Mercado volta a reduzir previsão de crescimento do PIB de 2019

Analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Banco Central voltaram a reduzir a previsão de crescimento da Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, de 0,82% para 0,81%.

Os números foram divulgados nesta segunda-feira (12), na pesquisa conhecida como Focus, em que o BC ouviu na semana passada especialistas de mais de 100 instituições financeiras.

A previsão do PIB não caía desde a pesquisa divulgada no dia 29 de julho.

Os especialistas também diminuíram a previsão de inflação para o ano, de 3,80% para 3,76%.

Outro indicador divulgado nesta segunda pelo Banco Central, o Índice de Atividade Econômica (espécie de prévia do PIB), registrou retração de 0,13% no segundo trimestre. Como o primeiro trimestre registrou queda no PIB, o resultado do segundo, se confirmado, colocará o país em recessão técnica.

2020 e 2021

Os economistas dos bancos mantiveram a previsão de crescimento do PIB para 2020 em 2,10% e a previsão de crescimento do PIB em 2021 em 2,50%. A previsão de inflação para 2020 ficou em 3,90% e para 2021, em 3,75%.

Taxa de juros

Na última semana, os analistas do mercado financeiro reduziram mais uma vez a previsão da Selic para o final de 2019. Segundo dados do boletim, os economistas esperam que a taxa básica de juros encerre o ano em 5,00%. Na semana passada os economistas esperaram uma Selic de 5,25% no final de 2019.

Para o fim de 2020, a estimativa do mercado financeiro para a Selic fique em 5,50% ao ano.

Câmbio, balança e investimentos

Os analistas ouvidos pelo relatório Focus não mexeram na projeção da taxa de câmbio para o fim de 2019, que ficou estável em R$ 3,75 por dólar pela terceira semana consecutiva. A previsão do dólar para o fechamento de 2020 também não foi alterada ficando em R$ 3,80 pela 14ª semana seguida. Já a previsão para 2021 subiu de R$ 3,85 para R$ 3,86.

Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2019, os analistas reduziram a previsão de superávit de US$ 52,6 bilhões para US$ 52 bilhões.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado passou de US$ 47,43 bilhões para US$ 47,6 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, ficou estável em US$ 85 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas caiu de US$ 85,56 bilhões para US$ 85,28 bilhões.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Walsul disse:

    O que está preso levou o país da 13a. para a 6a. maior economia do mundo e reduziu o número de desempregados a um dos menores da história, não bastasse, ainda reduziu a pobreza. Não precisaria fazer mais nada para ser o maior presidente da história, mas fez muito, muito mais. Por isso foi preso, para não termos mais pobres nos aeroportos, viajando ao exterior, indo a restaurantes, empregados com ganhos salariais reais, filhos de pobres nas universidades e direito a cagar todos os dias. Hoje até o direito de cagar todos os dias vão perder. Quero saber o que os minions vão fazer com diarreia. Eu como sou comunista (aquele que vaga todo dia) faço todo dia. Aliás, o bolsonaro e seus familiares também são comunistas, eles podem todo dia. Olha a que nível temos que chegar pra mostrar a realidade pra vcs idiotizados. Tudo pautado por alguém que só tem merda na cabeça e não é camarão, mas vc a chamam de mito. Idiomerdas!

    • jonas disse:

      e a corrupção ! ele deu com uma mão e tirou com a outra, institucionalizou a corrupção, que assaltaram os cofres publico, essa situação que estamos passando hoje e tudo graças o roubo que fizeram, infelizmente ficou esse doido que ta na presidência, mais o povo ta achando melhor assim !!!

    • Eu disse:

      Esse mi mi mi é antigo

      Muda o disco

  2. joao disse:

    Corta mais, corta mais…babacas…Presidente BURRO!

    • Eu disse:

      Sabido é o que está preso.

    • Dilermando disse:

      É burro também, e tá preso! A diferença é que esse foi eleito pra fazer diferente e melhor, não pra fazer o que ele vem fazendo. Diga-se de passagem, dia sim, dia não…

Mercado passa a prever inflação abaixo de 4% e juro básico estável em 2019

Os economistas do mercado financeiro passaram a prever inflação abaixo de 4% em 2019, ao mesmo tempo em que estimam que não haverá aumento dos juros básicos da economia no decorrer deste ano. Os juros básicos da economia são fixados pelo Banco Central (BC).

As previsões constam no boletim de mercado, também conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (4) pelo BC. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

Para 2019, os analistas das instituições financeiras diminuíram a expectativa de inflação de 4% para 3,94%. Essa foi a terceira queda seguida do indicador e, também, foi a primeira vez que o mercado estimou que o IPCA ficará abaixo de 4% neste ano.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). A meta central deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% sua estimativa de inflação – em linha com a meta central, que também é de 4% para o próximo ano. No ano que vem, a meta terá sido oficialmente cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.

