Polícia

VÍDEO: Câmeras de segurança flagram jovem roubando moto em Caicó

A reportagem do blog do Rosivan Amaral conseguiu imagens do circuito de segurança de um estabelecimento comercial que fica na Av. Cel. Martiniano, local de onde foi levada na madrugada desta sexta-feira (09), uma moto Honda tipo POP100c de cor preta e placa NNX-8589 de Caicó-RN, pertencente ao técnico em informática Felipe Bruno da Silva, de 21 anos.

Nas imagens,  um jovem de óculos de grau e trajando bermuda, camiseta e sandálias, aparece por volta das 11h39min ainda da noite de quinta-feira (08) no local onde estavam estacionadas pelo menos 03 motos. (a moto roubada só aparece no final das imagens).

Vejam o bacana roubando a moto:

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Clima

Oeste do RN registra chuva de mais de 70 milímetros

Foto Ilustrativa: Maria Lima

As chuvas continuam caindo no Rio Grande do Norte nesse início de ano. De acordo com o boletim pluviométrico da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), o Oeste Potiguar registrou mais de 70 milímetros de chuvas entre 7h da manhã de sábado (15) e 7h da manhã de domingo (16).

O município onde mais choveu foi Campo Grande, com 71,8 milímetros em 24 horas. Em seguida, as maiores precipitações do Oeste do RN foram em Caraúbas (49,8 mm), Upanema (44,9 mm) e João Dias (36 milímetros).

Os dados da Emparn aponta boas chuvas na região Central Potiguar. Em Timbaúba dos Batistas, o volume foi de 53,2 milímetros. Em Acari, choveu 46,6 milímetros. Em seguida, aparecem São Vicente (31,7 mm) e São José do Seridó (27,4 mm).

No Agreste Potiguar, o maior volume foi em Lagoa de Pedras (36,7 mm). Em Brejinho, o índice foi de 24,6 milímetros. No Leste, o destaque foi Extremoz, com 41,2 milímetros.

O boletim completo pode ser visto no site da Emparn.

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Nacional

Influenza ou Covid-19 afastaram mais de 16 mil servidores públicos de saúde no Brasil, aponta levantamento

Foto: Breno Esaki / Agência Saúde DF

Enquanto o sistema de saúde pública registra uma alta nos atendimentos de pessoas com Covid-19 e gripe, também enfrenta os desfalques causados pelas duas doenças na força de trabalho. Levantamento da CNN mostra que pelo menos 16 mil servidores públicos da saúde foram afastados em sete redes estaduais, 13 redes municipais e na rede do Distrito Federal, entre dezembro de 2021 e este mês de janeiro, por conta do coronavírus e influenza.

O número é ainda maior, pois as secretarias estaduais de Saúde do Rio de Janeiro e Ceará divulgaram apenas os percentuais de afastamento, 20% e de 10% a 15%, respectivamente.

Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios ainda aponta que o crescimento de servidores com Covid-19 é sentido por 60% das prefeituras. A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 13 de janeiro, com respostas de 1,8 mil cidades.

O problema afeta a capacidade de testagem, diagnóstico e tratamento dos infectados pelo coronavírus, segundo o levantamento da CNM, assim como os cuidados com pré-natal de gestantes e com doenças como hipertensão e diabetes.

CNN Brasil

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Judiciário

Lei prevê multa de até R$ 50 mil entre punições para donos de postos que fraudarem bombas de combustíveis no RN

Foto: Divulgação / Ipem

O governo do Rio Grande do Norte sancionou uma lei que pune proprietários de postos de combustíveis que fraudarem bombas de combustível com perda de inscrição estadual e multa de até R$ 50 mil. A norma foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) do último sábado (15) e já está em vigor.

O Projeto de Lei apresentado pelo deputado estadual Hermano Morais (MDB) foi aprovado em dezembro pela Assembleia Legislativa e virou a Lei 11.057/2022, sancionada pela governadora Fátima Bezerra (PT).

De acordo com o texto, os infratores podem sofrer aplicação de penalidades, como multa e suspensão temporária de funcionamento do estabelecimento. Além disso, podem ter a inscrição no cadastro de contribuinte do ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços – cassada por fraude metrológica na revenda varejista de combustíveis.

O valor da multa pode variar de R$ 5 mil e R$ 50 mil e será estipulada de acordo com a gravidade da infração, a vantagem conseguida, a condição econômica do infrator e seus antecedentes. Os infratores podem sofrer ainda sanções de natureza civil ou penal.

