Política

Veja a íntegra do discurso de Bolsonaro na abertura da Assembleia Geral da ONU

FOTO: SETH WENIG (AP)

O presidente Jair Bolsonaro fez seu primeiro discurso de abertura na Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (24). Ele falou sobre sobre preservação meio ambiente e acusou líderes estrangeiros de ataque à soberania do Brasil. Também chamou de “falácia” afirmação de que Amazônia é patrimônio da humanidade.

Veja a íntegra do discurso:

“Senhor Presidente da Assembleia Geral, Tijjani Muhammad-Bande,

Senhor Secretário-Geral da ONU, António Guterres,

Chefes de Estado, de Governo e de Delegação,

Senhoras e Senhores,

Apresento aos senhores um novo Brasil, que ressurge depois de estar à beira do socialismo.

Um Brasil que está sendo reconstruído a partir dos anseios e dos ideais de seu povo.

No meu governo, o Brasil vem trabalhando para reconquistar a confiança do mundo, diminuindo o desemprego, a violência e o risco para os negócios, por meio da desburocratização, da desregulamentação e, em especial, pelo exemplo.

Meu país esteve muito próximo do socialismo, o que nos colocou numa situação de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e de ataques ininterruptos aos valores familiares e religiosos que formam nossas tradições.

Em 2013, um acordo entre o governo petista e a ditadura cubana trouxe ao Brasil 10 mil médicos sem nenhuma comprovação profissional. Foram impedidos de trazer cônjuges e filhos, tiveram 75% de seus salários confiscados pelo regime e foram impedidos de usufruir de direitos fundamentais, como o de ir e vir.

Um verdadeiro trabalho escravo, acreditem…

Respaldado por entidades de direitos humanos do Brasil e da ONU!

Antes mesmo de eu assumir o governo, quase 90% deles deixaram o Brasil, por ação unilateral do regime cubano. Os que decidiram ficar, se submeterão à qualificação médica para exercer sua profissão.

Deste modo, nosso país deixou de contribuir com a ditadura cubana, não mais enviando para Havana 300 milhões de dólares todos os anos.

A história nos mostra que, já nos anos 60, agentes cubanos foram enviados a diversos países para colaborar com a implementação de ditaduras.

Há poucas décadas tentaram mudar o regime brasileiro e de outros países da América Latina.

Foram derrotados!

Civis e militares brasileiros foram mortos e outros tantos tiveram suas reputações destruídas, mas vencemos aquela guerra e resguardamos nossa liberdade.

Na Venezuela, esses agentes do regime cubano, levados por Hugo Chávez, também chegaram e hoje são aproximadamente 60 mil, que controlam e interferem em todas as áreas da sociedade local, principalmente na Inteligência e na Defesa.

A Venezuela, outrora um país pujante e democrático, hoje experimenta a crueldade do socialismo.

O socialismo está dando certo na Venezuela!

Todos estão pobres e sem liberdade!

O Brasil também sente os impactos da ditadura venezuelana. Dos mais de 4 milhões que fugiram do país, uma parte migrou para o Brasil, fugindo da fome e da violência. Temos feito a nossa parte para ajudá-los, através da Operação Acolhida, realizada pelo Exército Brasileiro e elogiada mundialmente.

Trabalhamos com outros países, entre eles os EUA, para que a democracia seja restabelecida na Venezuela, mas também nos empenhamos duramente para que outros países da América do Sul não experimentem esse nefasto regime.

O Foro de São Paulo, organização criminosa criada em 1990 por Fidel Castro, Lula e Hugo Chávez para difundir e implementar o socialismo na América Latina, ainda continua vivo e tem que ser combatido.

Senhoras e Senhores,

Em busca de prosperidade, estamos adotando políticas que nos aproximem de países outros que se desenvolveram e consolidaram suas democracias.

Não pode haver liberdade política sem que haja também liberdade econômica. E vice-versa. O livre mercado, as concessões e as privatizações já se fazem presentes hoje no Brasil.

A economia está reagindo, ao romper os vícios e amarras de quase duas décadas de irresponsabilidade fiscal, aparelhamento do Estado e corrupção generalizada. A abertura, a gestão competente e os ganhos de produtividade são objetivos imediatos do nosso governo.

