estão prazos para que o MME e a PPSA recolham receitas à Conta Única, para que a CGU mapeie e divulgue receitas fora do Orçamento e para que o Ministério do Planejamento impeça transferências sem registro orçamentário.

Também é proposto que Fazenda, MPO, BNDES e Finep apresentem um plano para mensurar os subsídios ocultos em operações financeiras com fundos públicos. Ao Banco Central, o TCU recomenda ajustes no registro fiscal de repasses do FNDCT à Finep.

O tribunal conclui com um alerta: manter gastos e financiamentos fora do Orçamento compromete a credibilidade fiscal, aumenta a opacidade das contas públicas e pode gerar conflitos com a política monetária.

Com informações de Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Apoiando um novo Golpe tal como contra Dilma Rousseff? Reiventando as ” pedaladas” que nunca implicaram em crime de responsabilidade?

    1. Sim! glória a “zé pilantra” vosso deus! e todos os QI83 digam amém!

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Geral

16 mil servidores públicos do RN devem se aposentar nos próximos 10 anos

Foto: reprodução/SINSP

O quadro de servidores públicos do Rio Grande do Norte enfrenta um processo de envelhecimento e redução, provocado pelo crescimento das aposentadorias e pela limitação do Estado em contratar novos profissionais.

A situação acende um alerta em setores estratégicos como segurança, saúde e educação, onde o déficit funcional já compromete o atendimento à população.

Para a Secretaria Estadual de Administração (SEAD), o problema é, antes de tudo, demográfico e se reflete em graves dificuldades financeiras. A expectativa é de que, nos próximos dez anos, 16 mil servidores se aposentem.

Mas, para a SEAD, o vácuo deixado por eles poderá ser preenchido se as próximas gestões equilibrarem a reposição de quadros com responsabilidade fiscal e estímulo para que os servidores permaneçam em atividade.

“Em um modelo ideal, deveríamos ter quatro servidores ativos para cada aposentado. Hoje, trabalhamos praticamente na proporção de um para um, o que é matematicamente insustentável”, explicou o titular da pasta, Pedro Lopes.

Os números mostram o crescimento acelerado da folha previdenciária. Em 2010, o Estado tinha 24.204 aposentados e 9.099 pensionistas, totalizando 33.303 beneficiários. Até agosto de 2025, já eram 47.637 aposentados e 12.977 pensionistas, num universo de 114.640 servidores.

“Em 15 anos, quase dobramos esse contingente, com aumento de quase 24 mil aposentados e cerca de 4 mil pensionistas. Esse crescimento explica o aumento dos gastos, que não decorrem só de reajustes ou benefícios, mas principalmente do número de pessoas que passaram à inatividade”, observou.

Apesar do aumento, o secretário aponta que há sinais de estabilização, uma vez que o ritmo anual de novas aposentadorias caiu e hoje está na faixa de 1.800, quando já chegou a 2.500 entre 2010 e 2020. Além disso, em algumas categorias, o número de falecimentos já supera o de novas aposentadorias, o que pode indicar uma tendência de queda natural no total de beneficiários no decorrer dos próximos dez anos.

enquanto um grande contingente de servidores deixa o serviço para se aposentar, o governo tem dificuldade de preencher a lacuna deixada por eles para manter os serviços. É aí que entra o comprometimento da Receita Corrente Líquida (RCL) com pessoal, que está em 55%, acima do limite legal de 49% previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que impede o governo de realizar novas contratações.

O secretário, no entanto, acredita que até 2030 será possível reduzir esse índice para dentro do limite, conforme previsto na Lei Complementar nº 173/2021. “Nosso governo recebeu o comprometimento de 63% e já baixou para 55%. A projeção é encerrar a gestão em 2026 entre 54% e 55%. Se essa política for mantida, em 2030 o RN pode chegar ao nível ideal”, afirmou.

Reportagem completa na Tribuna do Norte.

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Geral

Apuração sobre troca de pacientes em transplante renal vai durar 60 dias

Foto: Magnus Nascimento

A investigação sobre o que levou à troca de pacientes em um transplante de rim realizado no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol) em Natal, deverá ser concluída em 60 dias, segundo previsão da própria unidade. O caso ocorreu há cerca de um mês e, segundo o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (Cremern), que acompanha os desdobramentos, “o equívoco foi comunicado às autoridades competentes – Huol e Anvisa – no último dia 13”. Nesta quarta-feira (24), o hospital informou que o paciente está estável, internado em um leito de enfermaria da unidade.

O Huol não confirmou quando tomou ciência do ocorrido nem quando, de fato, aconteceu o erro. Mas afirmou que apura o caso com rigor. “Todas as providências cabíveis foram imediatamente adotadas, incluindo a notificação junto aos órgãos competentes, o acompanhamento clínico integral do paciente, suporte psicológico a familiares e a abertura de processo interno para apurar responsavelmente toda a cadeia de eventos relacionados a este transplante, com previsão de conclusão em 60 dias”, disse o hospital por meio de nota.

