Polícia

PF prende no Paraná suspeito de assassinar policial penal federal em Mossoró em 2017

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 8/6, a Operação Ebenézer e prendeu em Curitiba/PR, um homem de 43 anos, suspeito de ser o autor do homicídio que vitimou o policial penal federal Henri Charlie Gama e Silva, morto em abril de 2017, na cidade de Mossoró/RN.

Na operação foram mobilizados policiais federais de Brasília, Mossoró e Curitiba visando dar cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pela 8ª Vara Federal de Mossoró.

À época dos fatos, o policial penal Henri Charlie estava em um bar próximo a sua residência, em Mossoró (RN), quando um indivíduo desceu de um veículo e atirou em sua direção. Atingido pelas costas, ele ainda assim conseguiu correr, mas foi alcançado pelo autor dos disparos. O crime teria sido arquitetado por uma facção criminosa paulista e contou com a infiltração de uma empregada doméstica na residência da vítima.

Quando do prosseguimento das investigações ficou demonstrado que o acusado estaria vivendo com nome falso na capital paranaense, onde acabou sendo localizado.

Força-Tarefa

Este foi mais um trabalho concluído com êxito pela Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado em Mossoró (FT-NUDEM), coordenada pela Polícia Federal e composta por policiais federais, policiais civis, policiais militares e policiais penais federais e estaduais, atuando em colaboração com a Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI).

A Força-Tarefa disponibiliza e conta com a colaboração da população pelo telefone (84) 3323.8300, bem como pelo WhatsApp (84) 9218.0326, que são os canais indicados para recebimento de informações, denúncias de crimes, etc, sendo o sigilo do denunciante plenamente preservado.

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Polícia

PF prende três pessoas suspeitas de participar de ataque cibernético ao STF

Foto: José Cruz/Agência Brasil

A Polícia Federal prendeu na manhã desta terça-feira, 8, três pessoas suspeitas de participar de um ataque cibernético ao Supremo Tribunal Federal (STF) ocorrido em maio. Os mandados foram expedidas pelo ministro Alexandre de Moraes. As informações são do UOL.

Foram emitidos cinco mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária para indivíduos das cidades de Itumbiara (GO), Bragança Paulista (SP), Belém do São Francisco (PE), Jaboatão dos Guararapes (PE) e Olinda (PE). Os mandados foram cumpridos pela Polícia Federal, através da Operação “LEET”.

De acordo com a PF, durante as investigações foram identificados os endereços de onde teriam partido os ataques, praticados de forma sistemática e organizada. Os suspeitos são acusados dos crimes de invasão de dispositivo informático e associação criminosa. Somadas, as penas podem chegar a cinco anos de reclusão.

Em maio de 2020, um ataque cibernético tirou do ar o site do STF, mas técnicos afirmaram que não foram acessadas informações sigilosas, já que a tentativa de invasão foi contida enquanto estava em andamento.

A Tarde – UOL

 

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Polícia

Durante seu próprio concurso, PF prende onze candidatos que eram procurados

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) prendeu no domingo passado, dia 23, durante a realização das provas do concurso da corporação, onze candidatos inscritos no certame que possuíam mandado de prisão em aberto. As prisões foram efetuadas nos Estados do Acre, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo (2).

De acordo com a PF, os cumprimentos dos mandados de prisão foram realizados de “forma discreta e sem causar tumulto ou prejuízo para a aplicação das provas”. “Além de retirar do convívio social indivíduos procurados pela Justiça, a atuação da PF garantiu a segurança do concurso”, registrou o órgão em nota.

As provas escritas aplicadas no último domingo são referentes a concurso para provimento nos cargos de delegado, agente, escrivão e papiloscopista. A realização das provas, em meio a restrições para combate à pandemia da covid-19, acabou sendo questionada na Justiça e provocando resposta do Supremo Tribunal Federal (STF).

Pela primeira fez, a Corte realizou um julgamento no plenário virtual – plataforma que permite que os ministros votem à distância – com início e término do mesmo dia, a última sexta-feira, 21. Na ocasião, por 10 votos a 1, os ministros decidiram manter as datas de realização das provas.

Isto É, com Estadão

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Política

“Nunca tivemos um Ministro do Meio Ambiente com tanta coragem e disposição”, diz Eduardo Bolsonaro, em apoio a Ricardo Salles

Foto: Reprodução/Instagram

O deputado federal Eduardo Bolsonaro se manifestou nesta quarta-feira(19) sobre a operação da Polícia Federal no Ministério do Meio Ambiente, e Ibama. O parlamentar afirma que “nunca tivemos um Ministro do Meio Ambiente com tanta coragem e disposição”.

Eduardo Bolsonaro ainda completou:

“Certamente para mudar décadas de uma político ambientalista errada – para dizer o mínimo – alguns fortes combates precisariam ser travados. Confiamos no Ministro Ricardo Salles”, finalizou.

Opinião dos leitores

  1. Para aumentar a vergonha, a fraude na documentação das liberações de centenas de lotes de madeira, após decreto assinado por esse Salles e pelo tal Nim do Ibama foi detectada no exterior e comunicada às autoridades brasileiras. Bananinha que não me venha falar em competência e moralização, o nome disso é corrupção e desmonte da estrutura pública.

  2. Se fizer como luladrão, dizia ter total confiança na equipe de colaboradores e auxiliares. Aí a lava jato conseguia reunir provas, recuperar dinheiro roubado, e nas delações premiadas entregava o chefão. A partir daí, tudo mudava, e os flagrados com roubo já não era companheiro, era um bandido, negando até amizade, na verdade era da antessala do presidente luladrão. É uma doença que todo chefe de quadrilha tem quando desmascaram um membro da quadrilha.

