Jornalismo

Situação das Forças Armadas Brasileira é crítica

O governo divulgou nesta terça (24) os papéis que expõem a Estratégia Nacional de Defesa do Brasil para os próximos quatro anos. Os documentos vieram à luz graças à lei 136, aprovada em 2010. Prevê o envio ao Congresso, a cada quatro anos, começando por 2012, de três documentos: o PND (Política Nacional de Defesa), a END (Estratégia Nacional de Defesa) e o LBDN (Livro Branco da Defesa Nacional).

O papelório foi entregue ao presidente do Congresso, José Sarney, em 17 de julho, um dia antes do início do recesso parlamentar do meio do ano. As ações do Executivo na área da defesa estão agora  condicionadas à aprovação das diretrizes pelo Legislativo. O miolo das preocupações está exposto em dois trechos da Estratégia Nacional de Defesa.

Num, ilumina-se a filosofia que guia o Exército, a Marinha e Aeronáutica: “Convém organizar as Forças Armadas em torno de capacidades, não em torno de inimigos específicos. O Brasil não tem inimigos no presente. Para não tê-los no futuro, é preciso preservar a paz e preparar-se para a guerra.”

Noutro, listam-se as debilidades que inibem a capacidade de reação militar Brasil contra eventuais inimigos. Anota-se que “apesar dos esforços desenvolvidos nos últimos anos”, a defesa do país ainda convive com “vulnerabilidades”. O texto menciona dez deficiências.

Três são especialmente reveladoras: 1) “A desatualização tecnológica de alguns equipamentos das Forças Armadas”, associada à “dependência em relação a produtos de defesa estrangeiros”; 2) A baixa capacidade atual das Forças Armadas para reagir “contra os efeitos causados por agentes contaminantes químicos, biológicos, radiológicos e nucleares”; e 3) os desajustes na “distribuição espacial das Forças Armadas no território nacional”.

Em relação a esse último tópico, o texto realça a necessidade “reposicionar os efetivos” do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. A distribuição atual, informa o documento, não condiz com as necessidades de defesa do país. As ameaças concentram-se em pedaços do mapa diferentes dos locais onde se encontram as tropas.

Diz o texto: “As principais unidades do Exército estacionam no Sudeste e no Sul do Brasil. A esquadra da Marinha concentra-se na cidade do Rio de Janeiro. Algumas instalações tecnológicas da Força Aérea estão localizadas em São José dos Campos, em São Paulo. As preocupações mais agudas de defesa estão, porém, no Norte, no Oeste e no Atlântico Sul.”

O documento prossegue: “Sem desconsiderar a necessidade de defender as maiores concentrações demográficas e os maiores centros industriais do país, a Marinha deverá estar mais presente na região da foz do Rio Amazonas e nas grandes bacias fluviais do Amazonas e do Paraguai-Paraná. Deverá o Exército agrupar suas reservas regionais nas respectivas áreas, para possibilitar a resposta imediata na crise ou na guerra.”

Para atenuar as debilidades de equipamento, o governo informa que age para “capacitar a base industrial de defesa.” Visa-se a conquista de “autonomia” tecnológica na produção de armamentos. “Regimes jurídico, regulatório e tributário especiais protegerão as empresas privadas nacionais de produtos de defesa.” Em contrapartida aos privilégios, o Estado exercerá “poder estratégico” sobre as empresas do setor.

Quanto às estatais que se dedicam a produzir artefatos militares, vai-se cuidar para que operem “no teto tecnológico, desenvolvendo as tecnologias que as empresas privadas não possam alcançar ou obter, a curto ou médio prazo, de maneira rentável.” O Ministério da Defesa centraliza “a formulação e a execução da política de obtenção de produtos de defesa.”

O plano de defesa guinda à condição de prioridade o fortalecimento de “três setores de importância estratégica: o espacial, o cibernético e o nuclear.” Afirma-se que as Forças Armadas brasileiras não podem continuar dependendo de “tecnologia estrangeira” para monitorar, “a partir do espaço”, as ameaças ao seu próprio território. Daí o relevo dado aos equipamentos espaciais e cibernéticos.

