Tucano FHC diz que Bolsonaro ‘não nasceu para ser presidente’

Fernando Henrique Cardoso, em entrevista à CBN, disse Jair Bolsonaro “não nasceu para ser presidente”.

O ex-presidente criticou a postura do atual presidente no debate da reforma da Previdência.

“Nosso regime é presidencialista. Na hora decisiva, a palavra do presidente conta muito e o presidente tem se mantido em silêncio.”

FHC também afirmou:

“Nosso sistema guarda traços do Império, nosso presidente é um pouco poder moderador, não pode ter lado, tem que ser de todos.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Júnior disse:

    Kkkkk o próprio Bolsonaro já falou isso, aí vêm esse senhor com essa descoberta. Esses que se dizem preparados só roubaram a nação, #Bolsonaro2022

  2. Acorda Brasil disse:

    So de não ser ladrão igual os outros ja tem meu voto pro resto da vida kkk

  3. Frank disse:

    Inépcia total do governo.

  4. Curioso disse:

    Como se houvessem pessoas vocacionadas para ser presidente…Já não bastou Ruth Cardoso ouvir esse senhor por décadas, agora temos que tolerar essas pérolas…

  5. Rocha neto disse:

    Infelizmente a família está o castrando em câmera lenta, e Bolsonaro deixando o pittibul ao Bel prazer e o país acima de tudo e Deus acima de todos na inércia. Que pena!! Tanto que acreditei… é a vida!!!!

‘Meu país merece mais respeito’, afirma FHC em resposta a artigo de Lula

Em artigo publicado no jornal inglês ‘Financial Times’, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso contesta que o Brasil estava sem direção quando Lula assumiu a Presidência e diz que o petista se faz de vítima

Em artigo publicado nesta terça-feira, 21, pelo jornal inglês Financial Times, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso rebate as afirmações feitas pelo seu sucessor na Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em texto divulgado semana passada no The New York Times, onde o petista condenado e preso pela Operação Lava Jato afirma que há um golpe de direita em andamento no Brasil para que ele não concorra às eleições deste ano. FHC afirma que Lula retrata o País como uma “democracia em ruínas”, na qual a lei foi usada de maneira arbitrária para minar o petista e seu partido, o que não é verdade. “Meu país merece mais respeito”, cobrou o ex-presidente tucano.

No artigo, ex-presidente FHC criticou a maneira como Lula tem se defendido Foto: Financial Times/Divulgação

No artigo, FHC afirma que a visão sobre o Brasil do seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, é uma “ficção danosa”. “Meu sucessor como Presidente falsamente se apresenta como vítima de uma conspiração da ‘elite'”, acusou, acrescentando que o retrato pintado pelo petista de que o País conta com uma democracia em ruínas, na qual o Estado de Direito deu lugar a medidas arbitrárias destinadas a enfraquecê-lo e a seu partido, não é verdade.

Em seguida, FHC diz que a visão de Lula “é uma versão peculiar das últimas décadas da história do Brasil, na qual ele, às vezes, aparece como o salvador do povo e, às vezes, como vítima de uma conspiração de “elite”. O ex-presidente escreve ainda que o caso de Lula não é isolado e que, no Brasil, há políticos de todos os partidos na prisão e salienta que a Operação Lava Jato descobriu um esquema de desvio de bilhões de dólares para o Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula. “O Brasil está passando por um doloroso, mas necessário processo de reaplicação da sua vida pública, e as ações do Ministério Público Federal e do Poder Judiciário fazem parte disso. Nem sempre me sinto à vontade com a extensão das penas impostas ou com a expansão da prisão preventiva, na qual o acusado é preso antes mesmo de seu primeiro julgamento em um tribunal inferior. É uma grave distorção da realidade, no entanto, dizer que há uma campanha direcionada no Brasil para perseguir indivíduos específicos. Meu País merece mais respeito.”

Em outro trecho, Fernando Henrique também responde à declaração de Lula sobre a situação brasileira em 2003. “Também não é verdade, como Lula afirma, que o Brasil não tinha direção antes de ele assumir a Presidência, em 2003. É preciso lembrar que a estabilização depois de anos de hiperinflação começou com o Plano Real, lançado pelo ex-presidente Itamar Franco, e continuou no meu governo. Esse também foi um período marcado pelo estabelecimento de programas de bem-estar social que Lula posteriormente iria expandir”, ressalta o tucano.

“O impeachment e a destituição da Presidente Dilma Rousseff em 2016 não foram, ao contrário do que Lula afirma, um golpe de Estado. Foi o resultado, entre outras coisas, da violação do seu governo à lei de responsabilidade fiscal do Brasil no período que antecedeu a eleição de 2014”, defendeu.

Para Fernando Henrique Cardoso, o processo de impeachment seguiu todos os trâmites constitucionais sob a supervisão da Suprema Corte brasileira, na qual a maioria dos juízes foi nomeada por Lula e Dilma. “Minha crítica não é motivada pelo antagonismo pessoal. Lula e eu lutamos juntos contra o regime autoritário que governou o Brasil entre 1964 e 1985. Quando, depois, concorremos um contra o outro em eleições democráticas, mantive uma relação construtiva com ele”, relatou.”Lamento que o ex-presidente enfrente acusações de corrupção e lavagem de dinheiro. Mas o fato é que os processos judiciais em que ele esteve envolvido seguiram o devido processo e foram conduzidos de acordo com a Constituição e o estado de direito”, acrescentou.

O caso de Lula não é isolado, segundo o artigo. O autor lembrou que há políticos de todos os partidos na prisão, inclusive membros do PSDB, ao qual é ligado. Ele também citou que a inelegibilidade de Lula para concorrer à Presidência nas próximas eleições é a consequência de uma iniciativa popular que recebeu mais de 1 milhão de assinaturas, foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo próprio ex-Presidente em 2010. FHC ressaltou que a iniciativa foi uma resposta ao escândalo Mensalão, descoberto em 2005, mas que não impediu que outro, ainda maior, fosse perpetrado em algumas das maiores estatais, particularmente a Petrobras.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio Dias disse:

    FHC não é flor que se cheire. Mas, ele fez o certo ao desmentir o maior ladrão e mentiroso que a política brasileira produziu, Lula. Lula pensa que todo mundo acredita nele, só quem acredita são os psicopatas lulistas, como ele.

  2. Flauberto Wagner disse:

    É tudo encenação!! Só para mostrarem que estão em lados opostos.
    É igual aos Alves x Mais aqui no RN, aqui no final eles se entendem e povão ficam a ver navios.
    Tudo farinha do mesmo saco.

  3. Ceará-Mundão disse:

    PT e PSDB são dois lados da mesma moeda. Ambos são esquerda e simulam serem antagônicos, na chamada "teoria das tesouras". O PSDB é o PT de paletó e com mais estudo, mais competência, mais vontade de trabalhar. É o PT que "toma banho". Os dois são corresponsáveis pela situação caótica em que nos encontramos. Já vimos que esse caminho (de esquerda) não funcionou em país nenhum do mundo. O que falta para tomarmos a direção certa, aquela que levou o mundo desenvolvido e civilizado a prosperar?

    • Leo disse:

      Kkkkkk
      Outro poeta. Pense uma figura. Estou imaginando o q acontecerá com essa figura quando o PT vencer a eleição pra presidente e governador do RN.
      Vai faltar tranquilizante no mercado. Kkkkk
      Será q há tb antihipocresite nas farmácias?

  4. Gregório disse:

    Olhe aí, farinhas do mesmo saco entrando em confronto. O velho FHC falou muito bem quando disse que o ex presidente populista bolivariano afirmou que: "ele monta uma ficção danosa. Meu sucessor como Presidente falsamente se apresenta como vítima de uma conspiração da ‘elite'".
    O PT tentou tomar a legislação e substituir pelos "conselhos comunitários", coisa adotada em DITADURAS para rasgar toda lei existente e se submeter a vontade totalitária do partido.
    FHC conseguiu acertar de novo ao dizer que “O Brasil está passando por um doloroso, mas necessário processo de reaplicação da sua vida pública, e as ações do Ministério Público Federal e do Poder Judiciário fazem parte disso" e se baseiam em lei vigente, não em vontades pessoais.
    Mas os petistas não aceitam as leis, eles não respeitam a constituição, são manipuladores e doutrinados a seguir a ordem do líder e nada mais.

  5. Leo disse:

    Esse lesa-patria e representante dos bancos, FHC, calado é um poeta. Apoiou o golpe, apoiou a sustentação e o programa do golpista mor, Temer.

  6. Valdemir disse:

    Brasil tá no que devido esses 2 pilantras, o lula foi desmascarado já esse outro não foi mas, roubou o dinheiro da nação pra votar a sua reeleição, outro escândalo foi bilhões desperdiçado foi o do "banestado", teve bem mais, no entanto tinha abafadores dentro do poder judiciário e, arquivaram todos eles, era valores iguais ou maiores que os 100 bilhões de reais de desvio calculados até agora so pela lava jato. São uns ratos!!!

  7. Lino disse:

    É difícil entender a cabeça desses defensores do poder pelo poder. Ué! Semana passada defendia alianças entre PT e PSDB, como é que agora tá dizendo isso? Vá entender.

