FOTOS: Câmara Municipal de Parnamirim homenageia doadores de sangue

Fotos: Divulgação

No dia nacional do Doador de Sangue – celebrado nessa segunda-feira(25) – a Câmara Municipal de Parnamirim realizou sessão solene para homenagear 25 doadores de sangue. A ação, de propositura da vereadora Ana Michele, reuniu membros da Associação dos Doadores de Sangue e Medula Óssea de Natal e Região Metropolitana (ADOSAN).

Ana Michele presidiu a solenidade. Ela ressaltou a importância da casa legislativa realizar a homenagem. “É o nosso segundo ano que estamos aqui reverenciando quem salva e doa vidas todos os dias. Pois, sangue é vida”, enfatizou a vereadora propositora da solenidade.

O presidente da ADOSAN, Paulo Néris, foi um dos homenageados. Ele agradeceu a homenagem feita pela Câmara de Parnamirim e cobrou a vinda de uma coleta fixa de sangue no município. “Desde 2004 a ADOSAN vem desempenhando um papel de conscientização sobre a importância de ser doador de sangue, possuindo mais de 21 mil doadores cadastrados em todo o estado. Se faz necessário que Parnamirim receba um ponto de coleta para que os doadores daqui não precisem se deslocar e possa ajudar a quem esteja precisando”, disse.

Na oportunidade, os doadores com destaque no número de doações no Rio Grande do Norte foram homenageados com certificados em reconhecimento aos relevantes atos de solidariedade ao próximo.

Confira os homenageados:

Adriana Márcia Duarte

Adriano Henrique de Araújo

Almir César Costa

Cledson Clélio da Silva

Damiana Bezerra Miguel

Elenildo de Lima da Silva

Fagner do Nascimento Alves

Francisco Canindé França

Gerson Farias da Rocha Filho

Joás da Costa Lima

José Fabiano Costa

José Lima de Azevedo

Joyce de Carvalho

Liliane Lira Raposo

Marconi Ribeiro do Nascimento

Marcos Rogério Dias Pereira

Maria Auxiliadora Siqueira

Marlos Felipe Ferreira

Pablo Cosme Oliveira

Paulo Luiz de Lima Neris

ESCÂNDALO: Vereadores e delegado aparecem em lista de doadores dos Black Blocs

Ativista-Sininho-e-cercada-por-jornalistas-na-chegada-a-17-DP-no-Rio-size-598Uma planilha obtida pelo site de VEJA revela, pela primeira vez, nomes de políticos e autoridades do Rio de Janeiro que doaram dinheiro ao grupo Black Bloc, responsável por protagonizar cenas de depredação e vandalismo em manifestações pelo país. A lista cita dois vereadores do PSOL, um delegado de polícia e um juiz.

O repasse de dinheiro por políticos e autoridades não configura ilegalidade. Porém, as doações são um caminho para identificar o elo entre políticos e os mascarados que aparecem na linha de frente quando os protestos degeneram em tumulto e confusão. Um dos mais recentes chegou ao extremo de provocar a morte do cinegrafista Santiago Andrade.

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A contabilidade da planilha a que o site de VEJA teve acesso se refere a um ato realizado pelo grupo no dia 24 de dezembro, batizado “Mais amor, menos capital”. A manifestação – convocada como um ato cultural – não terminou em vandalismo, como outras organizadas pelo mesmo grupo. Mas a lista de doadores sugere ligações entre autoridades e militantes. A tabela foi repassada por Elisa Quadros, conhecida como Sininho, em um grupo fechado do Facebook.

Neste documento, aparecem os nomes dos vereadores Jefferson Moura (PSOL) e Renato Cinco (PSOL), apontados como doadores de 400 reais e 300 reais, respectivamente. O juiz João Damasceno aparece como doador de 100 reais, e o delegado Orlando Zaccone, de 200 reais.

Damasceno é um antigo apoiador das manifestações de rua. Ele chegou a gravar um vídeo em apoio aos protestos, apesar da violência causada pelo grupo que se veste de preto e promove depredações. O delegado Orlando Zaccone tem um perfil pouco convencional para delegados, e é conhecido crítico da atuação da própria polícia.

Na planilha, além de Sininho, outros nomes aparecem como arrecadadores: Paula, Rosi, Julinho e Pâmela. Também há menções a duas colaborações do grupo cracker Anonymous, que divulga manifestações na internet e invade sites.

Quando as menções a doações de vereadores começaram a surgir nas redes sociais, Sininho se irritou. “Eles deram dinheiro, sim, e não foi nenhum segredo, teve reuniões e isso foi discutido e questionado”, escreveu ela no Facebook. “Eles doaram como civis e não políticos.”

Mais um detalhe: a discussão ocorreu na página do Facebook chamada de “Censura Negada”. Um dos administradores das postagens é identificado no mundo virtual como Dik ou Dikvigari Vignole. O nome dele no mundo real: Caio Silva de Souza. É o jovem que disparou o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade.

Respostas – A assessoria de Jefferson Moura admitiu que a doação mencionada na planilha partiu de funcionários do gabinete do parlamentar. Mas afirmou que o vereador já estava de recesso quando os militantes pediram as doações. Porém, disse que o parlamentar provavelmente doaria o dinheiro se estivesse presente.