  3. Vamos ver o que a quebra de sigilo irá apontar: SUA HONESTIDADE E PREOCUPAÇÃO COM A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

    1. E já existe fã clube em Natal? Fora Bolsanaro e seus filhos juntos!!!!!!

  4. Respeito as opiniões contrárias. Nas o Ministro Ricardo Sales contrariou interesses excusos das mais diversas origens, ou seja,vde Ong’s nacionais, internacionais, de governos estrangeiros principalmente da União Europeia. Dr. Ricardo Salles é um ministro competente e sabe o que faz.

  5. Falta so coragem e disposição para o Bozo botar em prática o tal decreto ou quem sabe, fechar o STF…….
    Mas o frouxo só sabe latir.

    1. A desordem que você aplaude é a mesma que tomou conta de Cuba, Venezuela, Coreia do Norte e se você quer isso, sai do Brasil, 85% do povo quer democracia, ordem, justiça, legalidade, respeito e segurança e nada de corrupção. Nenhum desses valores a esquerda respeita e sabe dar ao povo.

    2. Cláudio, sai dessa narrativa de que quem vê a corrupção no governo do MINTOmaníaco eh petista! Eu garanto que sou mais de direita que o presidente inepto e até mais que vc! Não defendo nem tenho político corrupto de estimação! E vc? Tem?

  6. Realmente Eduardo Eduardo tem razão, para desmatar a Amazônia como ele está fazendo tem que ter MUITA CORAGEM

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Judiciário

PGR critica procedimento do STF e diz que não foi consultada sobre operação da PF contra Ricardo Salles, o que “pode violar o sistema constitucional acusatório”

Foto: Adriano Machado/Reuters

A operação da Polícia Federal contra o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, deflagrada nesta quarta-feira (19), foi realizada sem uma consulta prévia ao procurador-geral da República Augusto Aras, como é a praxe nos procedimentos do tipo. Em seu despacho que autorizou a operação, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) fosse informada do caso apenas após o cumprimento das diligências.

Ao autorizar a ação contra Salles, Moraes também ordenou a PF a fazer diligências contra outros servidores do Ministério do Meio Ambiente, e determinou o afastamento do presidente do Ibama, Eduardo Bim.

Nos bastidores, fontes ligadas à investigação apontam que a PGR não foi informada previamente por uma desconfiança de que Aras adiasse o andamento da apuração e vazasse informações da operação para o Palácio do Planalto. Os investigadores também viam riscos de que o procurador-geral atuasse contra a realização da operação. No fim do ano passado, a PGR havia pedido o arquivamento dessa investigação contra Salles, o que foi acolhido pelo ministro. Há algumas semanas, entretanto, a PF apresentou novas provas do caso, e o ministro Alexandre reabriu a investigação.

A decisão de não enviar previamente a operação para análise da PGR foi do próprio ministro Alexandre de Moraes. “Após o cumprimento das diligências, dê-se, imediata ciência à Procuradoria-Geral da República”, escreveu no despacho proferido no último dia 13 de maio.

Após tomar conhecimento da operação pela imprensa, a equipe de Aras divulgou uma nota com críticas ao procedimento adotado, sem citar nominalmente o ministro de Moraes. A PGR afirmou que “não foi instada a se manifestar sobre a medida, o que, em princípio, pode violar o sistema constitucional acusatório”.

Nos bastidores, o ministro Alexandre de Moraes minimizou as cobranças da PGR e vai responder nos autos caso Aras apresente alguma objeção.

Geralmente, quando a PF solicita uma medida ao Supremo, o ministro pede um parecer da PGR a respeito do pedido policial. Só depois desse parecer do Ministério Público é que a operação costuma ser realizada. A mudança desse procedimento causou estranheza em integrantes da equipe de Aras.

Com O Globo

Opinião dos leitores

  1. Um PGR que se prostitui em funçao de uma indicaçao ao STF nao merece UM pingo de credibilidade. Consultar o PGR seria o mesmo que consultar Bolsonaro quanto a medida.

    1. O delegado da PF já havia apresentado denúncia contra o ministro sales e o procurador fez o que quando o bolsonaro demitiu o delegado? Nada. Fez o que com a denúncia do delegado? Nada. Agora vem dar uma de advogado.

  2. Quem questiona é a PGR ou AGU? Hoje parecem uma coisa sò. É preciso mudar a maneira de escolha do supremo. Senão dá essa confusão de atribuições.

    1. Acho que o carlos bolsonaro faria um papelão melhor que esse passa pano.

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Política

‘Inquérito induziu ministro relator a erro’, diz Salles, sobre decisão de Moraes; ministro acredita que assunto será esclarecido ‘com muita rapidez’

Foto: © José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse ter ficado surpreso com a operação que a Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (19) para apurar a suspeita de participação de servidores do ministério e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em supostos crimes contra a administração pública.

A jornalistas, Salles classificou a operação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de “exagerada e desnecessária”. “Até porque, todos os que foram incluídos nesta operação sempre estiveram à disposição para esclarecer quaisquer questões”, afirmou o ministro. Além de Salles, a operação teve como alvo o presidente do Ibama, Eduardo Bim, e mais 16 investigados.