FHC: “Lula não é imbatível. Eu ganhei dele duas vezes”; ex-presidente fala sobre tudo em entrevista

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, 86, não está entre os milhares de brasileiros que querem a prisão de Lula. Ele diz não ser sádico para querer ver um ex-presidente preso. O líder tucano prefere que o petista dispute a eleição e seja derrotado nas urnas. “Se o Lula for candidato, não é imbatível. Eu ganhei dele duas vezes. Tá bom, eram outras circunstâncias. Mas naquele momento ele tinha uma aura de restabelecer a moralidade, que hoje não tem mais”, frisa ele. Para ele, Lula não deve voltar ao poder porque foi um dos responsáveis pela institucionalização da corrupção na vida partidária. “Lula e Bolsonaro são dois extremos indesejáveis”. Embora tenha sido um dos que defendeu a saída do PSDB do governo, o ex-presidente diz que Temer está fazendo mais do que ele esperava. E trabalha para que os deputados do PSDB votem em peso a favor da reforma da Previdência. “Se não resolvermos o déficit da Previdência, podemos virar uma Grécia”, onde os aposentados tiveram seus proventos ameaçados. Nesta entrevista, ele fala sobre a discriminação aos negros, o retrocesso no aborto, a liberação das drogas, violência e pena de morte. “Aqui, temos a pena como morte”.

Com a população desiludida, descrente nos políticos, como o senhor vê as perspectivas para 2018, quando teremos eleições?

Não é só no Brasil. Há desilusão com o modo de como a política é feita em todos os países onde há democracia representativa. Nos países autoritários não, porque as pessoas nem sabem, mas onde há liberdade há um sentimento de mal-estar. Há várias razões. Aqui se agrega a essas razões a enorme corrupção que foi destampada e isso produziu um sentimento do que é isso? Estou fora. Vocês não me representam. Isso vai ter conseqüências sobre aqueles que se dispõem a votar. Aconteceu no Chile recentemente. Houve uma queda na participação.

De acordo com as pesquisas, estaríamos hoje entre Lula e Bolsonaro. Qual é sua avaliação?

Eu acho que esse quadro é hoje. Ainda estamos longe do quadro real que vai se colocar nas eleições. Hoje isso reflete um pouco a desilusão da população. Por que Lula? Se pode entender porque as pessoas podem se lembrar dos bons momentos do governo Lula e vão esquecer os maus momentos e a responsabilidade grande que ele teve na aceleração da desarticulação do sistema partidário. Por que Bolsonaro? Porque as pessoas querem ordem. O crime está muito grande, desordem e tal, então tem esse apelo. Eu não creio que esse seja o quadro que vai se configurar nas eleições. É preciso se organizar um setor que seja democrático, popular, não de elite, progressista, que entenda qual é o papel do mundo e como o Brasil pode se engajar nisso. Para mudar o quadro, tem que ir pelo exemplo. Os políticos precisam voltar a tocar no coração dos brasileiros.

Na busca desse novo político, o senhor lançou o governador Geraldo Alckmin. A questão é que ele também está sendo investigado pelo STJ por ter recebido dinheiro de caixa dois. Esse não é um problema?

As acusações existentes sobre o Geraldo são frágeis. Não são alegações pessoais. Alegações sobre recursos de campanha. Isso não é o suficiente para desqualificar uma pessoa. O Geraldo tem história. Será que ele é o melhor brasileiro para ser presidente da República? Talvez não. Existem outros que têm tanto ou melhor qualificação do que ele. Ele tem melhores condições. Por que? Ele é governador de São Paulo. O PSDB governa São Paulo há 20 anos. Tem um caso aqui e outro ali de corrupção, mas não existe uma organização, uma máquina feita pelo partido para roubar. O Geraldo todo mundo sabe que é uma pessoa honesta e tem estilo de vida mais simples. É o que eu digo da exemplaridade. As pessoas já cansaram de gente com muita pompa e muita retórica.

Outros nomes do partido, como o prefeito João Doria, se inviabilizaram dentro do PSDB?

O prefeito Doria teve uma vitória surpreendente em São Paulo. Mas talvez seja cedo para se lançar a presidente da República. Ele já corrigiu esse rumo.

Mas sempre que o PSDB disputou eleições dividido, como agora, perdeu eleições…

Só dois partidos tiveram sucesso até hoje desde a redemocratização: PT e PSDB. O PSDB mostrou capacidade de abrangência, mas para ter um presidente eleito você precisa de 50% mais um voto. Dificilmente o seu partido faz isso. Você precisa de uma pessoa que fale além do seu partido. Esse é o desafio. Como estamos num momento em que a palavra conta, porque as pessoas estão descrentes, eu acho que se o Geraldo demonstrar que ele abre um espaço de esperança consistente com o comportamento dele, ele tem possibilidade de avançar. É preciso demonstrar que Lula e Bolsonaro são extremos indesejáveis. O Brasil requer um pouco de tranqüilidade, uma pausa nos fatos negativos. O Geraldo não produz fato negativo.

O senhor disse que prefere derrotar Lula nas urnas a vê-lo na cadeia. Mas o senhor não acha que o que ele fez em matéria de corrupção já não é suficiente para ser preso?

Primeiro é preciso dizer que o Lula, se for candidato, não é imbatível. Eu ganhei dele duas vezes. Tá bom, eram outras circunstâncias. Mas naquele momento ele tinha uma aura de reestabelecer a moralidade, que hoje não tem mais. Ele perdeu o discurso de combate à corrupção, portanto, pode perder a eleição. Segundo, ir para a cadeia ou não, é problema da Justiça. Não tenho o prazer sádico de ver ninguém preso, mais ainda quem foi presidente da República. Mas aconteça o que acontecer, não temos que ter medo do Lula

Lula é nocivo para a democracia brasileira, do tipo que vai sacramentar o rouba mas faz, como fizeram Maluf e Ademar de Barros no passado?

O Ademar de Barros e o Maluf são de outro momento. Roubavam para enriquecimento pessoal. O que aconteceu agora no Brasil foi muito mais grave. O Lula, como líder do PT, presidente da República, foi responsável pelo aconteceu. O mensalão e o petrolão inauguraram uma fase nova no Brasil. Tomar dinheiro público, passar pelo setor privado conivente com isso, e depois passar para o partido para sustentar o poder. Não foi desvio de conduta pessoal. Foi institucional. Corrompeu todo o sistema político.

Como é que pode um governo resolver os problemas econômicos do País e sair tão mal avaliado como o governo Temer?

Eu acho que o presidente Temer fez mais do que eu imaginava que pudesse fazer. Por que? Ele virou presidente numa condição muito especial. É difícil você ter o impeachment e quem sucede ter popularidade. Ele fez o que o eu acho que tinha que fazer: olhar para a história e não para a popularidade.

O senhor também fez uma reforma da Previdência e o PSDB sempre disse que ela era fundamental. Por que o partido reluta em aprovar agora a reforma?

Não é o PSDB. São algumas pessoas. Elas têm medo da conseqüência eleitoral disso. E não é só o PSDB. O PSDB tem 46 deputados. A Câmara tem 513. Então, há um pouco de manobra no sentido de fazer de conta que é o PSDB que é o responsável. Não é. Vários partidos que apóiam o governo estão na mesma situação: apóiam o governo mas não querem aprovar a reforma da Previdência. Porque têm medo da reação eleitoral. Eu acho isso um equívoco. Mas também houve falha na comunicação. Você tem que mostrar que a Previdência é contra privilégios. Só agora o governo está falando isso.

O senhor acha que os velhinhos do futuro podem ficar sem receber aposentadorias?

Na Grécia aconteceu isso. Mas não somos uma Grécia. Temos que tomar cuidado para não virar. Mas esses dados de déficit de R$ 188 bilhões, que é verdadeiro, estão levando em consideração um Brasil sem crescimento. Para dar certo, o Brasil precisa voltar a crescer, porque aumentando a renda, aumenta a arrecadação.

O senhor acha que o aborto deveria ser liberado de uma vez?

Estamos vivendo no Brasil um momento de retrocesso cultural em vários setores, raça, homofobia, tudo isso. Um País que aspira ser moderno, tem que se modernizar. Estão querendo acabar com o que a Constituição já autoriza, que é o aborto por estupro, por exemplo. Isso é um retrocesso. Temos que discutir em que condições a mulher tem o direito ao aborto. Liberar total nem a droga. Tem que regulamentar.

A maconha tem que ser liberada?

Se você consome de vez em quando heroína não faz tanto mal quanto fumar maconha o dia todo. Heroína todo dia te mata também. O que é preciso é a regulamentação. No Brasil, a droga é livre na mão do traficante. Eu prefiro que seja regulamentada na mão do Estado. O assunto é muito mais complexo do que simplesmente liberar. Tem que fazer campanha educativa. Pega o cigarro. Nunca foi proibido. Neste prédio não pode fumar. Foi avançando e hoje pouca gente fuma. Tem que fazer algo parecido com a droga. Não pode ser liberou geral. O problema maior não é o usuário, é o traficante. O usuário é vitima do traficante. Se regulamentar, tira força do traficante.

O senhor já disse que tinha os pés na cozinha, que era mulato. O senhor acha que o Brasil é um País que discrimina os negros?

Pega a galeria dos presidentes da República. Vê quantos são realmente brancos. O Brasil é um País diverso. Uns tem a pele mais escura do que os outros. É óbvio que temos discriminação. O nosso preconceito é diferente do que acontece nos Estados Unidos. Lá, uma gota de sangue te faz negro. Aqui não. Aqui o preconceito é de marca, não é de sangue. Aqui existe a discriminação. É só olhar a renda do negro e a renda do branco. Eu sou favorável às cotas. Temos que ter medidas para compensar aqueles que necessitam. Ou então devemos dar logo bolsa para os pobres, que são todos negros.

