Geral

Governo lança campanha de DNA para encontrar pessoas desaparecidas em todo o país

Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou, hoje (25), uma campanha para coletar, voluntariamente, material genético de parentes de pessoas desaparecidas em todo o país. O objetivo é abastecer o Banco Nacional de Perfis Genéticos e, por meio de exames biológicos, auxiliar na eventual identificação de desaparecidos. Segundo o ministério, cerca de 80 mil pessoas desaparecem no Brasil todos os anos.

O anúncio de lançamento da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas acontece no dia em que se celebra o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, mas as ações propriamente ditas ocorrerão entre 14 e 18 de junho, em todo o território brasileiro, em locais que serão anunciados pelas secretarias estaduais de Segurança Pública.

Parentes de pessoas desaparecidas, preferencialmente de primeiro grau (pai e mãe, filhos, irmãos) ou pessoas com quem a desaparecida tenha tido filhos, serão incentivadas a fornecerem mostras do próprio material genético, que é obtido de forma indolor. Familiares e pessoas próximas também podem entregar itens pessoais pertencentes à pessoa desaparecida, tais como escova de dentes ou cabelo; óculos, aparelho ortodôntico; dente de leite; aparelho de barbear; aliança e outros objetos nos quais os técnicos possam encontrar material genético.

Criado em 2013, com o objetivo principal de auxiliar investigações criminais por meio da perícia de material genético, o Banco Nacional de Perfis Genéticos conta com menos de 3 mil amostras cadastradas de material genético de parentes de pessoas desaparecidas. De acordo com o ministério, o uso da tecnologia de ponta pode ajudar na localização por meio da identificação de vínculo genético de pessoas encontradas com as cadastradas no banco nacional.

“O lançamento desta campanha, esta coleta [de material genético], são fundamentais e vai ajudar, mas não basta”, disse o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, durante cerimônia realizada esta manhã, na sede do ministério, em Brasília. “Não temos mais tempo a perder. A sociedade nos cobra uma atitude em relação às pessoas desaparecidas, em especial às crianças. De certa forma, é uma omissão do Estado não se fazer presente e não ajudar a buscar estas pessoas, estas crianças, e buscar minimizar o sofrimento”, acrescentou o ministro, admitindo que o Estado precisa ser mais “proativo”, inclusive para orientar os profissionais da segurança pública de todo o país a lidarem de forma adequada com o problema.

Comitê gestor

Além do lançamento da campanha, durante a cerimônia foi instalado o Comitê Gestor da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. Instituído por decreto em fevereiro deste ano, o órgão integrará a estrutura do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mas será composto também por representantes dos ministérios da Mulher, Família e Direitos Humanos; Cidadania e Saúde, além de integrantes indicados pelo Poder Judiciário, Ministério e Defensoria Públicos, peritos criminais, Conselhos Tutelares, Conselhos de Direitos Humanos e sociedade civil.

Entre as competências do comitê destacam-se o monitoramento à implementação da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e o fomento à cooperação entre o governo federal, estados, Distrito Federal e municípios para o mapeamento e prevenção e busca de pessoas desaparecidas. O comitê também atuará no desenvolvimento de estudos, debates e pesquisa sobre o tema, podendo apresentar propostas de edição e de alteração de atos legislativos e normativos.

Ao discursar, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou que o Brasil não sabe ao certo quantas crianças desaparecem no país anualmente. Fato que ela classificou como um “absurdo”.

“A primeira coisa que vamos fazer é descobrir quantas crianças estão desaparecendo, de fato, no Brasil. Só na Ilha do Marajó [MA], todos os anos, 1,5 mil crianças nascem e não são registradas. Imaginem em todo o país. Como vamos saber quantas estão desaparecendo no Brasil se não sabemos ao certo nem quantas estão nascendo”, comentou a ministra, afirmando que o país não pode mais “fechar os olhos” para “algo tão sério”.

“Ou a gente entende que as crianças estão em risco no Brasil, ou a gente entende que elas estão em perigo no país. Não dá mais para ficar apenas fazendo discursos bonitos, criar grupos de trabalho ou apresentar excelentes propostas legislativas que ficam anos tramitando”, declarou a ministra, acrescentando que “eu sei, mas, hoje, não tenho muito o que celebrar.”

