Apreensão de cargas ilegais nas rodovias do RN cresce 83%

Foto: Divulgação

O Rio Grande do Norte conseguiu impedir que, ao longo do ano passado, R$ 42,8 milhões em mercadorias sem nota fiscal circulassem pelas rodovias do estado e fossem comercializadas sem o devido recolhimento de impostos. O valor representa um crescimento de 83% em comparação ao montante apreendido em 2018. O número de retenções de cargas irregulares passou de 2.583 para 3.918 de um ano para outro. Isso é resultado da política de combate à sonegação implantada pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN), que reforçou as fiscalizações e realizou operações em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar e outros órgãos nas principais rodovias que cruzam o RN.

Esse crescimento de 52% no número de procedimentos não inclui os termos de apreensões feitos nas fiscalizações de itinerância, quando os auditores fiscais fazem as inspeções diretamente nas empresas. Somente devido a essa atuação nas rodovias, a SET-RN conseguiu recuperar para os cofres estaduais R$ 16,3 milhões referentes ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) que seria sonegado, ao Fundo de Combate à Pobreza (Fecop) – que recolhe 2% do valor de mercadorias supérfluas para serem usados em programas populares do governo- e às multas aplicadas para recuperação das mercadorias. Isso corresponde a 63% a mais do que o recuperado em 2018, quando a SET conseguiu reaver R$ 10 milhões relativos a esses encargos.

O bom desempenho dos auditores fiscais do estado reflete a estratégia adotada pela SET-RN, desde janeiro do ano passado, de estabelecer um calendário de fiscalizações aos estabelecimentos comerciais e de montar grandes operações de fiscalização mensalmente. Graças a esse trabalho de fiscalização intensa e de inteligência, com o cruzamento de informação e uso de base de dados, ocorreram autuações importantes, como a apreensão de 169 fardos de confecções, avaliados em mais de meio milhão de reais, que foram interceptados em Canguaretama, no mês passado, sem documentação fiscal.

Entretanto, a autuação recorde do ano aconteceu em maio quando uma carga com mais de 30 mil itens de cosméticos, em valores de R$ 2,8 milhões, que entraria no estado com nota fiscal adulterada, foi apreendida. Já no mês anterior, os auditores haviam autuado duas carretas bi-trem com uma carga de 100 toneladas de milho em grão que entrariam no RN ilegalmente.

“Alcançamos o objetivo estabelecido para combater à sonegação e concorrência desleal que firmamos no início do ano. Os números são bastante positivos e mostram todo o esforço da nossa equipe de auditores e de técnicos. Neste ano de 2020, vamos continuar com esse trabalho de inteligência fiscal e renovar a estratégia”, afirma o secretário Estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mariano Medeiros disse:

    Parabéns a SET. Acho que a população deveria ser informada qual Secretário autorizou, e em que governo foram desativados os postos nas divisas do estado. Deixando tudo escancarado para a sonegação.

  2. Mariano Medeiros disse:

    Cadê os sonegadores antipetistas que não aparecem pra reclamar?

    • Paran disse:

      Anti petismo são só os que são contra a corrupção e a sonegação, e cujos desvios sociais são as regras dos petralhas, por isso ninguém reclamou.

Área de alerta de desmatamento na Amazônia cresce 103,7% na comparação com novembro passado, apontam dados do Inpe

Infográfico mostra os registros de alertas de desmatamento para o mês de novembro, segundo o Inpe — Foto: Elida Oliveira/G1

O mês de novembro de 2019 teve recorde no registro de áreas sob alertas de desmatamento na Amazônia: foram 563,03 km² entre 1° e 30 de novembro, a maior área em toda a série histórica, que começa em 2015. Na comparação com o mesmo mês de 2018, o aumento foi de 103,7%.

De janeiro a novembro de 2019, 8.974,31 km² estiveram sob alerta, quase o dobro do registrado nos mesmos meses em 2018, 4.878,7 km² – aumento de 83,9%.

Os dados são do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), ligado ao Ministério da Ciência, e fazem parte do sistema de Detecção em Tempo Real (Deter). Este sistema não é usado como a taxa oficial de desmatamento na Amazônia, mas pode indicar a tendência de devastação do bioma. Ele só tem registro a partir de 2015 porque o sistema de detecção passou a usar novos padrões de satélites e a comparação com os dados obtidos desde 2004 não é indicada pelos cientistas.

