Clima

Governo americano diz que depositará credibilidade ‘em planos sólidos’ do Brasil, e destaca que Bolsonaro adotou ‘tom positivo e construtivo’ durante seu discurso

Foto: Reprodução/CNN/Montagem

Após o discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Cúpula do Clima na manhã desta quinta-feira (22), o governo americano se posicionou sobre as metas estabelecidas pelo governo federal no combate ao desmatamento e redução de emissões de gases.

Em nota, um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA afirmou que o país depositará sua credibilidade em “planos sólidos” e ressalta que os americanos não se furtarão de enviar os recursos necessários.

“Nossa credibilidade se apoiará em planos sólidos, na execução do trabalho e em um foco implacável nos resultados. Alcançar metas ambiciosas requer recursos e os americanos estão comprometidos com a parceria com os brasileiros nesse esforço”, diz a nota.

Após a fala de Bolsonaro na Cúpula, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o governo brasileiro enviou um plano de trabalho aos EUA e que são necessários recursos para colocá-lo em prática.

Segundo o governo do presidente Joe Biden, Jair Bolsonaro revelou um “um tom positivo e construtivo” durante seu discurso.

“Estamos satisfeitos que o presidente Bolsonaro tenha reconhecido o importante papel do setor privado em nos ajudar a encontrar soluções. Concordamos com sua ênfase no envolvimento necessário dos povos indígenas e comunidades tradicionais na proteção das florestas e da biodiversidade, e com seu reconhecimento do importante papel do setor privado em nos ajudar a encontrar soluções.”

O comunicado também diz que “detalhes ainda precisam ser resolvidos”. “Muitos detalhes ainda precisam ser resolvidos, e é justo perguntar a todos os países, Estados Unidos, Brasil e outros – como vamos alcançar nossos ambiciosos objetivos.”

O governo americano diz ainda que seguirá trabalhando em conjunto com o Brasil. “Esperamos continuar trabalhando junto com o Brasil para expandir nosso diálogo e cooperação, com base em nossas décadas de cooperação em desafios ambientais compartilhados.”

“Alcançar a neutralidade de carbono até 2050, dez anos antes do comprometido anteriormente e sem pré-condições, é significativo, assim como seu compromisso de dobrar os fundos disponíveis para fiscalização, um passo crucial para eliminar o desmatamento ilegal até 2030”, diz o comunicado do departamento de Estado dos EUA.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Um finge que fala a verdade e o outro finge que acredita. Menos mau. Pior seria esse senhor continuasse vomitando bobagens.

  2. Marrapaz…deixaram o miliciano falar por último…kkkk
    TB, do Jeito que ele mente…Biden nem queria ouvir….kkkkk

  3. Nem Biden acredita no que ele próprio falou…. Ele sabe que Bozo não é de confiança…Mas os EUA precisam de aliados contra a China…por falar em China, já reduziu a compra de soja do Brasil e tá comprando “apenas” 85% a mais de soja americana…EUA pode até jogar xadrez, mas a China joga Go…kkkk

  4. Se o desmatamento é ilegal como diz o bozo, porque não para esse desmatamento agora? Por que deixar pra 2030?

  5. Pense numa matéria de tirar o sono da esquerda reacionária.
    Biden falando do Brasil sem o ranço e o ódio demostrados pela esquerda contra o Presidente. Qual será a versão que a mídia comprometida com os recursos públicos vai levar ao ar? Qual será o tamanho da mentira que vão colocar nessa notícia, afinal, tem mídia que a credibilidade não existe e ela insiste em permanecer cavando sua própria ruina, sem respeito ao povo e totalmente afastada dos fatos.
    Alguém leu o livro do ex presidente americano Baraque Obama? Ele fala de Lula, está lá escrito, registrado, para ninguém ter dúvida. Vão lá ler, é um político de esquerda atestando a conduta do ex presidente do Brasil.

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Geral

Discurso de novo presidente da Petrobras anima mercado e ações disparam 6%

FOTO: Reprodução/CNN Brasil/ASSISTA AQUI

As ações da Petrobras eram negociadas com ganhos de cerca de 6%, por volta das 14h30 desta segunda-feira (19), enquanto o novo presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, fazia seu discurso de posse.

Embora os comentários de Luna sobre preços de combustíveis não tenham sido inteiramente novos, animou o mercado. Ele disse que buscará reduzir a volatilidade dos preços de combustíveis sem “desrespeitar” a paridade de importação.

A afirmação, vem após o presidente anterior da estatal, Roberto Castello Branco, ter sido substituído em meio a críticas do presidente Jair Bolsonaro por uma alta expressiva dos preços de diesel e gasolina no Brasil, que refletiam avanço das cotações no exterior.

Em um discurso de pouco mais de 15 minutos, no qual ressaltou que “deve chegar ouvindo mais e falando menos”, o general da reserva defendeu que é preciso conciliar “interesses de consumidores e acionistas”.

Na sequência, ele disse que buscará “reduzir volatilidade, sem desrespeitar a paridade internacional, perseguindo a redução da dívida, investindo em pesquisa e desenvolvimento e contribuindo para a geração de previsibilidade ao planejamento econômico nacional”.

O analista de Research da Ativa Investimentos, Ilan Arbetman, afirmou que o tom conciliatório e parcimonioso adotado por Luna é benigno.

No entanto, ressaltou que “a aplicação de transformações no dinamismo de preços e a manutenção da paridade tendem a apresentar antagonismo e requerirão do novo CEO decisões que, corretamente, serão tomadas após o mesmo se ambientar na presidência da companhia”.

“Uma vez que a mudança no comando da petrolífera fora motivada pela insatisfação do governo com a política atual de preços, acreditamos que uma definição sobre os rumos da nova abordagem quanto a política de preços será o primeiro e principal desafio da nova gestão”, afirmou.

Águas profundas

Luna também apontou para uma continuidade em relação ao que pregava a administração anterior, dizendo que a Petrobras deve “crescer sustentada em ativos de óleo e gás de classe mundial, em águas profundas e ultra profundas, buscando incessantemente custos baixos de eficiência”.

Castello Branco vinha realizando um ambicioso plano de venda de ativos, para focar na produção de óleo e gás natural, no pré-sal, em áreas com alto rendimento.

“Não há dúvidas de que os principais desafios, entre tantos outros, são fazer a Petrobras cada vez mais forte, trabalhando com visão de futuro”, disse Luna, na cerimônia que foi transmitida pela internet, seguindo protocolos para evitar o contágio do novo coronavírus.

Luna não fez comentários explícitos, no entanto, sobre o plano em curso para a venda de dezenas de ativos da empresa.

Presente do evento, o ministro de Minas e Energia, o almirante da reserva Bento Albuquerque, afirmou em seu discurso que as vendas de ativos da Petrobras têm sido um “sucesso” e são importantes também para promover a competição no setor.

Diferentes interesses

Além de acenar para o mercado e para consumidores, Luna também se direcionou ao quadro de pessoal da empresa, qualificando-o como “comprometido, engajado, vibrante, profissional” e ressaltou a escolha dos quatro novos diretores, que acumulam décadas de experiência na petroleira.

“O que se quer do novo presidente da Petrobras, imagino, é o novo que se espera que ele produza, em equipe, alinhado com a missão da empresa, liderando um time capaz de vencer desafios, nessa complexa conjuntura, entregando resultados”, afirmou.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Agora a Petrobrás terá um presidente, como nunca teve nos últimos anos.
    MITO acertou em cheio.

    1. kkkk, burrice tem limite, seu jegue, nos últimos anos foi ele q colocou, q burro

    2. Quero comprar o botijão de gás a R$ 35,00 e a gasolina a R$ 2,60.
      Kkkkkkkk

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Política

‘Nós voltaremos, de uma maneira ou de outra’, diz Trump em último discurso como presidente

Foto: Mandel Ngan/AFP

O presidente Donald Trump fez seu último discurso como presidente dos Estados Unidos na manhã desta quarta-feira, 20, na base aérea Andrews, em Washington. Ao agradecer aos apoiadores presentes, Trump afirmou: “Nós voltaremos, de uma maneira ou de outra”.

O discurso durou pouco mais de 10 minutos. Trump agradeceu ao apoio da equipe e dos familiares durante os quatro anos de governo. “A vida deles podia ter sido muito mais fácil, mas eles fizeram um trabalho espetacular.”

Após agradecer à família, Trump chamou a esposa Melania Trump ao púlpito. A primeira-dama também agradeceu aos apoiadores pelo suporte ao governo. “Ser a primeira-dama de vocês foi a maior honra da minha vida”, disse. E completou: “Que Deus abençoe a vocês, a suas famílias e a essa grande nação.”

No discurso, Trump também voltou a chamar o novo coronavírus de “vírus chinês”, forma pejorativa que o presidente usou durante a pandemia. Ao prestar solidariedade às vítimas da covid-19, Trump voltou a se referir ao vírus com o termo e afirmou que “não sabemos como o vírus veio ao mundo, mas tomem cuidado”.

O presidente também destacou os indicadores econômicos conquistados por seu governo. Trump afirmou que a economia americana alcançou patamares históricos antes da pandemia e, mesmo após a crise, conseguiram reconstruí-la.

Trump deixou o púlpito sob aplausos de alguns apoiadores que acompanharam a despedida do presidente e ao som de Village People, Y.M.C.A.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Menos 1 enganador. Aqui no Brasil já faz décadas que somos enganados. Vamos torcer que na próxima eleição acertemos.

    1. Ô… Vc deve ter morado lá nos últimos 30 anos. kkk
      Bem capacitado em avaliar….

  2. É simples Samuel, é só vc acompanhar em quê os EUA vai se transformar nós prox. 2 anos. Se veremos a superação econômica e o período de paz que passou o país nesses últimos 4 anos.

    1. Falou o adorador de Maduro, kim Jong Um, Fidel Castro e Lula.
      Esquerda é ódio, agressividade e desrespeito.
      Por falar em autoritarismo, qual a diferença entre a censura na China e a das big tech nos Estados Unidos?
      Um pequeno grupo de bilionários, donos de emissoras de TV e redes sociais tentando destruir a democracia e os valores americanos para impor sua pauta de liberação de drogas, promoção de aborto, apoio a invasão de milhões de imigrantes, perseguição ao cristianismo, promoção da pauta LGBT, divisão racial e estímulo ao radicalismo?
      Um seguidor de Lula e Dilma chamar o presidente americano é típico da agressividade lulopetista.
      Esquerda é ódio e agressividade.

    2. Como é, Antônio Turci Comunista? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      Esse Paulo tem que tratar a mente e a alma. Oremos.