O texto reafirma o compromisso do Brasil de só utilizar a energia nuclear para fins pacíficos. Invoca-se a “necessidade estratégica de desenvolver e dominar essa tecnologia.” Por quê? “O Brasil precisa garantir o equilíbrio e a versatilidade da sua matriz energética e avançar em áreas tais como as de agricultura e saúde, que podem se beneficiar da tecnologia de energia nuclear.” De resto, menciona-se o velho projeto do submarino de propulsão nuclear da Marinha.

Em termos territoriais, a política de defesa do governo repisa a prioridade à proteção da Amazônia, “um dos focos de maior interesse para a defesa.” Nesse ponto, o texto tem um quê de nacionalismo ideológico. Sacode nas entrelinhas o lençol de um fantasma que atormenta os militares brasileiros: o risco de internacionalização da região Amazônica.

O fantasma aparece nesse trecho: “O Brasil será vigilante na reafirmação incondicional de sua soberania sobre a Amazônia brasileira. Repudiará, pela prática de atos de desenvolvimento e de defesa, qualquer tentativa de tutela sobre as suas decisões a respeito de preservação, de desenvolvimento e de defesa da Amazônia. Não permitirá que organizações ou indivíduos sirvam de instrumentos para interesses estrangeiros – políticos ou econômicos – que queiram enfraquecer a soberania brasileira. Quem cuida da Amazônia brasileira, a serviço da humanidade e de si mesmo, é o Brasil.”

Menciona-se também a preocupação com a defesa das fronteiras marítimas do país. No caso brasileiro, diz o texto, “o direito de jurisdição sobre os recursos econômicos” se entende por “cerca de 4,5 milhões de quilômetros quadrados”. No dizer do documento, trata-se de “uma verdadeira Amazônia Azul.” Uma área em que estão mergulhadas, entre outras riquezas, as reservas petrolíferas do pré-sal.

Em várias passagens, adota-se nos documentos um tom de lamúria em relação à falta de percepção da sociedade brasileira sobre a importância da política de defesa. Num desses trechos, anotou-se o seguinte: “Após longo período livre de conflitos que tenham afetado diretamente o território e a soberania nacional, a percepção das ameaças está desvanecida para muitos brasileiros.”

O texto acrescenta: “É imprudente imaginar que um país com o potencial do Brasil não enfrente antagonismos ao perseguir seus legítimos interesses. Um dos propósitos da Política Nacional de Defesa é conscientizar todos os segmentos da sociedade brasileira da importância da defesa do país e de que esta é um dever de todos os brasileiros.”

Os documentos não fazem menções explícitas ao volume de recursos que se pretende gastar para pôr em pé a estratégia. Na lista de “vulnerabilidades” que infelicitam as Forças Armadas, incluiu-se “a histórica descontinuidade na alocação de recursos orçamentários para a defesa.”

No Livro Branco da Defesa Nacional, novidade criada pela Lei 136, de 2010, são mencionadas informações antes sonegadas. Em 276 páginas, misturam-se dados geográficos e históricos a descrições sobre o posicionamento de unidades militares, quantidade de embarcações, veículos e aeronaves e tipos de armas à disposição para o uso em caso de guerra.

A submissão da política de defesa à deliberação do Congresso constitui uma novidade alvissareira. Incluídos no Orçamento da União, os gastos militares, como todos os demais, já dependem de aprovação legislativa. Mas é a primeira vez que a estratégia do setor é condicionada ao crivo de congressistas que, em tese, representam a sociedade brasileira.

Fonte: Josias de Souza

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Política

LEVANTAMENTO: 83% das ações contra deputados no STF miram a direita, diz colunista

Foto : Rosinei Coutinho/STF

83% das ações contra deputados federais no STF miram parlamentares de direita, informou o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, neste domingo (12).