A violência está tomando conta do País. O que deveríamos fazer para enfrentar o problema?

O Brasil prestou pouca atenção à questão da violência, o que está dando espaço para o surgimento desses candidatos com viés autoritário. A minha geração sempre teve restrições a uma política mais dura e de entender que a polícia é necessária. Tem que melhorar a polícia e ter uma atitude mais austera de combate à violência. A violência é um problema do povo e não da elite. A elite se defende porque tem carro blindado e guarda-costas. As polícias têm demonstrado pouca capacidade de enfrentar o crime, porque supõe muito trabalho de inteligência. Como fazem pouco, os governos de vez em quando apelam para as Forças Armadas, que não são treinadas para esse tipo de coisa. Elas podem ajudar na inteligência.

O que o senhor acha da pena de morte?

Eu sou contra. No Brasil temos a morte sem pena. Matam demais no Brasil. Ter a pena de morte vai reduzir a criminalidade? Não vai.

Isto É

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Epifânio disse:

    Esse é daqueles que só depois de morto o povo reconhece o que ele fez pelo Brasil, se fosse só o plano Real ja estaria de bom tamanho, lembrando que o PT votou contra. Mas falando a sério, o cara é outro nível né não? Fala e fala bonito, muito diferente do politiqueiro e corrupto do Luiz Inácio.

  2. stevam disse:

    é melhor Jair se acostumando 2018!!!!

  3. MaisPanelas disse:

    Tenta de novo. ..talvez tu ganhe!
    kkkkkkkkkkkkkkkkk

  4. Paulo disse:

    Os Dois,Farinha do mesmo Saco!!!!

  5. paulo disse:

    BG
    Um pelo outro sem precisar de volta. Maus Caráter ambos.

  6. Braga disse:

    E porque estão usando o Tapetão do Moro e do Gilmar Mendes, com propaganda diária no PIG comandado pela Rede Globo, contra ele?
    Esta~]ao é morrendo de medo de perder as eleições de novo. Tudo tem seu contexto e o momento. O momento do Sr. FHC já passou e seu rastro na Privataria Tucana deixou marcas profundas em muita gente boa , que não deseja passar pelas mesmas coisas nunca mais.
    Acorda FHC!

    • Desilusão disse:

      Essa pergunta você deveria responder, já que continua defendendo um político com a ficha corrida de Lula. Qual a razão de um político investigado, processado e condenado por participação em vários tipo de delitos criminais, quer concorrer a cargo político?
      Uma pessoa dessa não tem qualquer pretensão de fazer nada pelo povo, vai de novo, prometer e enganar seus seguidores, pois o único objetivo é voltar ao poder para ter força de mandar para todas as investigações, processos e reverter as condenações.

    • Waldemir disse:

      Kkkk nunca
      Li tanta besteira
      Fora pt

  7. carlos disse:

    E o ap de Paris?
    E a amante de Portugal?

  8. Andre disse:

    Fhc é mau caráter,tão danoso ao país quanto o ébrio lula.

  9. Netto disse:

    Esse arrumou as contas da casa pra depois Lula gastar e posar de monoplista da bondade.

    • Netto disse:

      *monopolista. Agora vá explicar essas tecnicalidades pro cidadão comum. Näo tenho dúvidas. É Lula 18.

    • Comedor de mortadela disse:

      Inflacao a 13%
      Dolar a 4 reais
      Desemprego nos 13%
      Escolas federais e universidades sucateadas
      Saúde desmantelada
      Foi 2 vezes com pires nas maos pedir ao fmi
      Sertanejo fazendo saque no serttao com fome

      Pense uma conta arrumada.

    • Desilusão disse:

      Se tem uma coisa que petista chamais vai admitir é que Lula pegou um governo com superavit em todas as contas públicas deixadas por FHC.
      MENTIRA comedor de mortadela, a inflação nos anos 2002 e 2003 NUNCA foi maior que 3%, mais em 2014 e 2015 chegou a passar de 2 dígitos.
      A economia estava estabilizada, o jovem saia do curso superior e tinha emprego (menos aqueles sem capacidade), a petrobrás estava em plena expansão, os correios tinham a maior credibilidade, os findos de pensão garantiam as aposentadorias, a indústria crescia e exportava. Ao final de 2015 o quadro deixado pelo PT era exatamente o oposto disso tudo.

    • Netto disse:

      FHC pegou o país com fama de caloteiro e o entregou com melhor fama.Isso faz uma diferença enorme
      Foi ao FMI justamente por causa de passivos deixados por gastança anterior. Algumas melhorias são cumulativas, de modo que muitas comparações são desonestas. É muito fácil pegar o país depois de feita a LRF, o fator previdenciário, o saneamento de dívidas de Estados, de limpar o sistema financeiro para depois vir alguém gastar e dizer que os outros querem pobre passando fome.

    • Netto disse:

      Vou dar um exemplo de algo feito cumulativamente (e de como dá para enganar as pessoas assumindo que fez tudo sozinho). Tenho certeza que até um mortadela vai entender. Três pessoas se juntam para comprar um carro. Fulano dá a primeira parcela, sicrano a segunda. Lulano paga a última e sai alardeando que quitou o carro e que na época dos outros dois havia dívidas.

    • Rômulo disse:

      Concordo Comedor de Mortadela. Lula pegou o país tão quebrado pelos tucanos, quanto hoje pelos golpistas. Quem fala o contrário devia estar usando fraldas na época!

    • Netto disse:

      Os "golpistas" pegaram um pais em uma depressão econômica, e estão tirando-o dela. Lula pegou o país com um norte bem apontado. Enquanto manteve as politicas do antecessor, o Brasil conquistou credibilidade e investimentos. Mas depois tacou a torrar dinheiro. Deu resultado de curto/médio prazo, mas a ressaca chegou. Vamos repetir o ciclo. Lula 18!

    • Waldemir disse:

      Petistas me respondam uma coisa se Lula pagou a dívida externa com o Brasil deve mais de 400.000.000,00 de dólares
      Onde a petista Dilma pois esse dinheiro
      Estou aguardando uma reposta!!!!!

    • Comedor de mortadela disse:

      A inflacao oficial em 2002, último ano desse senhor ai de cima, foi de 12,53%.
      Agora no mundo paralelo dos eleitores tucanos foi de 3.
      "A economia estava estabilizada e o jovem tinha emprego quando ssua da universidade"
      Esse senhor do comentário devia viver em um paralelo mesmo. Foi por isso q o candidato de Efeagacê ganhouba eleição.
      Coisas da turma do golpe essas afirmações.

    • Netto disse:

      Waldemir, pergunta também em que grau exponencial cresceu a dívida interna durante o petismo.

  10. Amacell disse:

    Safado sem moral desse

FHC diz que a corrupção é pior que o caixa dois, mas será mesmo?

Por interino

Foto: Giovanni Bello – 19.mai.2016/Folhapress

Um dos gângsteres da Odebrecht disse à Lava Jato que Aécio Neves pediu um dinheirão na campanha de 2014. Solícita, a empreiteira pôs R$ 9 milhões no caixa dois dos tucanos. O senador esclareceu que solicitara uma doação dentro da lei. Pouca gente lhe deu ouvidos.

Na quinta passada, dia 2, Fernando Henrique Cardoso veio em seu socorro. Numa nota à imprensa, sintetizou a distinção que está em todas as bocas da baixa política:

“Há uma diferença entre quem recebeu recursos de caixa dois para financiamento de atividades político-eleitorais, erro que precisa ser reconhecido, reparado ou punido, daquele que obteve recursos para enriquecimento pessoal, crime puro e simples de corrupção”.

Como a delação da Odebrecht emporcalhará uma penca de políticos, FHC aconselhou separar alhos de bugalhos. Vamos lá, pois. O artigo 317 do Código Penal diz que é corrupção solicitar ou receber vantagem indevida. Em teoria, é simples: o corrupto leva uma grana para beneficiar quem o corrompe.

Na prática, houve nuances. O Supremo, por exemplo, não condenou Collor por corrupção. Alegou que não ficara caracterizado o “ato de ofício”, a ação concreta do presidente para que seu caixa de campanha, Paulo César Farias, recebesse dinheiro e lhe repassasse.

Anos depois, o mesmo Supremo, mas noutra composição, dispensou o ato de ofício para caracterizar a corrupção. Foi no julgamento do mensalão. José Dirceu ganhou determinada soma, disse o STF, mas não apontou o ato específico que ele cometeu para merecer o dinheiro.

O caixa dois, por sua vez, é regido pelo artigo 350 do Código Eleitoral. Ele caracteriza como falsidade a omissão de uma informação que deveria constar de um documento público. Em miúdos: o político omite da prestação de contas o dinheiro que entrou pelo caixa dois.

Voltando a Fernando Henrique. Ele afirma que a corrupção é crime. Já o caixa dois não passa de erro, a ser reparado ou punido. Não é bem assim. A corrupção é de fato crime, punível com 12 anos de prisão. Mas o caixa dois não é erro –é um delito que rende cinco anos de cana.

Até pela escolha de palavras, Fernando Henrique diz que a corrupção é pior que o caixa dois. Será mesmo? É uma discussão crucial. Porque a deduragem da Odebrecht pode implodir o sistema político criado a partir da primeira queda de Vargas.