O delegado Zaccone confirmou ter doado 200 reais, mas disse que o dinheiro não era destinado aos Black Blocs. Ele disse ter recebido um telefonema de Sininho, até então uma desconhecida para ele, propondo que participasse de um debate no evento “Ceia dos Excluídos”, em 23 de dezembro do ano passado. Como delegado de polícia, ele deveria apresentar sua visão sobre direito de manifestação, Copa do Mundo e cerceamento de liberdade. Segundo ele, advogados e representantes de movimentos sociais integravam o grupo. “Achei interessante falar na Cinelândia. Já dei palestras em universidades e me interesso pelo tema”, disse.

“Fiz  a doação para um evento cultural e vi para o que estava doando. Quando a Sininho ligou, explicou que estava buscando aproximação com instituições e pessoas que não visse o movimento com olhar criminalizante. A doação foi para o ‘Ocupa Câmara’, não foi para o Black Bloc. Não tenho nada a omitir em relação a isso. A Constituição garante o direito de se fazer tudo que não é proibido em lei. No Brasil não é proibido fazer doação para evento com distribuição de alimento”, afirmou. “Sou policial. Como vou financiar ou contribuir com pessoas que entram em conflito com policiais?”, disse.

O juiz Damasceno negou ter contribuído financeiramente “para qualquer manifestação ou entidade da sociedade civil que as convoque”.

A assessoria do vereador Renato Cinco informou que ele está fora do Rio de Janeiro, em viagem. Em nota, confirmou a doação feita, mas negou que os 300 reais tenham sido destinados a black blocs. “O objetivo era oferecer um jantar natalino a moradores de rua na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro. Tanto que a lista inclui água, gelo, pão, rabanada e toalha papel”, afirma o comunicado. “O vereador e seu partido repudiam ações violentas”, acrescenta.

Troca de mensagens Sininho Facebook:

Sininho

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ronaldo disse:

    Eu queria sininho na playboy. Ela é o máximo,,,,

  2. Sergio Nogueira disse:

    Na Terra de Poti esse tipo de pagamento para vândalos, pelo que já foi noticiado com um determinado "Júnior" preso portando todo tipo de produto capaz de ferir e/ou destruir, deve receber o nome de mesada. Coisa que todo pai faz por seu filho que se inicia na política, ou não?

Mais de 80 mil brasileiros se declararam doadores de órgãos pelo Facebook

Mais de 80 mil brasileiros já se declararam doadores de órgãos por meio de uma ferramenta na rede social Facebook, de acordo com levantamento divulgado hoje (6) pelo Ministério da Saúde. A parceria foi firmada em julho deste ano, com o objetivo de ampliar o número de doadores no Brasil.

Segundo a pasta, 40 milhões de pessoas no país são usuárias da rede social. Os internautas podem adicionar em sua linha do tempo a opção de ser um doador de órgãos e compartilhar com parentes e amigos.

Em 2011, o Brasil bateu recorde ao registrar 2.207 doadores no Sistema Nacional de Órgãos – 63% a mais que em 2008, conforme dados do governo. Atualmente, 95% dos transplantes são feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Para expressar no Facebook o desejo de ser um doador de órgãos, basta ir na Linha do Tempo e clicar em Evento Cotidiano, escolher a opção Saúde e Bem-Estar e clicar em doador de órgãos. Ainda assim, a doação só poderá acontecer após autorização da família.

A supervisora de Marketing Lucinda Ulhoa, 33 anos, utilizou a ferramenta poucos dias após a parceria. “O que eu puder fazer para ajudar os outros a não sentirem a dor que senti quando perdi meu pai, vou fazer”, explicou. Ela também se cadastrou como doadora em um banco de medula óssea. “Ninguém merece perder um ente querido, mas é preciso ter cautela. Só divulguei no Facebook para ver se estimulo as pessoas a fazerem o mesmo”, completou.

Vivian Murbach, 33 anos, decidiu ser doadora de órgãos ainda na adolescência. Quando a ferramenta foi disponibilizada pelo Facebook, a servidora pública optou por compartilhar a informação. “Cheguei à essa decisão pelo simples fato de ajudar alguém que precisa muito com algo que é meu e que não vou precisar mais. É simples assim”, disse. Ela garante que amigos, o noivo e a família sabem do desejo dela de ser doadora. “Quando faço algum procedimento cirúrgico, aviso novamente a família e o médico.”

Já o estudante de antropologia Alexandre Branco, 23 anos, declarou-se doador de órgãos, mas não havia comunicado oficialmente a família e os amigos. “Apesar de as pessoas próximas a mim terem um conhecimento [sobre a vontade dele], achei que uma declaração explícita era o mais recomendável”, contou, ao se referir à ferramenta no Facebook.

“Além do fato de você poder ter uma comunicação expressa do seu desejo, acho que a publicidade dessa informação para as pessoas que não refletiram sistematicamente sobre o assunto pode permitir esse processo”, disse. “As pessoas, quando confrontadas com a informação de que outras pessoas próximas são potenciais doadoras, podem refletir e decidir a respeito”, concluiu.