Seguindo movimento iniciado em Fernando de Noronha, hotéis e pousadas de Pipa aderem a campanha para coibir aluguel de imóveis pelo site Booking.com

Praia da Pipa adere ao manifesto contra a Booking iniciado em Fernando de Noronha

Foto: via site ABIH-RN

Os hotéis e pousadas de Pipa, através da Associação de Hotéis e pousadas da Praia da Pipa (ASHTEP), iniciou uma campanha, a exemplo da ilha de Fernando de Noronha, para coibir o aluguel de casas e de apartamentos pelo site de e-comerce de viagens Booking.com. O propósito é que essa OTA (Agências de Viagens Online, do inglês Online Travel Agencies) seja exclusiva para aluguel de quartos de hotéis.

A primeira medida que foi tomada pelo grupo hoteleiro, que alega a concorrência desleal com apartamentos e casas de aluguel, foi a exclusão da categoria preferencial junto à Booking. Mas caso a medida não surta o efeito desejado, há ainda a intenção de bloquear as vendas por este canal até que sejam excluídas as ofertas de acomodações em casas e apartamentos anunciadas pela BOOKING.COM.

A ASHTEP conta hoje com 45 hotéis que se somaram à ação, reunindo os melhores da Pipa. As motivações se alinham com os princípios de Fernando de Noronha, preservação e qualidade. “É preciso combater a ilegalidade, estabelecimentos sem licenças, sem registro, sem CADASTUR, muitas vezes até sem CNPJ, alugam quartos através da Booking, é um descontrole e uma falta de ética”, afirma Wanderson Borges, presidente da ASHTEP.

A Praia da Pipa é um destino consagrado, com uma beleza natural impressionante, morada de golfinhos e tartarugas, com frequência internacional de turistas. Há um esforço constante dos empresários locais em realizar um turismo responsável através de recolhimento de taxa de turismo, financiamento de ações de preservação ambiental, realização de eventos de qualidade e contratação de consultorias de nível internacional. Para o turista, ter a segurança de se hospedar em um hotel em que seu gestor se importa com o lugar, é fundamental. Porque, além de garantir a qualidade, contribui para que siga sendo um paraíso ecológico, afirma o presidente da ASHTEP.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mônica Silveira disse:

    São os famosos Burqueses, o cliente das plataformas , porque são várias, hoje em dia é o mais consumistas. Incrível, vcs não vão conseguir fazer Pipa ou outra praia, em algo selecionado para determinados perfis, um absurdo isso. Vam criar um meio de preservar melhor e combater as drogas , pois é sem limite. Estive no carnaval e n pretendo voltar, uma vergonha.

  2. Wanderson Borges disse:

    Eu não sei se pode ajudar mas eu escrevi isso (desculpa pelos erros de português)

    Booking e o crescimento desorganizado da Aldeia de Pipa tem consequências:
    1. Não existe mais alternativas para alojamento no centro de Pipa; todos viram aluguéis de temporadas : os trabalhadores e moradores estão se afastando do centro
    2. Problema graves de infraestrutura: transporte/estacionamento, energia, saneamento básico, abastecimento de água, poluição, etc.
    3. Construcao de condomínios de grande porte que pioram a situação e tem impacto ambiantal pesados. Não se trata de construir lar ecológicos mas estamos falando de complexos totalmente desproporcionais e inadequados com a capacidade da cidade.
    4. Aumento descontrolado do turismo e perda da identidade de Pipa. Mais gente, menos golfinhos….

    Impacto econômico-social : em Pipa a grande maioria das pousadas são de pequeno porte e permite a vivência dos donos e dos moradores. Os funcionários trabalham com carteira assinadas e as empresas participam da economia local e nacional pagando impostos.
    Quando se hospede numa pousada, participa da compra da bicicleta do filho do funcionário ou de pagar a escolha da filha do dono mas também contribuam pagar os salários dos funcionários da prefeitura, do hospital da cidade e dos professores das escolas.

    Segurança de bem estar : as pousadas e hotéis trabalham com alvará dos bombeiros, alvará ambiantal, alvará sanitário, alvará de funcionamento, compre inúmeras normas rígidas pela própria segurança e pelo bem-estar dos hospedes e recebem contrôles frequentemente. São investimentos importantes e permanentes para cumprir os regulamentos e oferecer conforte e segurança pelos hóspedes.

    Não existe normas para aluguel temporada… não paga nenhum impostos, a maioria do tempo não tem funcionários com carteira assinadas mas só diaristas com salários mínimos e sem direitos, não cumprem regras ou normas pelo bem-estar dos clientes e com todo lógica não tem controle ou fiscalização nenhuma…

    Colocando os hotéis e pousadas no mesmo portal, a Booking esta considerando aluguel temporada da mesma forma como se fosse hotéis e pousadas. Alem disso, muitas vezes constamos pousadas na Booking que não são cadastradas na Cadastur, não possuem alvarás nenhum, as vezes nem possuem CNPJ, não respeitam as normas e não pagam impostos.
    Além de ser uma concorrência totalmente desleal por ter modelo econômico desequilibrado, esta pouco a pouco destruindo o destino por ter impactos ambientais e sociais grave na cidade.

