Judiciário

Justiça Federal foi responsável pelos mandados de busca e apreensão na Operação Salt

A Operação Salt, deflagrada pela Polícia Federal, foi desenvolvida a partir de uma decisão assinada pela Juíza Federal Madja de Sousa Moura Florencio, da 10ª Vara, Subseção de Mossoró, embasada em investigação realizada pela Receita Federal do Brasil, que aponta fortes indícios da existência de um extenso esquema de sonegação fiscal e previdenciária, falsidade ideológica e lavagem de capitais. Foram determinadas buscas e apreensões em diversas empresas e pessoas físicas ligadas ao denominado “Grupo Líder”.

“Quanto ao pedido de busca e apreensão, resta esclarecer que tem a natureza de medida acautelatória de natureza processual penal. Portanto, para seu deferimento, faz-se necessária a presença de dois requisitos, a saber, a plausabilidade do direito alegado, que no caso se consubstancia em indícios suficientes da autoria e da materialidade delitiva, e o perigo da demora, que na hipótese traduz-se na necessidade de se produzir antecipadamente prova de suposta prática criminosa” , destacou a Juíza Federal em sua decisão.

JFRN

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Polícia

Operação Salt: bens apreendidos de empresário somam helicóptero, carros de luxo, jóias e dinheiro

ÍndiceFoto: De Fato

A Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal apreenderam R$ 47 mil em dinheiro, muitas joias, veículos de luxo, helicóptero além de armas e muitos documentos cumprindo 23 mandados de busca e apreensão nas empresas de Edvaldo Fagundes de Albuquerque nos estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Ceará.

O débito do empresário Edvaldo Fagundes junto a União já ultrapassa a casa dos R$ 430 milhões, segundo informa a Receita Federal. Em junho passado, a Justiça Federal de Mossoró determinou o bloqueio do patrimônio do empresário, assim como de outras 28 pessoas (laranjas) e das 32 empresas na ordem de R$ 212 milhões.

Hoje, ‘Operação Salt’ (sal) da Polícia Federal teve como objetivo central combater crimes lavagem de dinheiro, tributários e formação de quadrilha. O principal alvo da investigação é o empresário mossoroense Edvaldo Fagundes, dono do Grupo Líder, composto por fábricas de plástico, postos de combustíveis, revendedoras de veículos, salinas, entre outros seguimentos.

O trabalho de investigação, que ainda não terminou (previsão é 17h desta terça-feira, 17), teve a frente o procurador da república Vitor Mariz, o delegado federal Rubens França, da Delegacia de Combate ao Crime Organizado e Willo Marques, delegado da Receita Federal no Rio Grande do Norte. Os três concederam entrevista coletiva a imprensa em Mossoró.

Willo Marques disse que todo processo que resultou na ‘Operação Salt’, da Polícia Federal, começou em 2004. Na época a empresa de Edvaldo Fagundes foi autuada e multada em R$ 12 milhões. “Ele estranhamente não recorrias das autuações e multas”, destaca Willo Marques, acrescentando que o patrimônio da empresa sumia logo em seguida.

Depois destas autuações, foram realizadas várias outras e sempre que a Receita Federal ia executar a cobrança do imposto, a empresa já estava ‘quebrada’. O delegado federal Rubens França explicou que a sistemática para sonegar os impostos era basicamente esta: operava com uma empresa com o nome limpo e lavava os recursos numa empresa ‘laranja’.

“É importante ressaltar que são mais de trinta empresas e todas elas nos nomes de outras pessoas, mas que tem a procuração para controlar todas são a mesma pessoa”, acrescenta Willo Marques, sem cintar o nome do empresário Edvaldo Fagundes. Somando os débitos já consolidados e outros em andamento, Willon calcula rombo de R$ 430 milhões.

O procurador da república Vitor Mariz disse que todo o material apreendido será apresentado a Justiça Federal de Mossoró, na pessoa da juíza Emanuela Mendonça e depois aberto vistas para o Ministério Público Federal analisar e decidir quais ações penais ingressar contra os responsáveis pelos crimes de formação de quadrilha, crimes tributários e lavagem de dinheiro.

O delegado Federal Rubens França disse que a Operação Salt não é o ponto final da investigação. Segundo ele, vários eixos de investigação podem surgir nas análises dos documentos apreendidos e gerados novos inquéritos contra o empresário e outras pessoas ligadas a ele. “Durante o trabalho descobrimos que ele havia saído da casa dele e ido morar num prédio no Centro e estamos lá neste momento fazendo buscas”, diz o delegado.

O delegado da Receita Federal Willo Marques disse que não tem como calcular quanto dos R$ 430 milhões devidos foram recuperados.

Foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão Mossoró, Catolé do Rocha, Grossos e Macau. Participaram da operação 90 policiais federais, 26 agentes da Receita Federal. Em Grossos, foram apreendidos documentos e um rifle na casa de um dos suspeitos de ser o contador do empresário Edvaldo Fagundos. Na casa de um ‘laranja’ das empresas de Edvaldo em Mossoró foi apreendido um revolver calibre 38. Os dois foram autuados em flagrante em Mossoró.

