Jornalismo

Vejam como foi a história de FHC com Míriam Dutra

FHC começou a namorar Míriam no final dos anos 80, início dos anos 90 quando ele era senador e ela repórter da TV Globo em Brasília. Não era incomum algum amigo de FHC telefonar para o apartamento dele em Brasília e ser atendido por Míriam.

Em 1994, quando foi candidato a presidente pela primeira vez, Tomás tinha dois anos e FHC temeu que a história do filho fora do casamento com dona Ruth Cardoso fosse explorada durante a campanha.

Míriam sempre garantiu para FHC que o filho era dele. A jornalistras amigos que a procuravam, negava. Chegou a sugerir que o pai era um biólogo de Santa Catarina.

FHC desconfiava que o filho pudesse ser de outra pessoa que se relacionara com Míriam na mesma época – um diplomata do Itamaraty.

Certa vez, sorridente, a um repórter da VEJA que perguntou se o filho era dele, FHC respondeu:

– Meu? Imagina. Deve ser do Serra.

Antes de aceitar ser candidato, FHC viajou com dona Ruth a Nova Iorque e lhe falou sobre Tomás. Foi uma conversa penosa.

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DNA prova que, filho que FHC reconheceu, com jornalista da Globo, não é dele.

Pense numa bronca. Esse filho foi motivo até de crise no casamento do ex-presidente, com Dona Ruth Cardoso, e também de muitos boatos que prejudicaram FHC.
Resumindo… a jornalista não sabe pra quem deu!

Está na Revista Veja desta semana:

Dois exames de DNA, o último deles feito no início do ano, deram um desfecho surpreendente a uma história envolta em muita discrição há duas décadas: Tomás, de 19 anos, o rapaz que FHC reconheceu oficialmente como filho em 2009 em um cartório espanhol, não é filho do ex-presidente.

Embora só tenha perfilhado Tomás há dois anos, FHC sempre ajudou a jornalista Miriam Dutra, sua mãe, a sustentá-lo. Como morava entre Portugal e Espanha, para onde Miriam foi enviada pela Globo pouco antes do seu nascimento, Tomás tinha contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.

A situação, porém, sempre foi envolta em total reserva, quebrada somente com a publicação pela jornalista Mônica Bergamo de uma reportagem sobre o reconhecimento de Tomás na Folha de S. Paulo, em 2009.

Opinião dos leitores

  1. É preciso evitar conclusões precipitadas. Gente que tem caso com gente casada, muitas vezes mantém um relacionamento paralelo, às claras, com outra pessoa. Quem sabe, a jornalista nâo tinha um namorado…

  2. Se ele tivesse feito o exame antes sem tentar esconder o relacionamento clandestino, teria evitado tudo isso.

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