Política

Impeachment: Witzel desiste de ir à Alerj e vai falar por videoconferência

Foto: Antonio Cruz – 26.mar.2019/ Agência Brasil

O governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, desistiu de ir à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) fazer sua defesa presencialmente no processo que julga um pedido de impeachment contra ele. Witzel decidiu falar por meio de videoconferência na sessão.

Assessores de Witzel foram pegos de surpresa com a decisão. Parte da equipe do governador já estava no plenário da Casa quando a decisão foi informada – Witzel falará da residência oficial, no Palácio Laranjeiras.

O processo

A Alerj decide nesta quarta-feira (23) se o processo de impeachment contra o governador afastado Wilson Witzel (PSC) seguirá para a fase de julgamento por um tribunal misto.

Será colocado em votação o relatório do deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD), a favor da continuidade do impeachment. Na última semana, o parecer contra Witzel foi aprovado em comissão especial por 24 a zero.

Desta vez, votam todos os 70 deputados da Alerj. Witzel tem a seu favor as regras do jogo, uma vez que o impeachment não passa apenas com a maioria simples, mas sim requer o apoio de dois terços dos parlamentares, o que equivale a 47 votos.

Mesmo assim, segundo apuração da CNN, a tendência é que seja aprovado por vantagem ampla e unanimidade não está descartada.

Líderes dos partidos com representação na Assembleia fecharam acordo nesta terça-feira para que cada deputado fale por até 10 minutos, com uma limitação de cinco parlamentares por partido. O rito permite que cada sigla fale por até uma hora, mas a intenção é acelerar o processo de votação.

Há a previsão ainda de que a defesa de Witzel possa falar por até uma hora. O governador afastado afirmou em mais de uma oportunidade ter a intenção de comparecer presencialmente à Alerj e discursar aos deputados estaduais.

O que está em jogo hoje

Pela lei vigente no país, a palavra final para o impeachment de um governador de estado não está com o Parlamento, como foi no caso da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

A Alerj dá a autorização política para que seja iniciada a análise das acusações por um tribunal misto, formado por cinco deputados estaduais e cinco desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).

Os cinco representantes da Alerj serão escolhidos por votação, caso a comissão tenha de ser de fato formada. Cada deputado estadual votará em cinco colegas e os votos serão somados.

Já os representantes do TJ-RJ serão escolhidos por sorteio, entre os 179 que atuam no Tribunal. O presidente da Corte, desembargador Cláudio de Mello Tavares, participa como voto de minerva, em caso de empate.

Afastado duas vezes?

Assim como ocorreu no caso de Dilma, o processo de impeachment para governadores também prevê um momento em que o governante seja afastado do cargo antes do julgamento das acusações apresentadas contra ele.

Wilson Witzel, no entanto, se aproxima dessa etapa de análise já afastado. O governador foi retirado temporariamente do cargo por decisão da Justiça.

Mais especificamente, do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Gonçalves imputou a Witzel o período de 180 dias de suspensão, o que mesmo que pode ser imposto a ele no âmbito do processo de impeachment.

Esse quebra-cabeça de processos significa que mesmo que o impeachment seja derrotado na votação desta quarta-feira, Wilson Witzel não reassume o governo do Rio enquanto a decisão do STJ estiver em vigor.

O governador do Rio pode, no entanto, acumular as duas suspensões ao mesmo tempo.

Segundo a Alerj, caso o Plenário vote para que o impeachment prossiga, o tribunal misto será formado e deverá decidir se recebe ou não a denúncia contra o governador. Se sim, aí ele passa a ser réu e fica afastado do cargo mesmo que a decisão do STJ venha a perder validade.

Acusação e defesa

O governador afastado Wilson Witzel é acusado de se beneficiar de um esquema de corrupção na área da saúde no Rio de Janeiro.

O relatório do deputado Rodrigo Bacellar diz que há “fortes indícios de proximidade” entre empresários que “se locupletaram do dinheiro público” e Witzel.

Em diversos trechos, o texto faz referência ao processo de reaqualificação da Organização Social Unir.

