Levantamento do Instituto Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (5) aponta que a desaprovação ao governo do presidente Lula (PT) ultrapassou os 50% e já supera a aprovação. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o país e indica leve oscilação nos índices em relação ao levantamento anterior.
De acordo com os dados, 52% dos entrevistados disseram desaprovar a gestão, enquanto 42% afirmaram aprovar. Outros 6% não souberam responder ou preferiram não opinar.
Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em março, a aprovação recuou de 44% para 42%. Já a desaprovação aumentou de 51% para 52%, dentro da margem de erro.
Segundo o instituto, o levantamento foi realizado entre os dias 2 e 4 de maio, com entrevistas em todas as regiões do país.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03627/2026. Veja AQUI a íntegra da pesquisa.
Pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (5) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno presidencial.
Segundo o levantamento, Flávio tem 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula, cenário que configura empate técnico dentro da margem de erro, conforme a CNN.
A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o que indica uma disputa aberta e sem definição no momento. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. O nível de confiança é de 95%.
O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o protocolo BR-03627/2026. Veja AQUI a íntegra da pesquisa.
Parte de ministros do STF avalia, em conversas de bastidores com lideranças do Congresso Nacional, a possibilidade de redução de penas aplicadas a condenados pelos atos de 8 de janeiro. Segundo informações da CNN Brasil, o cenário está ligado à tramitação do chamado PL da Dosimetria e à percepção interna de que não há maioria consolidada para barrar a proposta.
Segundo interlocutores, o ambiente político e institucional não favorece, neste momento, a derrubada do projeto. A avaliação considera também o aumento recente da tensão entre o Judiciário e o Legislativo.
Apesar da possibilidade de redução de penas, a eventual aplicação da nova regra não seria automática. Conforme o modelo em discussão, caberia ao relator dos casos ligados ao 8 de janeiro, ministro Alexandre de Moraes, analisar individualmente os pedidos apresentados pelas defesas.
Segundo o relator do projeto na Câmara, deputado Paulinho da Força, a revisão das penas pode gerar impacto relevante em parte dos casos. Mais de 1,4 mil pessoas foram condenadas pelos atos, e cerca de 600 réus poderiam ser alcançados pela nova legislação, caso seja mantida após eventual análise judicial.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) registrou em março que 21 dos 25 ministros da Corte receberam remunerações acima de R$ 100 mil líquidos, segundo dados oficiais do próprio tribunal. No mesmo período, o presidente da Corte, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, recebeu R$ 103,5 mil líquidos, valor mais que o dobro do teto constitucional do funcionalismo público.
O teto do funcionalismo público atualmente é de R$ 46.366,19, equivalente ao salário de ministros do STF. Ainda assim, a maioria dos integrantes do TST aparece com rendimentos que ultrapassam R$ 100 mil no mês analisado.
No caso do presidente da Corte, a remuneração bruta em março chegou a R$ 127 mil. Segundo os registros, o valor é formado por subsídio, vantagens individuais, indenizações, gratificações e pagamentos eventuais.
Após os descontos legais, o valor líquido ficou em R$ 103,5 mil. No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o magistrado recebeu mais de R$ 290 mil líquidos, com pagamentos mensais acima de R$ 80 mil.
Os dados revelam ainda que apenas quatro dos 25 ministros ficaram abaixo da marca de R$ 100 mil no período, com rendimentos entre R$ 52 mil e R$ 90 mil.
De acordo com Waack, o governo tenta apresentar soluções para o problema do endividamento, mas sem enfrentar fatores como juros elevados e renda insuficiente das famílias. O jornalista também criticou o fato de a inflação não ter explodido, mas ainda assim impactar fortemente a população de baixa renda.
Em análise, Waack afirmou que o cenário de crédito no país continua pressionando especialmente quem recorre ao rotativo do cartão, considerado um dos mais caros do mercado. Para ele, a política fiscal do governo também contribui para o cenário de juros elevados.
O comentarista ainda destacou declarações do presidente Lula ao tratar o tema do endividamento sob uma perspectiva comportamental, o que, segundo ele, desvia das causas econômicas do problema e recai em uma abordagem moral do tema.
Por fim, Waack avaliou que o objetivo central do programa seria tentar reduzir a desaprovação do governo, mirando o cenário eleitoral. Segundo ele, o Palácio do Planalto ainda pode lançar novas iniciativas com o mesmo foco até as eleições.