Estamos abrindo a economia e nos integrando às cadeias globais de valor. Em apenas oito meses, concluímos os dois maiores acordos comerciais da história do país, aqueles firmados entre o Mercosul e a União Europeia e entre o Mercosul e a Área Europeia de Livre Comércio, o EFTA. Pretendemos seguir adiante com vários outros acordos nos próximos meses.

Estamos prontos também para iniciar nosso processo de adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Já estamos adiantados, adotando as práticas mundiais mais elevadas em todo os terrenos, desde a regulação financeira até a proteção ambiental.

Senhorita YSANY KALAPALO, agora vamos falar de Amazônia.

Em primeiro lugar, meu governo tem um compromisso solene com a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em benefício do Brasil e do mundo.

O Brasil é um dos países mais ricos em biodiversidade e riquezas minerais.

Nossa Amazônia é maior que toda a Europa Ocidental e permanece praticamente intocada. Prova de que somos um dos países que mais protegem o meio ambiente.

Nesta época do ano, o clima seco e os ventos favorecem queimadas espontâneas e criminosas. Vale ressaltar que existem também queimadas praticadas por índios e populações locais, como parte de sua respectiva cultura e forma de sobrevivência.

Problemas qualquer país os tem. Contudo, os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional devido aos focos de incêndio na Amazônia despertaram nosso sentimento patriótico.

É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo.

Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista.

Questionaram aquilo que nos é mais sagrado: a nossa soberania!

Um deles por ocasião do encontro do G7 ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil, sem sequer nos ouvir. Agradeço àqueles que não aceitaram levar adiante essa absurda proposta.

Em especial, ao Presidente Donald Trump, que bem sintetizou o espirito que deve reinar entre os países da ONU: respeito à liberdade e à soberania de cada um de nós.

Hoje, 14% do território brasileiro está demarcado como terra indígena, mas é preciso entender que nossos nativos são seres humanos, exatamente como qualquer um de nós. Eles querem e merecem usufruir dos mesmos direitos de que todos nós.

Quero deixar claro: o Brasil não vai aumentar para 20% sua área já demarcada como terra indígena, como alguns chefes de Estados gostariam que acontecesse.

Existem, no Brasil, 225 povos indígenas, além de referências de 70 tribos vivendo em locais isolados. Cada povo ou tribo com seu cacique, sua cultura, suas tradições, seus costumes e principalmente sua forma de ver o mundo.

A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios brasileiros. Muitas vezes alguns desses líderes, como o Cacique Raoni, são usados como peça de manobra por governos estrangeiros na sua guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia.

Infelizmente, algumas pessoas, de dentro e de fora do Brasil, apoiadas em ONGs, teimam em tratar e manter nossos índios como verdadeiros homens das cavernas.

O Brasil agora tem um presidente que se preocupa com aqueles que lá estavam antes da chegada dos portugueses. O índio não quer ser latifundiário pobre em cima de terras ricas. Especialmente das terras mais ricas do mundo. É o caso das reservas Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Nessas reservas, existe grande abundância de ouro, diamante, urânio, nióbio e terras raras, entre outros.

E esses territórios são enormes. A reserva Ianomâmi, sozinha, conta com aproximadamente 95 mil km2, o equivalente ao tamanho de Portugal ou da Hungria, embora apenas 15 mil índios vivam nessa área.

Isso demonstra que os que nos atacam não estão preocupados com o ser humano índio, mas sim com as riquezas minerais e a biodiversidade existentes nessas áreas.

CARTA (o conteúdo ainda não foi divulgado pelo Planalto)

A Organização das Nações Unidas teve papel fundamental na superação do colonialismo e não pode aceitar que essa mentalidade regresse a estas salas e corredores, sob qualquer pretexto.

Não podemos esquecer que o mundo necessita ser alimentado. A França e a Alemanha, por exemplo, usam mais de 50% de seus territórios para a agricultura, já o Brasil usa apenas 8% de terras para a produção de alimentos.

61% do nosso território é preservado!

Nossa política é de tolerância zero para com a criminalidade, aí incluídos os crimes ambientais.

Quero reafirmar minha posição de que qualquer iniciativa de ajuda ou apoio à preservação da Floresta Amazônica, ou de outros biomas, deve ser tratada em pleno respeito à soberania brasileira.

Também rechaçamos as tentativas de instrumentalizar a questão ambiental ou a política indigenista, em prol de interesses políticos e econômicos externos, em especial os disfarçados de boas intenções.

Estamos prontos para, em parcerias, e agregando valor, aproveitar de forma sustentável todo nosso potencial.

