Com população desocupada do país em 12,6 milhões, IBGE aponta estabilidade geral nos indicadores de mercado de trabalho

Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

A pesquisa estimou a população desocupada do país em 12,6 milhões na terceira semana de agosto, o que representa estabilidade em relação à semana anterior.

“Há uma estabilidade geral nos indicadores de mercado de trabalho, mas olhando as variações, em termos de tendência, foi observada uma variação positiva na força de trabalho, que se deu em função do aumento no contingente da população ocupada”, explica a pesquisadora. O número de pessoas ocupadas chegou a 82,7 milhões, o que representa estabilidade em relação à semana anterior.

Já a população fora da força de trabalho também ficou estatisticamente estável em 75 milhões. “Na população fora da força, entre aqueles que gostariam de trabalhar, mas não tinham procurado trabalho justamente alegando a pandemia como o principal motivo, houve uma redução de cerca de 582 mil pessoas”, destaca Maria Lúcia.

Com Agência IBGE

Indicadores de mercado de trabalho iniciam 2020 com melhora e sugerem perspectivas mais favoráveis

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Os dois indicadores do mercado de trabalho da Fundação Getulio Vargas (FGV) registraram melhora em janeiro deste ano, em relação ao mês anterior. O Indicador Antecedente de Emprego, por exemplo, subiu 2,4 pontos e atingiu 92,3 pontos em uma escala de zero a 200 pontos, o melhor nível desde abril de 2019 (92,5 pontos).

O Indicador Antecedente de Emprego busca antecipar tendências do mercado de trabalho para os próximos meses, com base na avaliação de consumidores e de empresários da indústria e dos serviços.

O outro índice, chamado de Indicador Coincidente de Desemprego, recuou 2,8 pontos e atingiu 92,5 pontos, o menor nível desde fevereiro do ano passado (92,1 pontos). Este indicador medido com base na avaliação dos consumidores sobre o desemprego atual, no entanto, tem a escala invertida, em que a pontuação menor significa um resultado mais favorável.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nono Correia disse:

    Esse povo precisa ser estudado. Quando o Brasil crescia 7% ao ano, com taxa de desemprego pouco acima de 4%, diziam que o país estava na merda. Agora, em recessão, desemprego em 12 milhões de pessoas (apesar da maquiagem que é contabilizar bico como emprego) acham que o país está "prosperando". E o pior, quando denunciamos isso acham que tudo se resume a uma questão de "esquerda" ou "direita". Não há narrativa falaciosa que se sobreponha a realidade dos fatos. Vamos ver por quanto tempo ainda vão sustentar essa falácia da "economia bombando."

  2. Cidadão disse:

    O pessoal do ifood conta?

  3. Ivan disse:

    Chupem essa manga seus adoradores de bandidos!!!!!!!!!!!!!!!

  4. Ceará-Mundão disse:

    Enquanto os cães ladram, a caravana passa. Ou seja, enquanto os esquerdopatas e seus aliados corruptos (corrupção não tem ideologia, embora tenha LADO) continuam fazendo oposição cerrada e irresponsável ao governo federal (consequentemente ao Brasil), nosso país continua melhorando, saindo do buraco em que os governos do PT nos enfiaram. E o RN, como está? E o futuro do estado?

Indicadores de mercado de trabalho apresentam melhora em dezembro, informa FGV

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Os dois indicadores do mercado de trabalho da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentaram melhora em dezembro de 2019, em relação ao mês anterior. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), que busca antecipar tendências do mercado de trabalho com base na opinião de consumidores e de empresários da indústria e dos serviços, cresceu 1,5 ponto.

Com isso, o Iaemp atingiu 89,9 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse é o maior patamar do indicador desde abril de 2019 (92,5 pontos).

Segundo o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, as expectativas para o mercado de trabalho se tornaram mais favoráveis no último trimestre, mas seguem em um patamar ainda baixo, o que mostra que “há um longo caminho pela frente”.

Outro índice da FGV é o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), que busca mostrar a opinião dos consumidores sobre a situação atual do desemprego. O ICD, que é medido em uma escala invertida de zero a 200 pontos (em que a pontuação maior é mais negativa), caiu 0,8 ponto, para 95,3 pontos. Segundo Tobler, apesar da melhora, o ICD não se recuperou da alta do mês anterior.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zé Lopes disse:

    Se a governadora tivesse pago o salário de novembro de 2018 como ela garantiu e não cumpriu, as coisas estariam um pouco melhor aqui em casa. Não aguento mais pagar tanto juro!

    • JUNIOR disse:

      ue? mas isso ai vem de longe. se robinson tivesse pago. nao votei na governadora, mas o q se vê é querer jofgar tudo na conta dela. o q não é vdd. desde rosalba q atrasa.