Na decisão em que autorizou o cumprimento de 35 mandados de busca e apreensão incluindo em endereços funcionais e pessoais de Salles, além do afastamento do cargo do presidente do Ibama, Eduardo Bim, e de outros oito servidores públicos, Moraes afirma que o pedido de diligências foi feito pela própria PF. Segundo Moraes, na petição, a PF informou ter provas que “sinalizam, em tese, para a existência de grave esquema de facilitação ao contrabando de produtos florestais”, incluindo documentos fornecidos pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

“Até onde eu sei, uma carga foi exportada para os Estados Unidos, que pediu documentos que não constavam. Analisando o caso, a presidência do Ibama entendeu que a regra invocada [pelas autoridades norte-americanas] já naquela altura deveria ter sido alterada. Por isso, aparentemente, agiu de forma técnica”, disse Salles.

O episódio envolvendo a embaixada norte-americana é citado na decisão que o ministro Alexandre Moraes tornou pública esta manhã. Segundo o texto, em 10 de janeiro de 2020, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos (FWS) deteve, no estado da Geórgia, a três contêineres contendo madeira exportada do Brasil, por uma empresa com sede em Ananindeua (PA).

Segundo notificação enviada pela embaixada às autoridades brasileiras, o material não tinha a documentação necessária para comprovar sua procedência legal. A partir daí, segundo os fatos narrados na decisão de Moraes, o Ibama enviou “uma série de respostas conflitantes”, ora informando que a madeira exportada não tinha sido analisada pelo setor competente, ora alegando que o envio da carga cumprira toda a exigência legal.

O ministro disse que não teve acesso a todas as informações do inquérito e destacou que o ministério e o Ibama sempre agiram em consonância com a lei. “Isto ficará demonstrado nos autos do inquérito, conforme ele for instruído”, disse Salles, confirmando que policiais federais apreenderam documentos em seu gabinete, no ministério.

Salles disse que conversou com o presidente Jair Bolsonaro sobre as investigações. “Expliquei que, na minha opinião, não há substância em nenhuma das ações. E que, ao que me parece, este assunto pode ser esclarecido com muita rapidez”, disse o ministro. “Entendemos que o inquérito foi instruído de uma forma que acabou induzindo o ministro ao erro”, acrescentou.

A Agência Brasil entrou em contato com o Ibama, mas ainda não teve resposta. A reportagem também procurou a Advocacia-Geral da União (AGU), que ainda não se manifestou. Procurada, a assessoria da Procuradoria-Geral da República (PGR) informou que o órgão não foi consultado sobre o pedido de diligências que a PF fez ao STF, “o que, em princípio, pode violar o sistema constitucional acusatório”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. E ao pedido da PF de autorização p investigar a venda de sentenças do ministro Toffoli? Senhor Fachin, é tão corrupto quanto o colega de toga ! Essa investigação não foi pedido autorização a PGR, do mesmo jeito a PF pode investigar os ministros do supremo tbm, sem autorização legal?

  2. A sorte de alguns, é que os “patriotas moralistas” são bastante tolerantes com os apoiadores do fal$o me$$ia$. A tolerância só é zero para os opositores.

    1. Tolerância para os meus é intolerância p os outros

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Polícia

PF está dividida, analisam ministros de Bolsonaro, que acreditam que não é pura coincidência operação contra Meio Ambiente autorizada por Alexandre de Moraes(STF)

Foto: Reprodução/Instagram

A operação deflagrada nesta quarta (19) contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e outros integrantes da pasta é uma demonstração de que a indicação do delgado Paulo Maiurino como diretor-geral da Polícia Federal dividiu a corporação e jogou uma parte de seus integrantes contra o governo.

A avaliação é de ministros de Jair Bolsonaro e de assessores do governo.

Eles acreditam que não é pura coincidência que a operação ocorra contra um dos ministros mais identificados com Bolsonaro –e bem no dia do depoimento do general e ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello à CPI da Covid, que já trará desgastes para o presidente.

A operação contra Salles foi autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, como revelou o Painel.

Os integrantes somam à investida contra Salles o pedido feito na semana passada pela PF para investigar o ministro do STF (Supremo Tritunal Federal) Dias Toffoli, que é considerado um magistrado próximo de Bolsonaro.

Neste caso, o STF indeferiu e proibiu a PF de investigar Toffoli.

Maiurino teria um perfil político que descontentaria delegados da PF que se opuseram à sua indicação, formalizada em abril.

Ele já foi chefe da segurança do STF (Supremo Tribunal Federal) e é próximo do ministro Dias Toffoli. Foi também assessor especial de segurança do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Humberto Martins e trabalhou em governos estaduais.

No governo de Wilson Witzel no Rio, Maiurino foi membro do Conselho de Segurança Pública do estado. Na gestão de Geraldo Alckmin em São Paulo, foi subsecretário de Segurança Pública. Também foi assessor especial da Secretaria de Segurança na gestão de Agnelo Queiroz.

Como antecipado pelo Painel, a PF deflagrou nesta manhã uma operação de busca e apreensão em endereços de Salles e no Ministério da Saúde.

Ela tem como objetivo, segundo a PF, apurar crimes de corrupção, advocacia administrativa, prevaricação e facilitação de contrabando que teriam sido praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro.

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

    1. Oh analfabeto… sabe lê mão? Contra ministro próximo ao Presidente… se ele controla a PF como isso aconteceu? Idiot!

  1. E ainda dizem que o presidente manda na Polícia Federal o que seria até aceitável, já que éxsua atribuição escolher seu Diretor. A esquerdalha “não se toca” mas TODAS suas narrativas mentirosas vão caindo. Apenas a cansativa perseguição política. Deixem o “ômi” trabalhar.