O Brasil reafirma seu compromisso intransigente com os mais altos padrões de direitos humanos, com a defesa da democracia e da liberdade, de expressão, religiosa e de imprensa. É um compromisso que caminha junto com o combate à corrupção e à criminalidade, demandas urgentes da sociedade brasileira.

Seguiremos contribuindo, dentro e fora das Nações Unidas, para a construção de um mundo onde não haja impunidade, esconderijo ou abrigo para criminosos e corruptos.

Em meu governo, o terrorista italiano Cesare Battisti fugiu do Brasil, foi preso na Bolívia e extraditado para a Itália. Outros três terroristas paraguaios e um chileno, que viviam no Brasil como refugiados políticos, também foram devolvidos a seus países.

Terroristas sob o disfarce de perseguidos políticos não mais encontrarão refúgio no Brasil.

Há pouco, presidentes socialistas que me antecederam desviaram centenas de bilhões de dólares comprando parte da mídia e do parlamento, tudo por um projeto de poder absoluto.

Foram julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e coragem de um juiz que é símbolo no meu país, o Dr. Sérgio Moro, nosso atual Ministro da Justiça e Segurança Pública.

Esses presidentes também transferiram boa parte desses recursos para outros países, com a finalidade de promover e implementar projetos semelhantes em toda a região. Essa fonte de recursos secou.

Esses mesmos governantes vinham aqui todos os anos e faziam descompromissados discursos com temas que nunca atenderam aos reais interesses do Brasil nem contribuíram para a estabilidade mundial. Mesmo assim, eram aplaudidos.

Em meu país, tínhamos que fazer algo a respeito dos quase 70 mil homicídios e dos incontáveis crimes violentos que, anualmente, massacravam a população brasileira. A vida é o mais básico dos direitos humanos. Nossos policiais militares eram o alvo preferencial do crime. Só em 2017, cerca de 400 policiais militares foram cruelmente assassinados. Isso está mudando.

Medidas foram tomadas e conseguimos reduzir em mais de 20% o número de homicídios nos seis primeiros meses de meu governo.

As apreensões de cocaína e outras drogas atingiram níveis recorde.

Hoje o Brasil está mais seguro e ainda mais hospitaleiro. Acabamos de estender a isenção de vistos para países como Estados Unidos, Japão, Austrália e Canadá, e estamos estudando adotar medidas similares para China e Índia, dentre outros.

Com mais segurança e com essas facilidades, queremos que todos possam conhecer o Brasil, e em especial, a nossa Amazônia, com toda sua vastidão e beleza natural.

Ela não está sendo devastada e nem consumida pelo fogo, como diz mentirosamente a mídia. Cada um de vocês pode comprovar o que estou falando agora.

Não deixem de conhecer o Brasil, ele é muito diferente daquele estampado em muitos jornais e televisões!

A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater incansavelmente.

Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas.

O Brasil condena, energicamente, todos esses atos e está pronto a colaborar, com outros países, para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé.

Preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas, em diferentes regiões do mundo.

Por isso, apoiamos a criação do ‘Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença’.

Nessa data, recordaremos anualmente aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa.

É inadmissível que, em pleno Século XXI, com tantos instrumentos, tratados e organismos com a finalidade de resguardar direitos de todo tipo e de toda sorte, ainda haja milhões de cristãos e pessoas de outras religiões que perdem sua vida ou sua liberdade em razão de sua fé.

A devoção do Brasil à causa da paz se comprova pelo sólido histórico de contribuições para as missões da ONU.

Há 70 anos, o Brasil tem dado contribuição efetiva para as operações de manutenção da paz das Nações Unidas.

Apoiamos todos os esforços para que essas missões se tornem mais efetivas e tragam benefícios reais e concretos para os países que as recebem.

Nas circunstâncias mais variadas – no Haiti, no Líbano, na República Democrática do Congo –, os contingentes brasileiros são reconhecidos pela qualidade de seu trabalho e pelo respeito à população, aos direitos humanos e aos princípios que norteiam as operações de manutenção de paz.

Reafirmo nossa disposição de manter contribuição concreta às missões da ONU, inclusive no que diz respeito ao treinamento e à capacitação de tropas, área em que temos reconhecida experiência.

Ao longo deste ano, estabelecemos uma ampla agenda internacional com intuito de resgatar o papel do Brasil no cenário mundial e retomar as relações com importantes parceiros.