Juros básicos da economia

O mercado baixou, na semana passada, sua estimativa para os juros básicos da economia no fim de 2019, de 7% para 6,5% ao ano (atual patamar da taxa Selic, que também é a mínima histórica).

Isso quer dizer que os economistas dos bancos deixaram de projetar aumento da taxa de juros, que serve de referência para todo mercado, no decorrer deste ano.

Para o fim de 2020, a previsão para os juros continuou em 8% ao ano. Com isso, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Produto Interno Bruto

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, a previsão do mercado financeiro permaneceu inalterada em 2,50% na semana passada.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Para o ano que vem, a expectativa do mercado financeiro para expansão da economia continuou também em 2,50%.

Os economistas dos bancos não alteraram a previsão de expansão da economia para 2021 e para 2022 – que seguiu em 2,50% para os dois anos.

Outras estimativas

Dólar – A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 recuou de R$ 3,75 para R$ 3,70 por dólar. Para o fechamento de 2020, caiu de R$ 3,78 para R$ 3,75 por dólar.

Balança comercial – Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 caiu de US$ 52 bilhões para US$ 51 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 49 bilhões para US$ US$ 47,65 bilhões.

Investimento estrangeiro – A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, caiu de US$ 80 bilhões para US$ 79,5 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas recuou de US$ 82,44 bilhões para US$ 80 bilhões.

G1

 

Condomínio reserva acelera obras e comprova reaquecimento do mercado

INFORME PUBLICITÁRIO

Primeiro condomínio reserva do Rio Grande do Norte, o YBY Natureza é uma amostra de que o mercado imobiliário do RN dá sinais claros de reaquecimento. O primeiro sinal foi a venda, no final de 2017, de grande parte dos lotes do condomínio. E agora, a realização de obras estruturais muito antes do prazo estabelecido no cronograma original. A área do YBY tem total de 450 mil m², dos quais 30% são de área verde, incluindo duas reservas naturais preservadas. Até o momento, 75% dos 440 lotes, que têm a partir de 390m², já foram vendidos.

Moisés Dantas, diretor executivo da Habitax Urbanismo, explica que o ritmo acelerado nas obras tem relação direta com a receptividade do condomínio. “O excelente andamento das vendas fez avançar o calendário inicial de obras. Agora, estamos concentrando os esforços para acelerar as obras, já que temos a maior parte do empreendimento com proprietários definidos”. Ainda de acordo com ele, o sucesso das vendas, mesmo em tempos de crise no setor, deve-se ao fato de oferecerem um condomínio com diferenciais de sofisticação, segurança e vida integrada à natureza.

Referências nacionais, o paisagista Benedito Abbud, o urbanista Fabiano Pereira e o arquiteto Leonardo Maia são os responsáveis pelo projeto que segue modelos já existentes em São Paulo e no Rio de Janeiro, com fiação subterrânea, pista de cooper, trilha ecológica, Plano Diretor de Segurança e área verde três vezes maior que a do Bosque dos Namorados. Ainda sobre as virtudes arquitetônicas do empreendimento, a Habitax revela que em algumas semanas será apresentado ao mercado a solução para quem deseja adquirir não apenas o lote, mas também a casa pronta no condomínio fechado de alto padrão, com projetos de arquitetos renomados no RN, no Nordeste e no Brasil.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. AlldO disse:

    Aquecimento, aqui , só na temperatura.

Unimed Natal celebra 41 anos com pro rata zero, eficiência, e crescimento no mercado

Em outubro, a Unimed Natal, cooperativa do Sistema Unimed, celebra 41 anos de história. Apesar do cenário de planos de saúde no Brasil demonstrar pequenos sinais de recuperação, a operadora natalense tem conquistado diversos resultados positivos, entre eles o pro rata zero e o crescimento de sua carteira no mercado potiguar.

Dificuldade enfrentada, sistematicamente, ao longo dos últimos 22 anos, o pro rata consiste no rateio da receita pelas despesas. A atuação incansável da atual administração, junto a cooperados, colaboradores e conselhos, permitiu que a operadora reduzisse o índice de quase 31% em abril de 2017 para zero em setembro deste ano. Isso significa dizer que, com a queda progressiva desse percentual, foram repassados mais valores para os médicos cooperados.

A conquista foi resultado de várias ações, entre elas o reposicionamento e articulação no mercado, o que levou a Unimed Natal a atingir mais de 150 mil beneficiários, apresentando um crescimento de carteira em 13%. Outro ponto importante foi o lançamento de um novo portfólio de produtos mais amplo e robusto. As iniciativas vão na contramão da crise que afetou empresas do setor da saúde suplementar nos últimos anos.

