Saúde

Comer nozes com frequência pode ajudar a deixar o esperma saudável, em maior quantidade e mais “ágil”, diz estudo

A pesquisa aponta que o alimento ajudou a aumentar a quantidade média de espermatozoides, a quantidade de esperma vivo e também a sua motilidade

As nozes já foram apontadas como um ótimo alimento para o coração, mas cientistas descobriram outro benefício: elas podem deixar o esperma saudável. De acordo com um novo teste clínico, os indivíduos que ingeriram 60 gramas de nozes todos os dias durante 14 semanas tiveram um aumento na contagem de espermatozoides no sêmen.

Foto: shutterstock

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo (da Universidade Rovira i Virgili, na Espanha) também descobriram que, além de ter mais espermatozoides, os homens que incluíram nozes na dieta também apresentaram um esperma saudável . Segundo informações do veículo britânico “The Guardian”, a equipe por trás da pesquisa apresentou essas descobertas na reunião anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia.

Para a pesquisa, 119 homens saudáveis, ​dos 18 aos 35 anos, foram separados aleatoriamente em dois grupos. O primeiro grupo continuou seguindo os hábitos alimentares normalmente, enquanto o segundo grupo incorporou 60 gramas diárias de amêndoas, avelãs e nozes na dieta por 14 semanas. Depois desse período, os pesquisadores analisaram amostras de esperma e sangue dos participantes para determinar se a mudança na alimentação teve algum impacto na saúde do esperma.

Esperma saudável, em maior quantidade e mais “ágil”

Nas análises, foi descoberto que os homens que consumiram as nozes tiveram um aumento de cerca de 16% na contagem de espermatozoides, mas essa não foi a única melhoria encontrada na substância. O número de espermatozoides vivos e saudáveis ​​encontrados nas amostras aumentou em 4%, enquanto a motilidade espermática (que determina os melhores “nadadores”) aumentou em 6%. O último dado é positivo pois indica que essa mudança na alimentação aumenta as chances dos espermatozoides chegarem até o óvulo e fertilizá-lo.

Também foi observada uma ligeira melhora quanto ao formato dos espermatozoides nas amostras coletadas pelo estudo. De acordo com a análise, 1% deles passou a apresentar uma forma mais próxima do padrão “ideal” entre essas células, ou seja, com cabeças ovais e caudas longas. Segundo os pesquisadores, esse é um fator determinante para o quão fértil o homem é.

Embora o principal autor do estudo, Albert Salas-Huetos, acredite que os resultados sejam significativos, ele adverte que mais pesquisas precisam ser feitas antes que as nozes passem a ser usadas para tratar problemas de infertilidade . Isso porque, como a amostra é pequena e só inclui homens ocidentais, ela não representa todos os indivíduos do sexo masculino.

No entanto, Salas-Huetos acredita que essas evidências do estudo indicam que bons hábitos alimentares ​​podem, sim, deixar o esperma saudável . “Mais evidências estão se acumulando sobre como seguir um padrão alimentar saudável pode ajudar na fertilidade e, claro, as nozes são uma componente chave de uma dieta mediterrânea saudável”, afirma em um comunicado oficial.

IG

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Diversos

Homens têm menos chances de perdoar traição, diz estudo

Imagem: iStock

Quando o assunto é traição, há quem jura que não tem volta e há quem consegue perdoar. Fato é que os homens estão mais propensos a fazer parte do primeiro grupo, pelo menos de acordo com um estudo realizado pela consultoria britânica Hall Brown Family Law.

A pesquisa mostrou que, enquanto eles têm mais probabilidade de seguir em frente com um relacionamento extraconjugal, também têm mais dificuldade de perdoar quando é a esposa ou namorada que “pula a cerca”.

Em outubro de 2017, o número de mulheres que pediram o divórcio em consequência de uma traição era 43% menor que há 20 anos. O dos homens, por outro lado, mostrou alta de mais de 30%.

Os resultados da pesquisa mostraram que pelo menos um terço dos processos de divórcio no Reino Unido surgem entre casais que perdoaram erros do passado, mas que não conseguiram retomar o relacionamento depois do “perdão”.

“Estamos surpresos com a capacidade de homens e mulheres ‘fecharem os olhos’ quando enfrentam uma traição, mas percebemos que a longo prazo isso desgasta o relacionamento e acaba levando à separação, mesmo que anos depois”, disse a advogada Ellen Walker, da Hall Brown Family Law, ao “The Independent”.

De acordo com a pesquisa, o principal motivo para homens e mulheres superarem os problemas do adultério e tentar seguir em frente com o relacionamento é o impacto negativo que o divórcio pode gerar nos filhos.

Universa – UOL

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Diversos

“PERFUMES SEXUAIS”: Olfato apurado pode te ajudar a atingir o orgasmo, diz estudo

Por interino

Um estudo revela que sentir os “perfumes sexuais” pode ajudar no prazer

Foto: shutterstock

O sexo envolve todos os sentidos , e um deles pode garantir que você tenha um orgasmo mais intenso. O toque pode ser importante, a parte visual também, mas uma pesquisa indica que o segredo para ter relações sexuais melhores é aguçar o olfato. A explicação é que as pessoas que têm esse sentido mais desenvolvido são capazes de sentir todos os “perfumes sexuais”.

Agora, você deve estar se perguntado o que seriam esses tais “perfumes sexuais”, e a resposta é simples, são os cheiros que você pode sentir no sexo, como o de fluidos vaginais, o de espermatozoides e até mesmo do suor, que, de acordo com a ciência, libera feromônios que podem aumentar a atração. De modo geral, todos esses aromas podem, muitas vezes de forma inconsciente, atiçar o olfato e o desejo do casal na hora da relação.

