Diversos

Leilão de petróleo da ANP arrecada R$ 8,9 bilhões em bônus e bate novo recorde

Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia (esq) e Decio Oddone, diretor-geral da ANP, comentam o resultado do leilão — Foto: Carlos Brito/G1

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) levou a leilão nesta quinta-feira (10), 36 blocos exploratórios de petróleo e gás. Foram arrecadados R$ 8,915 bilhões em bônus de assinatura, um novo recorde nas recentes rodadas de concessões. O investimento mínimo previsto para os blocos é de R$ 1,579 bilhão.

“Sempre achamos que seria um leilão exitoso e superamos as expectativas. Tivemos o recorde de bônus em leilão de concessões”, afirmou ao final do leilão o diretor-geral da ANP, Decio Oddone.

Apesar do bom resultado, apenas 12 dos blocos ofertados foram arrematados (veja a lista de resultados mais abaixo). As áreas, ofertadas sob regime de concessão, estão nas bacias sedimentares marítimas de Pernambuco-Paraíba, Jacuípe, Camamu-Almada, Campos e Santos.

Segundo a ANP, o ágio total do leilão ficou em 390,06%. Se todos os 36 blocos tivessem sido arrematados pelo valor mínimo, a arrecadação de bônus teria ficado em R$ 3,216 bilhões.

Blocos sem oferta

Nenhum dos blocos nas bacias localizadas no litoral nordestino recebeu ofertas. A concessão dos blocos no litoral da Bahia era contestada por ambientalistas, diante da possibilidade de riscos para o parque marinho de Abrolhos. O leilão desta quinta chegou a ser alvo de protestos no início da manhã.

Outros 9 blocos da bacia de Santos também não tiveram compradores.

Dezessete empresas se inscreveram para participar dessa rodada de licitações, a 16ª do setor e a primeira do calendário de grandes leilões de óleo e gás do governo Jair Bolsonaro. Dessas, apenas 2 – Petrobras e Enauta – são brasileiras. As demais 15 são todas estrangeiras sendo que, dentre elas, somente a Petronas ainda não possui contrato de exploração e produção no Brasil.

Leia matéria completa do G1 aqui.

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Economia

Índice da bolsa de valores bate novo recorde, acima de 93 mil pontos

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

O índice Bovespa subiu mais de 1% no final da manhã desta quarta-feira (9) e ultrapassou os 93 mil pontos. Com isso, o Ibovespa mantém a tendência de desempenho crescente registrada nos últimos dias e bate mais um recorde.

O recorde anterior foi registrado ontem, com 92.031 pontos, alta de 0,36% em relação ao pregão anterior, segundo dados disponíveis no portal da Bovespa.

Entre as ações mais negociadas, estavam da Petrobras e da Vale, com alta de mais de 2%. No caso da siderúrgica Usiminas, a valorização chegou perto dos 4%.

Por volta das 13h, as maiores altas ficaram com a empresa de comércio eletrônico B2W Digital, formada por Americanas.com, Submarino e Shoptime, com 6,93%; a concessionária CCR Rodovias, com 5,72%; e a Cosan, do segmento de energia e infraestrutura, com valorização de 4,74%.

Já o dólar opera em baixa, a R$ 3,68. Ontem (8), o dólar comercial fechou em queda de 0,48%, cotado a R$ 3,7153.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Só observando os grandes investidores que passam aqui. Acho melhor se preocuparem com o preço do feijão e da rapadura. Essa bolsa é tão volúvel que se o bolsonaro resolver usar um charuto de modo não convencional, ela cai. Sabe aquele jogo com tapia? Já sabe quem ganha.

    1. Você prefere o ladrao condenado Lula roubando a Petrobras..entendi ,queriam fazer do Brasil uma miserável Venezuela,imbecil se mude para Cuba ..melhor VENEZUELA,mas leve uma pá para revirar o lixo para ter oque comer

    2. Sua observação é inócua, fique certo que infelizmente vc vai passar um tempo sem usurpar dinheiro público, e consequentemente agora terá que trabalhar, se quiser pelo menos comer um feijão. Kkkkkkk

    1. Olhai a turma do "quanto pior melhor" dando as caras.
      A bolsa AFUNDOU por 10 anos, quem investe perdeu muito dinheiro e a turma que apoia a corrupção se fartou com cargos comissionados – aparelhamento, bolsa esmola, recursos de ongs fantasmas e tantas outras imoralidades e irregularidades.
      Quem investe na bolsa gera emprego, quem se alimenta do estado, causa pobreza e miséria.

    2. É por isso que é preciso saber operarar na bolsa.
      Bolsa não é para aventureiros!

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Economia

Produção no pré-sal bate novo recorde e supera patamar de 470 mil barris de petróleo por dia

A Petrobras informa que a produção de petróleo nos campos operados pela companhia, na chamada Província Pré-Sal, nas Bacias de Santos e Campos, superou, no último dia 11 de maio, o patamar de 470 mil barris de petróleo por dia (bpd), o que representa um novo recorde de produção diário.

Esse patamar foi atingido com a produção de 24 poços, sendo nove provenientes da Bacia de Santos. Com isso, a produtividade média por poço no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos alcançou 28 mil barris de petróleo por dia (bpd), um aumento de quase 30% em comparação com fevereiro de 2013, quando foi alcançado o recorde de produção diária de 300 mil bpd.

Esse resultado se deve à entrada em operação, no último dia 9 de maio, do poço 7-LL-22D-RJS. Esse poço, com vazão atual de 31 mil bpd, está interligado ao FPSO (navio-plataforma) Cidade de Paraty, no campo de Lula, através de uma Boia de Sustentação de Riser (BSR).  Por meio dessa tecnologia pioneira, o trecho ascendente das tubulações de produção é sustentado por uma boia submersa. Trata-se do terceiro poço interligado utilizando a tecnologia BSR e o primeiro conectado ao FPSO Cidade de Paraty.

A primeira boia, instalada no FPSO Cidade de São Paulo, no campo de Sapinhoá, já possui dois poços em produção. O primeiro poço interligado vem apresentando desempenho acima da média e mantém-se como o melhor poço produtor do país, com produção de aproximadamente 36 mil bpd. O segundo poço desta BSR foi interligado no início de abril e está produzindo 35 mil bpd. A instalação da terceira boia, também no FPSO Cidade de São Paulo, e da quarta boia, no FPSO Cidade de Paraty, foram concluídas em abril e maio, respectivamente.

O FPSO Cidade de São Paulo produz atualmente cerca de 100 mil bpd, com três poços, e o FPSO Cidade de Paraty, cerca de 60 mil bpd, com dois poços.

Ao longo dos próximos meses, novos poços serão interligados aos FPSOs Cidade de São Paulo e Cidade de Paraty por meio das BSRs, garantindo a continuidade do crescimento sustentável da produção do pré-sal, com o atingimento da capacidade máxima de produção dessas plataformas – que é de 120 mil bpd -, ainda no terceiro trimestre.

O campo de Lula é operado pela Petrobras (65%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (25%) e a Petrogal Brasil S.A. (10%). O campo de Sapinhoá é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda. (30%) e a Repsol Sinopec Brasil S.A. (25%).

Opinião dos leitores

  1. E tem entendido que aparece nesse blog para dizer que não é extraida uma única gota de petróleo do pré-sal.

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