Cientista planeja criar ‘super-humanos’ ao editar genes com DNA de tardígrados

Os tardígrados são minúsculos animais de menos de 1 milímetro, capazes de sobreviver dez dias sob os efeitos da radiação cósmica do espaço e suportar temperaturas de 100 a 272°C . Interessado na impressionante resistência dessas criaturas, o pesquisador Chris Mason, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, anunciou em uma conferência de genética que aconteceu em Nova York no fim de outubro que pretende estudar meios de usar o DNA desses animais para criar humanos resistentes contra os riscos de viagens espaciais.

A ideia de editar genes humanos é algo muito polêmico, sendo uma prática questionada por comitês de ética e pela comunidade científica internacional. Ainda estão em andamento discussões para a regulamentar e estabelecer limites para os experimentos. Por isso, segundo Mason, o experimento da aplicação do DNA de tardígrados em humanos ainda deve demorar décadas para acontecer.

“Se tivermos mais 20 anos de mapeamento, descobertas e validação funcional do que nós achamos que sabemos, eu espero que possamos alcançar o estágio em que seremos capazes de dizer que podemos criar um humano que possa ser melhor em sobreviver em Marte”, disse o cientista.

O pesquisador pretende, junto a uma equipe de cientistas, aprimorar as descobertas de um estudo feito em 2016, por um outro time de pesquisadores. Na época, os especialistas localizaram a proteína que está por trás da habilidade dos tardígrados resistirem contra a radiação do espaço. A capacidade de aguentar essa radiação depois foi transferida para células humanas.

Segundo Mason, se a técnica for implementada no futuro, a edição genética feita com os tardígrados pode servir não só para o espaço, mas também para aprimorar a medicina na Terra. Seria possível, por exemplo, fazer células humanas resistentes para que os pacientes suportem mais facilmente a radiação emitida durante tratamentos contra o câncer.

Galileu

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silvio disse:

    Tá bom mesmo, por favor insiram uns aqui no Brasil, é que houve involução e nisso criou uma geração de idiotas que idolatram ladrões corruptos, e por eles fazem qualquer coisa, até passar o dia todo viajando por um sanduíche de mortadela. São a borra de uma subraça.

Cientistas criam 1º ser vivo com DNA 100% reescrito e sintetizado em laboratório

(Rodolfo Parulan Jr/Getty Images)

Nada de super humanos ou afins. O primeiro ser vivo com o DNA criado 100% em laboratório é uma bactéria. O novo micróbio é fruto de dois anos de pesquisa da Universidade de Cambridge, os resultados foram publicados no periódico científico Nature. Ele é bem parecido com outras bactérias da sua espécie, mas é capaz de sobreviver com um código genético simplificado.

A bactéria que carrega o DNA sintetizado em laboratório é da espécie Escherichia coli, normalmente encontrada no solo e no intestino humano. Após a modificação, ela pode ajudar a criar novos medicamentos ou se tornar resistente a vírus. Mas no que, exatamente, os cientistas mexeram para deixá-la assim? E mais: o que exatamente queremos dizer com “código genético simplificado”?

É o seguinte: o DNA de um organismo possui toda a informação necessária para construir e operar seu corpo. Essa informação é codificada em sequências de quatro moléculas, identificadas pelas letras A, T, C e G.

Cada gene é o manual de instruções para produzir uma determinada proteína. E as proteínas, por sua vez, são cadeias de moléculas menores chamadas aminoácidos. Cada aminoácido é identificado por uma sequência de três letrinhas de DNA: as letrinhas CTT, CTC e CTA correspondem à leucina, por exemplo. Essas sequências de três letrinhas são chamadas “códons”. Há 64 códons, mas só 20 aminoácidos, de maneira que há mais ou menos três códons para cada aminoácido. Um gene nada mais é do que uma fila de códons.

Os pesquisadores removeram alguns desses códons e substituíram por outros que fazem o mesmo trabalho. Eles fizeram mais de 18 mil edições desse tipo. No final, um organismo que tinha 64 códons ficou com 61. E o mais surpreendente: ele sobrevive mesmo assim. As redundâncias foram eliminadas, mas tudo continua normal.