Segundo informações do portal britânico “Mirror”, o estudo publicado no periódico especializado “Archives of Sexual Behavior” contou com a participação de 70 pessoas, sendo 42 mulheres e 28 homens. Todos os participantes eram jovens e sem nenhum problema de saúde. Para a pesquisa, os participantes foram vendados e, para avaliar a parte olfativa de cada um, foi apresentadas varetas com diferentes aromas.

Foi preciso identificar do que era cada cheiro, mas, fora esse teste, as pessoas foram questionadas sobre o desejo sexual delas e as experiências que já tiveram – incluindo a questão do prazer sexual e com que frequência atingiam o orgasmo. Também foi abordado na pesquisa a questão do desemprenho na cama, ou seja, com que frequência essas pessoas faziam sexo e quanto tempo durava.

Melhores relações e orgasmos

As mulheres com melhor senso olfativo relataram gostar mais de sexo e também tiveram mais orgasmos. Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque os cheiros que podem ser sentidos durante uma relação tem uma grande influência na experiência sexual das pessoas. Certos aromas podem desencadear excitação e relaxamento através de hormônios, e isso facilita o orgasmo.

Vale ressaltar que o tamanho da amostra utilizada no estudo é muito pequena, então não entre em pânico se você tiver problemas em sentir cheiros. Se você gosta de sexo e está satisfeita com suas experiências, não há nada com que se preocupar. Mas também é válido explorar esse sentido, e você pode, por exemplo, apostar em preliminares. Uma dica é colocar um venda nos olhos e explorar o corpo do parceiro através do olfato .

IG

 

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  1. ISSO NÃO É NOVIDADE.
    ESTOU ACHANDO QUE ESSE POVO QUE FAZ ESSES ESTUDOS SÃO DEMENTES.
    AQUI NO NORDESTE É ASSIM… NA HORA DO VAMU VER ELA PODE DAR UM PEIDO, MAS O CABA DA CHEIRO DE TODO TAMANHO!!!

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Diversos

Depois do casamento, a personalidade das pessoas muda, diz estudo

Por interino

Psicólogo explica que essas mudanças estão relacionadas a satisfação matrimonial e acaba mexendo com o comportamento dos recém-casados

Foto: shutterstock

Mesmo se o namoro e o noivado duraram anos e anos, no casamento tudo fica diferente. O casal passa a dividir não só a casa, como as despesas e responsabilidades, e essas mudanças podem refletir na relação. Para se moldar e adaptar a nova realidade de casado, um novo estudo indica que os parceiros passam por grandes mudanças de personalidade no primeiro ano de matrimônio.

A pesquisa, publicada recentemente na revista Developmental Psychology, foi conduzida pelo psicólogo Justin Lavner, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos. Ele descobriu, ao analisar 169 casais heterossexuais recém-casados, que houve uma série de similares mudanças de personalidade nessas pessoas após o casamento .

A maioria dessas mudanças concentra-se em algo chamado na psicologia de “big five” (cinco grandes traços de personalidade), que envolve as seguintes etapas: abertura, consciência, extroversão, amabilidade e neuroticismo. Na pesquisa, os casais foram analisados nos primeiros 18 meses de matrimônio, e as perguntas foram destinadas a medir os níveis desses cinco traços de personalidade.

Quais são essas mudanças?

O estudo descobriu que tanto o homem quanto a mulher se tornaram menos agradáveis um com o outro ​​no primeiro ano de matrimônio. Também descobriu que as mulheres ficaram mais retraídas, enquanto os homens se tornaram menos extrovertidos. O ponto positivo é que as esposas ficaram menos neuróticas, enquanto os maridos tomaram mais consciência da relação e apresentaram maior estabilidade emocional.

O autor da pesquisa observa que esses resultados indicam que acontecem mudanças significativas no primeiro ano de união. O engraçado é que, de acordo com o psicólogo, os resultados foram semelhantes entre a maioria dos casais analisados – independente de idade, demografia, tempo de relacionamento, satisfação conjugal e se já são ou não pais.

Satisfação conjugal influencia

Os níveis iniciais de personalidade, bem como as mudanças de personalidade ao longo do tempo, estão ligadas a como o casal passa a encarar essa nova realidade, já que uns se adaptam rapidamente ao casamento e outros não. “Juntas, essas descobertas indicam que as personalidades dos cônjuges recém-casados ​​passam por mudanças significativas durante os anos, e isso está associado a mudança na satisfação conjugal do casal”, conclui Lavner.

IG

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Diversos

Apps de paquera: curtir sexo casual não faz você transar mais, diz estudo

Por interino

Esqueça, não é porque você está no jogo que vai contar vantagem em cima daqueles que não utilizam da facilidade tecnológica a favor dos prazeres sexuais. Um estudo publicado por pesquisadores da Norwegian University of Science and Technology, na Noruega, analisou os hábitos de 641 estudantes entre 19 e 29 anos e mostrou o contrário do que muitos possam imaginar: usar app de paquera não significa transar mais.

Metade dos alunos envolvidos utilizam apps e um quinto disse ser usuários ativos. “Os aplicativos se tornaram a nova arena pública de encontros, seja para relacionamento ou uma transa casual. Mas as pessoas que estão lá são as mesmas que você pode encontrar de outras formas,” disse Mons Bendixen, professor do Departamento de Psicologia da NTNU.

A sociosexualidade, que determina a afinidade (ou não) com o sexo sexual, foi um dos fatores analisados durante o estudo. A maioria dos estudantes disseram curtir sexo sem compromisso, mas isso não garante que de fato possuam um número maior de @ na cama. Longe disso.

Outro fator importante. “Geralmente, as mulheres gastam mais tempo nos apps do que os homens. Isso pode acontecer porque elas costumam levar mais tempo analisando cada candidato antes de decidir seguir em frente, seja qual for a decisão”, afirma o professor. “Os homens buscam mais candidatas em menos tempo e tomam decisões mais rápidas”.