  3. O galego não era arroxado????
    Ele disse que não ia sair de jeito nenhum.
    No fim, foi só fogo de palha pro gado acreditar, o mesmo vai acontecer com o Bozo, esse pessoal só sabe blefar, o Tonho da Lua já ta desesperado pra comprar a vacina comunista……
    E agora? Qual a narrativa que as vacas do Bozo vão usar?????

    1. Será que encorajou o Minto? Kkkkkkk arrochado pra não descer as f…..

    2. Parabéns pelo elevado nível, isso é um incentivo ao debate público construtivo.

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Política

VÍDEOS: Falas em discurso de Bolsonaro na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU foram deturpadas; veja ainda íntegra e tire suas conclusões

 

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As “polêmicas declarações” do presidente Jair Bolsonaro, como assim classifica parte da imprensa, no discurso na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), nessa terça-feira(22), apresentaram pontos sensíveis de deturpação da fala, diante do que foi apresentado. O Blog do BG detalha: Conforme pode ser conferido em vídeos e em discurso na íntegra, no fim desse post, o presidente não falou que o auxílio emergencial era de mil dólares. Na verdade, falou que a soma era de aproximadamente mil dólares. Outros dois pontos repercutidos por parte da mídia, também apresentam deturpação do que foi noticiado: Bolsonaro não apregoou culpa em índios e caboclos. Como pode ser visto detalhadamente em texto, o presidente separou os focos culturais de coivaras com os focos criminosos e mostrou ações na regularização fundiária e com o uso do exército Por fim, também há uma outra distorção da fala em relação ao trecho que cita a decisão do STF, que de FATO, proibiu o presidente de decidir sobre isolamento e quarentena. Além da deturpação de parte da mídia, a nota da Associação Brasileira de Imprensa(ABI) – “Bolsonaro mente e envergonha o Brasil”, definitivamente, não é fidedigna ao discurso apresentado. Leia no Blog do BG, a íntegra do discurso do presidente Jair Bolsonaro na abertura da Assembleia Geral da ONU nessa terça-feira (22).

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As “polêmicas declarações” do presidente Jair Bolsonaro, como assim classifica parte da imprensa, no discurso na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), nessa terça-feira(22), apresentaram pontos sensíveis de deturpação da fala, diante do que foi apresentado.

O Blog do BG detalha:

Por tradição, o Brasil abre o evento.

O presidente fez declaração na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). Por tradição, o Brasil abre o evento.

Conforme pode ser conferido em vídeos e em discurso na íntegra, no fim desse post, o presidente não falou que o auxílio emergencial era de mil dólares. Na verdade, falou que a soma era de aproximadamente mil dólares.

Outros dois pontos repercutidos por parte da mídia, também apresentam deturpação do que foi noticiado:

Bolsonaro não apregoou culpa em índios e caboclos. Como pode ser visto detalhadamente em texto, o presidente separou os focos culturais de coivaras com os focos criminosos e mostrou ações na regularização fundiária e com o uso do exército

Por fim, também há uma outra distorção da fala em relação ao trecho que cita a decisão do STF, que de FATO, proibiu o presidente de decidir sobre isolamento e quarentena.

Além da deturpação de parte da mídia, a nota da Associação Brasileira de Imprensa(ABI) – “Bolsonaro mente e envergonha o Brasil”, definitivamente, não é fidedigna ao discurso apresentado.

(Foto: Reprodução)

E MAIS:

Leia abaixo a íntegra do discurso do presidente Jair Bolsonaro na abertura da Assembleia Geral da ONU nessa terça-feira (22):

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. BOLSONARO ATÉ 2026…???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

  2. Eita que BG está 100% engajado na campanha do presidente.
    BG, não caia nessa, não vale à pena.

  3. Um senhor que chamou a covid de gripezinha, que jogou a responsabilidade da pandemia aos estados, que pagou $ 600 reais com muito atraso, que deixou muitas lojas, restaurantes, etc, fecharem , pois a ajuda emergencial que muito mais muito depois, depois que defendeu a cloroquina, sendo contrário as autoridades mundiais da saúde, mandando o povo ir para as ruas, não usando máscaras nem praticando o distanciamento social, no auge pandêmico, fugindo das responsabilidades ambientais, dizendo que tudo é truque da oposição, será que fala verdade em seu discurso, desprovido de algumas verdades? Me desculpe, acabei de perceber que , até agora, não tenho candidato para as próximas eleições. Tudo é farsa!!! Onde está o tal patriotismo? Muda Brasil de novo!!!

    1. Não vou defender Bolsonaro, mas fica evidente que você tem problemas em entender os fatos. Sua visão e percepção estão sofrendo de distorção doentia ou proporcional. Suas afirmativas vão em conflito a realidade. A começar pela questão do covid.
      Quem passou a responsabilidade aos governos foi o STF. Mais de 75% das mortes com covid se deu nos Estados que se colocaram contra a ivermectina e cloroquina no tratamento. O resto que fala, nem merece ser comentado, pois é uma distorção dos fatos.

    2. Seus comentários são típicos de pessoas invejosas.
      Vai se informar melhor e estudar os assuntos para dar sua opinião.

    3. Apoiadissimo! A soma das parcelas, pra todos que receberão até o final (sim, a 2a onda do auxílio trouxe exclusão de beneficiados) fecha em 770 dólares (cotação de hoje), tá um pouco longe de ser mil! União não é isenta pelo STF, porém corresponsável (papel que não assumiu) pela gestão de saúde. O auxílio inicialmente proposto seria de 200/pessoa e graças a algum empenho do Congresso, e, diga-se de passagem, da esquerda, foi elevado. O governo federal falhou sim, e falhou feio, em dar crédito pra salvar as pequenas e microempresas, que são quem de fato movimenta a economia e emprega nesse país. Reduziu em 1/3 a capacidade de fiscalização dos biomas nacionais e põe em cheque os próprios dados que divulga! Só isso já é suficiente pra não levar a sério o que ele diz! Tá foda, Brasil!

    4. Só falta vc dizer que Bolsonaro criou o virus no Palácio do Planalto para poder dar auxilio emergencial e ter um índice de aprovação maior.
      Pare de criar notícias ou deturpá-las.
      A esquerda não tem votos suficientes para (sozinha) mudar/aprovar qualquer coisa que esteja em votação
      Ô povo "megalomaníaco".

  4. BG, em média o auxílio era entre 800 e 900, pq mulher SOLTEIRA recebe dobrado. então o total chega próximo a 1000 dólares mesmo.

  5. O eleitor brasileiro, têm duas maneira de votar.ou vota por paixão, ou vota por interesse. Pelos comentários da pra perceber. Por isso os brasileiros tem os políticos que merece. Encham o bicho..

    1. Vc é brasileiro? Se for, se enquadra em qual das categorias?
      Se for estrangeiro, não tem valor sua opinião.

    1. É verdade, a GOVERNADORA FÁTIMA DO PT, quando SENADORA , disse ñ aceita a REFORMA DA PREVIDÊNCIA , por que destruía, estrupra e violenta os direitos dos trabalhadores / trabalhadoras principalmente os APOSENTADOS E PENSIONISTAS que prejudica no presente e no futuro o funcionalismo público ESTADUAL. Agora traiu tudo e todos resto é balela.

  6. Rapaz, se o Presidente da ABI é desse nível, leva a mais uma instituição importante ao descrédito e ao ridículo. É impressionante o ativismo político radical desse povo! Será que ele não sabe que existem gravações originais de todo pronunciamento oficial? Mentir em entrevistas nas esquinas é fácil e eles são contumazes nessas artimanhas.

  7. Apenas as mães que tem filhos menores de dezoito anos e que se inscreveram no primeiro lote, poucos diad de abril, assim que começou o programa, apenas essas que se aproximam de mil dólares, se alguém se cadastrou em meados de abril, já não vai receber a última parcela. Digo isso pq auxiliei duas mães no cadastro, só isso basta pra não acreditar em nada que ele falou.

    1. Isso é probelma de interpretação de texto ou tá apelando para a falácia da "evidência anedótica"?

  8. Ainda bem que o BG não é um dos muitos analfabetos funcionais espalhados na mídia. Se bem que no meio dessas distorções criadas tem muito mau-caratismo mesmo.

  9. O presidente proferiu um discurso histórico, no qual abordou TODOS os assuntos importantes para o nosso Brasil. Os verdadeiros brasileiros devem seguir seu exemplo e repercutir seus argumentos. É claro que a "lacrolândia" prefere, infantilmente, atender os interesses dos inimigos do nosso país e do nosso povo. Isso não mudará, mas o povo está enxergando tudo.

  10. Antes quando era parceiro de Cuba, Moçambique, Irã e Líbia não era um "pária". Cretinos. Vocês, da ABI, são a materialização do que de mais sujo há nessa imprensa pútrida. Espero que caia de podre e seja substituída cada vez mais pela informação na sua fonte primária e direta. A sociedade não suporta mais editorzinho de jornal decidindo o que é importante publicar.

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Diversos

VÍDEO: Em discurso para líderes mundiais, Bolsonaro destaca “política de tolerância zero” contra o crime ambiental; veja

Apesar do caráter virtual, a sede da ONU em Nova York receberá um representante de cada país. Cerca de 200 pessoas estão fisicamente presentes, o que equivale a 10% da capacidade de ocupação da estrutura. ASSISTA ACIMA A PARTIR DE 19 MINUTOS E 50 SEGUNDOS.

Assim como em 2019, quando discursou pela primeira vez na ONU, Bolsonaro deve falar sobre a Amazônia e as políticas ambientais do seu governo. Cada país-membro tem até 15 minutos para os discursos. Após a fala do presidente brasileiro, Donald Trump, Tayyip Ergodan e Xi Jinping – líderes dos Estados Unidos, Turquia e China, respectivamente – ocuparão a tribuna virtual.

“O presidente vai tocar na Amazônia. A princípio vai mostrar aquilo que estamos fazendo. Temos ainda a criação do Conselho [da Amazônia], a criação da operação Verde Brasil 2, um esforço do governo em combater as ilegalidades, o que não é simples, não é fácil e elas continuam a ocorrer, infelizmente”, afirmou a jornalistas, nesta segunda-feira (21), em Brasília, o vice-presidente Hamilton Mourão. Ele coordena as ações do governo brasileiro no combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Orgulho do povo Brasileiro
    Motivo de choradeira dos defensores de ladrões…
    Bolsonaro de novo em 2022 !!!
    Vamos todos conservadores apoiar nosso presidente,
    2 anos de governo sem corrupção,
    E ainda tem jumento com saudade do Luladrão!!!

  2. Ele acha que o mundo é um curral, igual o gado que o segue aqui no Brasil, e que mentir descaradamente vai ajudar a limpar a péssima imagem do país no exterior. Uma tragédia!

