Varejo usa exemplo do RN para justificar quando não deve investir

Antonio Carlos Pipponzi (presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo) concedeu entrevista à Folha neste domingo para falar de economia e política num geral.

Ao analisar expansões no Brasil, foi indagado sobre como a violência afeta os negócios. E foi taxativo, revelando que há ainda mais cautela antes de investir em territórios arenosos.

“A gente tem de fazer um desabafo. Passamos situações complicadas no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, na Bahia e no Rio Grande do Norte, como fechar as lojas mais cedo. Sofremos com as greves de polícia. O que acontece quando o Estado não controla a segurança? O comércio tem que fechar as portas”, disse ele.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Admilson disse:

    Que injustiça! Esse senhor sabe que nós temos o "governo da segurança"?

  2. Indignado disse:

    Falou a verdade.
    A primeira função do estado, aquela para a qual foi criado e prover segurança, o resto foi agregado depois.
    Se não consegue o básico…

  3. André NASCIMENTO disse:

    O comerciante também estoca impostos em suas prateleiras…

  4. Alves disse:

    Ele esqueceu de comentar, sobre as altas cargas tributárias que os governos cobram, desestimulando o empreendedorismo.

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