Proibida de administrar unidades de saúde do estado, a empresa foi reabilitada por Witzel – de acordo com o Ministério Público Federal, por meio de um ajuste ilícito.

Indícios de fraudes na contratação dos hospitais de campanha também foram mencionados pelo relator, que recheou o parecer favorável ao impeachment de trechos das denúncias do MPF no âmbito das Operações Favorito e Tris in Idem.

Em sua defesa, Wilson Witzel atribui os ilícitos ao ex-secretário da Saúde Edmar Santos, que teria se “infiltrado” em seu governo para manter um esquema de corrupção. O governador afastado diz que não tinha ingerência direta sobre os contratos na saúde e que não poderia ser responsabilizado por eles.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esse se elegeu na aba do Bolsonaro, discurso moralista, mas não demorou, enfiou o pé na graxa.
    Quero vê duro igual ao véi Bolsonaro.
    A Globo LIXO faz 30 anos que o persegue descaradamente e não consegue provar um único roubo do Presidente.
    Então só resta a petezada esperniar e chupar.
    Kkkkkkkkk
    Chupa petezada.
    Chupa Luiz Inácio.
    Kkkkk

    1. Ouvi alguém mugir!? Micheque? Queiroz? Flávio? Rachadinha? Olavo?

    2. Esse alienado só fala em troco, fale em bilhões, TRILHÕES, aí chama LULADRAO. Esse só usa graúdo em suas roubalheiras.

    3. Minion porque não coloca o nome do Bolsonaro aí na sua lista??
      O nome dele é Bolsonaro, não tem nada haver com esses que bc escreveu.
      Vc tem que provar e ficar famoso o desmando um roubo do BOLSONARO VIU??
      SE NÃO CONTINUA DO JEITO QUE ESTÁ
      LIMPO!!
      KKK
      A SUA MISSÃO É DIFÍCIL, MAS QUEM SABE VC NÃO CONSEGUE.
      KKKKKK
      MITO ATE 2026.
      NÃO TEM QUEM TOME.
      KKKK

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VÍDEO: Em missa, padre critica caminhada de Nikolas Ferreira: “Quer o poder”

O padre Ferdinando Mancilio criticou a “caminhada pela liberdade” realizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) na última semana. A declaração foi feita pelo religioso durante s homilia de uma missa realizada no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo.

Não adianta querer fazer uma marcha para Brasília, alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do povo e dizer que está defendendo a vida. Mentira, quer o poder. Acho que você entende o que eu estou dizendo”, disse o padre aos fiéis.

A declaração foi feita no último dia 25 de janeiro, mas ganha repercussão nas redes sociais nesse fim de semana, com a circulação de vídeos nas redes sociais.

A caminhada pela liberdade

A mobilização percorreu mais de 200 km, com início em Paracatu (MG) e término em Brasília (DF). Além do deputado mineiro, a caminhada contou com o apoio de outros políticos, como o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), o deputado federal André Fernandes (PL-CE), além de prefeitos e vereadores. Outros políticos de direita também demonstraram apoio à ação.

Um dos principais motivos da peregrinação, segundo o político bolsonarista, foi a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.

No último dia, a caminhada foi marcada por uma tragédia, quando pelo menos 30 pessoas foram atingidas por um raio e precisaram ser levadas ao hospital, algumas em estado grave.

Metrópoles

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Polícia Federal proíbe gravação da série Área Restrita em aeroportos

Foto: PF/Divulgação

As gravações da série “Aeroporto: Área Restrita”, exibida pela Discovery e HBO Max, foram suspensas pela Polícia Federal em aeroportos brasileiros, mesmo após autorizações iniciais para a oitava temporada.

Segundo a produtora Moonshot, a PF havia liberado filmagens em Viracopos (SP), Galeão (RJ) e Pinto Martins (CE). Em janeiro, porém, o órgão revogou as autorizações, negou o credenciamento da equipe em Guarulhos e cancelou as gravações nos demais terminais.

Em nota, a PF afirmou que a decisão segue normas constitucionais e regras de segurança da aviação civil, que restringem o acesso às áreas sensíveis apenas a pessoas com necessidade operacional. A corporação destacou que atividades de entretenimento não se enquadram nesse critério.