Segundo ele, um levantamento de julho de 2025 apontou que, das 61 ações em tramitação no STF contra deputados federais, 51 tinham políticos de direita como réus, enquanto cinco envolviam parlamentares de esquerda.

Ele afirma que esse cenário teria se intensificado no ano eleitoral de 2026, embora ainda não haja um levantamento consolidado sobre o período.

Cláudio Humberto também sustenta que operações envolvendo políticos de esquerda são exceções e cita como exemplo a recente Operação Compliance Zero, que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT-BA).

O colunista ainda afirma que medidas como prisões, restrições de contato, limitações ao uso das redes sociais e declarações de inelegibilidade têm recaído, em sua maioria, sobre políticos da oposição. Segundo ele, esse cenário indicaria uma seletividade na atuação das instituições.

PL é alvo de 64% dos casos citados

Cláudio Humberto também lembra que, há cerca de um ano, o PL aparecia como alvo em 64% dos casos citados em seu levantamento e afirma que a Polícia Federal deflagrou diversas operações contra integrantes da legenda, incluindo as diferentes fases da Operação Lesa Pátria.

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RN tem 90 das 213 barragens no Brasil que exigem atenção em segurança

Foto: Cassinho Moraes

O Rio Grande do Norte concentra 90 das 213 barragens classificadas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) como prioritárias para ações de segurança no Brasil, o equivalente a 42,3% do total nacional nesta situação.

Dessas, 45 são administradas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e outras 45 pertencem à iniciativa privada.

A classificação indica necessidade de maior monitoramento e intervenções preventivas, mas não significa risco iminente de rompimento.

Segundo o relatório, 85 barragens potiguares apresentam Dano Potencial Associado (DPA) alto ou médio, indicador que mede os impactos de um eventual rompimento sobre pessoas, infraestrutura, meio ambiente e economia.

Outras 36 possuem Categoria de Risco (CRI) alta, relacionada ao estado de conservação, operação, manutenção e cumprimento das exigências legais.

Barragens como Santa Cruz do Apodi, Umarí (Upanema) e Tabatinga aparecem nas duas classificações.

A Semarh administra 70 das 836 barragens existentes no estado. De acordo com o órgão, 28 estruturas estão em fase final de recuperação e outras 17 ainda passarão por obras. Atualmente, apenas Oiticica, Passagem das Traíras e Lucrécia possuem Plano de Segurança de Barragens (PSB) e Plano de Ação de Emergência (PAE). As demais estão em processo de adequação.

Segundo o assessor técnico da Semarh, Carlos Nobre, nenhuma barragem estadual apresenta risco de rompimento. “Nós não temos nenhuma barragem com risco de rompimento ou em situação de promover risco à vida”, afirmou.

A secretaria informou que todas passam por inspeções técnicas e monitoramento permanente e estima serem necessários cerca de R$ 30 milhões por ano para manutenção preventiva e recuperação das estruturas.

Nos últimos anos, os investimentos estaduais e federais em barragens no RN ultrapassaram R$ 1 bilhão, incluindo mais de R$ 900 milhões na Barragem de Oiticica e R$ 22 milhões na recuperação da Barragem Passagem das Traíras.

Com informações de Tribuna do Norte

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Mulher é presa após o próprio filho descobrir e denunciar plano dela para assassinar servidora pública no Paraná

Conversa entre mulher e intermediador, de acordo com a Polícia Civil. — Foto: Reprodução

Uma mulher de 41 anos foi presa em Abatiá, no Norte do Paraná, suspeita de encomendar o assassinato de uma funcionária da Casa Lar do município. O plano foi descoberto pelo próprio filho, de 16 anos, que avisou a vítima e a acompanhou até a Polícia Civil para denunciar o caso.

Segundo o delegado Luís Guilherme Almeida Cerqueira, a suspeita e o marido perderam a guarda dos três filhos após denúncias de maus-tratos. “As crianças estariam sofrendo maus-tratos, não estariam tendo alimentação adequada, não estariam tendo o ensino adequado e não estariam frequentando a escola. Teria ali a prática de abandono intelectual e maus-tratos”, afirmou.