Em janeiro, estivemos em Davos, onde apresentamos nosso ambicioso programa de reformas para investidores de todo o mundo.

Em março, visitamos Washington onde lançamos uma parceria abrangente e ousada com o governo dos Estados Unidos em todas as áreas, com destaque para a coordenação política e para a cooperação econômica e militar.

Ainda em março, estivemos no Chile, onde foi lançado o PROSUL, importante iniciativa para garantir que a América do Sul se consolide como um espaço de democracia e de liberdade.

Na sequência, visitamos Israel, onde identificamos inúmeras oportunidades de cooperação em especial na área de tecnologia e segurança. Agradeço a Israel o apoio no combate aos recentes desastres ocorridos em meu país.

Visitamos também um de nossos grandes parceiros no Cone Sul, a Argentina. Com o Presidente Mauricio Macri e nossos sócios do Uruguai e do Paraguai, afastamos do Mercosul a ideologia e conquistamos importantes vitórias comerciais, ao concluir negociações que já se arrastavam por décadas.

Ainda este ano, visitaremos importantes parceiros asiáticos, tanto no Extremo Oriente quanto no Oriente Médio. Essas visitas reforçarão a amizade e o aprofundamento das relações com Japão, China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar. Pretendemos seguir o mesmo caminho com todo o mundo árabe e a Ásia.

Também estamos ansiosos para visitar nossos parceiros, e amigos, na África, na Oceania e na Europa.

Como os senhores podem ver, o Brasil é um país aberto ao mundo, em busca de parcerias com todos os que tenham interesse de trabalhar pela prosperidade, pela paz e pela liberdade.

Senhoras e Senhores,

O Brasil que represento é um país que está se reerguendo, revigorando parcerias e reconquistando sua confiança política e economicamente.

Estamos preparados para assumir as responsabilidades que nos cabem no sistema internacional.

Durante as últimas décadas, nos deixamos seduzir, sem perceber, por sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto.

A ideologia se instalou no terreno da cultura, da educação e da mídia, dominando meios de comunicação, universidades e escolas.

A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de qualquer sociedade saudável, a família.

Tentam ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até mesmo sua identidade mais básica e elementar, a biológica.

O politicamente correto passou a dominar o debate público para expulsar a racionalidade e substituí-la pela manipulação, pela repetição de clichês e pelas palavras de ordem.

A ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar Deus e a dignidade com que Ele nos revestiu.

E, com esses métodos, essa ideologia sempre deixou um rastro de morte, ignorância e miséria por onde passou.

Sou prova viva disso. Fui covardemente esfaqueado por um militante de esquerda e só sobrevivi por um milagre de Deus. Mais uma vez agradeço a Deus pela minha vida.

A ONU pode ajudar a derrotar o ambiente materialista e ideológico que compromete alguns princípios básicos da dignidade humana. Essa organização foi criada para promover a paz entre nações soberanas e o progresso social com liberdade, conforme o preâmbulo de sua Carta.

Nas questões do clima, da democracia, dos direitos humanos, da igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres, e em tantas outras, tudo o que precisamos é isto: contemplar a verdade, seguindo João 8,32:

– “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.

Todos os nossos instrumentos, nacionais e internacionais, devem estar direcionados, em última instância, para esse objetivo.

Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um “interesse global” abstrato.

Esta não é a Organização do Interesse Global!

É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!

Com humildade e confiante no poder libertador da verdade, estejam certos de que poderão contar com este novo Brasil que aqui apresento aos senhores e senhoras.

Agradeço a todos pela graça e glória de Deus!

Meu muito obrigado.”

G1

Opinião dos leitores

  1. Discurso firme, pautado pela honestidade, sinceridade, e pela verdade que incomoda, alias incomoda muito.

  2. Que discurso lixo. Vergonha mundial. ele perdeu a oportunidade de sair grande deste evento. Ele chegou pequeno e saiu minusculo.

    1. Muito pelo contrário, agigantou-se e miniatuarizou a esquerdalha corrupta. Chupa gilmar mendes

  3. O discurso de Bolsonaro na ONU pode ser considerado, das vergonhas que o Brasil está acostumado a exportar, a mais light. Gostem ou não, todos têm o governo e os governantes que merecem. Quem é massa jamais será biscoito fino.

