Educação

Texto no portal da Record diz que “esquerda domina as universidades”, prejudica quem só quer estudar e “destrói futuros”

Foto aérea da USP, uma das principais universidades públicas do país. Jorge Maruta/ Jornal da USP

Por Caio Fonsesa, portal R7

Em 2004 aportou nos cinemas brasileiros Adeus, Lenin. A história do filme: em 1989, a senhora Kerner, devota do comunismo entra em coma em Berlim Oriental, cidade administrada segundo as normas e disciplinas socialistas. Durante seu coma, tudo muda radicalmente: as Alemanhas (Oriental e Ocidental, capitalista) se reunificam, o muro de Berlim cai, vence o óbvio, o capitalismo. Quando ela recupera a consciência há um outdoor da Coca-Cola, então símbolo do consumo, na janela de seu apartamento. Com medo que a mãe volte a enfartar, o filho recria o passado que foi exterminado com a queda do muro de Berlin e a mantém em seu conforto comunista. Altera embalagens de produtos agora industrializados e até produz programas fictícios de tevê da época do comunismo. Trinta anos depois que a primeira picareta atingiu o muro de Berlim e o mundo mudou, a lembrança do filme faz sentido. As universidades brasileiras, principalmente as públicas, parecem viver como a senhora Kerner. Podem sair do coma, mas só conseguem se manter vivos dentro de uma bolha de esquerda que não admite quem pense diferente ou seja isento politicamente.

Enquanto esse mofo da esquerda não for removido das nossas universidades, nosso ensino estará condenado ao atraso e a intolerância. A presença da esquerda em universidades remonta a resistência ditadura quando reproduzíamos ações comuns em outros países. Um traço cultural dos anos 60 e 70 que persiste em segregar quem não compactua dos mesmos ideais. Quem entra na universidade apenas interessado em estudar, aprender para disputar em condições mínimas uma quase inatingível e afunilado mercado de trabalho é vítima de bullying, humilhações e ataques virulentos. A esquerda das universidades não poupa os contrários, e dá aula de intolerância. Quem não aceitar goela a baixo pataquadas como anarco comunismo e socialismo revolucionário vai ser confinado ao isolamento dos párias. Muitos sentem-se tão constrangidos que abandonam a faculdade. O crime, lutar pelo próprio futuro e não pela causa socialista. O ideário socialista domina os centro acadêmicos, que só aceita o ingresso de seus pares vermelhos e o movimento estudantil só se move pela orientação socialista. Quem não se ajoelha diante da cartilha de Noam Chomsky ou do velho Trotsky, sem falar em tantos pensadores marxistas que dão o tom no currículo universitário, acaba segregado e marginalizado. Ou seja, a esquerda supostamente humanista é um poço de truculência. Sem esquecer que professores ditos de direita também são vítimas. Suas aulas são interrompidas com charangas improvisadas, gritos e o desrespeito é tolerado, sem que as escolas se preocupe em protegê-los.

O mais curioso é que a maioria dos estudantes que ingressa nas universidades públicas – mais concorridas – frequentaram os melhores cursinhos e não precisaram trabalhar e estudar ao mesmo tempo. São os que moram nos melhores pontos da cidade, tem menos problemas de mobilidade e mais tempo para o ativismo de redes sociais. É fácil ser militante de barriga cheia, as contas pagas e a viagem para algum paraíso tropical agendada para o fim do ano.

Como a democracia é da boca para fora e só vale quem pensa igual, é bem possível, e há uma lógica cruel para que isso aconteça, os ditos de esquerda são mais privilegiados com promoções, melhores oportunidades, salários e bolsas. Quem fica lá, dando vivas ao esquerdismo de boutique está garantindo sua boa vida acadêmica. Quem só quer estudar sonhando justamente com um bom emprego resta a humilhação, ofensas e ser uma vítima cotidiana da intolerância. E aí os melhores cérebros quem apenas não compactuam com esse carnaval ideológico são drasticamente marginalizados e enterrados num desperdício para o país. Aí fica a pergunta, quando as universidades brasileiras vão ter coragem de gritar: Adeus, Lenin?.