“Assumimos a gestão da Unimed em abril do ano passado e de lá para cá, conquistamos muito. Mas ainda há muito o que fazer. Estamos organizando nossa cooperativa, investimos na reestruturação de serviços próprios como o Centro Clínico Pediátrico e na reforma de ampliação do nosso Hospital”, destaca o presidente da Unimed Natal, dr. Fernando Pinto.

Nesse sentido, a empresa continuará a buscar a excelência no atendimento. “Queremos continuar a fazer mais pelos nossos clientes, que tenham experiências positivas, conectadas à marca Unimed Natal e, mais que isso, incentivá-los a levar uma vida saudável”, ressalta dr. Fernando Pinto.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lair Solano Vale - médico cooperado da Unimed Mossoró disse:

    Parabéns a toda diretoria , colaboradores e cooperados da Unimed Natal . O fim do pro rata era uma antiga aspiração . Nós da Unimed Federação Rn sempre pagamos aos nossos cooperados pela tabela do sistema Unimed Nacional e estamos unidos para crescermos ainda mais .
    A marca Unimed é de todos nós. Que 2019 possamos superar, juntos, a marca de 200 mil vidas .

Vereadores visitam mercado das Rocas e constatam subutilização

Em visita ao mercado do bairro das Rocas, os vereadores da Comissão de Planejamento Urbano, Habitação, Meio Ambiente, Legislação Participativa e Assuntos Metropolitanos da Câmara Municipal de Natal, constataram a situação de subutilização em que se encontra aquele equipamento público, cuja reforma foi inaugurada em janeiro de 2016, após sete anos fechado. Dos 83 boxes, 79 ainda não estão funcionando devido à pendências entre a Prefeitura e os concessionários e proprietários, além de alguns problemas estruturais. Agora, a comissão está convocando o secretário para prestar esclarecimentos.

Participaram da visita o presidente da comissão, vereador Sandro Pimentel (PSOL), além dos vereadores Sueldo Medeiros (PHS) e Dickson Júnior (PSDB), que agora integra a comissão no lugar da ex-vereadora Wilma de Faria. Foi observado que o prédio do mercado está sem a estrutura de gás em funcionamento, com uma cobertura inadequada para o clima de Natal provocando o aumento da temperatura interna, além de problemas nos serviços de acabamento como calçadas deterioradas e rebocos das paredes caindo. Mas o pior é que, dos 83 boxes, apenas quatro estão funcionando porque ainda não foi resolvida a questão legal com com a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SEMSUR), segundo s próprios concessionários.

“Com os boxes fechados não há movimento aqui. Isso porque os concessionários que trabalhavam antes da reforma foram transferidos para a feirinha aqui nas Rocas e ainda não foram autorizados a voltar”, explicou o comerciante Dimas Oliveira, um dos poucos que está com seu ponto aberto no local. O mercado já está aberto e a prefeitura mantém uma empresa para fazer a segurança do local, mas praticamente não há consumidores circulando. “Natal está entre as capitais mais visitadas do país e estamos perdendo um ponto de visita de turistas em que foi feito um alto investimento. Esperamos que seja aberto ainda este ano antes da alta estação”, destaca o vereador Dickson Júnior.

“Mais uma vez a comissão se reuniu para averiguar in loco, dessa vez no mercado das Rocas, que ficou muito bonito mas não funciona em sua plenitude. Precisamos entrar num entendimento com a SEMSUR para saber o que está impedindo o pleno funcionamento”, destacou o vereador Sueldo Medeiros. O titular da SEMSUR, Jonny Costa, está sendo convocado para a próxima reunião da comissão, que acontece em 15 dias. “O projeto é muito bonito mas já passou um ano e oito meses que essa gestão inaugurou com todas as pompas mas ficou por aí. Na prática não funciona. Estamos convidando o secretário para discutir, explicar e apontar soluções”, declara Sandro Pimentel.

Chega a cinco milhões números de brasileiros que utilizam tablets, há um ano era apenas 220 mil

Os usuários de tablets eram pouco mais de 220 mil em janeiro do ano passado no Brasil. Hoje, eles são cinco milhões e representam 13% das conexões à internet por meio de dispositivos móveis — contra 75% dos smartphones, o equivalente a 31,2 milhões de usuários. Embora os celulares e os tablets sejam portáteis e tenham funções parecidas, o objetivo do uso de cada um dos aparelhos é bem distinto. A quantidade de compras on-line por tablets, por exemplo, é cinco vezes maior do que a registrada por smartphones. As conclusões estão na pesquisa F/Radar, obtida com exclusividade pelo GLOBO e elaborada pela agência F/Nazca Saatchi & Saatchi em parceria com o Datafolha.