O presidente Lula (PT) afirmou, em discurso, que “é muito bom que o povo tenha capacidade de se endividar”. A declaração foi feita ao comentar o comportamento de consumo da população brasileira e o acesso ao crédito, citando ainda a importância da responsabilidade financeira ao contrair dívidas.
Lula destacou que o endividamento faz parte da dinâmica econômica do país e relembrou a crise de 2008, quando o mercado internacional enfrentou o chamado “subprime”.
Segundo o presidente, à época ele chegou a fazer um pronunciamento em rede nacional incentivando cautela, mas sem medo do consumo, desde que houvesse responsabilidade. “Não deveriam gastar mais do que pudessem pagar”, disse, ao relembrar o contexto daquele período.
O TSE lançou a mascote “Pilili”, em comemoração aos 30 anos das urnas eletrônicas no Brasil. A personagem foi apresentada em Brasília, para estudantes de escolas públicas e privadas, e deve ser usada nas campanhas das eleições de 2026. Segundo o TSE, o nome faz referência ao som da tecla de confirmação do voto.
A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, destacou a segurança, confiabilidade, agilidade e auditabilidade do sistema eletrônico de votação, conforme a CNN.
De acordo com o TSE, a mascote “Pilili” terá papel educativo ao longo do ciclo eleitoral de 2026, funcionando como uma espécie de símbolo institucional da Justiça Eleitoral, em modelo semelhante a campanhas educativas já usadas no país.
A Corte informou que a mascote não possui qualquer vínculo político ou ideológico: “a bandeira dela é a democracia”.
O STF marcou para o dia 20 de maio o julgamento de duas ações que questionam bloqueios em redes sociais envolvendo Jair Bolsonaro durante o período em que ele ocupava a Presidência da República, em 2020. O caso reacende o debate sobre os limites da atuação de autoridades públicas em plataformas digitais.
O julgamento será conduzido sob relatoria dos ministros Cármen Lúcia e André Mendonça e vai analisar se houve irregularidade em bloqueios de usuários realizados a partir de contas ligadas ao então presidente.
Uma das ações envolve o bloqueio do jornalista William de Luca Martinez no X (antigo Twitter). O caso levanta questionamentos sobre possível restrição de acesso e eventual abuso de poder. À época, a defesa de Bolsonaro alegou que o perfil teria natureza pessoal, o que permitiria a moderação de interações.
A segunda ação foi movida pelo advogado Leonardo Medeiros Magalhães em 2020, que solicitou o desbloqueio de sua conta no Instagram e o reconhecimento do direito de interação com o então presidente nas redes sociais.
Segundo o processo, o bloqueio teria ocorrido após um comentário feito pelo advogado em uma publicação relacionada a uma conversa envolvendo a ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP) e o ex-ministro Sergio Moro.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, afirmou que o Judiciário não pode ser apontado como o único responsável pela crise de confiança nas instituições brasileiras. Ele destacou que há um cenário mais amplo de desgaste na confiança da população em diferentes instituições do país.
Segundo o ministro, esse quadro é relacionado a dificuldades estruturais do Estado brasileiro em atender demandas básicas da sociedade.O ministro afirmou que direcionar a crise exclusivamente ao STF seria uma leitura limitada do problema.
“Pretender resolver a crise de confiança mirando apenas o STF é, no mínimo, ingenuidade, mas mais provavelmente miopia deliberada e intenções obscuras”, disse.
Gilmar também citou pesquisas de opinião, incluindo dados do Datafolha, segundo os quais 43% dos brasileiros afirmam não confiar no Supremo. Para ele, os recentes desdobramentos do Caso Master têm ampliado a sensação de insatisfação e contribuído para o desgaste institucional.
A informação foi confirmada pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, que informou que o paciente não resistiu aos ferimentos após ter sido internado em estado grave.
Foto: Reprodução
Com a nova atualização, o acidente aéreo passa a ter três vítimas fatais: o piloto da aeronave, o passageiro que estava no assento do copiloto e a terceira vítima que havia sido socorrida em estado crítico.
Outros dois ocupantes seguem internados no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, e segundo boletim médico, apresentam quadro estável.
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