Caio Fonsesa, portal R7

Opinião dos leitores

  1. Interessante que falam de esquerda, doutrinação, truculência, etc… Só esqueceram de dizer que essa extrema direita que aí está age da mesma forma, só que em cenário diferente. Ambos tem muita relação, uns nas Universidades e os outros no governo.

  2. Os vagabundos riscaram meu carro só porque, durante a campanha de 2018, fui pra UFRN com uma bandeira do Brasil.

  3. Não adianta querer tapar o sol com uma peneira: há, sim, "fazimento' de cabeça na UFRN, em grande parte dos cursos. Quer na graduação, quer na pós-graduação. E, se for nas áreas das ciências humanas, letras , artes, e em boa parte das ciências aplicadas, no centro de educação etc. é enorme a carga ideológica tendenciosa, marxista, leninista, petralhista, comunista e por aí vai. Ano passado, alguns alunos não alienados, ou seja, democratas, tentaram passar um vídeo do Olavo de Carvalho (não sou fã deste cidadão). Os alunos petralhas não deixaram o evento acontecerá. Houve um arranca rabo, chamaram a Polícia, mas a Sra. Reitora sentir-se ofendida e alardeou protesto alegando que a nossa Polícia não pode interferir em briga dentro dos limites do Campus. Tem gente que acha que aquilo lá é um Estado independente, uma espécie de Vaticano. Quem nega a existência de doutrinação nas Universidades Públicas e nos IF's deve sofrer de distração crônica…….

  4. Experimente usar uma camisa com a foto de Bolsonaro e caminhar pelos corredores do Setor V…Sofrerá todo tipo de ofensas dos defensores do "livre pensamento"…kkkkkkkkkk A doutrinação maior ocorre nesses cursos xibatas de Humanas (história, jornalismo, sociologia, pedagogia…) onde não é necessário estudar pra ganhar um canudo…

  5. Interessante que aqueles que comentaram o texto, e disseram que não há doutrinação em universidades públicas, sempre falam que ESTUDARAM nas instituições de ensino superior públicas, ou seja, no PASSADO! Existe sim doutrinação ideológica, e amigos meus sofrem HOJE EM DIA por não pensarem como a esquerda quer, e manda! Quem achar bobagem o que digo, é só ir na UFRN ou no IFRN com a camisa do Bolsonaro. Pode até sofrer agressões físicas, como um amigo meu. Ou então ser expulso da sala, pelos colegas e professores, como um outro amigo.

  6. Fiz minha graduação e minha pós-graduação a nível de Mestrado na UFRN e NUNCA fui doutrinada ou algum professor/servidor me disse o que eu deveria pensar ou fazer, do ponto de vista político. Isso significa que manifestações políticas não acontecem no local? Ocorrem, sim, na medida em que a Universidade é um ambiente plural e aberto à discussão de ideias – sejam elas de direita ou de esquerda.

  7. Santa ignorância! Fica claro que o autor do texto não deve ter cursado faculdade ou, se cursou, deu o azar de cair num curso de viés social (não nego que os há). Provavelmente, está só reproduzindo o discurso que recebe do seu patrão Edir Macedo, que, depois de receber passaporte diplomático do Lula e convidar a Dilma pra inauguração de templo, agora virou Bolsonarista (de ocasião, claro!). Eu cursei a graduação, a especialização e o mestrado em universidades públicas (estadual e federal), bem como meus irmãos (um deles chegou ao doutorado), e jamais vimos esse tipo de doutrinação de que se fala. É verdade que ainda existem alas mais radicais no meio acadêmico, mas a principal o tolerância se dá com as ideias antidemocráticas, machistas, homofóbicas e racistas amplamente defendidas por esse (des)governo. Esse discurso não pode ser aceito, e pronto! Mas aí vem a turba conservadora e reacionária dizer que estão sofrendo pressão, doutrinação, censura… Estão sendo pressionados, na verdade, para se tornarem mais humanos!