A leitura de notícias em grandes portais ou em blogs é outro exemplo que mostra a diferença de perfil dos internautas. Os que usam tablets leem duas vezes mais que os usuários de celular. A paulistana Alessandra Pecoraro, analista de marketing, de 23 anos, ilustra bem os dados detectados pela pesquisa. Típica representante da geração Y, a jovem é viciada em tecnologia e redes sociais. Em sua bolsa, vão, diariamente, um pouco mais de 1,5 kg de aparelhos tecnológicos, seus carregadores e cabos extensores.

— Tenho na minha bolsa, superfeminina e desenhada para carregar coisas tecnológicas, um iPhone, um Galaxy S III e o iPad. Não saio sem os três aparelhos porque eles são complementares. Em cada um faço uma coisa — diz ela, que não desgruda do aparato nem na hora do banho.

Para ler, navegar na internet, assistir a vídeos e olhar fotos, ela usa o iPad. Para checar as redes sociais, publicar fotos e vídeos, o iPhone é o aparelho escolhido. O Galaxy, explica ela, é para “uso mais corporativo”.

O forte aumento da quantidade de usuários do tablet se explica basicamente pela variedade de aparelhos deste tipo vendidos por menos de R$ 1 mil, segundo a IDC Brasil.

— Temos um número recorde impulsionado pela grande quantidade de dispositivos com preços inferiores a R$ 1 mil, introduzidos no mercado. As pessoas continuam comprando e usando computadores com dispositivos complementares. Os tablets são a preferência para tarefas voltadas ao consumo de conteúdo, como navegação na internet ou acesso a vídeos, livros e música — afirma Attila Belavary, analista de mercado da IDC Brasil.

Vídeo é mais visto no tablet

A pesquisa F/Radar também constatou que os usuários de tablet assistem duas vezes mais a vídeos que os que se conectam pelo celular. A checagem de e-mails, porém, é mais comum no celular. São 57% dos internautas de smartphone contra 35% dos tablets.

— Esta é a primeira vez que o tablet entra na nossa pesquisa porque, em todas as outras, a quantidade de usuários sempre ficou abaixo na nossa margem de erro, que é de 2%. Percebemos que a adesão ao aparelho tem crescido muito rápido e quisemos entender essa penetração e o perfil do usuário — explica José Porto, diretor nacional de planejamento da F/Nazca Saatchi.

Nesse detalhamento do perfil dos usuários de tablets, a pesquisa descobriu que 62% são homens, 72% têm entre 16 e 34 anos, 70% estão na classe A ou B, e 43% já concluíram o ensino superior. O número de pessoas com ensino superior completo é duas vezes maior entre os usuários de tablets do que entre os internautas brasileiros e quatro vezes maior que a média da população.

A pesquisa também mapeou o perfil dos usuários das redes sociais. No Twitter, a principal razão do uso é para ver o que os outros estão postando; além disso, 42% dos internautas recorrem ao Twitter para ler notícias em vez de acessar os portais noticiosos.

No Facebook, 62% dizem que entram no portal para verificar ou enviar alguma mensagem; 51% acessam para ver a página dos outros; e 46%, para postar algo.

Fonte: O Globo.com

Rede de sorveteria oferece 11 milhões de combinações de sabores para seus consumidores

Se você é indeciso melhor nem aparecer. Já pensou uma sorveteria com 11 milhões de combinações de sabores? No Brasil, a primeira loja da rede de sorvetes começou a funcionar ainda em agosto, na cidade de Curitiba.  São 86 sabores e um mix de 160 itens que pode ser adicionado. Pelo menos ninguém vai reclamar de tomar o mesmo sorvete sempre.

Escolher um sabor em meio a 11 milhões de combinações pode soar como uma tortura para o consumidor mais indeciso. Mesmo assim, o universo quase infindável de opções é o mais apregoado apelo de marketing da rede de sorveterias norte-americana Coldstone, que acaba de chegar ao Brasil.

A marca, aqui administrada por quatro sócios, começou a funcionar dia 21 de agosto com uma unidade em Curitiba. Eles investiram US$ 2 milhões (cerca de R$ 4 milhões) pela exclusividade da operação, com a contrapartida de lançar 30 unidades no País em quatro anos, viabilizadas por meio do sistema de franquias.

A cidade de São Paulo deve receber a segunda loja brasileira da rede até fevereiro de 2013. A sorveteria paulistana, aliás, será a unidade padrão, segundo Joaquim Fernandez Presas, que além de sócio é responsável pelo marketing da rede.