O que Mons Bendixen quis dizer com tudo isso é: existe um mundo de gente fora dos apps querendo transar. Se bobear, você pode flertar a partir de um esbarrão na rua, um papo interessante durante o almoço de trabalho ou fazendo qualquer outra atividade por aí. Dê uma chance.

UOL – Blog Deu Match

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Judiciário

Redução do foro privilegiado tira 95% das ações do STF, diz estudo

(Carlos Moura/SCO/STF/Divulgação)

A redução do foro privilegiado nos termos defendidos pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) manteria na Corte apenas 5% das ações penais contra autoridades que tramitaram de 2007 a 2016, aponta o “V Relatório Supremo em Números – O Foro Privilegiado e o Supremo”, da FGV Direito Rio.

Seis ministros do STF já votaram a favor da tese de Barroso de que o foro privilegiado para deputados federais e senadores só deve ser aplicado quando o crime for praticado no exercício do mandato e estiver relacionado ao cargo. No dia 2 de maio, o Supremo vai retomar o julgamento sobre o tema. Será a quarta sessão para tratar do assunto.

A retomada será com a leitura do voto do ministro Dias Toffoli, que pediu vista (mais tempo para análise) em novembro do ano passado. Além dele, ainda não se posicionaram os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Existe um temor de integrantes da Corte de que um novo pedido de vista interrompa novamente o julgamento, atrasando uma definição sobre o assunto.

Atualmente, após a diplomação, deputados federais e senadores têm seus processos penais remetidos ao STF em razão do foro por prerrogativa de função – instrumento previsto pela Constituição para proteger o exercício da função pública.

No estudo da FGV Direito Rio, os pesquisadores trabalharam com uma amostra aleatória formada por 107 de cerca de 500 ações penais que foram autuadas no STF entre janeiro de 2007 e dezembro de 2016 – a esmagadora maioria diz respeito a investigações contra deputados federais e senadores.

Divulgado no ano passado, o estudo lança luz sobre os efeitos práticos do entendimento já formado pela maioria dos ministros quanto à redução do foro.

Números

O relatório aponta que, se a interpretação de Barroso tivesse sido adotada já em 2006, 19 de cada 20 ações penais processadas pelo Supremo nos últimos 10 anos teriam corrido em instâncias inferiores – logo, apenas uma de cada 20 permaneceria no Supremo por envolver crime praticado no exercício do mandato e em função do cargo.

A constatação surpreendeu o professor da FGV Direito Rio Ivar Hartmann, um dos organizadores do estudo. “Não imaginava que seria esse número, a minha intuição era de que tivesse metade dos casos”, afirmou.

Para Hartmann, a limitação do alcance do foro privilegiado traria impactos na dinâmica das sessões da Primeira e da Segunda Turma do STF, responsáveis por receber denúncias e julgar ações penais contra parlamentares federais.

“Sem o foro, os ministros teriam mais tempo para se dedicar a outros casos, seria um avanço para desafogar o tribunal. Sob o ponto de vista de julgamento das turmas, não acho que o STF vai mudar do dia pra noite, mas teria um impacto na pauta das turmas abrindo espaço para a discussão de outros tipos de processos, que individualmente têm menos visibilidade.”

Um dos casos analisados no estudo da FGV Direito Rio foi o do deputado Arthur Lira (PP-AL), absolvido pela Segunda Turma do Supremo em setembro de 2015 – pela ausência de provas – da acusação de violência doméstica contra a ex-companheira. Um crime sem relação com o cargo, que não seria julgado pelo Supremo, segundo o entendimento do ministro Barroso. O deputado não atendeu às ligações da reportagem.

Para o ministro Marco Aurélio Mello, que concorda com a tese de restringir o alcance do foro privilegiado, a matéria já está madura para o debate.

“Precisa ser realmente liquidada, para desafogar até um pouco o Supremo”, disse Marco Aurélio, que considera que um eventual novo pedido de vista deixaria a Corte numa situação “muito fragilizada”. “Mais uma vista nessa matéria? O processo é eletrônico, os colegas tiveram tempo de apreciar”, disse ele.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada em novembro, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, disse que a revisão do foro privilegiado favorece a Operação Lava Jato. Estima-se que cerca de 55 mil autoridades no País têm foro privilegiado, dos quais 38,5 mil na esfera federal e 16,5 mil na estadual. O julgamento no Supremo trata apenas do foro de deputados federais e senadores. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

 

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Diversos

Não ajudar a lavar louça pode piorar o sexo e a relação em geral, diz estudo

As mulheres ainda são sobrecarregadas com tarefas domésticas, e o homem que não colabora ou se esforça pode sentir os reflexos negativos na cama

Tirar o lixo é chato. Aspirar ou varrer também. Limpar o banheiro é pior ainda. Seja para homens ou mulheres, então dividir as tarefas domésticas é importante para não sobrecarregar ninguém dentro de uma casa. Você pode não gostar de fazer muitas coisas, mas é melhor ficar esperto quando a parceira pedir ajudar para lavar louça, pois de todas as tarefas de um lar, essa é a que tem a maior probabilidade que causar estragos em um relacionamento.

Isso é o que indica um novo relatório do Conselho de Famílias Contemporâneas divulgado pelo site americano “Esquire”. Esse estudo descobriu que, dentre todas as tarefas domésticas que precisam ser feitas em uma casa, não ajudar com a louça suja é o que mais pode impactar negativamente um relacionamento. Isso acontece porque as mulheres ainda assumem as tarefas de casa com mais frequência que os homens – principalmente a de lavar louça , que é algo que precisa ser feito diariamente.