    1. Com esse linguajar de esquerda vc ainda tem a cara de paubde dizer que não foi doutrinado? Kkkk tenha Santa paciência, vc usa os mesmos termos e adjetivos do dialeto esquerdista, quando se refere ao seu inimigo número 1 e ao governo dele. Chamando-o de homofóbico racista, fascista e chamando o governo dele de desgoverno. Vc ainda diz que não foi doutrinado? Vc tanto foi doutrinado como também sofreu lavagem cerebral, que acredita que Lula é inocente e que a Venezuela e Cuba são uma democracia. Conta outra estória que esta não colou.

  8. O pensamento da universal é que o povo viva igual a gado para eles manipularem e tomarem o máximo de dinheiro deles, para dar vida boa a Edir Macedo que se aliou a Bolsonaro para conseguir mais facilidades. Estudei na UFRN e ETFERN e nunca fumei maconha e nem fui para movimentos políticos

  9. O desejo dos imbecis e idiotas é tornar a sociedade burea igual a eles, o pensamento e a educação são inimigas, é um fascismo velado quer colar, aos burros e fascistas um recado, vc são uma chuva de verão, aproveite bem o momento, pq já está passando .

  10. BG
    Certissima a reportagem, além do que aqui na UFRN parte dos cursos de Engenharia ( Basico ) junta-se mais de 200 alunos numa sala e o índice de reprovação é altíssimo. Tem alguma coisa errada, tem que acabar com essa historia de doutrinação nas universidades, cada aluno deve pensar o que quer não ser forçado ao marxismo, essa cultura ultrapassada da esquerda.

    1. Amigo, o índice alto de reprovação vinha antes da criação do C&T. E outro fato é que, com a criação de um ciclo básico, aumentou o número de vagas e propiciou uma formação "pré" engenharia. Sim, concordo que juntar muitos alunos numa sala não é a melhor didática, mas esses ciclos iniciais são utilizados em outras UF, e pasmem! Em universidades da Ivy League.

    2. E porque engenharia civil , elétrica e química não faziam parte deste sistema? . Não pode ter bom aproveitamento se conduzir uma turma com matérias complexas desta forma com 200 alunos.

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: Flávio Bolsonaro pergunta a Lula qual o “gostinho” do uísque Macallan de R$ 500 mil


Vídeo: Reprodução/TV Globo/Metrópoles

Durante o debate promovido pela TV Globo na noite desta sexta-feira (23) registrou um forte embate entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O confronto direto envolveu denúncias sobre um presente de alto valor e questionamentos a respeito de indicações em cargos públicos.

Durante seu tempo de fala, Flávio questionou o petista sobre o recebimento de uma garrafa do uísque Macallan, estimada em cerca de R$ 500 mil, que teria sido presenteada em 2024 pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master.

“Você ganhou um uísque Macallan que vale R$ 500 mil. Meio milhão de reais. Tem noção do que é isso? Uma garrafa de uísque? Meio milhão de reais? Conta aqui para o público, que nunca vai ter oportunidade de experimentar um uísque desse. Qual é o gostinho desse uísque, hein, Lula?”, cobrou o senador.

Na tréplica, o presidente evitou responder diretamente sobre a bebida e acusou o parlamentar de propagar declarações falsas. Em seguida, cobrou explicações do adversário sobre a nomeação de um militar na Secretaria de Patrimônio da União (SPU).