“A gente está ainda negociando o ponto em São Paulo. Procuramos um lugar de alto padrão para nosso posicionamento”, afirma Presas, que ainda não tem definido o investimento necessário para cada franquia. “Ainda estamos definindo fornecedores brasileiros e até a nacionalização de alguns equipamentos. Trabalhamos com um valor entre R$ 400 mil e R$ 600 mil”, destaca.

Matemática milionária. Dona de um catálogo de 86 sabores e um mix de 160 itens – como coberturas – que podem ser adicionados ao produto (daí a conta de 11 milhões de combinações), a Coldstone tem 1,9 mil unidades ao redor do mundo (79% delas nos Estados Unidos) e faturou, em 2011, US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 3 bilhões).

Mas apesar da pujança de opções, a versão brasileira da rede ainda trabalha na definição de seu sortimento. Na loja de Curitiba, utilizada como teste para a operação, Joaquim Presas mantém um cardápio com 22 sabores e 40 ingredientes. A preocupação, diz o empresário, é não confundir o cliente.

“Na Coldstone, a pessoa escolhe o sabor da massa, que é esticada em uma pedra de granito gelada, e nosso funcionário acrescenta o mix escolhido. O problema é que, o excesso de oferta, percebemos, pode deixar algumas pessoas confusas. Estamos introduzindo as opções e monitorando, semana a semana, a aceitação de cada uma”, destaca o empresário.

Com informações do Estadão.

 

iPhone? Não! Galaxy S3 é o smartphone mais vendido nos Estados Unidos

O Galaxy S 3, celular desenvolvido pela sul-coreana Samsung e lançado em maio de 2012, alcançou o status de smartphone mais vendido dos Estados Unidos, de acordo com a consultoria americana Canaccord Genuity. Em relatório publicado nesta terça-feira, no qual não constam números de aparelhos comercializados, a empresa afirmou que o dispositivo está no topo das listas de produtos mais procurados em operadoras como Sprint e Verizon. O iPhone 4S, da Apple, caiu para o segundo lugar, seguido do One, da taiwanesa HTC.

Apesar da vantagem sobre as rivais, a companhia sul-coreana não deve se manter em primeiro lugar por muito tempo. A queda nas vendas do iPhone 4S, que se manteve no topo da lista desde o seu lançamento em outubro de 2011, significa apenas  que os consumidores estão se preparando para o lançamento do novo smartphone da Apple, que será apresentado no próximo dia 12 de setembro.

No último dia 24 de agosto, a Apple obteve uma vitória importante sobre a rival Samsung em mais um capítulo da guerra de patentes entre as duas companhias. De acordo com a decisão do júri do tribunal de San Jose, na Califórnia, a sul-coreana violou diversas patentes de design e utilidade da concorrente e em diversos aparelhos, o que levou a juíza Lucy Koh a aplicar uma pena de 1,05 bilhão de dólares à companhia. Agora a Apple procura barrar a venda de diversos produtos da concorrente nos Estados Unidos, incluindo a do próprio Galaxy S 3.

Fonte: Veja

Supermercadistas lançam campanha para incentivar controle de qualidade e segurança dos produtos e serviços

Os supermercadistas do Rio Grande do Norte lançam na próxima semana o “De Olho Na Validade”, campanha que visa incentivar os fornecedores a criarem meios eficientes de controle de qualidade e segurança dos produtos e serviços, ampliando a credibilidade do setor junto aos consumidores.

O Termo de Acordo será assinado pela Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn), Governo do Estado e Procon Estadual durante a abertura da Exponor-RN 2012 e 24ª Convenção Nordeste de Supermercados, Feira de Equipamentos, Produtos e Serviços, que acontecerá no dia 20 de agosto no Centro de Convenções de Natal.

A campaha

Trata-se de uma campanha em que o cliente que encontrar produtos dentro da área de venda (antes de passar pelo caixa) com prazo de validade vencido, terá direito a receber da loja o mesmo produto, dentro do prazo de validade, ou um similar e de igual valor. Pode resgatar ainda na mesma quantidade que encontrou com a irregularidade.

Mais

Além da campanha, o evento apresentará ainda ao empresário local um software que está disponível no mercado, que impede que o produto que foi manipulado dentro da loja e cadastrado no sistema, consiga passar na caixa registradora, com data de validade vencida.

O evento

A Exponor tem como tema “O Futuro do Varejo e a Influência da China”, e oferecerá palestras estruturais e específicas. Sua feira é ainda uma ótima oportunidade para fechamento e prospecção de negócios, contando com a exposição de mais de 10 mil itens, incluindo produtos, sistemas e soluções para o atacado e varejo.