Afora o hiato da ditadura militar (e noves fora a colocação dos comunistas na ilegalidade), os maiores partidos só puderam funcionar porque o poder econômico os financiou. Isso desde 1945.

Com o passar dos anos, o caixa dois ficou hegemônico. Jatinhos para cupinchas e aspones, programas de televisão onerosíssimos, marqueteiros alugados a peso de ouro, desvios para o bolso dos candidatos “”as campanhas passaram a consumir somas monstruosas.

Os grandes partidos se refastelaram. O resultado está aí: fraude da vontade popular, preponderância do dinheiro sobre o voto, uma casta de vigaristas no poder, nojo da política, podridão.

Os partidos agora tentam salvar os seus parlamentares, prefeitos, governadores e os seus presidentes. Buscam preservar os que usaram e abusaram do caixa dois. Ensaiaram uma anistia que, por desastrada, não vingou. Por enquanto.

Logo, logo, os ratos tentarão outra burla. Estão à cata de justificativas, de um arremedo de ideologia. A distinção feita por Fernando Henrique por certo não lhes passou despercebida.

Mario Sergio Conti – Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Cardoso disse:

    Caixa 2 não é corrupção?

  2. Roberto disse:

    Esse santinho aí, é o pior de todos investiguem prá ver.

  3. Ceará Mundão disse:

    Todos os criminosos devem ser punidos. É só aguardar o pronunciamento da Justiça e respeitar o resultado. Sem essa de ficar chamando bandido condenado de "heroi" ou "guerreiro do povo brasileiro". Mas o FHC disse o que diz as leis. A corrupção está no Art. 317 do Código Penal, prevista pena de reclusão de até 12 anos. O caixa 2 está no Art. 350 do Código Eleitoral, que prevê reclusão de até 5 anos. Portanto, considerando o tamanho das penas previstas, qual o crime mais grave, segundo o ordenamento jurídico brasileiro? É o óbvio, sem mimimi.

  4. Jônatas Calaça disse:

    Os dois atos são criminosos e devem ser punidos com cadeia. Cana nestes assaltantes do nosso país.

  5. Verys disse:

    Olha só quem fala. O pior dos corruptos apareceu.

  6. Luiz disse:

    Quer dizer que Caixa dois só é ilegal quando é pro PT?
    Conti reduz argumento de FHC a pó e diz que caixa dois de Aécio é crime sim:
    Em sua coluna nesta terça-feira, o jornalista Mario Sergio Conti destrói o argumento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que vem fazendo declarações tentando minimizar o crime de caixa dois eleitoral; "Fernando Henrique Cardoso afirma que a corrupção é crime. Já o caixa dois não passa de erro, a ser reparado ou punido. Não é bem assim. A corrupção é de fato crime, punível com 12 anos de prisão. Mas o caixa dois não é erro –é um delito que rende cinco anos de cana", escreve o colunista.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  7. Impertinente disse:

    Esse é especialista em Corrupção combinado com Prescrição, uma forma de proteção que blinda os "filhinhos escolhidos da sociedade varonil" de serem investigados. E quando alguém inventa de falar, alguém logo grita que isso foi há muito tempo e não importa mais.
    Ah tá!

  8. Augusto Ribeiro disse:

    Como sempre o "Princípe" está com uma carta de garantia…
    Ele que é usuário e usurário, junto com seu partido, do caixa 2, tenta agora descrimiliza-lo….

NO VENTILADOR: Cerveró cita US$ 100 milhões de propina ao governo de FHC

16/04/2014. Credito: Bruno Peres/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Ex-diretor financeiro da Petrobras Nestor Ceveró, durante audiência da Comisão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, no Congresso Nacional.
Foto: Bruno Peres/CB/D.A Press

O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, disse à Procuradoria-Geral da República (PGR), antes de fechar o acordo de delação premiada, que a venda da petrolífera Pérez Companc envolveu pagamento de propina no valor de US$ 100 milhões ao governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC).

O documento em que consta a informação foi obtido pela RPC. Cerveró está preso pela Lava Jato desde janeiro do ano passado.

A compra da empresa argentina pela Petrobras ocorreu em 2002. Ainda de acordo com o depoimento, Cerveró disse que quem repassou essa informação a ele foram os diretores da Pérez Companc e Oscar Vicente, ligado ao ex-presidente argentino Carlos Menem.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou que afirmações vagas, sem especificar pessoas envolvidas, e servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação.

“Não tenho a menor ideia da matéria. Na época o presidente da Petrobrás era Francisco Gros, pessoa de reputação ilibada e sem qualquer ligação politico partidária. Afirmações vagas como essa, que se referem genericamente a um período no qual eu era presidente e a um ex-presidente da Petrobras já falecido, sem especificar pessoas envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação”.

Fonte: G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Alexandre Medeiros disse:

    Maracujina e Brasil meu país vocês são ótimos. Qualquer nova notícia serve para justificar a PaTifaria e corrupção dos que hoje estão no poder. Façamos um trato, nós da sociedade civil organizada, vamos acabar com essa corrupção desmantelada que nos assola.

  2. Junior pinheiro disse:

    Sim, não e da classe não né moço??? E acredita-se em bicho papão, papai noel e etc…..!!!

  3. Maracujina disse:

    Bilú, bilú , bilú .. Bilú tetéia … Agora está tudo dominado :
    FHC O INTELECTUAL TAMPA DE CRUSH , está na sacanagem .
    O DEPUTADO COPA DO MUNDO , OLIMPÍADAS E COISAS AFINS , TÁ QUE NÃO PASSA NEM UM ABACAXI .
    AECINHO , O NETINHO DE TANCREDO TÁ TODO ENROLADO
    JOSÉ AGRIPINO "o probo "" , caladinho , caladinho .
    O danado é :
    Não existe nada contra Dilma e essas autarquias querem derrubá-la .
    Derruba não menino .

  4. Brasil meu país! disse:

    Alguém se lembra do Brindeiro, engavetador geral da República? E a PF da era Tucana, existia?
    Quem bom q a podridão dessa época tb está aparecendo, pena q muito se perderá na história pois o judiciário era aparelhado e a PF era desmantelada.
    Com a palavra os hipócritas coxinhas.

  5. Maracujina disse:

    E agora ? Vai ser coxinha estragada por todo canto . Vamos logo marcar uma passeata lá no midway .

FHC: ‘Lula se perdeu pelas delícias do poder’

CQUAU_AXAAAl8xsO ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse nesta quinta-feira que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva “se perdeu pelas delícias do poder”. A declaração foi feita em entrevista ao jornal do SBT, exibida na noite desta quinta-feira, quando foi pedido ao tucano que falasse o que pensa do sucessor.

— Lula se deixou perder encantado pelas delícias do poder e pela cultura política tradicional. Ele acabou aceitando como normal o que ele sempre criticava — afirmou Fernando Henrique.

Em outro momento da entrevista, o tucano disse que conhece Lula desde os tempos em que ele morava em “casa de pobre” e que o petista “perdeu a autenticidade”.

— Eu conheço o Lula de priscas eras. Eu já votei nele e ele em mim. Faz muito tempo isso. Mas acho que o Lula se perdeu no caminho, para ser sincero. Se perdeu, porque aquela autenticidade que ele tinha se perdeu. Hoje, ele é um político tradicional. Acha que a manutenção do poder é mais importante do que tudo. Ele tem tendência a fazer sempre acordos. Uma das questões que mais me choca na trajetória do presidente Lula, eu o conheço do tempo que ele era líder de sindicato, de ir à casa dele lá de pobre em São Bernardo, é que ele foi absorvido pela cultura tradicional da política brasileira. Para ele, o toma lá dá cá não é exceção, mas regra. Isso eu acho perigoso.

O ex-presidente foi perguntado se ele também não havia recorrido à troca de ministérios e cargos com outros partidos para ter governabilidade. O tucano admitiu que sim, mas disse que menos que o PT.

— Houve, mas limitado. Sem comparação (com governo do PT).

Fernando Henrique repetiu que agora não é o momento para uma conversa privada entre os dois ex-presidentes.

— Não é o momento de conversa por debaixo dos panos, porque vão pensar logo que estamos tentando descobrir como é que mela o jogo da Lava-Jato.

Em relação à presidente Dilma Rousseff, FH comentou que tem faltado sabedoria a ela para governar.

— Pessoalmente, não tenho queixa. Mas ela não tem governado com a sabedoria necessária.

O tucano voltou a criticar a postura do PSDB em votações como o fim do fator previdenciário, criado na gestão de FH.

— O PSDB visa agora a política e o poder.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carvalho disse:

    O PT que quando era oposição só fazia criticar dizendo que estava tudo errado, virou governo e fez quase tudo que dizia que era errado e ainda de forma muito pior.
    O governo desastrado, corrupto e incompetente do PT destruiu a economia do país, desvalorizou a moeda, trouxe de volta a inflação, provocou desordem nas contas públicas, inchou a máquina pública, ocasionou o desemprego, prejudicou a Petrobrás, trouxe a recessão, a queda do grau de investimento, o aumento de impostos e tarifas, a queda do PIB, o fechamento de postos de trabalho, devastou o poder de compra da população, arrasou com a confiança dos investidores estrangeiros e e eliminou os sonhos dos brasileiros de um Brasil melhor.
    A incompetência e a inaptidão do governo do PT chegam a níveis estratosféricos.