A taxa oficial de desmatamento é medida pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes). O dado mais recente foi divulgado no mês passado: foram devastados 9.762 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019, aumento de 29,5% em relação ao período anterior. O G1 entrou em contato com o Ministério do Meio Ambiente para saber que medidas estavam sendo tomadas para evitar a devastação, mas ainda aguarda retorno.

Com informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Esse governo chegou para destruir toda corrupção e outras mazelas criadas pelo governo anterior
    e não tem limites, aí está toda nossa confiança.

    • Amançador. disse:

      Tem que botar pra produzir mesmo, ano que vem, tem que bater o recorde, tá tudo sobre controle, a Amazônia brasileira só tem 3% desmatado.
      Tem que igualar a Europa, com pelo menos 50% desmatada.
      Hoje, se ja somos o segundo maior produtor de grãos do mundo, vamos passar fácil pro primeiro e se tornar imbatível.
      Deixa os esquerdopatas europeus e brasileiros, berrar. Kkkkkkk
      Tá tudo controlado o resto é politicagem sebosa, usam até crianças e adolescentes, nessa campanha idiota.
      Chupa mané macron.
      Chupa molusco.

  2. Xô PT disse:

    Os PTralhas acharam pouco quebrar o país, agora estão tocando fogo em tudo. OH RAÇA RUIM!!!

    • Araújo disse:

      O PT criou políticas sociais de inclusão, teve até miserável que conseguiu viajar de avião. Hoje tem miserável que se acha rico de direita kkkkkk

  3. Junior disse:

    Esse governo veio para destruir tudo, não adianta mais confiança, chegou o limite.

PIB: economia brasileira cresce 0,6% no terceiro trimestre e ensaia recuperação

Crescimento foi puxado pela indústria e serviços. Foto: (Germano Luders/VEJA)

A economia brasileira apresentou alta de 0,6% no terceiro trimestre deste ano na comparação com o segundo trimestre, na série com ajuste sazonal, segundo dados do IBGE divulgados nesta quinta-feira, 29. Apesar do avanço, o resultado reflete a tímida retomada da atividade econômica do país, que registrou recuo de 0,1% no resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de janeiro a março avanço de 0,4% no segundo trimestre. Em valores correntes, o PIB do 3º tri totalizou 1,842 trilhão de reais. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o crescimento é de 1,2%

O resultado do PIB aponta para um desempenho pior da economia brasileira em 2019 do que nos dois anos anteriores, quando o crescimento foi de 1,3% em 2017 e 1,1% em 2018. Segundo o mais recente Boletim Focus, do Banco Central, economistas estimam que o PIB deva avançar 0,99% neste ano. O Produto Interno Bruto é o principal indicador para medir o crescimento da economia de um país. O índice soma todos os bens e serviços finais produzidos em um determinado período de tempo na moeda corrente do local.

Há tempos a economia brasileira não apresenta um avanço significativo. Tanto em 2018 como em 2017, o PIB foi de 1,1%. Em 2016 e em 2015, a economia teve retração, de 3,3% e de 3,5%, respectivamente. Devido a sinais de desaceleração de indicadores econômicos desde o início deste ano, bancos e consultorias passaram a cortar sistematicamente as projeções de crescimento para este ano.

Os cortes das projeções levam em conta, principalmente, a falta de articulação do governo para acelerar a aprovação da reforma da Previdência no Congresso Nacional, além da dificuldade do Planalto em implementar medidas que possam estimular a atividade econômica. A aprovação de reformas, tanto da Previdência como tributária, adicionada a medidas de estímulos, poderiam trazer de volta a confiança de empresários e consumidores e, consequentemente, das decisões de investimentos.

Veja

 

Ensino a distância tem 9 milhões de estudantes e cresce no Brasil

Foto: Divulgação

A Educação a Distância está em constante crescimento, é o que mostra o estudo realizado pela pela Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), que registra aumento de 17% em números de alunos matriculados de 2017 para 2018. O levantamento mostra ainda que a região do país com maior concentração de instituições é o Sudeste, que correspondente a 43%. Atualmente, 9 milhões de estudantes optam pela modalidade EAD.

“O estudo engloba cursos universitários e cursos livres também”, explica Betina von Staa, coordenadora do Censo EAD, da Associação. “O que observamos é que as instituições têm investido muito em tecnologia, pelo números do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), que avalia os cursos de graduação, os cursos EAD estão no mesmo nível dos presenciais.”