    Nos não estamos contra o aluguel temporária e Airbnb, ao contrário achamos que deve ser uma alternativa a indústria hoteleira mas deve se inserir corretamente no plano diretor da cidade, respeitando a natureza, os moradores e participando da economia local. Não se pode fazer tudo de qualquer forma deixando os que lutam pelo desenvolvimento e a preservação do destino assumir as consequências.

  3. Maria disse:

    O turismo de Pipa nao e de baxo nivel economico como alguien comenta por aqui mais con certeza agora tb tem bastante de baxo nivel economico y una das causas maiores es da booking, Eu soy extranjera, son mais de 13 anos que voy na pipa y antes nao existia booking, con certeza o turismo era muito melhor, pipa tem muitas Praia maravillosas que fican cada vez mais sucias y lotadas por turismo que nao gasta y nao respeta , tem casas de aluguer onde permiten entrar ate 10 persoas con musica muito alta, sin respeto a los demas, esas casas son alugadas por booking, casas que nao pagan impostos, casas que nao cumple normas de seguranca o higiene, onde nao sabe que persoas alugan, A gente fala de precios muito altos en pipa y nao es verdade, aqui en pipa tem pousadas legales de tudos os valores,, A realidad de Pipa es que a gente factura so unos meses de turismo ao ano y o resto do ano deben pagar funcionarios y taxas, algo que as casas Ilegales y pousadas I legales nao fazen. Estas casas eran antes alugadas por funcionarios y trabajadores que ahora por causa de esos aluguer de temporada nao tem onde alugar pra poder trabalhar. Ese aluguer temporal esta fazendo muito dano na comunidad, esto es algo que esta ocurre do en tudo o mundo infelizmente y si nao se para sera muito danino pra tudos os lugares turisticos do Brasil. Pipa nao tem nada que envidiar a Fernando de Noronha, cada lugar tem suas belezas, mais tb eu me pregunto si tan ruin y Caro es pipa melhor ir pra otro lugar nao? Y dexar a gente que nao tem Problema con isso venir aqui, tudos viviriamos muito melhor, pipa con menos turismo mais con mais calidad como sempre fue, quien fala que en pipa nao tem luxo e pq nunca se hospedo en un hotel de luxo entonces. Pipa sigue siendo un lugar maravilloso, dos lugares mais Tranquilo y con menos violencia do brasil, por isso que siempre esta lotado, mais si se sigue permitiendo o aluguer illegal a precios de renta baixa o turismo que tendremos sera isso y nao o turismo que pipa sempre tuvo

  4. Valdênio Ribeiro disse:

    O turismo no Brasil tem uma solução simples !
    Basta baixar as passagens aéreas o que já foi prometido em várias oportunidades e até o momento não foi implantado . Quanto ao local de hospedagem , deixa o cliente escolher , a livre concorrência é o princípio fundamental e quem tiver o melhor serviço se estabelece no mercado como referência .

    • Leni Souto montoto disse:

      Oh!!!! Não é disso que estamos falando, estamos falando de impostos, se vc aluga seu quarto se envolva também na responsabilidade do local, porque só os donos de hotéis e pousada devem
      Pagar para que o lugar se mantenha lindo… e desta forma um bom destino turístico .

  5. Denise disse:

    Igual ao movimento dos táxis contra o Uber. Novos tempos, novos serviços. Hotéis e pousadas precisam se adequar e não parar no tempo.

  6. Verônica disse:

    Eu acho uma ótima ideia que os hoteleiros estejam tentando que apenas os locais cadastrados legalmente, assim teremos mais segurança nas hospedagem.

    Sem cadastrado não sabemos onde estamos nos metendo.

  7. José carlos disse:

    A narrativa dos comentários acima é de consumidor. Mas se você for pra dentro do balcão da empresa, saberá o tamanho da carga tributária, das licenças e alvarás solicitaria e da qualidade do serviço prestado.
    Quem não lembra do casal de brasileiros que morreram no Chile em um apto alugado sem segurança ?

  8. Gonçalo Alves disse:

    Gostaria de saber quem foi o "gênio" que orientou esta decisão.
    Deve ser um iluminado, muito acima do entendimento e do compasso do mundo atual. Ou então, os hoteleiros da Pipa têm a certeza de que são uma opção com padrão, preço e qualidade muito acima de qualquer outra opção no sistema solar.
    Boicotar plataformas de reservas e e-comerce como o Booking e outras é remar contra a maré.
    Sabem o que vai acontecer? Vão perder reservas e vão pro fim da fila das opções. E mais: como são desorganizados, desunidos e amadores vão perder espaço e mídia para outros que estão loucos para ter destaque no Booking.
    Que burrice, hein? Será por folga de caixa, excesso de demanda ou cegueira mesmo.
    Pelo menos talvez, os preços baixem – se você conseguir fazer uma reserva com os "atendentes pipeiros".