  4. BG meu querido, vc que é um cara muito bem informado, aliás informadissimo.
    Me diga por favor, a data da proxima eleição presidencial, quero JAIR me preparando pra votar no MITO de novo, se não for incômodo pra vc, me diga a data depois do segundo mandato também, Quero votar no Dr Sérgio Moro.
    Kkkkkkkkk
    PT nunca mais, tchau corruptos.

  5. Falou tudo que precisavam de um país que está tentando voltar aos trilhos do desenvolvimento sustentável e crescimento, sem entreguismo. Estraçalhou a esquerdalha.

  6. Primeira vez na vida que eu ví uma anta evacuar pela boca !!
    E um monte de idiota (no Brazil) buscando motivo prá aplaudir…

    1. Esse gostava do discurso do Lula. Que fez vídeo debochando, dizendo que falava um monte de mentira só pro povo aplaudir. Isso que essa múmia gosta.

    2. ta falando da Anta? e foi eleita depois de sair tanto pum?

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Geral

Preço do combustível de aviação sobe 57,6% em um ano e pressiona custo das passagens aéreas

Foto: reprodução/Aeroin

O preço do querosene de aviação (QAV) subiu 57,6% em relação a junho de 2025, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (20) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O combustível foi comercializado, em média, a R$ 5,66 por litro, valor 34,1% superior ao registrado em junho de 2024.

Principal insumo das companhias aéreas, o QAV responde atualmente por cerca de 46% dos custos operacionais do setor, mantendo pressão sobre as operações das empresas.

Em maio, o governo esperava uma redução no preço do combustível a partir de junho, após três reajustes consecutivos, mas a queda não se confirmou.

Diante da alta, o governo liberou, no fim de junho, R$ 661 milhões em contratos de empréstimo para as companhias Gol, Azul e as aéreas regionais Abaeté e Rima, com o objetivo de reforçar o caixa das empresas.

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Geral

Ditador Daniel Ortega declara fim de eleições na Nicarágua

Foto: REUTERS/Leonardo Fernández Viloria

O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, afirmou que o país não realizará mais eleições, encerrando a possibilidade de novas disputas eleitorais após o fim de seu mandato, previsto para o próximo ano.

Durante discurso no domingo (19), em comemoração à Revolução Sandinista de 1979, Ortega declarou: “Não haverá mais eleições aqui para que eles tentem tomar o governo e o poder”.

Em seguida, o líder esquerdista acrescentou: “Os dias em que partidos apoiados pelos ianques e pelos somozistas voltariam ao poder acabaram. Nunca mais”.

No poder desde 2007, após também governar o país na década de 1980, Ortega não explicou como a medida será implementada.

Prisão de opositores e esposa nomeada como copresidente

A última eleição presidencial, realizada em 2021, foi amplamente contestada após a prisão de opositores e a repressão à dissidência. Em 2025, reformas constitucionais ampliaram ainda mais os poderes do regime, nomeando sua esposa, Rosario Murillo, como copresidente e estendendo o mandato presidencial para seis anos.

O governo ditatorial de Ortega é alvo de críticas internacionais. O Conselho de Direitos Humanos da ONU acusa o regime de transformar a Nicarágua em um Estado autoritário e de promover violações sistemáticas de direitos humanos. Desde a repressão aos protestos de 2018, mais de 300 pessoas morreram, segundo organismos internacionais.

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Geral

Número de eleitores com até 18 anos diminui 14,5% em relação a 2022; eleitorado acima de 60 anos cresce 13%

Foto: Marri Nogueira / Agência Senado / Arquivo

O número de eleitores com 16 a 18 anos aptos a votar nas eleições de 2026 caiu 14,5% em relação ao pleito de 2022, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Enquanto isso, o eleitorado com 60 anos ou mais registrou crescimento de 13,9% no mesmo período.

Os jovens de até 18 anos somam 3.571.159 eleitores, o equivalente a 2,25% do eleitorado nacional. Em 2022, esse grupo era formado por 4.177.627 pessoas, uma redução de 606.468 eleitores.

Na direção oposta, o eleitorado acima de 60 anos passou de 32.891.438 para 37.457.537 eleitores, um aumento de cerca de 4,6 milhões de pessoas. Com isso, a participação dessa faixa etária no total de eleitores subiu de 21,02% para 23,60%.

Ao todo, 158,7 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas eleições de 2026, quando serão escolhidos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

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Geral

TCU arquiva mais um processo que questionava gastos de viagens internacionais de Janja

Foto: Claudio Kbene/PR

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou o processo que investigava supostas irregularidades nos gastos com viagens internacionais da primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja. A decisão também encerrou um pedido específico que questionava as despesas da viagem antecipada a Nova York, em setembro de 2025.