A lei determina que a cassação se estenderá aos sócios do estabelecimento penalizado, pessoas físicas ou jurídicas, punidas com o impedimento de exercerem o mesmo ramo de atividade, mesmo que em estabelecimento distinto daquele, pelo prazo de cinco anos.

As infrações deverão ser apuradas pela Secretaria de Estado da Tributação e comprovadas por meio de laudo elaborado pelo Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (Ipem/RN).

g1 RN

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Geral

Pedido de prisão de William Bonner por incentivo à vacinação é negado

Foto: TV GLobo / Divulgação

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios rejeitou uma ação que pedia a prisão do jornalista William Bonner, da TV Globo, por incentivar a vacinação contra a COVID-19 em crianças e adolescentes. A decisão foi divulgada neste domingo (16/1).

Na ação, o jornalista é acusado de participar de uma suposta organização criminosa para falar sobre os impactos positivos do imunizante no combate à pandemia.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, o pedido de prisão foi feito pelo ex-candidato a deputado distrital pelo PSol, Wilson Issao Koressawa. Ele acusa o apresentador do Jornal Nacional de cometer os crimes de indução de pessoas ao suicídio, de causar epidemia e de “envenenar água potável, de uso comum ou particular, ou substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo”.

Em sua decisão, a juíza Gláucia Falsarella Pereira Foley classificou o pedido de prisão de Bonner de “delírios negacionistas”.

“O poder Judiciário não pode afagar delírios negacionistas, reproduzidos pela conivência ativa – quando não incendiados – por parte das instituições, sejam elas públicas ou não”, diz Foley em trecho da decisão.

A magistrada destacou ainda o exercício da liberdade de imprensa e o direito destes profissionais de proferir críticas.

Estado de Minas

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Política

Alckmin será o seu Temer, diz Dilma a Lula

Uma ala relevante do PT acredita que o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, recém-egresso do PSDB, não é confiável para ser candidato a vice-presidente da República numa chapa encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Quem tem mais vocalizado essa insatisfação nos bastidores petistas é a ex-presidente Dilma Rousseff, que se encontrou pessoalmente com Lula na última 5ª feira (13.jan.2022). Segundo o ex-mandatário, este foi o 1º encontro entre os 2 neste ano.

Na conversa, segundo apurou o Poder360, Dilma expressou preocupação pelo fato de Alckmin não ter afinidades históricas com o PT. Ao mesmo tempo, seria alguém confiável do establishment conservador dentro da administração federal. Há um certo temor de que o ex-tucano possa trabalhar contra o governo quando houver alguma situação mais difícil.

Com sua conhecida sinceridade, a ex-presidente relatou a Lula suas preocupações e pediu cautela. A frase de Dilma foi mais ou menos assim, segundo relatos: “O Geraldo Alckmin será o seu Michel Temer. Quando você mais precisar, ele ficará à disposição da oposição para tomar seu lugar”.

Quando o governo de Dilma entrou em parafuso, em 2015, o então vice-presidente distanciou-se. Temer passou a trabalhar a favor do impeachment, junto com seu partido, o MDB. A petista foi apeada da Presidência da República em 31 agosto de 2016. Temer assumiu o comando do país naquele mesmo dia.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. E Temer não foi visse de Dilma?
    Não são todos farinha do mesmo saco?

    Tenham vergonha na cara !!!

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Política

Kassab diz não ver ‘a menor chance’ de Alckmin ser vice de Lula pelo PSD

Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e ex-prefeito de São Paulo, afirmou não ver “a menor chance” da sua sigla apoiar o ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido) como vice na chapa do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Nós não vamos deixar uma pessoa do gabarito de Geraldo Alckmin se filiar sonhando com algo que possa não acontecer. Ele é muito qualificado, mas não vejo a menor chance dele ser vice do Lula pelo PSD”, disse Kassab em entrevista ao Correio Braziliense. Desde que se desfiliou do PSDB, após 33 anos no partido, Alckmin negocia sua filiação com foco nas eleições de 2022.

Ao analisar a possível chapa Lula-Alckmin, o presidente do PSD se posicionou contra as coligações nas eleições majoritárias. “Eu sou contra a coligação nas eleições. Trabalhei para que a gente acabasse com as coligações nas eleições proporcionais. E se a gente tivesse acabado com as coligações nas eleições majoritárias, a gente não estaria vivendo esse processo. Nós estaríamos discutindo propostas de governo, compromisso com a nação”, disse.