As alterações no código genético não foram feitas no DNA da própria bactéria: os cientistas criaram um DNA completamente novo em laboratório e substituíram as moléculas originais pela versão com o upgrade.

A bactéria recebeu o nome de Syn61 — uma junção da palavra síntese com o seu novo número de códons. Por ter um DNA tão diferente do normal, os vírus podem ter dificuldade para infectar a bactéria.

O Escherichia coli é utilizado na produção de insulina para diabetes e medicamentos para o tratamento de câncer, esclerose múltipla e ataques cardíacos. Quando um vírus infecta uma cultura bacterial dessas, a produção inteira precisa ser jogada fora.

Essa é a primeira vez que os cientistas conseguem alterar e sintetizar um DNA tão grande. Em 2010, a bactéria Mycoplasma mycoides foi a primeira a ter seu genoma sintetizado. Ao contrário da E. coli, seu DNA era bem menor e não foi redesenhado.

Super Interessante

Avançado estado de decomposição de cadáver impede reconhecimento da família, e somente DNA poderá confirmar se corpo é mesmo de Yasmin Lorena

Oficialmente, ainda não é possível confirmar se o corpo encontrado enterrado dentro de uma casa na tarde dessa terça-feira (24) na Redinha, bairro da Zona Norte de Natal, é mesmo o de Yasmin Lorena de Araújo, de 12 anos. Com isso, o corpo não pode ser liberado para a família providenciar o enterro. O Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) informou que a menina não possui carteira de identidade, o que impossibilita um eventual reconhecimento por meio das impressões digitais.

O itep também informou que a família não conseguiu apresentar nenhuma ficha de dentista para que se possa fazer uma identificação por meio da arcada dentária do corpo encontrado. Dessa forma, o único modo possível de se confirmar se o corpo é mesmo o de Yasmin será por meio de exame de DNA.

O pai de Yasmin e uma tia estiveram na manhã desta quarta-feira(25) no Itep na tentativa de identificar o corpo encontrado na Redinha, mas o avançado estado de decomposição do cadáver desenterrado impediu qualquer possibilidade.

Yasmin Lorena de Araújo, de 12 anos, foi vista pela última vez com vida no dia 28 de março, quando saiu para entregar um dinheiro na casa de uma vizinha.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. otavio disse:

    Ja procuraram saber se a menina teve algum atendimento odontologico no PSF da Africa?Se sim,então existe 1 ficha da arcada dentaria.

Câmara aprova banco de DNA de criminosos

O Congresso aprovou ontem a criação de um banco de dados genéticos, formado com o DNA de condenados por crimes violentos e de suspeitos. A lei aprovada, que segue agora para a sanção presidencial, permitirá melhorar a investigação criminal no País e facilitar a identificação de bandidos reincidentes. Na prática, estabelece um modelo de análise que já ficou famoso em séries policiais americanas, como CSI.

“O índice de reincidência no Brasil é alto, de 70%. Muito criminoso sai da prisão e comete crime novamente”, observa o deputado João Campos (PSDB-GO), relator do projeto na Câmara dos Deputados. O DNA é um material genético individual: cada pessoa tem uma combinação única, que funciona como um RG. Ou seja, cada caso de homicídio, estupro ou latrocínio em que se conseguir chegar a um culpado renderá um perfil genético – que poderá ser comparado com futuros casos.

“Evidências biológicas, como manchas de sangue, cabelos, etc, são encontradas em cenas de crimes, principalmente aqueles cometidos com violência. Atualmente, os resultados da identificação genética já são rotineiramente aceitos em processos judiciais em todo o mundo. O DNA pode ser extraído dessas evidências e estudado por técnicas moleculares no laboratório, permitindo a identificação do indivíduo de quem tais evidências se originaram”, argumentou o autor do projeto, senador Ciro Nogueira (PP-PI).