O censo tem como proposta acompanhar o desempenho dos cursos a distância em todo o país e realiza anualmente um mapeamento do setor, em seus diversos aspectos. A pesquisa, que já está na 11ª edição, contempla os cursos regulamentados pelo MEC (Ministério da Educação), mas também agrega as práticas de EAD em cursos livres não corporativos e corporativos, que, juntos, já chegaram a ter 300% de matrículas a mais que os cursos regulamentados.

Além disso, o estudo aponta um aumento considerável em relação à concentração no Sudeste – saindo de 37%, em 2016, para 43%, em 2018. Outro dado que merece atenção é o número de alunos de todas as modalidades de Educação a Distância, que passou de 7.773.828, em 2017, para 9.374.647, em 2018, ou seja, teve um crescimento de 17%.

Em 2018, o maior índice de matrículas registrado foi o de cursos superiores de licenciatura, que soma 324.302, seguido de cursos superiores que agregam bacharelado e licenciatura (306.961). Já os cursos que ainda não decolaram são os superiores de doutorado, que totalizam 144, e de ensino médio, tanto na modalidade regular (204) quanto na educação de jovens e adultos (EJA) (322).

Evasão

Um dos pontos que preocupam tanto as instituições como o MEC é a evasão escolar. Muitos estudantes abandonam os cursos no meio do processo.

“A gestão dos cursos a distância é complexa, exige investimento em tecnologia e acima de tudo é preciso entender quem é o seu aluno, por essa razão, a tutoria é fundamental”, explica Betina. “Se deixar esse aluno solto, muito provavelmente não concluirá o curso, o que significa aumento da evasão e perda de dinheiro.”

Para ela, quanto mais instituições no mercado, melhor para os estudantes que terão mais opções e vão optar por aquele com mais qualidade e estrutura.

Acessibilidade

A acessibilidade é um ponto delicado mesmo para EAD: 18,5% não executam ações que promovem a inclusão. Apenas 20,7% oferecem atendimento de intérpretes da Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Já em relação aos recursos tecnológicos oferecidos, nota-se uma pequena melhora, embora distante do ideal: 55,56% das provas são adaptadas; 52,59% dispõe de computadores com recursos de acessibilidade; 28,17% proporcionam lupas e lentes de aumento; 23,70% oferecem roteiros de aprendizagem diferenciados; 19,26 concedem material em braile.

R7

Desmatamento na Amazônia cresce quase 30% entre agosto de 2018 e julho de 2019, diz Inpe

Foto aérea mostra uma parcela desmatada da Amazônia perto de Porto Velho — Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

A área desmatada na Amazônia foi de 9.762 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019, de acordo com números oficiais do governo federal divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Trata-se de um aumento de 29,5% em relação ao período anterior (agosto de 2017 a julho de 2018) que teve 7.536 km² de área desmatada.

Os números divulgados nesta segunda-feira (18) são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), considerado o mais preciso para medir as taxas anuais. Ele é diferente do Deter, que mostra alertas mensais, e já sinalizava tendência de aumento.

Quatro destaques do levantamento

Alta foi de 29,5% em 12 meses: área passou de 7.536 km² (agosto/17 e julho/18) para 9.762 km² (agosto/18 – julho/19)

Foi a maior área desde 2008, quando o Prodes apontou 12.911 km² desmatados

Desde 2012, quando desmatamento foi de 4.571 km², aumento anual foi de 11,4%

Ministro Ricardo Salles diz que principal motivo do crescimento é prática de atividades econômicas ilegais

Período agosto – julho

O Prodes usa o intervalo entre agosto e julho porque ele abrange tanto as épocas de chuva quanto as de seca na região amazônica. Desse modo, envolve os momentos mais cruciais no “ciclo do desmatamento” e é capaz de identificar eventuais influências do clima. O desmatamento costuma ser seguido de queimadas.

A divulgação do dado foi feita durante evento em São José dos Campos (SP) e teve a presença dos ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, além do diretor do Inpe, Darcton Damião.

O levantamento do Prodes é realizado desde 1988. A informação publicada nesta segunda ainda é preliminar: como em todos os anos, o Inpe revisará o dado no primeiro semestre de 2020, e chegará à taxa consolidada.

O Prodes faz o mapeamento com imagens dos satélites Landsat, CBERS e ResourceSat. O sistema consegue quantificar as áreas desmatadas maiores que 6,25 hectares. Também registra o chamado “corte raso” das florestas, que é a remoção completa da cobertura florestal primária. Segundo o Inpe, o nível de precisão do Prodes é de aproximadamente 95%.