FHC: 'Impeachment é pouco provável, mas não impossível'

alx_brasil-politica-fhc-lide-sp-20140922-001_original(Foto: Rodrigo Dionisio/Frame/Folhapress)

“É um momento bastante sombrio”. Assim o ex-presidente Fernando Henrique Cardozo, uma das principais lideranças do PSDB, descreve sua percepção do atual cenário do país. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o tucano falou sobre os movimentos que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e da crise política que a petista atravessa. Para FHC, o mais provável é que a situação não se encaminhe para um processo de afastamento de Dilma – mas sim que o governo”fique cozinhando o galo em fogo brando” ao longo dos próximos quatro anos. Ele afirma, porém, que não pode dizer que o impeachment seja impossível.

“Impeachment não é uma coisa desejável e ninguém se propõe a liderar isso”, afirmou o ex-presidente. “O PT usa o impeachment para dizer que o PSDB quer, mas não é verdade. Impeachment é como bomba atômica: é para dissuadir, não para usar”, avalia.

Ao comparar o atual momento político no Brasil àquele em que se deu a saída de Fernando Collor, FHC afirmou: “Na época, a sociedade sancionou o impeachment, Collor não reagiu e os partidos tinham condição de operar a transição. Não vejo a mesma coisa hoje”. O tucano ressalta, porém, que não pode dizer que um processo de impeachment contra Dilma seja impossível. Segundo FHC, a única conexão entre Collor e Dilma é que ele também não sabia como manejar o Congresso.

O tucano avalia que a atual crise política colocou o PMDB na oposição e “com razão”. “O governo criou caso com a própria base, então fica difícil”, afirma. “É muito ruim que o governo não reconheça erro nenhum”, disse. Sobre a viabilidade de conversas entre ele e o ex-presidente Lula, foi enfático: “Qual seria o significado de um encontro meu com o presidente Lula? Ele tem, primeiro, que pacificar a situação dentro do partido dele. Nunca me neguei a discutir uma pauta. Agora, essa pauta não pode ser um conchavo […]. Dá pra convergir? Não dá? Mas a visão de Lula não é essa, ele quer o contrário, quer acusar. Ele é o bom, nós somos os maus. Então, é quase impossível”. Sobre a menção de Lula ao exército de Stédile (líder do MST), FHC afirmou que quem foi presidente da República não tem direito de brincar com questões sérias.

O ex-presidente também tratou da tentativa do PT de jogar para seu governo a culpa pelos desmandos na Petrobras – e classificou o movimento como “patético”. Afirma também que o nome do senador mineiro Antonio Anastasia foi incluído na lista do petrolão para enfraquecer o PSDB e que a acusação contra ele “parece história da carochinha”.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. vitor disse:

    Não foi apenas 1 do PSDB, foram 3, só que um já morreu e o outro foi vergonhosamente protegido da investigação.
    Só uma mídia muito cara de pau pra dar ouvidos a este senhor que vendeu as empresas nacionais a preço de banana alegando que era para colocar as finanças em dia, e mesmo assim só fez aumentar a divida do país, além de quebrar a economia por três vezes e promover recessão e desemprego.
    E pra piorar as coisas ele diz que não sabia de nada na Petrobrás, mas acusa Dilma de saber. Más como é"O Príncipe da Privataria" deve ter uma boa margem para falar besteiras à vontade com o apoio da mídia corrupta.

FHC: ‘Precisamos de partidos mais autênticos e menos corruptos’

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta quarta-feira que os partidos políticos brasileiros devem ser “mais autênticos e menos corruptos” e defendeu que o país esteja aberto a utilizar elementos da democracia direta, dando mais espaço para a participação da sociedade na tomada de decisões.

— Hoje se sente um mal estar na sociedade. Embora exista democracia e crescimento econômico, as pessoas querem mais e melhor. Querem participar do processo deliberativo, pressionar, dar sua opinião— disse, o ex-presidente, que continuou: — Precisamos ter partidos mais autênticos e menos corruptos. As pessoas querem ter vez e voz. E nós ainda não conseguimos organizar isso.

Durante discurso em cerimônia do Centro Cultural Turquia-Brasil, nesta manhã, o tucano citou as manifestações de junho de 2013 para justificar as mudanças pelas quais o sistema político brasileiro deveria passar. Ainda segundo ele, a abertura de espaço à população não vai tirar a importância da democracia representativa, que deve garantir o equilíbrio entre os poderes e os interesses da sociedade:

— A sociedade moderna tem muitos interesses diversificados. E como se faz o contraponto disso em nome da maioria? Tem que ter a representação, o Congresso, o presidente. Senão, um lobby ou um movimento pode falar mais alto.

Fernando Henrique disse que, para que o presidencialismo funcione bem, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário devem ter independência total. Para ele, no Brasil, o presidente tem “relativamente mais poder do que nos Estados Unidos”.

— Nos Estados Unidos, o Congresso tem poder de barrar um ato do presidente. No Brasil, nem sempre isso acontece — disse Fernando Henrique.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro Paulo disse:

    Lenilson,
    Porque o FHC aposentou-se com 37 anos de idade sem nunca ter trabalhado ?
    E quando chegou ao governo já tinha 3 aposentadorias?

  2. Joaozinho da escolinha disse:

    É preocupante a presença constante de militância fascista de uma falsa esquerda alienada nos comentários de diversos blogs e jornais. É possível que exista muito dinheiro nesta campanha que deve estar sendo gasto para manter esses comentários absurdos, agressivos e preconceituosos desses "seguidores", "comentaristas", "opinadores". Mas graças aos empresários, trabalhadores de verdade, profissionais liberais, pensadores positivistas, ainda vivemos numa republica capitalista e livre, em que podemos opinar e ler o que queremos, diferente de Cuba e Venezuela, onde ate o pai nosso tem ideologia comunista e eleva a deus um ditador chamado Chaves, amigo de lula. Em ditaduras com falsa democracia, onde a oposição é massacrada pelo poder do governo fascista e por grupos difamadores violentos, dificilmente haveria formas de manter um blog ou um jornal independente. Rezo que não mudem a Ave Maria para Ave Dilma.

  3. Marcos Aurélio disse:

    ACORDEM!
    Para os que ainda acreditam em Papail Noel, Cegonhas, Cuca e Saci Pererê, vale lembrar que nenhum governo é descaracterizado total nem mesmo sensivelmente pela corrupção nele ocorrida. Pode parecer cínico, mas é o seguinte: caso não houvesse nenhuma corrupção, os governos JK, FHC e Lula, para dar três exemplos famosos, teriam sido exatamente o que foram, só que mais baratos. Isso é para dar a noção de que, exceto em tiranias conhecidas, é impossível submeter a democracia a desígnios apenas de burocratas ou políticos e empresários corruptos. Nem a líderes religiosos ortodoxos.
    A corrupção sempre existiu no mundo. Ela não foi inventada no Brasil. Basta ver como era a vida política na Grécia e em ROMA(especialmente em sua decadência), ou na Inglaterra, França e demais países Europeus incluindo Portugal, QUE NOS PARIU.
    A corrupção desembarcou no Brasil com Cabral, pois os índios viviam num idílico sistema coletivo de socialismo puro onde tudo era compartilhado por todos e era de todos. Situação completamente alterada pela chegada dos Portugueses que trouxeram suas Tradições, Família, Religião e Forças Armadas, privatizando os espaços que passaram a ser propriedade privada do Rei doada a donatários escolhidos a dedo entre aqueles que eram obedientes a Coroa (como até hoje se faz na divisão e privilegiamentos de pessoas e grupos em todos os governos sem exceção). Essa corrupção é fruto do patrimonialismo histórico trazido da Monarquia Imperial Feudal que considerava que tudo e todos em sua nação lhes pertencia por serem "escolhidos divinos!, sagrados herdeiros do trono por ordenança do próprio Deus, avalizados pela Igreja.
    Apesar da corrupção nos últimos 20 anos, e particularmente nos últimos dez anos, parecer está aumentando exponencialmente, na verdade o que ocorre é a soma de dois fatores que amplificam a sensação de um aumento de corrupção (assim como a sensação térmica do aumento de calor sem esse na verdade ter aumentado):
    Maior grau de escolarização da população e desenvolvimento da tecnologia da informação. Isso faz toda a diferença!

  4. Leonilson freire disse:

    João Brasil, e VC discorda que um aposentado antes dos 50 anos não é um vagabundo, salvo se for por uma doença degenerativa, acidente que o inpeça de exercer a função, etc.? Amigo, caso VC não saiba, FHC é um dos homens mais cultos do nosso país, com várias formações, inclusive na área social, membro da ABL, entre outras. Então meu nobre, ele jamais iria fazer um comentário ou dar uma declaração sem um bom argumento e embasamento.