Segundo o tribunal, o caso já havia sido analisado em um processo mais amplo, no qual o plenário concluiu que não foram encontradas irregularidades na utilização de recursos públicos relacionados às missões da primeira-dama.

Na decisão, o TCU afirmou que, embora Janja não ocupe cargo público, sua atuação em agendas oficiais possui natureza de interesse público. O tribunal também considerou legal a estrutura de apoio disponibilizada pelo Gabinete Pessoal da Presidência.

A investigação teve origem em uma representação da deputada Carla Zambelli (PL-SP), que questionava a equipe de apoio e as viagens internacionais da primeira-dama. Posteriormente, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara apresentou novos pedidos, incluindo um requerimento do deputado André Fernandes (PL-CE) sobre a viagem a Nova York.

Ao analisar o caso, os ministros entenderam que as viagens possuem respaldo na legislação e foram realizadas em agendas de caráter institucional e diplomático. O TCU também registrou que o Ministério Público Federal e a Justiça Federal já haviam analisado os fatos e não identificaram prejuízo ao patrimônio público. Com a decisão, o tribunal determinou o arquivamento definitivo do caso e o envio da decisão à Presidência da República e aos parlamentares responsáveis pelos questionamentos.

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Geral

[VÍDEO] BG comenta o cenário da disputa eleitoral e avalia que candidatura de Allyson Bezerra vive “espiral de crise”, enquanto Álvaro Dias e Cadu Xavier crescem nas pesquisas

No “Meio Dia RN” desta segunda-feira (20), BG comentou o cenário da disputa eleitoral no Rio Grande do Norte após o fechamento das chapas majoritárias e a definição dos últimos apoios ao Governo do Estado. Para Bruno Giovanni, a pré-campanha do ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) vive uma “espiral de crise”, enquanto Álvaro Dias (PL) e Cadu Xavier (PT) vivem um momento de crescimento nas pesquisas.

“A campanha de Allyson, nos últimos dias, entrou numa espiral de crise com a saída de Kelps Lima e a crise envolvendo Carlos Eduardo Alves como coordenador da campanha em Natal. As pesquisas mostram que houve uma estabilização e até uma pequena queda dele, enquanto tivemos uma ligeira alta de Cadu Xavier e Álvaro Dias. O PSDB oficializou, no maior evento da pré-campanha até o momento, o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Sousa, à candidatura de Álvaro Dias. Eu diria que, neste momento, há uma tendência de crescimento de Álvaro Dias, assim como de Cadu Xavier, que desde a vinda de Lula, tem tido crescimento nas pesquisas”, avaliou BG.

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Geral

Colégio Porto promove reflexão sobre inovação e humanidade na Humanitas 2026

Exposição interdisciplinar transforma salas de aula em experiências sobre tecnologia, ética, sustentabilidade, cidadania e os desafios do futuro

Como viver em uma realidade cada vez mais tecnológica sem abrir mão da ética, dos valores sociais e da própria condição humana? Essa é a reflexão central da Humanitas 2026, exposição de Ciências e Humanidades promovida pelo Colégio Porto, no 21 de julho (terça-feira). Com o tema “Habitar a inovação, cultivar o humano”, o projeto reunirá estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental à 2ª série do Ensino Médio. As atividades integram Linguagens, Ciências Humanas, Matemática e Ciências da Natureza, aproximando os conteúdos estudados em sala dos principais dilemas da sociedade contemporânea.

Na próxima terça-feira (21), das 8h às 12h30, as salas da escola serão transformadas em espaços imersivos, laboratórios, cenários literários e ambientes de investigação abertos à comunidade escolar. Segundo a orientadora pedagógica Kennia Ísis, a proposta é estimular uma relação mais consciente com as transformações tecnológicas “Queremos ajudar os estudantes a refletir sobre como podemos habitar essa realidade repleta de inovação sem renunciar à ética, aos valores socioculturais e a tudo aquilo que nos faz seres humanos”, explica.

Cada série trabalhará uma abordagem diferente. Os alunos do 6º ano utilizarão referências de jogos digitais para discutir tecnologia e adaptação humana. No 7º ano, salas no formato escape room abordarão mudanças climáticas, sustentabilidade e o futuro das cidades.