  3. Uma coisa essa caterva bolsonarista saber fazer: manipular a verdade, para alguns, pós verdade (termo da moda).

  4. VALEU PRESIDENTE, você é orgulho para o nosso país, sua atuação perante a PANDEMIA foi exemplar para todo mundo, evitou que a nossa economia fosse arruinada.
    Socorreu a todos e manteve o país funcionando, nossa economia irá se reerguer muito em breve graças a sua CORAGEM e firmeza em manter o país operando.
    PARABÉNS também por mostrar a todos que a AMAZÔNIA é brasileira, e nós é que devemos cuidar dela.

  5. Esse analfabeto é um fanfarrão e mentiroso. Essa boiada imunda não se cansa de passar vergonha. O Brasil virou chacota lá fora, ninguém mais respeita. Até o Trump, faz desse fantoche, gato e sapato.

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Educação

Em discurso de posse, ministro da Educação afirma que é a favor da laicidade do estado e diz que nunca defendeu violência

O novo ministro da Educação, Milton Ribeiro Foto: Reprodução

O ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, tomou posse nesta quinta-feira em uma cerimônia fechada para a imprensa no Palácio do Planalto. Em seu discurso, Ribeiro afirmou que vai conduzir sua gestão com base em princípios constitucionais e respeitando a laicidade do Estado. O ministro disse também que nunca defendeu a violência nas escolas, justificando uma afirmação anterior na qual mencionou que crianças devem ser educadas com “dor”. Em um vídeo que circulava pelas redes sociais, Ribeiro também dizia que a “correção” não será obtida por “métodos suaves”, com a exceção de algumas crianças “superdotadas” que entenderiam o argumento dos pais.

Em sua fala, Ribeiro agradeceu ainda à escola pública e afirmou que quer abrir o diálogo no MEC. Ribeiro, que é pastor da Igreja Presbiteriana, é o quarto ministro da Educação do governo do presidente Jair Bolsonaro, que participou do evento por videoconferência.

— Conquanto, tenho a formação religiosa, meu compromisso que assumo hoje ao tomar posse, está bem firmado e localizado em valores constitucionais da laicidade do estado e do ensino público. Assim, Deus me ajude.

O novo gestor chega ao MEC após uma crise na sucessão da pasta depois da saída do ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub. Ribeiro chega para substituir Carlos Alberto Decotelli, que ficou apenas cinco dias no cargo e foi demitido devido a inconsistências no currículo.

— Jamais falei de violência física na educação escolar, nunca defenderei tal prática que faz parte de um passado que não queremos de volta. Entretanto, vale lembrar que devido à implementação de políticas e filosofias educacionais equivocadas no meu entendimento, que desconstruíram a autoridade do professor em sala de aula, o que agora existe são episódios de violência física de alguns maus alunos contra o professor. As mesmas vozes críticas da sociedade devem se posicionar contra esses episódios com a mesma intensidade — argumentou.

Ao longo da fala, Ribeiro defendeu o diálogo e adotou um tom conciliador. O ministro disse que não se pode “desmerecer” quem veio antes.

— Queremos abrir grande diálogo para ouvir acadêmicos e educadores que, como eu, estão entristecidos com o que vem acontecendo com a educação no país. Haja visto nossos referenciais e colocações no Pisa— disse, acrescentando:

— Para não ser injusto, ao olhar o passado educacional do nosso país não se pode desmerecer que grandes educadores deram legítimas e valiosas contribuições. Não estava tudo errado, mas o que vemos como resultado de políticas implementadas é que levaram ao que vemos nos dias de hoje na escola, sobretudo com nossas crianças.

Diferentemente de grande parte das posses do alto escalão do governo, a cerimônia do ministro da Educação aconteceu em uma sala no 3° andar do Palácio do Planalto. Em geral, esses eventos acontecem no Salão Nobre da sede do governo ou nos Salões Oeste ou Leste

Embora o governo recorrentemente promova eventos, inclusive posse de outros ministros como Fábio Faria, das Comunicações, no Planalto, a justificativa que circula sobre a posse ter sido fechada para a imprensa e em um local menor foi a precaução em relação ao novo coronavírus. O ministro, no entanto, tem 62 anos e é mais novo que o próprio presidente Jair Bolsonaro, que já participou de diversos eventos com aglomerações.

Outra versão que circula nos bastidores é que o governo pode ter se precavido com medo de a posse ser esvaziada. A escolha de uma sala no terceiro andar também é vista como desprestígio.

O Globo

 

Opinião dos leitores

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Judiciário

Discurso anticorrupção de Witzel é colocado à prova com suspeitas na pandemia

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo

Eleito com discurso duro de combate à corrupção num estado que teve cinco ex-governadores presos, Wilson Witzel (PSC) se vê agora sob o foco de investigações criminais sobre sua gestão durante a pandemia do novo coronavírus.

O governador viu o número dois da Secretaria de Saúde e um ex-cliente de seu antigo escritório de advocacia presos sob suspeita de fraudes nas compras emergenciais para enfrentamento da crise de saúde.

Witzel tem também contra ele um inquérito sobre funcionários fantasmas empregados sob indicação de um ex-assessor pessoal. Viu ainda o próprio nome citado em escutas e depoimento na Operação Favorito, desdobramento da Lava Jato no estado deflagrado na quinta-feira (14). Os dois casos estão sob análise da Procuradoria-Geral da República.

Neste último domingo, o governador exonerou o secretário de Saúde, Edmar Santos, em meio às apurações. Ele afirma que a demissão ocorreu por falha na gestão dos hospitais de campanha, cuja montagem está em atraso.

A sequência de suspeitas ocorre no momento em que Witzel se coloca como um contraponto ao presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento ao novo coronavírus. O Rio de Janeiro foi um dos primeiros a determinar o isolamento social, enquanto Bolsonaro quer a retomada das atividades econômicas.

Deputados bolsonaristas afirmam que Witzel e seus aliados usam a pandemia como desculpa para desviar recursos públicos. Embora as medidas sanitárias aplicadas pelo governador tenham respaldo da maior parte das instituições médicas, as compras emergenciais levantaram suspeitas.

Gabriell Neves, ex-subsecretário-executivo de Saúde, foi preso sob suspeita de fraudar o processo de aquisições emergenciais de respiradores. Também foi detido um superintendente da pasta. Ele coordenou compras que somam cerca de R$ 1,8 bilhão sem licitação.

Investigações da Lava Jata fluminense, iniciadas para apurar a gestão Cabral, detectaram que empresários que pagavam propina no passado continuaram a atuar na gestão do ex-juiz.

O alvo principal da Operação Favorito, Mario Peixoto, foi cliente do escritório de Lucas Tristão, secretário de Desenvolvimento Econômico, de quem Witzel diz ter sido sócio. A relação comercial se iniciou durante e terminou logo após a campanha eleitoral de 2018.

Gravações feitas com autorização da Justiça pela Polícia Federal mostram como Peixoto tem influência até sobre nomeações em órgãos como a Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica) e o Detran. Elas confirmam relatos que estendem a área de influência do empresário a outros órgãos do estado.

O ex-presidente da Faetec, Carlos Marinho, afirmou à PF que Peixoto tem “forte influência” sobre o próprio governador.

As interceptações telefônicas também mostram conversas sobre pagamento de propina a agentes públicos da saúde. Um dos funcionários de Peixoto assim descreve a abordagem de funcionários da pasta: “Você vê a volúpia que estes caras estão para arrumar dinheiro”.

O comentário, feito pelo diretor do Instituto Data Rio, Luiz Martins, foi feito para descrever como conseguiu a revogação da desqualificação de outra organização social, a Unir Saúde, por irregularidades na gestão de unidades de saúde do estado. A medida, que impedia a entidade de firmar contratos públicos, foi revertida graças a despacho assinado por Witzel.

No dia seguinte à publicação da decisão em Diário Oficial, Martins comentou a decisão com o ex-deputado Nelson Bornier, aliado de Witzel e cujo filho, Felipe Bornier, é secretário de Esportes.

“Eu sei que tem muito pai aqui e eu teria que fazer um DNA para saber quem é o pai. […] Eu te passei isso aí porque eu sei que você tem uma parte de paternidade também”, disse Martins a Bornier.

As menções a Witzel foram enviadas para a Procuradoria-Geral da República para análise.

As suspeitas na saúde se juntam a uma investigação aberta, com autorização do STJ (Superior Tribunal de Justiça), para analisar a eventual participação do governador na contratação de sete funcionários fantasmas no estado. Todos eram parentes de Valter Alencar, ex-assessor do gabinete de Witzel exonerado no ano passado.

Witzel tem reagido mostrando apoio às investigações. Na primeira operação, que prendeu Gabriell Neves, o governador apontou o fato de ter demitido o ex-subsecretário semanas antes, após reportagens levantarem suspeitas sobre as compras emergenciais.

Na quinta, o governador demorou o dia inteiro para comentar a operação que prendeu Mario Peixoto.

“Determinei à CGE [Controladoria Geral do Estado] e à PGE [Procuradoria Geral da República] que façam uma auditoria minuciosa de todos os contratos que existem no governo com essas empresas. Se forem encontradas irregularidades, os contratos serão cancelados. Caso haja participação de funcionários e servidores do governo, os mesmos serão exonerados”, disse ele, em nota.

Witzel anulou nesta sexta (15) o despacho em que revogava da desqualificação da Unir Saúde.

Em relação à investigação sobre as contratações fantasmas vinculadas a seu ex-assessor pessoal, o governador afirma que “está à disposição para contribuir”.

O secretário Lucas Tristão disse, em nota, que “não exerce a advocacia desde janeiro de 2019”. “Desde então, não defende interesses de qualquer pessoa específica, mas apenas os interesses sociais vinculados ao desenvolvimento econômico do estado do Rio de Janeiro”, afirmou o secretário, em nota.

A defesa de Mário Peixoto afirmou, em nota, que a prisão do empresário “surpreende pela total ausência de necessidade efetiva de tal medida, em um momento grave de pandemia”.

“Fatos que seriam passíveis, no máximo, de investigação policial, serviram de base para uma custódia provisória, não advinda de uma condenação criminal, eis que sequer existe denúncia formal apresentada pelo Ministério Público”, afirmou o advogado Alexandre Lopes.

A reportagem não conseguiu localizar Valter Alencar e Nelson Bornier.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Interessante, quando é com algum dos Bolsonaro já vai logo direto, como não é, aí entra como colocado a prova. Meu Deus

  2. As pessoas metem o pau em Bolsonaro e não conseguem enxergar que no governo dele, até hoje, não teve corrupção, enquanto aqueles que só usaram de sua popularidade pra se eleger e depois saíram fora, estão todos enrolados, inclusive, o "Deus", Serginho moro mentiroso.
    Toda semana aparece alguém querendo desestabilizar o mandato do presidente, ficam acionando a justiça em vão. Várias tentativas já foram frustradas, mas mesmo assim não desistem.