Durante o levantamento, foi constatado que as mulheres em relacionamentos heterossexuais, na maioria das vezes, ficam com a obrigação de deixar a cozinha em ordem. Essas mulheres relataram que não estavam satisfeitas com seus relacionamentos e que os conflitos dentro de casa eram constantes. Elas também revelaram que o sexo entre o casal não estava tão bom. Por outro lado, os casais que se revezavam para lavar a louça ou que resolviam essa situação com um simples “você cozinha, eu lavo” se mostraram mais felizes no geral.

Por que lavar louça incomoda tanto?

Dentre as razões para a louça suja incomodar tanto, há várias hipóteses. A primeira delas é que as pessoas não gostam de ficar tirando as sobras de comida de pratos alheios. A segunda é que você não costuma ser elogiado por fazer isso, diferentemente de quem cozinha um belo jantar. A terceira é que as mulheres muitas vezes são sobrecarregas com tarefas domésticas e com a criação dos filhos, enquanto muitos homens não enxergam isso como uma obrigação, e esse ultrapassado pensamento causa ressentimento, diz o principal autor do estudo, Dan Carlson.

O relatório também descobriu que o número de casais que dividem a tarefa de lavar louça aumentou de 16% para 29% de 1999 a 2006 – um aumento significativo, porém ainda é uma porcentagem muito baixa. As mulheres torcem para que cada vez a sociedade não associe as tarefas domésticas a elas e você pode ajudar a derrubar esse estereótipo ajudando em casa. Pense que o casal deve trabalhar como uma equipe, assim todo muito sai feliz e tanto o sexo quanto o relacionamento em geral vão melhorar.

IG

 

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Saúde

Ansiedade social, que atinge milhões de pessoas, está ligada ao medo de errar, diz estudo

Você sofre de ansiedade social? Ela é um medo intenso de ser reprovado pelas outras pessoas, e afeta 15 milhões de pessoas só nos Estados Unidos (o equivalente a 6,8% da população). A ansiedade social é um fenômeno irracional, ou seja, o indivíduo teme ser rejeitado mesmo quando não há motivos para isso. Mas cientistas dizem ter encontrado a raiz do problema: o excesso de atenção que o ansioso dá aos próprios erros.

É o que sugere um estudo realizado com mais de 100 crianças e publicado no Jornal da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente. Uma equipe internacional de pesquisadores liderada pela Universidade de Maryland analisou a raiz dos problemas de ansiedade dessas crianças. Para isso, eles usaram um eletroencefalograma para monitorar a atividade cerebral elétrica das crianças enquanto eram submetidas a testes que mediam a capacidade de se concentrar em informações e ignorar distrações.

O teste foi realizado duas vezes em cada criança. Na primeira vez, elas eram avisadas de que ninguém estava as observaria durante o processo, enquanto na segunda vez algumas pessoas estariam vendo tudo. Com base na atividade cerebral a equipe encontrou uma conexão entre a ansiedade social e o medo de cometer erros quando observada.

“Um dos mecanismos pelos quais a ansiedade social surge é através do foco excessivo em si mesmo e nos erros percebidos em situações sociais. Para os indivíduos com ansiedade social, esse foco em erros percebidos diminui a interação social” disse George Buzzell, coordenador da pesquisa, ao periódico científico PsyPost.

Antes que você tenha a ideia, vale ressaltar que não adianta nada dizer para um ansioso “não se importar com que os outros vão pensar”. Além de não surtir o efeito desejado, muitas vezes pode até agravar a situação.

Super Interessante

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Diversos

Estudo diz que cócegas nos pés do parceiro pode fazer ele durar mais no sexo e até mesmo banir a ejaculação precoce

Um estudo indica que estimular o tornozelo com uma leve corrente elétrica, que dá vontade de dar risada, pode ajudar a banir com a ejaculação precoce

O corpo feminino não funciona da mesma forma que o masculino. Enquanto as mulheres precisam de mais estímulos para chegar ao orgasmo, o homem tem mais facilidade em atingir o ápice do prazer. Quando o parceiro sofre de disfunção erétil, o sexo pode terminar em cerca de dois minutos, piorando ainda mais a situação. Para reverter essa situação, basta a mulher fazer algo inusitado na cama: cócegas nos pés.

De acordo com informações do portal britânico “Daily Mail”, um estudo realizado com 500 casais indica que o tempo médio de uma relação sexual dura apenas 5,5 minutos. É pouco tempo, mas você pode ajudar a resolver esse problema. Um estudo realizado pelo Hospital Yuksek Ihtisas, na Turquia, publicado na European Urology, descobriu que fazer cócegas nos pés dos homens pode resolver o problema.

Fazer cosquinhas está entre as variações do fetiche por pés chamado podolatria, mas não é por isso que ela ajuda – já que muitas pessoas não sentem atração nenhuma por pés e consequentemente não é estimula sexualmente. Na verdade, isso foi descoberto porque, no estudo, os pesquisadores usaram uma leve corrente elétrica que não causava dor, mas sim cócegas.

A estimulação ajuda a controlar os músculos

Os cientistas descobriram que estimular o tornozelo com uma leve corrente elétrica pode ajudar a banir a ejaculação precoce. Esse teste de “estimulação do nervo tibial” foi feito em 30 homens com a condição constatou que depois do tratamento a duração deles no ato sexual aumentou.

A explicação é que a corrente passa pelo nervo tibial e chega a outros nervos, como os da pélvis, que controlam os músculos usados durante o sexo . Com o tempo, isso fortalece os músculos para que não sofram espasmos frequentes.

Como o estudo foi feito com poucos homens, será necessário mais pesquisas para descobrir quão eficaz é esse tratamento e se fazer cócegas sem o uso de correntes elétricas também ajuda. Enquanto essa teoria não é confirmada, há outras maneiras de ajudar o homem durar mais tempo na cama como sugerir preliminares, incentivar a masturbação ou até mesmo diminuindo a velocidade da penetração durante o sexo.