Desmatamento por estados

Com 3.862 km² de área desmatada, o estado do Pará teve a maior contribuição com o desmatamento da região. Foram 39,56% de toda a floresta derrubada.

Mato Grosso, Amazonas e Rondônia ultrapassaram os mil km² de desmatamento e foram, nesta ordem, os estados que mais contribuíram com o aumento da taxa de desmate atrás do Pará.

G1

 

Ibope TV paga: SporTV é líder e Fox Sports dá o dobro que a ESPN; ranking mostra 30 canais mais vistos

Foto: (marcociannarel/Thinkstock)

Com a reta final dos campeonatos Brasileiro e Libertadores, os canais pagos esportivos, com exceção da ESPN Brasil, festejam índices históricos de audiência na TV por assinatura.

Dados exclusivos obtidos pela coluna mostram que o SporTV terminou outubro como o canal mais visto da TV paga no país, com 0,84 ponto e 1,77% de share (participação no universo de TVs pagas ligadas).

Nessa medição cada ponto vale por cerca de 114 mil domicílios sintonizados nas 15 maiores regiões metropolitanas do país.

Já o Fox Sports, que será vendido em breve por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) fechou o mês passado com 0,46 ponto e 0,96% de share.

Esse índice representa mais que o dobro do que a ESPN Brasil, que obteve no mês passado 0,22 ponto e 0,47% de share.

A ESPN enfrenta um momento tenso no Brasil. Recentemente promoveu uma grande demissão de funcionários e está investindo cada vez menos na compra de torneios importantes para os brasileiros. Deixou até de transmitir a última Copa do Mundo, na Rússia.

Um dos motivos dessa boa audiência é o Flamengo, que está à beira de se tornar campeão Brasileiro e também está na final da Libertadores.

Os dados do mês passado trazem outras informações relevantes: o canal Viva, por exemplo, ultrapassou Discovery Kids e Cartoon e se tornou agora o 2º canal pago mais visto do Brasil.

Outro fato relevante é que pelo segundo mês consecutivo o Discovery Channel ficou à frente da GloboNews.

Veja abaixo os 30 canais pagos mais vistos no país em outubro – em pontos e share (%)

Fonte: dados consolidados do PNT da Kantar Ibope Media; os dados foram obtidos junto a fontes nas TVs, pois a Kantar contratualmente está proibida de divulgá-los.

UOL

IBGE: indústria cresce no Nordeste e Sul

Foto: Agência Brasil/EBC

A produção da indústria cresceu em setembro em 10 dos 15 estados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou nesta sexta-feira (8) os resultados regionais dos Indicadores Conjunturais da Indústria. As regiões Sul e Nordeste tiveram alta nos resultados, na comparação com o mês de agosto, enquanto houve queda em parte do Sudeste, no Norte e em Goiás.

Os resultados regionais detalham a média nacional divulgada no início do mês, que foi uma alta de 0,3% na comparação com agosto.

O Sudeste, São Paulo e o Rio de Janeiro tiveram recuos no setor em setembro. A indústria paulista caiu 1,4%, enquanto a fluminense, 0,6%. Minas Gerais e o Espírito Santo, por outro lado, tiveram altas de 2,4% e 2,5%, respectivamente.

O índice geral da Região Nordeste teve alta de 3,3%, puxado principalmente pela Bahia, onde a indústria avançou 4,3%. Os outros dois estados da região que fazem parte da pesquisa também tiveram alta: Ceará (0,2%) e Pernambuco (2,3%).

No Sul, os três estados registraram expansão, sendo de 1,3% no Paraná, 2,1% em Santa Catarina e 2,9% no Rio Grande do Sul.

A maior queda foi registrada no Pará, de 8,3%, e o Amazonas também teve recuo, de 1,6%. No Centro-Oeste, Mato-Grosso teve alta de 2%, e Goiás caiu 0,1%.

Quando os resultados regionais são comparados com setembro de 2018, sete estados e a Região Nordeste apresentam queda, e seis estados tiveram alta na produção, apesar de setembro de 2019 ter contado com dois dias úteis a mais que o mesmo mês do ano passado. O Ceará teve zero de variação nessa base de comparação.

Entre os seis que cresceram frente a 2018, destacam-se o Amazonas, com alta de 16,7%. Paraná (7,4%), Rio de Janeiro (7,0%), Santa Catarina (5,2%), São Paulo (3,6%) e Goiás (1,6%). O Espírito Santo (-14,1%) e Pernambuco (-7,6%) se destacaram no sentido contrário, com as maiores quedas.