    • Clidenor disse:

      Gênio?!?! Ou quem sabe Genius?!?!
      É exato que o mundo avança, que as coisas "evoluem"… Evolução é algo que pode embutir muitos enganos… as coisas podem "evoluir" também de forma negativa, concorda? Não sou eu quem diz, está nos livros (ou books se preferir). Não é porque "todos" fazem e/ou "tudo converge para", que temos que aceitar passivamente sermos triturados pelo "inevitável"! Quem disse que tem que ser assim?!?! O que os hoteleiros de Pipa querem é que as coisas evoluam tendendo para a "humanização, o respeito para com o coletivo, o legal, o direito do consumidor, a preservação do destino, a nao degradação nao apenas do meio ambiente, e, sim, também, das relações saudáveis entre cliente e fornecedor, bem como das justas relações de mercado. Não há nesse movimento a ideia de "excluir" ninguém, apenas de que todos cumpram o que lhes cabe, aí se incluem os parceiros do trade turístico de Pipa, como a Booking se coloca para todos da hotelaria… Afinal "parceria é parceria" concorda? Respeitamos todas as opiniões, inclusive às nossas próprias, apesar de que em sua opinião, sejam "risíveis ou nonsenses", Será?!?! Bem não sei se você conhece a nossa realidade, assim como domina tão bem e com tanta propriedade as "minúcias e mecanismos" da Plataforma Booking, (afinal são suas palavras: "Boicotar plataformas de reservas e e-comerce como o Booking e outras é remar contra a maré.
      Sabem o que vai acontecer? Vão perder reservas e vão pro fim da fila das opções. E mais: como são desorganizados, desunidos e amadores vão perder espaço e mídia para outros que estão loucos para ter destaque no Booking") parabéns! Você demonstrou conhecê -la muito bem, que tal vir aqui até nós e conhecer melhor nossas ideias? Você é nosso convidado, pode vir!

  9. Rubens Filho disse:

    Realmente o preço das hospedagens em pipa é fora da realidade! Onde esses empresários de pipa acham que estão????

  10. Adalberto disse:

    Como se não existisse AIRBNB!!! HAHAHAHAHAHAHAHA … quem é o gênio líder desse movimento?

  11. Michellane disse:

    Parabéns a booking por oferecer melhores preços, vou comprar mais com a booking.com, quanto as pequenas pousadas de pipa, cobrem o preço justo e não preço de hóteis de grande porte, pq lá isso não tem !!! Só preços exorbitantes em tudo, estamos cansados de pagar pelo q não tem !

  12. Michellane disse:

    Os preços exorbitantes das pousadas de pipa é um absurdo, como tudo lá , pois não existem hotéis de grande porte pra cobrar o q eles cobram, o cliente tá cansado de pagar pelo q não tem !!! Concorrência justa, parabéns a booking por pensar em seus clientes e oferecer melhores ofertas, vou comprar mais na booking.com !!!

    • Leni Souto montoto disse:

      Michelaine….. vc precisa se informar melhor sobre a área hoteleira e de como é difícil manter um trade turístico …. o que não se concorda aqui e que só os hoteleiros arquem com as responsabilidades para manter o turismo e qualquer um entra, divulga em um Booking.com sem critério nenhum no aspecto empresarial.

  13. joyce disse:

    Se combatem a oferta, já mostram que estão assustados com a concorrência leal. Quer se sobressair e fazer valer seus valores absurdos? Ofereça luxo e diferenciais. Cobrar caro pela localização e pelas belezas naturais é se apropriar doq eh público. Ubers e sites como o booking.com apenas estão dando chances para a sociedade ter mais qualidade de vida e escapar do cartel dos taxis e hoteis.

  14. Cabo Silva disse:

    Já passou a vez de PIPA no turismo. Distrito praiano de Tibau do Sul, é um destino degradado, vítima das drogas, ambição descontrolada e falta de planejamento. Deveria era agradecer ter site que anuncia qualquer categoria de hospedagem pra ele, e que se a concorrência assusta, eis mais uma prova da derrocada comercial daquele lugar, que em nada deve se comparar a Fernando de Noronha. O turismo de Pipa é de baixo nível econômico, que enche barriga no café da manhã e come sanduiches no resto do dia.