IG

Opinião dos leitores

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Diversos

Mulheres sentem atração por um detalhe do corpo masculino, diz estudo

Uma nova pesquisa, realizada pela empresa “Remescar”, indica que as mulheres sentem atração por detalhe do corpo masculino bem específico. E se a primeira coisa que você pensou foi em homens com abdômen definido ou bem arrumados, está bem enganada! O que realmente está chamando atenção de uma mulher é o sorriso dele.

Os pesquisadores entrevistaram mais de 2 mil mulheres do Reino Unido, questionaram as preferências delas e por quem elas sentem atração . Os resultados mostram que, entre as características físicas, 71% das respostas foi “um sorriso bonito”. Em segundo lugar, com 62% das respostas, está uma boa personalidade ou alguém que as façam rir.

Outros atributos físicos, como a preferência pelo tipo de corpo dos homens ficou com 61% entre as entrevistadas — o que não significa, necessariamente, um físico musculoso e bem definido. Traços individuais dos homens, como boa moral familiar e autoconfiança vêm logo em seguida, com 44% e 40% das respostas, respectivamente.

Preferências não são físicas

Uma segunda pesquisa realizada pelo aplicativo de aprendizagem de idiomas “Babbel”, em parceiria com site de namoro “EliteSingles”, também mostra que as mulheres não estão procurando um parceiro apenas por habilidades físicas ou pela aparência masculina .

Os resultados mostram que 96% das participantes entrevistadas admitem que preferem um parceiro que saiba como se comunicar e 76% sentem atração por pessoas bilíngues. E aqueles que sabem falar italiano e inglês estão com sorte, porque essas são as línguas pelas quais as mulheres parecem se sentir mais atraídas.

A principal razão disso, segundo o estudo, é que a maioria das entrevistadas acha outras culturas interessantes, enquanto 21% acreditam que uma segunda língua demonstra inteligência em um parceiro. Cerca de 14% das pessoas também confessam que foram seduzidas pelo “mistério” de outro idioma.

“A linguagem é o núcleo da interação humana”, diz Mike Redfern, gerente da Babbel. Assim, o profissional explica que a comunicação é a principal chave para a atração. “Quando outra pessoa tenta falar em seu idioma, não só fornece um ponto de conversa, mas constrói um relacionamento entre as duas pessoas e mostra para o outro que ela se importa”, finaliza.

IG

Opinião dos leitores

  1. É cada pesquisa em futuro… Não tenha estabilidade financeira não, pra vê se o relacionamento vai a frente.

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Diversos

Mulheres que tomam iniciativa têm mais sorte no amor, diz estudo

Segundo pesquisa de um app de namoro, um a cada três relacionamentos que deram certo começaram com a mulher mandando a primeira mensagem

A ideia de que o homem sempre deve tomar a iniciativa quando o assunto é começar uma conversa ou convidar para um encontro ainda é perpetuada por muita gente. Porém, de acordo com uma pesquisa recente, boa parte das relações mais bem sucedidas só acontecem porque as mulheres decidiram dar o primeiro passo .

O estudo desenvolvido pelo aplicativo de relacionamento “The League” analisou dados de 100 casais heterossexuais que obtiveram sucesso em encontrar um companheiro através do app. A partir disso, os pesquisadores perceberam que um a cada três relacionamentos começaram com a mulher tomando a iniciativa de enviar a primeira mensagem.

Nos relacionamentos que resultaram em noivado e casamento, as mulheres passaram menos horas por dia trocando mensagens no aplicativo do que os homens. Porém, elas também tiveram um nível de ação três vezes maior do que o deles e, consequentemente, mais coragem para dar o passo inicial na relação.

Encontrando o par perfeito

A pesquisa ainda indica que a diferença de idade entre o homem e a mulher dos casais que deram certo é de cerca de três anos. O aplicativo também mostra que cada uma dessas pessoas teve uma média de 84 combinações com outros pretendentes antes de encontrarem “o par pefeito”. Já no caso de histórias de amor mal sucedidas, essa diferença de idade entre o casal dobra para seis anos.

Além disso, 70% das conversas começaram com uma apresentação simples, como cada um falando o próprio nome, e terminou com pelo menos uma frase usando emojis. Mesmo que alguns casais tenham trocado números de celular antes de marcar o primeiro encontro, 80% dos entrevistados afirmaram ter sugerido uma atividade na semana seguinte. Em média, os casais trocaram cerca de 34 mensagens antes de ir para a próxima etapa.

Troca de mensagens

Na hora de mandar mensagens, algumas dicas podem ajudar a aumentar ainda mais as chances de conseguir evoluir a relação do online para a vida real. Segundo uma pesquisa realizada pelo aplicativo de namoro “TrueView” , as pessoas tem 68% mais chances de obter uma resposta de parceiros em potencial se utilizarem a gramática corretamente nas mensagens.

Além da ortografia, os parceiros também avaliam o conteúdo da mensagem na hora de tomar a iniciativa. Quando se trata de uma mensagem mais pessoal, há 45% de chances de obter uma resposta e seguir o papo. Por outro lado, palavrão é algo que deve ser evitado nas primeiras mensagens, e segundo o site, tomar esse cuidado aumentará a chance de ter uma resposta em 66%.

IG

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Diversos

Ter vida sexual boa aumenta a probabilidade de uma pessoa ser infiel, diz estudo

Nem sempre as pessoas traem porque a vida sexual com o parceiro ou a parceira está ruim ou porque ela “esfriou” com o casamento

De acordo com uma pesquisa realizada recentemente pelo Ashley Madison – site para pessoas que buscam ter relacionamentos extraconjugais – a ideia de que o principal fator que leva uma pessoa a ser infiel é o sexo está correta. No entanto, será que isso sempre ocorre porque o sexo com o parceiro ou parceira está ruim? Segundo um novo estudo realizado pela Florida State University e publicado no periódico “Journal of Personality and Social Psychology”, ter uma vida sexual positiva no relacionamento pode aumentar a probabilidade de alguém buscar um “affair”.