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Judiciário

(VÍDEO): Confira discurso de André Luiz de Almeida Mendonça, novo ministro da Justiça e Segurança Pública, que teve grande repercussão nesta quarta


O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, tomou posse na tarde desta quarta-feira(28).

Ex-advogado-geral da União, André Luiz de Almeida Mendonça, assume a pasta de ministro da Justiça e Segurança Pública no lugar de Sérgio Moro, que demitiu-se na última 6ª feira.

Assista acima posse do novo ministro da Justiça, a partir de 13 minutos e trinta segundos.

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Saúde

Em discurso de posse, Teich fala em ‘foco nas pessoas’ e parceria com estados

Foto: Reprodução/GloboNews

O novo ministro da Saúde, o oncologista Nelson Teich, tomou posse nesta sexta-feira (17) em cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. O ministro afirmou que terá “foco na pessoas” e que fará um trabalho de parceria com estados e municípios para conter o coronavírus.

Teich substituiu o agora ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, que se desgastou com o presidente por causa das estratégias adotadas contra a pandemia. Até esta quinta-feira (16), o Brasil já havia confirmado 30.891casos da covid-19 (doença causada pelo vírus) e 1.952 mortes.

Em discurso na posse, Teich disse que uma das táticas de sua gestão será acompanhar diariamente, com estados e municípios, informações atualizadas sobre o avanço do vírus e outros problemas que poderão estar afetando a rede de saúde.

“[Vamos] Acompanhar diariamente a evolução em cada estado e município, de como está evoluindo a covid-19 e outros problemas que possam estar relacionados à saúde. Trabalhando com os estados, com os municípios, para que a gente consiga ter uma agilidade na solução de problemas que vão surgir. Você tem que analisar todo dia o que está acontecendo, fazer planejamento e executar””, afirmou Teich.

O novo ministro ressaltou que, independentemente de serem discutidas ações na economia ou na saúde, o resultado sempre deve buscar o que será benéfico para a população. “O final é sempre gente”, disse.

“Hoje tenho colocado isso, foco que a gente tem aqui, e tudo que a gente vai fazer, é nas pessoas. Por mais que você fale em saúde, por mais que você fale em economia, não importa o que você fala, o final é sempre gente”, afirmou.

Ele disse ainda que sua gestão vai buscar informações de todas as áreas para aprimorar o combate ao vírus. Segundo Teich, os indicadores sociais, como desemprego, serão levados em conta para as ações na saúde.

“Tem que acompanhar também os indicadores sociais. Se tiver mais desemprego, pessoas que vão perder o plano de saúde, isso vai impactar o SUS. [Vamos buscar a] Informação detalhada, com qualidade, bem avaliada e bem estruturada. E formação de equipe. Coisa que pretendo trazer de forma mais intensa de transição de um ministro para o outro”, explicou Teich.

No discurso, Teich também disse que vai buscar integração e troca de informações entre os ministérios para encontrar soluções no combate ao coronavírus.

“Juntar informações das diferentes áreas. Tentar aumentar quantidade de informações. Maior integração entre ministérios, para que possa mapear coisas ligadas a saúde que são fundamentais”, disse Teich.

Carreira

Nelson Teich tem 62 anos, é carioca, e nos anos 1990 fundou o Centro de Oncologia Integrado (Grupo COI), onde atuou até 2018. Segundo o perfil dele em uma rede social, trabalhava como consultor em gestão de saúde.

Formado em medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), ele se especializou em oncologia no Instituto Nacional do Câncer (Inca) e estudou Gestão de Negócios na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Em dezembro de 2018 entrou no doutorado de Ciências e Economia da Saúde na Universidade de York, no Reino Unido, onde já havia concluído o mestrado na mesma área.

Em 2008, ele fundou, no Rio, um instituto sem fins lucrativos dedicado a pesquisas sobre o câncer e à formação de profissionais nessa área. Nelson Teich atuou no instituto por dez anos. Depois, se tornou consultor sênior na Teich Health Care, que faz planejamento e execução de projetos em saúde.

Em 2010 e 2011, ele prestou consultoria para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, também focada em gestão da saúde.

Na política, o novo ministro da Saúde atuou como consultor informal da equipe de campanha do então candidato Jair Bolsonaro. Chegou a ser cotado para ocupar a pasta, mas Bolsonaro acabou escolhendo Luiz Henrique Mandetta.

O médico e pesquisador participou do governo como assessor do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, de setembro de 2019 a março de 2020.

G1

Opinião dos leitores

  1. Interessante o mister Ricardo Lúcido, as vezes nós comentamos alguma coisa aqui no blog do BG, e o moderador não permite nossos comentários. O mister Lúcido, nos últimos dias tem dado palpite e comentado tudo que aparece, BG tá de porteira aberta!!!

    1. Cidadão , não conheço BG , na verdade teria um imenso prazer em parabeniza-lo pelo espaço democrático. Sugiro ao amigo que envie suas mensagens quanto é pertinente ele pública . Abra-te Sésamo , tem espaço para você .

  2. O novo ministro pode ser caracterizado como o popular vaselina . Rolando lero ainda é muito . Parece ser um bom rapaz , terno com corte italiano , relógio Rolex e gravata Hermes . Observei os detalhes . O presidente , votei nele e me arrependo , me parece que está com um corte de cabelo diferente , tem um disponho saindo no meio da testa . Mandetta , com roupa simples e com a cara mais aliviada teve ter dormido melhor de ontem para hoje . Vamos torcer pelo jovem ministro . Que ele tenha boa sorte . Tamô junto

    1. Muito bons seus comentários. Apesar de eu ser canhoto, eu não me sinto ofendido com seus comentários. Diferentes de alguns aqui, que não sabem argumentar!vlw

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Política

A assessores, Mandetta diz não cogitar deixar cargo após discurso de Bolsonaro

Foto: Isac Nóbrega / PR / Divulgação / CP

Auxiliares do ministro da Saúde afirmaram ao blog nesta quarta-feira (25) que Luiz Henrique Mandetta não cogita pedir demissão do cargo, apesar do pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro contrariando orientações das autoridades de saúde — incluindo técnicos do Ministério da Saúde.

Na noite desta terça-feira (24), em rede nacional, Bolsonaro voltou a minimizar o novo coronavírus, que causa a doença Covid-19.

Na avaliação de assessores de Mandetta, o ministro não quer endossar publicamente o pronunciamento do presidente e quer se “manter técnico”, embora Bolsonaro já tenha declarado hoje que pedirá ao ministro que reveja o isolamento total.

Perguntado pelo blog se Bolsonaro pode tirar Mandetta caso não aceite a posição do ministro, de não endossar as novas posições do presidente, auxiliares de Mandetta afirmam que “isso depende da decisão de Bolsonaro”. Mas o ministro, reforçam, não sinalizou a assessores que pediria demissão. A conferir.

Blog da Andréia Sadi – G1

Opinião dos leitores

  1. Apesar de destoar do tom tresloucado predominante do governo, não esqueçam: MANDETTA É POLÍTICO!!! Já há relatos de compras superfaturadas realizadas em empresas de apoiadores do governo, aproveitando as dispensas de licitações.

  2. Ele não tem que pedir pra sair, está tendo o reconhecimento de todos, pelo trabalho que está realizando em defesa da população brasileira.

  3. Brasil está sendo governado por não mais que três ou quatro ministros.
    A fala de Bolsonaro tem o mesmo valor que um risco n'água ou o peido de um fresco.

    1. Eu,na condição de travesti que sou,posso afirmar:o meu peido tem mas valor que o de Bolsonaro!

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Política

De Bolsonaro para Regina Duarte: “Você não está vendo um brucutu na sua frente, não, você tem aqui um amigo”

 Foto: Reprodução/TV Globo

No discurso na posse de Regina Duarte na Secretaria Especial da Cultura, Jair Bolsonaro terminou a sua fala, dizendo:

“Você não está vendo um brucutu na sua frente, não, você tem aqui um amigo. Com a sua maneira de ser, a sua alegria, você conquistará mais ainda todos nós. Tenho certeza (de) que você cumprirá a essa missão (de forma) muito bem cumprida.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. “você não trata como gente quem te trata como cachorro”!
    "Os profissionais normalizaram o comportamento de um vagabundo que se compraz em humilhá-los", afirma o jornalista Kiko Nogueira; agora aguentem a humilhação diária a que estão sendo submetidos.

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Política

Trump ataca Irã, China, Venezuela, ONGs, imigração e socialismo em discurso na ONU

Foto: Don Emmert/AFP

O presidente Donald Trump fez uma defesa do patriotismo e do direito de cada país lutar pelos próprios interesses ao fazer seu discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira (24). Ele também fez críticas ao Irã, à Chna e a ONGs que defendem migrantes

“O futuro não será dos globalistas. Será dos patriotas”, disse. “Se você quer liberdade, tenha orgulho de seu país. Se quer democracia, defenda sua soberania. Se quer paz, ame sua nação.”

Trump também criticou a imigração e disse que a vinda de estrangeiros ilegais “mina a prosperidade do país” e acusou as ONGs que ajudam migrantes ilegais: “Suas políticas são cruéis e más, e ajudam a minar os direitos humanos”.

Ele prometeu combater as redes de tráfico internacional, e se dirigiu às pessoas que querem imigrar de forma ilegal. “Não pague coiotes. Não se coloque em perigo. Se você chegar até aqui, será rapidamente enviado de volta para casa. Enquanto eu for presidente, vamos reforças nossas fronteiras.”

O presidente acusou outros países, especialmente a China, de se beneficiarem das regras do comércio global de modo a prejudicar a economia dos EUA e, especialmente, sua classe média. “A Organização Mundial do Comércio precisa de mudanças drásticas”, disse.

“Durante anos, estes abusos [no comércio internacional] foram tolerados, ignorados, ou mesmo estimulados”, denunciou Trump, questionando novamente a globalização.

Segundo ele, o “globalismo” levou os líderes mundiais a ignorarem seus próprios interesses nacionais. “Mas, no que diz respeito aos Estados Unidos, esses dias acabaram”, frisou.

Trump destacou os baixos números de desemprego e a queda da pobreza nos EUA durante seu governo, e que negros e hispânicos também se beneficiaram.

Ainda ao falar da China, citou a situação em Hong Kong, onde manifestantes protestam contra medidas do governo central, em Pequim. “A forma como a China lidará com essa situação dirá muito sobre seu papel no mundo no futuro.”

Houve ainda ataques ao Irã, chamado de país sanguinário e principal financiador do terrorismo. “Todas as nações têm o dever de agir. Nenhum governo responsável deveria subsidiar o desejo de sangue do Irã.”