  5. Ari disse:

    João Brasil deveria se chamar João Cuba e deveria lavar a boca para falar de FHC

  6. luiz disse:

    Candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Henrique Alves recebeu R$ 1 milhão da OAS e R$ 150 mil da Queiroz Galvão. Os valores foram repassados pela direção estadual do PMDB, que recebeu, ao todo, R$ 3 milhões da OAS e R$ 2 milhões da Queiroz Galvão.FONTE; UOL NOTICÍAS .é corrupçao para todo lado meu deus do céu aonde vamos parar…

  7. João Brasil disse:

    DE CORRUPÇÃO FHC ENTENDE.
    Vejam o "Escândalo da Telebrás":
    Conversas gravadas em 46 fitas obtidas pela Folha de S. Paulo em 1999 demonstraram que o então presidente Fernando Henrique Cardoso participou de uma operação para tomar partido de um consórcio no leilão da Telebrás em julho de 1998. A Folha publicou a transcrição de uma conversa telefônica gravada entre o presidente Fernando Henrique Cardoso e o então presidente do BNDES, André Lara Resende onde FHC autorizava Lara Resende a usar seu nome para pressionar um fundo de pensão estatal a entrar em um dos consórcios participantes do leilão.
    Esse é apenas um dos 45 escândalos do seu governo (basta pesquisar no google). Também se notabilizando pelas suas frases, tais como: "Esqueçam tudo o que eu escrevi"; "Tenho um pé na cozinha"; "Aposentado antes dos 50 é 'vagabundo'"; entre outras pérolas. Agora quer dar aulas de ética e política pro Brasil é?

Congresso está participando de 'farsa', diz FHC sobre repasse de 'gabarito'; tucano ainda cutuca Lula

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cobrou nesta terça-feira (5) explicações da Petrobras e do Congresso Nacional sobre denúncia de que representantes da empresa petroleira receberam com antecedência as perguntas que lhe seriam feitas em CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA).

Na avaliação do tucano, se for comprovado que houve o repasse antecipado do “gabarito”, o Senado Federal participou de uma “farsa”, que é, segundo ele, “inaceitável”.

“A Petrobras tem de dar explicações e também o Congresso Nacional. Realmente o Congresso Nacional tem de se explicar. Se isso for assim, ele está participando de uma farsa, o que é inaceitável”, criticou.

Para o tucano, quem se beneficia com o aparelhamento da Petrobras são os partidos aliados ao governo federal. “Não sei se o aparelhamento é a favor do governo federal, é a favor dos partidos”, disse.

A revista “Veja” revelou no final de semana que a presidente da Petrobras, Graça Foster, o ex-presidente da petroleira Sérgio Gabrielli e o ex-diretor da empresa Nestor Cerveró receberam antecipadamente as perguntas que responderiam na CPI do Senado Federal.

A publicação também divulgou vídeo que flagra uma conversa entre José Eduardo Barrocas, chefe do escritório da Petrobras em Brasília, e Bruno Ferreira, advogado da empresa. Na conversa, os dois dão detalhes do acerto para antecipar as perguntas.

LULA

O ex-presidente participou nesta terça-feira (5) do GreenBuilding Brasil 2014, uma conferência internacional de Meio Ambiente, promovida na capital paulista. Na saída do evento, ele foi perguntado sobre a sua relação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem trocou críticas públicas na semana passada.

O tucano disse que não considera o petista um “inimigo político”, mas considerou que o seu antecessor no Palácio do Planalto tem uma visão diferente sobre ele.

“Eu nunca considerei como inimigo político. Esse negócio de inimigo quem gosta é o Lula, o ‘nós e eles’. Nós somos todos brasileiros. Eu acho que ele é um concorrente e espero que ele veja as coisas assim. E não fique com essa ideia de ‘nós e eles'”, disse.

Na avaliação do tucano, o petista teve mais sorte que a presidente Dilma Rousseff ao ter governado em um período com um cenário econômico mais favorável que o atual. De acordo com ele, o seu antecessor também é mais “hábil” com o Congresso Nacional que a atual presidente e “tem uma certa tendência” de se aliar com setores com os quais a petista não se aliaria.

“O Lula teve mais sorte, pegou a economia crescendo. Ela pegou a economia baixando. O Lula é mais hábil com o Congresso Nacional. Agora, o Lula tem uma certa tendência de se aliar com setores que eu acho que a Dilma preferiria não se aliar”, disse, sem especificar os setores a que se referiu.

O tucano defendeu que PT e PSDB deveriam atuar juntos para solucionar questões importantes para o país. Na avaliação dele, no entanto, não é essa a visão dos petistas. “Há certas questões que o povo precisa de todo mundo, que não dá para ficar fazendo picuinhas”, criticou.

Em tom de brincadeira, apesar das recentes divergências com o seu antecessor, o tucano disse que convidaria o petista para assistir ao jogo do Corinthians. “Eu sou corintiano, chamaria”, disse. Os dois ex-presidentes torcem pelo time paulista.

Folha Press

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Josias Potiguar disse:

    O que eu não entendo é porque o governo PT não acabou com a reeleição? Se a questão era compra de votos, o mensalão de José Dirceu e Cia mostrou que o PT sabe fazê-lo muito bem. Fica a pergunta.

  2. Rafael Vale disse:

    O homem que comprou o congresso e o senado para aprovar a emenda da reeleição fala em "farsa" é no mínimo hilário.

    LEIAM A REPORTAGEM E O COMENTÁRIO DO PRÓPRIO FHC, vou reproduzir um trecho para quem tem preguiça de ler.
    "Dez anos depois, em sabatina na FOLHA, FHC não negou que tenha ocorrido compra de votos…"

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/08/1334864-livro-contra-fhc-revela-fonte-que-provou-compra-de-votos-pela-emenda-da-reeleicao.shtml

  3. Luciano disse:

    Por que em vez de ficar falando besteira o príncipe das privatarias nao se candidata a presidente ou quem sabe a vice do Aébrio? Gostaria de ver o q aconteceria!

FHC diz que incluir caso Alstom na CPI da Petrobras é eleitoreiro

 16_13_11_140_fileO ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou nesta sexta-feira, 28, a intenção de parlamentares governistas de incluir as investigações do caso Alstom numa possível CPI da Petrobras. O tucano classificou a estratégia como “puramente eleitoreira”.

— Neste momento, o importante para o País é esclarecer o mau manejo da Petrobras, como é que a tal ponto.

FHC disse que a proposta da CPI é de investigar a questão da Petrobras e afirmou que ela não é contra o governo Dilma.

— A CPI não pode se transformar em palco político, tem que ser realmente para investigar o que aconteceu na Petrobras porque é sério, está pondo em risco a maior empresa do Brasil, a credibilidade dela.

O ex-presidente reforçou que é contra a investigação de outros temas nesta comissão.

— A CPI tem que ter um fato determinado. O fato determinado está posto lá e é o caso da Petrobrás. Se houve corrupção (no caso Alstom), e pode ter havido, tem que punir quem foi corrupto. Mas não houve até agora nenhuma ligação entre eventuais corrompidos e corruptores com o governo.

Questionado sobre se ele acreditava que o governo levaria em frente a ameaça de convocar tucanos, FHC não questionou a força do governo, mas afirmou que uma ação assim tem custos.

— O governo sempre tem força, agora usa meios que o desgasta. (Por exemplo) Retirar assinatura, é um meio violento, quem vai retirar perde.

FHC falou após mediar um debate sobre os 50 anos do Golpe Militar no instituto que leva seu nome, em São Paulo.

O ex-presidente se mostrou otimista sobre a criação da comissão e disse torcer para que ela chegue a resultados “palpáveis”.

— Eu acredito que (a CPI) vá acontecer e eu espero que a CPI chegue a resultados palpáveis que nos permitam dizer: ‘olha, errou aqui, ali, acolá e vamos corrigir’. Porque a Pertobras é importante demais para ser joguete de interesse político.

R7 via Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lino disse:

    Quem tem Moral pode falar sem medo. O molusco ta bem caladinho com seu passaporte coincidenteme italiano e os bolsos cheios. Só idiotas não perceebem ou quem está se dando bem, finge que não vê…

  2. Tiago Dias disse:

    A demagogia do PSDB chega a ser hilariante.
    Ver o partido que mais tem aversão a CPI mudar o discurso de passar o Brasil a limpo em poucas horas não tem preço.
    É ver o sociólogo que queria vender a Petrobras, que ao final de seu governo

  3. zé Ninguém disse:

    Só pode ser piada, não?
    Quando nos favorece é legal, honesta e correta. Mas quando a coisa se inverte…

  4. Luciano disse:

    Esse gagá é uma piada…..

  5. Magno Alexandre disse:

    Eita FHC pimenta nos governos dos outros é refresco.

"Não acho que CPI da Petrobrás seja para partidarizar", afirma FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu a instalação de uma CPI para investigar contratos da Petrobrás nesta segunda-feira, 24. “Pensei que fosse mais simples e é mais complexo. Não acho que qualquer CPI seja para partidarizar”, afirmou em entrevista depois de proferir aula inaugural de sociologia na PUC-Rio. Questionado se a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobrás, põe em xeque a imagem da presidente Dilma Rousseff como gestora, ele respondeu que “o PAC já basta para arranhar a imagem da presidente como gestora”.

Na semana passada, dois dias após o Estado revelar que Dilma deu aval à compra da polêmica refinaria, o ex-presidente disse que não era um momento propício para abertura da CPI e que o caso já estava sendo investigado por outras autoridades. “Acho que o momento eleitoral não é o mais propício. Não sou favorável a partidarizar”, disse o ex-presidente na época. Mas nesse domingo, 23, ele divulgou nota afirmando ser favorável à apuração do episódio pelo Congresso e disse ainda que o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, deve conduzir o tema em nome do partido.

Além de FHC, o atual e o ex-governador de São Paulo, respectivamente Geraldo Alckmin e José Serra, também se manifestaram contra a instalação da comissão na semana passada. A mudança de posicionamento de FHC ocorre após o pré-candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves, entrar em contato com os líderes do partido. Aécio é um dos principais articuladores da CPI no Congresso.