O projeto altera a Lei de Execuções Penais para obrigar os condenados por crimes violentos à identificação do perfil genético. Quanto aos suspeitos investigados, isso dependerá de decisão judicial. “O DNA não poderá, por si só, provar a culpabilidade criminal de uma pessoa ou inocentá-la, mas poderá estabelecer uma conexão irrefutável entre a pessoa e a cena do crime”, argumenta Nogueira.

O novo banco de dados terá caráter sigiloso e será gerenciado por uma unidade oficial de perícia criminal. Na hipótese de o crime em análise acabar prescrito, sem que a autoridade policial conclua o inquérito ou que o acusado seja condenado, o perfil genético do acusado será excluído do sistema.

Esse material coletado alimentará a chamada Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, atualmente em análise, que deverá tomar por base o sistema de informação Codis (Combined DNA Index System), desenvolvido pela Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI).

No Brasil, a rede deverá ser abastecida por perícias dos Estados e da Polícia Federal, com dados retirados de vestígios genéticos deixados nos locais de crimes. Há três anos, o Ministério da Justiça anunciou um acordo de cooperação técnica gratuita com o governo americano que previa testes do programa em Amapá, Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Paraíba e Paraná.

Fonte: Estadão

Vejam como foi a história de FHC com Míriam Dutra

FHC começou a namorar Míriam no final dos anos 80, início dos anos 90 quando ele era senador e ela repórter da TV Globo em Brasília. Não era incomum algum amigo de FHC telefonar para o apartamento dele em Brasília e ser atendido por Míriam.

Em 1994, quando foi candidato a presidente pela primeira vez, Tomás tinha dois anos e FHC temeu que a história do filho fora do casamento com dona Ruth Cardoso fosse explorada durante a campanha.

Míriam sempre garantiu para FHC que o filho era dele. A jornalistras amigos que a procuravam, negava. Chegou a sugerir que o pai era um biólogo de Santa Catarina.

FHC desconfiava que o filho pudesse ser de outra pessoa que se relacionara com Míriam na mesma época – um diplomata do Itamaraty.

Certa vez, sorridente, a um repórter da VEJA que perguntou se o filho era dele, FHC respondeu:

– Meu? Imagina. Deve ser do Serra.

Antes de aceitar ser candidato, FHC viajou com dona Ruth a Nova Iorque e lhe falou sobre Tomás. Foi uma conversa penosa.

(mais…)

DNA prova que, filho que FHC reconheceu, com jornalista da Globo, não é dele.

Pense numa bronca. Esse filho foi motivo até de crise no casamento do ex-presidente, com Dona Ruth Cardoso, e também de muitos boatos que prejudicaram FHC.
Resumindo… a jornalista não sabe pra quem deu!

Está na Revista Veja desta semana:

Dois exames de DNA, o último deles feito no início do ano, deram um desfecho surpreendente a uma história envolta em muita discrição há duas décadas: Tomás, de 19 anos, o rapaz que FHC reconheceu oficialmente como filho em 2009 em um cartório espanhol, não é filho do ex-presidente.

Embora só tenha perfilhado Tomás há dois anos, FHC sempre ajudou a jornalista Miriam Dutra, sua mãe, a sustentá-lo. Como morava entre Portugal e Espanha, para onde Miriam foi enviada pela Globo pouco antes do seu nascimento, Tomás tinha contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.

A situação, porém, sempre foi envolta em total reserva, quebrada somente com a publicação pela jornalista Mônica Bergamo de uma reportagem sobre o reconhecimento de Tomás na Folha de S. Paulo, em 2009.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. T. Birnbaum disse:

    É preciso evitar conclusões precipitadas. Gente que tem caso com gente casada, muitas vezes mantém um relacionamento paralelo, às claras, com outra pessoa. Quem sabe, a jornalista nâo tinha um namorado…

  2. Almeida Neto disse:

    Se ele tivesse feito o exame antes sem tentar esconder o relacionamento clandestino, teria evitado tudo isso.