A PF também citou regras da Anac, que proíbem o registro de imagens de procedimentos e estruturas consideradas estratégicas, e afirmou que não participa do programa há anos. O órgão negou qualquer conflito com a Receita Federal.

Além da segurança, a Polícia Federal alegou a necessidade de preservar a intimidade, a imagem e a presunção de inocência das pessoas abordadas, além de resguardar técnicas e rotinas de combate a crimes.

A produtora rebateu a decisão, afirmando que, desde 2016, o programa teve sete temporadas autorizadas pela PF, sem registro de incidentes ou riscos à segurança aeroportuária.

Confira o posicionamento dos envolvidos:

Polícia Federal

A Polícia Federal esclarece que a atuação no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, relacionada à vedação de acesso de equipes de filmagem a Áreas Restritas de Segurança (ARS), decorre do estrito cumprimento de normas constitucionais, legais e regulamentares que regem a segurança da aviação civil no Brasil.

Nos termos do art. 144, §1º, inciso III, da Constituição Federal, compete à Polícia Federal o exercício das funções de polícia aeroportuária, atribuição reafirmada pelo Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita (PNAVSEC), instituído pelo Decreto nº 11.195/2022, bem como por normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

As Áreas Restritas de Segurança são classificadas como zonas prioritárias de risco, sujeitas a rigorosos controles de acesso, limitados exclusivamente a pessoas com necessidade operacional ou funcional, não se enquadrando atividades de entretenimento ou produção audiovisual nesse critério.

Ademais, a regulamentação vigente, em especial o Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil (PNAVSEC), instituído pelo Decreto nº 11.195/2022 e as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) vedam expressamente o registro de imagens de procedimentos, fluxos e infraestrutura sensíveis relacionados à segurança da aviação civil.

A Polícia Federal esclarece, ainda, que não participa do referido programa televisivo há vários anos, tendo adotado, de forma reiterada e consistente, o entendimento institucional pelo indeferimento de solicitações dessa natureza.

Essas decisões refletem o entendimento consolidado de que a presença permanente de equipes de filmagem em áreas operacionais restritas é incompatível com os princípios da preservação da intimidade, da imagem e da presunção de inocência dos cidadãos abordados, bem como com a necessidade de resguardar técnicas, rotinas e meios empregados na repressão a ilícitos penais, especialmente em ambiente aeroportuário.

A Polícia Federal destaca que não há qualquer disputa institucional no episódio. As competências da Receita Federal do Brasil, enquanto autoridade aduaneira, são plenamente reconhecidas e respeitadas. Contudo, tais atribuições não se confundem com a responsabilidade constitucional da Polícia Federal pela supervisão da segurança aeroportuária, que prevalece em Áreas Restritas de Segurança, inclusive em recintos alfandegados, conforme previsto no ordenamento jurídico.

Narrativas que tentam reduzir o tema a supostos conflitos institucionais desconsideram a gravidade das responsabilidades envolvidas e ignoram que a segurança da aviação civil constitui valor jurídico prioritário, amplamente regulado por normas nacionais e compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro.

A Polícia Federal reafirma seu compromisso com a legalidade, com a segurança da sociedade e com a atuação técnica, responsável e institucionalmente coerente no ambiente aeroportuário.

Moonshot

A Moonshot iniciou a produção da 8ª temporada do programa Aeroporto: Área Restrita em dezembro de 2025, contando com o apoio e participação ativa da Anvisa, Vigiagro, Ibama, Receita Federal, Polícia Militar do Estado de São Paulo e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Fraport e RIOgaleão.

A Polícia Federal já havia concedido autorização para a realização das filmagens nos aeroportos de Viracopos (VCP), Galeão (GIG) e Pinto Martins (FOR).

Agora em janeiro de 2026, a Polícia Federal indeferiu o credenciamento de nossa equipe a ingressar nas áreas restritas em Guarulhos e caçou as credenciais para a equipe realizar as filmagens nos demais aeroportos.

Pesquisa recente revela o perfil educativo, informativo e de interesse público da produção: O programa é um instrumento eficaz de educação, alinhado ao dever estatal de informação e transparência.