Energia. Fernando Henrique também aproveitou para atacar os problemas no setor energético do País e disse que, diante dos baixos níveis de água nos reservatórios e da possibilidade de falta de energia, o governo faça um apelo à população para que economize eletricidade. “Quando foi feito o racionamento, no meu governo, a população atendeu. O que custa pedir que todo mundo economize agora?”. . O ex-presidente lembrou ainda o racionamento ocorrido durante seu governo: “Levei muito pau por causa do apagão, mas naquele tempo não tinha rede interligada nem termelétrica”, justificou.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zé Ninguém disse:

    Bruno, informar que um fake se passando por mim realizou uma manifestação no seu blog. Peço-lhe por favor que registre seu email e IP da máquina usada para fins de identificar a falsidade ideológica em curso.
    No mais, é importante a todos os responsáveis sobre qualquer ato administrativo na esfera pública, fornecer explicações e dar satisfações sobre suas decisões.
    Assim, os Petistas devem explicar seus atos tanto quanto os Tucanos.
    Os Petistas devem explicar os negócios da Petrobrás em sua gestão e os Tucanos devem explicar o negócio dos Trens da Siemens em São Paulo.
    Todos devem explicações a sociedade e cobrar apenas de uns e de outros não denota que apenas reproduzimos a máxima da qual "MEUS AMIGOS NÃO TEM DEFEITOS, E MEUS INIMIGOS SE NÃO TIVEREM EU OS BOTO."
    A verdade é que "pimenta nos olhos dos outros é refresco". No melhor estilo de "FAÇA O QUE DIGO, MAS NÃO FAÇA O QUE FAÇO."

  2. Pablo disse:

    Espera aí, não era só os oportunistas que BARRAVAM CPI?
    O PT quando não estava no poder e se falava em CPI era um pega pra capar, o PT e seus representantes iam a todos os meios de comunicação meter a boca falando de todos que não assinavam a abertura da CPI e agora quer BARRAR? Cadê a coerência?
    O PT BARRANDO CPI? QUEM NÃO DEVE NÃO TEME?
    Como as coisas mudam!!!! Fácil falar e criticar os outros…
    TEM QUE TER A CPI DA PETROBRÁS SIM, por que não????

  3. Júlio Dalcin disse:

    Não tem autoridade moral pra falar dos PAC, não fez nada.

Artigo FHC: Governo aposta em dividir sociedade entre 'nós e eles' para se manter no poder

 O artigo abaixo, escrito com exclusividade pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, marca a estreia do canal de Opinião do UOL

Estranhos momentos os que estamos vivendo no Brasil. Há poucos dias os jornais publicaram a foto de um encontro no Palácio da Alvorada. De mãos dadas, a presidente e seu mentor posam vitoriosos, enquanto o presidente do PT e dois alegados chefes publicitários da futura campanha reeleitoral, embevecidos e sorridentes, antegozam futuros êxitos. Por que tanta alegria?

Será que, estando no poder central, eles não se dão conta do que vai pelas ruas, nem do que acontece no mundo? Não estariam a repetir a velha história de Maria Antonieta na Revolução Francesa? Não que eu esteja também a delirar. Bem sei que não há qualquer revolução à vista.

Mas a esdrúxula foto faz recordar o ânimo fútil da rainha, com os maiorais se deixando flagrar tão despreocupados, enquanto as pessoas estão, na realidade, assustadas. Assustadas com as sombrias perspectivas do futuro, temerosas da violência larvar de um povo que era tido como pacífico (não há dia sem ônibus queimados, nem sem pessoas amarradas apanhando dos que descreem da Justiça e querem fazê-la por conta própria), espantadas com a montanha de lixo jogada nas ruas pelos cariocas em um só dia de greve dos garis no Carnaval.

Só com muita imprevidência foi possível fazer-nos mergulhar na crise energética a que estamos embrulhados. As medidas governamentais quebraram, ao mesmo tempo, o caixa da Eletrobrás, destruíram as possibilidades do etanol, deixaram as hélices das eólicas paradas à espera de linhas transmissoras e, ainda por cima, reduziram quase à metade o valor das ações da Petrobras. Será que o petróleo era nosso e o pré-sal, por pura teimosia propagandista e incompetência, é deles?

Quanto desgoverno. E a perda continuada do poder de compra dos assalariados, que a inflação de 6% ao ano (na verdade bem mais) dilui, os truques de contabilidade criativa que não enganam ninguém e a inépcia administrativa que transforma em mera propaganda os projetos bombásticos?

O que dizer da receita garantida para o clientelismo e a inépcia assegurada por 30 partidos no Congresso e 39 ministérios?

Seria injusto, porém, atribuir esses males a uma só administração. Percebe-se um suceder de acontecimentos negativos levando-nos, neste estranho e preocupante momento, à beira de perder uma oportunidade histórica, a de consolidar uma democracia de verdade e permitir nos livrar da síndrome do baixo crescimento, que limita o bem-estar e impede o acesso ao primeiro mundo.

A situação é tão grave que é chegada a hora para o conjunto da “classe politica” assumir parcelas de responsabilidade sobre os rumos do Brasil. Por isso é tão chocante aquela foto de regozijo.

Os líderes governistas, em vez de exporem à nação com realismo as mazelas existentes e de apelar, quem sabe, a todos os brasileiros para se unirem nas questões fundamentais, só pensam em dividir a sociedade entre “nós” e “eles” para, apostando nesse pobre maniqueísmo político, vencer eleições e se manter no poder.

É hora, entretanto, para uma mudança da guarda, na esperança de que novos líderes, colados na escuta das ruas, tenham visão de estadistas, e não a de meros chefes de clã. É hora de renovação, da força dos jovens aliada à visão de grandeza construírem a política do amanhã.

FHC-UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Júlio Dalcin disse:

    Sérgio Nogueira, a grande obra desenvolvimentista do jajá durante sua gestão como governador do RN entre 90 e 94, foi parar a obra do canal do Pataxó no baixo Assú, iniciada por Geraldo e concluída depois do jajá por Gari. muito despeito.

  2. Sergio Nogueira disse:

    Admirável, adorável a conduta do nosso eterno FHC, o homem que livrou nosso país da ameaça socialista, implantando um plano econômico digno da classe média. E nesta data de hoje, me bateu uma nostalgia sem precedentes… não sei se deve-se ao fato da estréia da coluna de Fernando, como noticiou o blogueiro, ou ao fato de aproximar-se a Marcha da Família, em 22 de março. De antemão, convoco os leitores para se fazerem presentes, pois lutar pela igualdade da família cristã é obrigação de todos. Ao colega Júlio Dalcin, apenas afirmo que é despeito, por não ter participado do governo do Grande Jajá nem ter tido a honra de contribuir para a gloriosa carreira de Rosalba.

  3. Pablo disse:

    "Novos líderes colados na escuta das ruas". Belíssima frase do FHC. Vamos lá, quem ele acha que seria esse novo líder? Aécio Neves? Eduardo Campos? Serra?
    Poupe-nos!
    Em 8 anos de governo FHC, quando ele escutou a voz das ruas? Peloo que eu saiba, a voz dos oprimidos vem do MST, dos Sem Teto e outros movimentos sociais. Quando esses tiveram voz em seu governo?
    O que o PSDB fez em prol do Nordeste em 8 anos de mandato?
    Faz-me rir FHC!

  4. Júlio Dalcin disse:

    Palavras de FHC, presidente que deixava o povo morrer de fome. Sempre apoiado por rosa-DEM, e zé agripino

  5. paulo kasinsk disse:

    Como diria Riobaldo, personagem de Grande sertão: veredas:, obra maior de Guimarães Rosa "O senhor sabe: pão ou pães, é questão de opiniães…".

FHC diz que Joaquim Barbosa não é 'salvador da pátria'

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse nesta semana que o ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, não deve ser visto como um herói salvador. A declaração foi dada em entrevista ao programa Manhattan Connection, da GloboNews.

Segundo FHC, o ministro atuou com perseverança e clareza no julgamento do mensalão, mas não é o salvador da pátria. “Eu acho que as pessoas descreem tanto das instituições que procuram sempre heróis salvadores.”

Para o ex-presidente, o sentimento de que o Brasil precisa ainda de um salvador demonstra que nossa democracia não está consolidada. “Ou então, pior ainda: que no sistema democrático tal como ele é hoje, com tanta descrença entre os eleitores e os que são eleitos, há um tal descrédito das instituições democráticas que se quer alguém que mude tudo. É perigoso, é realmente perigoso”, afirmou.

FHC disse ainda que duvida que o ministro do STF vá participar de uma “aventura” como se candidatar à presidência e que é difícil imaginá-lo na vida partidária. “Ele não tem o traquejo, o treinamento para isso. Uma coisa é você ter uma carreira de juiz. Outra coisa é você liderar um país.”

O ex-presidente afirmou que tem admiração por Joaquim Barbosa mas não crê que ele tenha as características necessárias para conduzir o Brasil de maneira a não provocar grandes crises no país.

RETROSPECTIVA

Convidado a fazer um balanço do ano, FHC disse na entrevista que muita coisa desagradável aconteceu em 2013. “É difícil dizer o que foi pior no Brasil. Para começar, a economia vai balançando numa direção perigosa. Segundo, a violência.”

Questionado sobre quais foram as boas notícias do ano, FHC fez piada. “A boa notícia foi termos sobrevivido a tudo isso. Já estou com 82 anos, a cada ano que passa me dá uma alegria enorme.”