    1. Só passou pq o Min Moraes deu uma banana para o PGR e nem o consultou…do contrário, o engavetador geral tinha barrado a investigação…
      Parabéns Moraes…cabra macho!
      A boiada fica louuuuca…kkkk

  2. Mas na reunião com os ministros ele falou que queria controlar a PF do RJ somente né?! Afinal, o MINTOmaníaco só trabalha pra proteger as rachadinhas da família gente! No governo dele não tem corrupção talkei! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Qual a narrativa da gadolândia? Ah já sei, vão dizer que Lulaladrao roubou mais, que sou esquerdopata e outras asneiras que não mudam a realidade do governo do MINTOmaníaco!

  3. Qual o problema de investigar, quem nao deve nao teme, que acho que aqui nessa situaçao nao é o caso

    1. E porque os 11 pzidentes do stf sem nenhum voto da população não podem serem INVESTIGADOS.?????

    1. É porque não houve essa conversa. Criam a narrativa para jogar uns contra os outros e com isso deteriorar a convivência entre integrantes do governo.

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Polícia

SALLES E MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE ALVOS DE OPERAÇÃO DA PF: Moraes ordena quebra de sigilos de ministro e afastamento de presidente do Ibama

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de busca e apreensão em locais ligados ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, nesta manhã de quarta-feira (19), na Operação Akuanduba, que está nas ruas do Distrito Federal, São Paulo e no Pará, e que apura crimes contra a administração pública praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro.

A PF está utilizando 160 policiais para cumprir 35 mandados de busca e apreensão, determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que além das buscas, determinou o afastamento preventivo de 10 agentes públicos que ocupam cargos e funções de confiança no Ibama e no Ministério do Meio Ambiente, e ainda a suspensão imediata do despacho emitido em fevereiro do ano passado, que permitiu a exportação de produtos florestais sem a necessidade de emissão de autorização de exportação.

O presidente do Ibama, Eduardo Bim, também é alvo de busca e apreensão nesta manhã e foi afastado do cargo por determinação do Supremo.

Segundo as investigações, esse despacho foi feito a pedido das empresas que tinham cargas apreendidas nos Estados Unidos e Europa e, com isso, possibilitou a regularização de mais de 8 mil cargas de madeiras exportadas ilegalmente entre 2019 e 2020.

As investigações começaram em janeiro deste ano após informações obtidas junto a autoridades estrangeiras que relataram desvio de conduta de servidores brasileiros no processo de exportação.

A CNN entrou em contato com o Ministério do Meio Ambiente e com o Ibama e aguarda posicionamento.

Akuanduba, nome dado à operação, é uma divindade da mitologia dos índios Araras, que habitam o estado do Pará. Segundo a lenda, se alguém cometesse algum excesso, contrariando as normas, a divindade fazia soar uma pequena flauta, restabelecendo a ordem.

Moraes ordena quebra de sigilos de Salles e afastamento de presidente do Ibama

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou busca e apreensão em três endereços do ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente: na casa dele em São Paulo, no apartamento funcional em Brasília e em um gabinete da pasta no Pará. As medidas fazem parte da operação Akuanduba.

Ao todo, foram expedidos 35 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, São Paulo e Pará.

Além disso, Moraes determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Ricardo Salles e de servidores do Ibama. O presidente do Instituto, Eduardo Bim, foi afastado do cargo por ordem do ministro do STF. Procurador federal, Bim assumiu o cargo em 2019.

Outras nove pessoas, que ocupam cargos e funções de confiança no Ibama e no Ministério do Meio Ambiente também foram afastadas das atividades.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. E onde anda a narrativa mentirosa de que o presidente manda na Polícia Federal? Seria aceitável, já que é sua atribuição escolher o Diretor da PF. Mas não é isso que estamos vendo. A esquerdalha “não se toca” mas TODAS suas narrativas mentirosas vão caindo. Apenas a cansativa perseguição política. Deixem o “ômi” trabalhar.

    1. Chora mais Direita “honesta”…chora mais que tá bonito de ver….
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    2. A molecagem de sempre. Falta de argumento e raciocínio, típicos dessa cambada.

    3. Tô de bobeira mesmo, vai lá! Vc trabalha, “cumpanhero”? De verdade, algo produtivo. Por que não diversifica o vocabulário? As mesmas bobagens, cara? Chavões repetidos, as mesmas palavras… Cansa. Acrescenta algo novo. Tenta pensar um pouco. É demais? Deixa prá lá. Rsrsrs

  2. Já era prá tá na rua faz tempo.

    Fez muito mal a política externa do Brasil além das consequências nefastas no futuro para nossos netos e bisnetos

    Só não vê quem não quer

  3. Acho lindo mesmo a fidelidade “canina” dos bovinos que negam a realidade achando que no governo do MINTO não há corrupção nem desmandos! No início do governo do LULAladrão haviam os mesmos idólatras e deu no que deu…

    1. Para chamar alguém de corrupto é preciso provar. Até o momento, o único crime aqui presente é o seu. Se vc significasse algo, deveria ser processado por suas asneiras irresponsáveis.

    2. Manoel F, meu filho, para com isso…tá machucando os sentimentos do Direita “honesta”…kkkkkkkkkkkkk
      (continua, por favor….kkkkkk)

    3. Pede pro MINTO publicar o Decreto q foi “otorizado” na “parada do orgulho gado” que eu nem serei processado, já sou preso por tentar atingir a honra de seu messias KKKKK.