Decreto regulamenta acessibilidade em hotéis e pousadas

O governo federal regulamentou, por meio de decreto presidencial, o artigo da lei do Estatuto da Pessoa com Deficiência que estabelece que todas as dependências destinadas aos hóspedes de hotéis, pousadas e semelhantes estabelecimentos comerciais (pensões, hostels etc) devem garantir a acessibilidade a todas as pessoas.

Publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (2), o decreto presidencial estabelece que todas as áreas de livre acesso aos hóspedes, como garagens, estacionamentos, calçadas, recepção, escadas, rampas, elevadores, restaurantes e áreas de circulação devem respeitar as normas de acessibilidade em edificações de uso coletivo, discriminadas no Decreto nº 5.296, de 2004, e nas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (Abnt).

A regra se aplica também às áreas de lazer, salas de ginástica, salas de convenções, spa, piscinas, saunas, salões de cabeleireiro, lojas e a qualquer espaço destinado à locação localizado no complexo hoteleiro. A medida visa a garantir que os estabelecimentos estejam aptos a hospedar o maior número de pessoas possível, garantindo que todas possam desfrutar das comodidades e serviços oferecidos, independentemente de suas condições física, sensorial, intelectual ou mental.

Os estabelecimentos construídos até 29 de junho de 2004 terão até quatro anos, contados a partir de hoje (2), para se adaptar às novas regras. Deverão disponibilizar, no mínimo, 10% de dormitórios acessíveis, sendo 5% deles adaptados conforme as características construtivas e os recursos estabelecidos no decreto. Outros 5% deverão contar com recursos mínimos de acessibilidade previstos na norma, como chuveiro com barra deslizante, vãos de passagem livres, barra de apoio no box do banheiro e outros itens. Nos outros 90% dos quartos, sempre que solicitado pelos hóspedes, os estabelecimentos deverão garantir a oferta de ajuda técnica ou dos recursos de acessibilidade previstos no decreto.

Os empreendimentos construídos, ampliados, reformados ou com projeto arquitetônico protocolado nos órgãos competentes entre 30 de junho de 2004 e 2 de janeiro de 2018, devem observar os mesmos percentuais e normas já a partir de hoje (2).

Já os novos estabelecimentos deverão oferecer, no mínimo, 5% dos dormitórios ou ao menos um deles com características construtivas de acessibilidade. E ajudas técnicas e equipamentos para 95% dos demais dormitórios. As dependências adaptadas não poderão estar isoladas das demais, devendo estar distribuídas por todos os níveis de serviços e localizados em rota acessível.

Em todos os casos, o hóspede que necessitar de ajuda ou recurso extra deverá solicitá-lo no momento da reserva. Os estabelecimentos terão um prazo de 24 horas para atender ao pedido. Caso a solicitação não seja feita durante a reserva, o prazo para o atendimento começará a valer a partir do momento da formalização do pedido no estabelecimento. Estão inclusos nos recursos de acessibilidade itens como cadeira de rodas, cadeiras adaptadas para o banho; materiais de higiene identificados em braile e com embalagens em formatos diferentes, cardápios em braile, relógios despertadores com alarme vibratório, entre outros itens.

Secretário

Segundo o secretário nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marco Pellegrini, a exigência do hóspede solicitar a ajuda ou recursos especiais com antecedência permitirá que os hotéis de uma determinada região possam compartilhar dos recursos. “Não necessariamente o estabelecimento tem que ter todos estes equipamentos exigidos”, disse Pellegrini, explicando que o Ministério dos Direitos Humanos estuda formas de garantir a divulgação dos direitos dos hóspedes.

Segundo o último censo populacional, em 2010 havia cerca de 45 milhões de brasileiros com alguma necessidade especial. Para o secretário, a adaptação pode beneficiar não apenas essas pessoas, mas os próprios estabelecimentos comercias.

“Os estabelecimentos já deveriam atender à legislação, mas, na prática, há aqueles que descumprem as normas, aqueles que fazem adaptações equivocadas e outros que perceberam que este pode ser um nicho de mercado e adaptaram todas suas dependências. Nesses, é até difícil conseguir reservas. Porque não estamos falando apenas da pessoa com deficiência, mas de idosos com algumas dificuldades; de pessoas obesas ou com restrições provisórias. Essas adaptações facilitam a vida de todo o mundo, ampliando a utilização do hotel”, disse Pellegrini.

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hoteis (ABIH), Manoel Cardoso Linhares, embora regulamente o que o Estatuto da Pessoa com Deficiência já prescreve, o decreto presidencial não prescinde dos poderes regulatórios dos estados e municípios. “Na prática, são eles que têm o poder regulatório e muitos têm regras específicas de acessibilidade. Partindo daí, temos condições de aperfeiçoar a questão da adaptabilidade, já que a média mundial é de 2% de quartos adaptados totalmente”, disse Linhares.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico disse:

    Vão quebra o Brasil com tantas normas e regulamentacoes.