Para o estudo, os pesquisadores da área de psicologia fizeram um levantamento com 233 casais recém-casados, documentando detalhes íntimos sobre os relacionamentos deles – como satisfação com a relação, comprometimento e fidelidade – ao longo de um período de três anos e meio. Além das informações coletadas, a equipe também aplicou alguns testes com as pessoas que participaram do estudo, e os resultados mostram que os indicadores de que alguém é infiel podem ser surpreendentes.

Em primeiro lugar, as pessoas que se mostraram mais satisfeitas com a vida sexual também mostraram maior propensão a trair o parceiro ou a parceira. De acordo com os pesquisadores, isso sugere que o contato com um bom sexo faz com que as pessoas tenham vontade de buscar cada vez mais experiências sexuais positivas, independente de como se sentem sobre os maridos ou esposas.

Segundo o estudo, outro fator capaz de indicar a probabilidade de alguém trair ou não é o quão atraente a pessoa é. Para mulheres, ser “pouco atraente” as torna mais propensas à infidelidade , enquanto homens “mais atraentes” que as parceiras têm mais chances de cometer uma traição . Além disso, outro dado levantado é de que a vida sexual que a pessoa tinha antes do casamento também indica a probabilidade de ela ser infiel. Homens que tiveram mais relacionamentos curtos têm mais chances de trair, enquanto, para mulheres, a situação se inverte e são aquelas que menos “experimentaram” antes do casamento as mais propensas a ter um “affair”.

IG

 

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Diversos

Venezuelanos sob linha da pobreza são 87%, diz estudo

Venezuelanos formam fila para tentar cruzar a fronteira com a Colômbia pela ponte internacional Simón Bolívar, em Cúcuta – Carlos Eduardo Ramírez – 13.fev.2018/Reuters

Vítimas da inflação mais alta do mundo, 87% dos venezuelanos sobrevivem com uma renda abaixo da linha da pobreza e 61% estão no patamar da pobreza extrema.

As conclusões compõem um estudo divulgado nesta quarta-feira (21) pela Ucab (Universidade Católica Andrés Bello), uma das mais importantes da Venezuela, com dados aferidos no ano passado.

Em 2014, a primeira pesquisa Condições de Vida mostrou que 48,4% das pessoas não tinham renda para comprar a cesta básica no país —linha adotada pelo levantamento para delimitar a pobreza.

Naquela época, os que não tinham dinheiro nem sequer para adquirir os alimentos da cesta básica (pobreza extrema) eram 23,6%.

Quando questionados sobre alimentação, 80% dos entrevistados afirmaram ter comido menos nos três meses anteriores à pesquisa porque não havia víveres suficientes.

No Brasil, segundo o IBGE, 25,4% da população vive abaixo da linha de pobreza, ou seja, com renda familiar inferior a US$ 5,5 por dia, critério adotado pelo Banco Mundial. Desses, 6,5% estão em pobreza extrema (com até US$ 1,90 diário).

“A situação da pobreza pela renda disparou a tal ponto que praticamente toda a população está classificada como pobre”, afirma por telefone Anitza Freitez, diretora do Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais da Ucab.

Para separar melhor diferentes situações dentro da população, a pesquisa mediu a pobreza por mais duas metodologias. No método integrado da Cepal (braço da ONU para a América Latina), que mistura variáveis estruturais (necessidades básicas) e conjunturais (renda), o percentual é de 32,7% e se manteve estável desde 2015 (30%).

Pelo terceiro método (pobreza multidimensional), o cálculo inclui tipo de piso da moradia, nível de escolaridade, seguro de saúde, entre outras variáveis. Caso uma moradia sofra várias privações, é considerada pobre.

Por esse cálculo, a pobreza na Venezuela alcança 51,1% da população, um aumento de praticamente dez pontos percentuais em comparação com 2015 (41,3%).

A pesquisa mostra também um recuo da proteção social oferecida pelo governo federal, principalmente pelo encolhimento das “misiones”, programas sociais antes tidos como vitrines do chavismo.

Por outro lado, aumentaram as iniciativas de distribuição de comida subsidiada.

Segundo Freitez, trata-se de um sistema marcado por práticas corruptas e sujeito a manipulação para atender interesses políticos do regime de Maduro, que aumentou a distribuição de alimentos às vésperas das eleições de 2017.

“Nesse contexto de crise, o governo tem tentado concentrar a sua política social em alguma prática que produza os melhores créditos políticos possíveis. Então priorizou a distribuição de alimentos, porque, neste momento, é a necessidade básica”, afirma a pesquisadora da Ucab.

DESABASTECIMENTO

A Venezuela vive uma séria crise de desabastecimento, com supermercados com dificuldades para repor estoques. A escassez gerou um amplo mercado ilegal, com preços regulados pelo dólar paralelo, uma taxa proibitiva para a população. Um salário mínimo equivale a US$ 1.

A pesquisa mostrou também que cerca de 8% dos lares venezuelanos têm parentes no exterior. A partir daí, estimou que cerca de 815 mil pessoas tenham deixado o país nos últimos cinco anos.

Apesar da “invasão” em Boa Vista (RR), o Brasil não é um dos principais destinos. Fica atrás de Colômbia, Peru, Chile e até de países pequenos, como Panamá. A pesquisa foi feita em 6.168 lares de todo o país. A informação foi coletada entre julho e setembro, e os resultados usaram 30 de agosto como referência.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. A esmagadora maioria dos Venezuelanos que deixam o país são pessoas da classe médida insatisfeitos e que acreditam que podem encontrar melhores oportunidades no exterior, no caso do Brasil. Porém se esquecem que também há um grande movimento migratório saindo do Brasil principalmente para os Estados Unidos e Portugal.