Ao longo de 2019, o Brasil acumula queda de 1,4% na produção industrial, e sete estados acompanham o resultado negativo: Pará (-1,1%), Pernambuco (-3%), Bahia (-2,9%), Minas Gerais (-4,6%), Espírito Santo (-13%), São Paulo (-0,1%) e Mato Grosso (-4,2%), além da Região Nordeste (-4,3%). A maior alta no acumulado de 2019 é do Paraná, com 6,7%.

Os dados de setembro encerram o terceiro trimestre de 2019,, e a produção teve queda de 1,2% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Seis estados e a Região Nordeste tiveram queda no trimestre, enquanto oito tiveram alta.

Agência Brasil

 

Produção de veículos cresce 16,6% em outubro, divulga Anfavea

Foto: Arquivo/Agência Brasil

A produção de veículos cresceu 16,6% em outubro, com a fabricação de 288,5 mil unidades. Segundo o balanço divulgado nesta quarta-feira (6) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o número representa uma elevação de 9,6% em comparação a outubro de 2018. Nos primeiros dez meses do ano, foram produzidos 2,55 milhões de veículos, um aumento de 3,6% em relação aos 2,46 milhões fabricados de janeiro a outubro do ano passado.

As vendas tiveram alta de 7,9 % em outubro na comparação com setembro deste ano, mas retração de 0,5% na comparação com o mesmo mês de 2018, quando foram comercializados 254,7 mil veículos. Em outubro deste ano, foram vendidos 253,4 mil carros. No acumulado dos dez meses do ano, os emplacamentos de novas unidades totalizaram 2,28 milhões, uma alta de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

As exportações registram queda de 34,7% no acumulado de janeiro a outubro, com a comercialização de 367,5 mil unidades no mercado externo. No mesmo período do ano passado, as vendas para o exterior totalizaram 563 mil veículos. Em outubro a retração ficou em 22,6% em comparação com o mesmo mês do ano passado, com a exportação de 30 mil veículos.

O nível de emprego teve retração de 2,8% em outubro deste ano com relação ao mesmo período do ano passado, com 127,724 mil pessoas trabalhando no setor.

Agência Brasil

 

Intenção de consumo das famílias cresce pelo terceiro mês; em comparação com outubro passado, expansão foi ainda maior

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu 0,2% no país na passagem de setembro para outubro deste ano e chegou a 93,3 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. É a terceira alta consecutiva do indicador, medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Na comparação com outubro de 2018, a expansão foi ainda maior (7,7%). De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a ICF tem refletido uma melhora gradual da economia, “com inflação baixa, juros primários em queda e a reação do mercado de trabalho”.

Na comparação com setembro deste ano, cinco dos sete componentes da ICF tiveram alta, com destaques para a compra de bens duráveis (3,1%) e perspectiva profissional (0,7%). Os dois componentes em queda foram perspectiva de consumo (-1,7%) e emprego atual (-0,4%).

Agência Brasil

Produção industrial cresce em 11 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE

Foto: Arquivo/Agência Brasil

A produção da indústria cresceu em 11 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de julho para agosto deste ano. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal Regional, os maiores avanços ocorreram no Amazonas (7,8%) e no Pará (6,8%).

Outros locais que registraram expansão foram São Paulo (2,6%), Ceará (2,4%), Pernambuco (2,1%), Rio de Janeiro (1,3%), Mato Grosso (1,1%), Minas Gerais (1%), Paraná (0,3%), Região Nordeste (0,2%) e Goiás (0,2%).

Quatro locais tiveram queda: Rio Grande do Sul (-3,4%), Santa Catarina (-1,4%), Espírito Santo (-1,4%) e Bahia (-0,1%).

Queda

Já em relação a agosto de 2018, oito localidades apresentaram queda, com destaque para o recuo de 16,2% do Espírito Santo, e sete tiveram alta: 13% no Pará e 12,8% no Amazonas.

No acumulado do ano, nove locais tiveram queda, sendo a maior delas no Espírito Santo (-12,8%). Dos seis locais com alta, o melhor resultado foi observado no Paraná (6,5%).

Já no acumulado de 12 meses, dez locais tiveram queda, a mais acentuada no Espírito Santo (-7,2%). Dos cinco locais com alta, o maior avanço ocorreu no Rio Grande do Sul (6,6%).