    4. Só molecagens. Vcs são engraçados. Mas, cansativos, repetitivos e sem criatividade. Peçam novas instruções aos “chefes”. Inovem.

  4. Ops! Mas não há corrupção no governo do MINTOmaníaco! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  5. Mais do mesmo. Perseguição contra o governo, às custas de narrativas mentirosas. O presidente não rouba nem deixa roubar. Seria muito bom para o Brasil que seus demais políticos fizessem o mesmo.

  6. ONTEM TIVE QUE VER O ERNESTINHO GAGUEJANDO POR OITO HORAS!!! HOJE LÁ VEM MAIS UM VEXAME DO PAZUELLO!!! E AINDA ACORDO E DESCUBRO QUE A POLÍCIA ESTÁ DANDO UMA DURA NO RICK SALLES!!! 😲

    EU NÃO AGUENTO MAIS!!! 😠

    O CIDADÃO DE BEM NÃO TEM MAIS UM MINUTO DE PAZ NESSE PAÍS!!! 😡

    1. Gaquejando fica os ESQUERDOPATAS quando precisam explicar o MENSALÃO, o PETROLÃO e os BILHÕES gastos em Copa do Mundo e Olimpíadas enquanto os hospitais públicos estavam super lotados e sem condições de atender a população.

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Polícia

FOTOS: PF prende no interior do RN na saída dos Correios acusado de receber dinheiro falso enviado via postal

Fotos: Divulgação/PF

A Polícia Federal prendeu na última quarta-feira, 5/5, no município de Serra do Mel/RN, um jovem de 19 anos acusado de receber via postal cerca de R$ 800 em notas de R$ 100, 50 e 20 com indícios de falsificação.

O suspeito foi detido no momento em que deixava a agência dos Correios daquela cidade conduzindo um envelope contendo as cédulas. Ao ser abordado ele não reagiu e confessou ter adquirido o material na internet através de um desconhecido que veiculou o anúncio numa rede social.

Em seguida, o suspeito foi conduzido para a sede da Delegacia da Polícia Federal em Mossoró onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante.

Indiciado por crime de moeda falsa, o preso foi encaminhado para a Cadeia Pública, à disposição da Justiça.

Opinião dos leitores

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Polícia

PF prende na Praia do Meio casal suspeito de tráfico de drogas em Natal

Foto: Reprodução/PF

A Polícia Federal prendeu na manhã desta segunda-feira, 26/4, na Praia do Meio, Zona Leste de Natal, um homem e uma mulher, de 20 e 21 anos, respectivamente, suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas. As detenções ocorreram em cumprimento a dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça Estadual do Rio Grande do Norte.

A ação, que também teve cumpridos dois mandados de busca e apreensão, foi decorrente de uma investigação iniciada em fevereiro deste ano logo após a PF ter flagrado na capital potiguar um indivíduo recebendo aproximadamente 4,5 quilos de cocaína enviada via postal do estado do Acre, tendo a droga sido encontrada, na época, escondida dentro de caixas de som.

Com a conclusão das investigações, o casal hoje preso foi identificado como destinatário da cocaína apreendida naquela oportunidade, a qual abasteceria pontos de venda de entorpecentes em Natal.

Após serem submetidos a exames de corpo de delito no Instituto Técnico- Científico de Perícia (ITEP), os envolvidos permanecem sob custódia na Superintendência da PF, onde aguardam transferência para o Sistema Prisional do RN.

Opinião dos leitores

  1. Depois da eleição da Governadora do PT, o RN virou lugar perfeito para bandidos, assassinos e traficantes.

    1. Prooooontoo… Aí aqui no RN nunca teve bandidagem até 2018… Kkkkkkkkkkk. É cada uma… Kkkkkkkk

    2. É um gado contaminado pelo mal da vaca louca, direita abilolada. Quando junta esse mal com a deficiência mental causada pelo mal miliciano bolsolouco ficam nesse quadro insustentável. Precisam escrever bobagens e idiotices sem freios.

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Polícia

Operação da PF apura tráfico de drogas por meio de jatos executivos

Foto: © Divulgação/Policia Federal

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta segunda-feira (12) a Operação Flight Level, que apura o crime de tráfico internacional de drogas por meio de jatos executivos. Os alvos da investigação também são suspeitos de lavagem de dinheiro e de integrar organização criminosa.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início em outubro de 2020, após ter sido apreendido no Aeroporto Internacional de Lisboa um avião executivo brasileiro que teria partido de Belo Horizonte com 175 quilos de cocaína a bordo.

Ao todo, 90 policiais cumprem dois mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão. As diligências são cumpridas em Belo Horizonte, Lagoa Santa (MG), Rio de Janeiro, São Paulo e Goiânia.

A 11ª Vara Criminal Especializada de Minas Gerais autorizou ainda o bloqueio de contas de 29 pessoas físicas e jurídicas e o sequestro de 15 veículos, cinco imóveis e oito aeronaves, bem como a suspensão de atividades de seis empresas.

Ainda segundo a PF, além dos responsáveis pelas aeronaves, o esquema contava com a participação de laranjas e fantasmas para ocultação de bens. O órgão estimou que a operação desta segunda-feira (12) provocou um prejuízo de R$ 30 milhões ao crime organizado.

Agência Brasil

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Política

Diretor da PF já foi comunicado por novo ministro que será trocado

Foto: Lúcio Bernardo Jr / Agência Brasília / Agência O Globo

O diretor-geral da Polícia Federal, Rolando de Souza, foi comunicado pelo novo ministro da Justiça, Anderson Torres, que será substituído no posto. A conversa entre os dois aconteceu ontem, quando Torres disse a Souza que precisaria do cargo.