Para Kassab, o foco das discussões agora deveria ser o aumento do distanciamento social causado pela pandemia. “É isso que a gente precisava ficar discutindo, não discutindo se vão apoiar fulano ou sicrano. Não é isso que o brasileiro quer saber, ele quer saber quando nós vamos melhorar o Brasil”, complementou.

IstoÉ

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Saúde

Um ano de vacinação contra Covid no Brasil: veja como cenário evoluiu

A campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil completa um ano nesta segunda-feira (17/1). Há 12 meses, os brasileiros assistiram a enfermeira Mônica Calazans receber, em São Paulo, a primeira dose de um imunizante aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contra o coronavírus, a Coronavac.

Para muitos, a cena é guardada na memória como um momento de renovação de esperanças após um ano de incertezas, com mais de 8 milhões de casos confirmados da doença e cerca de 209 mil óbitos até então.

De lá para cá, muita coisa mudou — para começar, mais de 339 milhões de doses de vacinas foram distribuídas em todo o país. Cerca de 68% da população brasileira completou o esquema de imunização com duas doses ou dose única, e 15% já receberam o reforço, segundo dados do monitoramento Our World in Data, projeto feito em parceria com a Universidade de Oxford para acompanhar o ritmo da vacinação no mundo.

Hoje, mesmo vivendo mais uma onda de novos casos impulsionada pela variante Ômicron, os óbitos em consequência da Covid-19 não têm acompanhado a alta nos diagnósticos: na semana epidemiológica entre os dias 2/1 e 8/1/22, foram registrados 208 mil casos de Covid-19 em todo o Brasil, de acordo com a plataforma do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), e 832 óbitos foram contabilizados.

A título de comparação, entre 15/11 e 21/11 de 2020, antes da vacina, o país teve uma quantidade semelhante de casos (203 mil), mas foram 3.331 mortes. Boa parte desta queda tem a ver com os imunizantes, que se mostram eficientes para evitar casos graves, hospitalizações e óbitos em consequência da infecção causada pelo coronavírus. De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a maioria dos pacientes internados no país não tomou a vacina.

“Estamos vendo a redução progressiva de internações e mortes graças à vacinação. Começamos atrasados, com todas as questões que envolveram a compra de vacinas no início mas, assim que tivemos doses, a vacinação andou rápido. Chegamos a vacinar 2 milhões de pessoas por dia, em maio. Isso mostra o know-how que o Brasil tem no assunto”, afirma a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi.

A Coronavac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac, distribuída pelo Instituto Butantan, virou alvo de disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O chefe do Executivo se posicionou contra o imunizante, levantando dúvidas sobre a sua segurança e eficácia, e chegou a desautorizar a compra das doses pelo Ministério da Saúde.

Enquanto isso, o governador de São Paulo adotou a vacina e o Instituto Butantan chegou a começar a produção da fórmula antes mesmo de o governo federal adquirir as doses. A queda de braço só acabou no início de janeiro, quando o então ministro Eduardo Pazuello anunciou a compra de 100 milhões de doses da Coronavac e a inclusão da vacina no Plano Nacional de Imunizações (PNI).

A grande aposta do governo federal na época era a vacina de Oxford/AstraZeneca, que seria envasada na Fiocruz antes de começar a ser produzida em território nacional. O Brasil contava com lotes a serem enviados pelo Instituto Serum, da Índia, mas problemas de logística e a situação do país asiático, que vivia uma alta nos casos, causaram o atraso do envio das primeiras doses da vacina. Assim, a primeira dose aplicada por aqui foi da Coronavac.

Até a compra das vacinas da Pfizer/BioNTech, que hoje são os principais imunizantes aplicados no Brasil, foi cercada de problemas: o processo foi parar na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI da Covid), sob a alegação de que o governo brasileiro teria ignorado três ofertas para aquisição das doses em agosto de 2020, evitando que 18,5 milhões de doses fossem enviadas ao Brasil em dezembro do mesmo ano.

Novo fôlego para a vacinação

A vacinação no Brasil começou a ganhar novos traços em meados de maio de 2021. Na avaliação da diretora da SBIm, esse avanço se deve à entrega de maiores volumes de doses de vacinas, a fabricação nacional do Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) e à organização dos profissionais da saúde e dos estados e municípios.

“Graças à vacinação, a partir da metade de 2021 começaram a diminuir as internações hospitalares, que estavam no limite, e o número de mortes diárias, conforme a população acima de 60 anos foi completando a segunda dose”, afirma Claudio Maierovitch, vice-presidente da Abrasco e médico da Fiocruz.