Agência Brasil

Produção industrial brasileira cresce 0,8%, informa IBGE

Foto: Amanda Oliveira/GovBA

A produção industrial brasileira cresceu 0,8% na passagem de julho para agosto. Com a alta, a indústria recuperou parte da perda de 0,9% acumulada de maio a julho. O dado é da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar da alta na comparação com julho, a indústria teve quedas de 2,3% na comparação com agosto do ano passado e de 1,7% tanto no acumulado do ano quanto no acumulado de 12 meses.

A alta da taxa de julho para agosto foi puxada exclusivamente pelos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo, que cresceram 1,4% no período.

Ao mesmo tempo, tiveram queda os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (-0,4%), os bens de consumo duráveis (-1,8%) e os bens de consumo semi e não duráveis (-0,4%).

Entre as 26 atividades pesquisadas, apenas dez tiveram alta e sustentaram o crescimento médio da indústria, com destaque para as indústrias extrativas, que avançaram 6,6% de julho para agosto. Também tiveram altas os setores de derivados de petróleo e biocombustíveis (3,6%) e de produtos alimentícios (2%).

Entre os 16 segmentos em queda, os destaques ficaram com veículos automotores (-3%), artigos de vestuário e acessórios (-7,4%), máquinas e equipamentos (-2,7%) e produtos farmacoquímicos e farmacêuticos (-4,9%).

Agência Brasil

 

Arrecadação de impostos federais atinge R$ 1 trilhão de janeiro a agosto, o melhor em cinco anos

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

A arrecadação das receitas federais somou R$ 119,951 bilhões, em agosto de 2019, informou hoje (24) a Secretaria da Receita Federal do Ministério da Economia. O crescimento real (descontada a inflação), comparado ao mesmo mês de 2018, chegou a 5,67%. É o maior resultado para o mês desde agosto de 2014 (R$ 124,372 bilhões).

Nos oito meses do ano, a arrecadação chegou R$ 1,015 trilhão, com aumento real de 2,39%. O valor corrigido pela inflação chegou a R$ 1,023 trilhão, o maior volume arrecadado no período também desde 2014, quando chegou a R$ 1,030 trilhão em valores corrigidos pela inflação.

Segundo o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias, em agosto, assim como em julho, o resultado foi influenciado pela arrecadação de receitas extraordinárias de aproximadamente R$ 5,2 bilhões com Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

De acordo com Malaquias, isso aconteceu devido a reorganizações societárias, em que há incidência dos tributos sobre o ganho de capital com a nova organização societária das empresas. Ele acrescentou que esse movimento ocorre em momento de recuperação da atividade econômica. Em julho, essa arrecadação extraordinária ficou em R$ 3,2 bilhões. Malaquias acrescentou que essas reorganizações ocorrem em grandes empresas, entre elas, estatais. Segundo ele, se o governo mantiver o empenho em realizar mais privatizações, isso dará mais impulso à arrecadação.

Ele afirmou ainda que “o desemprenho da arrecadação está bem superior ao ritmo de retomada da economia”. “Os indicadores macroeconômicos mostram que temos um ritmo de atividade econômica mais dinâmico do que em 2018 e isso está refletindo na arrecadação”, disse.

De acordo com a Receita, também houve influência do crescimento do ganho de capital na venda de bens e de ganhos líquidos em operações em bolsa, refletindo na arrecadação. A Receita também registrou crescimento da arrecadação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em razão do aumento do volume de operações de crédito.

Receitas administradas pela Receita

As receitas administradas pela Receita Federal (como impostos e contribuições) chegaram a R$ 117,533 bilhões, em agosto, com aumento real de 6,02%, e acumularam R$ 971,817 bilhões nos oito meses do ano, alta de 2,11%.

As receitas administradas por outros órgãos (principalmente royalties do petróleo) registraram queda em agosto. Essas receitas totalizaram R$ 2,418 bilhões, no mês passado, com retração de 5,86% em relação a agosto de 2018. De janeiro a agosto, o total chegou a R$ 43,464 bilhões, com aumento real de 8,98%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Agência Brasil e O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Delano disse:

    Não tem mais luladrão/dilmanta/temer pra receber propina, em troca de imposto. Assim, mesmo com a economia em declínio a arrecadação sobe.