Criola diz que Sindicato das Agências de Propaganda quis mudar o foco e que poderia ser mais transparente

SOBRE NOTA PUBLICADA PELO SINAPRO/RN
A RESPEITO DA LICITAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE PELO GOVERNO DO ESTADO,
A CRIOLA PROPAGANDA ESCLARECE:

1- A Criola é uma agência certificada pelo mais importante órgão de regulamentação da atividade publicitária no Brasil, o CENP ( Conselho Executivo das Normas Padrão ).

2 – A Criola reconhece o SINAPRO/RN como mais uma associação de empresas voltada, primeiramente, para a defesa dos interesses dos seus associados.

3 – A Criola tem por opção NÃO fazer parte do SINAPRO/RN, assim como ocorre com outras empresas sérias do nosso mercado.

4 – A Criola repudia veementemente a posição do SINAPRO/RN, em sua nota publicada, procurando mudar o foco da questão, tentando desqualificar a Criola e o seu legítimo direito de buscar a Justiça. Para a Criola, este ato é uma clara demonstração de CORPORATIVISMO, como forma de pressão indevida e tendenciosa aos órgãos competentes.

5 – O Recurso Administrativo é um instrumento legítimo, legal e, principalmente, previsto no Edital da citada concorrência.

6 – O que a nota do SINAPRO/RN omite ou deixa de apresentar:
• que 3 (três) das 4 (quatro) agências citadas no Recurso Administrativo impetrado pela Criola
NÃO APRESENTARAM DEFESA;
• que todos os argumentos da Criola são TÉCNICOS, sem intenção de pressionar quem quer que seja, ou atingir empresas ou profissionais. Por isso merecem uma RESPOSTA TÉCNICA, DETALHADA E RESPONSÁVEL;
• que o Recurso Administrativo foi negado pela Comissão do Governo do Estado através de um Parecer curto, evasivo e com argumentos pouco convincentes.
• que o Mandado de Segurança solicitado pela Criola, qualificado como “inconsistente” pelo SINAPRO/RN, FOI ACEITO pelo Tribunal de Justiça do RN.
• que as 5 agências classificadas são todas pertencentes ao SINAPRO/RN, ou seja, há uma clara demonstração de protecionismo às suas filiadas.
• que a agência Marca Propaganda, filiada ao mesmo SINAPRO/RN, também entrou na Justiça.
Ainda assim a nota do SINAPRO/RN cita e expõe apenas a Criola, configurando assim uma clara perseguição a uma agência não filiada.

7 – Para que a sociedade possa entender e acompanhar de maneira transparente este processo, a Criola disponibiliza no link http://issuu.com/criolapropaganda/docs/recursocriola o Recurso Administrativo da nossa empresa enviado à Comissão Permanente de Licitação do Governo do Estado RN e negado pela mesma.

8 – Felizmente, cabe à Justiça e não ao SINAPRO/RN, avaliar o peso e o conteúdo dos argumentos técnicos apresentados. A Criola espera que as agências citadas não desperdicem, mais uma vez, a oportunidade de apresentarem seus argumentos de defesa.

9 – A Criola lamenta que seja necessárto partir dela e não do SINAPRO/RN a decisiva contribuição
para a TRANSPARÊNCIA do processo, através do acesso aos autos pelo Tribunal de Justiça,
Ministério Público, imprensa e cidadãos.

10 – A Criola não se intimidou e não se intimidará com qualquer ação ou iniciativa antiética partida de associações, empresas ou pessoas que tenham por objetivo confundir e atingir a legalidade que exige todo e qualquer processo licitatório.

11 – Finalmente, a Criola confia e tem a certeza de que a Justiça do Rio Grande do Norte, com o acompanhamento do Ministério Público, a partir das justificativas TÉCNICAS e OBJETIVAS apresentadas, decidirá DE FORMA JUSTA E LEGAL o resultado do processo.
Diferentemente da postura do SINAPRO/RN, que afirmou, em sua Nota, “ter certeza” de qual será
a decisão, assumindo assim sua total PARCIALIDADE no assunto.

Criola Propaganda

1- Única agência do RN, finalista do Prêmio Profissionais do Ano Rede Globo 2012/categoria Campanha.

2- agência mais premiada pelo SINAPRO/RN no último Prêmio Bárbaro.

Do Blog: Segue link do post do blog falando da guerra e acusações no mercado e com a nota do Sinapro:

http://www.blogdobg.com.br/2012/08/mercado-publicitario-potiguar-guerra-e-acusacoes/

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. roberto_Felix disse:

    Valeu Vinicius, valeu Criola Propaganda, é isso mesmo! só atraves de posicionamentos como esse de voces é que se consegue mudar essa perniciosa associação politico-familiar-midiática, essa sim, uma das grandes responsaveis pelo país, e o nosso estado, se encontrar da forma caótica em que esta… parabens mais uma vez pelo posicionamento!