Agência Brasil

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Judiciário

Mesmo com teste de DNA negativo, Justiça decide que homem é pai de criança e terá que pagar pensão

Foto: Ilustrativa

A 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) decidiu que mesmo com o teste de DNA comprovando a ausência de paternidade biológica, um homem que ajuizou uma ação negatória de paternidade continua sendo pai e, por isso, deve pagar pensão alimentícia. O processo tramita em segredo de Justiça.

Após ter sido negado provimento à ação em que solicitou a exclusão de paternidade e exoneração da pensão, o homem entrou com uma apelação cível para que a sentença fosse reformada. Ele alega que teve uma relação com a mulher apenas durante duas semanas e que depois de um mês do término ficou ciente da gravidez. De acordo com ele, o registro da criança ocorreu três meses após seu nascimento, em razão da pressão psicológica e ameaças que sofreu da mãe. Para ele há vício de consentimento, não se aplicando a paternidade socioafetiva, que deveria ser de maneira voluntária e não forçada.

O relator do caso, desembargador Alcides Leopoldo, cita o Recurso Especial nº 878.941, em que a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entende que “o reconhecimento de paternidade é válido se reflete a existência duradoura do vínculo sócioafetivo entre pais e filhos. A ausência de vínculo biológico é fato que por si só não revela a falsidade da declaração de vontade consubstanciada no ato do reconhecimento”.

O estudo psicológico apontou que o homem possui vínculo afetivo com a criança e reconhece o menino como filho. “A motivação dessa ação judicial é a falta de confiança em [mãe], pois teme que ela, futuramente, ingresse com uma nova ação de alimentos, exigindo um valor de pensão alimentícia que ele não tenha condições de pagar”, conclui o relatório. O filho costumava passar tempo na casa dos avós paternos, que o consideram como neto.

Matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. O judiciário rasgou, Código Civil Brasileiro, Constituição Federal, Código de Processo Civil, Código de Processo Penal, eles fazem o que bem entendem e acabou, manda quem pode e obedece quem tem juízo.
    Só não rasgou ainda porque não tem acesso o
    Código Penal Militar.
    Ditadura a caminho, só falta alinhar com algum governo socialista para fechar o cerco.

  2. Agora LASCOU….
    O DNA da negativo , e a INjustiça diz que o caba e pai e pronto e tem que assumir .
    Se isso não é uma "Ditadura da toga "
    Não sei mais nada

    1. Isso é uma palhaçada, só poderia ser no Brasil uma putaria dessas.

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Polícia

Corpo encontrado em Tibau do Sul é de adolescente de 16 anos desaparecida, confirma exame de DNA

Foto: Cedida

O portal G1-RN noticia nesta quinta-feira(17) que um exame de DNA realizado pelo Itep confirmou que o corpo encontrado em Tibau do Sul é mesmo de Andreza Alves do Nascimento, de 16 anos, que estava desaparecida desde 21 de novembro.

Segundo o Itep, o corpo estava em avançado estado de decomposição, por isso era preciso a prova técnica. O exame de DNA comparou o sangue coletado no corpo da adolescente com o material genético coletado dos pais de Andreza.

A adolescente tinha sido vista pela última vez no dia 21 de novembro, quando saiu do trabalho, uma lavanderia em Pipa, e passou na casa de uma vizinha na comunidade Cabaceiras, em Tibau do Sul, para buscar um documento.

O corpo de Andreza foi encontrado no dia 29 de novembro, em uma área de mata, em Sibaúma, Tibau do Sul. Andreza deixa uma filha de 1 ano e 7 meses.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Plataforma de extração de DNA atenderá a mais cinco estados

Foto: IsaacAmorim/AG.MJ

Nos próximos dias, os estados do Acre, Alagoas, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Tocantins terão acesso a modernos equipamentos de processamento genético para análise de provas coletadas em casos de crimes sexuais.