A alegação de risco aeroportuário para justificar o cancelamento das credenciais não resiste à análise do histórico do próprio órgão. Ao longo de sete temporadas consecutivas, produzidas desde 2016, a Polícia Federal analisou e aprovou as credenciais de todos os profissionais envolvidos na produção do programa Aeroporto: Área Restrita, permitindo a realização integral das filmagens sem que tenha sido registrado qualquer incidente ou comprometimento da segurança aeroportuária.

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Operação da PM termina com dois mortos e fuzil apreendido em Areia Branca

Foto: reprodução

Uma operação da Polícia Militar do Rio Grande do Norte terminou com dois indivíduos mortos após confronto armado, na tarde deste sábado (31), em Areia Branca, na região salineira do estado.

A ação começou após denúncias de que homens armados, vindos de Mossoró, estariam escondidos em uma casa alugada e planejavam ataques ligados a disputas entre facções criminosas. Com apoio da ROCAM, Polícia Ambiental e outras guarnições, a PM cercou o imóvel e apreendeu coletes balísticos, munições, dinheiro, um simulacro de arma e um veículo Peugeot 207.

Durante as diligências, informações indicaram que dois suspeitos tentavam fugir pela Praia do Pontal, em direção a Grossos. Ao serem abordados, eles reagiram com disparos contra os policiais. Houve revide, os dois foram baleados, socorridos ao hospital de Areia Branca, mas não resistiram.

Com os suspeitos, a polícia apreendeu um fuzil calibre 5.56, uma espingarda calibre 36, munições e coletes balísticos. Todo o material foi encaminhado à 42ª Delegacia de Polícia de Areia Branca. Em nota, a PM informou que a operação ocorreu dentro da legalidade e que o caso será apurado pela Polícia Civil.

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Rogério Marinho recebe Carlos Bolsonaro para discutir cenário político nacional

O senador Rogério Marinho (PL-RN) se reuniu com Carlos Bolsonaro (PL) no fim de semana para discutir o cenário político nacional. Em publicação feita no sábado (31), no X, Carlos afirmou que foi convocado à residência de Marinho.

Segundo Carlos, a conversa foi marcada mais por escuta do que por falas. Ele disse sair do encontro convencido de que, sob a coordenação de Marinho e do senador Flávio Bolsonaro, o grupo seguirá unido para fortalecer o projeto político liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Rogério Marinho, líder da Oposição no Senado, anunciou em 21 de janeiro que abriu mão de disputar o governo do Rio Grande do Norte em 2026. A decisão, segundo ele, se deve ao momento “excepcional” vivido pelo país. Marinho passará a coordenar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.

Em nota, o senador afirmou que sua escolha foi motivada por lealdade, solidariedade e gratidão a Jair Bolsonaro, a quem chamou de “maior líder popular do Brasil”. No X,  comentou brevemente sobre o encontro com Carlos com a frase: “Juntos pelo Brasil!”.

Carlos também destacou gratidão e confiança em Marinho, que foi ministro do Desenvolvimento Regional e secretário especial de Previdência e Trabalho durante o governo Bolsonaro.

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Redes sociais superam TV como fonte de informação política, mostra pesquisa Quaest

Foto: REUTERS/Dado Ruvic

As redes sociais passaram a ser a principal fonte de informação política dos brasileiros, segundo pesquisa Quaest. 39% dos entrevistados disseram se informar principalmente por plataformas digitais, enquanto 34% apontaram a televisão, que liderava o ranking desde o início da série, em maio de 2024.

É a primeira vez que o meio digital supera a TV no levantamento. Em dezembro de 2025, havia empate técnico, com ambos marcando 35%.

O estudo também revela forte polarização na percepção das notícias sobre o governo Lula. Entre lulistas e a esquerda não lulista, a maioria afirma consumir conteúdos favoráveis ao governo, com índices entre 54% e 62%.

Já entre os independentes, prevalece a visão negativa: 45% dizem ver mais notícias desfavoráveis, contra 19% positivas. O contraste é ainda maior entre os bolsonaristas, grupo no qual 76% afirmam consumir notícias majoritariamente negativas sobre o governo federal.