Na cúpula da PF já era esperada a mudança, mas delegados acreditavam que qualquer alteração aconteceria mais para frente. O presidente Jair Bolsonaro deu o aval para que Anderson Torres nomeie um novo chefe para a corporação.

Segundo pessoas próximas a Torres, ele afirmou que o escolhido tem um perfil técnico e é uma indicação dele próprio. Com a mudança, o atual diretor-geral, Rolando de Souza, permanecerá menos de um ano no posto.

Entre os nomes que aparecem na bolsa de apostas da Polícia Federal para ocupar o cargo de diretor-geral estão Alessandro Moretti, que foi adjunto da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal na gestão Anderson Torres, o atual superintendente da PF no DF, Márcio Nunes de Oliveira, e o superintendente da PF em Minas Gerais, Cairo Duarte. Todos são próximos ao novo ministro da Justiça, que também é delegado da corporação.

Bela Megale – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Marrapaz… só foi a PF abrir investigação contra o 04(o mais novo) que o mito já vai trocar o Diretor… tá certo…quem tem, tem medo…sabe Deus onde isso pode parar…🤷

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Polícia

MG: PF apreende lista com 57 nomes de pessoas supostamente vacinadas em empresa; imunizantes podem ter sido compradas em país vizinho

Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Federal apreendeu, na manhã desta sexta-feira (26), uma lista com nome de 57 pessoas que supostamente foram vacinadas na última terça-feira (23), em uma empresa de transportes que fica no bairro Caiçara, na Região Noroeste de Belo Horizonte. A empresa foi alvo de operação da Polícia Federal, que investiga se houve vacinação irregular.

Os empresários Robson Lessa e Rômulo Lessa foram entrevistados informalmente por policiais federais durante a Operação Camarote. O irmão deles, Rubens Lessa, também será ouvido, mas não há confirmação da data.

A Operação Camarote apura a suposta importação irregular de vacinas e a receptação doses, segundo a PF. Os dois empresários negaram o fato. Mas há indícios de que tenham obtido os imunizantes em algum país que faz fronteira com o Brasil e, não, diretamente com a Pfizer.

O vídeo mostra uma movimentação anormal no local na última terça-feira (23). Imagens internas de segurança devem ser analisadas pela PF para tentar comprovar o episódio. Pessoas que supostamente receberam as doses já foram identificadas e também serão ouvidas.

O G1 e a TV Globo tentaram contato com a Coordenadas, mas não obtiveram retorno até a publicação desta reportagem.

Um dos donos da Saritur, Rubens Lessa, disse que a denúncia é de ‘total desconhecimento da diretoria’ da Saritur (leia mais abaixo).

A Polícia Federal investiga a suspeita de quatro crimes:

Um deles é de importação de mercadoria proibida, caso a eventual aquisição das doses tenha ocorrido antes da aprovação da lei que trata da compra de vacinas por pessoas jurídicas.

Caso as doses tenham sido compradas após a aprovação da lei, a suspeita é de crime de descaminho.

Ainda é apurado se houve falsificação ou adulteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, caso o episódio tenha ocorrido antes do registro da vacina da Pfizer na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Também é apurada suspeita de receptação pelas pessoas que receberam a vacina.

Antes das 6h, policiais saíram da sede da Polícia Federal, na Região Oeste de Belo Horizonte. Ao todo, seis mandados de busca e apreensão foram expedidos pela 35ª Vara Federal Criminal de Belo Horizonte para que sejam recolhidas provas relativas ao caso.

Os policiais foram a vários pontos da empresa e vasculharam até o lixo a procura de provas. As buscas duraram 45 minutos. Eles também foram até a casas da vizinhança, em busca de imagens de circuito de imagens que mostrem a movimentação na região.

Denúncia

A informação sobre a vacinação dos empresários foi publicada na edição online da revista Piauí. Além da PF, o Ministério Público Federal (MPF) investiga a denúncia.

De acordo com a reportagem, um grupo de políticos, empresários e familiares, teria sido vacinado com doses da Pfizer. A farmacêutica negou a venda de vacinas fora do Programa Nacional de Imunização (PNI).

De acordo com a Piauí, os organizadores da vacinação foram os donos da Viação Saritur. Um deles, Rubens Lessa, é presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano. Por mensagem ao G1, ele se limitou a dizer: “Tenho conhecimento deste assunto”.

Entre os vacinados, segundo a revista, também estariam o ex-senador e ex-presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT) Clésio Andrade e o deputado estadual Alencar da Silveira Júnior (PDT).

O que dizem os citados

Ao G1, Clésio Andrade disse que desconhece o assunto e que está em quarentena, no Sul de Minas, há dois meses. Mas à revista Piauí, afirmou: “Estou com 69 anos, minha vacinação [pelo SUS] seria na semana que vem, eu nem precisava, mas tomei. Fui convidado, foi gratuito para mim”. Questionado pela TV Globo, o ex-senador não confirmou a declaração.

Alencar da Silveira Júnior negou que tenha participado da vacinação. Já o empresário Rubens Lessa, em nota, afirmou que o “endereço da empresa mencionado na reportagem não pertence ao Grupo Empresarial SARITUR, esclarece que os nomes citados na reportagem não fazem parte da direção do Grupo e que, o assunto tratado na matéria, era de total desconhecimento da diretoria da empresa”.

Movimentação em garagem

A TV Globo confirmou que houve uma movimentação anormal na garagem alvo de buscas da PF na última terça-feira, o que chamou a atenção de vizinhos.