A Venezuela também foi citada. O ditador Nicolás Maduro foi chamado de “marionete cubana, protegido por seguranças cubanos”.

O presidente atacou o socialismo e disse que esse modelo jamais terá espaço nos EUA. “A Venezuela nos lembra de que o socialismo e o comunismo não se tratam de justiça, não versam sobre igualdade, nem sobre a ajuda aos pobres (…) O socialismo e o comunismo tratam de uma única coisa: do poder da classe dirigente”, completou.

Apesar dos ataques a vários países, Trump disse que seu país, apesar de ter a maior força militar do mundo, prefere que seja melhor não utilizá-la, e que “busca parceiros, não adversários”.

Ao final do discurso, o presidente defendeu os direitos LGBT e disse que os EUA trabalham para que outros países descriminalizem a homossexualidade. Ele também defendeu a igualdade de pagamento entre homens e mulheres e a liberdade religiosa.

Trump não citou o Brasil em seu discurso. Ele falou logo após a participação do presidente Jair Bolsonaro. O líder brasileiro também fez críticas à ONGs e ao socialismo em sua participação.

Folha de São Paulo

 

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Política

AGRESSIVO OU FIRME? confira elogios e críticas do discurso de Bolsonaro na ONU

Foto: Reprodução

O ANTAGONISTA – ANÁLISE: Goste-se ou não, Bolsonaro fez um discurso de estadista

O discurso de Jair Bolsonaro foi forte: disse que o Brasil se encontrava ameaçado pelo socialismo, atacou a corrupção que assolava o país nos governos petistas, com elogio explícito a Sergio Moro, e a criminalidade que vicejou nos governos anteriores e que começa a diminuir no seu primeiro ano de mandato. Partiu para cima do regime venezuelano, do Foro de São Paulo, da ação cubana na América do Sul e do ambientalismo manipulado por uma visão colonialista.

O presidente afirmou que a Amazônia não está em chamas, ao contrário do que diz a mídia internacional “sensacionalista”, e criticou a tentativa de tolher a soberania brasileira na região, sem citar o francês Emmanuel Macron. Atacou o cacique Raoni, queridinho na Europa, dizendo que ele não é o único representante dos povos indígenas, e leu uma carta assinada por representantes de 52 tribos que pediam desenvolvimento econômico nas reservas e legitimavam a índia Ysani Kalapalo, que integra a comitiva brasileira como representante dos indígenas brasileiros. Bolsonaro também reforçou o compromisso do Brasil com o livre-comércio e o respeito a acordos internacionais, que disse pretender multiplicar. Ele defendeu a democracia de expressão e informação, apesar de ter atacado a mídia.

Na última parte, agradeceu a Deus por estar vivo depois de ser esfaqueado por um militante de esquerda, criticou a perseguição de caráter religioso e foi “terrivelmente evangélico”, ao atacar transversalmente a chamada ideologia de gênero.

Goste-se ou não (boa parte da imprensa não gostará), Bolsonaro finalmente fez um discurso de estadista — sem deixar de ser Bolsonaro, claro.

FOLHA DE SÃO PAULO – ANÁLISE: Bolsonaro joga para a plateia e dobra aposta contra críticos na ONU

Com um discurso autocentrado e coerente com sua fase de radicalização, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) deixou a pé aqueles que apostavam na oportunidade de ver o brasileiro apresentar-se como um líder mais racional e conciliador na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).

Ao contrário, Bolsonaro novamente dobrou sua aposta contra os críticos. E o fez no melhor estilo que o consagrou nas urnas, trazendo a exótica amálgama moldada pelos discípulos do escritor Olavo de Carvalho em seu governo, o filho Eduardo Bolsonaro e o chanceler Ernesto Araújo à frente.

Como sugeriam as postagens no Twitter de Eduardo, que age como chanceler de fato enquanto espera sua indicação formal à embaixada brasileira em Washington, o presidente resolveu falar o que considera sua versão da verdade. Neste ponto, Bolsonaro pode ser acusado de várias coisas, menos de incoerência.

Repetiu todo o discurso da ameaça de um suposto socialismo globalista, ou globalismo socialista, algo assim. Trouxe na parte final de sua longa fala, cujos 32 minutos superaram até o vago discurso de estreia de Dilma Rousseff (PT) em 2011 naquela tribuna, elementos como o combate ao politicamente correto e à ideologia de gênero.

Apanharam Cuba, Venezuela e o Foro de São Paulo, e só faltaram as famosas mamadeiras atribuídas ao PT na campanha eleitoral. Itens caros ao olavismo, como a crítica ao “materialismo ideológico”, estiveram presentes. A única sugestão de inserção internacional colocada veio na forma da defesa de cristãos e outros religiosos perseguidos pelo mundo, de resto uma realidade com exposição limitada de seu escopo.

Também houve a admoestação da ONU em si, que não estaria cumprindo seu papel de fórum de iguais. Donald Trump não falaria melhor. Usualmente, discursos de presidentes brasileiros na abertura da Assembleia Geral são pontuados por defesas de políticas internas, mas num contexto maior.

Em sua fala, Bolsonaro foi de dentro para fora, falando de um suposto “novo Brasil” que representa e até da facada que levou na campanha, não sem os acenos diversos a seu núcleo de apoio evangélico, com referência à Bíblia e a Deus.

Seu discurso só se tornou internacional, tomando aí o centro de toda a fala, quando defendeu as posições brasileiras ante as críticas feitas por diversos países à sua política de manejo da Amazônia, foco dos maiores embates externos de sua gestão.

A temática ambiental só faz crescer nesses fóruns: em 2003, em seu discurso de estreia na ONU, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mal o citou, enquanto Dilma fez uma referência algo maior, para vermos então Michel Temer (MDB) em 2016 falar mais amplamente.

Bolosonaro operou um grande “outro lado” com o olhar acusatório, grande agressividade contra um não nomeado Emmanuel Macron e loas ao seu ídolo, Trump.

Pegou Raoni para Cristo, dizendo que o cacique é instrumento ingênuo de políticos gringos. Não é uma crítica totalmente vazia no conteúdo, bastando lembrar o apadrinhamento do indígena por gerações de idealistas como o músico Sting ou por ecologistas de ocasião, como o atual presidente francês.

Mas o próprio Bolsonaro tratou de trazer o seu próprio totem “nativo”, para ficar em suas palavras, a índia Ysani Kalapalo. Desde que Sacheen Littlefeather subiu à tribuna do Oscar para rejeitar a estatueta de melhor ator em nome de Marlon Brando pelo “Poderoso Chefão” em 1973, não se via uma terceirização dessas para uma audiência global.

A barragem contra a hipocrisia dos países desenvolvidos é em boa parte justificável, mas o tom dificilmente ganhará aliados à causa bolsonarista. A ideia de internacionalização da Amazônia é algo bastante arraigado em países europeus.

Bolsonaro prometeu conservar a floresta, mas ninguém irá acreditar, não menos pelos seus repetidos ataques à estrutura de monitoramento e combate à devastação amazônica. A paranoia acerca de interesses no precioso nióbio e outros bens, esteio da ideologia militar sobre o tema, não terá ressonância fora. De resto, a mídia, nacional e internacional, foi largamente acusada de repetir mentiras ambientais.

A claque bolsonarista vai vibrar, e o presidente mantém assim a trajetória de radicalização de discurso e isolamento que adotou após a aprovação da reforma da Previdência pela Câmara. A menção elogiosa a Sergio Moro é parte da dinâmica morde-e-assopra que estabeleceu com seu ministro estrela, e um recado para o Supremo Tribunal Federal, que analisará nesta quarta (25) entendimentos capazes de reverter sentenças da Operação Lava Jato.

O belicismo também obscureceu a parte econômica do discurso, ao falar sobre acordos comerciais e liberalização interna. Previsivelmente, defesa de democracia, direitos humanos e liberdade de imprensa foram reduzidos a uma citação, enquanto a ditadura de 1964 ganhou um elogio inédito em tal palanque.

Em resumo, Bolsonaro foi Bolsonaro. Isso pega bem junto aos seus 12% de fiéis ainda irredutíveis, segundo o Datafolha, e também para algumas fatias do eleitorado que o apoiou em 2018. Para investidores estrangeiros e governos preocupados com a sua imagem ao negociar com países liderados por figuras abrasivas, a reação tende a ser outra.

Opinião dos leitores

  1. O discurso na ONU machucou o ego de muita gente, a gritaria foi imediata, o que era esperado.
    Se ficar calado a esquerda critica por omissão, se falar a esquerda critica pelo tom, se fizer ou não vai ser criticado pela turma do "quanto pior melhor". Então mete a boca no trombone Bolsonaro.
    Não tem 01 crítico querendo o bem do Brasil e sim salvar o próprio bolso.
    Fale, abra o verbo, continue usando a verdade como sua maior arma, a oposição vai gritar, não interessa o que você faça, eles vão criticar.
    Se hoje você elogiar Haddad, amanhã eles vão criticar Haddad.
    Então vá em frente, faça, aconteça e deixe que esperneiem, eles não tem nada a construir, só sabem se apropriar do Estado e gastar os recursos que o povo é confiscado em forma de impostos. Melhor ter o apoio de Tramp que de Maduro e da família Castro.

  2. O Presidente Bolsonaro falou bonito. Discurso realista e articulado. E para completar ainda reconheceu a grandeza do Dr. Sérgio Moro. Discurso de Estadista, sim senhor. Só não reconhece a qualidade do texto presidencial que os seguidores do PeTralhismo e respectiva caterva.

  3. Se o PT odiou, significa que foi o melhor discurso de todos os tempos. Enquanto isso o PT faz discurso de estocar vento…

  4. Excelente, parabéns Presidente, o discurso firme que atinge todos os objetivos.
    Agora sim temos um Presidente que nos orgulha.

  5. Teve um burro que ficou debochando que o povo aplaudiu em um discurso depois dele mentir que 100 milhões de crianças passavam fome no Brasil.

  6. Prefiro um maluco q faz um discurso longe do "policamente correto", botando o dedo na ferida dos colonialistas internacionais e desagradando um monte de almofadinha, q um presidente diplomático, falando bonito p/platéia internacional, porém, qnd retorna pro Brasil, saqueia bilhões e joga o país num recessão que visa nos manter, permanetemente, em nossa condição de atraso e subdesenvolvimento…Discursos bonitos, e hospitais sucateados com paciente morrendo à míngua, nós já temos até demais…

    1. O discurso foi burro! A maioria dos dirigentes que lá discursam falam para a plateia, o que os outros precisam ouvir. Foi agressivo como se tivesse bala na agulha (País só aguenta uma hora de guerra). Só faltou elogiar Ustra pra desgraça ser complete. Isso terá consequencias, principalmente economicas. Aguardem.