A pesquisa, realizada em janeiro de 2026 em todo o país, indica que a direita está melhor posicionada no ambiente digital. Apesar do avanço das redes, a televisão segue relevante para uma parcela expressiva do eleitorado.

 

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PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de bife acebolado com massa e molho de queijo; e risono de camarão com bacalhau

BIFE ACEBOLADO COM MASSA E MOLHO DE QUEIJO
Ingredientes:
1k Bife de alcatra
6 cebolas
Manteiga
Massa de sua preferência
1 Requeijão
50 ml vinho branco seco
150g de parmesão ralado
1 caixa de creme de leite

Modo de preparo:
Bata os bifes, levemente, pra ajudar a amolecer.
Tempere com sal e pimenta do reino.
Em uma frigideira bem quente coloque um pouco de manteiga e azeite e frite os bifes.
Deixe eles com uma casquinha, mas não deixe passar demais. Reserve.
Na mesma frigideira refogue as cebolas cortadas em rodelas com um pouco de manteiga, sal e um pouco de açúcar. Reserve.

Por último cozinhe a massa como mandar a embalagem.

Na mesma frigideira suja acrescente manteiga, requeijão, o vinho, a geleia de pimenta, o parmesão e deixe tudo incorporando, depois disso desligue o fogo e acrescente o creme de leite de caixinha.
Coloque seu molho na massa e sirva com seu filé acebolado

Tempo de preparo: 5 min
Tempo de cozimento: 12 min

DICA RÁPIDA
RISONI DE CAMARÃO COM BACALHAU
Ingredientes:
Ingredientes:
1 Cebola picada
300ml de ⁠vinho branco seco
500g de bacalhau Saithe desfiado
500g de filé camarão médio
1/2k de Risoni
400g de queijo brie
Azeite, sal e pimenta do reino a gosto
Salsa picada a gosto
1 Litro de água

Modo de preparo:

Dessalgue o bacalhau por 1h30, trocando a água a cada meia hora.
Tempere os camarões com sal e pimenta do reino.
Aqueça bem uma panela, coloque um fio de azeite e sele os camarões por 3 minutos de cada lado. Reserve o camarão
Refogue no azeite a cebola e o Bacalhau já desalgado. Acrescente 200 ml de vinho branco na panela de pressão.
Coloque o bacalhau pra cozinhar em 1 Litro de água e deixe cozinhar por 15 minutos.
Na mesma panela que fritou os camarões coloque um fio de azeite, acrescente o risoni refogue por 3 minutos e coloque o restante do vinho(100ml) e misture bem até evaporar o álcool.
Acrescente a água do cozimento do bacalhau, um pouco do bacalhau e misture bem.
Vá acrescentando a água do cozimento e o bacalhau aos poucos, sempre misturando.
Após acrescentar todo o bacalhau cozinhe a massa até ficar al dente.
Acrescente os camarões selados, o queijo Brie cortado e misture bem.
Ajuste o sal.
Coloque um pouco de salsa picada, misture bem.
Retire.
Coloque um pouco de salsa por cima e sirva em seguida.

Tempo de preparo: 90min
Tempo de cozimento: 25min

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Polícia Militar apreende 375 kg de maconha em São Gonçalo do Amarante

Foto: PMRN

Uma operação da Polícia Militar apreendeu cerca de 375 kg de maconha, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. A apreensão realizada na tarde deste sábado (31) representa um prejuízo estimado em R$ 800 mil ao crime organizado, segundo a corporação.

A ação foi conduzida por equipes do BPChoque durante patrulhamento no bairro Jardins. Um homem, que se apresentou como motorista de aplicativo, foi abordado em atitude suspeita. Com ele, os policiais encontraram quatro tabletes de maconha.

Questionado, o suspeito indicou um imóvel no bairro Plaza Gardens. No local, com autorização do proprietário, a PM localizou cerca de 500 tabletes da droga, somando aproximadamente 375 kg.

Os dois homens foram presos e encaminhados, junto com o material apreendido, à Central de Flagrantes, onde foram adotados os procedimentos legais.