Um vídeo mostra a fila de veículos no estacionamento. Em uma das vagas, uma pessoa com jaleco branco retira algo do porta-malas. Ela dá a volta e para em frente ao motorista e faz um movimento parecido com o que seria a aplicação de uma vacina.

Um boletim de ocorrência foi registrado no dia da suposta vacinação. De acordo com o documento, os seguranças disseram aos policiais que houve uma pequena reunião dos diretores da empresa, mas que todos já haviam deixado o local quando os policiais chegaram.

Na saída, os policiais foram abordados por um morador que confirmou ter visto no pátio da empresa aproximadamente 25 veículos com seus condutores e passageiros, sendo vacinados por uma mulher de jaleco branco. E que crianças também foram vacinadas. Os policiais entraram na empresa, mas nada foi constatado pelas equipes.

O imunizante Comirnaty ainda não está disponível em território brasileiro. A Pfizer e a Biontech fecharam um acordo com o Ministério da Saúde contemplando o fornecimento de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 ao longo de 2021.

G1

Opinião dos leitores

  1. Henrique esse João diz que é coca, mais na realidade é FANTA. Observe o nome é a carinha que ele usa, para completar esse adoooooora é prova concreta do crime.

  2. 🤦🤦🤦🤦🤦🤦🤦🤦🤦
    Teria sido mais barato comprar a GADOVAC (Ozônio+cloroquina+ivermectina) e nem é ilegal…o gado adooora…
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Melhor ter participado da quadrilha de luladrão, vão receber 40 bilhões de reais dos trabalhadores do Brasil. Vá trabalhar e ser honesto

  3. Tá faltando vacinas no Piauí e no RIO Grande do Norte, bom começar a investigação por pelo Nordeste.

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Polícia

MPF pede que PF apure ‘sumiço’ de 50 mil doses de vacinas no Piauí

Foto: Regis Falcão/Governo do Piauí

O Ministério Público Federal (MPF) requisitou, na tarde desta quinta-feira (25), a instauração de inquérito pela Polícia Federal para apurar o possível desvio, por parte do governo do estado do Piauí, de 50.667 doses de vacinas contra a covid-19 que não foram registradas no sistema do Ministério da Saúde, conforme amplamente noticiado nos meios de comunicação e em vídeo de autoridade do legislativo que circula nas redes sociais. A pasta da Saúde do governo de Wellington Dias (PT) nega desvios e afirma que atualiza o sistema após entrega das doses aos municípios.

De acordo com portal de notícias piauiense Cidadeverde.com os 224 municípios piauienses receberam até agora 392.080 doses de vacinas Coronavac e AstraZeneca e os prefeitos incluíram no cadastro do governo federal somente 341.413 doses dos imunizantes, tendo uma sobra de mais de 50 mil doses que não estão sendo localizadas.

O portal ainda aponta três possibilidades para a ausência do devido registro no sistema do Ministério da Saúde: as Secretarias Municipais de Saúde estão vacinando e não incluíram no cadastro do Ministério da Saúde, as doses foram utilizadas de forma irregular – fura-filas e outros fins – ou as vacinas estão paradas.

Diante da gravidade das denúncias, o procurador da República Kelston Pinheiro Lages requisitou à PF a apuração da existência do possível crime de peculato, com a materialidade, bem como a identificação dos autores de eventuais infrações penais.

“A vacina é um bem público com destinação específica. O seu desvio ou subtração em proveito próprio ou alheio em uma situação de normalidade já grave , numa situação de calamidade pior ainda com sérias repercussões do âmbito criminal e da improbidade administrativa. Os fatos são graves e precisam ser esclarecidos”, destaca Kelston Lages .

Em razão dos mesmos fatos, o MPF também requisitou ao secretário estadual de saúde Florentino Neto que preste esclarecimentos, no prazo de dez dias úteis, bem como as providências que estão sendo adotadas.

Tanto a resposta do secretário como o relatório da Polícia Federal integrarão o Inquérito Civil número 1.27.000.000369/2020-75, que tramita na Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, com o objetivo de acompanhar as políticas públicas, bem como a utilização de recursos públicos destinados ao enfrentamento do coronavírus no estado do Piauí.

‘Transparência mantida’

Diante das suspeitas, a Secretaria da Saúde do Piauí afirmou que, por meio da Superintendência de Atenção à Saúde e Municípios, mantém a total transparência em relação aos dados relativos à Covid-19 no Piauí. E confirma o recebimento das 392.080 mil doses de vacinas para imunizar a população piauiense.

Em vídeo divulgado pelo governo do Piauí, o superintendente estadual de Atenção Primária à Saúde e Municípios, Herlon Guimarães, explica que o número total de doses entregues aos municípios não consta no Vacinômetro oficial do estado, porque só é possível registrar as doses depois que elas são entregues nas cidades.

“Nosso painel está sendo atualizado por conta da preocupação com a transparência, mas é uma certeza que todas as doses foram entregues nos municípios”, diz o superintendente.

Herlon explica ainda que a defasagem dos números acontece porque o Piauí guarda as doses de vacinas para a segunda dose, que só são distribuídas num prazo de 28 dias ou três meses depois, dependendo de qual vacina seja.

“Nós temos reuniões semanais com todos os nossos Conselhos de Secretários Municipais para mantermos um controle maior da entrega. Nunca registramos a entrega no mesmo dia que enviamos aos municípios. O registro só acontece quando eles recebem”, esclarece.