O 8º ano produzirá uma linha do tempo sobre os impactos da tecnologia na identidade humana, da sociedade industrial à inteligência artificial. Já o 9º ano partirá do universo de Avatar para debater preservação ambiental, exploração de recursos naturais, direitos dos povos originários e transição energética.

No Ensino Médio, os estudantes da 1ª série construirão ambientes inspirados em obras distópicas, como 1984, Admirável Mundo Novo, Fahrenheit 451 e Jogos Vorazes. Os livros serão relacionados a temas como vigilância, desinformação, censura, desigualdade e manipulação social.

A 2ª série participará do Porto Talks, atividade inspirada no formato de palestras curtas. Em grupos, os alunos terão de pesquisar, organizar argumentos e defender ideias sobre inteligência artificial, algoritmos, futuro do trabalho, saúde mental, bioengenharia e soberania digital.

“Ao unir pesquisa, criatividade, oratória e trabalho coletivo, a Humanitas coloca os estudantes como protagonistas da aprendizagem. Mais do que apresentar conteúdos, eles serão desafiados a compreender as mudanças do presente e a pensar que sociedade desejam construir para o futuro”, conclui a orientadora.

A atividade encerra com um grande Show de Talentos, envolvendo toda a comunidade do Colégio Porto, das 14h30 às 16h30.

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Eleitorado brasileiro cresce 1,4% na comparação com 2022 e chega a 158,7 milhões, diz TSE

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta segunda-feira (20) que 158,7 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas eleições de 2026. O número representa um crescimento de 1,46% em relação a 2022, quando o eleitorado era de 156,4 milhões, um acréscimo de 2,29 milhões de eleitores.

O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, daqui a 76 dias, quando os eleitores escolherão o presidente da República, 27 governadores, 54 senadores, além de deputados federais, estaduais e distritais. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.

Crescimento por região

A Região Norte registrou o maior crescimento proporcional do eleitorado entre 2022 e 2026, com alta de 4,4%, passando a 13,1 milhões de eleitores, um aumento de cerca de 549 mil pessoas.

O Centro-Oeste aparece em seguida, com crescimento de 3,97%, passando de 11,5 milhões para quase 12 milhões de eleitores.

O Nordeste teve o maior crescimento absoluto do país, com 1,1 milhão de novos eleitores. O total passou de 42.390.976 para 43.529.845, avanço de 2,69%.

Já o Sudeste, que concentra 41,78% do eleitorado nacional, foi a única região a registrar queda, passando de 66,7 milhões para 66,3 milhões de eleitores, retração de 0,56%.

O eleitorado no exterior também cresceu. Atualmente são 918.876 brasileiros aptos a votar fora do país, contra 697.078 em 2022, aumento de 221.798 eleitores (31,82%).

Estados

São Paulo continua sendo o maior colégio eleitoral do país, com 34.104.226 eleitores, mas reduziu sua participação de 22,1% para 21,48% do eleitorado nacional, com perda proporcional equivalente a 562 mil registros.

Na sequência aparecem:

Minas Gerais: 16.377.659 eleitores;
Rio de Janeiro: 12.857.000;
Bahia: 11.321.005;
Paraná: 8.609.026.

Juntos, os cinco estados somam 83.268.916 eleitores, o equivalente a 52,45% do eleitorado brasileiro.

Perfil do eleitorado

As mulheres seguem como maioria, com 83.877.126 eleitoras, o equivalente a 52,84% do total. Em relação a 2022, houve aumento de 1.503.962 eleitoras (1,83%).

Entre os homens, o eleitorado passou de 74.044.065 para 74.845.001, crescimento de 800.936 eleitores (1,08%).

Os dados sobre cor ou raça, coletados por autodeclaração desde as eleições municipais de 2024, ainda abrangem 20,62% do eleitorado. Entre os que informaram essa condição, 16,94 milhões se declararam pardos, 11,69 milhões brancos e 3,58 milhões pretos.

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Geral

PESQUISA DATASENSUS/ SENADO/ VOTOS VÁLIDOS: Zenaide lidera com 29%, Styvenson tem 25,8%, Coronel Hélio 9,3% e Rafael Motta 9,2%

Pesquisa DataSensus divulgada nesta segunda-feira (20) mostra que, considerando os votos válidos, se as eleições fossem hoje, a senadora Zenaide Maia teria 29% dos votos para manter a cadeira no Senado, seguida pelo também senador Styenson Valentim com 25,8%.

