A Secretaria Municipal de Saúde de Natal vai disponibilizar neste fim de semana mais dois pontos de vacinação na Zona Norte da cidade: as Unidades Básicas de Saúde Nova Aliança e Pompeia funcionarão no sábado e domingo das 8h às 12h, vacinando contra a Covid-19. Além desses dois pontos, o Ginásio Nélio Dias, também na Zona Norte, mantem o funcionamento normal das 8h às 16h.
Para os professores do ensino Fundamental I e II, a SMS Natal disponibiliza na região o colégio Expansivo funcionando no sábado e domingo das 8h às 16h.
Todos os seis drives estarão funcionando normalmente durante o final de semana, além do Ginásio do Colégio Sagrada Família, este exclusivo para vacinação dos professores.
Todas as informações sobre documentação, público alvo podem ser acessadas no vacina.natal.rn.gov.br .
Uma pesquisa do instituto AtlasIntel/Bloomberg aponta que a maioria dos brasileiros avalia negativamente a situação econômica do país. Segundo o levantamento, 52% dos entrevistados consideram que a economia brasileira está ruim. Outros 36% dizem que o cenário é bom, enquanto 13% classificam como normal.
O estudo também mediu a percepção sobre emprego e renda familiar. No mercado de trabalho, 43% avaliam a situação como boa, 40% como ruim e 18% como normal.
Já em relação à economia das famílias, os números aparecem mais equilibrados: 36% consideram a situação boa, 36% ruim e 28% normal.
A pesquisa ouviu 4.999 pessoas em todo o Brasil entre os dias 26 e 30 de junho de 2026. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-04582/2026.
O vereador licenciado do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, afirmou neste sábado (4) ter visitado o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. A declaração foi feita nas redes sociais, onde Carlos relatou como foi o encontro e disse que o ex-presidente está “ciente de tudo” o que ocorre no cenário político, mesmo sem acesso livre a conversas e interações nas redes sociais.
Segundo ele, Bolsonaro também recebeu informações sobre visitas recentes de familiares, incluindo o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, e teria acompanhado relatos sobre articulações políticas em andamento.
Carlos não comentou diretamente os atritos internos recentes envolvendo membros da família. Em sua publicação, afirmou ainda que a conversa foi longa e que o ex-presidente demonstrou estar bem informado sobre o ambiente político.
Hoje visitei meu pai em sua prisão política domiciliar, impedido de receber visitas de qualquer pessoa que não sejam seus filhos. É uma determinação extremamente incomum, mas o objetivo é óbvio: impedir que ele converse com pessoas que possam servir de voz fora do cárcere.… pic.twitter.com/jbSzwR9xLr
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) July 4, 2026
As medidas econômicas e sociais anunciadas pelo governo do presidente Lula (PT) em 2026 já somam mais de R$ 180 bilhões, segundo levantamento divulgado pela Folha de S.Paulo. Os efeitos das ações devem avançar para o ciclo presidencial seguinte, a partir de 2027.
O conjunto de iniciativas foi intensificado nos últimos meses, em meio à aproximação do período eleitoral. A partir deste sábado (4), entra em vigor o chamado defeso eleitoral, que limita eventos, inaugurações e ações de comunicação institucional nos três meses que antecedem a eleição.
Segundo o levantamento, as medidas têm como foco principal a população de renda intermediária, segmento que representa cerca de um terço do eleitorado. Esse grupo é apontado em pesquisas como um dos pontos de maior disputa política.
Entre as 16 ações mapeadas, estão aportes em fundos de garantia, linhas de crédito para compra de veículos, financiamento agrícola, programas para microempreendedores, taxistas e entregadores, além de renegociação de dívidas e recomposição de subsídios.
O volume total cresceu em relação a maio, quando era estimado em R$ 144 bilhões.
O governo afirma que as iniciativas têm impacto controlado nas contas públicas e não representam pressão relevante sobre a inflação.
Já analistas e técnicos do mercado financeiro avaliam que o conjunto pode influenciar a atividade econômica, juros e percepção de risco fiscal, enquanto o Banco Central acompanha os efeitos sobre a demanda e o cenário inflacionário.
Duas pesquisas divulgadas após a crise pública entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) indicam que o parlamentar manteve uma base eleitoral sólida e segue como o principal nome da direita em uma eventual disputa contra o presidente Lula (PT). As infomações são do Metrópoles.
Levantamento da Nexus, divulgado em 29 de junho, mostra Lula com 47% e Flávio com 44% em um cenário de segundo turno. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os dois aparecem tecnicamente empatados. No primeiro turno, Lula registra 42%, enquanto Flávio varia entre 34% e 35%.