A ampliação da rede de vacinação também foi crucial. Até então, o país contava com mais de 38 mil salas de vacinação distribuídas em Unidades Básicas de Saúde (UBS). Com a abertura de novas salas e a inclusão de tendas de drive-thru, os espaços físicos qualificados para a imunização passaram de 52 mil e rapidamente a faixa etária elegível para se vacinar começou a cair.

“O Brasil sabe vacinar. Todas as questões de transporte e congelamento das doses aconteceram de forma excelente. De modo geral, a vacinação foi rápida, organizada e sem tumulto nos postos de vacinação”, destaca Mônica.

Vacinação de reforço

Com o passar do ano, estudos feitos ao redor do mundo com pacientes que receberam as vacinas em um primeiro momento mostraram que os níveis de anticorpos necessários para combater a Covid-19 começam a cair a partir do quarto mês depois da segunda dose.

Junto a isso, o surgimento de novas variantes aumentou a preocupação sobre a possibilidade de as cepas sofrerem mutações que permitissem o escape da ação dos imunizantes — com isso, a comunidade científica passou a sugerir a necessidade de doses de reforço com intervalo reduzido.

No Brasil, ficou estabelecido que a terceira dose deve ser aplicada no intervalo de quatro meses após a segunda injeção. A princípio, apenas idosos e pessoas com comorbidades receberam o reforço mas, em seguida, as faixas etárias elegíveis foram expandidas até que todos os adultos com mais 18 anos estivessem contemplados.

“O principal grupo de risco para hospitalização e óbitos é o de pessoas não vacinadas e mais vulneráveis, muito debilitada com comorbidades ou mais idade. Para essas pessoas, é importante ter a dose de reforço para garantir proteção e a gente não ter o colapso do sistema de saúde”, destaca o infectologista Julio Croda, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Vacinação infantil

Quase um ano após a aplicação das primeiras doses em idosos, chegou a vez das crianças de cinco a 11 anos serem imunizadas. Na última sexta-feira (14/1), Davi Seremramiwe, 8 anos, um menino indígena da etnia Xavante que tem uma deficiência motora, foi a primeira criança a ser imunizada contra a Covid-19 no Brasil.

A autorização para o início da vacinação do grupo etário foi dada pela Anvisa em 16 de dezembro de 2021, mas só recebeu o sinal verde do Ministério da Saúde em janeiro, após muito discussão sobre a segurança das vacinas.

Metrópoles

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Política

Quem pagou folha foi Bolsonaro e Fátima só fala disso porque não tem o que mostrar, diz ministro

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, em entrevista à Tribuna do Norte, também falou sobre a folha de pagamento do funcionalismo que tem sido um dos pontos mais abordados pela comunicação do governo Fátima Bezerra. De acordo com Fábio, a origem dos recursos para a realização do pagamento foi exatamente o Governo Federal e o aumento da arrecadação, mas a governadora não fala isso.

“Quem pagou a folha foi Bolsonaro. Não foi ela. Pode ver os recursos a mais que os governadores receberam, inclusive o Rio Grande do Norte. Foram mais de R$ 2 bilhões e meio que ela recebeu a mais. Fora o aumento de arrecadação. Fora os R$ 600 do auxílio, porque quando se coloca dinheiro girando, aumenta a arrecadação. Os estados tiveram aumento grande de arrecadação. A distribuição do dinheiro foi algo extraordinário. E acho engraçado é que ela prometeu quitar as folhas atrasadas no primeiro ano e não quitou. Não fala nada sobre isso, mesmo com esses R$ 2,5 bilhões poderia ter pago as folhas atrasadas, cumprido a promessa dela e com recursos que estão vindo do governo federal e aumento devido os R$ 600 de arrecadação do comércio”, disse.

O ministro também afirma que o Governo Fátima destaca o pagamento das folhas em atraso por não ter nada para mostrar. “Não tem absolutamente nada para entregar. Deixou as crianças um ano e meio sem estudar. Ela é professora, o Hospital Walfredo Gurgel é um caos, todo dia assassinatos, mortes, explosões de farmácias. Vejo que o governo fechou as portas para o Brasil todo. Não vejo ninguém conversando com o Rio Grande do Norte. Nenhuma empresa nova, pelo contrário, saindo. Agora, com dinheiro em caixa entrando e não conseguir pagar a folha? Pelo amor de Deus, na época do governo passado tinham 19 estados com folhas atrasadas. Quantos têm hoje? Nenhum. Não existe hoje nenhum estado com folha atrasada. Não tem nenhuma prefeitura com folha atrasada. Que mérito é esse? Mérito é quando tem 20 estados com folha atrasada e tem um em dia. Mas se tem os 27 em dia, não é mérito. É dinheiro que veio do governo federal. Não vejo nenhum governador fazendo propaganda de folha em dia, porque sabem que isso aí é hipocrisia pura, porque o dinheiro veio sobrando, isso aí é falta do que ter o que falar”.