    2. Olha a tradução do mimimi, uiuiui nas palavras de Rivanaldo. Ele prefere escutar mentiras e receber o bolsa esmola que saber da verdade. Ele prefere abraçar Maduro e mandar nossos recursos aos ditadores que receber o apoio do presidente americano.
      Rivanaldo apoia a Bolívia ter tomado a refinaria brasileira a 10 anos atrás e não que ver Bolsonaro defender a Amazônia. Tá ruim para você Rivanaldo? A Venezuela te espera de braços abertos.

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Política

Veja a íntegra do discurso de Bolsonaro na abertura da Assembleia Geral da ONU

FOTO: SETH WENIG (AP)

O presidente Jair Bolsonaro fez seu primeiro discurso de abertura na Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (24). Ele falou sobre sobre preservação meio ambiente e acusou líderes estrangeiros de ataque à soberania do Brasil. Também chamou de “falácia” afirmação de que Amazônia é patrimônio da humanidade.

Veja a íntegra do discurso:

“Senhor Presidente da Assembleia Geral, Tijjani Muhammad-Bande,

Senhor Secretário-Geral da ONU, António Guterres,

Chefes de Estado, de Governo e de Delegação,

Senhoras e Senhores,

Apresento aos senhores um novo Brasil, que ressurge depois de estar à beira do socialismo.

Um Brasil que está sendo reconstruído a partir dos anseios e dos ideais de seu povo.

No meu governo, o Brasil vem trabalhando para reconquistar a confiança do mundo, diminuindo o desemprego, a violência e o risco para os negócios, por meio da desburocratização, da desregulamentação e, em especial, pelo exemplo.

Meu país esteve muito próximo do socialismo, o que nos colocou numa situação de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e de ataques ininterruptos aos valores familiares e religiosos que formam nossas tradições.

Em 2013, um acordo entre o governo petista e a ditadura cubana trouxe ao Brasil 10 mil médicos sem nenhuma comprovação profissional. Foram impedidos de trazer cônjuges e filhos, tiveram 75% de seus salários confiscados pelo regime e foram impedidos de usufruir de direitos fundamentais, como o de ir e vir.

Um verdadeiro trabalho escravo, acreditem…

Respaldado por entidades de direitos humanos do Brasil e da ONU!

Antes mesmo de eu assumir o governo, quase 90% deles deixaram o Brasil, por ação unilateral do regime cubano. Os que decidiram ficar, se submeterão à qualificação médica para exercer sua profissão.

Deste modo, nosso país deixou de contribuir com a ditadura cubana, não mais enviando para Havana 300 milhões de dólares todos os anos.

A história nos mostra que, já nos anos 60, agentes cubanos foram enviados a diversos países para colaborar com a implementação de ditaduras.

Há poucas décadas tentaram mudar o regime brasileiro e de outros países da América Latina.

Foram derrotados!

Civis e militares brasileiros foram mortos e outros tantos tiveram suas reputações destruídas, mas vencemos aquela guerra e resguardamos nossa liberdade.

Na Venezuela, esses agentes do regime cubano, levados por Hugo Chávez, também chegaram e hoje são aproximadamente 60 mil, que controlam e interferem em todas as áreas da sociedade local, principalmente na Inteligência e na Defesa.

A Venezuela, outrora um país pujante e democrático, hoje experimenta a crueldade do socialismo.

O socialismo está dando certo na Venezuela!

Todos estão pobres e sem liberdade!

O Brasil também sente os impactos da ditadura venezuelana. Dos mais de 4 milhões que fugiram do país, uma parte migrou para o Brasil, fugindo da fome e da violência. Temos feito a nossa parte para ajudá-los, através da Operação Acolhida, realizada pelo Exército Brasileiro e elogiada mundialmente.

Trabalhamos com outros países, entre eles os EUA, para que a democracia seja restabelecida na Venezuela, mas também nos empenhamos duramente para que outros países da América do Sul não experimentem esse nefasto regime.

O Foro de São Paulo, organização criminosa criada em 1990 por Fidel Castro, Lula e Hugo Chávez para difundir e implementar o socialismo na América Latina, ainda continua vivo e tem que ser combatido.

Senhoras e Senhores,

Em busca de prosperidade, estamos adotando políticas que nos aproximem de países outros que se desenvolveram e consolidaram suas democracias.

Não pode haver liberdade política sem que haja também liberdade econômica. E vice-versa. O livre mercado, as concessões e as privatizações já se fazem presentes hoje no Brasil.

A economia está reagindo, ao romper os vícios e amarras de quase duas décadas de irresponsabilidade fiscal, aparelhamento do Estado e corrupção generalizada. A abertura, a gestão competente e os ganhos de produtividade são objetivos imediatos do nosso governo.

Estamos abrindo a economia e nos integrando às cadeias globais de valor. Em apenas oito meses, concluímos os dois maiores acordos comerciais da história do país, aqueles firmados entre o Mercosul e a União Europeia e entre o Mercosul e a Área Europeia de Livre Comércio, o EFTA. Pretendemos seguir adiante com vários outros acordos nos próximos meses.

Estamos prontos também para iniciar nosso processo de adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Já estamos adiantados, adotando as práticas mundiais mais elevadas em todo os terrenos, desde a regulação financeira até a proteção ambiental.

Senhorita YSANY KALAPALO, agora vamos falar de Amazônia.

Em primeiro lugar, meu governo tem um compromisso solene com a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em benefício do Brasil e do mundo.

O Brasil é um dos países mais ricos em biodiversidade e riquezas minerais.

Nossa Amazônia é maior que toda a Europa Ocidental e permanece praticamente intocada. Prova de que somos um dos países que mais protegem o meio ambiente.

Nesta época do ano, o clima seco e os ventos favorecem queimadas espontâneas e criminosas. Vale ressaltar que existem também queimadas praticadas por índios e populações locais, como parte de sua respectiva cultura e forma de sobrevivência.

Problemas qualquer país os tem. Contudo, os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional devido aos focos de incêndio na Amazônia despertaram nosso sentimento patriótico.

É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo.

Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista.

Questionaram aquilo que nos é mais sagrado: a nossa soberania!

Um deles por ocasião do encontro do G7 ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil, sem sequer nos ouvir. Agradeço àqueles que não aceitaram levar adiante essa absurda proposta.

Em especial, ao Presidente Donald Trump, que bem sintetizou o espirito que deve reinar entre os países da ONU: respeito à liberdade e à soberania de cada um de nós.

Hoje, 14% do território brasileiro está demarcado como terra indígena, mas é preciso entender que nossos nativos são seres humanos, exatamente como qualquer um de nós. Eles querem e merecem usufruir dos mesmos direitos de que todos nós.

Quero deixar claro: o Brasil não vai aumentar para 20% sua área já demarcada como terra indígena, como alguns chefes de Estados gostariam que acontecesse.

Existem, no Brasil, 225 povos indígenas, além de referências de 70 tribos vivendo em locais isolados. Cada povo ou tribo com seu cacique, sua cultura, suas tradições, seus costumes e principalmente sua forma de ver o mundo.

A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios brasileiros. Muitas vezes alguns desses líderes, como o Cacique Raoni, são usados como peça de manobra por governos estrangeiros na sua guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia.

Infelizmente, algumas pessoas, de dentro e de fora do Brasil, apoiadas em ONGs, teimam em tratar e manter nossos índios como verdadeiros homens das cavernas.

O Brasil agora tem um presidente que se preocupa com aqueles que lá estavam antes da chegada dos portugueses. O índio não quer ser latifundiário pobre em cima de terras ricas. Especialmente das terras mais ricas do mundo. É o caso das reservas Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Nessas reservas, existe grande abundância de ouro, diamante, urânio, nióbio e terras raras, entre outros.

E esses territórios são enormes. A reserva Ianomâmi, sozinha, conta com aproximadamente 95 mil km2, o equivalente ao tamanho de Portugal ou da Hungria, embora apenas 15 mil índios vivam nessa área.

Isso demonstra que os que nos atacam não estão preocupados com o ser humano índio, mas sim com as riquezas minerais e a biodiversidade existentes nessas áreas.

CARTA (o conteúdo ainda não foi divulgado pelo Planalto)

A Organização das Nações Unidas teve papel fundamental na superação do colonialismo e não pode aceitar que essa mentalidade regresse a estas salas e corredores, sob qualquer pretexto.

Não podemos esquecer que o mundo necessita ser alimentado. A França e a Alemanha, por exemplo, usam mais de 50% de seus territórios para a agricultura, já o Brasil usa apenas 8% de terras para a produção de alimentos.

61% do nosso território é preservado!

Nossa política é de tolerância zero para com a criminalidade, aí incluídos os crimes ambientais.

Quero reafirmar minha posição de que qualquer iniciativa de ajuda ou apoio à preservação da Floresta Amazônica, ou de outros biomas, deve ser tratada em pleno respeito à soberania brasileira.

Também rechaçamos as tentativas de instrumentalizar a questão ambiental ou a política indigenista, em prol de interesses políticos e econômicos externos, em especial os disfarçados de boas intenções.

Estamos prontos para, em parcerias, e agregando valor, aproveitar de forma sustentável todo nosso potencial.

O Brasil reafirma seu compromisso intransigente com os mais altos padrões de direitos humanos, com a defesa da democracia e da liberdade, de expressão, religiosa e de imprensa. É um compromisso que caminha junto com o combate à corrupção e à criminalidade, demandas urgentes da sociedade brasileira.

Seguiremos contribuindo, dentro e fora das Nações Unidas, para a construção de um mundo onde não haja impunidade, esconderijo ou abrigo para criminosos e corruptos.

Em meu governo, o terrorista italiano Cesare Battisti fugiu do Brasil, foi preso na Bolívia e extraditado para a Itália. Outros três terroristas paraguaios e um chileno, que viviam no Brasil como refugiados políticos, também foram devolvidos a seus países.

Terroristas sob o disfarce de perseguidos políticos não mais encontrarão refúgio no Brasil.

Há pouco, presidentes socialistas que me antecederam desviaram centenas de bilhões de dólares comprando parte da mídia e do parlamento, tudo por um projeto de poder absoluto.

Foram julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e coragem de um juiz que é símbolo no meu país, o Dr. Sérgio Moro, nosso atual Ministro da Justiça e Segurança Pública.

Esses presidentes também transferiram boa parte desses recursos para outros países, com a finalidade de promover e implementar projetos semelhantes em toda a região. Essa fonte de recursos secou.

Esses mesmos governantes vinham aqui todos os anos e faziam descompromissados discursos com temas que nunca atenderam aos reais interesses do Brasil nem contribuíram para a estabilidade mundial. Mesmo assim, eram aplaudidos.