Já a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada em 1º de julho, aponta Lula com 48,8% e Flávio com 42,3% no segundo turno. Nesse levantamento, a vantagem do presidente aparece fora da margem de erro, de um ponto percentual.
Os dois institutos realizaram as entrevistas depois da repercussão do desentendimento entre Flávio e Michelle. Ela afirmou que foi desrespeitada durante uma ligação sobre as articulações eleitorais do PL no Ceará.
O senador negou ter agido dessa forma e afirmou que nunca maltratou ou humilhou uma mulher, pedindo desculpas caso ela tenha se sentido ofendida.
Quase 82% preferem Flávio
Apesar da crise, um recorte da AtlasIntel mostra que 81,9% dos eleitores bolsonaristas preferem Flávio como candidato da direita à Presidência, enquanto Michelle aparece com 14,7%. Entre as mulheres bolsonaristas, o senador também lidera a preferência, segundo o instituto.
As pesquisas utilizaram metodologias diferentes e, por isso, não permitem comparação direta. Em comum, porém, os levantamentos indicam que Flávio preservou o apoio da maior parte do eleitorado ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo após a sequência de desgastes políticos recentes.
O governo do Piauí sancionou uma lei que obriga empresas contratadas pela administração estadual a reservar parte das vagas de trabalho para egressos do sistema prisional e pessoas que cumprem pena nos regimes aberto e semiaberto. A medida vale para contratos firmados com o poder público estadual.
A nova regra determina que contratos com 25 ou mais trabalhadores reservem pelo menos 5% das vagas para esse público. Nos contratos entre seis e 24 funcionários, será obrigatória a contratação de pelo menos uma pessoa enquadrada nos critérios da lei.
A iniciativa provocou reação de parlamentares da oposição. Conforme informações do Diário do Poder, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) afirmou que a medida “prioriza criminosos” e o deputado Rodrigo Valadares (PL-SE) disse que a política transmite um “sinal equivocado” à sociedade ao reservar vagas para condenados.
Os deputados Sanderson (PL-RS) e Coronel Tadeu (PRD-SP) afirmaram que o governo deveria concentrar esforços em políticas de segurança pública e em ações voltadas às vítimas da criminalidade, em vez de criar uma reserva de vagas para ex-detentos.
Entenda
De acordo com a Lei nº 9.029/2026, os beneficiários serão indicados pelos Escritórios Sociais, pelas Varas de Execução Penal ou pela Secretaria de Estado da Justiça. As empresas deverão comprovar o cumprimento da exigência para receber pagamentos do Estado, e o descumprimento poderá resultar nas sanções previstas na Lei de Licitações.
Segundo o governo, a norma busca ampliar a reinserção social por meio da oferta de emprego, capacitação profissional, incentivo à educação, regularização de documentos e fortalecimento dos vínculos familiares das pessoas atendidas pela política.
Em entrevista à Cine TV RN, o secretário disse que não se recusou a mostrar o rosto e afirmou que a ação “não foi uma blitz da Lei Seca, mas uma covardia”. Segundo sua versão, ele sofreu agressões físicas durante a abordagem, o que teria provocado escoriações em seu rosto.
Luiz Thiago também classificou a prisão como arbitrária. “Isso aqui se trata de uma oposição política” e “aqui não foi preso um secretário, fizeram uma covardia com um cidadão”, declarou. Segundo ele, as denúncias serão levadas à Justiça e acompanhadas de provas.
Ao relatar a abordagem, o secretário afirmou que não lhe foi oferecido o teste do bafômetro. Ainda segundo sua versão, “um dos policiais me chamou de ‘caba de peia’ e me deu um murro no rosto”. Ele acrescentou que foi algemado e levado à delegacia logo após sair do veículo.
Sobre a suspeita de ter ingerido bebida alcoólica, Luiz Thiago negou ter consumido álcool. “Eu não bebi porque nada foi comprovado”, afirmou. O secretário disse ainda que pretende realizar um exame de sangue para reforçar sua defesa e sustenta que foi vítima de uma “prisão ilegal”.
“As imagens vão provar. Aquilo não foi uma blitz da Lei Seca, ali foi uma covardia”, declarou.
A quebra de sigilo bancário de Luís Cláudio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, mostra que ele realizou 1.531 transações financeiras entre janeiro de 2022 e janeiro de 2026, movimentando R$ 19,5 milhões no período, entre créditos, débitos e transferências, incluindo operações entre contas de sua própria titularidade. As informações foram reveladas pelo Jornal Nacional deste sábado (4).