  2. Quem está vindo para o Brasil são os mais pobres. A fuga de cérebros e de empreendedores já tem mais de uma década, tendo como destino EUA, Europa e alguns países da América do Sul de mesmo idioma. Eles conseguiram expulsar a elite do país e substituir por outra (a dos boliburgueses)… que sonho, né, Mortadela com Pão?

  3. Blogueiro faz uma matéria sobre a condição de vida da capitalista Burkina Faso. Quem sabe tb da Somália? Que tal fazer uma retrospectiva do nosso capitalista Brasil dos anos 90 quando muitos nordestinos comiam calango e/ ou saqueavam cidades do interior do NE com fome?

    1. Tá incomodado com mais uma desgraça comuna, né?
      Moradores do 'capitalista' Burkina Faso e da Somália não vão estar enchendo os cruzamentos de cidades brasileiras como vão estar em breve os venezuelanos. É uma vigarice retórica censurar que se apontem problemas, pelo fato de existirem outros. (nordestinos comendo calango certamente veríamos se deixássemos Dilma continuar a afundar o País). Brasil "capitalista"… terra baixos impostos, de pouca burocracia, de segurança jurídica, de livre inciativa, de poucas regulações…. capitalista.. é pra rir.

  4. Não importa que os EUA sejam o país para quem a Venezuela mais venda e compre. Não importa se escassez de papel higiênico é noticiada desde o pico do barril do petróleo… a culpa pela desgraça vai ser sempre dos americanos.

    1. "Todo mundo" não. Tem muita gente madura bem nutrida e com as contas bancárias no exterior abarrotada; infelizmente. 🙁

    2. Nunca atinge. Sempre uma elite de burocratas é "mais igual do que os outros".
      Lá são os boliburgueses.

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Diversos

Brasil está entre países com alíquota mais alta de IR para empresas, diz estudo

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou hoje (7) um levantamento comparando a carga tributária para empresas no Brasil e em outros países. Segundo o estudo A evolução histórica das alíquotas de imposto de renda em diferentes países e as potenciais consequências para o Brasil, feito em parceria com a Ernest Young, o Brasil está distante da média mundial de tributação sobre a renda das empresas.

Enquanto a média do imposto sobre a renda pago por empresas nos demais países é de cerca de 22,96%, a alíquota no Brasil chega a 34%. O levantamento indica que, entre 2000 e 2016, a média dos impostos dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) caiu de 32% para 23,98%. Já no Brasil manteve-se inalterada nesse período.

A CNI ressaltou ainda que, recentemente, Estados Unidos e Argentina reduziram a taxação para empresas em seu território.

“De todos os países do mundo, apenas 30 têm alíquotas acima de 30%. O Brasil está isolado. Concorrentes nossos, inclusive na atração de investimentos, como Argentina, Estados Unidos, França e Japão, já reduziram suas alíquotas. Se não fizermos a reforma tributária com redução da carga, nossas empresas que têm investimento no exterior ficarão ainda menos competitivas”, declarou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A entidade destacou também que as empresas brasileiras com investimentos no exterior pagam à Receita Federal a diferença entre a alíquota dentro e fora do país. Por exemplo, nos Estados Unidos, uma multinacional brasileira paga 21% de imposto sobre a renda, assim como uma empresa canadense ou chilena. No entanto, enquanto a tributação das empresas de outras nacionalidades se encerra no solo norte-americano, a brasileira paga mais 13 pontos percentuais à Receita para completar.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. BG
    O Cidadão que investe num País desse é muito OTÁRIO, sustentar CASTAS do serviço publico ganhando milhões (judiciário/legislativo) e a população (maioria) ganhando mixaria e uma carga tributaria altamente escorchantes

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Diversos

Maioria entre 8 e 12 anos está exposta a risco cibernético, diz estudo

Crianças usando smartphones; exposição traz ciberriscos, aponta estudo – Fotolia

Mais da metade (56%) das crianças entre 8 e 12 anos está expostas a ameaças digitais, como ciberbullying, vício em videogames e comportamento sexual on-line, em um cenário considerado como “pandemia de risco cibernético”.

O resultado é apontado no relatório de impacto DQ 2018, realizado pelo Instituto DQ em parceira com o Fórum Econômico Mundial. O levantamento sobre segurança infantil on-line e cidadania digital divulgado nesta terça-feira (6) avaliou o comportamento de 34 mil crianças em idade escolar de 29 países —o Brasil não foi incluído.

O estudo revela que 47% das crianças foram vítimas de ciberbullying no ano passado, 17% tiveram algum comportamento sexual on-line e 10% conversaram com estranhos nas redes e marcaram encontros presenciais. Segundo o relatório, estima-se que 260 milhões de crianças em todo o mundo estão envolvidas com ciberriscos, e o número deverá aumentar para 390 milhões até 2020.

“Terem sido expostas a esses riscos cibernéticos não indica diretamente que as crianças tenham sofrido danos físicos ou mentais permanentes. No entanto, a exposição contínua em uma idade precoce representa um perigo para o desenvolvimento geral, bem-estar, relacionamentos e oportunidades futuras (…) A pandemia de risco cibernético nos diz que não é uma questão de alguns indivíduos em alguns países, mas um problema global e geracional”, avalia o relatório.

Apesar do risco na rede ser generalizado, o estudo mostra que as ameaças são 33% maiores em economias emergentes. “Isso se deve, em grande parte, à rápida adoção de tecnologia móvel e ao uso de plataforma digital sem preparação adequada das crianças”, diz o relatório.

Segundo a pesquisa, a internet tem penetração mais rápida nesses países, que devem representar 90% de todos os novos internautas mirins até 2020.

Outro dado mostra que as crianças gastam, em média, 32 horas sozinhas na frente de telas digitais em busca de entretenimento —tempo superior ao que passam na escola. E quanto mais horas elas ficam expostas às telas, maiores os riscos.