Um acordo de cooperação entre a Polícia Federal (PF) e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) possibilitou a criação da plataforma de extração de DNA (do inglês ácido desoxirribonucleico, composto orgânico que contém a informação genética de organismos vivos), que funcionará no Centro Multiusuário de Processamento Automatizado de Vestígios Sexuais, no Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal, em Brasília.

Leia a matéria completa no site Justiça Potiguar.

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Diversos

Cientista planeja criar ‘super-humanos’ ao editar genes com DNA de tardígrados

Os tardígrados são minúsculos animais de menos de 1 milímetro, capazes de sobreviver dez dias sob os efeitos da radiação cósmica do espaço e suportar temperaturas de 100 a 272°C . Interessado na impressionante resistência dessas criaturas, o pesquisador Chris Mason, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, anunciou em uma conferência de genética que aconteceu em Nova York no fim de outubro que pretende estudar meios de usar o DNA desses animais para criar humanos resistentes contra os riscos de viagens espaciais.

A ideia de editar genes humanos é algo muito polêmico, sendo uma prática questionada por comitês de ética e pela comunidade científica internacional. Ainda estão em andamento discussões para a regulamentar e estabelecer limites para os experimentos. Por isso, segundo Mason, o experimento da aplicação do DNA de tardígrados em humanos ainda deve demorar décadas para acontecer.

“Se tivermos mais 20 anos de mapeamento, descobertas e validação funcional do que nós achamos que sabemos, eu espero que possamos alcançar o estágio em que seremos capazes de dizer que podemos criar um humano que possa ser melhor em sobreviver em Marte”, disse o cientista.

O pesquisador pretende, junto a uma equipe de cientistas, aprimorar as descobertas de um estudo feito em 2016, por um outro time de pesquisadores. Na época, os especialistas localizaram a proteína que está por trás da habilidade dos tardígrados resistirem contra a radiação do espaço. A capacidade de aguentar essa radiação depois foi transferida para células humanas.

Segundo Mason, se a técnica for implementada no futuro, a edição genética feita com os tardígrados pode servir não só para o espaço, mas também para aprimorar a medicina na Terra. Seria possível, por exemplo, fazer células humanas resistentes para que os pacientes suportem mais facilmente a radiação emitida durante tratamentos contra o câncer.

Galileu

 

Opinião dos leitores

  1. Tá bom mesmo, por favor insiram uns aqui no Brasil, é que houve involução e nisso criou uma geração de idiotas que idolatram ladrões corruptos, e por eles fazem qualquer coisa, até passar o dia todo viajando por um sanduíche de mortadela. São a borra de uma subraça.

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Diversos

Cientistas criam 1º ser vivo com DNA 100% reescrito e sintetizado em laboratório

(Rodolfo Parulan Jr/Getty Images)

Nada de super humanos ou afins. O primeiro ser vivo com o DNA criado 100% em laboratório é uma bactéria. O novo micróbio é fruto de dois anos de pesquisa da Universidade de Cambridge, os resultados foram publicados no periódico científico Nature. Ele é bem parecido com outras bactérias da sua espécie, mas é capaz de sobreviver com um código genético simplificado.

A bactéria que carrega o DNA sintetizado em laboratório é da espécie Escherichia coli, normalmente encontrada no solo e no intestino humano. Após a modificação, ela pode ajudar a criar novos medicamentos ou se tornar resistente a vírus. Mas no que, exatamente, os cientistas mexeram para deixá-la assim? E mais: o que exatamente queremos dizer com “código genético simplificado”?

É o seguinte: o DNA de um organismo possui toda a informação necessária para construir e operar seu corpo. Essa informação é codificada em sequências de quatro moléculas, identificadas pelas letras A, T, C e G.

Cada gene é o manual de instruções para produzir uma determinada proteína. E as proteínas, por sua vez, são cadeias de moléculas menores chamadas aminoácidos. Cada aminoácido é identificado por uma sequência de três letrinhas de DNA: as letrinhas CTT, CTC e CTA correspondem à leucina, por exemplo. Essas sequências de três letrinhas são chamadas “códons”. Há 64 códons, mas só 20 aminoácidos, de maneira que há mais ou menos três códons para cada aminoácido. Um gene nada mais é do que uma fila de códons.