Na sequência vem Coronel Hélio com 9,3%, Rafael Motta com 9,2%, Samanda Alves com 8,7%, Pastor Silvestre (4,1%), Luciana Lima (4,1%), Sandro Pimentel (3,9%), Rosália Fernandes (3,8%) e Tércio Tinôco (2,1%).

A pesquisa eleitoral Data Census divulgada pelo Mega Portal RN foi realizada entre os dias 15 e 17 de julho de 2026, com 2.000 entrevistas em 60 municípios do Rio Grande do Norte. O levantamento está registrado sob os números RN-08307/2026 e BR-01168/2026, possui margem de erro de ±2,1 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Opinião dos leitores

  1. A inútil da Zenaide nunca fez nada pelo RN. O povo daqui merece todo atraso em que vive, elengendo gente da qualidade de Zenaide.

    1. Sem contar que foi contra a CPI do banco Master. Não ter feito nada já seria ruim, mas apoiar bandido é muito pior!

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Geral

Sicredi amplia protagonismo na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito

Presidente e diretor-executivo da Sicredi RN integram delegação brasileira no evento que debate o futuro do cooperativismo financeiro

O Sistema Sicredi participa da Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito (WCUC 2026), promovida pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU), entre os dias 19 e 22 de julho em Sydney, na Austrália.

O evento reúne cerca de 3 mil participantes de mais de 60 países para discutir o futuro do cooperativismo financeiro, com foco em temas como inteligência artificial, sustentabilidade, liderança e inclusão financeira.

Uma delegação de mais de 100 lideranças representa a instituição financeira cooperativa no evento. Entre elas, estão o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro, e o diretor-executivo, Edvaldo Vasconcelos, que integram a comitiva brasileira em um dos principais fóruns globais do setor.

A conferência também marca a assinatura de um acordo de cooperação entre a Fundação WOCCU e a Fundação Sicredi, fortalecendo o compromisso das instituições com o desenvolvimento de lideranças e o avanço do cooperativismo em âmbito internacional.

A participação da Sicredi RN na conferência reforça o compromisso da cooperativa de crédito potiguar com a troca de experiências e o fortalecimento do cooperativismo de crédito em escala global.

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Política

União Brasil oficializa chapa da coligação Esperança e Trabalho e confirma candidaturas ao Governo, Senado, Deputados federais e estaduais

Foto: Reprodução

Em convenção cartorial realizada na manhã desta segunda-feira (20), o União Brasil oficializou a composição da coligação Esperança e Trabalho, formada em parceria com o Progressistas (PP), e confirmou os candidatos que disputarão os cargos de governador, vice-governador, senador, deputado federal e deputado estadual nas eleições deste ano.

Para o Governo do Rio Grande do Norte, a coligação confirmou a candidatura de Allyson Bezerra (União Brasil), que concorre com o número 44. Na chapa majoritária, o candidato a vice-governador é Hermano Morais (MDB).

Na disputa pelo Senado Federal, a coligação terá dois candidatos: Zenaide Maia (PSD), com o número 555, tendo como suplentes Netinho Lins e Odete Lopes; e Tércio Tinôco (União Brasil), com o número 444, acompanhado dos suplentes Marcos Solano e Dadaia Ribeiro.

Também foram oficializadas as nominatas para a Câmara dos Deputados e para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

Na disputa por vagas na Câmara Federal, a coligação confirmou as candidaturas de Benes Leocádio, Faustino, Robinson Faria, João Maia, Leila Maia, Paulinha Galdino, Bianca Negreiros, Dani Ribeiro e Nagila Diniz.

Já para a Assembleia Legislativa, foram homologadas as candidaturas de Galeno Torquato, Cinthia de Allyson, Robson Carvalho, Nenel Lucas, Maciel Gomes, Vavá Azevedo, Deivid Simão, Cunha Moura, Marlene Bezerra, Natalia Leopoldina, Kleber Rodrigues, Nelter Queiroz, Neilton Diógenes, Adriana Trombeta, Julio Cesar, Sirleno Junior, Bambam, Capitã Carla, Polyanna Dantas e Derlandio Jackson.

A oficialização ocorreu durante convenção cartorial realizada na manhã desta segunda-feira, consolidando a formação da coligação e a definição dos nomes que representarão os partidos nas eleições de 2026.

Opinião dos leitores

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