Em meu país, tínhamos que fazer algo a respeito dos quase 70 mil homicídios e dos incontáveis crimes violentos que, anualmente, massacravam a população brasileira. A vida é o mais básico dos direitos humanos. Nossos policiais militares eram o alvo preferencial do crime. Só em 2017, cerca de 400 policiais militares foram cruelmente assassinados. Isso está mudando.

Medidas foram tomadas e conseguimos reduzir em mais de 20% o número de homicídios nos seis primeiros meses de meu governo.

As apreensões de cocaína e outras drogas atingiram níveis recorde.

Hoje o Brasil está mais seguro e ainda mais hospitaleiro. Acabamos de estender a isenção de vistos para países como Estados Unidos, Japão, Austrália e Canadá, e estamos estudando adotar medidas similares para China e Índia, dentre outros.

Com mais segurança e com essas facilidades, queremos que todos possam conhecer o Brasil, e em especial, a nossa Amazônia, com toda sua vastidão e beleza natural.

Ela não está sendo devastada e nem consumida pelo fogo, como diz mentirosamente a mídia. Cada um de vocês pode comprovar o que estou falando agora.

Não deixem de conhecer o Brasil, ele é muito diferente daquele estampado em muitos jornais e televisões!

A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater incansavelmente.

Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas.

O Brasil condena, energicamente, todos esses atos e está pronto a colaborar, com outros países, para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé.

Preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas, em diferentes regiões do mundo.

Por isso, apoiamos a criação do ‘Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença’.

Nessa data, recordaremos anualmente aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa.

É inadmissível que, em pleno Século XXI, com tantos instrumentos, tratados e organismos com a finalidade de resguardar direitos de todo tipo e de toda sorte, ainda haja milhões de cristãos e pessoas de outras religiões que perdem sua vida ou sua liberdade em razão de sua fé.

A devoção do Brasil à causa da paz se comprova pelo sólido histórico de contribuições para as missões da ONU.

Há 70 anos, o Brasil tem dado contribuição efetiva para as operações de manutenção da paz das Nações Unidas.

Apoiamos todos os esforços para que essas missões se tornem mais efetivas e tragam benefícios reais e concretos para os países que as recebem.

Nas circunstâncias mais variadas – no Haiti, no Líbano, na República Democrática do Congo –, os contingentes brasileiros são reconhecidos pela qualidade de seu trabalho e pelo respeito à população, aos direitos humanos e aos princípios que norteiam as operações de manutenção de paz.

Reafirmo nossa disposição de manter contribuição concreta às missões da ONU, inclusive no que diz respeito ao treinamento e à capacitação de tropas, área em que temos reconhecida experiência.

Ao longo deste ano, estabelecemos uma ampla agenda internacional com intuito de resgatar o papel do Brasil no cenário mundial e retomar as relações com importantes parceiros.

Em janeiro, estivemos em Davos, onde apresentamos nosso ambicioso programa de reformas para investidores de todo o mundo.

Em março, visitamos Washington onde lançamos uma parceria abrangente e ousada com o governo dos Estados Unidos em todas as áreas, com destaque para a coordenação política e para a cooperação econômica e militar.

Ainda em março, estivemos no Chile, onde foi lançado o PROSUL, importante iniciativa para garantir que a América do Sul se consolide como um espaço de democracia e de liberdade.

Na sequência, visitamos Israel, onde identificamos inúmeras oportunidades de cooperação em especial na área de tecnologia e segurança. Agradeço a Israel o apoio no combate aos recentes desastres ocorridos em meu país.

Visitamos também um de nossos grandes parceiros no Cone Sul, a Argentina. Com o Presidente Mauricio Macri e nossos sócios do Uruguai e do Paraguai, afastamos do Mercosul a ideologia e conquistamos importantes vitórias comerciais, ao concluir negociações que já se arrastavam por décadas.

Ainda este ano, visitaremos importantes parceiros asiáticos, tanto no Extremo Oriente quanto no Oriente Médio. Essas visitas reforçarão a amizade e o aprofundamento das relações com Japão, China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar. Pretendemos seguir o mesmo caminho com todo o mundo árabe e a Ásia.

Também estamos ansiosos para visitar nossos parceiros, e amigos, na África, na Oceania e na Europa.

Como os senhores podem ver, o Brasil é um país aberto ao mundo, em busca de parcerias com todos os que tenham interesse de trabalhar pela prosperidade, pela paz e pela liberdade.

Senhoras e Senhores,

O Brasil que represento é um país que está se reerguendo, revigorando parcerias e reconquistando sua confiança política e economicamente.

Estamos preparados para assumir as responsabilidades que nos cabem no sistema internacional.

Durante as últimas décadas, nos deixamos seduzir, sem perceber, por sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto.

A ideologia se instalou no terreno da cultura, da educação e da mídia, dominando meios de comunicação, universidades e escolas.

A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de qualquer sociedade saudável, a família.

Tentam ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até mesmo sua identidade mais básica e elementar, a biológica.

O politicamente correto passou a dominar o debate público para expulsar a racionalidade e substituí-la pela manipulação, pela repetição de clichês e pelas palavras de ordem.

A ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar Deus e a dignidade com que Ele nos revestiu.

E, com esses métodos, essa ideologia sempre deixou um rastro de morte, ignorância e miséria por onde passou.

Sou prova viva disso. Fui covardemente esfaqueado por um militante de esquerda e só sobrevivi por um milagre de Deus. Mais uma vez agradeço a Deus pela minha vida.

A ONU pode ajudar a derrotar o ambiente materialista e ideológico que compromete alguns princípios básicos da dignidade humana. Essa organização foi criada para promover a paz entre nações soberanas e o progresso social com liberdade, conforme o preâmbulo de sua Carta.

Nas questões do clima, da democracia, dos direitos humanos, da igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres, e em tantas outras, tudo o que precisamos é isto: contemplar a verdade, seguindo João 8,32:

– “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.

Todos os nossos instrumentos, nacionais e internacionais, devem estar direcionados, em última instância, para esse objetivo.

Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um “interesse global” abstrato.

Esta não é a Organização do Interesse Global!

É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!

Com humildade e confiante no poder libertador da verdade, estejam certos de que poderão contar com este novo Brasil que aqui apresento aos senhores e senhoras.

Agradeço a todos pela graça e glória de Deus!

Meu muito obrigado.”

G1

Opinião dos leitores

  1. Discurso firme, pautado pela honestidade, sinceridade, e pela verdade que incomoda, alias incomoda muito.

  2. Que discurso lixo. Vergonha mundial. ele perdeu a oportunidade de sair grande deste evento. Ele chegou pequeno e saiu minusculo.

    1. Muito pelo contrário, agigantou-se e miniatuarizou a esquerdalha corrupta. Chupa gilmar mendes

  3. O discurso de Bolsonaro na ONU pode ser considerado, das vergonhas que o Brasil está acostumado a exportar, a mais light. Gostem ou não, todos têm o governo e os governantes que merecem. Quem é massa jamais será biscoito fino.

  4. BG meu querido, vc que é um cara muito bem informado, aliás informadissimo.
    Me diga por favor, a data da proxima eleição presidencial, quero JAIR me preparando pra votar no MITO de novo, se não for incômodo pra vc, me diga a data depois do segundo mandato também, Quero votar no Dr Sérgio Moro.
    Kkkkkkkkk
    PT nunca mais, tchau corruptos.

  5. Falou tudo que precisavam de um país que está tentando voltar aos trilhos do desenvolvimento sustentável e crescimento, sem entreguismo. Estraçalhou a esquerdalha.

  6. Primeira vez na vida que eu ví uma anta evacuar pela boca !!
    E um monte de idiota (no Brazil) buscando motivo prá aplaudir…

    1. Esse gostava do discurso do Lula. Que fez vídeo debochando, dizendo que falava um monte de mentira só pro povo aplaudir. Isso que essa múmia gosta.

    2. ta falando da Anta? e foi eleita depois de sair tanto pum?

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Diversos

FOTOS: Confira o discurso da governadora Fátima, com a presença do presidente em exercício Mourão, no 37º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) em Natal

Fotos: Sandro Menezes/Governo RN

O Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) é uma realização da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Federação das Indústrias Alemãs (BDI), com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK). O evento é anual e acontece alternadamente no Brasil e na Alemanha, com o objetivo de fortalecer as relações bilaterais e aprofundar a parceria estratégica.

O EEBA reúne autoridades governamentais e lideranças empresariais para discutir a ampliação de investimentos e novas formas de cooperação.

Veja íntegra do discurso da governadora:

Bom dia a todos e todas que visitam o Rio Grande do Norte, por ocasião do 37º Encontro Econômico Brasil-Alemanha. Nossas boas vindas e nosso agradecimento pela oportunidade do nosso Estado sediar, pela primeira vez, um encontro que já acontece há 37 anos. Nosso agradecimento, também, pela oportunidade de troca e de estreitamento de laços com esse país que é um modelo de desenvolvimento industrial, inovação tecnológica e democracia para o mundo.

Quero cumprimentar Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Dieter Kempf, presidente da Federação das Indústrias Alemãs (BDI); Amaro Sales, presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN); Kenneth Nóbrega, Secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África, do Ministério das Relações Exteriores (MRE); Thomas Bareiss, Secretário do Ministério de Economia e Energia (BMWI); e o General Amilton Mourão, Vice-presidente da República do Brasil; senhoras e senhores aqui presentes.

Esse encontro é uma grande oportunidade para que os senhores fiquem a par das mudanças promovidas pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, com o objetivo de alavancar o desenvolvimento, atraindo novos investimentos e consolidando os já realizados. Em nome do Governo do Estado, manifesto todo o nosso interesse em ampliar a parceria comercial do Rio Grande do Norte com a Alemanha, que hoje é o 5° principal parceiro comercial brasileiro e o 7º parceiro comercial do nosso Estado.

E quero dizer para vocês que nosso interesse vem acompanhado de ações concretas para favorecer essa ampliação. Estamos fazendo um esforço concentrado para melhorar o ambiente de negócios no Estado. Atuando, com todo foco, para garantir segurança jurídica, eficiência nos processos de licenciamento ambiental e incentivos atraentes para quem desejar investir no RN.

Nosso governo está de mãos dadas com instituições parceiras e com a iniciativa privada para impulsionar o desenvolvimento. Nesses quase nove meses de governo, mantivemos diálogo com vários setores da atividade econômica.

Fizemos mudanças na direção de um RN mais competitivo, mais produtivo e mais inclusivo, através de ações e medidas voltadas para atrair mais investimentos e gerar mais empregos. O conjunto de inciativas que lançamos pode ser traduzido em um pacto intersetorial pelo desenvolvimento sustentável do nosso Estado.