Os pesquisadores removeram alguns desses códons e substituíram por outros que fazem o mesmo trabalho. Eles fizeram mais de 18 mil edições desse tipo. No final, um organismo que tinha 64 códons ficou com 61. E o mais surpreendente: ele sobrevive mesmo assim. As redundâncias foram eliminadas, mas tudo continua normal.

As alterações no código genético não foram feitas no DNA da própria bactéria: os cientistas criaram um DNA completamente novo em laboratório e substituíram as moléculas originais pela versão com o upgrade.

A bactéria recebeu o nome de Syn61 — uma junção da palavra síntese com o seu novo número de códons. Por ter um DNA tão diferente do normal, os vírus podem ter dificuldade para infectar a bactéria.

O Escherichia coli é utilizado na produção de insulina para diabetes e medicamentos para o tratamento de câncer, esclerose múltipla e ataques cardíacos. Quando um vírus infecta uma cultura bacterial dessas, a produção inteira precisa ser jogada fora.

Essa é a primeira vez que os cientistas conseguem alterar e sintetizar um DNA tão grande. Em 2010, a bactéria Mycoplasma mycoides foi a primeira a ter seu genoma sintetizado. Ao contrário da E. coli, seu DNA era bem menor e não foi redesenhado.

Super Interessante

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Polícia

Avançado estado de decomposição de cadáver impede reconhecimento da família, e somente DNA poderá confirmar se corpo é mesmo de Yasmin Lorena

Oficialmente, ainda não é possível confirmar se o corpo encontrado enterrado dentro de uma casa na tarde dessa terça-feira (24) na Redinha, bairro da Zona Norte de Natal, é mesmo o de Yasmin Lorena de Araújo, de 12 anos. Com isso, o corpo não pode ser liberado para a família providenciar o enterro. O Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) informou que a menina não possui carteira de identidade, o que impossibilita um eventual reconhecimento por meio das impressões digitais.

O itep também informou que a família não conseguiu apresentar nenhuma ficha de dentista para que se possa fazer uma identificação por meio da arcada dentária do corpo encontrado. Dessa forma, o único modo possível de se confirmar se o corpo é mesmo o de Yasmin será por meio de exame de DNA.

O pai de Yasmin e uma tia estiveram na manhã desta quarta-feira(25) no Itep na tentativa de identificar o corpo encontrado na Redinha, mas o avançado estado de decomposição do cadáver desenterrado impediu qualquer possibilidade.

Yasmin Lorena de Araújo, de 12 anos, foi vista pela última vez com vida no dia 28 de março, quando saiu para entregar um dinheiro na casa de uma vizinha.

Opinião dos leitores

  1. Ja procuraram saber se a menina teve algum atendimento odontologico no PSF da Africa?Se sim,então existe 1 ficha da arcada dentaria.

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Segurança

Câmara aprova banco de DNA de criminosos

O Congresso aprovou ontem a criação de um banco de dados genéticos, formado com o DNA de condenados por crimes violentos e de suspeitos. A lei aprovada, que segue agora para a sanção presidencial, permitirá melhorar a investigação criminal no País e facilitar a identificação de bandidos reincidentes. Na prática, estabelece um modelo de análise que já ficou famoso em séries policiais americanas, como CSI.

“O índice de reincidência no Brasil é alto, de 70%. Muito criminoso sai da prisão e comete crime novamente”, observa o deputado João Campos (PSDB-GO), relator do projeto na Câmara dos Deputados. O DNA é um material genético individual: cada pessoa tem uma combinação única, que funciona como um RG. Ou seja, cada caso de homicídio, estupro ou latrocínio em que se conseguir chegar a um culpado renderá um perfil genético – que poderá ser comparado com futuros casos.

“Evidências biológicas, como manchas de sangue, cabelos, etc, são encontradas em cenas de crimes, principalmente aqueles cometidos com violência. Atualmente, os resultados da identificação genética já são rotineiramente aceitos em processos judiciais em todo o mundo. O DNA pode ser extraído dessas evidências e estudado por técnicas moleculares no laboratório, permitindo a identificação do indivíduo de quem tais evidências se originaram”, argumentou o autor do projeto, senador Ciro Nogueira (PP-PI).