Folha

FHC critica postura da oposição: Estamos berrando pouco?

FHCZanoneFraissatFolha2Fernando Henrique Cardoso enxerga na conjuntura “sinais alarmantes”. É esse o título do artigo que o grão-mestre do PSDB levou às páginas neste domingo. Num texto em que chama Lula de “mago do ilusionismo” e trata os punhos erguidos dos presidiários José Dirceu e José Genoino como uma coreografia de “Lenines que receberam dinheiro sujo”, FHC lança um olhar pessimista sobre 2014.

“Estamos a ver as manobras preparatórias para mais uma campanha eleitoral sob o signo do embuste”, ele anotou, antes de alvejar Dilma Rousseff: “A candidata oficial, pela posição que ocupa, tem cada ato multiplicado pelos meios de comunicação. Como o exercício do poder se confundiu, na prática, com a campanha eleitoral, entramos já em período de disputa.”

A disputa é “desigual”, avalia FHC. “Só um lado fala”, lamenta. “As oposições, mesmo que berrem, não encontram eco”, constata. “E, sejamos francos: estamos berrando pouco”, critica. Ele não deu nome aos bons cabritos. Mas como falou em “oposições”, assim, no plural, supõe-se que sente falta tanto dos berros de Aécio Neves quanto dos de Eduardo Campos (PSB).

Paradoxalmente, FHC exercitou seu pessimismo ao tratar de um fato que considerou alvissareiro: “Finalmente fez-se justiça no caso do mensalão.” Num gesto de autocontenção, ele reteve o júbilo: “É triste ver na cadeia gente que em outras épocas lutou com desprendimento.”

Lamenta ver os membros do núcleo político do PT presos ao lado dos Valérios do núcleo publicitário e dos banqueiros do núcleo Rural, “que se dedicaram a encher os bolsos ou a pagar suas campanhas à custa do dinheiro público”. Mas não foi a promiscuidade das (más) companhias o que mais assustou FHC.

“Mais melancólico ainda é ver pessoas que outrora se jogavam por ideais – mesmo que controversos – erguerem os punhos como se vivessem uma situação revolucionária”, escreveu, numa alusão ao gesto encenado por Dirceu e Genoino no instante da rendição à Polícia Federal.

“Onde está a Revolução? Gesticulam como se fossem Lenines que receberam dinheiro sujo, mas usaram-no para construir a ‘nova sociedade’. Nada disso: apenas ajudaram a cimentar um bloco de forças que vive da mercantilização da política e do uso do Estado para perpetuar-se no poder.”

FHC enxerga na “encenação farsesca”, um “significado claro: eleições à vista. É preciso mentir, autoenganar-se e repetir o mantra. Não por acaso a direção do PT amplifica a encenação e Lula diz que a melhor resposta à condenação dos mensaleiros é reeleger Dilma Rousseff…”

Nas pegadas da expedição dos primeiros mandados de prisão de mensaleitos, a repórter Vera Rosa noticiou que Lula telefonou para Dirceu e Genoino. “Estamos juntos”, teria dito o morubixaba do PT. FHC evocou a frase em seu artigo.

Deu a entender que Lula, “o mago do ilusionismo”, traiu-se ao tentar tirar cartolas de dentro dos coelhos. “Neste caso, quem sabe, um lapso verbal expressou sinceridade: estamos juntos, disse Lula. Assumiu meio de raspão sua fatia de responsabilidade, ao menos em relação a companheiros a quem deve muito. E ao país, o que dizer?”

O que FHC afirmou nesse trecho, com outras palavras, foi que não merece crédito aquele Lula ‘não sabia nadinha’ da Silva do alvorecer da crise. Em seu artigo, o xamã do tucanato insinuou que, hoje, frequenta a cena um Lula condenado pelo domínio do fato à solidariedade perpétua.

FHC cobra dos antagonistas do petismo um comportamento, por assim dizer, joaquiniano. “É preciso dizer com coragem, simplicidade e de modo direto, como fizeram alguns ministros do Supremo, que a democracia não se compagina com a corrupção nem com as distorções que levam ao favorecimento dos amigos.”

Fez bem a FHC a mistura da experiência acumulada na Presidência com o descompromisso da ex-presidência. Munido do salvo-conduto que se autoconcedeu, FHC virou um trombone solitário. No fundo, ele sabe que desperdiça o latim. Quem vive de esperanças de ver o PSDB e o PSB tratando o mensalão com desassombro vai morrer muito magro.

Nessa matéria, a coragem do tucanato diminui na proporção direta da aproximação do dia do julgamento do mensalão emplumado de Minas Gerais. Ex-presidente do PSDB federal, Eduardo Azeredo é uma condenação esperando para acontecer. Quanto ao PSB, a covardia da legenda é proporcional à cumplicidade que exibiu enquanto esteve no governo, até anteontem.

Em setembro de 2012, quando os ministros do STF começaram a condenar os mensaleiros, Eduardo Campos subscreveu um manifesto em que o PT acusava a oposição e a mídia de transformar o mensalão num “julgamento político, golpear a democracia e reverter as conquistas que marcaram a gestão do presidente Lula”. Se levar a boca ao trombone agora, vai faltar sopro.

O que mais parece incomodar FHC é o fato de o silêncio se propagar em ondas. “É enorme o arco de alianças políticas no Congresso cujos membros se beneficiam por pertencer à ‘base aliada’ de apoio ao governo. Calam-se diante do mensalão e demais transgressões, como se o ‘hegemonismo petista’ que os mantém seja compatível com a democracia.” Shuááá!

“Que dizer então da parte da elite empresarial que se serve dos empréstimos públicos e emudece diante dos malfeitos do petismo e de seus acólitos?” Shuááá, shuááá!! “Ou da outrora combativa liderança sindical, hoje acomodada nas benesses do poder?” Shuááá, shuááá, shuááá!!! “Muitos sabem que o rei está nu e poucos bradam.”

Em timbre de desalento, FHC escreve: “Não estamos diante de um quadro eleitoral normal. A hegemonia de um partido que não consegue se deslindar de crenças salvacionistas e autoritárias, o acovardamento de outros e a impotência das oposições estão permitindo a montagem de um sistema de poder que, se duradouro, acarretará riscos de regressão irreversível.”

Que fazer?  “Só tem um caminho: as urnas”, lenciona FHC aos correligionários. “É preciso desfazer na consciência popular, com sinceridade e clareza, o manto de ilusões com que o lulo-petismo vendeu seu peixe. Com a palavra as oposições e quem mais tenha consciência dos perigos que corremos.”

O ex-ministro Sérgio Motta, velho amigo de FHC, morreu sonhando com a permanência do PSDB no poder federal por 20 anos. A julgar pela recuperação de Dilma nas pesquisas —lenta, mas contínua— não são negligenciáveis as chances de o petismo obter em 2014 a prorrogação do pesadelo do tucanato até 2018. Serão 16 anos corridos.

Lula estará autorizado a dizer: nunca antes na história desse país um partido conseguiu semelhante façanha. Os militares tiveram 21 anos, mas com um AI-5 de permeio. Getúlio Vargas teve 15, mas foi ditador num pedaço do enredo e se matou no final do filme.

Josias de Souza UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciano disse:

    Esse aí calado já causa náuseas, falando então….

  2. Carlos Augusto disse:

    O silêncio da oposição no BRASIL é tão grande que me faz sentir vergonha!
    O PT deita e rola nesse vácuo político, não tem quem saiba fazer oposição.
    Surge um e outro aqui e ali e logo se calam.
    Marina Silva, Aércio Neves, Educardo Campos e por aí vão são lampejos de oposição.
    Falam um dia, se calam nos outros 29 do mês.
    E tome crescimento do PT!!!

  3. fabio disse:

    Esse cara é uma piada de mal gosto… Depois de tudo que aprontou ainda se levanta para falar dos outros…. É como ver Collor criticando a ética de alguém…

Estatísticas apontam êxito da AGU em mais de 75% das ações contra os ex-presidentes FHC e Lula

Estatísticas da Advocacia-Geral da União (AGU) apontam êxito em mais de 75% das ações apresentadas contra os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Defendendo os ex-presidentes, os advogados públicos foram vitoriosos em 41 das 43 ações julgadas contra Fernando Henrique e em 22 das 34 contra Lula.

Do total, 14 aguardam decisão. Os processos envolvem ações populares, civis, por suposta improbidade administrativa, além de representações e liminares por conta de atos praticados durante os mandatos dos dois ex-presidentes.

Levantamento realizado pelo Departamento de Estudos Jurídicos e Contencioso Eleitoral da AGU apontou que, até o momento, os índices de decisões favoráveis chegam a 90% para FHC e 75% para Lula. Os julgamentos são de processos encerrados e ativos na Justiça.

Entre os casos em que a AGU atuou em defesa dos ex-presidentes estão a desestatização das empresas de telecomunicações, motivo de 28 ações populares contra Fernando Henrique Cardoso nos seus dois mandatos. Todas estão encerradas e não houve procedência no pedido de suspensão da medida ou mesmo julgamento do mérito por desistência dos autores.

A publicidade governamental e suposta campanha eleitoral antecipada foram os principais motivos que levaram à abertura de processos contra Luiz Inácio Lula da Silva. Como exemplo, a ação popular analisada pela 5ª Vara Federal do Distrito Federal que pede para a Presidência da República deixar de usar o slogan “Brasil, um país de todos”. A solicitação foi julgada improcedente.

Da Agência Brasil