Android amplia vantagem sobre Iphone no mercado dos smartphones

No segundo trimestre deste ano, a distribuição de celulares foi de quatro aparelhos com Android para cada iPhone, diz a empresa de pesquisas IDC. No mesmo período do ano passado, essa proporção era de 2,5 para 1.

O sucesso dos celulares da Samsung ajudou o sistema operacional do Google a estender seu domínio no mercado de smartphones.

A Samsung e outros fabricantes enviaram quase 105 milhões de celulares com Android no trimestre de abril a junho, dando ao Android 68% do mercado mundial, um aumento em relação aos 47% do ano passado.

Aparelhos BlackBerry, da Research in Motion, e com o sistema Symbian, feitos em grande parte pela Nokia, perderam espaço. Cada plataforma viu sua fatia de mercado cair abaixo dos 5%. A Nokia hoje fabrica celulares com o Windows Phone, da Microsoft.

A fatia de mercado do iPhone, que usa o sistema iOS, caiu um pouco –de 19% para 17%. Mas a empresa vendeu mais iPhones do que um ano atrás. A Apple é a segunda maior fabricante de smartphones, atrás da Samsung, e provavelmente conseguirá um impulso com o lançamento do novo iPhone, que deve sair nos próximos meses.

Ela ainda é dominante entre os tablets, com 68% do mercado no segundo trimestre, de acordo com o IDC. O Google tenta se aproximar com o seu Nexus 7, que usa Android.

Fonte: O Estadão

Mudanças no mercado: Mulheres são maioria na hora de comprar imóvel

O aumento da ocupação feminina em cargos profissionais tem mudado a conjuntura social tradicional. A mulher, que antes restringia suas preocupações às questões do lar, hoje atua no mercado de trabalho, muitas vezes gerindo seu próprio negócio. De acordo com o Boletim de Mercado de Trabalho divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a participação feminina na população brasileira economicamente ativa chegou a representar 48,9% da massa salarial.

A ruptura com o antigo modelo, entretanto, não modificou o desejo materno de constituir família e cuidar dela. A diferença é que a mulher atual, com dinheiro no bolso, tem uma influência maior no poder e nas decisões de compra, afetando diretamente o mercado imobiliário. É o que confirma o Censo 2010 do IBGE realizado em Natal, segundo o qual os domicílios particulares permanentes cujo único responsável é uma mulher apresentam-se em 74,8%.

O olhar feminino sob a pesquisa de um novo lugar para morar é muito mais criterioso do que o dos homens, justamente por levar em consideração todos os fatores que podem afetar a rotina dos membros familiares. Escolas, farmácias, padarias, supermercados e postos de saúde são pontos decisivos para que um local seja apto para acolher os entes queridos. Quanto ao imóvel, a cozinha deixa de ser o mais importante e aspectos como área de lazer para os filhos e um quarto aconchegante para o casal são postos em relevância.

Por todos esses quesitos, o Vila Verde, residencial das incorporadas Diagonal e Rossi, obteve grande alcance no público feminino. Com a maior parte das vendas efetivadas, foi possível realizar uma análise do perfil dos compradores, que indicou que 41% dos compradores são mulheres e, quando o assunto é investimento, o número sobe quase 20 pontos, para 59%. Para ambos, a motivação da compra segue a mesma linha, com preponderância pela satisfação com a infraestrutura de lazer e o fácil acesso à BR-101 e pontos de serviço das avenidas vizinhas Abel Cabral e Maria Lacerda Montenegro.

O condomínio tem quatro torres com opções de 63, 74 e 88 metros quadrados, distribuídos em uma área de mais de 20 mil metros quadrados, sendo 6 mil de área verde e quase 4 mil de área de lazer, tudo com o padrão dealta qualidade de arquitetura, paisagismo e acabamento das empresas Diagonal e Rossi. O terreno tem proximidade ainda com bairros prestigiados da cidade como Ponta Negra, Capim Macio, Cidade Jardim e Candelária.

Entre as opções de lazer, há espaços voltados à saúde física e mental, como tenda zen e espaço de fitness externo, além da academia interna. Para crianças e adolescentes, brinquedoteca, espaço teen, salão de festas e salão de jogos. Completam as áreas de lazer a quadra poliesportiva, piscina adulto e infantil, deck molhado, quiosque com churrasqueira e espaço gourmet.