Veja o vídeo com a explicação oficial do governo do Piauí:

Diário do Poder, com informações da Assessoria de Comunicação Social do MPF no Piauí

Opinião dos leitores

  1. A culpa é de Bolsonaro que não fiscalizou o armazenamento e não viajou para o Piauí para ver aonde eles estavam colocando…(toda a culpa é dele..)

  2. Bom, roubar nós sabemos que pode, já aconteceu quando esse partido assumiu posições de comando, agora, num momento desses, demonstrar incapacidade gerencial é de matar. Passam o tempo que querem acusando o presidente de genocida, quando chega a hora e dentro do seu terreiro, de fazer a coisa certa, desandam a fazer besteira, aqui no nosso RN não é diferente.

  3. Esses são ladroes profissionais, PTralhas são assim , veja o exemplo do RN ? Contrato de ambulância, sacos plásticos, respiradores sucateados , 5 milhões …e o MINISTÉRIO PÚBLICO CALADO , irão se manifestar , só quando sair No fantástico, aí aparece logo logo um promotor na frente das CÂMERAS

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Polícia

PF faz operação contra vacinação irregular de empresários em BH

A garagem de uma empresa de ônibus de Belo Horizonte é alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (26). A Operação Camarote, deflagrada hoje, tem como objetivo apurar a vacinação irregular de empresários de Minas Gerais que teria ocorrido no local na última terça-feira (23).

A PF cumpre quatro mandados de busca e tem como alvo a apreensão de documentos, imagens de circuito interno de segurança, celulares e doses de vacina que estiverem no local.

Segundo as investigações, que foram abertas nesta quinta-feira (25), há suspeita de importação irregular de vacinas Pfizer e de receptação.

A Polícia Federal vai apurar, ainda, se a aquisição das doses de vacinas da Pfizer aconteceu antes ou depois da aprovação do imunizante pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o que ocorreu em 23 de fevereiro. Caso seja comprovado o crime, os responsáveis podem responder por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto medicinal ou terapêutico sem registro.

Se a compra foi feita após a autorização, eles podem ser enquadrados pelo crime de descaminho.

Vacinação

A denúncia sobre a suposta vacinação veio à tona após a publicação de uma reportagem da revista Piauí, na última quarta-feira (24). De acordo com a matéria, empresários ligados ao setor de transportes e políticos, a maior parte de Minas Gerais, teriam se vacinado contra a covid-19 utilizando doses de vacinas da Pfizer – que ainda não está sendo aplicada no país.

O ex-senador Clesio Andrade, que também foi presidente da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), teria confirmado o episódio. Ao R7, no entanto, ele negou que tivesse conhecimento sobre o assunto e disse que estava “em quarentena, no Sul de Minas”.

Nesta quinta-feira (25), o R7 publicou um vídeo que mostra uma série de pessoas recebendo vacinas na garagem de uma empresa do Grupo Saritur. É esse o local alvo da Polícia Federal. O vídeo mostra uma mulher de jaleco branco aplicando as doses de vacinas. Veja:

R7

Opinião dos leitores

  1. Essa história de doar 50% das vacinas compradas pela iniciativa privada ao Governo, é uma exploração e sabedoria do Governo, uma Empresa que tem 10.000 funcionários, ao vacina-los, seriam 10.000 vacinas a menos que o Governo teria gastos, não só com a compra, mas, não teria custos com logística de distribuição e aplicação da vacina. Quanto mais gente se vacinar, mais rápido atingiremos a imunidade de rebanho.

  2. Se a pessoa tem condições de comprar que compre, quanto mais se vacinar, melhor já fica pra quem não pode comprar.

  3. A inveja do ser humano é o maior mal dessa sociedade. O cara tem dinheiro pra comprar vacina, e vc que tá criticando se tivesse dinheiro não compraria pra tentar se salvar?

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Polícia

PF investiga oferta falsa de 200 milhões de doses da vacina contra Covid-19 ao Ministério da Saúde

Foto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal cumpre sete mandados de busca e apreensão, na manhã desta quinta-feira (25), contra um grupo suspeito de oferecer ao Ministério da Saúde, de forma fraudulenta, 200 milhões de doses de vacinas contra Covid-19, “em nome de um grande consórcio farmacêutico”.

A denúncia partiu do próprio ministério. O nome do consórcio não foi divulgado. A investigação apontou ao menos dois suspeitos que, por meio de duas empresas, apresentaram credenciais falsas e afirmaram ter exclusividade para a comercialização do lote de vacinas.

O G1 aguarda um posicionamento do Ministério da Saúde para saber até qual estágio a negociação avançou.

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Paracatu, em Minas Gerais, e Vila Velha, no Espírito Santo, a mando da Justiça do Distrito Federal. Ninguém havia sido preso até a publicação dessa reportagem.

Ainda de acordo com a PF, além do Ministério da Saúde, a oferta fraudulenta de vacinas também foi feita a outros gestores públicos. O nome dos órgãos onde ocorreu a tentativa de fraude também não foi informado.

A operação, batizada de “Taipan” apura crimes de associação criminosa, estelionato contra entidade pública, além de falsificação de documentos e de produto destinado a fins medicinais.

G1

Opinião dos leitores

  1. Ação criminosa que exige os rigores da lei.
    Poremmm era uma vez, num país distante, q tinha um certo tribunal que relaxa, absolve, extingue a punibilidade, anula…

  2. É por essas e outras que tem tanto gestor pressionando para comprar vacinas. Mas assim: eles compram (pois supostamente só eles sabem onde tem vacinas diaponiveis) e o governo entra com a grana para pagamento.

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