Segundo os documentos, ao longo dos quatro anos analisados, foram registrados R$ 9,7 milhões em créditos e praticamente o mesmo valor em saídas das contas. A maior parte dos recursos recebidos, de acordo com a quebra de sigilo, teve origem em resgates de fundos de investimento, que somaram R$ 4,4 milhões.
Os registros também apontam que Lulinha recebeu três depósitos do presidente Lula entre 2022 e 2023, totalizando R$ 721 mil. Ainda conforme os documentos, no mesmo dia em que recebeu um desses depósitos, em dezembro de 2023, ele compensou um cheque de R$ 157 mil assinado por Paulo Tarcísio Okamoto, diretor do Instituto Lula.
A documentação indica ainda créditos provenientes de uma empresa da qual a esposa de Lulinha, Renata de Abreu Moreira, é sócia, além de recursos oriundos de consórcios, previdência privada, seguros e outras operações classificadas nos extratos.
De acordo com a quebra de sigilo, parte significativa dos valores foi transferida para outras contas do próprio Lulinha. Os documentos também registram 17 transferências que somaram R$ 704 mil para o ex-sócio Jonas Leite Soassuna Filho e outras 15 transferências, totalizando R$ 750 mil, para o ex-sócio Calil Bittar, entre 2024 e 2025.
O pré-candidato ao Governo do RN, Álvaro Dias (PL), participou nesta sexta-feira (3) do 3º Seminário Nacional de Comunicação do Partido Liberal, no Rio de Janeiro. Durante o evento, o ex-prefeito de Natal recebeu manifestações de apoio de lideranças nacionais da legenda, entre elas o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), fortalecendo sua pré-candidatura para as eleições de 2026.
O seminário reuniu mais de 3 mil participantes, entre parlamentares, dirigentes, assessores e comunicadores do partido. Além de Flávio Bolsonaro, Álvaro esteve ao lado do senador Rogério Marinho (PL-RN), do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e da deputada federal Bia Kicis (PL-DF).
Segundo a organização, o encontro teve como foco o fortalecimento da comunicação política do PL, com debates sobre estratégias digitais, produção de conteúdo, redes sociais, legislação eleitoral e preparação para o próximo ciclo eleitoral.
Durante a programação, dirigentes e parlamentares da legenda reafirmaram apoio ao projeto político de Álvaro Dias para a disputa pelo Governo do RN em 2026. A participação também reforça a presença do ex-prefeito nas articulações nacionais do partido.
Considerado um dos maiores eventos de comunicação política promovidos pelo PL, o seminário reuniu representantes de diversas regiões do país para discutir estratégias de campanha e ampliar a atuação da legenda nas plataformas digitais.
O secretário municipal de Turismo de Extremoz, Luiz Thiago Tinet, 43 anos, foi detido no final da tarde deste sábado, na Estrada de Genipabu, durante uma blitz da Lei Seca – Operação Zero Álcool.
Segundo o coronel PM César Fagundes, do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual, Tinet estava dirigindo um buggy e tentou se esquivar da fiscalização. Ao ser interceptado, ele se recusou a realizar o teste de alcoolemia (bafômetro), recebendo voz de prisão, diante dos visíveis sinais de alteração da capacidade psicomotora.
Ele foi encaminhado à Delegacia de Plantão da Zona Norte de Natal.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou que entregará à Polícia Federal, na segunda-feira (6), as armas registradas em nome dele, em cumprimento à decisão do ministro Alexandre de Moraes.
A medida foi determinada após Moraes revogar o porte de arma e o Certificado de Registro de CAC de Bolsonaro. Segundo a defesa, duas armas da marca Caracal não serão entregues porque já estão sob custódia por determinação anterior.
A decisão foi motivada pela apreensão de uma pistola Glock calibre 9 mm encontrada em junho em um veículo utilizado pela segurança do ex-presidente. Na ocasião, Bolsonaro confirmou que a arma era de sua propriedade e havia sido retirada para manutenção.
A relação das armas inclui:
Pistola Taurus, calibre .380 Auto;
Pistola Taurus, calibre .40 S&W;
Pistola Glock, calibre 9×19 mm Parabellum;
Carabina/Fuzil Caracal, calibre 5,56×45 mm;
Pistola Caracal, calibre 9×19 mm Parabellum;
Carabina/Fuzil Springfield Armory, calibre 7,62×51 mm;
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