Taxa de emprego no turismo brasileiro cresce 5,8% de maio a julho deste ano

Foto: Montagem

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD-C, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontam que o turismo brasileiro segue em crescimento. Os números divulgados nesta sexta-feira (30) mostram que o setor teve alta de 5,8% no número de trabalhadores na categoria ‘alojamento e alimentação’, entre maio e julho de 2019. A comparação é com o mesmo período do ano passado.

Os resultados acompanham o crescimento do turismo que acontece desde abril deste ano, quando a pesquisa registrou também uma alta na taxa de emprego de 4,4% no segundo trimestre. Além disso, desde o segundo trimestre de 2012 até o mesmo período neste ano, o segmento que mais teve participação de trabalhadores no país foi o de alojamento e alimentação, item ligado ao turismo.

Outras categorias do setor, segundo classificação do IBGE, estão na categoria ‘Outros serviços’ que também apresentou alta no número de trabalhadores de 5,3%. Em agenda na cidade de Tiradentes (MG) para o 22º Festival Cultura e Gastronomia, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, comemorou os resultados divulgados hoje pelo IBGE e destacou que as conquistas são fruto de ações que vem sendo implementadas pelo MTur e pelo governo federal ao longo destes sete meses de gestão.

“Esses resultados demonstraram uma perspectiva otimista e crescente de que estamos no caminho certo. O turismo no centro da agenda estratégica do Brasil proporciona isso. Vivemos um momento único que oferece uma excelente oportunidade ao nosso país. Trabalhamos exatamente para gerar oportunidades à população, seja com empregos, renda ou inclusão social”, ressaltou o ministro.

DEMANDA DOMÉSTICA – Em junho deste ano, o Ministério do Turismo fechou uma parceria com o IBGE para incluir nos questionários aplicados pelos agentes da PNAD Contínua, a partir das próximas visitas domiciliares, perguntas sobre o turismo no país. O acordo vai permitir a inclusão de até 48 perguntas sobre o setor de Viagens nos questionários.

Para o ministro do Turismo, a cooperação trará ganhos imprescindíveis para mensurar o alcance e os resultados das políticas públicas implementadas pelo Ministério no âmbito nacional. “Precisamos monitorar o comportamento do setor turístico brasileiro e ver se as ações chegam na ponta”, afirmou Álvaro Antônio.

PNAD – Segundo o IBGE, a PNAD tem um universo de pesquisa de 200 mil domicílios e acompanha as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, além de outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do País.

A pesquisa também produz indicadores anuais sobre temas suplementares permanentes – como trabalho e outras formas de trabalho, cuidados de pessoas e afazeres domésticos, e tecnologia da informação e da comunicação.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Az disse:

    E no RN só fumo.

    • Gustavo disse:

      Turismo aqui é tratado com total descaso. Natal é suja, escura, esburacada, orla feia, não tem parque, não tem praça, não tem segurança nem infraestrutura. Problema que o RN não tem outra alternativa econômica. Não temos comércio, indústria nem serviços
      O exemplo de Gramado, com eventos o ano inteiro e alta profissionalização, mostra como o turismo pode desenvolver uma cidade e uma região.

PIB: Economia brasileira cresce 0,4% no 2º trimestre e evita recessão técnica

PIB da indústria cresceu 0,7% no 2º trimestre; fábrica de papelão ondulado para embalagens no interior de São Paulo — Foto: Fabio Tito/G1

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,4% no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano, segundo divulgou nesta quinta-feira (29) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2019 totalizou R$ 1,780 trilhão.

O resultado foi puxado, principalmente, pelos ganhos da indústria (0,7%) e dos serviços (0,3%). Já a agropecuária caiu 0,4%. Pela ótica da despesa, a taxa de investimento avançou 3,2% e o consumo das famílias cresceu 0,3%. Já o consumo do governo recuou 1%.

O resultado, embora reforce a leitura de fraqueza da economia brasileira em 2019, veio até um pouco acima do esperado e afastou o risco de entrada do país em uma “recessão técnica”, caracterizada por dois trimestres seguidos de retração do PIB.

Variação trimestral do PIB — Foto: Rodrigo Sanches/G1

O IBGE revisou a queda do primeiro trimestre de 2019. Ao invés da queda de 0,2%, o recuo foi de 0,1%.

Na comparação com igual período de 2018, o PIB subiu 1% no 2º trimestre. No ano, a alta é de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Perspectivas para o ano

Para o resultado fechado do ano, a expectativa dos analistas do mercado financeiro é de uma alta do PIB de 0,80%, ante um avanço que no início do ano era estimado em 1,3%, segundo dados do boletim Focus do Banco Central. Para 2020, a previsão de crescimento passou de 2,2% para 2,1%.