A unidade destacou que “desde 1998, o Huol é referência no Rio Grande do Norte e no Brasil em transplantes de rim e de córnea, tendo realizado 854 procedimentos ao longo de sua trajetória, com uma equipe qualificada em tratamentos de alta complexidade”. A reportagem procurou a Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa), mas não houve retorno até o fechamento desta edição. Segundo o Cremern, o paciente que recebeu o rim incompatível apresentou rejeição, necessitou ser reoperado para retida do órgão, teve o pós-operatório superado em UTI e atualmente encontra-se na enfermaria.

Em nota, o Conselho pontuou que “acompanha o caso com atenção, reafirma a importância do cumprimento rigoroso dos protocolos de segurança do paciente e em especial para transplantes. Destaca-se que falhas institucionais devem ser investigadas de forma imediata e transparente, visando o aprimoramento contínuo dos processos assistenciais e a proteção da saúde dos pacientes”, pontuou o Cremern, frisando que a questão não está relacionada ao que é considerado erro médico.

“Foi algo que envolveu a administração do processo de transplante”, disse o Conselho. Segundo informações veiculadas, o erro teria ocorrido porque havia dois pacientes na fila de espera para transplante renal com nomes parecidos. O receptor errado foi convocado para a cirurgia e acabou recebendo o órgão, que não era compatível com o tipo sanguíneo dele. Depois do procedimento, o paciente sofreu reações e foi para a UTI.

Após as reações, o órgão foi retirado, mas não pôde ser reaproveitado pelo destinatário correto. O Huol, no entanto, não detalhou como o equívoco teria ocorrido. O processo de doação de órgãos no estado passa pela Central de Transplantes do Rio Grande do Norte. A reportagem tentou contato com Rogéria Medeiros, da Central, mas não houve retorno até o fechamento desta edição.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. MP e CRM era pra dá uma voltinha nesses hospitais universitários do RN. Ver a estrutura , conversar com os funcionários.

  2. Desde quando atua não tem nenhum relevância nesse caso, não é desculpa aceitável, o conselho que dou é falar a verdade e, criar protocolos pra que essa falha não volte a acontecer.

    1. A apuração vai ser pra descobrir quem vazou. Tem muito assédio moral e muita coisa errada nesses hospitais universitários, paciente parando porque precisar tirar rápido de sala pra entrar outro, sem sala de recuperação, sem responsável técnico especializado.

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Geral

Israel condena Brasil por aderir a processo que acusa o Estado israelense de cometer genocídio em Gaza e cita “fracasso moral”

Israel criticou o Brasil por decidir aderir a um processo no principal tribunal da ONU (Organização das Nações Unidas), que acusa o Estado israelense de cometer genocídio em Gaza.

“A decisão do Brasil de se juntar à ofensiva legal contra Israel na CIJ [Corte Internacional de Justiça] enquanto se retira da IHRA [Aliança Internacional de Memória do Holocausto] é uma demonstração de profundo fracasso moral”, afirma comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores israelense.

“Num momento em que Israel luta por sua própria existência, voltar-se contra o Estado judeu e abandonar o consenso global contra o antissemitismo é ao mesmo tempo irresponsável e vergonhoso”, acrescenta a nota.

“A decisão do Brasil de se juntar à ofensiva legal contra Israel na CIJ [Corte Internacional de Justiça] enquanto se retira da IHRA [Aliança Internacional de Memória do Holocausto] é uma demonstração de profundo fracasso moral”, afirma comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores israelense.

“Num momento em que Israel luta por sua própria existência, voltar-se contra o Estado judeu e abandonar o consenso global contra o antissemitismo é ao mesmo tempo irresponsável e vergonhoso”, acrescenta a nota.

Na quarta-feira (23), o Itamaraty emitiu nota informando que o “governo brasileiro anuncia que está em fase final para submissão de intervenção formal no processo em curso na Corte Internacional de Justiça, movido pela África do Sul com base na Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio”.

“A decisão fundamenta-se no dever dos Estados de cumprir com suas obrigações de Direito Internacional e Direito Internacional Humanitário frente à plausibilidade de que os direitos dos palestinos de proteção contra atos de genocídio estejam sendo irreversivelmente prejudicados, conforme conclusão da Corte Internacional de Justiça, em medidas cautelares anunciadas em 2024”, acrescentou o Itamaraty.

Na semana passada, o chanceler brasileiro Mauro Vieira já havia afirmado, em entrevista à Al Jazeera, que o Brasil vai aderir em breve ao processo aberto pela África do Sul.

Vieira disse que o Itamaraty “está trabalhando” no processo de adesão e terá “essa boa notícia em muito pouco tempo”.

Questionado sobre o tempo que levou para o Brasil se juntar ao processo, Vieira disse que o país fez um “enorme esforço” para tentar promover negociações para encerrar o conflito.

No entanto, devido aos “últimos desenvolvimentos desta guerra”, a diplomacia brasileira decidiu se juntar à África do Sul no principal órgão judicial da ONU (Organização das Nações Unidas).

De acordo com uma atualização de abril do tribunal, Colômbia, Líbia, México, Palestina, Espanha, Turquia, Chile, Maldivas, Bolívia, Irlanda, Cuba e Belize apresentaram pedido para intervir neste caso entre África do Sul e Israel.

Guerra em Gaza

Entre 7 de outubro de 2023 e 13 de julho de 2025, o Ministério da Saúde de Gaza informou que pelo menos 58.026 palestinos foram mortos e 138.520 ficaram feridos. Isso inclui

CNN

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