Durante uma visita aos pais, o adolescente descobriu conversas em que a mãe dizia querer “apagar uma infeliz do mapa”. Nas mensagens, ela informava onde a vítima estacionava o carro e combinava o pagamento de R$ 3 mil pelo crime: “Vamos deixar para o dia sete, é o dia em que eu recebo“, escreveu.

As mensagens haviam sido apagadas do celular da suspeita, mas a investigação localizou o intermediário da conversa, que entregou os prints à polícia. “O intermediário foi muito colaborativo. […] Segundo ele, ele estava tratando para ver até onde a investigada chegaria, se ela realmente pagaria. E, assim, segundo ele, ele levaria em seguida essa informação para a Polícia Civil”, disse o delegado. O marido da suspeita também é investigado, e o inquérito está na fase final.

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Relatórios indicam melhora clínica, mas apontam efeitos colaterais de medicamentos em Bolsonaro

Foto: Marcos Corrêa/ PR

Relatórios médicos apresentados pela defesa de Jair Bolsonaro (PL) ao Supremo Tribunal Federal (STF) apontam que o ex-presidente tem apresentado fadiga, sonolência e instabilidade do equilíbrio como efeitos colaterais dos medicamentos que utiliza. Segundo os documentos, os sintomas ocorrem com menor intensidade e frequência, e o quadro de saúde permanece estável.

O médico Brasil Caiado informou que Bolsonaro apresenta sinais progressivos de melhora, principalmente na pressão arterial e nas crises de soluço, após ajustes na medicação iniciados há cerca de um mês. O relatório também destaca que o ex-presidente mantém dieta rigorosa, fisioterapia, exercícios regulares e cuidados para prevenir quedas e refluxo.

Já o fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas relatou que Bolsonaro realizou duas sessões de fisioterapia nesta semana. Na segunda-feira (6), apresentou boa mobilidade e nenhuma queixa. Na quinta-feira (9), estava “um pouco mais cansado e indisposto”, mas realizou o tratamento e permaneceu “bem” e “sem queixa de dor”.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, desde 3 de julho. Na última quarta-feira (8), durante operação da Polícia Federal em sua residência, foi apreendida uma escopeta registrada em nome do ex-presidente.

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VÍDEO: Estudantes e movimentos sociais invadem e ocupam Casa da Estudante em Natal e cobram reabertura do espaço

Estudantes e integrantes de movimentos sociais invadiram e ocuparam neste sábado (11) a Casa da Estudante Nísia Floresta, na Cidade Alta, em Natal. Segundo os manifestantes, o prédio passou por uma reforma de mais de R$ 400 mil, mas permanece fechado entre três e seis anos, sem atender estudantes.

A casa tem capacidade para abrigar 72 moradoras, entre alunas do ensino médio e superior vindas do interior do Rio Grande do Norte. Os manifestantes cobram a reabertura da unidade de moradia estudantil feminina.

A ocupação reúne organizações como o Movimento Correnteza, Rebele-se, Movimento de Mulheres Olga Benário e a Corrente Revolucionária da UERN. Os grupos afirmam que o fechamento do espaço dificulta a permanência de estudantes na educação e denunciam uma suposta tentativa do Governo do Estado de extinguir a assistência estudantil feminina.

Os manifestantes informaram que permanecerão no local até que o Governo do Estado e a UFRN recebam a proposta do movimento, que reivindica a reabertura imediata da Casa da Estudante.

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Pedro Filho lança pré-candidatura a deputado federal diante de multidão em Assú

O pré-candidato a deputado federal Pedro Filho (PL) lançou oficialmente sua pré-candidatura na manhã deste sábado (11), em Assú. O encontro regional reuniu uma multidão de apoiadores e lideranças religiosas e políticas de diversas regiões do estado, consolidando o início de uma nova etapa da caminhada do vereador assuense rumo à Câmara dos Deputados.