Ele é coordenado pelo Governo, em articulação com as federações representantes do setor produtivo. O programa é a garantia de retorno para quem tiver a visão de investir no Rio Grande do Norte.

Adotamos incentivos fiscais, acompanhados das devidas contrapartidas, para que deixássemos de ter as passagens aéreas mais caras do Nordeste e aumentássemos nossa oferta de voos, algo que já trouxe bons resultados. Estamos também investindo na divulgação do nosso estado, tão rico em potencialidades turísticas, dentro e fora do país.

Melhoramos a segurança pública. Empresário e turista nenhum podem ter interesse em um Estado que apresente índices alarmantes de criminalidade e violência como o Rio Grande do Norte atingiu. Felizmente, dando toda prioridade que o tema exige, saímos da triste marca do estado mais violento do país e conseguimos reduzir em mais de 35% os homicídios e assaltos. Somos o segundo estado que mais reduziu violência em 27 unidades da federação.

Reformulamos nossa política de incentivos fiscais – com destaque para o novo Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi), que identifica como estratégica a indústria de equipamentos de geração de energias renováveis, garantindo benefícios de até 95% do ICMS.

Posso garantir para os senhores que o Rio Grande do Norte está pronto para o crescimento. Nossa economia reúne potencialidades valiosas, capacidade de geração de energia eólica e solar, recursos naturais abundantes, com importantes ativos minerais, e um litoral belo e extenso, além de uma localização estratégica privilegiada.

As oportunidades de investimento no Rio Grande do Norte são inúmeras. Para falar apenas das ENERGIAS RENOVÁVEIS, o Brasil superou o número de 600 usinas eólicas instaladas, com capacidade de geração de mais de 15 giga watts. E o nosso Rio Grande do Norte possui um lugar de destaque nesse setor, já que mais de 150 desses parques estão localizados aqui, superando os 4 giga watts de capacidade, ou seja, quase um terço da produção de energia eólica do Brasil.

O Rio Grande do Norte possui mais de 1.500 turbinas eólicas em operação comercial, que representaram investimentos na faixa de R$ 15 bilhões. Com 60 novos parques já contratados para entrar em operação até 2023, mais de R$ 13 bilhões deverão ser investidos no RN até lá. Esperamos superar a marca dos 5 giga watts de capacidade instalada já no ano que vem.

Temos o maior centro de formação profissional para energia eólica e solar do Brasil, garantindo mão de obra especializada não só para os projetos desenvolvidos aqui, mas em todo o país. Somos os maiores exportadores de mão-de-obra para este setor.

Cabe aqui apontar também o trabalho sério e dedicado do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte, o IDEMA, que hoje emite a licença ambiental mais rápida para parques eólicos do Brasil, com uma média inferior a 2 meses. Tudo isso, claro, sem descuidar da qualidade técnica e da segurança jurídica, tão importantes no licenciamento ambiental. Entendemos que isso é fundamental para segurança do investidor.

Assim como no caso da energia eólica, o Rio Grande do Norte possui um grande potencial de geração de energia solar. Estamos entre os maiores potenciais geradores do Brasil. Nosso plano de expansão da infraestrutura do Estado prevê a criação de parques de produção de energia solar em nove cidades.

Além das Energias Renováveis, temos boas oportunidades de comercio nas áreas de FRUTICULTURA IRRIGADA; MINÉRIOS E SIDERURGIA; PESCA E CARCINICULTURA; TURISMO E TRANSPORTE AÉREO; PETRÓLEO E GÁS NATURAL; CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DE MERCADORIA E COMÉRCIO ELETRÔNICO.

Temos trabalhado incansavelmente para colocar o Rio Grande do Norte nos trilhos do desenvolvimento. Formatamos uma ampla carteira de projetos com oportunidades de investimentos em setores como o TURISMO e INFRAESTRUTURA, com destaque para Infraestrutura de logística e transportes; Parques de Energia Solar; Interligação de rede de dados; VLT; e Parque Tecnológico.

Outra boa novidade que quero compartilhar com vocês é a criação do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste. Um instrumento de gestão compartilhado entre os nove estados da região, pelo qual montamos uma cartela de projetos comuns em diversas áreas.

Esses projetos serão apresentados em uma missão internacional que faremos e para qual elegemos como primeiro destino a Europa. Conjuntamente, buscaremos parcerias institucionais e de financiamento que tragam desenvolvimento para o Rio Grande do Norte, a região Nordeste e o país.

Finalizo dizendo que vocês têm no governo do Estado do Rio Grande do Norte um parceiro. Um governo que tem olhos voltados para o desenvolvimento do Estado e para a geração de emprego e renda para sua gente. Estamos muito animados e otimistas com as projeções que vêm sendo apresentadas pelas empresas com quem temos dialogado.

Nossa diretriz é a formação de um ambiente favorável aos negócios. Tenho certeza que, em breve, nosso Estado não será conhecido apenas por suas praias paradisíacas, sua natureza estonteante, Sol e vento constantes, mas por ser uma terra de excelentes oportunidades de negócios. Sejam muito bem vindos! Voltem sempre ao Rio Grande do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Erro CRASSO que a Governadora cometeu ao inverter o protocolo, não tendo saudado do Presidente da República (em exercício), em primeiro lugar.

  2. Povo que não sabe o que é o Cerimonial Público e vem comentar o que não sabe: em eventos assim, você começa o seu discurso citando a autoridade de menor precedência até chegar a de maior precedência. Da mesma maneira, em relação aos discursos: quem tem maior precedência, é o último a falar. Fátima não cometeu nenhum erro! Pelo contrário, em termos de cerimonial, é muito bem assessorada, por um excelente profissional.

    1. A Senhora não sabe o que está falando. Decerto deve ter lido algum manual – errado – de Cerimonial.

      "A citação das autoridades é feita em ordem decrescente ou seja, chama-se da autoridade de
      maior hierarquia para a menor (segundo Ordem Geral de Precedência)"

  3. É GOPI pobre do RN com essa guvernadora e limpar o nariz com o dedo e depois limpar o dedo na bandeira

  4. O nome do Gal Mourão deveria vir em primeiro plano não em último. Quem preparou o discurso deveria ter notado isso. O Gal é hoje o Presidente do Brasil, e mesmo se estivesse na condiçao de vice, ele era a maior autoridade da mesa. Claro que a petista não admite isso. falta grave. gafe grande

    1. Ela ainda terá audiência em Brasília em busca de $$$. É só dar o troco.

    2. A própria governadora deveria ter anunciado o Presidente da República em exercício.
      Falha grotesca ou birra?

  5. Ao final do discurso a Governadora esqueceu de dizer LULA LIVRE e é gopi, é gopi, é gopi e é gopi.

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Política

Diretor do Inpe diz que discurso sobre Bolsonaro ‘causou constrangimento’ e será exonerado

Reprodução: Globo News

O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Magnus Osório Galvão, disse nesta sexta-feira (2) que será exonerado do cargo. O anúncio foi feito após reunião com o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, em Brasília.

O órgão que Galvão comandava foi acusado pelo presidente Jair Bolsonaro de mentir sobre os dados do desmatamento e agir a “serviço de alguma ONG”. Galvão rebateu as acusações de Bolsonaro e criticou falas e comportamento do presidente.

“Minha fala sobre o presidente gerou constrangimento, então eu serei exonerado”, disse Ricardo Galvão. Galvão lembrou que tinha um mandato de quatro anos, mas que, apesar isso, o regimento prevê que o ministro pode substituí-lo “em uma situação de perda de confiança”. O diretor disse que teve uma conversa muito cortês com Pontes e que concorda com a exoneração.

Os alertas do desmatamento no Brasil registraram alta de 88% em junho e de 212% em julho, segundo análise a partir de dados do Inpe compilados pelo sistema conhecido como Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter).

O governo afirma que a medição do Deter não deve ser usada para gerar percentuais, e que os dados consolidados de desmatamento são divulgados pelo Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes). O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, diz que vai licitar um novo sistema de monitoramento. Especialistas rebatem o governo e afirmam que o Deter mostra a tendência de aumento, com precisão de cerca de 90%, e suas medições parciais sempre foram confirmadas posteriormente pelo Prodes em um balanço anual.

Acusações de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro acusou o Inpe de mentir sobre dados de desmatamento e de estar “agindo a serviço de uma ONG”. As primeiras acusações de Bolsonaro contra o Inpe foram feitas na sexta-feira (19), durante café da manhã com jornalistas estrangeiros. As críticas do governo aos dados sobre o desmatamento continuaram e, na quinta-feira (1°), Bolsonaro voltou a fazer acusações contra o instituto.

Logo após as primeiras falas do presidente, Galvão rebateu o presidente e disse que não iria pedir demissão. À época, ele declarou: “Ao fazer acusações sobre os dados do Inpe, na verdade ele faz em duas partes. Na primeira, ele me acusa de estar a serviço de uma ONG internacional. Ele já disse que os dados do Inpe não estavam corretos segundo a avaliação dele, como se ele tivesse qualidade ou qualificação de fazer análise de dados.”

Reunião com o ministro

Nesta sexta, o diretor do Inpe afirmou que o ministro Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, afirmou que o Inpe será preservado.

“Claro que com o meu discurso com relação ao presidente causou constrangimento, no entanto eu tinha uma preocupação grande que isso fosse respingar no Inpe. Isso não vai acontecer”, afirmou Galvão.

Galvão disse ainda que não teve que “defender” os dados sobre desmatamento para o ministro Marcos Pontes.

“Frente ao ministro Pontes eu não tive que defender nada. Ele concorda inteiramente com os dados do INPE e sabe como são os dados do INPE”, disse. “O ministro é uma pessoa de alta capacidade técnica, um engenheiro” – Ricardo Galvão.

G1

Opinião dos leitores

  1. É constrangedor ver ESSA CONDUTA IMORAL, temos que aprender JUNTOS o Ato de Respeitar Leis e Atitudes DESCENTES e ao mesmo tempo CONDENAR O ERRO.

  2. Aquela velha história de poder vertical: manda quem pode, obedece quem tem juízo… Ainda mais no Brasil, onde qualquer um abre uma bodega só para se autoproclamar presidente.

  3. O presidente é o Bolsonaro e o mínimo que se exige de um subordinado é que detenha a confiança do chefe. E já está claro que não há essa confiança. Logo…

  4. Um auxiliar ralé falar mal do chefe, tem que ser exonerado pra poder procurar um chefe que se enquadre ao seu trabalho e convicções.

    1. Não falou mal, falou a verdade, se isso incomoda, fazer o que. Mas esse era o funcionário que todo patrão queria ter, fala a verdade e não o que o chefe quer ouvir. Mentir, enganar, corromper….esse eram predicados do governo anterior, se quer se igualhar, ai é outra coisa.

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