Opinião dos leitores

  1. Porque Bolsonaro não pagou enquanto seu pai era governador? Capacho do genocida deputado copa do mundo vai se candidatar por SP que é lá que você mora e só aparece por aqui de quatro em quatro para soltar sua bravatas e amealhar meia dúzia de votos.

  2. Esse aloprado deveria falar que quem deixou o estado quebrado foi o seu pai, qndo foi governador. O pior governador da história do RN.

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Política

‘É decepcionante a meta do governo ser apenas a folha’, diz Fernando Bezerra

Foto: Alex Regis/TN
O ex-senador Fernando Bezerra considera que é “triste e decepcionante” que o governo estadual esteja limitado, na avaliação dele, ao pagamento da folha dos servidores públicos. Ele afirma que o Rio Grande do Norte precisa de uma reforma para que se tenha um plano voltado ao desenvolvimento. Para Fernando Bezerra, essa é uma situação que não está restrita à atual gestão.

“Fico triste e decepcionado quando vejo que a meta do governo é [apenas] pagar a folha de pessoal. Os últimos governadores do Rio Grande do Norte se transformaram em encarregados de pessoal, que buscam [meramente] arranjar dinheiro para pagar a folha. Precisamos de uma reforma urgente. Os últimos governos, talvez os quatro últimos, foram muito mais voltados para a questão política pessoal, de reeleição. E deixaram o Estado em uma situação crítica”, lamenta. Ex-ministro da Integração Nacional e ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria, ele afirma que, por isso, o RN cresce apenas onde as condições naturais são as mais favoráveis.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Blá bla blaaaa quem fala !!!!
    Um seboso que dormia com lula , não é interessante!!
    Vá cuidar do seu shopping com geraldo melo, se não vai ser tarde demais !!!
    Mais um que não tem coragem de enfrentar fatinha!!
    Recalque aiii gente

  2. Temho dito, esse governo é fraco, medíocre, sem cerebro, sem rumos, sem projetos.
    Não inaugura nada.
    Fraco fraquíssimo!
    Toda semana boto aqui no BG sem medo de está errando.
    SE NÃO FOSSE BOLSONARO, JÁ ESTARIA DR PORTAS FECHADAS.
    NUNCA NA HISTÓRIA DO RN, SE RECEBEU TANTOS REPASSES COMO NESSE GOVERNO BOLSONARO.
    Fora Fatão incompetente.

    1. Enquanto na Paraíba, pelos menos quatro grandes hospitais de traumas foram construídos para acudir a população tendo em vista a longevidade das pessoas que precisam de atendimento Médico. João Pessoa, Santa Rita, Campina grande e Patos, os politicos carreiristas daqui doi RN inclusive a atual fizeram foi fechar os hospitais do interior. São uns caras de pau, estamos vendo agora oligarquias CARCOMIDAS querendo voltar ao poder. Isto é uma vergonha e o povo deve cassar nas urnas esses aproveitadores já aposentados com altos salários querendo novos mandatos.

    2. Amigo, se fosse Bolsonaro no lugar dela tu acha que faria melhor? O governo atual é fraco, o anterior também, antes dele também e por aí vai. Precisamos de mudanças estruturais. A folha consome quase todo o montante arrecadado e sobre pouco ou nada para investimento. É o modelo que está errado. E enquanto não vier ninguém disposto a quebrar o modelo atual, seguiremos ladeira a baixo. Essa briguinha pra ver quem tem razão entre esquerda e direita; Bolsonaro vs Lula; eles contra nós; nos levará para o fundo do poço. Precisamos de união.

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Saúde

Brasil bate 23 milhões de casos de covid neste domingo

O Brasil superou neste domingo (16.jan.2022) a marca de 23 milhões de casos de covid-19 desde o começo da pandemia. O Ministério da Saúde confirmou 24.934 novas infecções em 24 horas, e o total agora é de 23.000.657.

Foram registradas 74 novas mortes pela doença no período. O país acumula 621.045 vítimas da covid desde o início da pandemia.

Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Distrito Federal e Tocantins não atualizaram os dados diários.

Com informações do Diário do Poder.

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