Endividamento alto dificulta expansão do crédito, segundo professor da UnB

O endividamento da família brasileira é crescente, apesar da diminuição dos juros, e ainda há um estoque considerável de dívidas de longo prazo, o que “inviabiliza a substituição” de bens de consumo durável na velocidade que o governo imagina para girar o mercado e alavancar o crescimento da economia. Mesmo se considerando as reduções de tributos nas compras de carros, de produtos da linha branca e de material de construção, de acordo com diagnóstico do professor de economia da Universidade de Brasília (UnB), Roberto Bocaccio Piscitelli.

Ele cita números do Banco Central (BC) segundo os quais a evolução do crédito foi 18,3% nos 12 meses encerrados em maio último, impulsionada principalmente pela tomada de empréstimos pessoais. “Foi um crescimento bastante acelerado”, no seu entender, mas ressalta que tal dinâmica só tem sustentação em um processo de crescimento econômico, com geração de emprego e renda. Ele acha, no entanto, que “as dificuldades tendem a aumentar nas atuais circunstâncias”, como sinaliza o alto nível de inadimplência, que hoje é 8% nos atrasos com mais de 90 dias.

O professor da UnB até admite a incorporação de novos contingentes da população entre os consumidores de bens duráveis (automóveis, máquina de lavar roupa, fogão e outros), mas ressalta que isso ocorrerá de forma residual. O potencial de expandir essa categoria de consumidores “está quase esgotado”, segundo ele. Além disso, lembra que o aumento da inadimplência deixou as instituições privadas (bancos e lojas) mais “seletivas” na classificação dos mutuários, e em função disso reduzem prazos e exigem maiores parcelas de entrada nos financiamentos.

Embora a oferta de crédito tenha crescido bastante, a ponto de a contratação equivaler, atualmente, a 50,1% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, Piscitelli ressalta que o crescimento sustentável da economia carece muito mais que crédito. Precisa de políticas duradouras, abrangentes, de reforma tributária e de mais investimentos em infraestrutura, em educação e em inovação, dentre outros.

Ele diz que o brasileiro está cansando de tantos “pacotes” de privilégios recorrentes aos lobbies mais poderosos, em detrimento de outros setores da atividade produtiva. Segundo Piscitelli, “o arsenal de renúncias fiscais e de créditos subsidiados têm alto custo social, são aleatórios e injustos, não têm contrapartidas e desorganizam ainda mais o já caótico sistema tributário”. O professor disse ainda que vê “nuvens carregadas” no horizonte, e lembrou que “a conta será paga pelos mesmos de sempre”.

 

Link para metéria completa: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-07-07/endividamento-alto-dificulta-expansao-do-credito-segundo-professor-da-unb

Fonte: Agência Brasil

[VÍDEO] Câmeras de segurança flagram assalto a marcado em Natal. Bandidos estão soltos

Um vídeo de um flagrante de assalto foi divulgado neste final de semana no site Youtube. Nas imagens, homens armados sem medo de serem reconhecidos entram em um estabelecimento sacam revólveres e praticam o assalto levando medo a clientes e funcionários do estabelecimento. O nome do local não pode ser confirmado, mas o autor do vídeo pede para quem puder identificar algum dos criminosos que entre em contato com a polícia.

Presidente de empresa gringa diz que brasileiros não trabalham tanto porque vivem em paraíso. É mole?

Por interino

A Foxconn está aumentando sua participação no Brasil e deve abrir cinco novas fábricas no país, sendo uma delas em uma cidade mineira. Mas, para o presidente da empresa, o taiwanês Terry Gou, os brasileiros “não trabalham tanto porque vivem em um paraíso”, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.

Em um programa de TV com jovens de Taiwan, Gou comentou sobre as oportunidades no Brasil e disse que o país é uma “terra cheia de potencial”, e fez um convite para quem quer trabalhar por aqui. “Quem quer ir ao Brasil? Vocês podem se registrar comigo, sério, vou lhes dar meu e-mail”, disse.

Por outro lado, ele fez críticas ao Brasil e a algumas exigências feitas pelo Governo Federal para a instalação das fábricas e a isenção fiscal para a produção local. “O Brasil só oferece o mercado local, de 190 milhões [de habitantes], e ainda é preciso transferir tecnologia”, afirmou. Porém, ao lembrar de um encontro com Dilma Rouseff, Gou disse que ela tem interesse em “modernizar o Brasil” e quer trocar a venda de matéria-prima pela produção de semicondutores.

A Foxconn é constantemente acusada de oferecer condições de semiescravidão para seus funcionários. Em uma matéria recente de umaemissora de TV americana ABC, foi mostrado que operários das fábricas da empresa trabalham 12 horas por dia e ganham cerca de US$ 1,78 por hora. A empresa anunciou em 2011 investimentos de cerca de US$ 12 bilhões noBrasil e deve começar a fabricação de iPads nacionais.

Fonte: Olhar Digital