Quando a criança tem um telefone celular próprio, por exemplo, e usa ativamente as redes sociais, seu tempo de tela sobe 12 horas e ela tem 70% de chances de ser exposta a pelo menos uma ameaça virtual —uma probabilidade 20% maior em comparação com aqueles que não possuem celulares.

E, de acordo com o relatório, mais da meta das crianças pesquisadas acessam a internet de seus dispositivos pessoais —a maioria (60%) recebe o primeiro celular aos 10 anos— e 85% delas usam redes sociais, embora a idade legal oficial para acessar boa parte das plataformas seja 13 anos.

“É interessante notar que a posse do celular sozinha nem sempre leva à exposição de uma criança aos riscos ou ao tempo de tela excessivo. Isso ocorre apenas quando as crianças são também usuários ativos de redes sociais. A quantidade de tempo de tela e a probabilidade de riscos entre crianças que possuem um celular, mas que não são usuários ativos, não são significativamente diferentes das crianças que não têm celular”, pondera o estudo.

PREFERÊNCIAS

A atividade on-line preferida das crianças (72%) é assistir a vídeos, seguido por ouvir música e fazer buscas (ambos com 51%), jogar videogame (49%) e conversar (38%).

Assim, não é surpresa que o site mais popular nesta faixa etária seja o YouTube, a rede mais usada por 54% dos entrevistados. Depois aparecem WhatsApp (45%), Facebook (28%), Instagram (27%) e Snapchat (23%). Facebook e Twitter se mostraram significativamente populares entre crianças de países emergentes.

“Estamos começando a entender o papel que os algoritmos desempenham em incentivar as crianças a gastarem mais tempo nessas plataformas, já que os anunciantes se beneficiam do curto período de atenção das crianças e de sua tendência em assistir a vídeos similares repetidamente (…) Além disso, sem classificação de conteúdo adequada ou mecanismos de filtragem efetivos, as crianças são facilmente expostas a conteúdos violentos e inadequados”, diz o relatório.

O levantamento ressalta também outras pesquisas que demonstram que o tempo excessivo de tela pode prejudicar o sono, deixar as crianças mais solitárias e agressivas e, por fim, impactar sua saúde física e mental.

SAÍDA

O estudo reforça que “desconectar crianças do mundo digital devido ao medo de ciberriscos não é uma opção” e que ter acesso ao universo virtual “é um dos direitos básicos das crianças no século 21.”

“Não há dúvida de que a tecnologia pode gerar grandes benefícios para as crianças em diversas áreas que vão desde educação e potencial futuro de trabalho ao entretenimento.”

A saída, o relatório aponta, é através da educação para uma cidadania digital que ensine as crianças, por exemplo, a disciplinar o uso de tecnologia, compreender como funciona a comunicação on-line e desenvolver raciocínio crítico sobre conteúdos e contatos na rede.

“Devemos agir rapidamente e tomar medidas positivas para ajudar essas crianças a enfrentar riscos cibernéticos em todo o mundo, especialmente nos países emergentes. Desde cedo, o uso de mídia social por parte de nossos filhos através de telefones celulares tem sido excessivo. Precisamos trabalhar em conjunto para ajudá-los a superarem os riscos e tornarem-se cidadãos digitais bem-sucedidos e responsáveis que maximizem seu potencial e minimizem as ameaças”, disse Yuhyun Park, fundadora e diretora executiva do Instituto DQ.

Folha de São Paulo

 

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Diversos

Cigarro eletrônico pode levar a vício em cigarro real, diz estudo

Um relatório publicado pela Academia Nacional de Ciências dos EUA concluiu que os cigarros eletrônicos não só viciam como, quando usados por pessoas mais jovens, podem servir de porta de entrada para cigarros reais. O documento, preparado por um comitê de especialistas em saúde pública, analisou as conclusões de mais de 800 artigos científicos sobre o assunto.

Ao que tudo indica, os e-cigarettes de fato ajudam pessoas mais velhas a abandonar o vício, e não fazem tão mal para a saúde quanto os cigarros comuns – que, além de liberar nicotina, expõem o fumante a substâncias cancerígenas.

Por outro lado, eles podem transmitir à parcela mais jovem da população a ilusão de que é possível fumar sem riscos – e de que o problema dos cigarros está apenas na inalação de compostos tóxicos, e não na dependência química de nicotina.

“Na população adulta, por promover a redução ou abstinência total de cigarros de tabaco, os cigarros eletrônicos podem ajudar a reduzir os riscos para a saúde”, afirma o relatório. “Já o uso pela população jovem se tornará preocupante se os cigarros eletrônicos causarem dependência ou acostumarem os usuários ao hábito de fumar, levando ao consumo de cigarros reais.”

Adam Leventhal, professor da Universidade do Sul da Califórnia e um dos autores do documento, afirmou ao New York Times que, em 2016, 11% de todos os estudantes de ensino médio nos EUA – cerca de 1,7 milhões de jovens – afirmaram ter usado cigarros eletrônicos no mês anterior à coleta de dados.

David Eaton, líder da equipe que produziu o documento, afirmou em comunicado que ainda não é possível saber se, em média, o fenômeno dos cigarros de plástico será bom ou ruim para a saúde pública. “Eles não podem ser classificados como completamente benéficos, nem o oposto. Algumas circunstâncias, como o uso por adolescentes que não fumam, são dignas de preocupação. Em outras, como o uso por adultos que querem parar de fumar, eles podem reduzir o número de doenças.”

O estudo também destacou que muitos dos artigos científicos consultados não puderam ser aproveitados, seja porque a metodologia aplicada na pesquisa estava errada, seja porque ela foi financiada por empresas ligadas à indústria do cigarro.

Super Interessante

 

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