O projeto altera a Lei de Execuções Penais para obrigar os condenados por crimes violentos à identificação do perfil genético. Quanto aos suspeitos investigados, isso dependerá de decisão judicial. “O DNA não poderá, por si só, provar a culpabilidade criminal de uma pessoa ou inocentá-la, mas poderá estabelecer uma conexão irrefutável entre a pessoa e a cena do crime”, argumenta Nogueira.

O novo banco de dados terá caráter sigiloso e será gerenciado por uma unidade oficial de perícia criminal. Na hipótese de o crime em análise acabar prescrito, sem que a autoridade policial conclua o inquérito ou que o acusado seja condenado, o perfil genético do acusado será excluído do sistema.

Esse material coletado alimentará a chamada Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, atualmente em análise, que deverá tomar por base o sistema de informação Codis (Combined DNA Index System), desenvolvido pela Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI).

No Brasil, a rede deverá ser abastecida por perícias dos Estados e da Polícia Federal, com dados retirados de vestígios genéticos deixados nos locais de crimes. Há três anos, o Ministério da Justiça anunciou um acordo de cooperação técnica gratuita com o governo americano que previa testes do programa em Amapá, Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Paraíba e Paraná.

Fonte: Estadão

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Jornalismo

Vejam como foi a história de FHC com Míriam Dutra

FHC começou a namorar Míriam no final dos anos 80, início dos anos 90 quando ele era senador e ela repórter da TV Globo em Brasília. Não era incomum algum amigo de FHC telefonar para o apartamento dele em Brasília e ser atendido por Míriam.

Em 1994, quando foi candidato a presidente pela primeira vez, Tomás tinha dois anos e FHC temeu que a história do filho fora do casamento com dona Ruth Cardoso fosse explorada durante a campanha.

Míriam sempre garantiu para FHC que o filho era dele. A jornalistras amigos que a procuravam, negava. Chegou a sugerir que o pai era um biólogo de Santa Catarina.

FHC desconfiava que o filho pudesse ser de outra pessoa que se relacionara com Míriam na mesma época – um diplomata do Itamaraty.

Certa vez, sorridente, a um repórter da VEJA que perguntou se o filho era dele, FHC respondeu:

– Meu? Imagina. Deve ser do Serra.

Antes de aceitar ser candidato, FHC viajou com dona Ruth a Nova Iorque e lhe falou sobre Tomás. Foi uma conversa penosa.

(mais…)

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Jornalismo

DNA prova que, filho que FHC reconheceu, com jornalista da Globo, não é dele.

Pense numa bronca. Esse filho foi motivo até de crise no casamento do ex-presidente, com Dona Ruth Cardoso, e também de muitos boatos que prejudicaram FHC.
Resumindo… a jornalista não sabe pra quem deu!

Está na Revista Veja desta semana:

Dois exames de DNA, o último deles feito no início do ano, deram um desfecho surpreendente a uma história envolta em muita discrição há duas décadas: Tomás, de 19 anos, o rapaz que FHC reconheceu oficialmente como filho em 2009 em um cartório espanhol, não é filho do ex-presidente.

Embora só tenha perfilhado Tomás há dois anos, FHC sempre ajudou a jornalista Miriam Dutra, sua mãe, a sustentá-lo. Como morava entre Portugal e Espanha, para onde Miriam foi enviada pela Globo pouco antes do seu nascimento, Tomás tinha contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.

A situação, porém, sempre foi envolta em total reserva, quebrada somente com a publicação pela jornalista Mônica Bergamo de uma reportagem sobre o reconhecimento de Tomás na Folha de S. Paulo, em 2009.

Opinião dos leitores

  1. É preciso evitar conclusões precipitadas. Gente que tem caso com gente casada, muitas vezes mantém um relacionamento paralelo, às claras, com outra pessoa. Quem sabe, a jornalista nâo tinha um namorado…

  2. Se ele tivesse feito o exame antes sem tentar esconder o relacionamento clandestino, teria evitado tudo isso.

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