Opinião dos leitores

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OPERAÇÃO ZERO ÁLCOOL: RN registra 66 prisões por embriaguez ao volante só em janeiro de 2026

Foto: divulgação/PMRN

A fiscalização de trânsito no Rio Grande do Norte terminou janeiro com 66 motoristas presos por embriaguez ao volante. Os dados são da Operação Zero Álcool, conduzida pelo CPRE/Batalhão Rodoviário.

As prisões aconteceram em Natal e municípios da Grande Natal. Só na capital, foram 17 detenções. Parnamirim aparece em seguida, com 14 casos, e Macaíba, com 10. Também houve prisões em Nísia Floresta (8), São Gonçalo do Amarante (7), Extremoz (6) e São José de Mipibu (4).

Segundo o CPRE, o total registrado em janeiro representa 16% de todas as prisões por embriaguez feitas pela unidade ao longo de 2025, o que acende alerta para o início do ano.

A prisão ocorre quando o teste do etilômetro aponta índice acima de 0,33 mg/l. Motoristas que se recusam a soprar o bafômetro também podem ser autuados se apresentarem sinais claros de alteração da capacidade psicomotora.

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Ex-policial penal do RN é preso por criar lojas virtuais para vender drogas na Paraíba

Um ex-policial penal do Rio Grande do Norte foi preso, na noite deste sábado (30), suspeito de criar uma das maiores lojas virtuais para venda de drogas na Paraíba.

Segundo a Polícia civil, ele é irmão de um dos maiores traficantes de drogas do estado e já havia sido preso.

Mesmo com tornozeleira eletrônica, colocada durante audiência de custódia, ele criou uma rede de lojas virtuais para comercializar os entorpecentes.

O homem foi encaminhado a Central da Polícia Civil e ficará a disposição da justiça.

Blog do BG PB

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Na volta do recesso, Senado acumula 45 pedidos de impeachment contra Moraes

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Com a abertura do ano legislativo nesta segunda-feira (2), o Senado retoma a análise de 45 pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. As representações aguardam despacho desde 2021.

O número deve crescer nos próximos dias, com um novo pedido articulado pela oposição na Câmara dos Deputados. A proposta não exige número mínimo de assinaturas, mas os parlamentares buscam reunir apoio recorde.

O pedido mais recente foi apresentado em 20 de janeiro, durante o recesso, por iniciativa popular. Levantamento aponta que quatro pedidos também citam outros ministros da Corte. Outros 14 pedidos já foram arquivados, incluindo um apresentado por Jair Bolsonaro em 2021.

Moraes lidera o ranking de representações no Senado, seguido por Luís Roberto Barroso (20 pedidos) e Gilmar Mendes (13). O ministro é alvo preferencial da oposição por sua atuação como relator do inquérito da trama golpista, que resultou na condenação de Bolsonaro.

O novo pedido questiona a atuação de Moraes e supostas relações com o Banco Master. O ministro confirmou ter conversado com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, mas negou tratar de assuntos ligados à instituição.

Como funciona o impeachment de ministros do STF

Cabe ao Senado Federal processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade. Qualquer cidadão pode apresentar pedido, mas o avanço depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

O rito pode mudar. Senadores pretendem retomar neste ano a discussão sobre a atualização da Lei do Impeachment. Em dezembro, uma decisão de Gilmar Mendes restringiu temporariamente os pedidos à PGR, mas o ministro recuou após reação do Senado.

Permaneceu, porém, a regra que exige dois terços dos votos (54 senadores) para aprovar o afastamento e a vedação ao uso do mérito de decisões judiciais como fundamento para impeachment.

Opinião dos leitores

  1. Tá mais do que na hora de tirar da Praça dos Três Poderes a prerrogativa de indicar e exonerar discricionariamente, os membros do STF e o PGR. Muita proximidade. Ficam todos os votantes nas rédeas dos “referendados’. Se não tem como ser por eleições diretas, que seja então por um colegiado formado por um representante por município. Votação remota, qualificada e com algum coeficiente de peso populacional.

  2. Já deveria ter uma lei onde com cinco pedidos de impeachment os presidentes do Senado ou da Câmara Federal seriam obrigados a colocar em pauta/votação.

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