O lançamento aconteceu em um ambiente de forte mobilização política e contou com as presenças do pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, do pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio, e do pré-candidato a vice-governador, Babá Pereira, além do deputado estadual e pré-candidato à reeleição Coronel Azevedo, da vereadora de Natal e pré-candidata a deputada estadual Camila Araújo, do ex-prefeito de Elói de Souza e pré-candidato a deputado estadual Maciel Gomes, do pré-candidato a deputado estadual Giovani e de Renato, ex-candidato a vice-prefeito de Goianinha. Prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, suplentes e lideranças de diferentes municípios também prestigiaram o ato.

O lançamento da pré-candidatura de Pedro Filho foi um dos momentos de maior destaque do encontro. Vereador em Assú, líder evangélico e defensor das pautas ligadas à família, à liberdade e ao fortalecimento dos municípios, Pedro tem ampliado sua base política em todas as regiões do Rio Grande do Norte, consolidando apoios e aparecendo entre os nomes mais lembrados nas pesquisas de intenção de voto para deputado federal.

Em seu pronunciamento, Pedro Filho destacou o simbolismo de iniciar oficialmente sua caminhada em Assú, cidade onde construiu sua trajetória política e que representa o coração do Vale do Açu.

“Não poderia existir lugar mais especial para dar esse passo. É aqui que estão minhas raízes, minha história e as pessoas que sempre acreditaram em mim. Essa pré-candidatura nasce do desejo de fazer o Vale do Açu e todo o Rio Grande do Norte terem uma voz firme em Brasília, defendendo os municípios, a família, a liberdade e o desenvolvimento da nossa gente”, afirmou.

O evento em Assú marcou mais uma etapa do Endireita RN, série de mobilizações realizadas em diversas regiões do Rio Grande do Norte. Em Assú, além de promover o debate sobre propostas para o futuro do estado, o ato marcou oficialmente o lançamento da pré-candidatura de Pedro Filho, consolidando mais um passo no crescimento de um projeto político que vem ganhando força em todas as regiões potiguares.

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Lula destina 35,5% menos verba que Bolsonaro para combate ao crime organizado nas fronteiras

Foto: ST Sionir (CCOMSEx)

Os valores do governo federal destinados à Operação Ágata, voltada ao combate ao crime organizado nas fronteiras, caíram 35,5% nos três primeiros anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em comparação com o mesmo período da gestão Jair Bolsonaro (PL). Segundo dados do Ministério da Defesa, corrigidos pela inflação, o investimento passou de R$ 100,5 milhões para R$ 64,8 milhões.

Criada em 2011, a Operação Ágata reúne as Forças Armadas e órgãos de segurança no combate ao tráfico de drogas, contrabando, garimpo ilegal e outros crimes na faixa de fronteira. Nos últimos 10 anos, os gastos recuaram 71%, passando de R$ 33,4 milhões em 2015 para R$ 9,5 milhões em 2025. O maior investimento do período foi registrado em 2022, com R$ 70,3 milhões.

Em nota, o Ministério da Defesa afirmou que a Operação Ágata Amazônia 2025 causou prejuízo superior a R$ 220 milhões ao crime organizado e que a edição de 2026 já provocou impacto econômico superior a R$ 1 bilhão. A pasta também informou que, entre 6 de abril e 13 de maio deste ano, a operação na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru apreendeu mais de 15 toneladas de drogas.

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  1. Quando bozo diminuiu a receita dos combates aos crimes ambientais, o chamaram de incendiário, então com o Nine a gnt pode chamar de parceiro do cv?

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Litoral da Grande Natal registra seis pontos impróprios para banho; veja lista

Foto: Carlos Azevedo/Novo Notícias

O litoral da Grande Natal tem seis pontos impróprios para banho neste fim de semana, segundo boletim de balneabilidade divulgado neste sábado (11) pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema). Na semana passada, eram três trechos com restrição.