“Eu, sinceramente, cansei de fazer pergunta para esse rapaz e ele mentir descaradamente. Eu só quero saber, e vou repetir agora perto da bancada, se o coronel da SPU é ou não indicado por ele. Eu só quero saber isso”, rebateu Lula.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: “O que você levou para o Nordeste foi o Comando Vermelho”, diz Flávio sobre governo Lula


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Durante o debate presidencial transmitido pela TV Globo na noite desta sexta-feira (23), o candidato Flávio Bolsonaro (PL) direcionou críticas à segurança pública na Região Nordeste, questionando a atuação do governo Lula e a gestão dos estados governados por aliados do governo.

“Lula, o que você levou para o Nordeste foi o Comando Vermelho, que se proliferou, tomou conta de cidades e está expulsando as pessoas de suas casas. Os estados do Nordeste são administrados pelo PT e pelos seus parceiros. Por que você deixou o Comando Vermelho se proliferar pelo Nordeste?”, questionou Flávio Bolsonaro.

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: Flávio diz que Lula é o pai do tigrinho


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Durante o debate promovido pela TV Globo nesta sexta-feira (23), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) responsabilizou diretamente a atual gestão pela proliferação dos cassinos digitais e pelo consequente endividamento das famílias brasileiras. Ao discutir o impacto econômico e social sobre a população, o senador rebateu a narrativa do governo e apelidou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “pai do tigrinho”.

No confronto direto sobre as razões do endividamento popular, Flávio ressaltou que a disseminação desenfreada das plataformas de apostas online se intensificou sob o atual governo, afetando o orçamento dos trabalhadores e das famílias.

Em resposta, o presidente Lula tentou transferir a responsabilidade e rebater as críticas sobre a expansão da jogatina virtual, alegando que as bases para as apostas teriam surgido na gestão anterior. “Cinismo chega a uma coisa absurda aqui. O tigrinho foi criado por vocês em 2022. Não só o seu pai é o pai do tigrinho, como você é o irmão. É filho do mesmo DNA”, declarou o petista.

A discussão sobre as bets ganhou destaque no debate em meio à recente proibição de atuação das plataformas não regulamentadas no país, medida adotada após críticas generalizadas sobre o impacto das apostas no orçamento familiar e na saúde financeira do consumidor brasileiro.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: Lula diz que vai acabar com a polícia se a PEC da Segurança for aprovada


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Durante o debate presidencial promovido pela TV Globo nesta sexta-feira (23), o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que vai acabar com a polícia se o Projeto de Emenda à Constituição da Segurança Pública for aprovada pelo Congresso Nacional.

“Aprovada a PEC da Segurança eu vou criar o Ministério e ai você vai ver o que é um governo acabar com a polícia e deixar o território livre”, disse Lula em resposta a Flávio Bolsonaro.

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: Flávio Bolsonaro promete governar para o Nordeste e fazer parceria com governadores de oposição


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Durante o debate presidencial promovido pela TV Globo nesta sexta-feira (23), o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que, se eleito, priorizará a Região Nordeste e manterá uma relação institucional com gestores estaduais de diferentes matizes políticos.

“Eu vou governar para o Nordeste, vou governar inclusive em parceria com os governadores que não são aliados políticos meus”, declarou o candidato do PL durante o confronto direto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Para ilustrar o compromisso com o diálogo republicano, Flávio citou a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), destacando que pretende atuar em conjunto com o governo estadual em pautas prioritárias como segurança pública e infraestrutura.

“Vai ser uma grande honra sentar com a governadora Raquel Lyra para ajudar os nossos irmãos pernambucanos, junto com a governadora, a combater o crime organizado e levar as obras de que precisam para lá”, afirmou o senador.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: Flávio diz que votaria diferente sobre ampliação da licença maternidade


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Durante o debate presidencial promovido pela TV Globo nesta sexta-feira (23), o candidato Flávio Bolsonaro (PL) colocou o fortalecimento dos laços familiares no centro de suas declarações ao responder a questionamentos do adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao ser lembrado de uma votação de 2009 sobre a licença-maternidade de servidoras do Rio de Janeiro, quando exercia o mandato de deputado estadual, o senador demonstrou transparência ao reconhecer que sua visão amadureceu ao longo do tempo.