Em 2018, a economia brasileira cresceu 1,1%, após alta de 1,1% em 2017, e retrações de 3,5% em 2015, e 3,3% em 2016.

Na visão dos analistas, o impacto de medidas como liberação do FGTS e PIS, e a perspectiva de aprovação da reforma da Previdência podem contribuir para alguma melhora do consumo e da confiança no 2º semestre. Por outro lado, a piora no cenário externo trouxe ainda mais incertezas para os próximos meses, em meio ao acirramento da guerra comercial entre China e Estados Unidos, piora da situação da Argentina e temores de uma nova recessão global.

G1

 

Confiança da construção cresce 2,2 pontos em agosto, diz FGV; maior patamar desde dezembro de 2014

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,2 pontos de julho para agosto deste ano e chegou a 87,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse foi a terceira alta seguida do indicador, que atingiu seu maior patamar desde dezembro de 2014, quando havia ficado em 88,7 pontos.

A alta foi influenciada tanto pela melhora da situação corrente quanto pelas expectativas de curto prazo do empresariado da construção. O Índice da Situação Atual avançou 2,5 pontos e chegou a 77,6 pontos, maior patamar desde fevereiro de 2015 (81,4 pontos), resultado explicado em boa parte pela melhora da percepção sobre a situação atual da carteira de contratos.

O Índice de Expectativas cresceu 1,9 ponto e passou para 97,9 pontos, maior patamar desde janeiro de 2014 (99,1 pontos). Os dois quesitos deste índice contribuíram positivamente para o resultado: a demanda prevista nos próximos três meses e a tendência dos negócios nos próximos seis meses.

Para a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo, o resultado mostra que a percepção dominante entre os empresários é que o ambiente está mais favorável. Apesar disso, o Índice da Situação Atual ainda está, segundo ela, em um patamar que indica atividade baixa. Para ela, o ritmo se mostra lento e é insuficiente para alavancar a economia.

A FGV também destacou que nos últimos anos, o Programa Minha Casa, Minha Vida exerceu um papel fundamental de sustentação da atividade durante a crise. Mas, desde o início do ano, o contingenciamento da União tem levado à paralisação de obras “ou seja, o programa perde cada vez mais sua capacidade para atenuar os efeitos da crise”, observou Ana Maria Castelo.

Agência Brasil

Confiança do Comércio cresce 3,2 pontos em agosto

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/EBC

O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 3,2 pontos em agosto, passando para 98,7 pontos, ante os 95,5 registrados em julho. Na comparação com agosto de 2018, a alta foi 4,5 pontos. Os dados foram divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Economia da fundação (FGV-Ibre).

Agosto registrou o terceiro resultado positivo seguido, fazendo a média móvel trimestral subir 2,4 pontos, após cinco quedas consecutivas. De acordo com o Coordenador da Sondagem do Comércio da FGV-Ibre, Rodolpho Tobler, a alta reflete a melhora da percepção dos empresários com o ritmo de vendas. Porém, a recuperação da confiança ainda não foi total.

“Apesar disso, não foi suficiente para superar o patamar do final do ano passado. O resultado sugere continuidade na recuperação do setor, em ritmo lento, mas um pouco melhor do que foi registrado no primeiro semestre do ano. Melhoras mais expressivas ainda dependem da recuperação mais consistente do mercado de trabalho e da confiança dos consumidores”.

O mês registrou alta em 10 dos 13 segmentos pesquisados pelo Ibre. Houve melhora expressiva do Índice de Situação Atual (ISA-COM), que subiu 7,1 pontos, passando de 88,6 para 95,7, o maior valor desde dezembro de 2018, quando o índice ficou em 97,4 pontos. O Índice de Expectativas teve leve queda de 0,8 ponto em agosto, depois de duas altas, e registrou 101,8 pontos.

O resultado do ISA-COM também se reflete no Indicador de Desconforto do Varejo Ampliado, índice que é composto por itens como demanda insuficiente, acesso ao crédito bancário e custo financeiro, que apresentou a quarta queda seguida, em médias móveis trimestrais.

A movimentação do índice indica que os empresários têm encontrado menos limitações no ambiente de negócios. Apesar da melhora, o indicador se mantém alto, em 109,5 pontos, ficando acima de 100 pontos desde abril de 2014, quando o índice foi de 99,7 pontos.

Agência Brasil