Os locais considerados inadequados para banho são: Foz do Rio Pirangi, em Nísia Floresta; Rio Pirangi (Ponte Nova), Pirangi do Norte (APURN) e Rio Pirangi-Pium (Balneário Pium), em Parnamirim; além de Praia do Meio (Quiosque 13) e Areia Preta (Escadaria de Mãe Luíza), em Natal.

Os demais pontos monitorados pelo programa Água Azul foram classificados como próprios para banho. A análise segue critérios do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e considera as amostras de água coletadas nas últimas cinco semanas.

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Morre o cantor italiano Peppino di Capri, famoso pela música ‘Champagne’, aos 86 anos

Foto: reprodução

O cantor italiano Peppino di Capri morreu neste sábado (11), aos 86 anos, na ilha de Capri, no sul da Itália. A informação foi confirmada por familiares à agência italiana Ansa.

O artista enfrentava problemas de saúde e estava longe dos palcos. A família não informou a causa da morte.

Nas redes sociais, o perfil oficial de Peppino publicou uma foto do cantor acompanhada apenas da palavra “Ciao”, que significa “tchau” em italiano. O músico completaria 87 anos no próximo dia 27 de julho.

Nascido Giuseppe Faiella, Peppino construiu uma carreira de décadas na música italiana. Entre seus maiores sucessos estão as canções “Champagne” e “Roberta”, que ajudaram a torná-lo conhecido dentro e fora da Itália.

O velório e o sepultamento serão realizados neste domingo (12), na Igreja de Santo Stefano, em Capri. Peppino deixa três filhos: Arrigo, conhecido como Igor, Edoardo e Dario.

Peppino festejou 70 anos de carreira no famoso Festival de Sanremo, em 2023. Assista:

g1

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Grande público marca encontro regional do Endireita RN com Álvaro Dias e lideranças do Vale do Açu


O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou, na manhã deste sábado, de mais uma etapa do movimento Endireita RN, durante o Encontro Regional do Vale do Açu, realizado em Assú. O evento, sediado na Quadra Caminho do Futuro, reuniu grande público e lideranças políticas de diversas regiões do estado, fortalecendo a mobilização do movimento pelo Rio Grande do Norte.

Além de Álvaro Dias, participaram do encontro o pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio; o pré-candidato a vice-governador, Babá Pereira; o pré-candidato a deputado federal, Pedro Filho; o deputado estadual e pré-candidato à reeleição, Coronel Azevedo; a vereadora de Natal e pré-candidata a deputada estadual, Camila Araújo; o ex-prefeito de Elói de Souza e pré-candidato a deputado estadual, Maciel; o pré-candidato a deputado estadual, Giovani; e Renato, ex-candidato a vice-prefeito de Goianinha.

Também prestigiaram o evento o ex-prefeito de Itajá, Alaor Pessoa; o vereador de Macau, Givagno; o vereador de Alto do Rodrigues, Toinho Olegário; Alisson Bezerra, liderança de Mossoró; Lamarque Oliveira e Gideon Ismaias, suplentes de vereador de Mossoró; Irmão Luciano, suplente de vereador de Canguaretama; Narliano, Pastor Junão, Dr. Valderi e Janaína, lideranças de Pau dos Ferros; Zé Humberto, suplente de vereador de Natal; Damião, suplente de vereador de Assú; Lavoisier, ex-vereador de Assú; Francisquinho, suplente de vereador de São Rafael; Galego de Nina, suplente de vereador de Itajá; Jailton Motoqueiro, liderança de Alto do Rodrigues; Bonfim, suplente de vereador de Coronel João Pessoa; e Maria, suplente de vereadora de Marcelino Vieira.

Durante o encontro, Álvaro Dias conversou com lideranças e moradores da região, reafirmando o compromisso de construir um projeto para o Rio Grande do Norte baseado na escuta da população e no fortalecimento dos municípios.

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