Flávio explicou que, à época, receava que o aumento do período de licença pudesse gerar efeitos colaterais indesejados no mercado de trabalho para as próprias mulheres, mas ressaltou que a experiência da vida conjugal e da paternidade transformou sua perspectiva sobre a proteção à maternidade.

“Eu votei acreditando que isso poderia dificultar que as mulheres conseguissem arrumar emprego. Eu estava errado. Hoje, depois que eu casei, depois que eu tenho duas filhas, mais do que nunca eu sei da importância de a mãe estar perto do filho por até mais de 180 dias, se possível. Então, de verdade, eu hoje votaria completamente diferente”, afirmou o presidenciável, reforçando seu compromisso inegociável com o bem-estar das mães e o desenvolvimento das crianças brasileiras.

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: Flávio Bolsonaro garante salário mínimo acima da inflação e desmente narrativas de Lula


Vídeo: Reprodução/TV Globo/Metrópoles

Durante o debate promovido pela TV Globo nesta sexta-feira (23), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reafirmou seu compromisso com a classe trabalhadora e os aposentados ao garantir que manterá a política de valorização real do salário mínimo, com reajustes acima da inflação. O senador aproveitou o confronto direto para criticar a gestão econômica do atual governo, ressaltando o forte endividamento que corrói o orçamento das famílias brasileiras.

“Eu vou reajustar o salário mínimo acima da inflação para combater a sua fake news. Eu não vou deixar, não vou fazer economia em cima dos mais pobres, mas vou organizar essa economia para devolver o seu poder de compra. Você vai voltar a ter dinheiro no bolso”, declarou o candidato do PL.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: “O Brasil voltou a ser um cemitério de obras”, dispara Flávio Bolsonaro


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Durante o debate transmitido pela TV Globo nesta sexta-feira (23), o senador Flávio Bolsonaro (PL) disse que o Brasil voltou a ser um cemitério de obras, como era em 2019.

“Nós pegamos o Brasil, lá em 2019, com cerca de 14 mil obras inacabadas. E apesar de todos os problemas, a gente entregou o Brasil com pouco mais de 8 mil obras inacabadas. Agora, neste ano, o TCU, o Tribunal de Contas da União, acaba de soltar um relatório que existe mais de 11 mil e 500 obras paralisadas do atual governo. Ou seja, o Brasil voltou a ser um grande cemitério de obras”, criticou Flávio Bolsonaro. 

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: “O mês ainda não acabou, mas seu salário já acabou? O seu poder de compra foi destruído pelo atual governo”, questiona Flávio Bolsonaro

 


Vídeo/Reprodução TV Globo

Durante o debate transmitido pela TV Globo nesta sexta-feira (23), o senador Flávio Bolsonaro (PL) direcionou críticas à condução da economia pelo atual governo, questionando os eleitores sobre a perda do poder de compra e o esgotamento do salário mínimo antes do final do mês.

“O seu salário já acabou? O seu poder de compra foi destruído pelo atual governo porque ele gasta tanto, joga a taxa de juros lá em cima e puxa a sua dívida junto”, afirmou o candidato durante fala no primeiro bloco dedicada à Região Sudeste.

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[VÍDEO] DEBATE DA GLOBO: “Dá com uma mão e tira com os nove dedos”, Flávio Bolsonaro critica governo Lula


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Durante o debate da TV Globo realizado nesta sexta-feira (23), o senador Flávio Bolsonaro (PL) direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), argumentando que o governo federal concede ganhos financeiros à população, mas acaba recolhendo parte expressiva dos recursos por meio de tributos.

“Não adianta nada o salário mínimo de R$ 1,6 mil se você dá com uma mão e tira com os nove dedos”, declarou o candidato durante o confronto político.

O embate ocorreu logo após Lula questionar o adversário a respeito de uma proposta de tarifa zero no transporte público destinada aos fins de semana.

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