Em Mossoró foram apreendidos dois carros de luxo. Os outros 4 foram nas outras cidades. O Helicoptero foi recolhido em Natal. Na casa do empresário em Mossoró, os agentes não encontraram nada. Lá descobriram que ele havia se mudado para um apartamento, no Centro de Mossoró. Os agentes conseguiram uma ordem de Judicial e estão revistando este imóvel também. Ainda em Mossoró, foram apreendidos R$ 47 mil.

No final da tarde, a PF vai informar o balanço do material e bens apreendidos.

Com informações do De Fato em Mossoró

Opinião dos leitores

  1. Edvaldo basta ter fe na quele la de cima porque ele tarda mais nao falha e quem ta lhe xingando nesses comentarios e porque nao tem o que fazer…eu tou sempre do seu lado pro que der e vinher .

  2. Voce que ta falando das diarias conversa muito e bosta porque quando voce tava passando fome quem lhe ajudou foi ele ai agora voce fica desejando o mal coidado amigo que fome num so da uma vez nao.

  3. já estava na hora de por ordem na casa,as minhas diariais de motorista que nao era paga de modo correto,olhe o resultado ai eu quero é mais………………

  4. Na verdade quem deveria ser preso era os políticos de nosso belo país.
    São impostos exorbitantemente altos que pagamos todos os dias, e não nada mudar, se o cara tem tudo isso hoje foi por mérito do mesmo.

  5. Acabou com o lazer da garotada de ver o helicoptero pousando na praia do forte, morro branco etc..

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Polícia

FOTOS: material apreendido pela PF em Mossoró vai de carros de luxo a muito dinheiro

SCS03 SCS05 SCS04 SCS06 SCS08A Polícia Federal no RN, em conjunto com a Receita Federal do Brasil e Ministério Público Federal, deflagrou na manhã desta terça-feira, 17/12, a Operação Salt, visando desmantelar suposta organização criminosa voltada à prática de crimes tributários e lavagem de dinheiro.

A investigação, que durou aproximadamente seis meses, revelou que a organização criava empresas nos ramos da carcinicultura, tecelagem, salineiro, venda de veículos e combustível, encabeçadas pelos chamados “laranjas”, para o fim de sonegar tributos e promover a lavagem do dinheiro.

A fraude imputada à atuação do grupo criminoso gira em torno de 400 milhões de reais, número que pode ser ultrapassado após a análise dos documentos apreendidos nas sedes das empresas e das pessoas físicas envolvidas.

Opinião dos leitores

  1. É o povo HONESTO de Mossoró que apoiou MICARLA aqui em Natal e ROSALBA pra Governadora, com sua frota de Hálux e Helicóptero?
    Esse é um caso de grande repercussão e GRAVE CORRUPÇÃO.
    Que tal chamar o José Agripino pra comentar?
    Quer dizer que por trás da campanha de Claudia Regina ainda tem esse DNA criminoso?

  2. @TITICO

    Verdade amigo, o "PETE" prefere coisa mais organizada e com volume de $$$$ bem maior, algo como MENSALÃO,DOLAR NA CUECA,GAMECORP,etc…

  3. MOSTRE OS NOMES PARA VER SE A ROSA E O DEM TÁ NESSA. GARANTO DE PÉ JUNTO QUE O NOSSO PT TÁ FORA.

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Polícia

Veja quem são os laranjas e as empresas investigadas pela Polícia Federal em Mossoró

A Polícia Federal no RN, em conjunto com a Receita Federal do Brasil e Ministério Público Federal, deflagrou na manhã desta terça-feira, 17/12, a Operação Salt, visando desmantelar suposta organização criminosa voltada à prática de crimes tributários e lavagem de dinheiro. Através do jornalista Cezar Alves, do Jornal De Fato, veja quais são as empresas e quem são os laranjas investigados pela Polícia Federal em Mossoró. Clique aqui

Opinião dos leitores

  1. maior doador da campanha de claudia regina em mossoro… esse povo do BEM só tem figura…. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Polícia

“Operação Salt” da PF combate crimes tributários e lavagem de dinheiro no RN

_DelegaciaA Polícia Federal no RN, em conjunto com a Receita Federal do Brasil e Ministério Público Federal, deflagrou na manhã desta terça-feira, 17/12, a Operação Salt, visando desmantelar suposta organização criminosa voltada à prática de crimes tributários e lavagem de dinheiro.

A investigação, que durou aproximadamente seis meses, revelou que a organização criava empresas nos ramos da carcinicultura, tecelagem, salineiro, venda de veículos e combustível, encabeçadas pelos chamados “laranjas”, para o fim de sonegar tributos e promover a lavagem do dinheiro.

A fraude imputada à atuação do grupo criminoso gira em torno de 400 milhões de reais, número que pode ser ultrapassado após a análise dos documentos apreendidos nas sedes das empresas e das pessoas físicas envolvidas. Foram investigadas 37 empresas e cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Mossoró/RN, nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Pernambuco. Participaram da operação 88 policiais federais.

O nome da Operação Salt, sal em inglês, se deve à atuação do principal investigado que é empresário do ramo salineiro na região Oeste do Estado.

Haverá coletiva às 11h, na sede da Delegacia da PF em Mossoró (Rua Jornalista Jorge Freire, 100 – Nova Betânia).

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